O chef Marcelo Piucco busca novos sabores para o restaurante do Hotel Mercure Apartaments (antigo Hotel Parthenon - em frente à Torre de TV em Brasília). Serviço: SHN Qd. 5 Bloco I - Asa Norte Tel. 3326-7130
quarta-feira, junho 13, 2007
Seguros na Amazônia
Consulte (69) 3222-0742. Ronseg, corretora de seguro auto, residência, empresa e vida.
Fenacor vê cenário positivo para mercado de seguros
Em palestra realizada no Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo, o presidente da Fenacor, Armando Vergílio, afirmou que o cenário econômico favorável traz novas oportunidades de negócios para o mercado de seguros. Ele destacou, contudo, que é importante para o setor atuar com menos amarras: a nossa indústria amadureceu bastante e é natural que haja maior demanda por menor interferência dos órgãos reguladores. São necessárias regras claras e modernas que estejam contextualizadas à legislação internacional. Isso trará a necessária segurança jurídica e regulatória. A auto-regulação, com transparência e responsabilidade, é uma aspiração justa. Estamos a postos para colaborar, sempre que for preciso, nesse processo de correção de rumos no marco regulatório, assinalou. Armando Vergílio acrescentou que, no caso dos corretores de seguros, a auto-regulação passa, necessariamente, pela criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Corretores de Seguros. Segundo ele, essas são ferramentas que possibilitarão a eficaz fiscalização da categoria e trarão mais confiança para os consumidores, contribuindo ainda para o aprimoramento das relações de mercado: é o meio mais eficaz para o controle ético e disciplinar dos corretores de seguros, justificou. O presidente da Fenacor observou ainda que, embora não seja a panacéia para as distorções ainda vistas em nosso mercado, a regulamentação da abertura no resseguro é indispensável e inadiável: precisamos disso para aumentar a oferta de produtos diferenciados e ter acesso a novas tecnologias e serviços, e discutir sobre a regulamentação do corretor de resseguros e também do corretor de seguro saúde, acentuou. Fonte: CQCS/Sincor-RO/Fenacor.
Governador assina novos convênios
terça-feira, junho 12, 2007
Garçon quer retomada de obra
Preocupado com a paralisação das obras de duplicação da Br-364 (Candeias do Jamari/Unir), o deputado Lindomar Garçon (PV/RO) convocou para o dia 23, em Porto Velho, audiência pública com representantes da sociedade civil organizada, TCU, Dnit e CGU, para estudar a matéria e buscar equações para o problemaSeguro do seu carro
O que está por trás do preço do seguro de um veículo? Somente o índice de roubo do carro? Segundo a Ronseg, corretora de seguros, a composição do valor de uma apólice é bem mais complexa e envolve índices de roubos e colisões, além de perfil do motorista, entre outros. Em cidades afastadas dos grandes centros urbanos, furtos e roubos equivalem a apenas 20% do total de uma apólice. Numa análise mais simples, pode-se considerar que, se um carro se desvaloriza todo ano e sofre uma perda total por qualquer um dos eventos supracitados, não haveria por que subir o preço do seguro, e sim cair. “Esse é o comentário que mais escuto desde que entrei neste ramo. Mas a realidade não é bem essa”, garante um corretor de seguros. O profissional explica que, para os casos de sinistro em que não há danos totais, somente parciais, o automóvel precisa ser reparado com peças novas, as quais obedecem ao valor do veículo zero quilômetro. “É esse o custo considerado na composição do seguro; e não o ano de fabricação do mesmo”, afirma.Ele usa como exemplo um Chevrolet Corsa Sedan modelo 2001 que, segundo a tabela Fipe, tem preço de mercado estimado em R$ 18.278, e que tenha sido parcialmente destruído e precise trocar o capô e a longarina esquerda. Essas peças custam, respectivamente, R$ 532,25 e R$ 1.098,73. Para o modelo 2006, do mesmo Corsa Sedan, cujo valor de mercado é R$ 23.553 (29% mais caro), o valor das peças são os mesmos R$ 532,25 e R$ 1.098,73, iguais aos do modelo 2001. Assim, mesmo numa economia com baixa inflação, esse efeito de custo é repassado ao valor final dos carros novos e também às peças que os compõem, o que explica como o valor do seguro não se deprecia conforme o valor do carro. “Há também ajustes para cima ou para baixo, quando determinado modelo é mais ou menos roubado em período imediatamente anterior”, explica Geraldo Ramos, presidente do Sincor-RO. Além dos índices de roubo e colisão, o perfil do motorista também é fundamental na composição do valor de um seguro. Segundo a Ronseg, até 8 anos atrás, as seguradoras calculavam o preço do seguro de veículos apenas por modelo e macrorregião de uso. “Hoje consideram também o endereço (CEP) de pernoite e o perfil do condutor, que contempla idade, estado civil e hábitos de uso, entre outros”, explica. Ou seja, um rapaz solteiro de 23 anos pagará até 105% mais caro que um senhor de 55 anos que possua um carro de mesmo modelo e que resida na mesma região.“Essa é a fórmula encontrada para ser justo com o proprietário do veículo, concedendo-lhe benefícios ou agravando-lhe o preço de acordo com os fatores declarados no momento de contratação da apólice”, avalia um corretor de seguros. Ele reforça que não adianta alterar as informações ao preencher o perfil só para obter uma apólice mais barata. “Muitas pessoas fazem isso na tentativa de reduzir o valor da apólice. Mas, em caso de sinistro, uma vez constatada a irregularidade, o cliente perde o direito à indenização. Infelizmente esse tipo de fraude tem crescido, o que acaba encarecendo o seguro para todos”, alerta a Ronseg. Novas informações: (69) 3222-0742.
Dpvat mais ágil
A Câmara enviou para o Ministério da Casa Civil o requerimento apresentado de um deputado do Rio de Janeiro, que sugere a simplificação dos procedimentos relativos ao pagamento de indenização por morte no seguro Dpvat. Ao justificar a proposta, o parlamentar argumenta que o Dpvat sempre foi objeto de críticas, a maior parte gerada pela longa demora do pagamento de suas indenizações: mesmo reconhecendo necessário, para a salvaguarda das próprias empresas, para a correção dos procedimentos e para que fraudes sejam evitadas, que, nos casos de invalidez permanente e no reembolso de despesas de assistência médica, documentação inequívoca seja exigida aos segurados para o pagamento das respectivas indenizações, é inadmissível que, também para os casos de morte, prevaleça burocracia equivalente, acrescenta o deputado. Para ele, nada justifica as exigências que possam permitir, como vem acontecendo, o retardamento do pagamento das indenizações por morte, pelas seguradoras, aos respectivos beneficiários. O deputado destaca que, em sua maioria, esses familiares são pessoas humildes, que enfrentam prazos que chegam a ultrapassar um ano após a entrega comprovada da certidão de óbito do parente vitimado: trata-se de situação inaceitável, que desvia o Dpvat de sua função social e que enfraquece esse seguro, na medida em que colabora com seus críticos, os quais, de forma equivocada, sempre insistem na sua extinção, ao invés de propor como é o nosso caso - o seu aperfeiçoamento, observa. Ele propôs ainda que a Susep estude medidas visando ao encurtamento do prazo para o pagamento da indenização por morte no Dpvat especificamente nos casos em que os beneficiários possam comprovar ter estabelecido em vida com a vítima segurada uma relação de matrimônio ou de união. Fonte: Fenacor/Sincor-RO.
Feira em Brasília
A Agência Futura participará da Feira de Convênios da Faculdade Michelangelo nos dias 13, 14 e 15 de junho no horário de 07h30 às 12h30 e 18h30 às 22h30. Novas informações: (61) 3226-7977. Participe!!!
Seguros
Seguros com preços imbatíveis. Solicite cotação e comprove a diferença. Ronseg, a maior corretora de seguros da Amazônia Ocidental. (69) 3222-0742.
Homenagem Abiauto
Durante a apresentação para a imprensa da nova Courier Flex, o gerente de imprensa da Ford, Célio Galvão, recebeu das mãos do presidente da Abiauto, Paulo Rodrigues, (E), e da vice Célia Murgel, uma placa em homenagem aos seus 35 anos de jornalismo. Cumprimentos ao companheiro Célio Galvão. Fonte: Abiauto Cassol debateu usinas na Câmara Municipal
segunda-feira, junho 11, 2007
12 de junho: vendas podem crescer
De acordo com expectativas da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o Dia dos Namorados, em 12 de junho, deve registrar cerca de 13% a mais em vendas que no ano passado em todos os shoppings do País. 47% dos varejistas esperam aumento das vendas, diz o Serasa. Já o fluxo de pessoas deve crescer 11% em relação a 2006. “Eletroeletrônicos, telefonia móvel e principalmente itens de vestuário, como roupas e calçados, são nossas principais apostas para a data'', diz a Abrasce.Segundo ela, o aumento do consumo nesta, que é uma das melhores datas para o varejo, é resultado de vários fatores no atual cenário da economia brasileira, como aumento de crédito, queda de juros e ligeira melhoria de emprego e renda.Fonte:Ig
Atlantica inaugura hotel na Amazônia
Um seguro obrigatório e essencial
É dessa forma que este blog, vê o pagamento do DPVAT, que garante o direito à indenização por qualquer pessoa vítima em acidentes de trânsito. Projeto de Lei em tramitação na Câmara dos deputados pretende mudar algumas regras quanto ao pagamento dessa taxa.
Conselhos vão tornar mercado de seguros mais transparente
A auto-regulação é o atalho que o mercado precisa para atingir o grau de maturidade tão necessária no processo de desenvolvimento sustentado. A avaliação é do vice-presidente da Fenacor, Roberto Barbosa, para quem o Governo age corretamente ao expor, através da Superintendência de Seguros Privados (Susep), por diversas vezes, a sua intenção de incentivar a auto-regulação na indústria brasileira de seguros: entendemos que o nosso setor está pronto para atuar em sinergia com os órgãos reguladores nesse processo de correção de rumos no marco regulatório, observa Roberto Barbosa, que também é membro do Comitê Político da Federação. Ele destaca ainda que a auto-regulação será particularmente importante no caso dos corretores de seguros. Nesse contexto, Barbosa aponta como indispensável a criação do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Corretores de Seguros: o corretor de seguros é o representante e defensor dos consumidores no mercado. Para que esse mercado cresça com transparência e com a confiança dos consumidores, é preciso que haja uma eficaz fiscalização da profissão. A Susep vem desenvolvendo excelente trabalho, sublinhou o presidente do Sincor-RO, Geraldo Ramos. Mas, entendemos que podemos ajudar essa autarquia, retirando a excessiva carga nos processos éticos e disciplinares, frisa o vice da Fenacor. Para Roberto Barbosa, a auto-regulação, através do Conselho Federal e Conselhos Regionais de Corretores de Seguros, sem dúvida, é o meio mais eficaz para o controle ético e disciplinar da categoria: mas, para que isso seja possível, é necessário que o governo abra canal direto de diálogo com a Fenacor, no sentido de buscar e estabelecer consenso em torno de um Projeto de Lei a ser encaminhado pelo Executivo ao Legislativo, assinala. Concluindo, Roberto Barbosa lembra que a Susep, responsável por fiscalizar todo o mercado, incluindo o grande número de corretores de seguros em atividade no País, tem restrições orçamentárias e não está adequadamente preparada para exercer em sua plenitude esse papel. Fonte:Fenacor/Sincor-RO.
Sincor sugere ação contra venda de seguros nos bancos
O Sincor-RO também está recomendando aos profissionais do estado que trabalhem apenas com as seguradoras que operam única e exclusivamente com corretores de seguros: Apóiem quem nos apóia. Não dê força a quem joga contra a categoria, diz o trecho do comunicado expedido pelo sindicato. No texto, a diretoria do Sincor assinala que vê com apreensão o crescimento da venda de apólices em agências bancárias, promovidas por algumas companhias ligadas a grandes grupos financeiros. É lembrado ainda que, geralmente, essa é uma venda-casada o que se constitui numa infração ao Código de Defesa do Consumidor -, além de representar uma invasão na área de atuação dos corretores legalmente habilitados pela Susep. O Sincor-RO entende que não basta a atitude elogiável da Susep no alerta contra a venda de seguros por entidades não credenciadas: seria importante, também, que houvesse uma condição, ou vedação, expressa da venda-casada feita em balcões de agências bancárias, sugere o presidente do Sincor-Rondônia, Geraldo Ramos. Fonte: Fenacor/Sincor-RO.
Tiroteio
"O Vavá e Maurício Marinho são gêmeos petequeiros: vendem o que não podem entregar, arrecadam pequenas propinas e, ainda assim, colocaram o governo em xeque". Do líder do DEM na Câmara, Onys Lorenzoni (RS), sobre as gravações que mostram Genival Inácio da Silva, irmão de Lula, pedindo dinheiro em troca da promessa de intermediar favores no governo.
Valverde no Divino
O deputado Eduardo Valverde (PT/RO) evita holofotes e avalia com o Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico - tombamento da Festa do Divino, no Vale do Guaporé. E mais: nesta semana, Valverde fecha questão sobre a votação da reforma política, e apóia o 5. Congresso Nacional do MST.
Garçon garante recursos para Porto Velho
O deputado Lindomar Garçon (PV/RO) assegurou R$ 30 mi para população ter acesso à água potável. Fonte/autor: www.nahoraonline.com.br
Festival de carros novos
Entre os dias 15 e 17 de junho, acontece em Brasília, a oitava edição do Festival das Autorizadas do Distrito Federal (AutoFest). Pela segunda vez consecutiva, o evento ocorre no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade (ExpoBrasília), com entrada franca.
domingo, junho 10, 2007
quarta-feira, junho 06, 2007
Cassol: "as feiras agropecuárias têm meu apoio"
Fingindo de morto
Minutos atrás, em Brasília, o Senado estava às moscas. Com os holofotes voltados agora para Vavá, o irmão de Lula investigado pela Polícia Federal, a estratégia de Renan Calheiros e seus amigos foi sumir do plenário, literalmente.
Versão
Há uma versão circulando em Brasília a respeito da escuta no telefone do irmão do presidente Lula. A de que ela é resultado de uma guerra interna na Polícia Federal, causada pelo fato de não se saber se o atual diretor-geral, Paulo Lacerda, vai mesmo ficar definitivamente no cargo. Estaria havendo uma disputa pela sua sucessão e sobrou para o presidente. Pergunta que não se consegue calar em Brasília: se as escutas telefônicas chegaram ao irmão do presidente, não há nada que impeça que elas também tenham sido direcionadas ao filho de Lula, o Lulinha.
Novela
Com o embate entre os relatores das CPIs do Apagão Aéreo da Câmara e do Senado, um governista concluiu: "É o que dá fazer comissões gêmeas. Agora ficam a Taís e a Paula brigando".
Roberto sorri de novo
O prefeito de Porto Velho (RO), Roberto Sobrinho, de acordo com nota do blog, já pode voltar a sorrir tranqüilo. Em nota conjunta dos presidentes do PT de Rondônia, Tácito Pereira, e de Porto Velho, Inácio Azevedo, é assegurada a candidatura de Sobrinho à reeleição no ano que vem. Por sua vez, a senadora Fátima Cleide rebateu as insinuações de que ela 'não tenha uma boa relação com o prefeito Roberto Sobrinho'. Explicou que mantém por Sobrinho uma grande admiração e estima, não só como companheiro de partido mas como amigo pessoal. Fátima Cleide descartou a possibilidade da candidatura de Roberto Sobrinho ser rifada nas eleições de 2008.
Sincor tem sede própria
O Sincor-Rondônia já está funcionando em sua sede própria. A Fenacor foi representada no evento de inauguração pelo vice-presidente da Federação na Região Norte, Fábio Costa. Ele parabenizou os profissionais do mercado local pelo recebimento da sede própria e enalteceu o trabalho realizado pela Fenacor, na gestão Armando Vergílio, quanto à busca pela estruturação de todos os Sincors. Fábio Costa ressaltou ainda que o presidente do Sincor-Rondônia, Geraldo Ramos, foi imprescindível na luta por perseguir a tão sonhada sede própria. Vários profissionais do mercado rondoniense estiveram presentes, tais como o diretor da Mapfre Seguros, José Marcelo ; o superintendente Executivo da Bradesco Auto/RE, João Nóbrega; o superintendente da Tokio Marine, Mauro Cesar; e o gerente de sucursal da SulAmérica, Ricardo Marchesin. Em seu discurso, Geraldo Ramos fez um breve relato da história do Sincor-Rondônia e agradeceu a todos.
terça-feira, junho 05, 2007
Garçon apóia Movimento Pró-hidrelétricas
Carta
Guia de Vinhos Larousse, do sommelier Manoel Beato, será reeditado no final do ano. O autor acrescentará 500 novos vinhos ao livro, que vendeu 45 mil exemplares desde novembro de 2006.
Ronseg seguros
Seguros pessoais e corporativos, vida, saúde, previdência, auto etc. Consulte o seu corretor de seguros. (69) 3222-0742.
Ivo sempre apoiou o garimpo
“Sempre lutei e continuarei lutando para que todos os garimpos do Estado sejam legalizados. Só assim poderemos usufruir de nossas riquezas”. A afirmação foi feita pelo governador de Rondônia, Ivo Cassol, ao comentar a intenção do governo federal em enviar projeto de lei ao Congresso regulamentando a extração de minérios nas reservas indígenas de todo o Brasil. Cassol lembrou que vem batendo nesta tecla desde que assumiu seu primeiro mandato e considerou que, caso a União decida mesmo regularizar a extração de riquezas, “estaremos dando um passo importante não só para que municípios, Estados e União recebam seus impostos como também as comunidades onde as riquezas existem sejam beneficiadas”.Para o governador de Rondônia, “qualquer medida que seja feita para impedir o contrabando, para que a extração de nossas riquezas seja feita dentro da lei e que traga benefícios ao país e ao nosso Estado, será muito bem vinda”. Cassol disse também estar a disposição para contribuir, dentro do que for solicitado, para eventualmente enriquecer o projeto que será encaminhado ao Congresso. Ele já enviou vários expedientes às autoridades federais não só pedindo atenção para evitar novos conflitos nos garimpos como também no sentido da regulamentação - com fiscalização federal - da extração das riquezas.
Cassol quer pacto
Em cerimônia realizada em Ouro Preto do Oeste (RO), na Escola Estadual 28 de Novembro, o governador Ivo Cassol assinou convênios para liberação de verbas que totalizam R$ 1.115.801,60 nas áreas de educação, agronegócio, infra-estrutura e de assistência social. O governador aproveitou o momento para conclamar os poderes eletivos municipais, aos deputados estaduais, vereadores e a sociedade em geral, para vingarem um pacto por Ouro Preto, com o propósito de restabelecer o clamor desenvolvimentista do município. O governador pediu união em torno dessa proposta e disse que tal decisão demanda da participação, seriedade e fiscalização em todos os atos relativos à aplicação dos recursos capitaneados daqui por diante. Um dos convênios assinados na ocasião foi pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), de liberação de R$ 680.231.32 para o transporte escolar e custos operacionais inerentes. Foram contemplados produtores rurais pelo Programa de Mecanização Agrícola (Promec) que vão ser beneficiados com 2.000 horas-máquina, trabalho este executado pela Emater e que vai atingir em torno de 500 famílias. O Promec oferece dois tratores esteira para serviço de destoca, construção de carreadores, bebedouros de água em pastagens e melhoria em espelhos d’água para programas de piscicultura. Na área de infra-estrutura, Cassol assinou dois convênios do Fundo de Infra-estrutura e Habitação (Fihta) para a prefeitura de Ouro Preto executar trabalho de construção de pontes e bueiros e à recuperação de estradas vicinais. Os convênios são de 2005 e 2006, e somam pouco mais de R$ 400 mil. O governador explicou que foi feita uma convalidação do convênio para resgate das verbas incluídas nos orçamentos anteriores - por inadimplência do município - e enalteceu o empenho do deputado estadual do município e dos titulares dos Poderes Legislativo e Judiciário nessa questão.Dezenas de idosos e portadores de deficiências compareceram à cerimônia que ocorreu no pátio da Escola Estadual 28 de Novembro, para receberem os passes-livre para o transporte em ônibus intermunicipais e interestaduais. Ivo Cassol garantiu, na cerimônia, que outros recursos serão anunciados para Ouro Preto nos próximos dias.
O choro 'colou' segundo Valverde
Nova pizza a caminho: o providencial chororô dos controladores de vôo, exibido no "Fantástico", teria amolecido corações de alguns membros da CPI do Apagão Aéreo que ouviu hoje o presidente da Embraer. Por outro lado, de acordo com o deputado Eduardo Valverde (PT/RO) os pilotos do Legacy cometeram crime doloso, ou seja, são uns verdadeiros 'meliantes do espaço'.
PT 'rifa' Roberto
O prefeito de Porto Velho (RO), Roberto Sobrinho, estaria procurando um novo partido para se filiar. Brigou com a senadora Fátima Cleide (PT) e foi avisado que não terá legenda para concorrer à reeleição. Sobrinho ainda confia na intervenção da direção nacional do PT. Para a senadora a nota do Cláudio Humberto é 'factóide'. Quem viver, verá!
segunda-feira, junho 04, 2007
Governador beneficia Ouro Preto
Susep alerta contra prática irregular na venda de seguros
A Susep está divulgando alerta, em seu site (www.susep.gov.br) contra as práticas irregula rede comercialização de seguro. A autarquia comunica que vem autuando algumas entidades associativas e cooperativas não legalmente autorizadas a operar na atividade. Informa ainda que foram aplicadas, em ações de fiscalização, penalidades em inúmeros casos já identificados. Segundo o texto, por constatar que ultimamente essa prática vem se mostrando crescente, a Susep decidiu advertir que a venda de seguros é atividade comercial sujeita à autorização legal, prevista no Decreto-Lei nº 73/66, e fiscalizada por este órgão. A Susep recomenda ainda, para segurança e proteção do segurado, a escolha de empresa autorizada a operar no mercado de seguros. Os consumidores podem consultar no site da autarquia as empresas de seguro que estão regulares. Fonte: CQCS /Sincor/RO
Seguros têm crescimento real
As perspectivas são as melhores possíveis para os próximos dois anos no setor de seguros, segundo projeção feita pela Susep, que não levou em conta apenas o ramo saúde, atualmente sob a jurisdição da ANS, a Agência Nacional de Saúde Suplementar. De acordo com a autarquia, em 2008, por exemplo, o faturamento do mercado deverá chegar a R$ 61,5 bilhões, o que representará um incremento da ordem de 8,8% em relação ao montante previsto para o atual exercício. Se a previsão estiver correta, o mercado terá um bom crescimento real, pois a inflação estimada por especialistas e pelo próprio Governo para o próximo ano não passa dos 4%. Já em 2009, segundo a Susep, a receita gerada pelo mercado de seguros poderá chegar a R$ 67,1 bilhões, com crescimento de 9,1% em comparação a 2008, também acima da inflação prevista para o exercício. Fonte: Seguros.com.br/Sincor/RO.
Valverde lidera audiências em Brasília
O deputado Eduardo Valverde (PT/RO) coordena audiências de representantes do estado na secretaria Nacional de Pesca; Senado Federal; Câmara; MME e Ibama. Valverde reivindica, dentre outras providências de interesse da população, o plantio de cana em áreas degradadas e pastagens; liberação de recursos para saneamento e moradia para os mais carentes e licenciamento ambiental para construção das usinas do Madeira.
Garçon quer estudo técnico da PEC
O presidente da Comissão Especial que trata da PEC 483/05, a PEC da Transposição, deputado Lindomar Garçon (PV-RO), solicitou à assessoria técnica da Câmara, estudo completo sobre a proposta de emenda à Constituição. Garçon quer se aprofundar na matéria e informar aos servidores do ex-Território quem terá direito ou não de transpor para os quadros da União. Garçon solicitou também a relação dos possíveis beneficiados.
Fraudes com seguros crescem e levam a perdas de R$ 5 bi
O crescimento das fraudes anda tirando o sono de executivos de muitas seguradoras. Uma pesquisa mostra que as pessoas fraudam principalmente porque sabem que não serão pegas. E, pior, se a fraude for descoberta, tem a certeza de que não serão punidas. Com isso, os prejuizos das seguradoras chegam a R$ 5 bilhões por ano no Brasil. Nos Estados Unidos, batem na casa dos US$ 24 bilhões. Nos EUA, a Accenture descobriu que um em cada quatro americanos acredita que é aceitável fraudar uma companhia de seguro. A metade dos entrevistados (49%) afirma que as pessoas cometem uma fraude, porque sabem que vão sair impunes. No Brasil, o cenário é bem parecido com o dos EUA. Com base na análise de estatísticas da Fenaseg (a federação nacional das seguradoras), a conclusão é que todo mundo sabe da existência de fraudes nas apólices. Mas nem todos estão cientes de eventuais punições se a ocorrência for descoberta. Dos entrevistados, 43% acham que não serão pegos; 24% dizem que mesmo sendo pegos, não serão punidos. Outro ponto é que poucos segurados sabem que os prejuizos causados pelo pagamento de sinistros fraudulentos acabam repercutindo no preço do seguro, destaca um responsável pela área que acompanha o setor de seguros. "O bom cliente acaba pagando pelo mal segurado",diz. Ao contrário dos EUA, as estatísticas de fraudes no mercado brasileiro ainda são muito restritas, avalia uma fonte da área de estratégia. A Fenaseg vem se esforçando para entender melhor os números. A principal reclamação é que falta uma padronização e uma metodologia única para quantificar as perdas. "É preciso um melhor compartilhamento das informações", diz. Estima-se que de 10% a 15% dos sinistros sejam fraudulentos. Deste total, apenas 1,7% é efetivamente comprovado pelas seguradoras. Com relação aos prêmios, a projeção é de que as fraudes respondam por 8%, dos quais só 1,2% é comprovado. Há dois tipos de fraudes. A primeira é quando o segurado informa um sinistro que não existiu. A segunda é quando o sinistro ocorre de fato, mas o segurado agrava e aumenta o valor das perdas. O segmento onde ocorre o maior número de fraudes é o de autos, que responde por 33% dos prêmios do seguros no Brasil. Mas o ramo vida e o de saúde também são alvos freqüentes de fraudes. Um amplo relatório da agencia de classificação de risco Standard and Poor's (58tP) sobre o setor de seguros no país, divulgado na semana passada, mostra que as companhias brasileiras estão conseguindo ser mais eficientes e melhorando o combate ús fraudes. Um dos conselhos do setor é o investimento em tecnologia, sintetiza o presidente do Sincor/RO, Geraldo Ramos.
Congresso aplaude Garçon

O deputado Lindomar Garçon (terceiro à direita) prestigiou o 24. Congresso Brasileiro de Radiodifusão, realizado pela Abert, em Brasília.Na foto com o ex-ministro das Comunicações, Romulo Furtado, da presidente do Grupo Rondovisão, Gisele Furtado, e do diretor-executivo da Rede Amazônica de TV, Raimundo Moreira
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