segunda-feira, julho 13, 2009

Votação do fundo de catástrofe

Depois de um ano e meio de estudo, o relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Fundo de Catástrofe está pronto para ser votado no plenário da Câmara. A intenção é usar os recursos do fundo para dar garantias ao produtor e reduzir o risco das seguradoras, em caso de perdas generalizadas. Para fechar o texto, o relator, deputado do (PMDB-PR) ouviu governo, empresas de seguros e resseguros e produtores. O mecanismo pode facilitar o acesso do produtor ao seguro. Em caso de perdas, o agricultor vai ser reembolsado, de acordo com a estimativa de produção. Além disso, as empresas vão ter condições de oferecer cobertura a culturas de maior risco, como trigo. – É um fundo garantidor e, com isso, dá tranquilidade ao homem do campo, porque não está garantindo apenas o financeiro. Ele está garantindo aquilo que é produzido e isso é importante para evitarmos todo esse problema de endividamento da agricultura, dessa instabilidade enorme. Na próxima semana, o relator pretende discutir o texto com o ministério da Agricultura. Depois do recesso parlamentar, a Comissão de Agricultura se reúne para analisar o projeto de lei, que se aprovado seguirá para votação em plenário. O Fundo de Catástrofe deverá contar, inicialmente, com recursos públicos - previstos no orçamento da união - e privados. As próprias empresas de seguro e resseguro vão contribuir. – O mais importante é que o Fundo de Catástrofe é diferenciado de outro fundo, ele tem uma caixa especial, não vai para um fundão, por isso ele tem essa estabilidade. E a partir de 12 ou 15 anos ele tem vida própria. Não será contingenciado e esse é o fato mais importante, o que dá segurança às seguradoras de participar ativamente em nível nacional. Fontes: Câmara dos Deputados, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Anulados atos secretos do Senado

José Sarney, presidente do Senado, mandou anular os 633 atos secretos produzidos pela direção do Senado nos últimos anos. E pediu a devolução de dinheiro dos que se beneficiaram dos atos.Não disse quem deverá devolver, como e quando. (RN).

Procura de agricultores pelo seguro rural aumenta

O governo estima que neste ano 15% da área total da agricultura brasileira seja coberta por seguro. O número ainda é baixo, mas a procura tem aumentado a cada safra.Nos primeiros seis meses deste ano, foram firmados 9,7 mil contratos e apólices de seguro para as lavouras brasileiras. O número é quase três vezes maior do que o registrado no primeiro semestre de 2008. Segundo o Ministério da Agricultura, o motivo desse crescimento é a ajuda oferecida pelo governo para o agricultor pagar o prêmio à seguradora.No caso do seguro para os cultivos de trigo e milho, o governo arca com 70% dos custos do serviço. Por exemplo, se o valor da lavoura é de R$ 100 mil, o governo paga R$ 70 mil e o produtor rural R$ 30 mil. De janeiro a junho de 2009, essa subvenção chegou a R$ 58 milhões, um aumento de 314% em comparação com o mesmo período do ano passado. Milho safrinha e trigo foram as culturas mais asseguradas.Como o governo paga parte do seguro, o interesse do produtor rural aumenta a cada safra.Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Senadores afirmam que Sarney 'mentiu'

"Quero dizer que eu não tenho nenhuma responsabilidade administrativa naquela fundação".A frase acima é de José Sarney. Ele a balbuciou no microfone da presidênca do Senado, diante das lentes da TV. Era lorota.Sarney fora compelido a falar para se defender de um discurso que acabara de ser pronunciado, da tribuna, pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR).Referindo-se à notícia de que a Fundação José Sarney desviara R$ 500 mil de um patrocínio recebido da Petrobras, Dias dissera que o tema iria à CPI da Petrobras. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Mercado de seguros

O volume mundial de prêmios de seguros apresentou ligeira alta em 2008, aumentando para US$ 4,270 trilhões. Entretanto, corrigidos pela inflação, os prêmios apresentaram queda de 2%. Em nível global, os prêmios de seguros de vida recuaram 3,5% em 2008, devido, principalmente, à forte queda na venda de produtos vinculados a títulos e seguros de vida com prêmio único nos países industrializados. Os prêmios de ramos não-vida caíram 0,8%. A crise financeira global afetou particularmente o crescimento dos prêmios de seguros de vida, principalmente no segundo semestre de 2008. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro de carro fica mais caro

Proteger o automóvel de acidentes e da ação de criminosos está de 10% a 15% mais caro do que no ano passado. Isso se deve ao fato de as companhias terem normalmente despesas próximas ou idênticas às receitas. Assim, boa parte do lucro é obtida com operações financeiras. São aplicações usualmente remuneradas pela Selic, que no mês passado chegou 9,25%. Há um ano estava em 12,75%. A diferença tem de ser tirada de algum lugar. E o consumidor paga a conta lamenta o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, que avalia um aumento de 8% a 10%, inferior à alta nacional. Geraldo acrescenta que, em média, as seguradoras desembolsam 65% do que faturam com indenizações de sinistros, além de impostos, comissão dos corretores, serviços de guincho e salários. Com isso, apelam à receita financeira para permanecer no azul. Os seguros movimentam muito dinheiro, mas as margens são apertadas e a concorrência é acirrada. Então, qualquer 0,5% (de queda do juro básico) faz muita diferença diz. Este advogado entende que a diminuição da receita não pode ser vir de justificativa para a elevação dos preços. Isso porque, a aplicação financeira não é a atividade fim das seguradoras. Mesmo assim, o consumidor deve receber por escrito as justificativas para o aumento de preço. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

sexta-feira, julho 10, 2009

Estudo analisa mercado de seguros

O volume mundial de prêmios de seguros apresentou ligeira alta em 2008, aumentando para US$ 4,270 trilhões. Entretanto, corrigidos pela inflação, os prêmios apresentaram queda de 2%. Em nível global, os prêmios de seguros de vida recuaram 3,5% em 2008, devido, principalmente, à forte queda na venda de produtos vinculados a títulos e seguros de vida com prêmio único nos países industrializados. Os prêmios de ramos não-vida caíram 0,8%. A crise financeira global afetou particularmente o crescimento dos prêmios de seguros de vida, principalmente no segundo semestre de 2008. A venda de produtos vinculados a cotas e a mercados acionários foi gravemente afetada pela queda nos mercados de ações, levando a uma retração de 5,3% (US$ 2,219 trilhões) nos prêmios de seguros de vida nos países industrializados. As vendas de produtos não vinculados a poupanças, como anuidades fixas e seguros de vida tradicionais, continuaram a crescer em muitos países, mas não chegaram a compensar a queda observada nos produtos vinculados a títulos. Em contraste com os países industrializados, nos mercados emergentes o crescimento dos prêmios de seguros de vida acelerou para 14,6%. Como no primeiro semestre do ano muitos países de mercados emergentes lucraram com o forte aumento no preço das commodities, suas economias continuaram com bom desempenho, mesmo com o declínio nos países industrializados a partir de setembro". Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Ibama rejeita obra do PAC na Amazônia

Para instituto, o projeto de asfaltamento da BR-319 provoca danos ambientaisDecisão atrasa cronograma da obra, alvo de crise entre os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Alfredo Nascimento (Transportes). Uma das mais polêmicas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na Amazônia, o asfaltamento de trecho de mais de 400 quilômetros da BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM), teve a licença ambiental negada por parecer do Ibama (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).O parecer técnico de 177 páginas considera o empreendimento "inviável ambientalmente" e aponta "falhas graves" tanto no diagnóstico dos impactos da rodovia no meio ambiente como nas medidas propostas para compensar esses impactos. A chance do asfaltamento obter licença prévia (anterior à autorização para o início das obras) foi condicionada à revisão dos estudos e a medidas de proteção florestal. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Oposição protocola investigação contra Fundação Sarney

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), afirmou nesta sexta-feira (10), no plenário da Casa, aqui em Brasília, que apresentou à Procuradoria Geral da República pedido de investigação da denúncia de desvio de dinheiro público pela Fundação José Sarney, que fica em São Luís (MA). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Senador nega elo, mas teria usado cargo

Apesar de afirmar em nota que "não tem responsabilidade" sobre a fundação que leva seu nome no Maranhão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu em 2005 para a advocacia da Casa contestar no STF uma lei estadual que contrariava seus interesses. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Cassol apresenta provas ao MPF

O governador Ivo Cassol (PP) se reuniu ontem à tarde com o procurador-chefe do Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO), Francisco Marinho, em Porto Velho, para esclarecer fatos em torno de uma denúncia postada no site do MPF, acerca de doações durante a campanha eleitoral de 2006. O procurador federal Reginaldo Trindade afirma que o governador fez depósitos de pouco mais de R$ 200 mil para um senador. O procurador diz ainda, que esse dinheiro “foi usado para comprar os votos dos vigilantes”. Cassol garante que não depositou ou transferiu dinheiro algum para a conta do senador. O que houve, segundo ele, foram repasses do Comitê Financeiro do PPS para pagamento de uma gráfica pelos serviços de confecção de cartazes e santinhos e também para pagamento de serviços de criação, assessoria e coordenação de marketing político dos candidatos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Torrado!


Carro sem seguro pode ter plano

Uma empresa de um grupo espanhol, lançou no mercado planos de assistência a partir de R$ 0,49 ao dia, e de até R$ 0,60, para proprietários de veículos com até 15 anos de uso, que contarão com as mesmas facilidades dos serviços de assistência 24 horas oferecidos aos motoristas que contratam um seguro automotivo. Os planos oferecem cobertura em todo o território nacional e assistência 24 horas para guincho em caso de pane ou acidentes, socorro mecânico, meio de transporte alternativo, troca de pneus, envio de combustível e até hospedagem. O novo serviço chega para atender ao público que não contrata seguro, mas que deseja ser atendido quando aparecem problemas mecânicos ou outros inconvenientes que afetam o veículo. O produto não concorre com a assistência oferecida pelas seguradoras, já que se destina às pessoas sem-seguro. É significativa a parcela de proprietários de veículos que não possui seguro no País. Há um mercado promissor pela frente. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quinta-feira, julho 09, 2009

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Ora, a Fundação que se explique - o senador não!

A Fundação José Sarney tem o nome de... Sarney. Guarda o acervo de... Sarney. É administrada por pessoas da confiança de... Sarney.O próprio Sarney interferiu para que o Ministério da Cultura aprovasse projeto que beneficiava a Fundação - e que por sua vez beneficiou empresas dele e outras fantasmas.E, no entanto...No entanto, Sarney nada tem a ver com o que aconteceu com a fundação, com o projeto aprovado pelo Ministério da Cultura, muito menos com o dinheiro repassado pela Petrobras.No caso dos mais de 600 atos secretos baixados dentro do Senado, tudo não passou de "erro técnico".No caso de parentes e afilhados políticos de Sarney pendurados na folha de pagamento do Senado, ele simplesmente "não sabia".No caso da Fundação...Bem, nesse caso, a Fundação que ofereça explicações.Ela está providenciando.Talvez tudo não tenha passado de erro do administrador. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Microsseguro tem novo prazo

O diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, disse ao blog que a Susep prorrogou até o dia 30 de setembro de 2009 o prazo para apresentação do relatório da Comissão Consultiva de Microsseguros. Essa comissão consultiva poderá, previamente à elaboração do relatório final, encaminhar a matéria ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) ou temas que considere necessários para deliberação.A primeira reunião do Conselho foi realizada no dia 24 de junho do ano passado, no auditório do Banco Central (Rio). A comissão é presidida pelo superintendente da Susep, Armando Vergilio. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Fundação de senador desvia verba

Num instante em que o grupo de José Sarney se une à oposição para mudar de assunto –em vez de Senado, CPI da Petrobras—os dois temas se misturam.Descobriram-se indícios de que uma fundação privada criada pelo presidente do Senado desviou recursos recebidos da Petrobras.A entidade se chama Fundação José Sarney. Funciona em São Luís. Administra um museu com documentos e peças do período em que Sarney presidiu o Brasil.Deve-se a descoberta dos novos malfeitos aos repórteres Rodrigo Rangel e Leandro Colon. Levaram a notícia às páginas do Estadão. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Novas necessidades de seguros

O novo cenário do mercado segurador brasileiro tem despertado novas necessidades, entre as quais a formação técnica dos profissionais que atuam no segmento. As seguradoras devem aprimorar seus procedimentos de comercialização, revendo não apenas os respectivos guidelines de subscrição, mas as bases contratuais dos mais variados produtos. De igual sorte, a evolução crescente da sociedade demanda produtos de seguros cada vez mais técnicos, transparentes e alinhados aos novos paradigmas contratuais. Os corretores de seguros também são exigidos nesse momento. Eles são instados a conhecer, cada vez mais e de forma acentuada, os produtos que comercializam. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quarta-feira, julho 08, 2009

Chumbo forte !

Pode a oposição baixar a bola quanto à cobrança de afastamento de José Sarney (PMDB-AP) da presidência do Senado em troca da instalação em breve da CPI da Petrobras. Pode o PT, como fez há pouco, reafirmar sua posição favorável ao afastamento e nunca mais tocar no assunto.Pode também o próprio Sarney acenar com uma reforma radical do Senado, demitindo funcionários, enxugando o número de diretorias, suspendendo privilégios de senadores e de servidores.Para mesmo assim se manter no cargo, Sarney depende do fim das denúncias que fragilizaram sua posição. É vital que nada mais surja de embaraçoso.Pois bem: o estoque de denúncias contra ele está longe de ter se esgotado. Virá mais chumbo forte. (RN). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-4314.

Mercado de seguros em alta

A previsão da Anfavea para o crescimento da produção automobilística brasileira deixou o mercado de seguros de veículos eufórico. Não é para menos, as seguradoras terão 1,550 milhão de veículos saindo das fábricas para disputar a venda de seguros neste 2º semestre. Na 1ª metade do ano, as montadoras colocaram nas ruas 1,450 milhões de veículos. A Anfavea prevê fechar o ano com 3 milhões de novas unidades produzidas, alta de 6,4% sobre 2008. Confirmada a estimativa, 2009 será o melhor ano da história da indústria. Antes, a entidade trabalhava com projeção de queda, da ordem de 3,9%. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-4314.

Lula escutou as bases

Menos impostos, juros menores e mais estímulos ao setor industrial. Nos 15 anos do Real, a política econômica ganha um toque expansionista, mas pode ameaçar o equilíbrio fiscal. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Senado 'promete' cortes e 'redução' de gastos

O primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (DEM-PI), afirmou nesta quarta-feira (8) que a Casa pretende reduzir custos em cerca de 40%. O senador não detalhou onde os cortes serão realizados, mas indicou que uma das principais fontes de economia será o corte de gratificações em funções de primeiro escalão. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Cassol pediu decisão ao STF

O governador de Rondônia, Ivo Cassol, esteve ontem (7) com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes para pedir o cumprimento de liminares concedidas pelo tribunal ao estado em processos contra a Receita Federal.De acordo com Cassol, desde dezembro do ano passado, o estado está no cadastro de inadimplentes e corre o risco de perder mais de R$ 90 milhões em convênios, além do direito de manter os convênios já em andamento. Outro prejuízo é em relação a obras que estão sendo executadas, mas que o estado não tem como pagar porque os recursos federais estão suspensos. Cassol deu como exemplo a construção de três presídios com o intuito de amenizar a superlotação de presos, que já passam de 7 mil no estado. As obras foram paralisadas porque as construtoras não têm garantia de recebimento. Temos três presídios em construção com as obras paradas porque não temos como pagar”, protesta.As liminares concedidas pelo STF determinam que a Receita Federal emita uma certidão positiva com efeito negativo, que serve apenas para informar qual é o débito.Segundo Cassol, o estado não sabe o valor do seu saldo devedor, que são referentes ao Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) de 1992 e 1993. Ele sustenta que só depois que os débitos forem informados é que o estado poderá pagar ou contestar a dívida. “Mas nem isso está acontecendo. Além de não apresentar o valor, colocaram a gente na dívida ativa”, disse.Para o governador, a Receita não poderia ter incluído o estado como inadimplente se não apresentam o valor do débito. Segundo ele, se as liminares não forem cumpridas, o prejuízo para o estado pode ser incalculável.“Nós não queremos o perdão de débito, só queremos pagar o que é legal e não queremos ficar inadimplentes por causa dessa situação. Nós queremos continuar trabalhando enquanto se discute qual é o valor do débito”, finalizou. A questão é discutida na Ação Cível Originária (ACO) 1299 e na Ação Cautelar (AC) 2353.

Gasto da Presidência dobrou

Num cenário de recessão e queda na arrecadação, os gastos da Presidência com cartão corporativo duplicaram no primeiro semestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2008 - de R$ 2 milhões para R$ 4 milhões. A Presidência também aumentou os gastos sigilosos - não detalhados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) com a indicação do responsável pela despesa -, na contramão do discurso de transparência nas contas públicas. Do total de saques com cartão registrados no Siafi no primeiro semestre deste ano, 99% não têm identificação do responsável. As faturas do cartão corporativo da Presidência nos primeiros seis meses do ano chegaram a R$ 3,787 milhões, contra R$ 1,867 milhão no mesmo período de 2008. Já os saques passaram de R$ 143 mil para R$ 232 mil, na comparação dos dois períodos. A Casa Civil diz que o aumento dos gastos com o cartão da Presidência em 2009 decorre do número de viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No primeiro semestre de 2008, ele ficou 73 dias viajando, em 75 cidades. Neste ano, foram 82 dias em 87 cidades. As despesas com a Cúpula da América Latina e Caribe, em dezembro, na Costa do Sauípe (BA), só foram computadas na fatura paga em janeiro, elevando os gastos deste ano. Em relação aos gastos sigilosos, a Casa Civil afirma que envolvem a segurança do presidente e de sua família. O governo informa que internamente há uma prestação de contas dessas despesas pelos responsáveis, encaminhada à Controladoria Geral da União (CGU). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

News de municípios

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Seguros de pessoas crescem mais de 14 por cento

O segmento de seguros de pessoas, que engloba, entre outros produtos, os seguros prestamista, de vida em grupo e individual, educacional e de acidentes pessoais, cresceu 14,26% entre janeiro e abril deste ano. No período, o setor movimentou R$ 4,3 bilhões em prêmios, em comparação aos R$ 3,7 bilhões consolidados no mesmo período de 2008. O seguro de acidentes pessoais individual, entre as modalidades de cobertura de pessoas, foi o produto com maior representatividade nos quatro primeiros meses do ano. Cresceu 28,36% e acumulou R$ 109,7 milhões. O desempenho acentuado do produto deve-se a campanhas de vendas realizadas por algumas empresas. O seguro de acidentes pessoais coletivo, que também obteve bom desempenho, movimentou R$ 640,4 milhões, 16,20% a mais que no mesmo período do ano passado. O terceiro produto mais comercializado foi o seguro educacional. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Projeto incentiva seguro e planos de saúde

Um deputado do (PMDB-CE) apresentou projeto de lei que, se aprovado, permitirá às empresas deduzir da contribuição previdenciária até 10% das despesas com planos de saúde de funcionários.Segundo a proposta, não terá natureza salarial a contribuição do empregador que fizer planos ou seguro de saúde, total ou parcialmente, para seus empregados. Além disso, essa contribuição não fará parte da base de incidência de contribuição previdenciária ou do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nem se configurará como rendimento tributável do trabalhador. O deputado argumenta que o projeto visa a reduzir a crise do sistema público de saúde no Brasil. "Parte dos trabalhadores pode beneficiar-se da rede privada de saúde. Sugerimos às empresas contribuir para a aquisição de plano ou seguro de saúde por seus empregados, sem acréscimos de ônus previdenciários", afirma o parlamentar. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro começa ser procurado por mais jovens

A estabilidade monetária - que permite às pessoas programarem financeiramente o futuro - e a preocupação em deixar a família em bons lençóis no caso de “um dia faltar” têm feito brasileiros procurarem seguros de vida cada vez mais cedo.Apesar disso, o número de pessoas que possuem este tipo de apólice é pequeno. Uma das dificuldades de quem deveria fazer o seguro de vida é admitir que um dia pode não estar mais aqui para garantir o sustento da família. Outro empecilho é que muitos não sabem calcular a apólice - valor que os beneficiários receberão - a contratar. Em alguns casos, o valor a ser recebido pode acabar ficando baixo demais e não cumprir a sua finalidade, ou alto demais, e o prêmio - valor que se paga mensalmente à seguradora - ficar muito elevado. - Seguro de vida não é herança. Existe essa idéia de que o seguro substitui o dinheiro que a pessoa não juntou. Uma das formas de se calcular o valor da apólice é multiplicar o valor do salário do contratante pelo tempo que a família pode levar para se reerguer, em geral entre 24 e 36 meses. Esse cálculo também deve levar em conta a importância do segurado no orçamento doméstico. Para um casal, por exemplo, o valor da apólice de cada um pode ser menor se os dois cônjuges trabalharem. Também é possível multiplicar o salário pelo tempo que os filhos levarão até se tornarem independentes, mas a apólice pode ficar elevada, tal como o prêmio mensal. Quando os dependentes já são idosos, devese levar em conta sua expectativa de vida. Seguro de carro faz mais sucesso do que o de vida. Conforme o contratante envelhece e acumula patrimônio, menor deve ser o valor da apólice do seguro de vida. - Se a pessoa tem 30 anos, é casada, tem filhos e renda mensal de R$ 5 mil, provavelmente não tem poupança. Aí, estamos falando de um seguro de R$ 120 mil a R$ 180 mil (renda de 2 e 3 anos, respectivamente). Mas, quando ela está pelos 50 anos, se já tem metade desse valor, não vai precisar dos mesmos R$ 180 mil de antes - avalia. Preocupado com o futuro do filho de um 1 ano e da esposa, um analista de tecnologia da informação, hoje com 32 anos, decidiu, aos 30, fazer um seguro equivalente a cinco anos de salário. - Estou no meio da minha vida profissional. Tenho planos de investimento para ter uma vida confortável, mas e se acontecer algo? Não tenho como vender a parte de um imóvel. Quem tem alguém que ama precisa fazer um seguro - diz. Além da cobertura tradicional, para caso de morte, quem contrata um seguro de vida deve estar atento ainda às coberturas extras, como a por invalidez, lembra o setor de seguros. Ao contrário do que muita gente ainda pensa, o seguro de vida vai perdendo o sentido conforme se envelhece. Nesse caso, o mais recomendável é que a pessoa tenha acumulado patrimônio ao longo da vida, ou que tenha feito uma previdência privada, recomenda uma seguradora. Além disso, justamente pela redução da expectativa de vida, os preços dos seguros de vida a partir de uma certa idade ficam proibitivos. A Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) estima que atualmente existam 25 milhões de apólices de seguro de vida contratadas no país, a tirar pelos números das maiores seguradoras. O número representa cerca de um quarto da população economicamente ativa do país. É pouco, ainda mais se for considerado que algumas pessoas têm mais de um seguro: o que a empresa oferece, o que obtêm por livre e espontânea vontade e, muitas vezes, o do cartão de crédito. Ou seja, bem menos de 25% da população tem seguro de vida. Atribui-se o baixo número à natureza do produto: diferente do seguro de automóvel, considerado um seguro de demanda - que a própria pessoa faz antes mesmo de retirar o automóvel da concessionária -, o seguro de vida é considerado um seguro de oferta. Não só no Brasil, mas em qualquer lugar do mundo. Ou seja, depende de ser oferecido, raramente as pessoas adquirem por iniciativa própria. Com isso, os seguros de bens materiais acabam virando prioridade: primeiro o carro, depois a residência, em seguida bens como TV e geladeira, e só depois o sustento da família. Mas avalia-se que o seguro de vida está começando a ser mais aceito quando é oferecido, em parte pelos baixos valores mensais. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Recadastramento no final de semana

Os sócios de corretoras de seguros podem aproveitar o final de semana para apresentarem, com mais calma, o pedido de recadastramento das suas empresas. A solicitação é feita de forma rápida e ágil diretamente pelo sistema disponibilizado no site da Fenacor (no Sincor RO/AC). Até a manhã desta quarta-feira, já haviam sido apresentados mais de 700 pedidos de recadastramento de empresas corretoras de seguros. A média diária supera, com folgas, os 200 pedidos. O prazo para essas empresas de recadastrarem vai até o dia 31 de dezembro. Mas, para evitar atropelos de última hora, o ideal é que essa solicitação seja feita o quanto antes possível. O recadadastramento da corretora somente será feito se todos os sócios estiverem em condições legais, ou seja, já tenham se recadastrado (como corretores pessoas naturais). Desde quarta-feira passada, as seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não podem mais operar nem pagar a comissão a corretores de seguros (pessoas naturais) não recadastrados. É o que determina a Circular 383/09 da Susep. O mesmo valerá para empresas corretoras de seguros após o dia 1º de abril de 2010. Além disso, foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos. As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelos sindicatos. Após o último recadastramento, realizado em 2006, 24.733 corretoras de seguros estavam aptas a operar em todo o País. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

terça-feira, julho 07, 2009

Clima ruim acelera seguro

Com medo de perder a safra, cresce a procura de produtores agrícolas por seguro rural. Somente no primeiro semestre deste ano, a busca por apólices teve um aumento de 177% em comparação a igual período de 2008, de acordo com dados do Ministério da Agricultura. O volume de recursos do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural também aumentou, registrou 314% no período. Além das catástrofes que atingiram o país de dezembro de 2008 ao começo do ano seca no Sul e enchentes no Norte e Nordeste(1) , o acesso à subvenção do governo federal também teria motivado a procura. Mas a quantidade de áreas seguradas ainda é pequena. No caso da soja, um dos principais produtos da agricultura brasileira, somente 9,7% dos quase 50 mil hectares plantados estão protegidos. Já na cultura da maçã, que não é tão expressiva quanto a da soja, a cobertura chega a cerca de 50%. Isso porque o produtor sabe que o granizo é a praga dele. Eles estão exatamente em regiões mais frias, explica a Seguradora Brasileira Rural (SBR), uma das maiores empresas do ramo. Se der granizo em plantação de maçã, estraga tudo, afeta a pele da fruta e aí tem que mandar para a fábrica de suco, afirma o Ministério da Agricultura, Pesca e Abastecimento. Para a Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal, o seguro é importantíssimo. A maior parte dos contratos celebrados nos seis primeiros meses do ano foram para a safrinha de milho, o trigo, o tomate e a uva. Exceto o trigo, as outras três culturas são muito sensíveis às mudanças climáticas. Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Goiás foram os estados que registraram maior procura por apólices. Segundo o Ministério da Agricultura, à lista de regiões onde os produtores estão preocupados pode-se acrescentar Santa Catarina e Rio Grande do Sul, estados, onde tradicionalmente os problemas climáticos são constantes na lavoura. O Sul do país, mais sujeito a instabilidades, tem tradição na contratação de seguro. O Centro-Oeste e as novasfronteiras, no Norte e Nordeste, começaram a aderir às apólices por causa do programa de subvenção, afirma. A demanda por seguros cresceu tanto que o Mapa pediu mais R$ 90 milhões ao Congresso Nacional para subvencionar as seguradoras. Para garantir o avanço da proteção às safras, o Ministério da Agricultura tem trabalhado em regime de urgência a fim de aprovar o Fundo de Catástrofes. Em caso de uma sinistralidade muito grande, ou de uma mudança climática devastadora para as colheitas, o governo pagaria parte dos prejuízos às seguradoras. Se uma empresa no Sudeste, por exemplo, tivesse todos os carros da região segurados, dificilmente todos iram dar sinistro no mesmo dia. Mas se tem um evento em uma região, todas as lavouras serão atingidas, explica o diretor de gestão de riscos do Mapa. As seguradoras e o ministério defendem, que com o fundo, os seguros poderiam se expandir e os agricultores, não renegociar suas dívidas. O fundo também seria uma garantia para que o mercado de seguradoras não quebrasse, em caso de um evento climático que atingisse uma grande região. Esse fundo é para manter a estabilidade do mercado. Uma grande catástrofe poderia acabar com o mercado de seguros. A seca no Sul do país, no fim do ano passado, deixou um prejuízo estimado pelo Ministério da Agricultura de R$ 230 milhões para as seguradoras e de cerca de R$ 300 milhões para o Banco Central. O volume de despesas do BC ainda não está fechado, mas de acordo com o órgão, foram quase 71 mil sinistros em empreendimentos rurais na região. Na mesma época, a produção agrícola no Norte e Nordeste estava submersa pelas enchentes que castigaram a área. Do fim do ano passado ao começo de 2009, mais de um milhão de pessoas foram afetadas de alguma maneira pelas chuvas em 12 estados brasileiros. Fontes: Mapa, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Cassol reúne com Dilma

O governador Ivo Cassol está aqui em Brasília para reunião com a ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil da Presidência da República, sobre a questão da Flona do Bom Futuro, em Rondônia. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Coberturas nada convencionais

A festa está a pleno vapor. Até que, no meio da diversão, uma brincadeira entre as crianças acaba com um dos pequenos machucados. Correria para chamar o médico. E o seguro, que bancará as despesas. Cultura comum nos Estados Unidos, coberturas não tradicionais - que vão além da do roubo, da casa, do automóvel e da vida - começam a ocupar mais espaço no Brasil. É o caso de quem quer se resguardar de pequenos incidentes, previstos na apólice de Responsabilidade Civil Familiar, que arca com os custos decorrentes de dados causados a terceiros. Caso o cachorro morda o vizinho, por exemplo.Destinadas a um nicho de público bem específico, alternativas como essa costumam ser contratadas pelo consumidor que conta com algum outro tipo de apólice e está acostumado a se precaver. Um filão importante para as empresas da área, que têm investido para aumentar a fatia de participação no mercado.Ainda há muito que crescer, a começar pelos chamados seguros básicos, cuja aposta é no ingresso de mais famílias na classe média. "A classe C é muito importante em termos de tamanho e carente de produtos e serviços direcionados para ela".O objetivo do setor é aumentar a participação no Produto Interno Bruto (PIB), que deve fechar 2009 em 3%. No ano passado, o mercado de seguros movimentou 2,9% do PIB, o equivalente a pouco mais de R$ 68 bilhões, um crescimento de 16,5% sobre o volume apurado no ano anterior. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), indicam ainda o ramo de automóvel como o de maior incremento no País no ano passado, com o volume de prêmios 12,5% maior ao apurado em 2007. Mesmo com o aumento, o setor tem um potencial imenso para ser explorado. Apenas 25% da frota de automóveis do Brasil têm algum tipo de cobertura.Nem mesmo esse tipo de produto escapa da diferenciação. Há seguradoras com apólices exclusivas para automóveis de alto valor, por exemplo. "O brasileiro está adquirindo a cultura seguro e, com isso, abrindo mais oportunidades para produtos diferenciados".A expectativa também é favorável na área corporativa, principalmente quanto à procura por apólices de Risco de Responsabilidade Civil, que protege executivos em caso de reclamações de terceiros relacionadas às suas responsabilidades como gestor. A crise financeira mundial levou esse tipo de cobertura a dar um salto de 127% no ano passado no Brasil. Também houve um incremento significativo na venda das apólices de Posi (sigla para Plublic Offering of Securities Insuranc), responsabilidade civil para abertura de capital em bolsa de valores. Outras áreas começam a despertar o interesse da indústria do seguro, como a trabalhista. Em breve, deverá chegar ao mercado a primeira cobertura de responsabilidade civil para danos morais, o que inclui despesas de defesa no caso de ações trabalhistas contra empresas. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Plano de saúde é fundamental

Em tempos de crise é de extrema importância que o consumidor preste atenção em escolher o plano de saúde, para que não corra o risco da operadora quebrar financeiramente e o beneficiário fique na mão. Em primeiro lugar é importante que o consumidor faça uma pesquisa minuciosa antes de formalizar qualquer negócio, arriscar nos preços promocionais não é nada aconselhável desde que se sabe que estes preços não garantem quase nenhum conforto nem tranqüilidade para o cliente. E são justamente estes valores que rendem mais dinheiro no bolso, que garantem também mais dor de cabeça. Fontes: Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.

Obra de Jirau: Procuradoria processa Ibama

O presidente do Ibama, Roberto Messias Franco, tornou-se protagonista de uma ação civil pública, em Rondônia.Duas ramificações do Ministério Público –federal e estadual— acusam-no de “improbidade administrativa”.Sustentam na ação, protocolada na Justiça Federal de Rondônia, que Roberto Messias atropelou a legislação ambiental.Teria desrespeitado a lei ao conceder licença para a instalação da usina hidrelétrica de Jirau sem atentar para a proteção do meio ambiente.A ação é assinada por dois procuradores da República –Heitor Alves Soares e Nádia Simas— e uma promotora de Justiça –Aidee Maria Moser Torquato Luiz. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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A cada quatro minutos, corretora pede recadastramento

Nas últimas 24 horas, foram feitas 292 solicitações de recadastramento de empresas corretoras de seguros, elevando para 418 os registros acumulados desde o final da semana passada. Com isso, nesta segunda-feira, subiu para 14 pedidos a média apurada a cada hora, o que representa aproximadamente uma solicitação a cada quatro minutos. Após o último recadastramento, realizado em 2006, 24.733 corretoras de seguros estavam aptas a operar em todo o País. Mantido o ritmo atual, seriam necessários apenas 83 dias (o sistema da Fenacor funciona nos finais de semana e feriados) para que todas apresentem o seu pedido de recadastramento. Vale lembrar que o prazo para essas empresas de recadastrarem vai até o dia 31 de dezembro. Mas, para evitar atropelos de última hora, o ideal é que essa solicitação seja feita o quanto antes possível. São Paulo continua sendo o estado com mais pedidos de recadastramento feitos: 170, ou pouco mais de 40%. Santa Catarina vem em seguida, com 67 solicitações (16%). Minas Gerais está em terceiro, com 49 pedidos (11,7%). O recadadastramento da corretora somente será feito se todos os sócios estiverem em condições legais, ou seja, já tenham se recadastrado (como corretores pessoas naturais). Desde quarta-feira passada, as seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não podem mais operar nem pagar a comissão a corretores de seguros (pessoas naturais) não recadastrados. É o que determina a Circular 383/09 da Susep. O mesmo valerá para empresas corretoras de seguros após o dia 1º de abril de 2010. Além disso, foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos. As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelo Sincor RO/AC. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

segunda-feira, julho 06, 2009

Cresce o seguro rural

O primeiro semestre de 2009 encerra com um crescimento de 421% do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em relação ao mesmo período de 2008. Até 30 de junho deste ano, foram comprometidos R$ 58 milhões, o que representa mais de quatro vezes o montante aplicado até a mesma data do ano passado: R$ 14 milhões.O PSR consiste no pagamento de parte do prêmio do seguro rural pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), para o agricultor.Ao contratar o seguro rural, o produtor paga somente parte do prêmio e o Mapa cobre a diferença. O limite subvencionável por produtor rural em cada ano é de R$ 96 mil na modalidade agrícola e de R$ 32 mil para cada uma das outras modalidades: pecuária, florestas e aquícola.No primeiro semestre de 2009, foram beneficiadas pelo programa 9,7 mil apólices contra 3,5 mil em igual período de 2008. Os principais produtos contemplados com a subvenção nesse período foram: o milho safrinha, o trigo, o tomate e a uva.Estamos na metade do quarto ano do programa e percebemos que o PSR apresenta resultados cada vez mais positivos, avalia . No ano passado, os recursos do programa foram suficientes para atender o total da demanda das seguradoras, o que não ocorreu em 2009, quando foram disponibilizados R$ 182 milhões contra uma demanda de R$ 272 milhões.O governo federal está solicitando ao Congresso Nacional crédito adicional de R$ 90 milhões, para complementar os recursos do programa, explica. Os R$ 272 milhões demandados possibilitarão o atendimento a 90 mil produtores e cobertura de 8,1 milhões de hectares, quase o dobro do verificado no ano passado.Em 2008 foram cobertos capitais da ordem de R$ 7,2 bilhões e o PSR proporcionou cobertura para uma área de 4,8 milhões de hectares, correspondente a 8% da área total de agricultura brasileira. Anteriormente ao programa, até o ano de 2005, a área coberta por seguro rural no Brasil ficava em torno de 400 mil hectares. Fontes: Mapa, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Crise no Congresso: Senado promete 'cortar' 2 mil

O Senado tem hoje 9.731 servidores na ativa, conforme a Primeira-Secretaria, responsável pela administração da Casa. Destes, 3.332 são efetivos - concursados ou que se tornaram funcionários da Casa porque, mesmo contratados sem concurso antes da Constituição de 1988, foram efetivados; 2.881 comissionados, os que são designados pelos senadores para seus gabinetes e 3.518 funcionários terceirizados.Ainda constam da folha de pagamento do Senado mais 2.215 aposentados e 1.260 pensionistas, o que eleva para 13.206 mil contra-cheques por mes.Na reforma administrativa em curso, a primeira-secretaria calcula que poderá haver uma redução de 30% dos comissionados e terceirizados, o que significaria o corte de dois mil sevidores.Isso fica abaixo do que defende a Fundação Getúlio Vargas, contratada por José Sarney para propor uma reforma adminstrativa do Senado. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Venda de carro registrou alta admite presidente

A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não foi o único fator que contribuiu para o licenciamento recorde de veículos no semestre. De acordo com o presidente do Sincor RO/AC e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, a confiança do consumidor na economia nacional também foi importante para a retomada do setor. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Projeto inclui corretora no Simples

Um deputado do (PSDB/SP) apresentou projeto de lei complementar que permite a inclusão de corretoras de seguros e de representantes comerciais no Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). Segundo o parlamentar, a Lei Complementar 123,06 instituiu o Simples com a finalidade de beneficiar as pequenas empresas brasileiras mediante tratamento tributário simplificado e favorecido. Nesse contexto, não há justificativa para não se permitir que as corretoras de seguros e os representantes comerciais também possam se beneficiar do Simples Nacional, argumenta o deputado. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Senado nega contas secretas

Após um jornal ter afirmado que o Senado criou três contas bancárias ocultas em 1997, com saldo atual de R$ 160 milhões, movimentadas sem fiscalização, a Casa se defendeu em nota, na qual diz que as contas não são secretas e que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), determinou a contratação de uma auditoria externa para verificar a regularidade da movimentação dessas contas.O dinheiro das contas vem do desconto feito no salário de servidores da Casa para custear o plano de saúde. De acordo com a Folha, o saldo atual nessas contas representa mais de três vezes o gasto anual do Senado com despesas médicas, incluindo as dos senadores, de cerca de R$ 50 milhões. Segundo a nota do Senado, "os recursos movimentados nas contas são provenientes de descontos da contribuição mensal paga pelos usuários do Sistema Integrado de Saúde (SIS), razão pela qual não são movimentadas via Siafi (sistema de acompanhamento de gastos públicos)".Confira lista com os escândalos deste ano no Congresso. De acordo com o Senado, as três contas não são secretas e estão previstas no regulamento do SIS. A movimentação, diz a nota, é feita "mediante ofício dirigido aos bancos com as assinaturas do Diretor da Secretaria Executiva do SIS e do Dirigente do órgão operacionalizador, que no caso é o Senado Federal".A nota afirma ainda que "mensalmente são elaborados relatórios da movimentação das contas do SIS que estão à disposição do seu Conselho de Supervisão". Segundo a Casa, por determinação de Sarney será contratada uma "auditoria externa para verificar a regularidade da movimentação dessas contas". Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Vendas sobem quase 18 por cento e batem recorde, diz Ronseg

As vendas de carros em junho pelas montadoras instaladas no Brasil somaram o recorde de 300,2 mil unidades, 17,2% superior ao registrado em igual período de 2008 e 21,5% maior que o resultado de maio -mantendo a tendência de crescimento dos meses anteriores e impulsionadas por uma antecipação de compras antes da renovação no desconto do IPI para o setor, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores.No primeiro semestre, as vendas avançaram 3% na comparação com os primeiros seis meses do ano passado, para 1,45 milhão de unidades. Receita com exportações de carros soma US$ 610 mi em junho. China usa yuan pela 1ª vez em transação internacionalAções de construtoras saltam 200% no semestre. Diretor da Bolsa vê sinais positivos no mercado de ações. Em junho, as fábricas produziram 283,9 mil veículos, volume 8,2% inferior ao registrado em igual período do ano anterior, mas 8,4% acima do fabricado em maio de 2009. A produção foi menor do que a venda porque as empresas preferiram reduzir os estoques, ao invés de aumentar a fabricação.Nos primeiros seis meses do ano, a indústria produziu 1,46 milhão de unidades, queda de 13,6% em relação ao mesmo período de 2008. Fontes: Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742 e Sincor RO/AC.

Cassol inspecionou obras em municípios

Mais um fim de semana de agenda lotada para o governador Ivo Cassol, que somente no sábado passou por cinco municípios cumprindo agenda oficial.Cassol amanheceu em Porto Velho no sábado, e, embarcou para Ji-Paraná por volta das 8 h para em seguida ir a Urupá, onde assinou a ordem de serviço do asfaltamento dos 26 quilômetros da RO-473, que liga o município à Alvorada D’Oeste, para onde foi após vistoriar as obras de duplicação da avenida na entrada da cidade e conceder entrevista à emissora de rádio local.Em Alvorada, após a solenidade e almoço no Clube da Civil, Cassol seguiu para o município de São Miguel do Guaporé, que comemorava 21 anos de emancipação com uma grande festa popular. No estádio municipal o governador assinou convênio com a prefeitura local par a realização das festas alusivas ao aniversário e entregou jogos de camisa às equipes que participarão do campeonato de futebol municipal. A equipe da governadoria disputou o jogo de abertura contra a prefeitura local, que contou com a participação de deputados, prefeito, vereadores e funcionários. A equipe da governadoria venceu por 3 a 0.Após a partida Cassol foi a Rolim de Moura, onde na noite deste sábado participou do grande culto promovido pela Igreja Internacional da Graça. Acompanhado do irmão Cesar Cassol, de políticos, Cassol acompanhou todo o evento.Fechando a agenda o governador foi a Ji-Paraná a tempo de prestigiar a primeira noite da Expojiá, que recebeu grande público para o show de uma dupla sertaneja.Recepcionado pelo vice-governador João Cahulla, por deputados estaduais, secretário Regional e diretores da Expojipa, Cassol visitou stands, pavilhões de animais, conversou com expositores e o público presente. Após jantar com pecuaristas e convidados, o governador acompanhou o show da dupla sertaneja, que empolgou o grande público presente à arena de shows. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Letargia do Senado paralisa CNJ

Criado pelo Congresso Nacional para coibir as mazelas do Judiciário e punir juízes, o CNJ (Conselho Naciona de Justiça) está paralisado há 24 dias.Espera pela aprovação, no plenário do Senado, dos nomes de 11 novos conselheiros. Engolfados por uma crise interna, os senadores dão de ombros para sua obrigação.O mandato dos antigos membros do CNJ expirou em 12 de junho. O Senado deveria ter aprovado a nova composição do conselho dois dias antes. Até hoje, nada. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Os impactos da crise no seguro em debate segundo a Ronseg

Avançam os preparativos para a IV Conferência Anual sobre Seguro Garantia, que irá discutir os impactos da crise mundial e da abertura do mercado brasileiro de resseguros para o segmento de Seguro Garantia. O evento acontecerá em São Paulo, nos dias 27 e 28 de julho de 2009, com a presença de resseguradoras, seguradoras, tomadores, corretores e contratantes.Os debates do encontro terão início com uma apresentação da superintendente de seguros e garantias Tânia Amaral, que mostrará o panorama geral do mercado de seguro garantia diante da nova condição econômica mundial. Em seguida, o diretor técnico Luiz Pestana, mostrará a visão do ressegurador sobre a capacidade de resseguro no mercado nacional.No segundo dia do encontro, executivos financeiros mostrarão como suas empresas obtiveram sucesso na negociação do seguro garantia para projetos. Encerrando a sessão plenária, um painel discutirá os aspectos legais da aceitação do seguro garantia judicial. Os debatedores são Adriano Almeida e Rubens Cambraia, do setor contencioso estratégico.Na parte da tarde do dia 28 estão programados dois workshops simultâneos. Enquanto um deles será conduzido pela diretora jurídica Beatriz Almada, para discutir a fundamentação e elaboração de contratos de contragarantia, o outro será conduzido pela especialista em crédito e garantia, Tatiana Moura, e abordará a obtenção de seguro garantia.Os detalhes do encontro podem ser obtidos no ibc@ibcbrasil.com.br. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Fraudes aquecem demanda por seguro

Nas seguradoras, o seguro contra fraudes corporativas cresceu 40% no 1º trimestre. Pesquisa da Serasa permite, contudo, entender esse aumento da demanda pela proteção do seguro, ao apontar que as empresas perderam com fraudes no país cerca de R$ 150 milhões em 2008, um crescimento de 25,4% em relação a 2007. Outra pesquisa, de uma multinacional especializada em investigação de fraudes, concluiu que nos últimos 3 anos grande parte das companhias, 85%, foi alvo de alguma fraude. “Entre os fatores que levam à intensificação desse quadro está o aumento da complexidade das organizações e transações que, combinadas com fusões, aquisições, reestruturações e terceirizações, aumentam os riscos e a extensão dos prejuízos causados pelas fraudes”, explica o analista. Aponta-se como exemplo de fraudes corporativas atos fraudulentos de empregados; falsificação e adulteração de documentos; fraudes eletrônicas; furto de bens e valores; furto, desaparecimento ou destruição de valores e bens; e transferência ilícita de fundos em contas bancárias. Revela-se que o seguro contra esse leque de falcatruas tem custo acessível e pode ser adquirido por empresas de qualquer segmento e porte. As seguradoras cobrem prejuízos superiores a US$ 35 milhões. Fonte: Sincor RO/AC.

domingo, julho 05, 2009

Susep e Sincor apostam no crescimento do setor

Com o primeiro semestre fechado, a estimativa da (Susep) e do Sincor RO/AC é que a atividade de seguros tenha faturado R$ 35,236 bilhões, sendo R$ 17,841 bilhões captados nos três primeiros meses, números já conhecidos, conforme explana o último relatório de acompanhamento dos mercados supervisionados. Se confirmada a projeção, o crescimento nominal no semestre chegou a 7,5% sobre a receita de R$ 32,767 bilhões realizada em igual período de 2008.Na carteira de automóvel, incluída a cobertura de responsabilidade civil facultativa (RCF), com receita de R$ 7,565 bilhões, a expansão chegou a 6,1% no semestre, enquanto o seguro de vida em grupo subiu 11%, para R$ 3,324 bilhões. Já o plano de vida gerador de benefício livre (VGBL), que puxou a expansão do mercado brasileiro nos últimos anos, cresceu apenas 2%, com captação de R$ 11,647 bilhões, contra R$ 11,423 bilhões realizados nos seis primeiros meses de 2008. Segundo ainda a estimativa da Susep e Sincor RO/AC os prêmios no ramo de transportes, incluindo as coberturas de responsabilidade civil, foram a R$ 884 milhões de janeiro a junho, registrando alta de 7,4%. No segmento patrimonial, o incremento de 11,6% foi ainda melhor, elevando a receita das seguradoras para além de R$ 3,424 bilhões. A expansão calculada para a primeira metade do ano é bem mais favorável que a estimada para o ano pela própria Susep, que prevê vendas 4,9% maiores no confronto com os números de 2008. A Susep e o Sincor RO/AC crêem, contudo, em crescimento de até 8% no fechamento de 2009. Apesar da crise, existe, para ele, um espaço orgânico para a indústria do seguro continuar apresentando ritmo de expansão acelerado no País. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Prestígio para o Sincor



A ouvidoria do Sincor RO/AC, que já merecia respeito do mercado graças à sua atuação como mediadora de pendências entre corretores, seguradoras e segurados, ganha a cada dia mais prestígio. Isso porque tem incentivado entre seus membros novas práticas de capacitação e certificação, conforme regulação de Banco Central do Brasil. O Sincor RO/AC disse o presidente, Geraldo Ramos, está aperfeiçoando a atividade para uma boa prestação de serviços ao setor de seguros e comunidade em geral da Amazônia Ocidental. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

sexta-feira, julho 03, 2009

Susep aprova novas empresas

A associação entre a Mongeral Seguros e Previdência e a multinacional Aegon foi aprovada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Com isso, a seguradora mais antiga do país, com 174 anos, passa a se chamar Mongeral Aegon e a estar mais próxima do mercado internacional.A empresa se prepara para ampliar as parcerias locais e aumentar a participação nos estados, comentou o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.

Vendas de auto batem recorde

As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no País subiram 21,54% na virada de maio para junho, para o nível recorde de 300.174 unidades, informou há pouco a(Fenabrave). Com o resultado do mês passado, as vendas no primeiro semestre tiveram alta de 3,01% sobre o mesmo período de 2008, avançando para um patamar também inédito de 1,45 milhão de unidades.A Fenabrave projeta crescimento de 3,13% nas vendas do setor em 2009, incluindo a comercialização de motos. As vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos no Brasil em junho tiveram expansão de 17,2% quando comparadas ao mesmo mês do ano passado. Nas categorias automóveis e comerciais leves, as vendas em junho subiram 22,08% sobre maio, para 289.792 unidades. De janeiro a junho, nessas mesmas categorias, houve alta de 4,14%, para 1,39 milhão de unidades. As vendas de carros beneficiam-se da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados, em vigor desde meados de dezembro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

E agora... é 'erro técnico' !

Decreto secreto no Senado?Foi erro técnico, justificou o senador José Sarney (PMDB-AP).Auxílio moradia mensal de R$ 3.800,00 que ele diz jamais ter pedido até por que tem casa própria aqui em Brasília além da casa de presidente do Senado?Erro técnico, naturalmente.Casa comprada mediante contrato de gaveta, não declarada à Justiça Eleitoral durante duas eleições, e que só outro dia passou para o nome dele?Ora, um típico erro técnico, segundo Sarney.O erro técnico está para Sarney assim como "recursos não contabilizados" (leia-se: Caixa 2) estava para o PT na época do mensalão. E o "eu não sabia" está para Lula. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Senador oculta da Justiça mansão de R$ 4 mi

Os liames que prendem José Sarney ao cargo de presidente do Senado tornaram-se mais frágeis nesta sexta-feira (3).Descobriu-se que o 'morubixaba' do PMDB escondeu da Justiça Eleitoral a posse de uma mansão avaliada em R$ 4 milhões.O imóvel serve de residência para Sarney, aqui em Brasília. Está assentado na Península dos Ministros, área mais valorizada do bairro do Lago Sul.Deve-se a revelação a uma trinca de repórteres: Rodrigo Rangel, Leandro Cólon e Rosa Costa. Levaram a notícia às páginas do Estadão. A permanência de Sarney no cargo passou a depender do apoio do PT. Já não estava fácil. Agora talvez fique ainda mais difícil. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Cassol asfalta S.Felipe

Apenas 12 dias depois de assinar a ordem de serviço para o asfaltamento de 42 quilômetros da RO-491/492, de São Felipe a Parecis, o governador Ivo Cassol (PP/RO) retornará ao interior do Estado para dar mais uma ordem de serviço. Dessa vez os beneficiados diretos serão os municípios de Urupá e Alvorada do Oeste. A assinatura da ordem de serviço para a pavimentação de 26 quilômetros RO-473 será amanhã. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Corretor não cadastrado perde comissão

A partir desta quarta-feira, dia 1º de julho, seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não podem mais operar nem pagar a comissão a corretores de seguros (pessoas físicas) não recadastrados. É o que determina a Circular 383/09 da Susep. O mesmo vale para empresas corretoras de seguros após o dia 1º de abril de 2010, admitiu o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Portanto, quem não se recadastrou, deve fazê-lo o mais rápido possível. Também nesta quarta-feira começou o recadastramento das empresas corretoras de seguros. Segundo Geraldo Ramos, no momento, estão em plena atividade no mercado brasileiro 24.733 empresas do segmento, cujos sócios terão até o dia 31 de dezembro deste ano para recadastrarem essas corretoras. De acordo com a norma da Susep, os corretores de seguros e as sociedades corretoras deverão recadastrar-se na Susep, por meio da Fenacor ou do Sincor RO/AC. Além disso, foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos. As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelo Sincor RO/AC. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quinta-feira, julho 02, 2009

PEC da transposição será em agosto

O presidente da Câmara, Michel Temer, pretende incluir na pauta de votações do Plenário a PEC 483/05, que propõe a transposição de servidores do extinto Território Federal de Rondônia para o quadro da União. "Levarei a sugestão ao Colégio de Líderes e deveremos inserir a PEC na pauta já em agosto", disse.A declaração foi feita nesta manhã durante reunião com representantes sindicais, acompanhados por deputados e senadores da bancada federal.Um deputado lembrou que líderes partidários já declararam apoiar a PEC, que é uma proposta defendida por toda a bancada. "Não se trata de uma emenda importante apenas para os servidores, mas para o Estado de Rondônia", afirmou, ao acrescentar que uma das reivindicações é que as bancadas dos estados tenham o direito de apresentar pelo menos uma proposta ao Plenário por ano, com votação assegurada.Um outro parlamentar assinalou que o benefício já foi garantido aos servidores dos ex-Territórios Federais de Roraima e Amapá, hoje estados, após aprovação de Emenda Constitucional. "Já estivemos diversas vezes com os líderes e com presidentes que o antecederam", observou.Os representantes sindicais argumentaram que, com a aprovação da PEC, a Constituição concederá tratamento idêntico ao que já foi dispensado aos demais ex-territórios. Eles agradeceram a intervenção do presidente Temer e disseram acreditar na aprovação da proposta. Se aprovado o benefício previsto na PEC só valerá para os funcionários que serviam na época em que Rondônia foi transformada em estado (1981). A Lei Complementar 41/81, que criou o estado, previu que a União seria responsável, durante dez anos (até 1991), pelas despesas com servidores civis e militares do ex-território. Essa regra, porém, não foi aplicada nos ex-territórios de Roraima e Amapá, transformados em estados em 1988. Neles, o funcionalismo foi incorporado de forma permanente aos quadros da União. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Quase 80 por cento de brasileiros prioriza seguro

A IBM divulga estudo sobre Confiança, Transparência e Tecnologia com foco no setor de seguros que mostra como 422 consumidores brasileiros agem. Os resultados explica o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, apontaram que 76% dos entrevistados brasileiros vêem a honestidade e a confiança como características essenciais para a contratação de um serviço de seguro, sendo mais importantes que o preço e a inovação de produtos. A pesquisa aponta também que 44% dos brasileiros confiam nas seguradoras, demonstrando que os clientes ainda têm um certo receio e sentem falta de transparência na indústria. Dentro desse contexto, a figura do corretor de seguros ganha um destaque especial como ponto de contato e referência do consumidor em relação ao produto e à seguradora. “O brasileiro confia mais no corretor do que na empresa seguradora. Cerca de 40% dos entrevistados demonstraram insatisfação em relação às companhias, principalmente no tratamento dado no momento do sinistro. No geral, o brasileiro é avesso ao risco”, diz. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Seguro transporte de cargas: novo cenário de acordo com o Sincor

Alguns fatores como mudanças de legislação e avanços tecnológicos contribuem para um novo cenário no setor de transporte de cargas, admite o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. O aumento no índice de roubo de carga no Brasil, por exemplo, é um item que aguça a necessidade das empresas em adotar medidas que garantam mais segurança para o seu negócio, como por exemplo, o seguro das mercadorias transportadas. Uma seguradora oferece produtos e serviços direcionados às necessidades de seus segurados, neste caso, empresas de transportes de cargas ou embarcadores, agregando confiabilidade e segurança no momento do transportes dos bens e mercadorias. Já existe o chamado produto transportador rodoviário que garante proteção contra prejuízos causados nas mercadorias entregues, caso aconteça acidente rodoviário envolvendo o veículo transportador decorrente de colisão, capotagem, abalroamento, tombamento, incêndio ou explosão no veículo. Outra seguradora também trabalha esse produto. Dentro do leque de segmentos, a empresa oferece o seguro importação destinado ao importador da mercadoria, transportada por via marítima, aérea ou terrestre. Este tipo de seguro é de contratação facultativa e as principais coberturas são: danos acidentais ou os danos de origem externa que sobrevenham ao objeto segurado. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Idosos são responsáveis pelo sustento do lar

A maioria das pessoas com idade entre 55 e 73 anos sustentam os lares onde vivem. Esse é o caso de 80% dos 2 mil entrevistados para a pesquisa Longevidade Brasil, realizada pelo Bradesco.Por outro lado, 19% dessas pessoas afirmam que são sustentadas. De acordo com um cientista social, responsável pela pesquisa, o fato de os idosos serem os principais provedores das famílias está mais evidente na classe C, na qual 82% dos entrevistados mantêm as casas onde moram.O estudo englobou as classes A, B e C, de seis cidades de todas as regiões do País. E realizou também grupos focais e pesquisas etnográficas no ano passado e este ano, de acordo com a Agência Brasil. O texto da pesquisa ressalta que, até 2050, cerca de 30% dos brasileiros terão integrantes com mais de 60 anos de idade.Aposentadoria: dinheiro certo ou fardo?Segundo a pesquisa, a aposentadoria é considerada um dinheiro "certo" e "constante" nas classes mais baixas, sendo maior do que o rendimento anterior ao benefício, adquirido por meio do mercado informal.Por outro lado, entre as famílias com maior poder aquisitivo, a aposentadoria representa uma queda da renda, por conta das regras para o pagamento do benefício pelo governo, que corta, por exemplo, as gratificações."Para as classes mais pobres, o fato de poder contar com uma renda certa e segura faz toda a diferença. A partir da aposentadoria, a renda se torna constante, o que antes não podia acontecer", afirma. "Ao se observar o Nordeste rural e Amazônia, onde há bolsões de pobreza, o aposentado tem um papel central nas famílias, porque é dele que vem o dinheiro fundamental de cada mês". Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Cassol critica posição do Ibama

O governador Ivo Cassol (sem partido) recebeu com indignação a notícia de que o Ibama não está cumprindo acordo firmado entre governo do Estado de Rondônia e governo Federal para a legalização da reserva do garimpo Bom Futuro e continua aplicando multas nas famílias que vivem no local. A informação, que já havia sido repassada há alguns dias ao governo Estadual, cuja notícia foi alvo de crítica por parte do governador durante seu discurso no lançamento do Mutirão Arco Verde Terra Legal, no sentido de alertar aos ministros Carlos Minc e Dilma Russef de que o acordo de legalização assinado recentemente não estava sendo cumprido por parte do Ibama, foi confirmada pelos representantes da Associação dos Produtores Rurais do Marco Azul (Asproma), Elizeu Raimundo da Silva e Dilson Gomes, na manhã de ontem que, acompanhados do deputado estadual Lebrão (PTN_São Francisco do Guaporé), pediram apoio ao governador para a solução do problema que tem tirado o sossego dos moradores da região.De acordo com Elizeu, presidente da Asproma, o Ibama não reconhece o acordo assinado em Brasília (DF) e continua a aplicar multas altíssimas aos moradores deixando-os em desespero. “O Ibama diz que o acordo não vale nada, que nada foi acertado”, afirmou.O governador Ivo Cassol, que se mostrou indignado diante a situação, classificou como irresponsável a atitude do Ibama e ressaltou que o instituto não tem o direito de descumprir o acordo feito, continuar aplicando multas e tumultuando a solução do problema. “Na reunião para assinar o acordo em Brasília, a ministra Dilma Russef afirmou que o que foi acertado e assinado é para ser cumprido”, destacou o governador.Cassol prometeu empenhar esforços em Brasília afim de que o problema seja resolvido o mais rápido possível. “Vamos trabalhar em Brasília para que essas famílias possam viver em paz”, disse.O deputado Lebrão se comprometeu em redigir documento e encaminhar ao governador Ivo Cassol para que seja anexado aos demais documentos que serão repassados à ministra Dilma Russef em Brasília, para que a mesma possa tomar conhecimento dos transtornos que o Ibama está causando junto as famílias da reserva Bom Futuro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Crise no Senado continuará com ou sem Sarney

A crise do Senado continuará grave com José Sarney na presidência da Casa ou fora dela. Motivos: ela se estende a outros senadores e possui raízes podres antigas em todas as esferas da instituição.Sarney está na berlinda porque personifica como poucos os vícios do Senado e da tradição patrimonialista da política brasileira. Ele é o último grande oligarca do século 20.Apesar do importante papel na transição da ditadura para a democracia em 1985, dono de um temperamento que dissipou e não alimentou crises, Sarney fez carreira política na base da troca de favores, com frequente confusão entre o público e o privado.No entanto, senadores do DEM, PMDB, PT e PSDB, para ficar nos quatro principais partidos, também usaram o patrimônio público como se fosse particular. Se Sarney permanecer enfraquecido na cadeira, esses senadores terão de responder por seus pecados. Se Sarney sair, também.No cenário de licença, o substituto imediato é o atual primeiro-vice-presidente do Senado, Marconi Perillo (PSDB-GO). O tucano seria candidato a mandato-relâmpago. Tem processos na Justiça e entraria na mira de peemedebistas humilhados. É detestado por Lula, e a própria bancada do PSDB acha que duraria pouco.Na hipótese de inviabilização de Perillo, a substituta é a segunda-vice-presidente, Serys Slhessarenko (PT-MT). Ela faz parte da turma com funcionário-fantasma morando no exterior e salário pago pelo Senado. Uma licença de Sarney poderia desencadear efeito dominó.E se o peemedebista renunciar à presidência do Senado? Nova eleição teria de ser feita em cinco dias. Talvez isso forçasse à renúncia de toda a Mesa Diretora, o que exigiria nova eleição no mesmo prazo.Ora, o estopim da atual crise foi justamente a disputa entre as alianças inusitadas de PMDB e DEM contra PT e PSDB. Não parece haver clima para reeditar embate semelhante àquele em que Sarney derrotou Tião Viana (PT-AC).E uma chapa única, de consenso, com um nome "ético" ou inofensivo aos olhos do governo e da oposição? Seria difícil encontrar, mas há alguns poucos senadores a preencher esse perfil. Os tradicionalmente lembrados são o democrata Marco Maciel (PE) e os peemedebistas Pedro Simon (RS), Jarbas Vasconcellos (PE) e Garibaldi Alves (RN).Mas, resolvidos embaraços políticos, estaria solucionada a crise do Senado? Não.Motoristas continuariam a ganhar R$ 12 mil por mês, com direito a dublagem de mordomo. Dos R$ 2,8 bilhões de orçamento anual do Senado, cerca de R$ 2 bilhões servem para custear apenas a folha de pagamento de ativos e inativos -uma despesa insustentável perante uma opinião pública, que vai tomando conhecimento da caixa-preta do Congresso.A maioria dos 600 atos secretos (que podem ser mais de mil) seria legalmente vista como ato jurídico perfeito. Traduzindo: dificilmente tais atos seriam revertidos na Justiça.O atual primeiro-secretário do Senado, Heráclito Fortes (PI), diz que não dá para saber quantos funcionários exatamente a Casa tem. Sua secretaria é uma espécie de prefeitura do Senado. Heráclito revela que, no início do ano, o Senado tinha 12 mil e que o número caiu para cerca de 11 mil. Os contratos de terceirização de funcionários, uma mina de ouro da gestão Agaciel Maia, são outra caixa-preta. Os funcionários de carreira têm penduricalhos salariais que multiplicam seus salários.Sarney é a cara da crise, mas não a única. Uma solução de verdade custará tempo e vontade de cortar na carne de senadores, partidos e servidores. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro de pessoas tem novos produtos

O IRB-Brasil Re lançou, segundo o presidente do Sincor RO/AC e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, três novos produtos voltados para o seguro de pessoas. Com isso, as seguradoras terão mais opções para diluir seus riscos, por meio da transferência do excedente para o ressegurador. O produto "Diárias de internação hospitalar" irá garantir ao segurado o pagamento de diárias hospitalares em caso de internação. O "Risco preferencial" irá oferecer um desconto para o segurado que estiver com a saúde perfeita. Já o "Doenças graves", inédito no Brasil, permite que o segurado receba o valor do capital contratado se o diagnóstico comprovar uma doença grave coberta pelo plano, como câncer. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quarta-feira, julho 01, 2009

Partido não fará apelo público para que Sarney se afaste

Pobre PT. Os quase oito anos de governo Lula serviram quando nada para lhe quebrar de vez a espinha.A bancada do partido no Senado se reuniu ontem à noite para tomar uma posição quanto à proposta de afastamento de José Sarney (PMDB-AP) da presidência.São 12 senadores. Havia 11 presentes. E desses, sete votaram pelo afastamento de Sarney.Aloizio Mercadante (SP), o líder, e Ideli Salvatti (SC), a líder do governo no Congresso, visitaram Sarney em sua casa esta manhã e lhe propuseram duas coisas: o afastamento temporário e a criação de uma comissão de senadores e funcionários para cuidar da reforma do Senado.Sarney acolheu a idéia da comissão. Recusou a proposta de afastamento.No início desta tarde, a bancada voltou a se reunir. E anunciou pela boca de Mercadante que era favorável, sim, ao afastamento de Sarney.Mas como Sarney disse que não se afastaria, o PT decidiu não fazer um apelo público para que ele se afaste. Mercadante foi mais longe:- Se essa solução ( afastamento) não tem um acolhimento de Sarney , não é solução.Em resumo: o PT no Senado quer ver Sarney fora da cadeira de presidente. Apelou em reunião privada com ele para que se afaste. E agora se recolherá ao silêncio. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Receita cresceu 6 por cento até abril

Pesquisa da Confederação Nacional das Seguradoras aponta que as atividades de seguros (sem o ramo saúde), previdência privada aberta e capitalização faturaram R$ 28,3 bilhões nos quatro primeiros meses do ano, registrando expansão nominal de 6% frente ao período de janeiro a abril de 2008.Do total captado até abril, o segmento de seguros gerais respondeu por R$ 10,6 bilhões, 3% a mais do que no primeiro quadrimestre do ano passado. A carteira de veículos, com receita de R$ 5,2 bilhões e crescimento de 10%, representou quase 50% dos prêmios captados pelos seguros dos ramos elementares. As empresas de títulos de capitalização, por sua vez, captaram R$ 2,9 bilhões, receita 7% superior à contabilizada de janeiro a abril de 2008. No mesmo período, a parte dos chamados planos de caráter previdenciário (PGBL, VGBL e outros) chegou a R$ 10,4 bilhões, com incremento de 5,4% sobre os quatro meses iniciais do ano passado. O Vida Gerador de Benefício Livre foi líder no faturamento, alcançando R$ 7,8 bilhões, expansão de 9%. Já nos seguros de pessoas (vida e acidentes pessoais), a receita foi a R$ 4,3 bilhões, 14% acima do totalizado no mesmo período do ano passado. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Susep aprova controle

As principais deliberações aprovadas pelos acionistas da Itaú Vida e Previdência e da Unibanco Vida e Previdência foram aprovadas pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Pelo portaria publicada no Diário Oficial da União, é homologada a transferência do controle acionário direto da Unibanco Vida e Previdência S.A., passando-o para Itaú Vida e Previdência S.A.Também a autarquia aprovou o aumento do capital social da Itaú Vida e Previdência S.A. em R$ 509.024.385,00, de R$ 3.033.783.940,08 para R$ 3.542.808.325,08, representado por 319.170.867 ações escriturais, sem valor nominal, sendo 318.389.660 ordinárias e 781.207 preferenciais. Ao mesmo tempo, a Susep torna sem efeito a eleição de novos administradores pela Assembléia Geral Extraordinária, realizada por Itaú Vida e Previdência S.A, ocorrida em de outubro de 2008.A portaria também aprova a incorporação pela Unibanco Vida e Previdência da totalidade do patrimônio da Itaú Vida e Previdência, nos termos do Instrumento de Protocolo e Justificação de Incorporação firmado em 28 de fevereiro de 2009. E ainda autoriza o aumento do aumento do capital social da Unibanco Vida e Previdência em R$ 4.278.545.513,71, de R$ 256.223.676,53 para R$ 4.534.769.190,24, representado por 887.356.392 ações ordinárias, nominativas e sem valor nominal.A portaria aprova a alteração da denominação social da Unibanco Vida e Previdência para Itaú Vida e Previdência. Por fim, ratifica que o controle acionário indireto e a ingerência efetiva nos negócios da Itaú serão exercidos pela Itaú Unibanco Banco Múltiplo S.A. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro perto do impossível

No mundo inteiro, as pessoas convivem com intempéries, assaltos, pragas, violência, doenças, acidentes de carro e risco de morte. Em alguns países, os cidadãos têm renda para bancarem seguros que cobrem boa parte disso, o que garante certa tranquilidade. Entretanto, para os padrões brasileiros, viver seguro custa muito caro. Fazer um pacote completo com seguros de vida, saúde, veículos e residência, incluindo proteção contra roubo, pode custar exatos R$ 12.936 ao ano para uma família de classe média alta, ou R$ 1.078 divididos em 12 vezes. Para se ter uma ideia de quanto isso representa, seria possível realizar o sonho da casa própria comprando um imóvel de R$ 258 mil em prestações pagas ao longo de 20 anos. Por causa de contas como essa, muitos brasileiros evitam seguros. Nas estradas, a insegurança dá as cartas, mas sete a cada 10 motoristas contam com a sorte, e 90% dos caminhões rodam sem garantia das seguradoras. Apesar de o acesso eficiente à saúde ser um sonho para milhões de pessoas, o percentual da população que contrata o serviço não ultrapassa 25%. Estima-se ainda que menos de 5% dos lares brasileiros contam com o seguro residencial. Nas lavouras, mais de 95% não contratam o seguro rural. No ano passado, o mercado de seguros movimentou R$ 67 bilhões no país, correspondendo a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. Parece um percentual significativo, mas não chega perto da média de países como Estados Unidos (9%), Japão (10%) e Reino Unido (15%). Por questão cultural ou financeira, o brasileiro médio ainda não compra segurança. Com as sobras do salário, ele adquire, no máximo, bens e serviços que possa pagar a prestação e considere essenciais, como planos de saúde ou seguros funerários. O brasileiro está muito exposto a riscos, seja porque não pode pagar pelo seguro ou porque não acredita no produto. Culturalmente, ele não tem a mentalidade de proteger a si, aos que o cercam e aos seus bens, afirma a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Seguros de Vida, Saúde Suplementar e Capitalização. Os cálculos que chegaram aos R$ 12.936 no ano foram feitos por Samuel Lichter, da Lichter Corretora de Seguros, para atender uma família de classe média alta, com idade média de 40 anos para o marido e 36 anos para a mulher, dois filhos menores e dois carros zero quilômetro (um Pálio e um Corolla). Os preços podem variar para menos ou para mais, dependendo da idade dos titulares e dos carros, locais onde moram e condições exigidas. Se o titular for fumante, o valor do seguro de vida aumenta. A idade dos pais também poderá encarecer o plano de saúde, compara o corretor , há 40 anos no mercado. Nem todo brasileiro está disposto a desembolsar R$ 1 mil por mês em apólices. Na realidade, isso está longe de ocorrer. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apenas 12,6 milhões recebem pelo menos R$ 1.660 por mês. Essa minoria (8,9% da população) teria que gastar, todo mês, 60% da renda só com o pagamento de seguros. Para o brasileiro, embora o seguro seja importante, ainda não é essencial. Sua renda média não permite incluir um item destinado à proteção da sua família e do seu patrimônio. Ele prefere acreditar ter sido vítima de um infortúnio, diz a Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg). Na família do farmacêutico Bernardo Rocha, por exemplo, nenhum dos quatro carros é segurado. Como os automóveis têm acima de cinco anos de uso, a opção é contar com a sorte. A decisão dele foi calculada na ponta do lápis, e tem como motivo o custo da apólice, em média 7% do valor do veículo. O seguro que deixei de fazer já pagou duas vezes o carro, fabricado em 1988, explica. A conta do farmacêutico é a mesma de um arquiteto. Aos 70 anos, ele teve uma média de dois veículos por ano nos últimos 40 anos. Nunca fez seguro e sempre teve sorte. Com correção monetária, minha economia é de R$ 200 mil. É claro que alguma coisa pode acontecer, mas deixei de gastar um bom dinheiro, calcula. Ninguém aguenta pagar R$ 70 mil pelo seguro de um caminhão, protesta um dos presidentes regionais do Movimento União Brasil Caminhoneiro. Segundo ele, o transportador que tem 10 caminhões, a cada ano ganha um novo deixando de fazer o seguro. Em vez de pagar de 8% a 16% sobre o valor do veículo, o caminhoneiro prefere se juntar a uma cooperativa, pagando mensalidades. Quando acontece uma batida ou um furto, a gente rateia o prejuízo, diz. O governo federal vem tentando introduzir a cultura do seguro agrícola no Brasil, subvencionando até 75% do valor da apólice. A grande maioria dos agricultores, porém, continua plantando sem garantias. No Triângulo Mineiro, 99% dos agricultores não contratam seguro, diz o Sindicato Rural de Uberaba. No caso da soja, o seguro chega a 4,3% do valor total da lavoura, no do milho atinge 4,5%. O seguro agrícola é limitado a R$ 96 mil ano, um valor baixo para a agricultura comercial. No caso da soja, por exemplo, seriam cerca de 19 sacas por hectare quando a produção pode ser três vezes maior que o valor. Em todo o país, são cerca de 4,5 milhões de agricultores. Estima-se que cerca de 1 milhão poderia proteger a lavoura, mas no máximo 7%, ou 70 mil produtores, contratam a modalidade. A Companhia de Seguros Aliança do Brasil,lembra que a sinistralidade histórica do agronegócio chega a 78%. Em um ano, o produtor ganha muito, no outro pode perder tudo. Nos Estados Unidos 75% dos agricultores têm seguro. Há 24 anos plantando lavouras, um agricultor cultiva milho, soja e feijão, em Paracatu (MG), a 233 quilômetros de Brasília. A lavoura é financiada com recursos próprios e, depois que o agricultor introduziu a irrigação, conseguiu eliminar o seu maior risco: a seca. As perdas enfrentadas nos últimos anos foram parciais e os prejuízos, absorvidos pelo produtor. Pelo que sei, o seguro ainda não compensa. Como as margens de lucro estão muito apertadas e o risco existe, seria interessante se não fosse tão caro, avalia. Ele lembra, entretanto, que na década de 1980, perdeu uma lavoura inteira de arroz e reduziu as perdas, porque tinha um seguro incluído no financiamento do banco. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Órgãos transferem presos

Cumprindo o dever institucional de manter a ordem e disciplina no Sistema Prisional e, principalmente, de promover a defesa da vida, o governo de Rondônia, por intermédio da Secretaria de Estado de Justiça –, e a União, através do Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça, realizaram nas primeiras horas desta quarta-feira (o1), a transferência de 39 (trinta e nove) apenados da capital rondoniense para a recém-inaugurada Penitenciária Federal de Porto Velho. A transferência ocorreu sem problemas durante as operações na Penitenciária Edvan Mariano Rosendo.A operação aconteceu sob forte aparato de segurança dos agentes penitenciários federais e estaduais (integrantes do Grupo de Intervenção Rápida) e das polícias militar (Companhia de Operações Especiais –e Patrulha Aérea), federal e rodoviária federal.Fruto de um trabalho cauteloso e que atende com precisão aos requisitos e mecanismos de transferência de apenados para as Unidades Federais, estes presos são classificados como de altíssima periculosidade por exercerem forte influência negativa como articuladores da desordem, autores de ameaças e extorsões a servidores e parentes de outros presos, e líderes de movimentos subversivos no âmbito do Sistema Penitenciário Estadual. Alguns apresentam, ainda, perfil extremamente agressivo.Neste contexto, o governo de Rondônia, através do governador Ivo Cassol, implantou uma política responsável de gestão prisional, que sob hercúleos esforços, diminuiu drasticamente a ocorrência de motins, rebeliões e mortes nas Unidades Prisionais, em especial na Casa de Detenção Dr. José Mário Alves da Silva (Urso Branco). Dentre estas ações, em parceria com o Depen/MJ, vale lembrar a transferência de 21 presos do Estado para a Penitenciária Federal de Catanduvas, em 14/10/2006, onde a partir disto o Estado teve tranqüilidade para trabalhar e manter o controle nos presídios. Sobre esta segunda remoção, vale expor o seguinte:
Acordo de Cooperação Federativa
O Estado e a União firmaram um Acordo de Cooperação Federativa visando à ativação da Penitenciária Federal de Porto Velho. O fato só foi possível graças à iniciativa inédita do Governo Estadual em solicitar o uso do citado estabelecimento penal. O pedido foi feito pessoalmente pelo governador Ivo Cassol em 22/10/2008 ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.Conforme o Acordo, o Estado se responsabilizou em: disponibilizar policiais militares para executarem a segurança externa (torres, portões de acesso e patrulhamento ostensivo do perímetro) e escolta externa de presos; ceder servidores para atuarem na área administrativa da unidade; prover equipe multidisciplinar para atendimento médico, de enfermagem, odontológico, psicológico e social; e fornecer serviço de alimentação, limpeza, copeiragem, lavanderia e manutenção predial.Vale salientar para o fato inédito, pois Rondônia é o primeiro estado brasileiro a apoiar o Governo Federal no funcionamento de uma Penitenciária Federal.
Assegurando a ordem e controle
Faz-se necessário continuar a neutralizar as lideranças maléficas e pervertoras da ordem, em especial pela necessidade de preservar a segurança da população, dos servidores das Unidades Prisionais, dos próprios presos e de seus visitantes.O Estado, em hipótese nenhuma, ficará omisso frente ao seu papel de resguardar a vida e de aplicar as normas previstas na legislação penal em vigor, bem como não tolerará atos agressivos à sociedade, como já provou estar apto a combater, em trabalho rigoroso e recente nesta Capital, com operações conjuntas das polícias militar e civil, com apoio desta Sejus.A Sejus agradece o apoio dos órgãos envolvidos, em especial do Depen/MJ, na pessoa de seu Diretor, Airton Aloisio Michels e da Polícia Militar do Estado, através da Comandante-Geral, Cel. PM Angelina dos Santos Correia Ramires.Por meio da Assessoria de Imprensa e Gerência do Sistema Penitenciário desta Secretaria, colocamo-nos à inteira disposição dos interessados e imprensa para prestar maiores esclarecimentos.Gilvan Cordeiro Ferro -Secretário de Estado de Justiça de Rondônia.Gabriel de Moraes Correia TomaseteSecretário-Adjunto de Estado de Justiça de Rondônia. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Crise afetou mercado de seguros

A crise afetou em cheio o mercado mundial de seguros. Os prêmios globais somaram US$ 4,3 trilhões no ano passado, queda de 2% em termos reais (descontada as taxas de inflação). Os países emergentes, porém, foram na contramão e cresceram 11% (US$ 513 bilhões). O Brasil foi um dos destaques e cresceu 8,4%, segundo levantamento de uma resseguradora, ao qual um jornalo teve acesso em primeira mão e que analisou o mercado de seguros nos principais países do mundo. A forte queda nas bolsas de valores, quebra de bancos, recessão e desemprego foram os fatores que afetaram o desempenho das vendas de seguros. Tanto o segmento vida como o não-vida (que inclui apólices como automóveis, residenciais, patrimoniais e transportes) tiveram quedas reais nos prêmios. O pior desempenho foi com os produtos de vida, com recuo de 3,5% (US$ 2,5 trilhões em prêmios). Já o não-vida teve queda de 0,8% (US$ 1,8 trilhão). Os países emergentes, ao contrário, tiveram crescimento nos dois segmentos: 15% em vida e 7% nos demais ramos. O relatório destaca que esses países foram beneficiados pelo forte crescimento econômico, principalmente no primeiro semestre de 2008, por conta da alta dos preços das commodities no mercado internacional. Considerando os países que formam a sigla Bric (Brasil, Rússia, Índia e China), Rússia e Índia andaram de lado. A Rússia foi mal principalmente nos seguros de vida, com queda de 28%. Já o Brasil e China foram bem nos dois segmentos. O mercado chinês ficou com a maior expansão mundial, 41% em vida, mas ainda é um dos países onde as pessoas menos gastam com seguro, por conta da sua enorme população com baixo nível de renda. Os prêmios per capta são de US$ 105 por habitante chinês. A média mundial é de US$ 633, mas nos países desenvolvidos supera os US$ 4 mil (caso dos Estados Unidos) e bate em quase US$ 7 mil (caso do Reino Unido). O Brasil cresceu 8% em vida e 9% nos demais ramos em 2008. Já é o 17º maior mercado de seguros do mundo e o maior da América Latina. Mas assim como na China, a venda de seguros por pessoa aqui é baixa. Os prêmios somam US$ 244 por habitante, o que indica forte potencial de expansão. De olho nesse mercado, seguradoras estrangeiras resolveram ampliar as operações no mercado local. O país também atraiu resseguradoras. A perspectiva para o setor é ganhar com as obras de infraestrutura e, agora também com as obras previstas para a Copa do Mundo em 2014. O ramo vida, que é pouco desenvolvido no mercado local, também tem ganhado estímulo extra. O IRB-Brasil Re, maior ressegurador brasileiro, anunciou novos produtos para a área. Ontem, uma seguradora lançou no Brasil um seguro de vida para crianças (de zero a 13 anos) e estima um público potencial de 70 mil clientes. O adulto paga o prêmio e a criança receberá o capital segurado ao término de dez, 15 ou 20 anos, conforme seguro contratado, com valor mínimo de R$ 25 mil. A ideia é poupar para gastos com faculdade, ou o primeiro carro ou imóvel. Para 2009, a previsão dos economistas é de que o mercado de vida pode ter novamente um ano ruim e até apresentar mais uma queda real nos prêmios. A recuperação viria em 2010, acompanhando a melhora da economia global. O ramo não-vida deve ter um ano estável em 2009, para voltar a crescer em 2010 com a maior demanda das pessoas. No Brasil, as previsões de especialistas locais, de diretores do Sincor RO/AC e corretoras são de expansão na casa dos 10% para os dois segmentos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Senador espera Lula para renunciar

O senador José Sarney (PMDB-AP) passou o dia, ontem, nervoso. Suas mãos tremiam. O rosto estava congestionado. A família temeu pela saúde dele.Hoje, quem esteve com Sarney encontrou um homem calmo, em paz. É sinal de que tomou uma decisão quanto ao seu futuro. Aguarda somente a chegada de Lula ao Brasil para informá-lo em primeira mão.Sarney não se licenciará do cargo de presidente do Senado - renunciará a ele. Informou à mulher e aos filhos.A licença prolongaria seu desgaste. E a presidência do Senado ficaria entregue a Marconi Perilo, o primeiro-vice-presidente.Perilo é do PSDB. E Lula o detesta. Foi Perilo que alertou Lula sobre o pagamento de mesadas a deputados federais muito antes de Roberto Jefferson detonar o escândalo do mensalão.Lula não deu bola ao que ouviu de Perilo. E Perilo, depois, lembrou publicamente que advertira Lula a respeito.A renúncia obrigará o Senado a eleger um novo presidente em um prazo de 45 dias. Como dono da maior bancada, o PMDB indicará o nome para substituir Sarney.É possível que Lula demova Sarney da decisão de renunciar? Possível, é. Mas não é provável. Sarney poderá argumentar que foi abandonado pelo próprio partido do presidente - o que é verdade. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Lavoura arcaica!


Seguradora confirma negociação com o Bradesco admite a Ronseg

A seguradora Porto Seguro informou em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que tem mantido contatos preliminares com a Bradesco Seguros para eventual combinação dos investimentos - sem alteração do controle da companhia. "Não há certeza sobre a concretização do negócio. Não foram definidos os termos econômicos, financeiros e/ou jurídicos da eventual operação, não houve troca de minutas nem foi assinado qualquer documento entre as partes", afirma. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguradora conquista troféus

O Grupo Bradesco de Seguros e Previdência foi destaque no IX Prêmio Mercado de Seguros – troféu 'Gaivota de Ouro' ao conquistar cinco troféus no evento ocorrido em São Paulo.A premiação, promovida pela revista Seguro Total, reconheceu ações inovadoras que tenham proporcionado resultados positivos para os consumidores e para o posicionamento estratégico das empresas no mercado, além do avanço obtido com a atualização e remodelagem de produtos e serviços oferecidos aos consumidores.A Bradesco Seguros e Previdência conquistou o prêmio por “Excelência em Prêmios Totais”. A Bradesco Capitalização foi premiada em três categorias: “Excelência e Liderança – Melhor Empresa de Capitalização”; “Excelência em Responsabilidade Socioambiental”, pelos títulos Pé Quente Bradesco SOS Mata Atlântica, Pé Quente Bradesco GP Ayrton Senna e o Pé Quente Bradesco O Câncer de Mama no Alvo da Moda; e “Excelência em Capitalização – 25 anos de Sucesso, transformando seus sonhos em realidade”. Já a Bradesco Vida e Previdência foi reconhecida como “Excelência - Melhor Empresa em Previdência Privada”. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Corretor não recadastrado pode perder comissão diz diretor da Fenacor

A partir desta quarta-feira, dia 1º de julho, seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não poderão mais operar nem pagar a comissão a corretores de seguros (pessoas físicas) não recadastrados. É o que determina a Circular 383/09 da Susep, disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. O mesmo valerá para empresas corretoras de seguros após o dia 1º de abril de 2010. Portanto, quem não se recadastrou, deve fazê-lo o mais rápido possível. Também nesta quarta-feira começa o recadastramento das empresas corretoras de seguros. Segundo o banco de dados da Fenacor, no momento, estão em plena atividade no mercado brasileiro 24.733 empresas do segmento, cujos sócios terão até o dia 31 de dezembro deste ano para recadastrarem essas corretoras. Ainda de acordo com a norma da Susep, os corretores de seguros e as sociedades corretoras deverão recadastrar-se na Susep, por meio da Fenacor ou dos Sindicatos. Além disso, foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos. As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelos sindicatos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Cassol reuniu-se com Dilma Rousseff: equipamentos para o hospital e aeroporto de Cacoal


Nesta terça-feira (30), em Brasília, o governador de Rondônia, Ivo Cassol, acompanhado do secretário da Representação do Estado na capital Federal, Sandro Bergamim, e do prefeito de Colorado D'Oeste, Anedino Jr. reuniu-se no Palácio do Planalto, com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para confirmar o repasse de R$35 milhões para a compra dos equipamentos do hospital de Cacoal. Cassol pediu a ministra que cessem as cobranças contra os moradores da Bom Futuro, e se agilize a emissão de títulos de propriedade. No ministério da Defesa, Cassol solicitou a cessão de um caminhão de combate a incêndios para o aeroporto de Cacoal.