A assessoria de imprensa do Ministério do Meio Ambiente confirmou na manhã desta sexta-feira (7) que o ministro Carlos Minc deixará o cargo em março de 2010. Quem deve assumir o posto é a secretária-executiva do ministério, Isabela Teixeira. Segundo a assessoria, o ministro tem planos de se candidatar a deputado estadual pelo PT no Rio de Janeiro nas próximas eleições.
sexta-feira, agosto 07, 2009
Marina poderá ser a candidata da economia verde
"Eu me mobilizo pelo avivamento da utopia para a economia do século XXI". A senadora Marina Silva (PT-AC) desembarca nesta sexta-feita em Rio Branco, onde nasceu, tendo de cor uma lista de amigos e companheiros que serão ouvidos para tomar a decisão que considera a mais difícil da vida dela: abandonar 30 anos de militância petista, se filiar ao PV, participar da “refundação programática do partido” e se tornar candidata a presidente da República.Após entrevistá-la, um blog consultou Fábio Vaz de Lima, marido da senadora e um dos secretários mais influentes na gestão do governador do Acre Binho Marques (PT), para saber dele se Marina Silva está mesmo disposta ao desafio ou apenas vai surfar na onda de um convite que já mobiliza os verdes do mundo inteiro.- Sou contra a saída dela do PT e já expus todas as minhas razões. Mas a maneira como tem se conduzido até aqui me dá a certeza de que a Marina já tomou uma decisão. É possível até que ofereçam para ela a presidência do PV. Sendo assim, vou acompanhá-la, pois sou capaz disso em quaisquer circunstâncias - afirmou Fábio Vaz de Lima.Leia mais: Marina Silva pode abalar planos de Lula para 2010, diz ‘El País’Antes da entrevista, Marina Silva fez questão de ponderar que tem procurado “ser o máximo econômica possível” por conta do momento de uma decisão vital em sua trajetória, mas não economizou palavras para defender a necessidade de compromissos com a utopia na política:- Eu me mobilizo pelo avivamento da utopia para a economia do século XXI. É esse trânsito que precisa ser feito e que não existe em lugar nenhum, precisa ser criado para algo diferente.- Não estou fazendo cálculos. Se eu ficasse fazendo cálculo de tempo em programa eleitoral, jamais teria sido candidata. Você sabe que já fui candidata com um tempo de um minuto, que tinha que ser dividido com o Chico Mendes. Trinta segundos para ele e trinta segundos para mim. Tínhamos que nos apresentar ao vivo. Isso não tem nada pragmático. Prefiro continuar acreditando que o sonho remove montanhas. Foi isso que fizemos em 30 anos. Removemos algumas montanhas, mas não removemos outras porque não nos expusemos com a radicalidade necessária.- Não vou me iludir achando que alguém que lida com temas considerados secundários ou de minorias, possa colocar em risco uma candidatura que tem todo o peso e respaldo que tem a candidatura da ministra Dilma. Eu estaria sendo pretensiosa se eu embarcasse nessa avaliação.- Todas as pessoas que estão sabendo disso e que me conhecem, sabem que não se trata de um processo fácil. Mas a história se faz por homens e mulheres que se dispõem a transformá-la. Essa transformação não prescinde a contribuição do sujeito. Neste momento estou vivendo uma dupla situação: a do sujeito que precisa se colocar e, ao mesmo tempo, do agente que sabe que as mudanças não acontecem única e exclusivamente pela ação dos indivíduos.A seguir, a entrevista de 23 minutos, por telefone, após uma palestra de Marina Silva num evento da CUT em São Paulo:O que a senhora considera essencial, quais salvaguardas julga necessárias para que possa aceitar ser candidata a presidente da República pelo PV?Não estou colocando as coisas em termos de candidata. O que me motiva a fazer essa discussão são os desafios e questionamentos que venho fazendo ao longo de alguns anos de que o Brasil está maduro para assumir os desafios da sustentabilidade em todas as suas dimensões como algo estratégico para o país. Como ele pode dar esse passo, fazer esse trânsito, é isso que tem me mobilizado. Tanto é que toda a minha gestão no governo Lula foi levantando essa questão, isto é, da política ambiental como centro das políticas.Mas o PV a convidou para ser candidata a presidente da República.Logicamente, a questão que o PV me colocou, o convite que me faz, me deixa honrada, mas o que está me mobilizando são projetos, idéias, sem estar ancorada em cálculos de pesquisas de opinião. Não estou sendo movida por uma questão meramente eleitoral. Ouvi o PV no contexto daquilo que os seus dirigentes e militantes estão falando, que consiste em organizar, em outubro, um processo de refundação programática do partido, onde sairia da lógica do processo de fundação, que veio da Europa, de partido verde tradicional, para a idéia de um partido que colocaria no centro de suas questões estratégicas o desenvolvimento sustentável. A minha reflexão é no sentido de que essa questão não é algo que vai ser resolvida por um partido que possa homogeneizar a sociedade para fazer essa mudança. Não é isso. É algo que demanda um debate na sociedade e que todos os partidos têm que assumir essa questão como estratégica. Eu me mobilizo para o avivamento da utopia para a economia do século XXI. É esse trânsito que precisa ser feito e que não existe em lugar nenhum, precisa ser criado para algo diferente.Mas tudo isso não passa pela política eleitoral também?Isso é política, claro. O que eu quero dizer é que a questão eleitoral de ser candidata a senadora ou eventualmente candidata a presidente da República é parte dessa estratégia. Correto? Não é que seja um fim em si mesma a eleição. Se existe alguém que não começou tendo a eleição como um fim em si mesma somos nós numa trajetória de 30 anos no PT. Tivemos que perder muitas vezes para que se pudesse ganhar. Se tivéssemos feito o cálculo pragmático, eu nunca teria saído candidata nem para vereadora de Rio Branco. Então a questão não é meramente eleitoral, mas do movimento que se pode colocar em curso. Essa é a reflexão que estou fazendo. Não estou subordinando isso a qualquer pesquisa de opinião ou qualquer outra coisa, com uma candidatura. Obviamente, a questão da candidatura está posta porque nessa agenda tem a disputa eleitoral e ela é importante e estratégica e precisa assumir isso no centro do debate de todos os partidos. As pessoas sempre acham que qualquer movimento que se faz é para ser contra alguma coisa. Meio ambiente reelabora a política porque é o movimento que se pode fazer a favor. Ser a favor da proteção das florestas é bom para todo mundo, assim como ser a favor da redução das emissões de carbono, de uma agricultura que seja sustentável, o que é bom para a própria agricultura e para a balança comercial. Essa interpretação de que a política só se faz pela negação está sendo reposicionada pelo meio ambiente. É possível fazer política pela a afirmação, para criação daquilo que ainda não existe em país nenhum. O Brasil, por ter as melhores capacidades, pode fazer essa inflexão. É isso que mobiliza.A senhora sonha em repetir o fenômeno Barack Obama?Não, não. Eu não pretendo isso. Não sou eu quem tenho essa avaliação. Acho que o tema está posto na sociedade e a sociedade demanda compromisso com ele. Eu me movimento para que o tema ambiental tenha o lugar que precisa ter dentro do Brasil e em todos os lugares do mundo. O presidente Obama está fazendo um movimento e ele vai liderar essa agenda se persistir mesmo. Obama é como aquele super-atleta que ficou fora do jogo durante muitos anos, mas faz a diferença quando entra no time decidido a jogar pra valer.O PV lhe deu um prazo para obter a sua resposta?Não, não me deram um prazo. Os prazos, digamos, são os prazos legais. Estou vivendo um momento de muito tensionamento por causa disso. Tenho uma trajetória de 30 anos de PT. Tenho minha vida ligada a esse sonho, a esse projeto, me sinto parte de todas as conquistas e de todos os problemas. O que está em questão agora é como fazer algo que possa estabelecer que as utopias do século XXI de fato possam acontecer, que a gente saia da agenda dos séculos IXX e XX e assuma o desafio civilizatório do século XXI. É isso o que é necessário.Como reagiu o governador do Acre, Binho Marques, petista, seu maior amigo e aliado político? Ele ficou perplexo com a sua decisão?Falei aos meus companheiros que tinha recebido convite do PV dentro dessa revisão programática, obviamente incluindo o convite para me filiar e decidir prioritariamente pela candidatura a presidente. Vou pro Acre para conversar com as pessoas, amigos e companheiros, e uma das primeiras pessoas com quem vou conversar será com o Binho. Ele me ouviu e falou que me espera para que a gente possa conversar. Falei também com o ex-governador Jorge Viana e com o senador Tião Viana. No Acre, você sabe muito bem, não existe hierarquia. Não tenho problemas com o PT do Acre.Mas a senhora pode deixar numa posição desconfortável seus companheiros. Eles a apoiariam ou à Dilma para presidente?Não quero antecipar essa questão. Estou num momento de reflexão e qualquer juízo de valor que eu faça de algo dessa natureza pode transparecer que já tenho uma decisão. A decisão que tenho é de que a questão ambiental precisa ser colocada como algo estratégico na agenda nacional.Mas isso não é possível fazer a partir do PT?Eu acho que isso precisa ser feito dentro de todos os partidos. Não dá para fazer essa mudança achando que um partido sozinho vá homogeneizar. No meu entendimento, é um movimento para que todos se comprometam com essa agenda, pois ela não está colocada com a dimensão necessária por nenhum partido.A senhora conversou com Ricardo Berzoini, presidente nacional do PT?Sim. Ele telefonou e pediu-me para que pudéssemos conversar. Vamos conversar quando eu voltar do Acre, após ouvir pessoas com quem tenho uma trajetória de vida. Tenho uma filha de 28 anos e o PT tem 30 anos na minha vida.E se o presidente Lula reforçar o apelo pela sua permanência no PT?Tenho o maior respeito e relação de companheirismo com Lula. Servi durante cinco anos, cinco meses e catorze dias ao governo dele. Não colocaria nenhum tipo de condicionante a isso, pois estou fazendo uma reflexão. Todas as pessoas que estão sabendo disso e que me conhecem, sabem que não se trata de um processo fácil. Mas a história se faz por homens e mulheres que se dispõem a transformá-la. Essa transformação não prescinde a contribuição do sujeito. Neste momento estou vivendo uma dupla situação: a do sujeito que precisa se colocar e, ao mesmo tempo, do agente que sabe que as mudanças não acontecem única e exclusivamente pela ação dos indivíduos. O presidente Lula me chamou e eu me senti honrada de fazer parte do ministério dele. Contribui enquanto achei que tinha o necessário apoio para isso. Respeitosamente, saí do governo quando compreendi que não reunia mais essas condições. O combate que faço hoje no Senado pela agenda do desenvolvimento sustentado não é diferente do que fiz enquanto ministra do Meio Ambiente durante o tempo que permaneci no cargo. E não será diferente do que vou fazer, seja como candidata à reeleição como senadora ou como cidadã.Na política, a senhora nunca foi de exigir, de dizer “eu quero”. A sua agenda sempre foi a agenda do consenso de seus amigos e companheiros. Neste momento, porém, está tendo que tomar uma decisão pessoal. É a decisão…Sem sombra de dúvida, é mesmo a decisão mais difícil de minha vida.Pelo fato de ter sido sempre, digamos, objeto do consenso?Não necessariamente. Quando um grupo resolveu que deveria permanecer no PMDB, nas Comunidades Eclesiais de Base, no Acre, e outro decidiu ficar no pólo que lutaria pela fundação do PT, isso não se deu por consenso. Quando resolvi sair do Ministério do Meio Ambiente, também não foi por consenso.Tudo bem, mas isso se deu poucas vezes numa trajetória política com mais de 30 anos. Por que agora essa decisão é tão difícil?Pelo tamanho do desafio e pela magnitude da decisão. Nós temos que buscar fazer essa inflexão nos modelos de desenvolvimento, nas economias dos diferentes países, fazendo com que governos e partidos, acadêmicos, formadores de opinião, se comprometam com essa agenda e coloque-a no centro do debate. Mas não como algo em oposição ao desenvolvimento, mas como parte integrante da mesma equação. Esse é o desafio. Ou isso acontece ou nós vamos chegar em meados do século com a constatação de que a gente pode ter inviabilizado as possibilidades de vida na terra. Esse movimento tem que acontecer sem que a gente perca avanços que tivemos no governo do presidente Lula, que passou de R$ 8 bilhões para R$ 28 bilhões de investimentos em política social. Conquistas como essas devem permanecer, mas existe uma agenda estratégica com a qual temos que nos comprometer.O que acha dos comentários de que a sua candidatura poderia inviabilizar a candidatura a presidente da ministra Dilma Roussef?Não vou me iludir com isso, pois é claramente um superestimação de minha possível candidatura. Não vou me iludir achando que alguém que lida com temas considerados secundários ou de minorias possa colocar em risco uma candidatura que tem todo o peso e respaldo que tem a candidatura da ministra Dilma. Eu estaria sendo pretensiosa se embarcasse nessa avaliação.Mas é fato que o seu carisma é bem maior que o dela, não? Diferente da senhora, ela murcha quando discursa.Eu não quero especular sobre isso. Ela é um quadro técnico fantástico reconhecido por todos nós.Na sua decisão tem peso o fato de o PV não dispor de muito tempo na TV para uma eventual exposição de sua candidatura a presidente da República?Não estou fazendo cálculos. Se eu ficasse fazendo cálculo de tempo em programa eleitoral, jamais teria sido candidata. Você sabe que já fui candidata com um tempo de um minuto, que tinha que ser dividido com o Chico Mendes. Trinta segundos para ele e trinta segundos para mim. Tínhamos que nos apresentar ao vivo na TV. Isso não tem nada pragmático. Prefiro continuar acreditando que o sonho remove montanhas. Foi isso que fizemos em 30 anos. Removemos algumas montanhas, mas não removemos outras porque não nos expusemos com a radicalidade necessária. Esses movimentos precisam ser feitos. Eles são de tamanha magnitude que não temos que ter a ilusão de que vai ser homogeneizado por um partido. Tem que ser um movimento da sociedade, dos empresários, dos políticos, dos acadêmicos, dos jornalistas, homens e mulheres, principalmente da juventude, que não se deixa aprisionar pelos projetos imediatistas, que não fica fazendo cálculos do presente, mas que coloca a contabilidade do futuro para ser resolvida agora.Então a discussão…A discussão é no sentido de que se crie para a economia do Brasil uma nova narrativa. Um país que tem 46% de matriz energética limpa não pode ser circundado num debate aonde outros que têm menos capacidade assumem a pró-atividade. Um país que é capaz de fazer um plano de combate ao desmatamento e reduzir 57% de emissão precisa se comprometer com metas de certificação da agricultura, precisa trabalhar para que a infra-estrutura tenha critérios de sustentabilidade, sem que isso signifique ter que sofrer os efeitos indesejáveis dessas mudanças.Quais seriam os efeitos indesejáveis?Que o país não possa continuar se desenvolvendo, perca empregos e oportunidades. Nós ainda temos o tempo para fazer o trânsito. Nem dá para dizer mais que não podemos perder o bonde da história. Nós não podemos é perder o trem-bala da história.
Sincor RO/AC atualiza corretor de seguros
Numa iniciativa do Sincor RO/AC, os corretores de seguros da Amazônia Ocidental, se farão presentes em Porto Velho (RO), sexta-feira, 14, no Hotel Vila Rica, à palestra do consultor Bruno Kelly. O tema do encontro será "Gerenciamento de Riscos", disse o presidente Geraldo Ramos. Os interessados devem correr, uma vez que as vagas são limitadas, e a inscrição é gratuita. A reunião de estudo, que irá reunir corretores de seguros e entidades do setor, é uma oportunidade única para que os profissionais do mercado possam obter informações recentes sobre a matéria, acontecerá a partir das 18h30min. Novas informações: (69) 3229-7129.
Consumidor crê no corretor de seguros
Não mais que 44% dos brasileiros confiam nas seguradoras, o que demonstra que os clientes ainda têm um certo receio e sentem falta de transparência na indústria de seguros. A conclusão é da pesquisa 'O consumidor do futuro', da IBM, divulgada no seminário internacional da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), realizado em São Paulo. O responsável pela área de Seguros da IBM, sustenta que esse dado é relevante para que as seguradoras desenvolvam ações capazes de conquistar o consumidor, como ter contratos mais claros e que não deixem dúvidas quanto ao que está sendo garantido. De acordo com o executivo, diante do clima de desconfiança do cliente em relação à idoneidade da seguradora, o corretor de seguro ganha um destaque especial como ponto de contato e referência do consumidor em relação ao produto e à seguradora. O brasileiro confia mais no corretor do que na seguradora. Cerca de 40% dos entrevistados demonstraram insatisfação em relação às companhias, principalmente no tratamento dado no momento do sinistro. No geral, o brasileiro é avesso ao risco, disse o executivo. Ele contou ainda que 76% dos brasileiros entrevistados vêem a honestidade e a confiança como características essenciais para a contratação de um serviço de seguro, sendo mais importantes que o preço e a inovação de produtos. Além disso, outro resultado da pesquisa mostra que é preciso ampliar a segmentação dos clientes para critérios além dos sócio-econômicos. Ele comentou que isso é necessário porque o brasileiro busca conveniência, preferindo produtos customizados, mesmo que tenha de pagar mais por eles. Outras atitudes mais evidentes nos brasileiros em relação a seguros são a boa aceitação para coberturas abrangentes (88%) e a visão positiva em centralizar os seguros em uma única companhia (85%). No Brasil, a pesquisa entrevistou 422 consumidores, para saber como eles agem, avaliam e se comportam em relação a esse tipo de serviço. Fontes: Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742; Sincor RO/AC; Fenaprevi.
quinta-feira, agosto 06, 2009
Fogo no cerrado
Brigada de incêndio apaga queimada em terra indígena de MT.Chamas consumiram área maior que Brasília. Fogo em área de cerrado durou mais de um mês.
Marina defende questão ambiental
Assediada pelo PV para concorrer ao Palácio do Planalto no ano que vem, a senadora Marina Silva (PT-AC) afirmou que cogita a possibilidade de trocar de partido por acreditar que nenhum governo, inclusive o do presidente Lula, deu até hoje a devida prioridade à questão ambiental. "Não se trata de colocar o foco no PT ou no governo. Mas é que, simplesmente, é algo que não foi colocado como estratégico por nenhum partido e nenhum governo até agora. Nem no Brasil, nem em outras regiões", disse.
Comunicação e Marketing Digital
Aquilo que todos imaginavam que só seria possível acontecer daqui alguns anos, já aconteceu ontem, aconteceu hoje, está acontecendo. O futuro está chegando cada vez mais rápido, os avanços tecnológicos estão surpreendendo o mundo com seu ritmo. Neste exato minuto, por exemplo, enquanto você lê este texto, muitas coisas novas estão surgindo e acontecendo em algum lugar da internet. Mas fique tranquilo, daqui a pouco elas chegam na sua caixa de entrada ou no seu reader.E a sua marca como irá atingir as pessoas que estão no mundo digital?Ela está aberta para todos os tipos de feedback?Está em forma para acompanhar essas mudanças?Está preparada para marcar presença na vida do consumidor?Vamos debater exemplos, ouvir publicitários e empresários para descobrir não a próxima tendência, mas como o futuro revoluciona nossas marcas agora, no presente. Junte-se ao ProXXIma. 01 e 02 de setembro de 2009. Local: Sheraton SP WTC Av. das Nações Unidas, 12.551 - Brooklin Novo (SP). Maiores Informações: Proxxima
Google Chrome
Nova atualização do Google Chrome promete mais velocidade na web.Navegação veloz está entre as prioridades do navegador do Google. Empresa cresce na área de software e planeja sistema operacional.
CNTur em Rede
Ciclo ecoturismo
Com a inauguração e entrada no ar no dia 23/07 da rádio Web Ecoturismo, que aconteceu na Bio Brasil Fair no Ibirapuera, com a presença do presidente Lula, completou-se o ciclo de implantação de plataformas tecnológicas do grupo Editorial Ecoturismo iniciado em 1º de julho com o ingresso da TV Ecoturismo, no Salão de Turismo de São Paulo. Sob o sagrado manto da Campanha Global de Justiça Climática, movimento mundial da sociedade civil, onde estamos engajadíssimos, o Grupo Ecoturismo neste primeiro mês de implantação do projeto comemorativo dos 18 anos de inauguração, fechou todos os segmentos midiáticos e agora está preparado para fornecer aos leitores, através do Jornal e Revista Ecoturismo na plataforma impressa e via internet - Portal, TV e Revista Ecoturismo - programação e conteúdo da melhor qualidade dos temas que abrangem cultura, esportes, turismo, educação ambiental e meio ambiente. Realizamos eventos fortes como seminários de sustentabilidade e pré-sal em Caraguatatuba no Litoral Norte e já preparamos outros seminários e Prêmio Ecoturismo para Macapá e Porto Velho, na Amazônia. Também preparamos livros e DVDs “Sustentabilidade do Pré-Sal na Era 21” e pretendemos coroar este segundo semestre com a Expedição Ecoturismo Copenhagen de Justiça Climática, que percorrerá vários portos brasileiros, com a mensagem da diminuição dos gases de efeito estufa, passando pelo continente africano e desembarcando com um grupo de expedicionários e aventureiros na Espanha, Portugal, Inglaterra, França, Alemanha e finalizando na Dinamarca com a COP-15 no início de dezembro, que terá chefes de Estado e ONGs de todo o planeta e será o marco desta década, pós Protocolo de Kyoto e Eco 92. Nesta jornada ecológica comemorativa dos 20 anos de sustentabilidade e 18 anos do Grupo Editorial Ecoturismo contamos com a participação fundamental de vários stakeholders, entre os quais, Ministros de Estado, Governadores, Secretários estaduais e municipais, prefeitos, vereadores, deputados, senadores, ONGs e inúmeras empresas de todos os portes que desejam agregar em seu branding o compromisso com a diminuição dos gases CO2 e que desejam o compromisso de compensar ambientalmente o planeta, plantando mais uma árvore na Amazônia um pulmão planetário. Queremos agora a participação de nossos leitores e internautas, sugerindo pautas para as programações tanto da rádio e da TV, quanto do portal, jornal e Revista Ecoturismo, por que nosso compromisso maior é com a Sustentabilidade do Planeta Terra e o combate feroz contra o desmatamento e o aquecimento global, fundamental para esta e futuras gerações.(HG).
Marina, presidente!
O portal e a rádio Ecoturismo deram o primeiro furo de reportagem quando anunciaram há 10 dias, a possibilidade real da candidatura Marina Silva à Presidência da República pelo PV. Recebemos e-mails indignados de vários internautas afirmando que era uma nota irresponsável e que não tínhamos fonte fidedigna para a afirmação realizada.Respondemos na ocasião que a fonte era o site oficial do PV e que nós seríamos o primeiro veículo de comunicação fora do partido, que bancava a notícia que agora está confirmada em todos os blogs e noticiários de grandes jornais, como a Folha de São Paulo.Não foi o blog Radar e sim o portal Ecoturismo que deu a notícia que foi imediatamente repercutida na região amazônica com o furo dado pelo site"O Nortão e o blog do Carlos Coqueiro, de Brasília, que o Google captou imediatamente.Mais uma vez a chamada imprensa alternativa e virtual como no caso do TMZ de Hollywood, furando os grandes veículos de comunicação, daí assiste razão ao presidente Lula em investir democraticamente horizontalmente em todas as modalidades de mídia inclusive as alternativas. Ontem mais um furo, na entrevista com o Ministro da Energia do Reino Unido, Ed Miliband - o repórter ambientalista Hercules Góes comunicou que o Brasil já estava na liderança da campanha pela Justiça Climática comandando uma expedição Eco Brasil de Justiça Climática em novembro rumo à Copenhagen.(HG).
Reclamações à Susep crescem mais de 3 por cento
A Susep atendeu a 17.130 consumidores exclusivamente de seguros ao fechar o 1º semestre do ano, apenas 3,1% a mais do que em igual período de 2008. O seguro Dpvat ainda permanece suscitando a maior demanda de atendimentos: 9.466 ou 55,3% do total. O número de reclamações subiu 5,7% de 2008 para 2009. Na primeira metade do ano passado, o Dpvat respondeu por 53,9% do total de atendimentos. Outra pressão de queixas foi verificada no seguro de automóvel, embora o número tenha caído 5,3%: de 2.322 ocorrências, nos 6 primeiros meses de 2008, para 2.199 em junho último. No mesmo espaço de tempo, outros 2.042 segurados também reclamaram junto aos técnicos da autarquia do seguro de vida. Foram 19,9% a menos do que em igual período do ano passado. No geral, consultas e queixas à Susep chegaram a 30.052 no 1º semestre do ano, na soma dos seguros às outras atividades do mercado segurador. O aumento foi de 2% frente à primeira metade de 2008. A insatisfação com os títulos de capitalização diminuiu 38,9%, com 228 atendimentos, e nos planos de previdência privada, com 781 ocorrências, o recuo foi de 29,9%. As corretoras deseguros também foram menos pressionadas pelos consumidores no 1º semestre, com 822 notificações: queda de 17,3%.Sobre as reclamações no 1º semestre, o telefone foi utilizado por 21.619 consumidores: 71,9% do total. Em 2008, eles eram 68%. A internet, por sua vez, foi o meio de comunicação preferido de 4.754 pessoas, 15,8%, contra 17,5% na primeira metade do ano passado. Fontes: Sincor RO/AC e Susep.
Inscrição aberta para palestra do Sincor RO/AC
Continuam abertas, no Sincor RO/AC, as inscrições para a palestra "Gerenciamento de Riscos" para corretores de seguros, que será proferida pelo consultor Bruno Kelly, dia 14 de agosto, sexta-feira, em Porto Velho, no Hotel Vila Rica (Av. Carlos Gomes, 1616 - Centro) . Os interessados devem correr, uma vez que as vagas são limitadas e a inscrição é gratuita. O encontro terá início às 18h30min. Novas informações: (69) 3229-7129.
quarta-feira, agosto 05, 2009
De volta ao crescimento
Bancos e institutos de análise decretaram o fim da recessão no Brasil já em abril passado. Na ponta do lápis dá mais ou menos um semestre de economia sob o tacape da recessão técnica, como é chamada na cartilha dos especialistas. Findava o ano de 2008 e, naquele momento, esses mesmos senhores previam um longo e tenebroso inverno econômico não apenas para o resto do mundo como também para o Brasil. A crise de expectativas alimentou a própria crise. O País assistiu à paralisação forçada do parque industrial em dezembro, pelo medo que o desconhecido provocava nos empreendedores. No País de ritmo acelerado, com vendas nas nuvens, empresas pisaram fundo no freio, sem ter exatamente um motivo concreto. Virou o ano e a escassez de oferta apareceu como novo fenômeno. Empresas, especialmente do meio automobilístico, perceberam tarde demais que tinham errado a mão no tamanho da brecada. Haviam acreditado nas previsões apocalípticas dos especialistas e ficaram sem produto para vender diante de uma demanda que não parou e foi procurar o que queria na concorrência. Muitos perderam bons negócios por falta de arrojo e por não acreditarem no fôlego do mercado interno. A macroeconomia girava em compasso de espera porque exportações, multinacionais aqui instaladas e toda a roda dos negócios globais sentiam o efeito da crise importada. O que ninguém contava era com uma arma tipicamente local que se converteu na mais consistente alavanca de retomada do País: o microconsumo. Como símbolo desse motor, que não parou de rodar mesmo nos momentos mais agudos da retração, uma animada senhora chegou a aparecer nas telas de tevês do País, em pleno Natal, comprando sem parar na seara do consumo popular paulista, a rua 25 de Março. Indagada pelo repórter se não temia a crise, saiu com uma tirada que expressava o ânimo desse público: "A minha crise eu adiei para abril." A sabedoria popular da idosa ditou, na verdade, o comportamento desse mercado. Contrariando os especialistas e confirmando o movimento da octogenária, em maio, como mostram os relatórios dos bancos Bradesco e Itaú, revelados pelo jornalista Guilherme Barros, na Folha de S. Paulo, deu-se a virada dos números. Pelas contas do Bradesco, o PIB naquele mês já subira 1,7%. Pelas do Itaú, 2,3%. As próprias empresas agora estão trabalhando com a expectativa de que daqui a dois meses o PIB do País comece a girar no ritmo de 4% ao ano. Os especialistas vão discordar?(CJM).
Velho coronel
Voz firme, apesar do tremor das mãos, que não cessou um minuto durante todo o discurso que apresentou em sua defesa, José Sarney pareceu, em vários momentos, sinceramente espantado. Sem entender por que está sendo, segundo ele, tão duramente perseguido.Continua fazendo o que sempre fez.No PSD, onde começou a carreira, lá na década de 1950 do século passado. Na UDN, para onde se bandeou porque não havia espaço no PSD. Na Arena, partido da ditadura, em que foi presidente nacional. No PDS, sucedâneo da Arena, ainda durante a ditadura, partido de que também foi presidente. No PMDB, para onde se bandeou quando a ditadura começava a fazer água.Coronelismo, nepotismo, clientelismo, fisiologismo, privatização de espaços e recursos públicos. Vaidade, vaidade, vaidade. Nada disso é desconhecido pelo senador Sarney.Todas essas práticas são antigas a arraigadas em sua biografia. Biografia que o senador tanto preza.Por que, então, começou-se a cobrar dele, como se fosse ele, Sarney, o único a exercer essas práticas? Ou que se ele as tivesse começado a praticar ontem.O fato é que, talvez, Sarney, como os dinossauros, não tenha realmente percebido que os tempos mudaram.Depois de passar mais da metade da vida como o enfant gâté da ditadura, Sarney dedicou-se, nos últimos 20 anos, a polir seu verbete nas enciclopédias da História do Brasil.Tendo sido chamado de ladrão e incapaz por Lula e Collor durante toda a campanha eleitoral para a primeira eleição democrática desde 1960 (a eleição de 1889 está fazendo 20 anos), Sarney ocupou-se da carreira política dos filhos, da construção de um patrimônio invejável, da publicação de alguns romances de qualidade duvidosa e de construir seu mausoléu.Naturalmente, num espaço público e tombado pelo Patrimônio Histórico, o centenário Convento das Mercês.Ah, e aderiu a todos os governos desde Itamar Franco.E agora, quando esperava coroar sua história de vida com a terceira presidência do Congresso Nacional, eis que sua biografia lhe cai sobre a cabeça como um paralelepípedo, estragando todo o esforço realizado nas últimas dácadas para mantê-la escondida da sociedade brasileira.Sarney volta a ser um coronel de província. Obsoleto, anacrônico,desfuncional.Estamos assistindo a um duelo de morte. Entre o velho coronelismo e os novos tempos de internets, blogs, twitters e julgamentos em tempo real.Assim como os dinossauros, o coronelismo está nosestertores. Sejam os velhos ou os novos coronéis, estes donos de meios de comunicação, senhores da opinião em seus estados, proprietários de currais eleitorais.O coronelismo está agonizando. (LH).
Palestra do Sincor
O Sincor RO/AC promoverá, dia 14 (sexta-feira), em Porto Velho, palestra sobre Gerenciamento de Riscos, ministrada pelo consultor Bruno Kelly. O evento visa discutir a importância na utilização do sistema de proteção passiva e a forma pela qual o mercado de seguros nacional e os resseguradores internacionais podem mostrar-se sensíveis à inclusão de tais dispositivos na formação dos custos do seguro de incêndio. Inscrição gratuita. O encontro começa às 18h30min e será realizado no Hotel Vila Rica (Av. Carlos Gomes, 1616 – Centro). Mais informações pelo tel.: (69) 3229-7129.
O fator Marina
Um elemento novo pousou sobre a crise do Senado Federal e poderá apressar o esfriamento dos ânimos ou, pelo contrário, acender ainda mais a fogueira dos conflitos.Em meio aos debates sobre o julgamento do presidente da Casa, José Sarney, no Conselho de Ética, vem a público a informação de que o Partido Verde convidou oficialmente a senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva a mudar de sigla e se candidatar à presidência da República.Há cerca de um mês, circula nas redes sociais da internet uma campanha pela candidatura dela, num processo semelhante, embora ainda muito embrionário, do movimento que ajudou a alavancar a candidatura vitoriosa de Barack Obama a presidente dos Estados Unidos.Depois dos discursos acalorados de segunda-feira, que ameaçaram levar a confronto físico algumas das figuras mais ruidosas do Senado, a imprensa andou especulando sobre o que viria a seguir: um recuo nas posições dos dois grupos beligerantes, o acirramento do conflito, ou um passo atrás para novas avaliações?A terça-feira foi de certa pausa, ocupada pelas repercussões sobre o bate-boca de segunda, e os líderes dos dois grupos aproveitaram para analisar a situação.Nesse contexto é que se torna importante a revelação de que Marina Silva começou a levar a sério a campanha pelo lançamento de sua candidatura, que já vinha circulando na internet mas ainda era ignorada pelos jornais.Tanto governistas como oposicionistas querem saber a quem favorece a eventual entrada da senadora na disputa presidencial.A imprensa não oferece uma análise definitiva, mas tende a considerar que uma candidatura de Marina Silva pode afetar mais as chances de vitória da candidata extra oficial do governo, a ministra Dilma Rousseff, do que as do governador José Serra, provável candidato da oposição.Como se sabe, Marina deixou o governo, principalmente, por causa das restrições que sofreu por parte de Dilma Rousseff durante as discussões para a implantação do Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC. Acontece que, entre os oposicionistas, corre a hipótese de que, se Marina Silva entrar na disputa, poderá formar uma terceira força capaz de decidir a eleição no segundo turno.O temor da oposição é que Marina tire votos dos dois lados no primeiro turno e, na segunda fase, acabe voltando para o colo do governo, ajudando a eleger Dilma Rousseff.Por outro lado, o fato de um dos líderes do Partido Verde, Zequinha Sarney, filho do presidente do Senado, ter sido um dos portadores oficiais do convite a Marina mistura ainda mais os temas da crise no Senado e da eleição presidencial do ano que vem.Se os beligerantes de segunda-feira passaram o dia seguinte lambendo as feridas e fazendo avaliações, os próximos dias vão exigir muito mais do que os xingamentos e ameaças que transformaram a tribuna do Senado em ringue de vale tudo.Afinal, a briga em torno da cadeira de José Sarney não tem como motivação principal a questão da moralidade na política, mas a movimentação do pêndulo que vai definir as forças nos dois blocos que se preparam para a sucessão do presidente Lula.A entrada em cena da ex-ministra Marina Silva pode fazer muitos eleitores se darem conta de que os atuais candidatos acabam representando duas faces da mesma moeda.E os políticos detestam surpresas na boca da urna.Não deve ser por outro motivo que os combatentes guardaram momentaneamente suas armas.O PMDB adiou sua anunciada decisão de entrar com representação contra o líder do PSDB, Arthur virgílio, por manter em seu gabinete um funcionário fantasma; o PT adiou a reunião em que a bancada deveria decidir sobre o pedido de afastamento de José Sarney; o PSDB desistiu de emitir nota conjunta para marcar posição com o PSB e o PDT; e o Partido Democratas abandonou a idéia de abrir nova representação contra Sarney.Tanto os aliados quanto os adversários de momento do presidente do Senado sabem que, se levarem em frente o confronto sem um acerto nos bastidores sobre os limites da crise, acabarão por rolar todos na lama, porque não há vestais em nenhum dos lados da briga.Enquanto isso, a entrada na disputa presidencial da senadora Marina Silva traz o risco, para eles, de fazer muitos eleitores imaginarem que pode haver, sim, uma alternativa para aqueles que não aguentam mais tantos escândalos.
Devastação em MT
Fogo devasta área igual a Brasília em terra indígena de MT.Queimada consome região de cerrado de difícil acesso. Brigadas de incêndio ainda não foram acionadas para apagar as chamas.
Atenção, corretores de seguros!
Não percam o prazo de recadastramento de pessoa jurídica. O recadastramento das corretoras de seguros pessoas jurídicas, vai de 1º de julho a 31 de dezembro de 2009. De acordo com a Circular 383/09 da Susep, profissionais ou empresas corretoras de seguros não recadastrados ficarão impedidos de operar com seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada, nem receberão a comissão a partir de janeiro de 2010. Fonte: Sincor RO/AC.
"Não vou mudar. Não vou mudar".
Leia na íntegra o discurso que o senador José Sarney (PMDB-AP) acaba de pronunciar em defesa do seu mandato. Sarney jura inocência.
Jirau tem apólice de seguro
A GDF Suez, principal acionista da usina hidrelétrica de Jirau, fechou com uma corretora o seguro da hidrelétrica que está sendo construída no rio Madeira em Porto Velho (RO). O valor segurado foi de R$ 7,3 bilhões em duas apólices que cobrem o risco de construção e engenharia, combinados com uma cláusula de atraso de partida ("delay start up") e o risco operacional. A apólice para atraso de partida dará cobertura para qualquer problema no transporte de equipamentos até a obra, como por exemplo transtornos até a chegada das turbinas chinesas fabricadas pela Dongfang ao canteiro de obras, em Rondônia. A colocação no Brasil teve como líder a Sul América, seguida pela espanhola Mapfre, Allianz, Zurich Brasil, Unibanco e Aliança do Brasil. Jirau tem como sócios a franco-belga GDF Suez, a Camargo Corrêa e as estatais Eletrosul e Chesf , subsidiárias da Eletrobrás. A apólice da hidrelétrica é uma das maiores apólices firmadas no Brasil até hoje. Menor apenas do que o seguro da hidrelétrica Santo Antonio, vizinha de Jirau no rio Madeira, no valor de R$ 9,5 bilhões. A apólice de Santo Antonio foi firmada com um pool de seguradoras que inclui garantia de performance das obras. Santo Antonio tem como sócios a Construtora Norberto Odebrecht, Furnas, Andrade Gutierrez, Cemig e um fundo de investimentos formado pelos bancos Banif e Santander. O valor do seguro de Santo Antonio é maior porque a obra é mais cara do que Jirau. Foi criado um limite máximo de indenização combinado atraso de partida e danos materiais de até R$ 2 bilhões. A apólice também traz como novidade o fato de ter, na mesma cobertura, o risco de engenharia, atraso de partida - nada desprezível considerando que a usina terá 46 turbinas geradoras de energia, grande parte importadas da China - e riscos operacionais. "A apólice cobre a pré-operação e operação dessas turbinas até que o local fique pronto e toda a usina esteja operacional. E aí ele migra para um seguro operacional"que estão cobertos. A obra também tem um tem um seguro de lucros cessantes por interrupção do negócio.Essa é uma das maiores apólices de seguros do Brasil em um momento complicado. "A abertura do mercado e a conjunção de fatores causados pela crise internacional, em que muitos seguradores brasileiros estão pensando em sair dos grandes riscos, conseguimos pegar o mesmo negócio e fazer duas apólices para cobrir o mesmo risco". A GDF Suez Energy explica que dessa forma a empresa evita o conflito caso seja necessário definir se o problema, caso ocorra, foi na engenharia ou na operação. "Então se fez as duas coberturas dentro de uma única apólice. Evita conflito em situações híbridas como essa, em que vamos ter turbinas entrando em operação ao mesmo tempo em que outras estarão em construção", diz. "Isso dá mais conforto ao empreendedor e ao financiador, porque ele sabe que não vai haver discussão sobre quem vai arcar com um prejuízo, já que a apólice é a mesma, com os mesmos seguradores para cobrir os dois riscos", complementa . A corretora é a maior corretora de seguros de construção no Brasil. A empresa fechou uma série de apólices de seguros de plataformas da Petrobras, entre elas a P-57 (no valor de US$ 1,450 bilhão). A corretora também fechou os seguros da P-56, P-55, P-59 e P-60. Fonte: Sincor RO/AC.
Rio-Santos
Famosa por sua beleza, a Rio-Santos faz parte de uma rodovia federal, a Br-101, que percorre quase todo o litoral brasileiro, do Rio Grande do Norte ao Rio Grande do Sul. Seu trecho paulista, aberto em 1956, tem 287 quilômetros. Esta foi uma das últimas estradas do país a utilizar carroças puxadas por cavalos ou burros em sua construção. Embora na década de 50 já existissem máquinas que fizessem o trabalho de terraplanagem, o acesso ao litoral norte era precario e só animais chegavam a locais com declive acentuado.Inaugurada em 1844, após sete anos de obras, a Rodovia Caminho do Mar é considerada a primeira estrada pavimentada da América do Sul. Seus 35 quilômetros ligam São Bernado do Campo a Santos. Eram percoirridos, inicialmente de carruagem. A primeira vez que um carro completou o trajeto foi em 1908, numa viagem que durou 25 horas. A via esta desativada desde a década de 80. Atualmente, a Fundação Patrimônio Histórico da Energia de São Paulo organiza passeios a pé por suas curvas zigue-zague, com visitas a áreas intocadas da Mata Atlântica, mirantes, quedas d’água e construções históricas. Fonte: revista ecoturismo. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Compulsão por propaganda
A revista Ecoturismo e este blog defendem a pluralidade das receitas de publicidades do governo Lula. Com isto, tem-se um país mais democrático, com uma mídia que não recebe tratamento diferencial apenas porque tem uma tiragem de 1 milhão de exemplares ou de 60 mil, como é o caso da Revista Ecoturismo e blog. Como diz o artigo 5 da CF/88:”todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza [...]“.A pluralização das receitas de mídia permite aos pequenos editores a oportunidade de desfrutar de um direito de toda imprensa e não apenas dos gigantes que é a publicidade do governo. E quanto ao comentário do deputado Federal pelo PSDB, José Aníbal, de que com estas verbas a imprensa de pequeno porte se vende para o Governo Federal foi de extremo mal gosto. Deixando claro que a linha editorial de um veículo de respeito, como é o caso da imensa maioria das pequenas edições no Brasil não se vendem e honra suas linhas editoriais acima de tudo. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Congresso de corretores de seguros tem inscrição mais barata
A inscrição no XVI Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros está em nova etapa de desconto especial, depois de encerrado o 1º período de incentivo, sexta-feira última. Até 30 de setembro, a inscrição tem custo de R$ 500, para sócios de sindicatos da categoria, e de R$ 800, demais participantes. Para acompanhante, o desembolso é de R$ 300. O corretor sindicalizado que deixar para se inscrever em cima da hora, a partir de 1º de outubro, pagará R$ 800 e os demais interessados, R$ 1 mil. Quinhentos reais será o custo do acompanhante. E isso se houver vaga disponível, já que a Fenacor limitou em 2.500 o número de congressistas. Prioritário é a qualidade, não a quantidade de participantes, avisa o Sincor RO/AC. O congresso acontece entre os dias 9 e 11 de outubro, em Florianópolis. Fontes: Sincor RO/AC; Seguros dia-a-dia;Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Anvisa combate contaminação e defende consumidor
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) diz ter recomendado, em 2007, que os fabricantes de refrigerantes alterassem a fórmula de algumas bebidas, sobretudo as de sabor laranja, como forma de prevenir a contaminação dos produtos pelo benzeno. Autoridades mundiais suspeitam que a substância, comprovadamente cancerígena, se formaria a partir da associação entre dois aditivos químicos usados como conservante e antioxidante. Segundo a associação de defesa do consumidor Pro Teste e Associação Cidade Verde (ACV), de Porto Velho (RO) sete de 24 refrigerantes submetidos a testes continham benzeno.A Anvisa diz ter tomado a “precaução” após o surgimento, nos Estados Unidos, em 2005, de “relatos” sobre a possibilidade de baixos níveis de benzeno serem constatados em alguns refrigerantes, provavelmente devido à associação entre o ácido ascórbico e sais de benzoato (e não ácido benzóico).“Ao analisar a questão, o Codex Alimentarius (programa conjunto da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação - FAO e da Organização Mundial de Saúde - OMS) entendeu que faltava e ainda falta consistência científica para determinar medidas mais restritivas, não considerando necessário estabelecer limites para o benzeno nessas bebidas”, sustenta nota enviada esta tarde à imprensal. Na condição de signatário do Codex Alimentarius, o Brasil, como outros países, também não estabeleceu limites para o benzeno em refrigerantes.A Anvisa admite que especialistas continuam discutindo o assunto em todo o mundo, mas cita dados internacionais para minimizar os riscos da ingestão do benzeno em refrigerantes. A agência assegura ainda que a via mais comum de exposição à substância é a respiratória, sobretudo em áreas de tráfego intenso, proximidades de postos de gasolina ou onde haja grande concentração de fumaça de cigarro.“Segundo a agência que controla alimentos no Reino Unido, uma pessoa precisaria ingerir no mínimo 20 litros por dia de um refrigerante que contivesse 10 microgramas por litro para ser exposto a mesma quantidade de benzeno a que está exposto pela respiração nas cidades todos os dias. Além disso, estima-se que ao consumir 20 cigarros ao dia, a pessoa se exponha a 7.900 microgramas de benzeno. O fumante passivo está exposto a cerca de 50 microgramas dia da substância”, garante a Anvisa.Assim, a Anvisa diz ter concluído, em consonância com o Codex Alimentarius e sistemas reguladores de outros países, que "não há risco caracterizado neste momento que enseje o estabelecimento de limites para benzeno em refrigerantes, semelhantes ao já estabelecido para a água, conforme solicitados por associações de defesa do consumidor. Salienta-se, no entanto, a importância de manter a exposição a este tipo de substância no menor nível possível e que os estudos realizados, bem como monitoramentos futuros, são importantes para o dimensionamento do risco, de forma que as melhores opções de gerenciamento do risco sejam adotadas". Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Não atinge corretor de seguros
O ex-presidente da Fenacor, Roberto Barbosa, assegurou que o corretor de seguros não será atingido pelo projeto em tramitação na CCJ do Senado, que altera o art. 729 do Código Civil (cujo capitulo XIII, sobre corretagem, abrange todo tipo de intermediação, inclusive de seguro). O presidente do Sincor RO/AC e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, também entende que a responsabilidade civil do corretor de seguros está configurada na Lei 4.594/64 (no seu art. 20), que diz ser o corretor responsável pelas declarações inexatas contidas na proposta por ele assinada. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
terça-feira, agosto 04, 2009
Marina avalia pré-candidatura
Eleições 2010: gabinete de Marina confirma convite do PV e diz que senadora avalia.O partido Verde já decidiu que terá candidato próprio em 2010 para presidente.O gabinete da senadora Marina Silva (PT-AC) confirmou que ela recebeu convite para disputar a Presidência da República pelo PV e que avalia a possibilidade de concorrer em 2010.Segundo nota publicada hoje pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, Marina foi convidada pelo presidente nacional do PV, José Luiz Penna, que teria apresentado uma pesquisa em que ela apareceria com até 12% dos votos. "Esta tudo certo o que saiu no jornal, é isso mesmo", disse Jandira Gouveia, assessora de Marina. Marina teria pedido um tempo para pensar na proposta. Segundo Jandira, Marina está "avaliando a proposta do PV" e, no momento, não cogita entrar numa disputa interna dentro do PT."Votaria nela com entusiasmo", disse ao UOL Notícias o empresário Oded Grajew, que apoiou Luiz Inácio Lula da Silva em diversas ocasiões. Para o empresário, Silva está "léguas à frente da maioria da classe política em termos de desenvolvimento sustentável".Segundo ele, que é próximo de Marina Silva, a senadora "vai procurar um lugar onde possa se sentir inteira, onde vai ser acolhida". Grajew nega que haja uma articulação que, há alguns meses pelo menos, discute a candidatura. "Marina hoje é muito cortejada, ela recebe muitos convites, não precisa de uma grande articulação. O convite do PV não é surpresa".A aproximação com o PV foi assunto "Jornal do PV". Um texto publicado no site do partido, "Com Marina Silva: os primeiros passos - PV reúne-se com Marina Silva e discute caminhos inovadores para a política brasileira", relata a reunião da senadora, na quarta-feira, dia 29 de julho, com Penna, Alfredo Sirkis, presidente do PV no Rio, Sérgio Xavier e Marco Antônio Mroz, todos integrantes da Executiva Nacional do PV.Numa entrevista recente a um jornal da Fundação Getúlio Vargas, Sirkis afirmou que "Marina Silva seria uma grande candidata à presidência da república pelo PV. Só não será se não quiser. O PV já decidiu lançar candidato à Presidência e o nome prioritário é o dela."O site Movimento Marina Silva Presidente traz até um jingle, assinado por R. Arthur, que chama Marina de MahatMarina, alusão a ao líder pacifista indiando Mahatma Gandhi: "Pessoas vão e vêm/ Mas elas não vêm em vão/ MahatMarina tem /O mundo no coração", diz trecho da música. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Crise do Senado
Para um partido de profissionais, o PMDB vem se conduzindo de modo surpreendentemente amador nesta crise do Senado. Pressionado pelas revelações sobre os malfeitos na Casa, o partido reage com uma atitude defensiva, debitando tudo ao ambiente de luta política e ameaçando retaliar contra os adversários.Tem-se a impressão de que o profissionalismo do PMDB esgota-se no operar da pequena política, na interface entre esta e a máquina estatal. Já quando se trata de trabalhar com a opinião pública, aparece o amadorismo. (blog do Alon). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Rio Araguaia: parque?
Projeto de lei quer transformar Rio Araguaia em parque.Se aprovado, criará o primeiro rio parque do Brasil. Proposta veta construção de barragens e hidrelétricas.
Líder de desmatamento
Maior município do país, Altamira (PA) encabeça desmatamento em junho.Dados de desmatamento do Inpe saíram nesta terça (4).Dos 10 municípios com mais devastação detectada, 7 estão no Pará.
Dpvat
Seguro obrigatório Dpvat. Em caso de acidente de trânsito, ligue e saiba como receber a indenização. Atendimento gratuito (69) 3222-4314.
Kotler em novos tempos
Imagine que todos os médicos fossem atuar nas extremidades de seu mercado. Eles se tornariam, ao mesmo tempo, profissionais de pronto-socorro e de postos de saúde que objetivam a prevenção. É mais ou menos isso que as empresas terão de fazer na nova era do caos. Trata-se da aposta do “pai” do Marketing Philip Kotler, segundo o qual a partir de agora as empresas terão de instalar um sistema de alerta (prevenção) e resposta rápida (o atendimento de pronto-socorro) que lhes permita desenvolver rapidamente novos cenários quando a economia entrar em queda, o que deve acontecer com frequência, e atuar neles.Em outras palavras, as empresas precisarão abandonar a sensação de segurança que haviam construído com políticas, estratégias e táticas resultantes de anos de tentativa e erro e aceitar que agora surgiu um ponto de inflexão estratégica gigantesco. Ou mantêm a estratégia e correm os riscos derivados dessa decisão – o novo ambiente pode castigar e, inclusive, levar à ruptura–, ou reconhecem a necessidade de uma nova.O novo livro de Kotler, Chaotics (escrito em parceria com John A. Caslione e publicado pela Amacom) busca formatar essa nova estratégia, ou, como eles preferem chamá-la, esse sistema de gestão do caos. Em entrevista exclusiva a José Salibi Neto, Kotler repassa os fundamentos desse sistema e quais as especificidades para economias emergentes em geral e para o Brasil em particular. Vale notar que Kotler não entra no mérito sobre se isso é pior ou melhor – é diferente e, por enquanto, inevitável. E exige outra abordagem de enfrentamento pelas empresas.Minha primeira pergunta não poderia deixar de ser: é verdade que nunca mais voltaremos aos tempos normais?Philip Kotler: Sabe o que eu ando dizendo aos presidentes de empresas? Que eles precisam ter um telefone perto de suas camas à noite no caso de uma grande ameaça ou grande oportunidade surgir, exigindo sua atenção imediata. Companhias mundiais hoje operam 24 horas, sete dias por semana, e o CEO simplesmente precisa estar disponível. Conheço casos da Unilever e da Bear Sterns nos quais o fato de os CEOs não estarem acessíveis quando necessário prejudicou os negócios.Então, a resposta para você é: nunca mais voltaremos à idade de ouro da normalidade. John Caslione e eu achamos que os líderes empresariais precisam compreender isso de uma vez por todas. Fenômenos como globalização e digitalização introduziram uma nova dimensão de velocidade e interdependência em nossas vidas. Não há retorno possível.Isso já vem sendo falado há algum tempo no mundo empresarial, mas, pelo que eu depreendo do que o sr. diz, fala-seprincipalmente da boca para fora...Philip Kotler: Sim, isso foi articulado há alguns anos por Andy Grove, CEO da Intel, em seu livro Só os Paranoicos Sobrevivem. Ele dizia que uma empresa deve observar a frente, os lados e os fundos, porque os golpes vêm de todos os lados, e esse é, de fato, o princípio básico para as empresas se armarem melhor. O que nós fizemos foi aprofundá-lo e detalhá-lo na prática e com os pontos de vista do Marketing e da estratégia.Em vez de confiar numa business intelligence casual, as empresas devem construir um amplo sistema de alerta, que lhes permita observar a frente, os lados e os fundos. Em vez de falar superficialmente sobre planejamento para contingências, devem fazer planejamento de cenários. Em vez de estabelecer um orçamento fixo para cada departamento, devem definir orçamento variável.Os departamentos precisam saber com antecedência o que cortar se o mercado submergir e o que aumentar se as oportunidades de repente explodirem. Nosso sistema de gestão do caos [chaotics management system] apresenta um retrato da empresa do século 21 muito atento ao conjunto pronto de respostas a diferentes surpresas, choques e oportunidades que podem surgir.O sr. pode nos dizer se há aspectos específicos para empresas de países emergentes?Philip Kotler: Acredito piamente que o sistema de gestão do caos se aplica a todas as empresas de todos os países. Mas, se alguns países são mais sujeitos a choques do que outros, e isso pode descrever alguns países emergentes, é maior ainda a necessidade de nosso sistema de gestão do caos.Em um momento em que as economias emergentes ganham os holofotes e que a projeção dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) parece cada vez maior, esse sistema de gestão funciona apenas para o Marketing e a estratégia de empresas ou também para o Marketing e a estratégia de países?Philip Kotler: Publiquei um livro há alguns anos sobre o Marketing das nações. Os princípios básicos de construir uma economia e uma sociedade fortes permanecem os mesmos ali descritos, mas muitos ajustes são necessários devido ao aumento da turbulência que todos os países agora estão vivenciando e também ao aumento de interdependência – todo país tem de exportar para que possa ganhar o suficiente para importar bens que são mais baratos em outros lugares. Além disso, as cadeias de fornecimento estão ficando mais longas; qualquer interrupção do fornecimento de um país tem ramificações em outros países, o que gera uma “fragilidade interconectável”.Não é possível ao Brasil voltar à autonomia que tinha nos anos 1960. O Brasil tem de saber produzir valor continuamente e saber comprar e vender em uma base de valor em qualquer lugar do mundo e, para isso, ele e todos os outros países precisam estar mais alertas aos fatos mundiais e à constante mudança que vem acontecendo. Com as devidas adaptações, nosso sistema de gestão do caos pode ajudá-los nisso, sim.O sr. vê a inovação constante como essencial no sistema de gestão do caos? Ou é mais uma questão de disciplina? Que lado – inovação ou disciplina – as empresas em alerta vermelho permanente devem priorizar?Philip Kotler: Sempre achei que os gestores deveriam considerar três períodos de tempo ao abordar o impacto de qualquer decisão de vulto: agora; daqui a dois a três anos; de cinco a dez anos. E continuo acreditando que isso é válido nesta era do caos. Quando a administração só considera a disciplina de eficiência, é pensando principalmente em hoje e tentando arrancar o maior lucro do período corrente. Nunca pensei que esse foco no agora fosse suficiente.Por exemplo, disciplina, no pensamento de [Peter] Drucker, quer dizer fazer certo as coisas (eficiência) mais do que fazer as coisas certas (eficácia). Só que líderes precisam ser eficazes, sobretudo de agora em diante. Então, a inovação é a prioridade. Tão absolutamente prioritária que sou a favor de construir o pensamento inovador em toda a organização.Então, mudo minha pergunta: desses três horizontes de tempo, qual é o prioritário no sistema de gestão do caos?Philip Kotler: Nenhuma empresa deve começar seu pensamento com o que fazer em relação à recessão atual. O ponto de partida é onde ela quer estar daqui a cinco ou 10 anos. Que clientes ou problemas sociais quer resolver? Ao trabalhar de trás para frente, a empresa compreenderá qual o melhor mix de disciplina e inovação para seu caso.No caos, o sr. recomenda investir em oportunidades, manter as pessoas-chave e não deixar de preservar as áreas que os consumidores mais valorizam. Esse é o tipo de pensamento que deve prevalecer numa empresa?Philip Kotler: Sim, de agora em diante as empresas precisam pensar proativamente sempre, não só durante uma queda. Uma sabedoria velha, mas sempre atual é: um lado de uma crise é a vulnerabilidade; o outro é a oportunidade. As empresas precisam fazer regularmente uma análise SWOT para checar suas oportunidades, ameaças, fraquezas e forças. Isso não significa que as mesmas táticas de ação são garantidas tanto em tempos bons como ruins, mas pede uma mentalidade sempre proativa.Que oportunidades o sr. está identificando do outro lado dessa crise especificamente?Philip Kotler: Em geral, a oportunidade gira em torno de avançar sobre os concorrentes, adquirindo seus ativos ou seus talentos. Claro, isso é mais factível para empresas fortes financeira e competitivamente. O avanço pode ser também roubar mercado dos concorrentes – nessa seara, historicamente, companhias orientadas a preço como McDonald’s e Walmart são as que se dão bem durante recessões.Estamos vendo um grande crescimento das dollar stores nos Estados Unidos, lojas onde as pessoas podem economizar; marcas mais baratas também vêm se destacando. Mas não creio que esse seja o único tipo de oportunidade de ganhar mercado. As empresas precisam descobrir respostas criativas para os consumidores que estão hesitando em comprar porque acham que os preços vão cair ainda mais ou porque têm medo de perder o emprego.A Hyundai recentemente se ofereceu para receber de volta seu carro novo se o proprietário perdesse o emprego. Outra empresa se ofereceu para devolver a diferença se o preço caísse mais tarde, a fim de aumentar a vontade de comprar agora.É possível resumir a essência do enfrentamento desta nova era do caos?Philip Kotler: Eu diria que acelerar mudanças, elevar os níveis de complexidade nos negócios e mensurar os riscos e a incerteza são a matéria-prima do Marketing e de sua nova realidade. Para se defender, as companhias devem aumentar sua capacidade de adaptação em todas as instâncias, especialmente nas áreas de Marketing e vendas. Outro ponto fundamental é que são exigidos, no Marketing em particular, grandes profissionais que consigam esperar o inesperado e que, em tempos caóticos, possam reinventar os modelos de negócio e as estratégias de Marketing, para reagir rápido aos fatos.O sr. destacou as empresas orientadas a preço baixo em épocas recessivas. Como a recessão será sempre ou iminente ou instalada, preço virará a eterna prioridade do consumidor?Philip Kotler: Recessões têm o efeito de construir “maior consciência” nos consumidores. Estes passam a se perguntar: “Por que precisamos de certos itens que comprávamos à vontade antes da recessão? A comida em um restaurante caro é tão especial assim? A bolsa de grife é muito melhor que as outras?”. Alguns começam a pensar “menos é mais” em vez de morrer de trabalhar e ter pouco tempo de lazer. Se isso se tornar uma visão difundida, mudará profundamente as premissas e estratégias do Marketing convencional. Embora, quando a economia começa a melhorar, a restrição diminua, não devemos esquecer que, talvez paradoxalmente, o pensamento ambientalista tende apermanecer em alta nestes tempos de caos. Não que o consumidor vá se envolver com a grande questão de como controlar a mudança climática, mas, em seu comportamento doméstico, buscará maneiras “menos é mais” de ajudar o meio ambiente, apagando as luzes etc.A neurociência vem fazendo grandes revelações sobre o consumidor. Ela vai ajudar as empresas a enfrentar o caos?Philip Kotler: Graças à neurociência, estamos, enfim, desistindo do velho modelo propagado pelos economistas de que os consumidores calculam racionalmente os custos e benefícios de cada compra e escolhem a oferta que maximize a relação custo-benefício. Sabemos que as emoções e o inconsciente desempenham grande papel na escolha da marca. O trabalho de Gerald Zaltman e experiências de economistas comportamentais estão revelando muita coisa sobre a escolha do consumidor. Algumas descobertas são especialmente surpreendentes para mim, como quando Martin Lindstrom, autor de Buy-ology, conta que os pôsteres que trazem os dizeres “Cigarro mata” na verdade abrem o apetite dos fumantes para acender um cigarro. O problema da neurociência é que em geral ainda é muito difícil interpretar, explicar ou confiar nela.O sr. pode nos dar exemplos de empresas que vêm lidando bem com a crise?Philip Kotler: Para mim, são as que não só reduzem custos, mas também agregam valor à vida de seus consumidores. O Walmart contratou 33 mil novos colaboradores para incrementar o serviço nas lojas e melhorar a experiência dos consumidores ali, facilitando a movimentação naquelas lojas enormes. A e.l.f. Cosmetics se esforçou para oferecer cosméticos de qualidade a preços baixos e torná-los disponíveis para todos, e está usando as redes sociais para construir uma comunidade de beleza na qual as consumidoras possam trocar informações sobre suas necessidades e experiências.A Half Price Books é uma varejista de livros de desconto que tem vendido por menos da metade do preço dos editores. Eles estão aumentando as lojas e vêm experimentando o crescimento nas mesmas lojas há vários meses, vendendo livros de autoajuda, inspiracionais, de treinamento e sobre novas carreiras. A Southwest Airlines, em vez de aumentar as tarifas de bagagem e refeições, se manteve como uma companhia aérea que não cobra taxas e obteve êxito em manter suas vendas e construir confiança com o público que viaja. Enquanto isso, outras companhias aéreas estão acrescentando taxas por excesso de peso nas bagagens, refeições etc. para manter altos seus lucros. Mas a Southwest Airlines está usando isso como oportunidade para divulgar o slogan “Sem taxas”.Uma rede hoteleira mexicana demonstrou criatividade ao dizer que qualquer pessoa que pudesse ter contraído gripe suína em seus dez hotéis teria três diárias grátis nos próximos três anos se houvesse evidência de que tinham se contaminado em um hotel da rede. Em todos os países podem ser encontradas empresas que estão transformando a crise em oportunidade.Qual seria o papel da mídia digital no sistema de gestão do caos de companhias de todos os tipos? Ela torna mais fácil gerenciar essa situação?Philip Kotler: A mídia digital tem dois papéis nessa história. Ela exacerbou a disponibilidade e a velocidade de transmissão de notícias tanto para o bem como para o mal. Para o bem, considere, de um lado, a rapidez com que a gripe suína se alastrou e, de outro, a rapidez com que as informações sobre ela circularam e com que os países tomaram precauções para proteger sua população. O aspecto nocivo é que as pessoas precisam lidar com a informação com cuidado. É mais fácil do que nunca circular desinformação e rumores que podem ferir ou iludir pessoas e empresas. Vivemos em uma era de muita informação e as empresas devem alocar recursos para detectar e gerenciar os fluxos dela. E, para isso, devem usar a própria mídia em sua função “para o bem”, nesse estado que eu denomino de “alerta vermelho permanente”.As mídias tradicionais – jornais na linha de frente – vêm tendo sua morte anunciada todos os dias. O que o sr. pensa a esse respeito?Philip Kotler: Mídias raramente morrem. Elas geralmente encolhem em nichos nos quais podem manter bom desempenho. A televisão não matou o rádio ou o cinema. Os computadores não mataram a televisão. Com relação à crise dos jornais, sei que é difícil manter um jornal funcionando com seu tamanho atual quando a receita de anúncios está se transferindo para a internet – e as pessoas jovens não recorrem aos jornais para obter notícias. Os bons velhos tempos dos jornais se foram de fato. Mas os jornais podem manter público tendo apelo mais especializado e indo para a internet. Não acho que os anunciantes consigam atingir seus objetivos se migrarem totalmente para a nova mídia digital. A maioria das empresas vai ganhar se usar um mix de novas e velhas mídias, cada uma fazendo o que faz melhor e sendo medida.Qual é o papel das redes sociais para as empresas neste novo mundo caótico?Philip Kotler: Redes sociais como Facebook, MySpace, Twitter e outras desafiam nossas práticas de Marketing tradicionais. Primeiro, porque as pessoas passam mais tempo conversando com amigos e família em seus computadores e telefones e, consequentemente, menos tempo vendo TV, cujos comerciais costumavam ser a maior fonte de influência publicitária. Hoje a porcentagem de mensagens sobre marcas vindas de fontes comerciais em contraposição a fontes sociais está diminuindo rapidamente. Então, cabe aos profissionais de Marketing fazer duas coisas. Uma é monitorar as conversas para descobrir se sua marca é tema de discussão e, se for, quão favorável ou desfavorável é a conversa. Está cada vez mais difícil para uma empresa hoje oferecer má qualidade e pouco valor sem que o boca a boca espalhe palavras venenosas sobre sua marca.As companhias estão cada vez mais em um aquário e não têm escolha além de produzir boa qualidade em troca de dinheiro. Segundo, as empresas precisam descobrir melhores maneiras de identificar potenciais clientes com a mídia social. Seria maravilhoso se uma empresa como a Wilson pudesse comprar uma lista de todos os membros do Facebook que tivessem o tênis como hobby. Infelizmente o Facebook não vai vender esse tipo de informação, porque isso afastaria seus membros. O mínimo que a empresa pode fazer é inserir e circular informações sobre si mesma em mídias sociais como blogs, podcasts e outras. O Twitter, que está mostrando rápido crescimento, é particularmente promissor por poder carregar mensagens curtas sobre uma marca para um número enorme de pessoas em seus computadores ou celulares.É fácil construir marcas fortes em momentos como este? Como o sr. avalia as chances para marcas de países emergentes em especial?Philip Kotler: Uma crise econômica é um momento em que os consumidores estão buscando custos mais baixos sem sacrificar a qualidade. Os países emergentes têm a vantagem dos custos mais baixos. A questão é se os produtores locais de marcas fortes em países emergentes podem lançá-las com sucesso em países economicamente avançados.Minha resposta para isso é: sim, ainda mais com a ajuda das mídias sociais de que acabamos de falar. Estou vendo um fabricante mexicano de produtos de panificação vendendo bem sua marca no Texas e em outros estados do sul dos Estados Unidos. Até porque os Estados Unidos têm vários grupos de imigrantes, que servem de primeiro alvo a ser mirado por uma marca emergente, ao qual se seguirão outros alvos.Como ficarão as marcas durante os momentos de crise da era do caos?Philip Kotler: Uma crise econômica produz um momento de “destruição criadora”. Os fracos afundam. E isso faz sentido porque uma das maiores causas de recessão é o excesso de capacidade. Temos capacidade demais para produzir automóveis, eletrodomésticos, eletrônicos e outros itens e isso derruba os preços. É necessária a racionalização do setor. O que está sendo destruído é o excesso de capacidade e os destruidores são os que se saem melhor em seu setor.Então, na era do caos, a destruição criadora será bem mais frequente e as empresas devem estar preparadas elas mesmas para promovê-la e, ao mesmo tempo, devem investir em novas marcas. Há a imensa oportunidade do Marketing social, por exemplo. Acabei de publicar, com Nancy Lee, um novo livro, Up and Out of Poverty: The Social Marketing Solution, no qual oferecemos uma nova abordagem para ajudar pessoas pobres a sair da armadilha da pobreza por meio de empresas praticando Marketing social.O sr. pode explicar isso melhor?Philip Kotler: Paradoxalmente, o problema do “excesso de capacidade” é, em outra parte do mundo, um problema de “consumo de menos”. Há 4 bilhões de pessoas pobres no mundo que adorariam ter uma bicicleta, uma moto ou um carro, ou um computador ou uma TV. O problema é que elas não têm dinheiro. Seriam o melhor mercado que alguém poderia desejar se simplesmente tivessem dinheiro para comprar bens.Descrevemos mais de uma dúzia de casos nos quais o Marketing social tem sido usado para aumentar a adoção de telas mosquiteiras para proteger crianças contra mosquitos e malária enquanto dormem, nos quais o Marketing de camisinhas reduziu o tamanho de famílias e preveniu a difusão do HIV e muitos outros exemplos. Recentemente, 700 profissionais de Marketing social se encontraram na Primeira Conferência Mundial de Marketing Social, em Brighton, Inglaterra, para trocar experiências e compartilhar ferramentas e tecnologias para combater as principais causas da pobreza.E como deve ser o Marketing para investidores, já que o dinheiro é uma questão-chave em tempos instáveis?Philip Kotler: Muito bem lembrado. Caso a empresa não tenha habilidade de Marketing para levantar dinheiro nestes tempos em que ficarão mais freqüentes a escassez de fundos e o alto risco, é particularmente importante que a desenvolva. Ela deve usar um Marketing cada vez mais criativo para convencer os investidores a apostar em suas propostas de negócios, já que hoje há abundância de oportunidades para investir o dinheiro e muitos concorrentes dispostos a pagar um retorno realmente alto. Toda empresa deve pensar em montar uma linha de Marketing para trabalhar essa habilidade.Com o aumento da tecnologia, o que o sr. acha que vai acontecer com mercados como o de alimentos, muito importante no Brasil, por exemplo?Philip Kotler: Virá mais crescimento econômico dos avanços tecnológicos, como robótica, nanotecnologia e biotecnologia, do que de setores estáveis. Mas os mercados de alimentos e de outros itens básicos vão permanecer fortes e relativamente estáveis. Sempre haverá nichos de crescimento nesses setores, assim como nichos em declínio.
Tô verde!
O PV apresentou à ex-ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, uma pesquisa nacional feita pelo instituto Ipespe com mil pessoas em que o nome dela foi colocado como possível candidata à Presidência da República. Marina aparece com até 12%. A pesquisa foi realizada há cerca de dez dias. José Luiz Penna, presidente nacional do partido, confirma a informação. E diz que Marina pediu tempo para pensar na proposta de mudar do PT para o PV e virar candidata. De acordo com a assessoria da ex-ministra, ela estava "muito ocupada" ontem e não poderia falar sobre o assunto. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
CNTUR lançou novo programa
A Confederação Nacional de Turismo (CNTur) lançou dia 31, no Rio, a Rede Brasil de Qualificação em Turismo. É um programa voltado num primeiro momento para a capacitação de profissionais que poderão trabalhar na Copa do Mundo de 2014 e na Olimpíada de 2016, se esta vier para o Brasil. Suas ações serão coordenadas por Mário Beni, Doutor em Turismo pela USP. O evento começou às 10 h no auditório do Forte de Copacabana, Museu Histórico do Exército, Rio. O lançamento fez parte da apresentação dos programas e ações da CNTur para o turismo econômico e social no Brasil. Num primeiro momento o foco está voltado para o Rio, visando a Copa e a Olimpíada, mas com projetos de expansão para outros segmentos do setor turístico do País. Os objetivos propostos pela CNTur visam colaborar com a estruturação do País para a Copa. A ideia principal é profissionalizar, orientar e modernizar todos os setores responsáveis pela recepção, acomodação e atendimento de um modo geral aos turistas que virão ao Brasil. Serão eles, no entendimento da CNTur, os grandes divulgadores das belezas naturais e da hospitalidade brasileira. A CNTur congrega cinco federações que representam hotéis, bares, restaurantes e similares, e 102 sindicatos da categoria. Seu presidente é Nelson de Abreu Pinto, empresário da área de gastronomia, atua como liderança sindical do setor de turismo há mais de 30 anos. É presidente da Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo (Abresi) e membro titular do Conselho Nacional de Turismo e do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Participaram do evento no Rio, os ministros do Turismo, Luís Barretto, do Esporte, Orlando Silva, e do Trabalho, Carlos Lupi. Informações:www.cntur.com.br
Setor sem crise
Dados do Sincor RO/AC comprovam que o mercado de seguros ignorou a crise financeira no primeiro semestre deste ano. De janeiro a junho, a receita de prêmios apurada chegou a R$ 35,5 bilhões, o que representa um incremento de 8,2% em comparação ao mesmo período, em 2008. A cifra registrada em junho (R$ 6,5 bilhões) foi 6,9% maior que a computada em maio e 8,9% superior a apurada em junho de 2008.Para os corretores de seguros, disse o presidente do Sincor RO/AC e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, a boa notícia foi o aumento das despesas comerciais das seguradoras, que englobam, basicamente, as comissões de corretagem. Até junho, os gastos comerciais do mercado somaram aproximadamente R$ 4,2 bilhões, com variação de 6,8% em comparação aos seis primeiros meses do ano passado.A taxa média de sinistralidade permaneceu em 53%, embora tenha ocorrido crescimento de 13,3% dos sinistros, que somaram R$ 10,5 bilhões até junho.Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
CC atinge corretor de seguros
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado votará agora em agosto projeto que altera o artigo 723 do Código Civil, referente aos deveres dos corretores. Se a proposta, de autoria de um senador do (PMDB-RO), for aprovada, aquele artigo passará a vigorar com a seguinte redação: "o corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio". Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Corretores de seguros
A inscrição no XVI Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros está em nova etapa de desconto especial, depois de encerrado o 1º período de incentivo, sexta-feira última. Até 30 de setembro, a inscrição tem custo de R$ 500, para sócios de sindicatos da categoria, e de R$ 800, demais participantes. Para acompanhante, o desembolso é de R$ 300. O corretor sindicalizado que deixar para se inscrever em cima da hora, a partir de 1º de outubro, pagará R$ 800 e os demais interessados, R$ 1 mil. Quinhentos reais será o custo do acompanhante. E isso se houver vaga disponível, já que a Fenacor limitou em 2.500 o número de congressistas. Prioritário é a qualidade, não a quantidade de participantes. O congresso acontece entre os dias 9 e 11 de outubro, em Florianópolis. Fonte: Sincor RO/AC;Seguros dia-a-dia;Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
segunda-feira, agosto 03, 2009
Expectativa de crescimento
Os sinais de que a crise começa a perder força estão dando novo ânimo ao setor de previdência complementar. Na Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) o clima é de otimismo, já que a entidade estima as vendas do setor subindo até 12% este ano, para perto de R$ 35,6 bilhões, pouco abaixo da expansão contabilizada em 2008, de 13,3%, com receita na casa de R$ 31,8 bilhões. A crise reduziu a capacidade de poupança da sociedade. Mas vamos manter até o final do ano o ritmo de crescimento em torno de 12% registrado até maio, previu a Fenaprevi.Fontes: Sincor RO/AC; Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Caminhos das abolições
- O Brasil também tem a sua Rota das Abolições, em SP. É o único país, além da França, a formalizar um roteiro turístico focado na história da escravidão dos africanos. A proposta tem o apoio da Unesco, que mantém o programa de pesquisas Rota do Escravo desde 1994 com o objetivo de traçar o caminho do tráfico negreiro. O organismo internacional pretende estimular a criação de rotas semelhantes em nações da África e das Américas. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Complexo de Lear
Durante curso de especialização na Universidade de Brasília, estudei a obra “Rei Lear”, de Shakespeare. Talvez a tragédia possa nos ajudar a entender um pouco a política brasileira. Ao sentir-se velho, Lear decide abdicar da sua condição de rei, do enfadonho encargo de governar.Chama as filhas -Goneril, Regana e Cordélia- para dividir seus bens e poder, anunciando que seria mais agraciada aquela que lhe fizesse a maior declaração de amor. E impõe outra condição: enquanto vivesse, o rei deveria ter assegurado respeito, prestígio, cuidado e, quem sabe, até mesmo o amor de suas filhas e súditos. Quer deixar de ser rei sem perder a majestade.Cordélia, a mais jovem, com quem o rei mais se identificava, e que muito o amava, não soube dizer o que sentia. As outras não sentiam amor pelo pai, mas eram hábeis na verve. O que torna sua jornada trágica e dolorosa é que Lear se recusa a retornar ao que um dia foi, um simples homem, rei de si mesmo. Não quer morrer, tornar-se passado. Quer ser sucessivo como é a vida, reviver a fase do prazer de poder.Quer ter séquito e até mesmo um bobo para ninar seu desamparo. Mas ninguém pode impunemente regredir sem ser atormentado pelo fantasma da repetição. No seu obsessivo desejo de ser amado, Lear agarra-se às palavras de Goneril e Regana. E rejeita amargamente a rebeldia de Cordélia, que só sabia sentir e não se sujeita a ter que fazer uma declaração de amor ao pai, obrigando-o a perceber esse amor no único lugar onde deveria estar: no resultado afetivo de suas relações pessoais.Não por acaso desmorona o mundo de Lear. O que antes era tão bem definido, passa a ser ambivalente. Certeza e dúvida, coragem e medo, segurança e desamparo. A loucura de não mais saber quem é.O alto preço por ter almejado e transformado em “ato” o desejo de retornar ao lugar onde um dia esteve e querer assumir a forma do que um dia foi. Ele só existe no mundo daqueles que o aceitam e o amam tal como é. E mesmo estes, incluindo Cordélia, não têm mais como aceitar seu governo senil. Até porque foi ele próprio quem decidiu abdicar de ser quem era para tornar-se quem não mais podia ser. Tornou-se merecedor da reprimenda feita por meio das palavras do bobo: “Tu não deverias ter ficado velho antes de ter ficado sábio”.Genial Shakespeare, trágico rei, frágil humanidade de sempre, que não quer passar. Que infringe a ordem dos acontecimentos, sem o árduo trabalho de elaborá-los. Que desiste de ressignificar-se, e quer tão somente repetir o prazer da sensação vivida nas ilusões de majestade.Marina Silva, senadora PT/AC.
Fenacor quer capacitar gestão diz diretor
A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) disse ao blog o diretor Geraldo Ramos, concluiu a terceira etapa de treinamento de empregados de sindicatos da categoria (Sincors), realizada no Rio, seguindo o projeto de implementação do Sistema de Excelência em Gestão Sindical (Segs). O programa foca práticas de planejamento, adequação de rotinas, utilização eficiente de recursos, redução de desperdícios e aumento da produtividade. Fontes: Sincor RO/AC; Fenacor; Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Conflitos podem gerar prejuízos
As tradicionais corretoras de seguro, aquelas formadas pelo pai e que contam com a ajuda nos filhos, podem enfrentar grandes problemas administrativos ocasionados pelos próprios membros da família. Praticamente todo homem adulto já deparou com uma situação na qual sua opinião era acentuadamente divergente, ou até se opunha a outra posição, tendo verificado ser difícil encontrar um consenso sem um mínimo de desgaste. Com isso, muitas vezes, a solução foi evitar o prolongamento do assunto e manter a distância entra as partes descontentes.
Juristas querem mandato no STF
Seis renomados juristas do país – Dalmo Dallari, Paulo Bonavides, José Afonso da Silva, Fábio Konder Comparato, Cezar Britto e Gustavo Binenbojm – defendem que o Congresso Nacional promova uma profunda alteração no Supremo Tribunal Federal (STF) com a fixação de mandato para os futuros ministros que venham a ocupar uma cadeira na mais alta Corte de justiça do país.Todos são unânimes em defender a vitaliciedade – até os 70 anos - dos atuais ministros do Supremo. No entanto, os juristas querem que os futuros ministros permaneçam no cargo 8 anos, no mínimo, e 12 no máximo. Opiniões de juristas quanto a um mandato fixo para os ministros do STF:Dalmo Dallari, jurista e professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.“Apóio integralmente a idéia de se instituir um mandato de dez anos para os ministros do Supremo Tribunal Federal. O essencial, neste momento, seria fixar o mandato e, depois, partir para a discussão de pormenores como a possibilidade de recondução e a reserva de um mínimo de vagas para magistrados, como defendem as associações de juízes. Quanto à preservação da vitaliciedade dos atuais ministros, entendo que esta deve existir porque eles já foram escolhidos e nomeados com base na Constituição e segundo a observância das regras atuais. Para os novos ministros, daqui em diante, se aplicariam as normas do mandato com período fixo”.Paulo Bonavides, jurista, catedrático emérito da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará e doutor honoris causa da Universidade de Lisboa.“Entendo que a função de ministro do STF não deve ser vitalícia. A escolha deve ser democratizada para que ninguém se perpetue no cargo, como ocorre nos Estados Unidos, por exemplo, onde a permanência é vitalícia e os ministros só se retiram voluntariamente, se renunciarem ao cargo. A escolha de membros do STF com mandato fixo, talvez com o período de 8 a 12 anos, e sem possibilidade de recondução, seria mais democrática.”Gustavo Binenbojm – jurista e professor de Direito Constitucional da UERJ.A fixação de um mandato – entre 9 e 12 anos - para os ministros do STF resolve alguns inconvenientes do regime de vitaliciedade, atualmente em vigor: evita a permanência de ministros nomeados ainda muito jovens por períodos excessivamente longos (entre 20 e 30 anos), o que é incompatível com a necessidade de renovação periódica da Corte; permite renovações mais graduais da Corte, uma vez que os mandatos terminam em datas não coincidentes; evita que um mesmo Presidente da República consiga nomear, em seu mandato, a maioria dos ministros da Corte".José Afonso da Silva, constitucionalista e fundador da Associação Brasileira de Constitucionalistas Democráticos.“Defendo há muito tempo o mandato fixo para ministros do STF. Um mandato de 12 anos, sem possibilidade de recondução. Temos, no entanto, que ressalvar os atuais ministros, pois eles têm cargo vitalício e essa seria uma dificuldade. Não se pode e não se deve interromper o curso da atuação dos atuais ministros. Por via de emenda constitucional seria difícil retirar essa vitaliciedade. Isso dificultaria a implementação do mandato fixo, pois, se se ressalva a posição dos ministros atuais, quando se implementaria o resto? No entanto, sou amplamente favorável à fixação de um mandato de 10 anos para os ministros do Supremo”.Cezar Britto, presidente nacional da OAB."Defendo a fixação de um mandato de dez anos, sem direito a recondução, para os onze ocupantes do Supremo. Hoje, o cargo de ministro do STF é vitalício, com o ministro se aposentando compulsoriamente ao completar 70 anos de idade. Instituir um mandato fixo seria uma forma de oxigenar a Corte. É preciso que quem interpreta a Constituição tenha uma vinculação muito grande com as mudanças do tempo. As pessoas mudam, os entendimentos mudam e a interpretação da Constituição brasileira tem de seguir o rastro da evolução. Com isso, teríamos um Supremo muito mais ágil e receptivo à evolução da sociedade.”Fábio Konder Comparato, constitucionalista, doutor em Direito pela Universidade de Paris e doutor honoris causa da Universidade de Coimbra.“No meu anteprojeto de Constituição, que data de 1985, incluí a sugestão de criação de uma Corte Constitucional, pois entendo que é preciso separar as funções de juízo constitucional de um lado e as de tribunal superior do outro. O STF junta ambas as funções hoje. No caso do tribunal constitucional, tal como ocorreu na Alemanha, por exemplo, seria preciso estabelecer um mandato limitado para os seus ocupantes. Um mandato de nove anos seria um bom período, sem direito a renomeação. Os atuais ministros do STF não podem ter o seu mandato encurtado. No entanto, se optarmos pela criação de dois tribunais, os atuais ministros continuariam no STF, desde que se modificasse sua competência, e se nomeariam outros para o tribunal constitucional, estes obrigatoriamente com mandato fixo.”
MP beneficia Rondônia
O presidente Lula assinou na quarta-feira, (29), a Medida Provisória que regulamenta a interligação de quatro unidades da Região Norte – Rondônia e mais três estados –, ao Sistema Integrado Nacional (SIN), por meio da rede de distribuição do Linhão de Tucuruí. Na prática, a MP define regras e formas de transição dos sistemas isolados que servem atualmente a esses estados para a rede nacional de energia elétrica. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Cassol vistoriou obras
Para conferir de perto o andamento das obras de asfaltamento e recapeamento das rodovias estaduais, o governador Ivo Cassol, de Rondônia, repetiu durante a última semana o que já vem se tornando hábito na administração dele: passou o dia fazendo vistorias de surpresa nos canteiros de obras para conferir o andamento dos trabalhos, e o resultado não poderia ser melhor, com máquinas e homens trabalhando intensamente em todos os trechos visitados.O primeiro trecho vistoriado foi na RO-205, que liga a BR-364 ao município de Cujubim. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
HG:preparo e maturidade
Repercutindo na imprensa nacional e em algumas regiões especificas entre elas, Rondônia e Baixada Santista em São Paulo, o pré-candidato a senador (PV-SP) Hércules Góes, já alcunhado de senador do Ecoturismo e da Justiça Climática, está sendo indagado por vários repórteres o porquê do lançamento à candidatura a uma das vagas ao Senado da República por São Paulo, ao invés de tentar consumar eleição para deputado estadual ou deputado federal.Respondendo aos vários jornalistas que o estão questionando com o anúncio da disposição em lutar pela vaga dentro do PV para concorrer a uma das vagas em 2010, o ativista ambiental afirmou que mesmo sabendo da sua grande votação em 2006, (9000 votos) que lhe daria uma cadeira na Câmara Federal, em outra legenda, já que a representação de São Paulo tem deputados com votação similares à sua (Aline Correa-PP e Cel. Paes Lira 7000 votos) e que teria chances de eleição proporcional, entende que responde às pesquisas realizadas pelos simpatizantes e assessores de que haverá grande renovação nas Casas Legislativas do Brasil. HG apoia Lula em Brasília e Kassab e Serra em SP. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Encontro do corretor de seguros
O Sincor RO/AC promoveu, nesta sexta-feira (31), nova edição do Encontro do Corretor, que se realizou na sede do Sindicato, a partir das 18h. O evento foi aberto a todos os profissionais do mercado. No cardápio, pratos variados, tais como, peixe frito e baião de dois. Fontes: SincorRO/AC;Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Mudança no CC atinge corretor de seguros
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senador votará agora em agosto projeto que altera o artigo 723 do Código Civil, referente aos deveres dos corretores. Se a proposta, de autoria de um do senador (PMDB-RO), for aprovada, aquele artigo passará a vigorar com a seguinte redação: "o corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio". É acrescentado ainda um parágrafo único: "sob pena de responder por perdas e danos, o corretor prestará ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e de outros fatores que possam influir nos resultados da incumbência". No texto do Código Civil em vigor, não há parágrafo único, e as informações contidas no artigo 723 informam, ao mesmo tempo, os deveres e as penalidades impostas ao corretor. Segundo o dispositivo, "o corretor é obrigado a executar a mediação com a diligência e prudência que o negócio requer, prestando ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento dos negócios; deve, ainda, sob pena de responder por perdas e danos, prestar ao cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance, acerca da segurança ou risco do negócio, das alterações de valores e do mais que possa influir nos resultados de incumbência". Como se vê, a única alteração, na prática, é a retirada do termo esclarecimentos que estiverem ao seu alcance. Com isso, aumenta a responsabilidade do corretor de seguros, pois não poderá alegar mais desconhecimento de determinada questão não comunicada ao cliente, Segundo o autor da proposta, o projeto corrige "comandos díspares", dirigidos ao corretor e elimina subjetivismos. Na prática, a atual redação do artigo 723 permite seja o corretor eximido de responsabilidades, alega o deputado. Ao apresentar parecer favorável à aprovação da proposta, o relator, um senador do (DEM-PE), propôs apenas uma alteração na redação da ementa, para esclarecer que a alteração visa a adequar o texto às exigências da Lei Complementar 95/98, que dispõe sobre a elaboração, a redação, alteração e a consolidação das leis. Fonte: Sincor RO/AC;CQCS;Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
domingo, agosto 02, 2009
Cine ambiental
O Cine Ambiental, que abre a programação do Gramado Cine Vídeo, fez um ajuste na sua programação em função da prorrogação da volta às aulas nas escolas de Gramado. A 3ª edição do Cine Ambiental, terá atividades de 5 a 7 de agosto. No GramadoZoo será apresentada uma “mostrinha de cinema ambiental”, destinada às crianças e jovens da Região, com o objetivo de reforçar a conscientização ambiental.
Justiça climática
O grupo editorial Ecoturismo está contando os dias no relógio da Campanha oficial TCK TCK TCK de Justiça Climática, visando o convencimento de grandes parcelas da população brasileira da importância da conscientização de diminuição dos graves efeitos do aumento de gás na atmosfera.
Assinar:
Postagens (Atom)