Foto Yahoo
sexta-feira, junho 18, 2010
quinta-feira, junho 17, 2010
Universia 2010
El segundo encuentro de Rectores Universia – Guadalajara 2010 “Por un espacio iberoamericano del conocimiento socialmente responsable”, llevado a cabo entre los días lunes 31 de mayo y martes 1 de junio de 2010, en la ciudad de Guadalajara – México, contó con la participación de 1.200 rectores. La Ms. Kitty Gaona Franco, rectora, participó del encuentro con representantes de universidades de Paraguay. En ella se realizaron debates sobre temas de interés educativo, social y económico. Universia: es la red de colaboración universitaria más grande de Iberoamérica. Presente en 23 países de habla hispana y portuguesa, trabaja para favorecer el desarrollo de las naciones a través del apoyo a la educación superior. Mesas de debate en la que se ha participado.Internacionalización y Cooperación universitaria. La movilidad universitaria. La Actividad Docente: nuevas formas y nuevo alcance. Formación de profesores e investigadores. Además se participó en la entrega de premios de la Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado (AUIP)”. Es de destacar que la rectora fue invitada junto con otros 14 Rectores (de entre los 1200 Rectores que participaron) por el Secretario de Educación del Estado de Jalisco Lic. Antonio Gloria Morales para una Cena de trabajo. En la que se expusieron distintos temas en debate: La educación superior y el conocimiento como factores de inclusión y cohesión social, Redes y asociaciones colaborativas entre países, la investigación en común, y otros temas relevantes en el ámbito de la educación superior.
Cuidado com o seguro vendido pela web, orienta o Sincor RO/AC
O seguro contratado através da Internet pode ser uma decepção e uma tremenda dor de cabeça na hora da indenização. Na hora de contratar o seguro do automóvel, em muita das vezes, a grande preocupação do proprietário é conseguir o menor preço, pesquisando através da Internet ofertas de várias companhias e caprichando no preenchimento da declaração do próprio perfil. Mas quem foge da realidade e não tem uma consultoria e assessoria por parte de um profissional corretor de seguros pode pagar caro ou ter uma tremenda dor de cabeça quando tiver que acionar o seguro. A orientação que nós, corretores de seguros, prestamos a este tipo de consumidor é para analisarem com bastante cuidado as propostas em todos os aspectos, para não se arrependerem depois. Muitos consumidores não entendem o significado do termo franquia , APP, RCF (DM) e (DC), e nem a sua aplicabilidade quando da ocorrência de um possível sinistro e poucos se importam com os seus valores, por exemplo. Outros fatores, tais como, condutor principal, condutores eventuais, se o veículo será conduzido por filhos de 18 a 24 anos, não são observados e nem respondidos com precisão por parte do futuro segurado. Aqui fica um alerta aos consumidores de seguro, o contrato de seguro correto não é o de valor mais barato, mas sim o que oferece a melhor relação entre a franquia, informações precisas no tal perfil e o custo final do seguro. Também é preciso ser sincero ao dizer que o carro não será dirigido por filhos entre 18 e 24 anos e outras perguntas, só para conseguir um bom desconto. Caso aconteça um sinistro com o veículo segurado e o seu condutor estiver nesta faixa etária, a seguradora não irá cobrir o prejuízo.Um dos principais questionamentos por parte do consumidor é qual a razão do valor do prêmio das apólices de seguros variam tanto de um dia para outro, e também, de uma seguradora para outra seguradora. Aqui vale um destaque, as seguradoras trabalham mais com os próprios índices de sinistralidade do que pela média de preço praticada pelo mercado segurador. A lógica atribuída pelas companhias seguradoras é dividir o prejuízo de um determinado modelo por todos os proprietários desse modelo que são seus clientes. Por isso, um carro pode ter um índice menor em uma companhia e maior em outra. Na média, os carros de seguro mais caro, em qualquer companhia, são os mais visados por ladrões. A orientação é a seguinte: Seguro só com Corretor de Seguros. Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC Sindicato dos Corretores de Seguros, Empresas Corretoras de Seguros, Capitalização e Previdência Privada em Rondônia. Fontes: Sincor-RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.
quarta-feira, junho 16, 2010
Seguros de vida ficam mais populares, segundo Sincor RO/AC
Consumidores devem ficar atentos às coberturas oferecidas nas apólices. Num mercado em expansão, em que detém 22% da fatia total, e só perde de carros - que para o seguro de carros - que responde por 35% de todas as apólices feitas no País -, a procura por seguros de vida tem aumentado nos últimos anos, principalmente por conta da popularização do serviço e da conscientização de sua importância. E bem verdade que ninguém pensa em morrer ou ficar inválido, mas se preocupar com estas questões pode garantir um período de tranquilidade para aqueles que necessitam de sua renda. Até porque, essa é a função básica do seguro de vida: dar suporte às pessoas que possam ficar desamparadas pela morte do contratante. Um bom seguro permite a seus familiares usar o valor da indenização para quitar suas dívidas (se houver) ou ter uma garantia caso você não possa mais trabalhar em caso de invalidez. Segundo a Fenaprevi, no segmento de vida, a indústria de seguros movimentou cerca de R$13,7 bilhões ern prêmios em 2009. As estatísticas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) revelam que entre 2005 e 2009 houve aumento de 53% no valor dos prêmios arrecadados. Ou seja, o brasileiro está dando mais valor ao assunto. Estudo realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) feito com as principais seguradoras do ramo aponta ao consumidor as melhores opções do mercado, que é repleto de alternativas e muda constantemente. Analisar qual a cobertura ideal é fundamental para fazer o investimento certo. As empresas Mapfre, Allianz, Caixa e Marítica oferecem, segundo a associação, as melhores opções. "Hoje somente 10 milhões de brasileiros possuem seguro de vida e, o potencial é de 40 milhões. E um produto barato, que eleva a autoestima do cidadão", explica Rossi, acrescentando que o valor da apólice é determinado pelo cliente. Deve-se levar em consideração vários aspectos ao adquirir uma apólice. Ele alerta que existem duas formas de contratar esse tipo de seguro: através de uma apólice no banco ou negociando com um corretor. "A vantagem do corretor é que ele pode fornecer várias cotações e dessa forma o cliente pode comparar vários tipos de cobertura e preços", explica. A Mapfre Seguradora explica que qualquer pessoa, basicamente, pode ter um seguro de vida. Há casos raros em que a apólice é negada. "O contrato é negado quando a pessoa possui doença em fase terminal. Mas, no geral, qualquer pessoa acima de 18 anos pode contratar uma apólice", explica acrescentando que embora mais da metade das apólices contratadas sejam feitas por homens, as mulheres ocupam uma expressiva fatia do mercado. Segundo a pesquisa, muitas seguradoras exigem de seus clientes o preenchimento de uma declaração pessoal de saúde(DPS) sobre o histórico de vida. Com base nesse documento, a empresa leva até 15 dias para analisar o risco e dizer se aceita ou não o seguro. Caso ela não aceite, deve fundamentar a recusa. Brasil lembra que o segurado pode contratar quantas apólices quiser, assim como beneficiar qualquer pessoa e o mais comum é que os cônjugues e filhos sejam os beneficiários. "É importante manter a apólice atualizada. Com a renovação é praticamente automática, é necessária atualizá-la quando nascem filhos, há divorcio ou morte de algum beneficiário", alerta. Mulheres são principais focos das seguradoras Existem dois tipos de coberturas: a básica (que geralmente cobre morte natural, morte acidental e invalide permanente por acidente) e coberturas complementares (que além do básico oferecem, por exemplo, serviço funerário). As coberturas básicas são consideradas pela Proteste como as mais importantes e devem sempre ser contratadas. A cobertura de morte do cônjuge garante o pagamento do capital segurado no próprio cliente (durante a vigência do seguro) caso seu cônjuge faleça. As coberturas de auxílio funeral (que reembolsa os gastos referentes ao funeral) ou assistência funeral (serviço complementar ao contrato de seguro) também são desejáveis. Secretária executiva aposentada, Neide de Lima, de 62 anos, possui um seguro de vida há mais de 30 anos. A apólice é encarada pela aposentada como um investimento para a filha. "O meu seguro de vida é particular, foi apenas oferecido pela empresa em que trabalhava, mas a opção era de cada funcionário. Optei por contratar a apólice como uma forma de deixar minha filha segura quando en morrer. O valor é pequeno em vista da segurança financeira que por algum tempo ela vai ter. Pago um pouco mais de R$ 00pormes",declara. Já o químico Cristiano Barreto possui um seguro de vida oferecido pela empresa em que trabalha. Funcionário da Petrobras, ele trabalha embarcado em plataformas de petróleo na Bacia de Santos e explica que o seguro é obrigatório. "Quem trabalha como eu, embarcado, tem um seguro obrigatório feito pela empresa que cobre morte natural, acidental e até mesmo invalidez. É uma segurança para minha esposa e meu filho. Meu trabalho é um pouco arriscado", explica. Com expectativa de vida mais alta e perfil super protetor da prole fazem das mulheres o principal foco das seguradoras, quando o assunto é seguro de vida. Uma pesquisa do Ibope mostra que 42% das carteiras de seguro de vida no Pais já estão nas mãos do público feminino. O mercado de seguros já se deu conta disso e contempla as necessidades delas. "O número cada vez maior de mulheres responsáveis pelo sustento da família e a preocupação em proteger financeiramente seus dependentes, fazem delas grandes consumidoras do produto", diz a Fenaprevi. Fontes: O Fluminense Economia . Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.
Sincor RO/AC: grande oportunidade ainda em 2010 em Porto Velho!
Curso de Habilitação para Corretores de Seguros - Funenseg. Em 2010 - 1ª e 2ª fase - Habilitação em Capitalização, Vida e Previdência. Em 2011 - 3ª fase - Habilita em TODOS os Ramos do seguros (pré-requisito para esta fase, ter sido aprovados nas 1ª e 2ª fase ou ter a Susepinha). Início em: 05 de julho de 2010. O curso COMPLETO é composto de sete módulos. Porém, este ano, é possível acontecer apenas três módulos em Porto Velho, devido a carga horária do curso ser extensa. Este curso é NACIONAL, ele começa e termina no mesmo dia em todo o Brasil. A maioria das AVALIAÇÕES também são nacionais (mesmo dia e hora). As provas são encaminhadas por transportadora e fiscais da Funenseg aplicam essa prova. O curso vai ser realizado de segunda a sexta-feira das 19:00 às 22:00h, o local está sendo definido. Documentação exigida: cópia da identidade e CPF e conclusão de 2º grau "autenticada". Pré-requisito para o curso: maior de 18 anos e 2º grau (ensino médio) completo.Local: Conselho Regional de Administração – Rua Tenreiro Aranha, nº 2978 – Bairro Olaria - Porto Velho-RO. Período do curso em 2010: 05/07/2010 a 01/12/2010. Período dos módulos: Fase I = Módulo 1: 05/07 A 05/08 – Prova: 10/08 – Prova Final: 19/08. Fase II = Módulo 2 :23/08 a 16/09 – Prova: 22/09. Fase II = Módulo 3: 27/09 a 01/11 – Prova: 8/11. Prova Final Módulo 2: 29/11. Prova Final Módulo 3: 01/12. Valor do Investimento do aluno: Fase I = Módulo 1: R$ 550,00 à vista. Fase II = Módulos 2 e 3 : 2 x R$ 520,00. Obs.: O pagamento é feito “sempre um dia útil, antes do início de cada módulo”. Inscrições e informações: SINCOR-RO, Rua Hebert de Azevedo, 1313 - Olaria - Porto Velho - Rondônia - RO Telefones: (69) 3229-7129 /Fax: (69) 3221-2233 e-mail: sincorro@fenacor.com.br ou na Unidade Goiás - Escola Nacional de Seguros- 62-3945-1210– e-mail: unidadego@funenseg.org.br .
terça-feira, junho 15, 2010
Sincor RO-AC vai habilitar novos profissionais de seguros
O diretor da Fenacor e presidente do Sincor, Geraldo Ramos, com o apoio da diretoria e Funenseg, farão realizar em Porto Velho, a partir de 05 de julho, o tão esperado Curso de Habilitação para Corretores de Seguros, Habilitação em Capitalização, Vida e Previdência, e Habilitação em todos os ramos de seguros. Novas informações 69-3229-7129 e-mail: sincorro@fenacor.com.br
segunda-feira, junho 14, 2010
Geraldo Ramos e diretoria do Sincor RO/AC realizam palestra
Numa iniciativa e realização do vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, e diretoria, os corretores de seguros dos dois Estados da Amazônia, serão contemplados dia 25 de junho, sexta-feira, às 18h30, no hotel Vila Rica, em Porto Velho, com a palestra de Bruno Kelly. Tema: "Canais de distribuição: o que tem mudado? Quem são nossos concorrentes? Oportunidades.
quinta-feira, junho 10, 2010
Seguros: compras na web crescem
A compra de seguros por meio da internet vem apresentando crescimento no Brasil, segundo revela pesquisa realizada pela Accenture, empresa especializada em consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Este ano, de acordo com a pesquisa, cerca de 19% dos entrevistados no País disseram que pretendem comprar ou renovar uma apólice de seguro por meio da internet nos próximos 12 meses. Em anos anteriores, este número era,aproximadamente, de 13%. Mesmo com a alta, no Brasil, a internet ainda é pouco utilizada para contratar seguros, já que, em outros países, este canal apresenta índices significativos na preferência dos consumidores, atingindo, por exemplo, 46% da preferência na Alemanha e 70% no Reino Unido. “É importante destacar que a internet é um canal em franca expansão e deve crescer de forma exponencial no futuro”, afirma o líder da área de seguros da Accenture no Brasil, Raphael de Carvalho. Bancos e Corretores No Brasil, a compra por meio de corretores de seguros e bancos ainda é a preferida do consumidor, com 57% e 54% das indicações, respectivamente. No Reino Unido, a mesma operação com os corretores só é feita por 17% dos clientes, e, nos bancos, por 14%. A Accenture ouviu mais de 3,5 mil consumidores do reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Brasil para verificar as expectativas, serviços e os principais canais utilizados para contratar seguros. Fonte: InfoMoney Gladys Ferraz Magalhães; Ronseg, corretora de seguros.
Líder amazônico Geraldo Ramos ajuda Fenacor na sua principal missão
A Fenacor conta com a indispensável colaboração dos seus cinco vice-presidentes regionais para cumprir a sua missão principal, qual seja a de defender os interesses da categoria, a partir do levantamento das diferentes necessidades dos profissionais de cada parte do país.Na terça-feira passada (dia 1º) junto com a diretoria da Federação, foram empossados também os novos vice-presidentes regionais. Todos eles são líderes nas suas respectivas regiões.Os vices regionais são: Dorival Alves de Sousa (Centro-Oeste); Carlos Alberto Valle (Nordeste); Leoncio de Arruda (Sudeste); Odair Roders (Sul); e GERALDO Cavalcante RAMOS (Norte).A solenidade, realizada na sede da Fenacor, no Rio, contou com as presenças dos presidentes dos sindicatos da categoria e do superintendente da Susep, Paulo dos Santos. Fonte: CQCS Jorge Clapp; Ronseg, corretora de seguros.
Festival de turismo em Iguaçu
Foz do Iguaçu, sedia, no dia 18 de junho, a Mostra de Turismo Sustentável. O evento acontece paralelamente ao 5º Festival de Turismo das Cataratas e vai discutir como é possível incluir a pessoa com deficiência no mercado turístico. Para ministrar uma palestra sobre o tema, foi convidado o consultor de turismo Ricardo Shimosakai. Para ele, o mercado para atender as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida ainda é pouco explorado no Brasil, o que pode trazer muitas oportunidades de negócios.“O fluxo de turistas com deficiência no Brasil ainda é pequeno pela falta de adequação dos produtos e serviços turísticos”, destaca. Ele lembra que o conhecimento sobre acessibilidade e inclusão da maioria das pessoas ainda é limitado. “Existem diferentes tipos de deficiência e o turismo deve ser um direito de todos, independentemente de suas necessidades. É importante que a acessibilidade não seja vista como um gasto, e sim como um investimento. E não se deve pensar em caridade, mas sim em inclusão”, ressalta. Sobre sua participação no Festival, Shimosakai diz que espera passar uma visão mais ampla do que é o turismo adaptado. “Mostrarei formas práticas e eficientes de como se trabalhar com esse segmento, através de exemplos de casos reais”, diz. E salienta: “Mais do que passar conhecimento, gostaria de agregar pessoas para trabalhar em parceria nesse segmento”. Ricardo Shimosakai é bacharel em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi. As inscrições para participação estão abertas. Apoia o evento: Itaipu Binacional.
terça-feira, junho 08, 2010
segunda-feira, junho 07, 2010
Frases do dia
7/6/2010
Pós-Lula
“Quem vai de fato mandar no PT pós-Lula? Ninguém sabe. Não há um petista com poder comparável ao exercido pelo hoje presidente mais popular da história recente do Brasil. Um imenso vácuo está em processo de formação” – Fernando Rodrigues, jornalista – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Filme de terror
“Aldo Rebelo quer mudar a lei para que cada Estado determine o direito de o pequeno proprietário explorar beiras de rios, mudar cursos d'água e desmatar encostas. Mas, quando se pensa nos interesses que regulam certos Estados brasileiros, a perspectiva é a de um filme de terror - com o Brasil morrendo no fim” – Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Extinção
"Nem toda a soja do mundo vale a extinção de uma só espécie" – bióloga, citada por Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Prazo
"O prazo vence hoje. Se o PT de Minas errar, quem vai pagar a conta é a Dilma" - Wellington Salgado, ex-senador - PMDB-MG, cobrando o cumprimento do acordo, com o PT nacional, segundo o qual o candidato ao governo de Minas seria Hélio Costa (PMDB), e não Fernando Pimentel (PT) - Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Hóstias...
“Hóstias, cânticos, defumações: o candidato, ou candidata, abaixa a cabeça e se deixa abençoar pelo padre, pelo pastor, pelo babalaô - e segue, em odor de santidade, para seu próximo compromisso de campanha” - editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
“Quanto a José Serra e Dilma Rousseff, a religião não fala, mas impõe-lhes o silêncio, em troca de votos. Descaracterizam-se, desconversam, dizem amém -e oferecem, a quem quiser acreditar, o espetáculo regressivo e a bem dizer ridículo da cordura e da compunção” – editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
“A candidata do PV, Marina Silva, ao menos tem sido clara em suas atitudes. É evangélica. Perde ou ganha votos com isso” – editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Simpatizantes...
"Cheguei na menina, e ela disse que gosta de homem" - Marisol Dionísio, 22 anos, atendente de bar, creditando a falta de plumas e paetês na Parada Gay, em São Paulo, ao excesso de "simpatizantes" – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
"Não quero mudar o mundo..."
"Não, não quero mudar o mundo, nem mudar o homem, muito menos a mulher, a mulher, então, está perfeita como é, se mudar, atrapalha, gosto dela assim, carente, instável, infernal, de batom vermelho e de saia justa" - Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
"Participo do debate público pra atrapalhar a vida de quem quer mudar o mundo ou de quem tem ideais" – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Pregação evangélia e marxista
“Reconhece-se uma pregação evangélica quando se ouve frases como: "Aleluia, irmão!". Reconhece-se uma pregação marxista quando se ouve frases como: "É necessário destruir o mundo do capital e criar uma sociedade mais justa onde o verdadeiro homem surgirá" – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Jesus e o cartão Visa
“Pergunto, confesso, com sono: "E quem vai criar essa sociedade mais justa?". Provavelmente o pregador em questão pensa que ele próprio e os seus amigos devem criar essa nova sociedade. Mentirosos, deveriam ser tratados como pastores que vendem Jesus e aceitam cartão Visa” – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Ateu místico
“A esquerda socialista comunista praticamente acabou, só sobrou eu. Mas sou comunista de acreditar em Marx, não em Lenin, Stalin ou Fidel Castro. É como religião, seja qual for a sua não pode desrespeitar a dos outros. Eu sou ateu convicto, como dizia o Tom, sou ateu meio místico. Minha posição é mais ou menos assim: politicamente eu sou proletário, economicamente eu sou burguês, mas esteticamente eu sou aristocrático” – Carlos Lyra, compositor – Zero Hora, 07-06-2010.
Bossa Nova
“A Bossa (Nova) é uma música de classe média, feita pela e para a classe média. Por isso faz sucesso no Exterior, onde as classes médias são mais poderosas, e baixa a bola no Brasil, onde a classe média é comprimida. Nem o presidente aqui gosta de classe média” – Carlos Lyra, compositor – Zero Hora, 07-06-2010.
Ruindade
“O Grêmio é hoje um time com um grande treinador e com alguns péssimos jogadores de futebol, amontoados com zelo e cuidado incompetente dos seus dirigentes, que escolheram a dedo laterais medíocres e reservas do ataque de ruidosa e ostensiva ruindade” – Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 07-06-2010.
Pernas de pau
“Silas é um grande treinador, que conseguiu levar a reboque o Grêmio para o título de campeão gaúcho, apesar de a direção do clube ter-lhe dado um plantel de muitos medíocres e pernas de pau, claro que o Gauchão foi conseguido com calças na mão, perdendo o último Gre-Nal e sendo campeão no regulamento, contra um Internacional que tinha perdido para o São José por 3 a 0” - Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 07-06-2010.
Pós-Lula
“Quem vai de fato mandar no PT pós-Lula? Ninguém sabe. Não há um petista com poder comparável ao exercido pelo hoje presidente mais popular da história recente do Brasil. Um imenso vácuo está em processo de formação” – Fernando Rodrigues, jornalista – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Filme de terror
“Aldo Rebelo quer mudar a lei para que cada Estado determine o direito de o pequeno proprietário explorar beiras de rios, mudar cursos d'água e desmatar encostas. Mas, quando se pensa nos interesses que regulam certos Estados brasileiros, a perspectiva é a de um filme de terror - com o Brasil morrendo no fim” – Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Extinção
"Nem toda a soja do mundo vale a extinção de uma só espécie" – bióloga, citada por Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Prazo
"O prazo vence hoje. Se o PT de Minas errar, quem vai pagar a conta é a Dilma" - Wellington Salgado, ex-senador - PMDB-MG, cobrando o cumprimento do acordo, com o PT nacional, segundo o qual o candidato ao governo de Minas seria Hélio Costa (PMDB), e não Fernando Pimentel (PT) - Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Hóstias...
“Hóstias, cânticos, defumações: o candidato, ou candidata, abaixa a cabeça e se deixa abençoar pelo padre, pelo pastor, pelo babalaô - e segue, em odor de santidade, para seu próximo compromisso de campanha” - editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
“Quanto a José Serra e Dilma Rousseff, a religião não fala, mas impõe-lhes o silêncio, em troca de votos. Descaracterizam-se, desconversam, dizem amém -e oferecem, a quem quiser acreditar, o espetáculo regressivo e a bem dizer ridículo da cordura e da compunção” – editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
“A candidata do PV, Marina Silva, ao menos tem sido clara em suas atitudes. É evangélica. Perde ou ganha votos com isso” – editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Simpatizantes...
"Cheguei na menina, e ela disse que gosta de homem" - Marisol Dionísio, 22 anos, atendente de bar, creditando a falta de plumas e paetês na Parada Gay, em São Paulo, ao excesso de "simpatizantes" – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
"Não quero mudar o mundo..."
"Não, não quero mudar o mundo, nem mudar o homem, muito menos a mulher, a mulher, então, está perfeita como é, se mudar, atrapalha, gosto dela assim, carente, instável, infernal, de batom vermelho e de saia justa" - Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
"Participo do debate público pra atrapalhar a vida de quem quer mudar o mundo ou de quem tem ideais" – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Pregação evangélia e marxista
“Reconhece-se uma pregação evangélica quando se ouve frases como: "Aleluia, irmão!". Reconhece-se uma pregação marxista quando se ouve frases como: "É necessário destruir o mundo do capital e criar uma sociedade mais justa onde o verdadeiro homem surgirá" – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Jesus e o cartão Visa
“Pergunto, confesso, com sono: "E quem vai criar essa sociedade mais justa?". Provavelmente o pregador em questão pensa que ele próprio e os seus amigos devem criar essa nova sociedade. Mentirosos, deveriam ser tratados como pastores que vendem Jesus e aceitam cartão Visa” – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Ateu místico
“A esquerda socialista comunista praticamente acabou, só sobrou eu. Mas sou comunista de acreditar em Marx, não em Lenin, Stalin ou Fidel Castro. É como religião, seja qual for a sua não pode desrespeitar a dos outros. Eu sou ateu convicto, como dizia o Tom, sou ateu meio místico. Minha posição é mais ou menos assim: politicamente eu sou proletário, economicamente eu sou burguês, mas esteticamente eu sou aristocrático” – Carlos Lyra, compositor – Zero Hora, 07-06-2010.
Bossa Nova
“A Bossa (Nova) é uma música de classe média, feita pela e para a classe média. Por isso faz sucesso no Exterior, onde as classes médias são mais poderosas, e baixa a bola no Brasil, onde a classe média é comprimida. Nem o presidente aqui gosta de classe média” – Carlos Lyra, compositor – Zero Hora, 07-06-2010.
Ruindade
“O Grêmio é hoje um time com um grande treinador e com alguns péssimos jogadores de futebol, amontoados com zelo e cuidado incompetente dos seus dirigentes, que escolheram a dedo laterais medíocres e reservas do ataque de ruidosa e ostensiva ruindade” – Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 07-06-2010.
Pernas de pau
“Silas é um grande treinador, que conseguiu levar a reboque o Grêmio para o título de campeão gaúcho, apesar de a direção do clube ter-lhe dado um plantel de muitos medíocres e pernas de pau, claro que o Gauchão foi conseguido com calças na mão, perdendo o último Gre-Nal e sendo campeão no regulamento, contra um Internacional que tinha perdido para o São José por 3 a 0” - Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 07-06-2010.
domingo, junho 06, 2010
sexta-feira, junho 04, 2010
Previdência e Seguros oferece espaço para corretor de seguros
A tradicional revista Previdência & Seguros, editada no Rio, dedica, a partir de agora, um espaço exclusivo para o corretor de seguros, que poderá enviar sugestões, comentários e reclamações referentes a assuntos pertinentes a sua atividade profissional. Nesse espaço também será possível apontar problemas enfrentados no dia-a-dia do profissional e que podem ser solucionados com o apoio do Sindicato. É mais uma iniciativa da diretoria do Sincor visando a contribuir com o corretor e buscar soluções e melhorias para a categoria. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.
Uma ave-maria por Serra
Ontem, padre Marcelo pediu uma Ave-Maria por José Serra que não moveu um músculo da fisionomia tensa e calcificada que manteve durante todo o culto celebrado pelo religioso cantante. Circula na internet aquela que talvez seja a origem da reza solicitada e do crispado no rosto do candidato do conservadorismo brasileiro. O site Conversaafiada, de Paulo Henrique Amorim [http://www.conversaafiada.com.br/] publica o prefácio de um livro de 14 capítulos, escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr, que dedicou um ano de investigações dentro e fora do Brasil para rastrear e comprovar --com documentos oficiais, obtidos na Justiça-- as interligações entre privatizações, campanhas eleitorais, empresas de fachada em paraísos ficais e movimentações milionárias de dólares feitas por parentes, amigos e homens de confiança de José Serra. Entende-se agora porque o tucano se antecipou --com a ajuda do Globo e da Veja e o silêncio da Folha-- e tentou desqualificar o dilúvio reduzindo-o a um cuspe do PT. Uma Ave Maria talvez não baste para José Serra. A ver. (Carta Maior; 04-06).
Seguro do carro, o barato pode sair caro, explica Geraldo Ramos
Na hora de contratar um seguro de automóvel, o preço não deve ser o fator decisivo de compra para o consumidor. Segundo o Sincor RO/AC, ao analisar somente o custo, o mais barato pode sair caro."É um grande erro analisar somente o custo, pois pode faltar algum serviço que, caso ocorra um problema, se pago separadamente, pode sair mais caro do que se constar da apólice", explica o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. A FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) concorda e acrescenta: "Cada vez mais, as seguradoras têm colocado serviços para que a pessoa não utilize o seguro somente quando ocorre o sinistro. Assim, estes serviços agregados também devem ser avaliados pelo consumidor", alerta. O que é essencial? Antes de analisar preços, na hora de contratar um seguro de automóvel, o consumidor deve analisar se as coberturas oferecidas atendem as suas necessidades, se os valores de indenização são compatíveis com os eventuais prejuízos que possam ocorrer e se há uma garantia de prazo de indenização. Além disso, dizem, é necessário verificar o valor da franquia e se a seguradora oferece carro reserva e serviços adicionais."É necessário que o consumidor entenda que o preço é importante, mas não deve ser item decisório na hora de contratar um seguro", finaliza. Fontes: InfoMoney; Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.
CCJ deve vetar microsseguro
A tão aguardada regulamentação do microsseguro, que contém medidas de incentivo fiscal para o contribuinte e tributário para as seguradoras que vierem a operar no segmento, sofreu sério revés na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal: o relator Hugo Leal (PSC-RJ) concluiu o relatório pela inconstitucionalidade da matéria (Projeto de Lei 3.266, de 2008). O parecer ainda não foi à votação.Se a interpretação do deputado Hugo Leal não mudar ou se o parecer não for derrubado na comissão, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) terá que partir novamente do zero para implantar o marco regulatório do microsseguro no País, legislação que esperava ver aprovada neste semestre.Ao comentar o assunto, o novo titular do órgão, Paulo dos Santos, assinala que "o Congresso é soberano e não cabe à direção da Susep opinar sobre a tramitação de matérias".De qualquer forma, ele adianta que continuará discutindo internamente as regras que podem ser estabelecidas para o microsseguro no mercado brasileiro. "A regulamentação será aprovada no momento oportuno", sustenta. "Com a reprovação do projeto, será possível aproveitar agora a experiência acumulada pelo mercado, pelos executivos que têm viajado muito nestes dois últimos anos, para aprimorar a proposta original, apresentada em 2008", comenta.De qualquer forma, ele diz que a Bradesco, por exemplo, vai continuar investindo firme nos produtos populares, como a recém-lançada Primeira Proteção, que já vendeu 120 mil apólices. Segundo ele, a companhia acompanha duas famílias em favelas do Rio e de SP para apurar as reais necessidades de coberturas das pessoas mais carentes. "O microsseguro é a última fronteira de inclusão social no Brasil. A Bradesco atingiu essa fronteira e quer ultrapassá-la da melhor maneira possível", ressalta o executivo.O Projeto de Lei 3.266, de 2008, foi formulado pelo deputado Adilson Soares (PR-RJ), proposição que ganhou um substitutivo do relator Aelton Freitas (PR-MG) na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), na qual foi aprovado por unanimidade, em outubro do ano passado.O questionamento levantado por Hugo Leal, ao decidir pela inconstitucionalidade, foi sobre o tipo de norma legal que matéria de seguros deve ser tratada. Pelo artigo 192 da Constituição, segundo relata o deputado em seu parecer, matérias de seguros devem ser objeto de lei complementar. "O Projeto de Lei 3.266, de 2008, não exibe, portanto, esse requisito de forma inafastável, que é a modalidade de norma jurídica exigida na matéria, a lei complementar", sentencia o parlamentar, ao propor voto pela inconstitucionalidade. REGRAS. Na forma de substitutivo, o projeto está sujeito à apreciação conclusiva pelas comissões e, embora não proponha a regulamentação do auxílio funeral, como defendia a Susep, traça importantes regras, a maioria sugerida pela Comissão Consultiva de Microsseguro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). O projeto propõe a criação da figura da seguradora e do corretor de microsseguros especializado e estabelece, sobretudo, incentivos tributários. O Imposto sobre Operações Financeira (IOF) cairia para 1%. Fonte: Jornal do Commercio RJ;Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.
Sincor RO/AC dá prazo para corretores
Os corretores de seguros têm até o dia 10 de junho para participar da pesquisa, formulada pela empresa CVA Solutions, que será a base para o Prêmio Melhores do Seguro, da Revista Apólice.Os interessados devem responder ao questionário site:http://www.apolice.boponline.com.br/. De acordo com o Sincor RO/AC, a adesão dos corretores é importantíssima para a realização do Melhores do Seguro. "Tivemos respondentes de todos os estados brasileiros. A participação dos corretores, que é muito importante para nós, está sendo satisfatória", afirma ele. Segundo o Sincor RO/AC, embora a pesquisa termine no dia 10 de junho, as votações on line continuam.A outra etapa da premiação será através da inscrição de cases, que deve ser efetuada no site: http://www.premiomelhoresdoseguro.com.br/. Poderão se inscrever nesta 1ª edição do Prêmio Melhores do Seguro profissionais e empresas ligados direta ou indiretamente aos setores de seguros, resseguros, previdência privada, capitalização, saúde e prestação de serviços a estas áreas, conforme as categorias de premiação descritas no regulamento, que também está disponível no hot site.A entrega do Prêmio, criado em comemoração aos 15 anos da Apólice, será realizada no mês de agosto, em local e data a serem confirmados. Fonte: Apólice; Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.
quarta-feira, junho 02, 2010
Comissão de 20 por cento vai amenizar custos, diz Sincor RO/AC
Começa a valer desde (01/06) o acordo firmado entre a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores) e a Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), estipulando o repasse de 20% do custo de emissão das apólices para os corretores de seguros, além da respectiva comissão sobre o prêmio líquido. Todas as seguradoras devem seguir a nova regra, que atende antiga reivindicação da categoria. Com o início da vigência do acordo, os corretores vão amenizar significativas despesas operacionais. Segundo a Fenacor, as mudanças tecnológicas trouxeram mais responsabilidades e tarefas aos corretores. Hoje, além da intermediação e da venda, os profissionais de corretagem praticamente se incumbem do processo de cotação, transmissão de proposta, impressão e entrega da apólice - serviços que, anteriormente, eram executadas pelas seguradoras. "Isso exige mais mão-de-obra e estrutura operacional, onerando de forma significativa a atividade. Este acordo é inédito e uma importantíssima conquista para todos os corretores", afirma . Nas tentativas de negociação, sempre que a classe reivindicava os 20%, o mercado argumentava que o valor do custo de apólice estava defasado e insuficiente para cobrir todos os custos envolvidos na subscrição, como vistoria, inspeções, entre outros. Isso inviabilizava qualquer pretensão de repasse de parte do seu valor aos corretores de seguros.Mas, como já era de conhecimento do mercado, a Susep havia autorizado, através da Circular 401/10, a possibilidade das seguradoras cobrarem até R$ 100,00 (valor máximo, podendo ser cobrado ou não, a critério de cada companhia) referente ao custo de emissão. Esse aumento tornou viável o acordo entre a Fenacor e Fenseg para o repasse dos 20% sobre o custo da apólice aos mais de 65.489 corretores de seguros registrados no país. Fonte: CQCS Pedro Duarte; Sincor RO/AC.
segunda-feira, maio 31, 2010
Sincor RO/AC sugere pesquisa para compra de imóvel
Imóveis e seguro.Interessados em comprar um imóvel devem pesquisar os tipos de seguros mais interessantes para sua necessidade. O relativo crescimento do mercado imobiliário na Amazônia Ocidental é um movimento importante para a atividade seguradora, diz o vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. À medida que edifícios de todo tipo pipocam em Porto Velho e em Rio Branco, surgem novas demandas por proteção, desde o momento da incorporação do terreno até depois da entrega do bem, quando a lei impõe aos edifícios em condomínio a contratação de seguros obrigatórios que, se não forem feitos, podem colocar o patrimônio do síndico para responder pelos prejuízos. Ronseg, corretora de seguros.
Geraldo Ramos alerta sobre seguro saúde
Comparar planos é vital na hora de contratar um seguro saúde.Cliente também deve levar em conta o valor do reembolso que cada empresa oferece.Cirurgia na coluna: R$ 150 mil. Pequena dose de remédio para câncer: R$ 8 mil. Um dia internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI): R$ 5 mil. Consulta ginecológica: R$ 150. Calcular quanto uma pessoa gasta com saúde durante a vida é impossível, segundo especialistas. Mas alguns números como os que abrem esta reportagem mostram que algumas despesas são altíssimas. E confirmam a importância de ter um plano de saúde, uma vez que o serviço público, no País, é precário.A adesão a planos de saúde (sejam os administrados por seguradoras, como Bradesco; ou por operadoras, como Amil) cresce a taxas expressivas no País. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS), são cerca de 42,9 milhões de planos ativos hoje, para uma população de quase 200 milhões de habitantes. "Não é possível bancar os gastos com saúde, apenas aqueles que são ricos, mas ricos mesmo. Os serviços privados são muito caros", diz o vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. A opinião de membros da diretoria do Sincor e de outros especialistas consultados pelo blog é unânime em relação à adesão aos planos de saúde."Se dá para pagar, não há por que não ter plano de saúde", reforça.Na hora de contratar. É importante estar atento a alguns pontos na hora de contratar o plano. Por exemplo, para quem tem interesse em frequentar médicos que não estão na lista credenciada das empresas, é mais interessante, segundo a ANS, contratar um seguro saúde. "Nessa modalidade há reembolso",diz. É importante olhar no contrato o valor do reembolso proposto pela seguradora. "A empresa vai reembolsar o valor pré-acordado e não necessariamente ele será equivalente ao serviço prestado pelo médico", explica. No caso de fazer um plano de saúde com uma operadora, é importante observar a lista de médicos, hospitais e os laboratórios credenciados. "Afinal, a pessoa vai depender desses nomes para ser atendido."Comparar os preços e os médicos credenciados é outra recomendação. "É preciso comparar mesmo. Colocar lado a lado os preços e os serviços oferecidos, além de, lógico, ficar de olho no tempo de carência", recomenda.
quarta-feira, maio 26, 2010
Previdência para menores ganha espaço, alerta Sincor RO/AC
O desejo de garantir no futuro os recursos necessários para financiar a educação dos filhos faz com que a previdência para crianças se consolide como uma das opções de investimento. As captações nesses planos crescem a taxas elevadas ano a ano e mais do que quintuplicou entre 2004 e 2009. Parte dessa expansão é explicada pelo fato do produto ser relativamente novo no Brasil e, consequentemente, ter uma base menor, o que facilita crescimentos elevados. No entanto, apesar do efeito estatístico, as seguradoras e entidades de previdência privada de fato apostam nesse segmento como um instrumento para atração de novos investidores, afirmou o vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Ronseg, corretora de seguros..
Geraldo Ramos intensifica campanha contra acidentes de trânsito e em defesa da população
O vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, e diretoria, numa ação dinâmica e constante, vêm intensificando em Porto Velho e em Rio Branco - Amazônia Ocidental - parcerias com hospitais de urgência e emergência - hospital João Paulo II e Polícia Militar. Hoje (26) o Sincor RO/AC fez proferir palestra a dezenas de pacientes e servidores da rede de saúde subordinado ao importante tema: seguro obrigatório DPVAT. Segundo Geraldo Ramos, com base em dados oficiais, este ano, no período de janeiro a maio, Porto Velho atingiu a triste estatística de 3.012 casos de acidentes de trânsito. Ronseg, corretora de seguros.
terça-feira, maio 25, 2010
Seguradoras têm inovações para clientes, explica Geraldo Ramos
As seguradoras de automóveis estão investindo em inovações como ferramentas para atrair e fidelizar clientes. A Generali Brasil Seguros ampliou o serviço de Emergência 24 Horas que agora inclui com táxi e motorista substituto, em caso de acidente. Os segurados também contam com o Generali Speciale, que engloba Assistência Residencial, Assistência Pet e Gestão Funeral. “Os serviços foram reforçados e ampliados para amparar o cliente na hora mais difícil e que ele mais precisa de ajuda”, conta o vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Até o dia 31 de maio, a Bradesco Auto/RE oferece descontos especiais às seguradas do Bradesco Seguro Auto Mulher. No mês em que se comemora o “Dia das Mães”, a segurada terá desconto em serviços na Rede Carglass e atendimento gratuito no reparo de vidro nas unidades do Bradesco Auto Center. Há também uma série de serviços diferenciados com desconto de 20% como troca de palhetas (veículos nacionais), aplicação de window-film, troca de vidros para aquelas que tiverem optado por cláusula de reparo. Ronseg, corretora de seguros.
segunda-feira, maio 24, 2010
sexta-feira, maio 21, 2010
ACV conquista liminar contra empresas
A Associação Cidade Verde de Defesa do consumidor (ACV) conseguiu liminar na Justiça contra City Lar, Liberatti, Gazin, Romera, Bemol e Utilar. O juiz entendeu que as empresas anunciavam produtos em parcelas mensais, mas não diziam o valor total da venda a prazo. Liminar concedida na quarta-feira (20) pela 1ª Vara Cível de Porto Velho (RO) determinou a seis gigantes redes de lojas de eletrodomésticos e móveis que atuam no estado a retirarem de circulação todos os panfletos e propagandas em veiculação que estejam em desacordo com o Código de Defesa do Consumidor. São elas: City Lar, Liberatti, Gazin, Romera, Bemol e Utilar.Para decidir pela liminar, o juiz Jorge Luiz dos Santos Leal entendeu que as empresas anunciavam produtos em parcelas mensais, mas não diziam o valor total da venda a prazo e nem os juros embutidos, o que contraria dispositivos do Código de Defesa do Consumidor e do Decreto n° 5.903/06.A ação civil pública foi movida pela Associação Cidade Verde (ACV) no dia anterior, a qual apresentou filmagem de propaganda veiculada na TV, além de várias fotos das propagandas nas lojas. O magistrado considerou que “a finalidade é dar clareza à propaganda, evitando que consumidores sejam induzidos a erro pelas parcelas supostamente baixas”. As lojas têm até cinco dias para retirarem os comerciais, sob pena de multa de 500 reais por cada publicidade.Ainda segundo a decisão, as empresas terão que adequar o seu sistema de publicidade, inclusive o tamanho da letra que indica o valor total a prazo do produto e a taxa de juros cobrada deverá ter pelo menos metade do tamanho da letra que indica as parcelas mensais.O advogado da ACV, Gabriel Tomasete, explica que “a associação vivencia a revolta e indignação de centenas de cidadãos que são ludibriados por publicidades enganosas e depois não conseguem honrar aquelas compras. São iludidos com a imagem das ‘suaves’ prestações mensais”. A decisão vale também para as propagandas na rádio, televisão e internet. Parte das empresas possui sites acessados por consumidores de todo o país e estes também possuíam, na maioria, propagandas enganosas. Paulo Xisto, coordenador da ACV, comemorou o feito e garantiu que “serão movidas outras ações com o mesmo objeto contra empresas que insistirem em utilizar táticas de venda que acabam enganando os consumidores”. Xisto conclamou os consumidores a dizer um basta às estas práticas, denunciando as lojas que continuarem os enganando.Essas gigantes do ramo de eletrodomésticos e móveis estão na maioria dos estados brasileiros. Somente a Gazin, tem mais de 150 filiais nas operações de varejo. A City Lar está presente em 14 estados. Já a Bemol possui 16 lojas de departamentos. A Liberatti tem lojas em quatro estados. Os dados informados foram consultados nos respectivos portais corporativos.Vitórias do consumidor. A Associação Cidade Verde, que atua desde 1998 na defesa dos consumidores de Rondônia, garante com esta liminar a sua terceira vitória judicial em relação às propagandas enganosas. Em 2005, a empresa de telefonia celular Vivo foi condenada a retirar publicidade de outdoor localizado na frente da sua matriz no estado. Já em 2007, a mesma rede City Lar teve que retirar do ar propaganda televisiva enganosa, além dos cartazes afixados nas lojas contrários à lei. Outra vitória de destaque foi a Ação civil pública, inédita a nível nacional, proposta contra sete bancos de Porto Velho, os quais foram obrigados a propiciar atendimento imediato aos idosos, construir banheiros e fornecer água aos usuários. Os bancos recorreram ao Tribunal de Justiça de Rondônia no fim do ano passado. Na ocasião, a Justiça acolheu a tese de Tomasete com fundamentos no Estatuto do Idoso e determinou que os mesmos sejam sempre os próximos a serem atendidos (tão logo desocupe qualquer caixa), independente de fila preferencial. Gabriel argumenta que as filas preferenciais na capital estão tão “lerdas” quanto as demais.
Geraldo Ramos diz que Fenacor não apoia regulamentação do agente de seguros
A Fenacor, admitiu seu vice-presidente, Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC, divulgou comunicado esclarecendo que “não apoia a regulamentação da figura do agente de seguros”.A nota explica que, quando a Fenacor foi procurada por dirigentes do Clube Vida em Grupo do Rio de Janeiro (CVG-RJ), no início do ano, ficou acordado que a federação apoiaria “somente a regulamentação de prepostos dos corretores de seguros”, através de resolução do CNSP, com base, inclusive, na Portaria 3.581/2010 da Susep, que constituiu grupo de trabalho com essa finalidade específica.De acordo com a Fenacor, nessa reunião, debateu-se, ainda, sobre o papel dos “angariadores de seguros”, que, para a federação, são os próprios corretores de seguros e, também, seus prepostos, “conforme artigos 1º e 12 da Lei nº 4.594/64”.O comunicado traz ainda o teor desses dois artigos, quais sejam:“Art. 1º O corretor de seguros, seja pessoa física ou jurídica, é o intermediário legalmente autorizado a angariar e a promover contratos de seguros, admitidos pela legislação vigente, entre as Sociedades de Seguros e as pessoas físicas ou jurídicas, de direito público ou privado.”“Art. 12. O corretor de seguros poderá ter prepostos de sua livre escolha bem como designar, entre eles, o que o substitua nos impedimentos ou faltas.”
quinta-feira, maio 20, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
América espanhola
Reproduzimos esta entrevista que Daniel Ulanovsky Sack fez com Tulio Halperin Donghi para o jornal Clarín, em fins de 1997. Tulio Halperin Donghi teve o destino que perseguiu a muitos intelectuais argentinos: abandonar uma nação que a partir da Noite dos Bastões Largos do general Onganía impôs uma ordem vertical e sem dissenso nas universidades. Clima ruim para um historiador especializado nas lógicas políticas e nas raízes institucionais do país. Assim, há trinta anos, Tulio Halperín Donghi vive nos Estados Unidos, onde é professor emérito da Universidade da Califórnia, em Berkeley e figura como principal quadro do Departamento de História Latinoamericana.Quando da independência da América Espanhola havia a idéia de integração latino-americana?THD – A América Espanhola era vista como uma unidade: todas as regiões haviam se desgarrado da metrópole quando Napoleão invadiu a Espanha e prendeu Fernando VII. Nas colônias foi necessário organizar o governo local de outra maneira, e num primeiro momento se teve uma perspectiva continental. Se se analisa as propostas de Mariano Moreno para realizar um congresso americano, dá-se conta de que ela incluía os territórios dos vice-reinados. Esta idéia, elaborada em 1810, sequer teve início e já dois anos mais tarde, no que em seguida passaria a ser o Hino Nacional Argentino, chamavam-se de Províncias Unidas del Sur e da Nova e Gloriosa nação. Já não se fazia referência a toda a América Hispânica, mas ao antigo vice-reinado do Rio da Prata.O que aconteceu em apenas dois anos, para que a idéia da união fosse abandonada?THD – Surgiu uma alternativa que encarnava a realidade de uma maneira mais clara. As revoluções americanas tinham ocorrido através de focos separados em cidades distintas, ilhados e, amiúde, entre eles. Estes focos foram assumindo identidade própria nas guerras contra a coroa e em pouco tempo se constituíram em unidades geográficas que depois dariam na formação das nações independentes.Esta explicação serve para entender por que a América Hispana tanto se atomizou, à diferença da anglo-saxã, que restou constituída em dois grandes países?THD – Não diria que a atomização foi tão grande. No esquema administrativo espanhol não existia uma unidade [burocrática] para as colônias, mas entidades separadas entre si, cada uma vinculada a uma metrópole. Os laços mais fortes se construíam com a Europa e não entre os vice-reinados. Dito isso, reconheço que algumas zonas se fragmentaram, como foi o caso da América Central e do vice-reinado de Nova Granada, do qual surgiram Equador, Colômbia e Venezuela. Mas a unidade desse vice-reinado havia sido muito débil já na época colonial.E o Rio da Prata?THD - Aqui houve uma atomização real, cuja razão não é mistério algum e está ligada à incapacidade do foco revolucionário de Buenos Aires para incluir o Alto Peru de forma sólida.Os portenhos desprezavam essas zonas que pareciam afastadas e fora do alcance modernizador do porto?THD – Não, essa interpretação é insustentável. É certo que em Buenos Aires não existia nenhuma simpatia pelos altoperuanos. Mas ao mesmo tempo a vontade de controlar as minas de prata e da região se impunham a qualquer outro sentimento. Os dirigentes revolucionários do Rio da Prata tentaram três vezes se apoderar do Alto Peru.Antes perguntei se a América Latina havia se atomizado. Agora inverto o sujeito: por que a América saxã se integrou?THD – No momento em que as colônias inglesas que formaram os Estados Unidos se uniram, ocupavam um território muito menor e menos povoado que o da América Hispânica. O mesmo se passava com a população; eram apenas 3 milhões de pessoas e só no território do México habitavam o dobro de pessoas. Além do mais, para sua guerra de independência tinham criado uma autoridade acima dos distintos estados, e isso já formou um precedente. Quando essa união começou, contudo, a situação do país era bastante precária. Depois foram se conseguindo muitos êxitos até se converterem na primeira potência do mundo.E a América Latina, como era o projeto de integração sustentado por Bolívar?THD – Mais que uma confederação entre os diversos estados, buscava uma aliança permanente, mas bastante frouxa, com um protetor externo que devia ser a Inglaterra. Bolívar advertiu que com a independência dos territórios americanos e o triunfo dos focos revolucionários havia perdido certa ordem da época colonial que tratou de regenerar. Foi um momento bastante conservador de sua vida.De que maneira queria conseguir essa aliança permanente entre os novos estados?THD – Bolívar tinha ganhado influência numa grande reigão da América. A base desse poder estava no predomínio militar, através dos exércitos que lhe eram subordinados, dirigidos – em grande medida – por oficiais chegados de diferentes regiões. O mesmo Bolívar dizia que a independência do Equador tinha sido, na realidade, sua conquista pelos militares do antigo vice-reinado de Nova Granada, com sede em Bogotá. Mas as cúpulas desses exércitos terminaram desregrando-se: terminava sendo muito custoso mantê-las e os chefes queriam regressas a suas terras. Dessa maneira, a coluna vertebral do projeto se enfraqueceu.San Martin tinha algum postulado sobre a união Hispanoamericana?THD – Em geral se conhece seu pensamento a partir da interpretação feita por Mitre. Dado que em San Martin faltava um projeto iberoamericano, Mitre interpretou que ele tinha defendido uma idéia alternativa, baseada em pátrias nacionais. A partir dessa visão, supõe-se que as ações de San Martin fora do território nacional tiveram como missão principal a defesa da independência argentina e, em especial, a eliminação da ameaça da realeza. De certa forma isso era certo, mas se se pesquisa nos textos de San Martin vê-se que a liberação do resto da América também aparecia como um objetivo. Em uma coisa, porém, Mitre tinha razão. San Martín não deixou nenhum testemunho sobre a necessidade de uma América hispânica unida.Se avançarmos na história, quando e de que maneira se volta a falar de uma política integradora?THD – Eu mencionaria um movimento que começou em fins do século passado, vinculado ao que, sem qualquer intenção pejorativa, denominava-se de projetos imperialistas. A partir dessa idéia, as grandes potências constituíam zonas de influência sobre a base do predomínio econômico e, às vezes, político. O sonho de toda nação poderosa era unir toda a sua zona com um trem (ferrocarril). Assim, a Grã Bretanha tinha um projeto de estender ferrovias do Cairo até a Cidade do Cabo; a Alemanha, de Bergim a Bagdá e nos Estados Unidos um líder do partido republicano da época propôs construir vias que atravessassem toda a América e chegassem até o Cabo Horn.Unidos ou dominadosMais do que uma integração, essa idéia tendia a construir uma América liderada pelos Estados Unidos.THD – É que já se refletia a nova estrutura de poder. No entanto, essa proposta encalhou logo no início em benefício de uma outra muito mais burocrática: a União Panamericana, que teve realizações modestas mas que abriu numerosos postos de trabalho para diplomatas, talvez tenha sido essa sua grande virtude. Esta união conseguiu uma tarifa de franquia preferencial para todo o continente. Porém, enquanto os Estados Unidos se esforçavam para acentuar seu papel, na América Latina uma idéia de solidariedade frente ao seu avanço, às vezes agressivo e violento, como foi a guerra com a Espanha pela ilha de Cuba.Esta solidariedade era retórica ou se lhe dava um marco institucional?THD – Bom...era feita de gestos. Não se falava de unificação política, nem sequer de confederação entre os países da América Latina. Mas durante essa guerra houve vários atos em Buenos Aires de adesão a Espanha: consideravam-na a única alternativa à norte-americanização da ilha. Nesses reuniões havia muitos intelectuais, e Paul Groussac, o diretor da Biblioteca Nacional em fins do século passado chegou a participar.Se nos adiantarmos umas décadas, vemos que Perón dizia que no ano 2000 iríamos nos encontrar unidos ou dominados. Ele se referia a América Latina?THD – O pensamento de Perón é um enigma no qual não pretendo entrar.Anime-se...THD – Perón era um homem de enorme inteligência mas não um pensador original nem um criador de ideologia. Continuou uma postura muito argentina de disputar a liderança da América Latina com os Estados Unidos. Essa confrontação era bastante antiga. Roque Sáenz Peña já sustentava a idéia da América para a humanidade como forma de contrapor a “América para os americanos”, que os Estados Unidos defendiam. Como nessa época a Argentina estava bastante mais desenvolvida que o resto da América Latina, era comum que víssemos como barreira regional a hegemonia de Washington.A Idéia de Perón de disputar a liderança dos EUA foi só discursiva?THD – Houve algo mais que retórica. Mas encontramos algo curioso. Perón reforçou essa visão de estender a influência argentina no momento em que decidiu aproximar-se dos Estados Unidos. Isso tem lógica: seu avanço só seria tolerado se fosse visto dentro de um marco de predisposição amistosa.Uma espécie de sub-liderança?THD – Menos que isso, era algo mais informal. De todo modo, a Argentina peronista era confusa: reunia simpatias em setores da esquerda latino-americana enquanto que as forças progressistas do próprio país lhe eram adversárias.Em que se baseava essa simpatia conquistada no exterior?THD – Na certa independência que exibia. Mesmo em seus momentos mais pro-norteamericanos, Perón observava certos limites em seu alinhamento com Washington. Os mexicanos atuavam de forma similar: não confrontavam nos temas centrais mas eram pródigos em gestos que ilustravam uma independência formal. Assim, pouco antes da invasão de 1954, ao regime de Arbenz na Guatemala, realizou-se uma reunião dos países americanos onde se votou uma resolução hostil à presença de qualquer regime influenciado pelo comunismo no continente. Houve só um voto contra – da mesma Guatemala – e duas abstenções: a argentina e a mexicana. Inclusive, depois da Revolução Libertadora, a revista Sur, de Victoria Ocampo, publicou um artigo onde se reconhecia a simpatia que Perón havia ganhado na Guatemala, fato que nunca deixou de surpreender aos intelectuais locais.Já na atualidade, como você analisa o processo de integração do Mercosul e, vendo mais além, as iniciativas de criar a zona de livre comércio continenal?THD – O Mercosul se dá como resultado da necessidade mais do que como corolário de uma evolução ideológica. E partilha uma lógica com a iniciativa estadunidense de livre comércio: são projetos que abrem novos espaços mas ao custo de se fechar para outras áreas do mundo. Os discursos atuais têm algo de contraditório: fala-se da globalização e da abertura externa mas se potencializam as idéias que fortalecem os blocos regionais. Parece-me demasiado cedo para que um historiador diga o que vai acontecer; por ora só observo o paradoxo.Publicado originalmente no Clarín, 14 diciembre 1997Tradução: Katarina Peixoto
Susep estuda normas para agente admite Geraldo Ramos
Grupo de trabalho da Susep estuda normas para agentes. A regulamentação do agente de seguros de pessoas já está sendo analisada por grupo de trabalho formado pela Susep para tratar exclusivamente desse assunto. Segundo Geraldo Ramos, da Fenacor e Sincor RO-AC, a proposta não foi esquecida pela autarquia. “Analisa-se a sua viabilidade”, revelou.
segunda-feira, maio 17, 2010
Unanimidade, aprovadas! Aprovadas contas da diretoria Geraldo Ramos.
Acabam de ser aprovadas, por unamimidade, as contas do exercício 2009 do Sincor RO/AC. O fato simboliza competência e honestidade com que a atual diretoria do órgão de classe dos corretores de seguros dirige os destinos da entidade.
sexta-feira, maio 14, 2010
Crimes tributários
Em 27 de dezembro de 1990, entrou em vigor a Lei nº 8.137, que, em seus artigos. 1º , 2º e 3º, tipificou o conjunto de delitos conhecido como crimes contra a ordem tributária. Desses, o que mais interessa ao cotidiano do empresariado nacional é aquele previsto no artigo 1º, seja em razão da maior possibilidade de sua ocorrência no dia a dia das empresas, seja em razão da pena a ele cominada - reclusão, de dois a cinco anos.Desde então, instaurou-se a discussão se seria possível haver acionamento na esfera penal enquanto estivesse pendente de julgamento os recursos administrativas referentes à autuação tributária. Parte dessa discussão ganhou alguma solução com o julgamento da medida liminar na Adin nº 1.571 (ano de 1997), pela qual o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o término do procedimento administrativo fiscal não configurava condição de procedibilidade para que o Ministério Público movesse eventual ação penal contra cidadão investigado pela prática de crime tributário. Seriam esferas distintas e independentes.Nessa sistemática, muitos cidadãos viam-se corriqueira e ilegalmente submetidos ao constrangimento de responder a um procedimento penal ainda que pendente julgamento de recurso no âmbito fiscal. Para estas pessoas, se não quisessem correr os riscos do processo penal, restava a possibilidade de pagar o débito tributário antes do recebimento da denúncia, para obter a extinção da punibilidade, nos termos do art.igo 34 da Lei nº 9.249, de 1995. A iniquidade desta situação residia no fato de que, muitas vezes, os valores constantes do auto de infração eram abusivos e não havia tempo hábil, até o recebimento da denúncia criminal, para o julgamento dos recursos administrativos cabíveis.Muitos foram os anos de luta da advocacia para que esse entendimento fosse modificado.Em 2001, o assunto ganhou novos ares quando o Supremo, ao julgar o habeas corpus nº 77.002-8-RJ, passou a entender que deveria haver efetiva demonstração de dano ao Erário para se configurar o crime do artigo 1º da Lei nº 8.137, de 1990, já que suprimir e reduzir tributos eram duas de suas circunstâncias elementares, o que só ocorreria com o lançamento definitivo do débito em dívida ativa.Compatibilizavam-se, assim, as esferas administrativa e penal. A partir de 2003 (HC nº 81.611/DF, STF), muitos julgados passaram a decidir pela falta de justa causa para a instauração de ação penal antes de findo o procedimento administrativo de lançamento do crédito. Condicionava-se, desta forma, o entendimento de que o término do procedimento administrativo é fator condicionante para o início de eventual ação penal.Também com vistas a solucionar a questão, no mesmo ano de 2003, foi promulgada a Lei nº 10.684, que, no parágrafo 2º do seu artigo 9º, prevê a extinção da punibilidade pelo pagamento do crédito tributário sem estabelecer qualquer limite temporal para tanto. Esta diretriz político-criminal foi confirmada no ano de 2009, pela edição da Lei nº 11.941 e seus artigos 68 e 69.Diante das reiteradas decisões condicionando a instauração de ação penal por crime tributário ao término do procedimento administrativo fiscal, o Supremo, em dezembro de 2009, aprovou a Súmula Vinculante nº 24, com o seguinte teor: "não se tipifica crime material contra a ordem tributária, previsto no art. 1º, inciso I, da Lei nº 8.137, de 1990, antes do lançamento definitivo do tributo".Não obstante referida súmula marque de vez a vitória de longa batalha travada pela advocacia - porque impede, em definitivo, que se inicie ação penal por crime tributário antes de findo procedimento administrativo fiscal - é certo que cria outro flanco de acalorada discussão, consistente na demarcação do termo inicial para contagem da prescrição destes delitos.Isso porque o entendimento majoritário do Supremo é o de que o prazo prescricional só começa a correr após o término do procedimento administrativo fiscal, uma vez que o crime tributário somente se configura com a constituição definitiva do débito (HC nº 90.957/RJ, HC nº 86.032/RS e HC nº 85.207/RS).A nova batalha a ser travada pela advocacia consiste em demonstrar a correção jurídica do entendimento de que a ação típica descrita no artigo 1º da Lei nº 8.137, de 1990, ocorre com a supressão do tributo devido, que ocorre no momento da expiração do prazo para o seu recolhimento, e não no momento da inscrição do débito na dívida ativa, como faz crer a Súmula nº 24.Não há dúvida em relação a isso, já que o artigo 4º do Código Penal estabelece que o crime se consuma no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado. Assim, deve ser aplicada, também a esses casos, a regra do artigo 111, inciso I, do Código Penal, o qual determina que "a prescrição, antes de transitar em julgado a sentença final, começa a correr (...) do dia em que o crime se consumou (...)".Dessa forma, resta claro que, sendo o momento da ação do delito previsto no artigo 1º e seus incisos I a V da Lei nº 8.137, de 1990 aquele em que ocorre a supressão ou redução do tributo, a prescrição deve começar a correr desde então. Não há como sustentar o início do prazo prescricional como sendo aquele em que é feito o lançamento definitivo do crédito tributário, porque a decisão definitiva na esfera administrativa não se confunde com o momento consumativo do crime aqui abordado, mas tão-somente atesta a sua materialidade.Melhor ilustrando, pede-se vênia para fazer uma analogia com o crime de tráfico de entorpecentes. Imagine-se que determinada substância apreendida com agente seja submetida a exame químico-toxicológico somente um mês após a data de sua apreensão. Tal fato, em nada altera o momento em que teria ocorrido o crime, que é aquele em que o sujeito comercializava a droga, e não no dia do exame, ocasião em que apenas foi constatada sua materialidade.No crime tributário, a decisão definitiva no âmbito administrativo funciona da mesma forma que a perícia no delito de tráfico de entorpecentes, ou seja, apenas confirma a existência do tributo e o seu quantum, o que em nada altera o momento da consumação do delito. O fim do procedimento administrativo, para o crime do artigo 1º da Lei nº 8.137, de 1990, funciona como uma espécie de exame de corpo de delito, mas não pode, em hipótese alguma ser confundido com o momento da ocorrência do crime, de maneira que não pode ser considerado termo inicial para contagem do prazo prescricional.
quarta-feira, maio 12, 2010
Frases do dia
12/5/2010
Serra e Dilma
“As diferenças entre as concepções de Serra, Dilma e Marina, em matéria de economia, parecem mais de grau do que de rumo” – editorial “Partido da Economia” – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Recesso branco
“Não haverá recesso branco durante a Copa, para não ferir os sentimentos do eleitor, mas nada de relevante será aprovado enquanto a bola rolar na África do Sul” – Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 12-05-2010.
Inglês
“É fato conhecido que, no Brasil, o mais importante para a aceitação de uma "teoria" é que ela seja exposta em inglês. Sua conformação com nossa realidade e nossa história é, em geral, um acidente de menor importância. Que tais construções são mais "modismo" do que "ciência" nunca foi tão visível como no comportamento recente dos economistas do FMI. Estes costumavam impor sua ideologia como "ciência" a todos os países que lhe pediam ajuda. A geografia, a história e a organização política de cada um deles não lhes interessavam” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
“Imagine se todo trabalhador que acorda às 5h e encara o metrô para ir trabalhar tivesse um surto de mau humor. As empresas do país quebrariam” – Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, sobre o fato de José Serra ter atribuído à falta de sono sua irritação em determinados momentos da entrevista à rádio CBN, realizada às 8h. O deputado peemedebista quase foi vice do tucano na eleição de 2002 – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Ah! bom!
“Sempre fui socialista. O socialismo prega igualdade de condição e já batalhei pelos meus companheiros. Cheguei a brigar com dirigentes para que meus amigos recebessem salário em dia” – Romário, jogador de futebol, candidato a deputado federal pelo PSB – O Estado de S. Paulo, 12-05-2010.
“Segundo, sou predestinado. Foi assim no futebol e será assim na política” – Romário, jogador de futebol, candidato a deputado federal pelo PSB – O Estado de S. Paulo, 12-05-2010.
Sem Provisão
“O projeto de aumento salarial do Poder Judiciário é inconstitucional. Não foi feita provisão orçamentária. Onde vamos arrumar R$ 7,7 bilhões?” — Paulo Bernardo, ministro do Planejamento – O Globo, 12-05-2010.
Dunga
“Foi um voo de galinha sobre o altiplano das ciências psicossociais” – Paulo Sant’Ana, jornalista, criticando a entrevista de Dunga ao convocar a seleção brasileira – Zero Hora, 12-05-2010.
“Mas não se exige de um treinador da Seleção Brasileira que ele não seja analfabeto nem que seja um intelectual. O que se exige como mínimo requisito de um treinador da Seleção Brasileira é que ele entenda de futebol” – Paulo Sant’Ana, jornalista, criticando a entrevista de Dunga ao convocar a seleção brasileira – Zero Hora, 12-05-2010.
Estilo BC
"O Dunga deu uma de Meirelles. Preferiu a retranca" - comentário ouvido no governo logo após o anúncio da escalação da seleção brasileira que irá à Copa – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Frustrado
“Fiquei frustrado, muito chateado e desapontado” – Vitor, goleiro do Grêmio, que não foi convocado por Dunga – Zero Hora, 12-05-2010.
Exultante e raivoso
“Se o Brasil for campeão do mundo, quase certamente veremos um Dunga exultante e raivoso, considerando-se um herói nacional, se vingando dos seus críticos com gestos e palavreados que estão sendo contidos a duras penas” – Merval Pereira, jornalisa – O Globo, 12-05-2010.
Quá-quá-quá
“É... Entre o Ganso e o Pato, Dunga preferiu o... Marreco” - comentário ontem num boteco da Praça Mauá, no Rio, quando saiu a lista de Dunga. Marreco era apelido do lateral Gilberto quando jogava futsal – O Globo, 12-05-2010.
Calma, gente
“Nem Pato, nem Ganso... Deu é burro!” - de um sujeito enfezado, ontem, ao ver a lista de Dunga na TV de um bar em Copacabana – O Globo, 12-05-2010.
Dunga tomou Activia
"Misturei Activia com o Dunga e fiz a maior cagada na seleção! O Dunga tomou Activia!" – José Simão, humorista, citando o Twitter da Nair Bello – Folha de S. Paulo, 12095-2010.
Serra e Dilma
“As diferenças entre as concepções de Serra, Dilma e Marina, em matéria de economia, parecem mais de grau do que de rumo” – editorial “Partido da Economia” – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Recesso branco
“Não haverá recesso branco durante a Copa, para não ferir os sentimentos do eleitor, mas nada de relevante será aprovado enquanto a bola rolar na África do Sul” – Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 12-05-2010.
Inglês
“É fato conhecido que, no Brasil, o mais importante para a aceitação de uma "teoria" é que ela seja exposta em inglês. Sua conformação com nossa realidade e nossa história é, em geral, um acidente de menor importância. Que tais construções são mais "modismo" do que "ciência" nunca foi tão visível como no comportamento recente dos economistas do FMI. Estes costumavam impor sua ideologia como "ciência" a todos os países que lhe pediam ajuda. A geografia, a história e a organização política de cada um deles não lhes interessavam” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
“Imagine se todo trabalhador que acorda às 5h e encara o metrô para ir trabalhar tivesse um surto de mau humor. As empresas do país quebrariam” – Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, sobre o fato de José Serra ter atribuído à falta de sono sua irritação em determinados momentos da entrevista à rádio CBN, realizada às 8h. O deputado peemedebista quase foi vice do tucano na eleição de 2002 – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Ah! bom!
“Sempre fui socialista. O socialismo prega igualdade de condição e já batalhei pelos meus companheiros. Cheguei a brigar com dirigentes para que meus amigos recebessem salário em dia” – Romário, jogador de futebol, candidato a deputado federal pelo PSB – O Estado de S. Paulo, 12-05-2010.
“Segundo, sou predestinado. Foi assim no futebol e será assim na política” – Romário, jogador de futebol, candidato a deputado federal pelo PSB – O Estado de S. Paulo, 12-05-2010.
Sem Provisão
“O projeto de aumento salarial do Poder Judiciário é inconstitucional. Não foi feita provisão orçamentária. Onde vamos arrumar R$ 7,7 bilhões?” — Paulo Bernardo, ministro do Planejamento – O Globo, 12-05-2010.
Dunga
“Foi um voo de galinha sobre o altiplano das ciências psicossociais” – Paulo Sant’Ana, jornalista, criticando a entrevista de Dunga ao convocar a seleção brasileira – Zero Hora, 12-05-2010.
“Mas não se exige de um treinador da Seleção Brasileira que ele não seja analfabeto nem que seja um intelectual. O que se exige como mínimo requisito de um treinador da Seleção Brasileira é que ele entenda de futebol” – Paulo Sant’Ana, jornalista, criticando a entrevista de Dunga ao convocar a seleção brasileira – Zero Hora, 12-05-2010.
Estilo BC
"O Dunga deu uma de Meirelles. Preferiu a retranca" - comentário ouvido no governo logo após o anúncio da escalação da seleção brasileira que irá à Copa – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Frustrado
“Fiquei frustrado, muito chateado e desapontado” – Vitor, goleiro do Grêmio, que não foi convocado por Dunga – Zero Hora, 12-05-2010.
Exultante e raivoso
“Se o Brasil for campeão do mundo, quase certamente veremos um Dunga exultante e raivoso, considerando-se um herói nacional, se vingando dos seus críticos com gestos e palavreados que estão sendo contidos a duras penas” – Merval Pereira, jornalisa – O Globo, 12-05-2010.
Quá-quá-quá
“É... Entre o Ganso e o Pato, Dunga preferiu o... Marreco” - comentário ontem num boteco da Praça Mauá, no Rio, quando saiu a lista de Dunga. Marreco era apelido do lateral Gilberto quando jogava futsal – O Globo, 12-05-2010.
Calma, gente
“Nem Pato, nem Ganso... Deu é burro!” - de um sujeito enfezado, ontem, ao ver a lista de Dunga na TV de um bar em Copacabana – O Globo, 12-05-2010.
Dunga tomou Activia
"Misturei Activia com o Dunga e fiz a maior cagada na seleção! O Dunga tomou Activia!" – José Simão, humorista, citando o Twitter da Nair Bello – Folha de S. Paulo, 12095-2010.
Assinar:
Postagens (Atom)
