sexta-feira, agosto 06, 2010

Mercosul hoje

Introdução
O Mercado Comum do Sul, MERCOSUL, é um processo de integração entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai inaugurado em 1991, com a assinatura do Tratado de Assunção, e que se encontra, atualmente, em uma etapa de União Aduaneira. Seu objetivo final é a constituição de um Mercado Comum. O MERCOSUL é um agrupamento regional de reconhecido peso econômico e de incontestável estabilidade política, que tem sabido aproveitar as oportunidades da globalização e tem, assim, atraído, cada vez mais, o interesse de investidores de todo o mundo.
O MERCOSUL é uma realidade econômica de dimensões continentais. Somando uma área total de cerca de 12 milhões de quilômetros quadrados, o MERCOSUL representa um mercado potencial de 200 milhões de habitantes e um PIB acumulado de mais de 1 Trilhão de dólares, o que o coloca entre as quatro maiores economias do mundo, logo atrás do NAFTA, União Européia e Japão. O MERCOSUL é um dos principais pólos de atração de investimentos do mundo. As razões para este sucesso não são poucas: além de ser a quarta economia mundial, o MERCOSUL é também a principal reserva de recursos naturais do planeta. O MERCOSUL possui um setor industrial dos mais importantes dentre os países em desenvolvimento. A performance econômica da sub-região tem demonstrado que o MERCOSUL é uma das economias mais dinâmicas do mundo. Nossa taxa de crescimento médio para o período 1991/96, da ordem de 3,9%, foi superior à média mundial. Ao lado desses números, outro fator importante: a estabilidade - no MERCOSUL de hoje, a inflação é apenas uma desagradável lembrança do passado.A liberalização comercial do MERCOSUL proporcionou, nestes últimos sete anos, um ímpeto sem precedentes no comercio intra-zona. O comércio regional entre membros do bloco cresceu cerca de 312% entre 1991 e 1997, chegando, no final do ano passado, à casa dos 20 bilhões de dólares. Resultado natural dessa nova dinâmica econômica, cresceu enormemente o número de parcerias entre empresas da região. Apenas as joint ventures entre empresas brasileiras e argentinas já totalizavam, em 1997, investimentos de cerca de 2 bilhões de dólares . A partir de 1995, com o estabelecimento da União Aduaneira, a Tarifa Externa Comum foi implantada em níveis que inibem a transformação do MERCOSUL em um agrupamento econômico isolado, o que fugiria ao objetivo principal da integração, que é o de promover a inserção competitiva dos Quatro no mercado internacional, em sintonia com sua condição de bloco regional aberto. Atualmente, a Tarifa Externa Comum, que varia de 0% a 20%, tem patamares médios de cerca de 15%, o que coloca o MERCOSUL entre os espaços econômicos mais abertos do mundo. Resultado direto dessa política tarifária, o crescimento do comércio intra-regional não se deu em detrimento do intercâmbio com outros países. Nos últimos anos, o MERCOSUL tem mantido, e em alguns casos até aumentado, o volume do comércio com as demais regiões do mundo. A participação do bloco no comércio mundial mantém-se em níveis expressivos: em 1997, a soma das importações globais dos Quatro chegava à casa dos 100 bilhões de dólares, dos quais apenas 20 bilhões corresponderam ao comércio intra-zona. O MERCOSUL é, assim, um global trader e, como tal, tem todo o interesse em manter um relacionamento externo amplo e variado. Seus quatro países membros preocupam-se em manter uma inserção comercial global, sem privilegiar um ou outro país, a fim de garantir um escopo maior de atuação na cena internacional. Suas importações e exportações distribuem-se, de forma equilibrada, entre as diversas economias do mundo. Neste sentido, pode-se dizer que o MERCOSUL pratica - e não apenas publiciza - os princípios do regionalismo aberto. Sua participação no mercado mundial - tanto no lado das exportações como no das importações - só tenderia a aumentar se, ao seu ímpeto interno, se somasse o desmantelamento do arsenal protecionista existente em outros países, que incide especialmente sobre os produtos de maior competitividade da subregião. Antecedentes do MERCOSUL. A criação do MERCOSUL, objetivo definido pelo Tratado de Assunção, de 26/03/91, e reafirmado pelo Protocolo de Ouro Preto, de 17/12/94, não apresenta uma ação diplomática isolada, mas sim o resultado de um longo processo de aproximação entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.Durante a década de 1970, obstáculos de natureza política e econômica inviabilizaram o aprofundamento do processo de integração na América Latina. O diferendo relativo ao aproveitamento dos recursos hídricos da Bacia do Prata, por exemplo, opôs os dois maiores países da região –Brasil e Argentina- durante anos, e somente foi superado no final da década de 70. Foi a criação da ALADI, em substituição à ALALC (Associação Latino-Americana de Livre Comércio), em 1980, que gerou as condições necessárias à promoção, em bases mais realistas, do aprofundamento do processo de integração latino-americana. A extinção da "cláusula de nação mais favorecida regional", adotada pela ALALC, permitiu a outorga de preferências tarifárias entre dois ou mais países da ALADI, sem a extensão automática das mesmas a todos os membros da Associação, o que viabilizou o surgimento de esquemas sub-regionais de integração, como o MERCOSUL.A integração Brasil-Argentina, antecedente imediato do MERCOSUL, foi impulsionada por três fatores principais: a) a superação das divergências geopolíticas bilaterais; b) o retorno à plenitude do regime democrático nos dois países; e c) a crise do sistema econômico internacional. Primeiro de uma série de acordos bilaterais que precederiam o MERCOSUL, a "Declaração de Iguaçu", firmada pelos Presidentes Sarney e Alfonsin em 30/11/85, buscava acelerar a integração dos dois países em diversas áreas (técnica, econômica, financeira, comercial, etc.) e estabelecia as bases para a cooperação no campo do uso pacífico da energia nuclear. Em 20 de julho de 1986, foi assinada a "Ata de Integração Brasileiro-Argentina", que estabeleceu os princípios fundamentais do "Programa de Integração e Cooperação Econômica" – PICE. O objetivo do PICE foi o de propiciar a formação de um espaço econômico comum por meio da abertura seletiva dos mercados brasileiro e argentino.O processo de integração brasileiro-argentino evoluiu, em 1988, para a assinatura do "Tratado de Integração, Cooperação e Desenvolvimento", cujo objetivo era constituir, no prazo máximo de dez anos, um espaço econômico comum por meio da liberalização integral do comércio recíproco. O Tratado previa a eliminação de todos os obstáculos tarifários e não-tarifários ao comércio de bens e serviços. Foram assinados 24 Protocolos em diversas áreas, sendo que os de natureza comercial foram posteriormente consolidados em um único instrumento: o Acordo de Complementação Econômica nº 14, da ALADI. Nesse contexto, circunstâncias de natureza política, econômica, comercial e tecnológica, decorrentes das grandes transformações da ordem econômica internacional, exerceram papel relevante no aprofundamento ainda maior da integração brasileiro-argentina: o fenômeno da globalização da economia, com o surgimento de uam nova estrutura de produção e o advento de um novo padrão industrial e tecnológico; a formação dos megablocos econômicos e a tendência à regionalização do comércio, com influência no direcionamento dos fluxos de capital, bens e serviços; os impasses do multilateralismo econômico, prevalecentes em certas fases do processo de negociação da Rodada Uruguai do GATT; o protecionismo e o quadro recessivo em muitas economias desenvolvidas, responsáveis pela absorção de cerca de 65% das exportações latino-americanas; o esgotamento do modelo de desenvolvimento baseado na substituição de importações; a tomada de consciência da necessidade de aprofundar o processo de integração como forma de aproveitar o entorno geográfico; a convergência na adoção de novas políticas econômicas que privilegiavam a abertura do mercado interno, a busca de competitividade, a maximização das vantagens comparativas e a reforma do papel do Estado – mais democrático e menos intervencionista. Diante de um panorama de crescente marginalização econômica, política e estratégica, causada sobretudo pelas mudanças na estrutura e no funcionamento do sistema econômico mundial, e em face de uma evidente perda de espaço comercial, de redução do fluxo de investimentos e de dificuldades de acesso a tecnologias de ponta, Brasil e Argentina viram-se diante da necessidade de redefinirem sua inserção internacional e regional. Dentro dessa nova estratégia, a integração passa a ter papel importante na criação de comércio, na obtenção de maior eficiência com vista à competição no mercado internacional e na própria transformação dos sistemas produtivos nacionais. Em 06 de julho de 1990, Brasil e Argentina firmam a "Ata de Buenos Aires", mediante a qual fixam a data de 31/12/94 para a conformação definitiva de um Mercado Comum entre os dois países. Em agosto de 1990, Paraguai e Uruguai são convidados a incorporar-se ao processo integracionista, tendo em vista a densidade dos laços econômicos e políticos que os unem a Brasil e Argentina. Como conseqüência, é assinado, em 26 de março de 1991, o "Tratado de Assunção para Constituição do Mercado Comum do Sul".A estrutura institucional e normativa do MERCOSUL. O Tratado de Assunção, ato fundacional do MERCOSUL, constitui, juntamente com o Protocolo de Brasília, de 1991 e o Protocolo de Ouro Preto, de 1994, os principais instrumentos jurídicos do processo de integração. O Tratado de Assunção constitui, na realidade, um Acordo-Quadro, na medida em que não se esgota em si mesmo, mas é continuamente complementado por instrumentos adicionais, negociados pelos quatro Estados Partes em função do avanço da integração. O Tratado estabelece, fundamentalmente, as condições para se alcançar, até 31/12/94, a Zona de Livre Comércio entre os Quatro, etapa anterior ao Mercado Comum. Nesse sentido, ele determina, entre outros aspectos: o estabelecimento de um programa de liberalização comercial, que consiste de reduções tarifárias progressivas, lineares e automáticas acompanhadas da eliminação das barreiras não tarifárias; a coordenação de políticas macro-econômicas; o estabelecimento de uma Tarifa Externa Comum (TEC); o estabelecimento de listas de exceções ao programa de liberalização para produtos considerados "sensíveis"; a constituição de um regime geral de origem e de um sistema de solução de controvérsias. O Tratado estabelece também uma estrutura institucional transitória para o MERCOSUL, que permanecerá inalterada até dezembro de 1994, quando o Protocolo de Ouro Preto definirá a sua estrutura institucional definitiva. O Protocolo de Brasília, assinado em 1991, estabelece o sistema de solução e controvérsias do MERCOSUL. O Protocolo cria, para as controvérsias entre Estados, três mecanismos extrajudiciários de solução: a negociação, a conciliação e a arbitragem. Segundo o Protocolo, os Estados Partes devem procurar, sempre que possível, resolver suas diferenças mediante negociações diretas, que não poderão exceder um prazo máximo de 15 dias. Caso as negociações diretas não tenham êxito, qualquer dos Estados Partes na controvérsia poderá submetê-la à consideração do Grupo Mercado Comum, que terá um prazo de 30 dias para formular suas recomendações, mediante o assessoramento de especialistas, quando necessário. Se mesmo a intervenção do GMC não for suficiente para dirimir a diferença, as partes poderão recorrer ao Procedimento Arbitral, que tramitará ante um Tribunal ad hoc composto por três árbitros. Este tribunal fixará sua sede em algum dos Estados Partes e adotará suas próprias regras de procedimento. Do laudo arbitral expedido não cabe recurso e, se não for cumprido pelo Estado Parte no prazo máximo estipulado pelos árbitros, acarretará a adoção de medidas compensatórias temporárias. O Protocolo de Ouro Preto ou "Protocolo Adicional ao Tratado de Assunção sobre a Estrutura Institucional do MERCOSUL", assinado em dezembro de 1994, dá ao processo de integração o perfil completo de uma União Aduaneira. A partir de sua assinatura, durante a Cúpula de Ouro Preto, o MERCOSUL passa a contar com uma estrutura institucional definitiva para a negociação do aprofundamento da integração em direção ao ambicionado Mercado Comum. Além disso, o Protocolo de Ouro Preto estabelece a personalidade jurídica do MERCOSUL, que, a partir de então, poderá negociar como bloco acordos internacionais. Os principais aspectos institucionais definidos pelo Protocolo de Ouro Preto são: Natureza jurídica dos órgãos do MERCOSUL e sistema de tomada de decisões: o MERCOSUL possui uma estrutura orgânica intergovernamental, o que significa que são sempre os governos que negociam entre si, não existindo órgãos supranacionais. As decisões no MERCOSUL são sempre tomadas por consenso. Não existe a possibilidade de voto; Personalidade jurídica do MERCOSUL: é reconhecida a personalidade jurídica de direito internacional do MERCOSUL, o que possibilitará ao bloco a aquisição de direitos e a sujeição a obrigações como uma entidade distinta dos países que o integram; Órgãos do MERCOSUL: são criados alguns órgãos novos e mantida a maioria dos órgãos transitórios criados pelo Tratado de Assunção. Atualmente, esses órgãos são os seguintes: Conselho do Mercado Comum (CMC): é o órgão superior do MERCOSUL, ao qual incumbe a condução política do processo de integração. Ele é integrado pelos Ministros das Relações Exteriores e da Economia dos Quatro e se reúne, em média, duas vezes por ano. A presidência do CMC (que corresponde à Presidência Pro Tempore do MERCOSUL) é exercida por rotação dos Estados Partes, e por períodos de seis meses. O CMC manifesta-se através de Decisões; Grupo Mercado Comum (GMC): é o órgão executivo do MERCOSUL, integrado por representantes dos Ministérios de Relações Exteriores, Economia e Bancos Centrais dos Quatro. O GMC reune-se em média a cada três meses. Ele manifesta-se através de Resoluções. Comissão de Comércio (CCM): órgão assessor do GMC, cumpre o papel de velar pela aplicação dos instrumentos de política comercial acordados pelos Estados Partes para o funcionamento da União Aduaneira. Reune-se mensalmente e manifesta-se através de Diretrizes. Comissão Parlamentar Conjunta (CPC): é o órgão de representação do poder legislativo dos Quatro. A CPC é composta por igual número de parlamentares de cada Estado Parte, perfazendo um total de 64. Foro Consultivo Econômico e Social (FCES): órgão de caráter consultivo, o FCES é o foro de representação dos setores econômicos e sociais; Reuniões de Ministros: não têm periodicidade estabelecida, servindo basicamente para troca de experiências e o tratamento político de temas selecionados pelos próprios titulares das pastas. Existem, hoje, nove Reuniões de Ministros no MERCOSUL; Subgrupos de Trabalho (SGTs): órgãos de assessoramento do GMC, os SGTs dividem-se por temas e se reunem, em geral, duas vezes por semestre. Existem onze SGTs em funcionamento hoje; Reuniões Especializadas: órgãos de assessoramento do GMC, as Reuniões Especializadas funcionam como os SGTs, sendo que sua pauta negociadora não emana diretamente desse órgão; Grupos Ad Hoc: criados pelo GMC para tratamento de algum tema específico, os GAH têm duração determinada. São extintos uma vez cumprida atarefa atribuída pelo GMC. Comitês Técnicos (Cts): órgãos de assessoramento da CCM, dividem-se de acordo com os temas tratados. Existem dez CTs em funcionamento hoje. Perspectivas do processo de integração.Passados sete anos da assinatura do Tratado de Assunção, as perspectivas futuras do MERCOSUL são promissoras. Opera-se hoje, entre os quatro sócios fundadores do agrupamento, um importante esforço de aprofundamento vertical dos compromissos estabelecidos em 1991, que toma a forma de medidas comerciais, econômicas, mas também políticas, como a decisão de aperfeiçoar a estrutura institucional da atual União Aduaneira. No plano externo, opera-se um movimento de alargamento horizontal da integração. Novos países e agrupamentos regionais manifestam, a cada dia, seu interesse em tomar parte nesse processo. Países como o Chile e a Bolívia, que já firmaram acordos de complementação econômica com o MERCOSUL; agrupamentos como a União Européia, que assinou, em 1995, um Acordo Quadro com o MERCOSUL, documento que abre novas e promissoras perspectivas para o crescimento comercial de ambos os lados.O LUGAR DO MERCOSUL NO MUNDO. O MERCOSUL é hoje uma marca de sucesso. Prova disso é a sua extensa agenda externa, que demonstra o interesse que o bloco tem despertado em países e agrupamentos regionais em todo o mundo.O reconhecimento da personalidade jurídica do MERCOSUL e a agenda externa : O reconhecimento, no Protocolo de Ouro Preto, da personalidade jurídica de direito internacional do MERCOSUL significa, na prática, que o bloco econômico passou a ter legitimidade para exercer direitos e contrair obrigações como uma entidade distinta dos países que o integram. Como entidade dotada de personalidade jurídica, o MERCOSUL está apto a negociar acordos com terceiros países, grupos de países ou organismos internacionais. Ganha destaque, nesse contexto, a agenda externa do MERCOSUL, seja no plano latino-americano, hemisférico ou extra-hemisférico. A compatibilidade jurídica do MERCOSUL com a ALADI e o GATT, a eficácia e a estabilidade da estrutura institucional provida pelo Protocolo de Ouro Preto, o êxito econômico-comercial da integração e o status de entidade dotada de personalidade jurídica garantem ao MERCOSUL a condição de parceiro atrativo para os principais atores econômicos mundiais.A Adesão de Novos Membros ao MERCOSUL:O Tratado de Assunção estabelece a possibilidade de que outros países membros da ALADI venham a integrar o MERCOSUL. As solicitações de adesão, porém, somente poderão ser examinadas pelos Estados Partes após cinco anos de vigência do mencionado Tratado, prazo que não se aplica aos países da ALADI que não façam parte de outros esquemas sub-regionais ou extra-regionais de integração. O Protocolo de Ouro Preto, que atualizou parcialmente o Tratado de Assunção, não modificou a sistemática relativa a adesão de novos membros. Nesse contexto, em um primeiro momento, apenas o Chile preenchia as condições para aderir ao Tratado de Assunção. A Expansão Horizontal do MERCOSUL:Por inspiração brasileira, nos últimos anos o MERCOSUL tem buscado, intensamente, sua expansão horizontal, por meio da celebração de acordos de livre comércio com todos os países latino-americanos membros da ALADI. Essa iniciativa constitui estratégia coerente com os interesses do Brasil e do MERCOSUL: (a) ampliar as dimensões dos mercados nacionais; (b) aproveitar vantagens comparativas em âmbito regional; (c) restaurar condições de competitividade em mercados da região que participam de outros esquemas de integração; (d) evitar que os acordos bilaterais existentes preservem o quadro atual de "perfurações" à TEC, até como forma de evitar distorções nos fluxos de investimentos na região; (e) consolidar laços políticos com os vizinhos no continente, interesse sobretudo do Brasil, dada a sua dupla condição de país platino e amazônico. Nesse contexto, o MERCOSUL já celebrou acordos de livre comércio com o Chile (1996) e a Bolívia (1997), de que resultaram uma ampliação do acesso de vários produtos brasileiros àqueles mercados (ônibus e caminhões, no caso do Chile; bens de capital e siderúrgicos, no caso da Bolívia, por exemplo). Ambos passaram assim a usufruir "status" de "países associados" ao MERCOSUL sem entretanto se tornar membros plenos. Em outras palavras, Chile e Bolívia, não aderiram ao Tratado de Assunção, mas integrarão uma área de livre comércio com o MERCOSUL, em 10 anos. Não participam da União Aduaneira ou do mercado comum em formação no MERCOSUL. O MERCOSUL e a ALCA: Os Chefes de Estado e de Governo do hemisfério resolveram, por ocasião da I Cúpula das Américas (Miami, dezembro de 1994), iniciar trabalhos com vistas à conformação da Área de Livre Comércio das Américas – ALCA, na qual as barreiras ao comércio e ao investimento serão progressivamente eliminadas a partir de 2005. Além disso, encarregaram aos Ministros Responsáveis pelo Comércio do Hemisfério a preparação das negociações sobre a ALCA, o que fizeram em Denver, em junho de 1995; Cartagena das Índias, em março de 1996; Belo Horizonte, em maio de 1997; e São José da Costa Rica, em março de 1998. Até a Reunião Ministerial de Belo Horizonte, os principais avanços se deram no plano conceitual. Naquela oportunidade, foram consolidados os seguintes princípios: processo decisório por consenso; empreendimento único/"single undertaking"; coexistência da ALCA com acordos bilaterais e sub-regionais de integração e de livre comércio mais amplos ou profundos; compatibilidade com a OMC; possibilidade de os países negociarem individualmente ou em bloco, como integrantes de um grupo de integração sub-regional. A Reunião Ministerial de São José, entre outros entendimentos, definiu a montagem da estrutura e da organização das negociações: (a) Reunião de Ministros, responsável pela supervisão e direção superiores das negociações (a convocar-se pelo menos a cada 18 meses); (b) Comitê de Negociações Comerciais, integrado pelos Vice-Ministros, encarregado das orientação permanente das negociações (a reunir-se pelo menos semestralmente); (c) 9 grupos de negociação (Acesso a Mercados; Investimentos; Serviços; Compras Governamentais; Solução de Controvérsias; Agricultura; Direitos de Propriedade Intelectual; Subsídios, Anti Dumping e Medidas Compensatórias; e Políticas de Concorrência). As decisões tomadas pelos Ministros em São José, confirmadas pelos Chefes de Estado e de Governo, na II Cúpula das Américas ( Santiago do Chile, 18 e 19.04.98), permitirão ao Brasil, e ao MERCOSUL, influir sobre a progressão das negociações, uma vez que caberá ao Brasil, a presidência do Grupo de Negociação sobre Subsídios, Anti Dumping e Medidas Compensatórias, e, sobretudo, a co-presidência do processo negociador da ALCA, em sua etapa conclusiva, juntamente com os Estados Unidos (de novembro de 2002 a dezembro de 2004, ou até a conclusão das negociações). Ademais, coube a outro sócio do MERCOSUL (Argentina) a presidência do Grupo de Negociação sobre Agricultura, o qual tratará das cadeias produtivas agrícolas. O MERCOSUL e a União Européia: No plano extra-hemisférico, o MERCOSUL confere especial relevância e prioridade aos entendimentos com a União Européia, seu principal parceiro comercial. Em 15 de dezembro de 1995, o MERCOSUL e a União Européia assinaram, em Madri, o "Acordo-Quadro Inter-Regional de Cooperação Econômica e Comercial". De natureza ampla e aberta, o Acordo contempla objetivos de aproximação e cooperação nas mais variadas áreas, como comércio, meio-ambiente, transportes, ciência e tecnologia e combate ao narcotráfico. Institui, igualmente, mecanismo de diálogo político entre os dois agrupamentos. Em sua vertente econômica, tem como objetivos "o aprofundamento das relações entre as Partes e a preparação das condições para a criação de uma Associação Inter-regional" (art.2º). Atualmente, como parte da implementação do Acordo, MERCOSUL e UE estão realizando uma avaliação dos fluxos comerciais recíprocos e das legislações em cada lado nas áreas de bens, serviços e normas e disciplinas comerciais. Esta "fotografia" do relacionamento constitui requisito técnico para que, eventualmente, sejam lançadas, no futuro, negociações sobre liberalização comercial.

Importância do corretor de seguros, de acordo com o Sincor RO AC

A partir da década de 1990, o corretor de seguros se consolidou como o principal canal de distribuição de seguros do Brasil. É um dado importante porque espelha o resultado de uma longa luta, de mais de vinte anos, principalmente contra as agências bancárias. Atualmente, até os grandes conglomerados financeiros têm os corretores como principais parceiros, especialmente para a venda dos seguros mais complexos. Como conhecem bem os produtos com que trabalham, os corretores de seguros dão um atendimento melhor para os segurados. Este é o dado que importa: assessorado por um corretor competente, o segurado - ou seja, o cidadão que pretende proteger seu patrimônio ou sua capacidade de atuação - tem chances concretas de comprar melhor um produto da maior importância, mas que, se for comprado errado, não vai atender sua finalidade, deixando de desempenhar o forte papel social que lhe cabe.Seguro é um contrato complexo, com características únicas, que o tornam desconhecido do grande público no mundo inteiro. Mesmo nos países onde é parte constante da vida, suas particularidades e detalhes são estranhos à maioria das pessoas. É aí que os canais de venda mais sofisticados são importantes, e, entre eles, o mais importante é sem dúvida nenhuma o corretor de seguros. Entre os três grandes canais de venda - o corretor, o agente e o sistema financeiro - em qualquer lugar do planeta, o corretor é o mais capacitado para atender bem o segurado.O corretor é - por definição e até por lei - o representante do segurado junto à seguradora. Portanto, cabe a ele cuidar dessa relação, agindo não apenas como vendedor, mas principalmente como consultor na indicação da apólice, e defensor do segurado após a ocorrência do sinistro. Ao contrário do agente, que é um vendedor de seguros vinculado a uma companhia seguradora, o corretor de seguros é um profissional autônomo, impedido de ter esse tipo de ligação, justamente para caracterizar explicitamente sua vinculação com o segurado, que é - o que pouca gente sabe - quem lhe paga a comissão. Um mercado que tem menos de um por cento de margem de problemas é um mercado eficiente. E na base dessa eficiência, o corretor de seguros, acompanhando o segurado desde a indicação do melhor seguro, até a liquidação final da indenização, desempenha um papel muito importante. Papel que está além da capacidade profissional do funcionário da agência bancária, pelo simples fato de ele não haver sido treinado para isso. SEGURO SÓ COM CORRETOR DE SEGUROS. De acordo com a lei, o corretor de seguros não é figura obrigatória na operação de contratação de seguro. Aqui a lei brasileira se ultrapassa e, com a mais absoluta falta de bom senso, determina que o que é obrigatório é o pagamento da comissão de corretagem, que se não for feita a um corretor de seguros, deve ser feita em favor da Escola Nacional de Seguros - Funenseg, para que com esse dinheiro ela possa desenvolver cursos e aprimorar o treinamento profissional dos corretores. Então, se o corretor não é obrigatório, por que as próprias seguradoras se valem deles para vender a maior parte de suas apólices? A resposta é simples: o corretor de seguros é quem conhece melhor os produtos de seguros e, portanto, é quem pode aconselhar melhor o segurado, na hora de escolher um seguro.No mundo todo existem basicamente quatro grandes canais de venda de seguros. A venda direta, o corretor de seguros, o agente de seguros e os sistemas de agências bancárias ou pontos de vendas, como as lojas de supermercados. No Brasil não existe a figura jurídica do agente de seguros, o que reduz o universo, sob a ótica legal, a três canais de venda, sendo o mais tradicional o corretor de seguros. Todavia não seria sensato os conglomerados financeiros não se valerem de suas redes de agências para vender seguros. Mas o que parecia uma ameaça para o corretor de seguros acabou não se concretizando. Os próprios bancos perceberam que as agências são canais importantes de venda de produtos de seguros, mas não de qualquer tipo de seguro. Elas podem funcionar eficientemente na venda de produtos muito simples ou de preço muito baixo, que inviabilize a sua comercialização através dos corretores de seguros. Assim como um corretor de seguros não é um especialista em aplicações financeiras, um gerente de banco não é um especialista em seguros, e esta verdade elementar começou a ter um custo alto, porque os funcionários dos bancos estavam vendendo mal produtos que eles não conheciam. Seguro é vendido com olho no olho. É uma venda que exige confiança em quem vende. E essa confiança só nasce do contato pessoal e na hora em que o segurado percebe que quem o está atendendo conhece o produto que está vendendo. E quem tem esse perfil é o corretor de seguros. Ronseg, corretora de seguros. Feliz dia dos pais, corretor de seguros da Amazônia Ocidental!

Dia Nacional do corretor de seguros está próximo, diz Geraldo Ramos

Já está no Senado projeto que cria Dia Nacional do Corretor. Mesa Diretora da Câmara já enviou para o Senado o projeto de lei de autoria de um deputado do (PSDB/SP), que institui o Dia Nacional do Corretor de Seguros a ser comemorado, anualmente, no dia 12 de outubro, anunciou o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos. A expectativa é a de que a proposta seja aprovada ainda a tempo de a data ser comemorada ainda este ano.O mercado de seguros tem fundamental importância na vida econômica do país, sendo o corretor de seguros “agente determinante” para o desenvolvimento de todos os processos de seguros. “A atividade dos corretores de seguros é abrangida por um universo de profissionais preocupados com o crescimento do mercado, a prestação de serviços de boa qualidade e a consultoria assistencial eficiente. A categoria compreende milhares de profissionais marcando sua presença em toda a Amazônia Ocidental e restante do Brasil”, afirmou Geraldo Ramos. Ronseg, corretora de seguros.

quinta-feira, agosto 05, 2010

Seguradora tem plano de saúde para baixa renda, admite Geraldo Ramos

Um plano de saúde empresarial que cabe no bolso dos trabalhadores com renda mais baixa. Esse é o novo produto de uma seguradora, lançado ontem, admitiu o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos. Uma demanda das empresas que já possuem seguros mais caros para os executivos e chefias, e querem ofertar assistência à saúde da mesma seguradora aos funcionários da base da pirâmide.O novo produto direcionado para as classes C e D será disponibilizado para a contratação a partir de cinco vidas, no mínimo dois funcionários e três dependentes.Ao formatar o produto, a seguradora adaptou a rede credenciada de hospitais, clínicas, médicos e laboratórios as coberturas ofertadas.Assim como os demais planos da empresa, o usuário poderá escolher livremente os prestadores de serviços com o sistema reembolso de procedimentos, que vai respeitar os valores da tabela de honorários e serviços cobertos pela seguradora para a abrangência contratada. Ronseg, corretora de seguros.

Br-319. É vida?

A rodovia Manaus-Porto Velho (BR-319), que corta o coração da Amazônia, está prestes a ser revitalizada. Com seus mitos e lendas, a floresta amazônica continua a ser um mistério para muitos. O maior bioma brasileiro concentra cerca de 50% da biodiversidade conhecida hoje no planeta, mas estima-se que as espécies já registradas na região representem apenas 30% do número real. A chuva chega na rodovia Manaus-Porto Velho, a BR-319, que está prestes a ser revitalizada. A reativação pode ameaçar a natureza no trecho que corta, no coração da Amazônia .O desmatamento é uma das principais ameaças a essa riqueza. Embora a devastação da floresta venha diminuindo desde 2004, estudos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelam que entre aquele ano e 2009 a Amazônia perdeu 92,2 mil km2, área pouco menor que a do estado de Santa Catarina. Além da derrubada das árvores, são ameaças constantes à floresta amazônica a exploração ilegal de madeira, as queimadas, a caça e a construção de rodovias. Esses fatores podem ter efeitos bastante variáveis e influenciam na perda da diversidade de fauna e flora porque afetam as interações ecológicas, os regimes de água e podem levar a alterações climáticas, contribuindo para o aquecimento global. A BR-319 tem extensão de 880 km – 98% no estado do Amazonas – e atravessa a área central da Amazônia. A rodovia acompanha o curso do rio Madeira e foi planejada como alternativa à rota fluvial entre Manaus e Porto Velho (pelo próprio rio Madeira e pelo rio Amazonas), já que o trajeto de barco pode durar até quatro dias. A estrada foi aberta na floresta entre 1972 e 1973, na ditadura militar, e chegou a ser asfaltada, mas não recebeu manutenção nos últimos 20 anos. Hoje, são transitáveis normalmente apenas os trechos iniciais, de Manaus (AM) a Careiro-Castanho (AM) e de Humaitá (AM) a Porto Velho (RO), repavimentados em 2001. Agora, a recuperação da parte central, entre os quilômetros 250 e 655, está em processo de licenciamento ambiental pelo Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT). A reativação da rodovia tem gerado discussões e desentendimentos entre diferentes setores da sociedade, principalmente entre os ministérios dos Transportes e do Meio Ambiente. Ambientalistas e conservacionistas são contra sua reabertura, que ligaria o arco do desmatamento em Rondônia à Amazônia Central, região onde a floresta ainda é bem preservada e a presença humana é pequena. O Ministério do Meio Ambiente fez uma série de exigências para a concessão de licença para a obra, algumas não integralmente cumpridas. Já o Ministério dos Transportes e a maioria dos moradores de Manaus querem a recuperação da rodovia, que reduziria o custo do escoamento da produção industrial da cidade para São Paulo e outros mercados do sul do país, além de facilitar os deslocamentos da população da área. Os poucos moradores instalados ao longo da rodovia também têm esperança de que, com o asfalto, venha o progresso, mas receiam perder as terras que ocupam. O acesso difícil prejudicou a realização de estudos científicos na região, até hoje praticamente desconhecida. Apesar das dificuldades, a pesquisa aqui relatada buscou reunir dados sobre a fauna de mamíferos em diferentes trechos da BR-319 onde estão sendo avaliados seus possíveis impactos ambientais.

quarta-feira, agosto 04, 2010

Governo debate transposição

A Câmara dos Deputados aprovou, como é do domínio da população do Estado, a (MP) nº. 472, contendo uma medida de grande relevância para Rondônia: a transposição dos servidores do estado para o quadro da União. O governador João Cahulla tem reafirmado que toda economia que for feita com a transposição dos servidores para o quadro da União será revertida em forma de aumento salarial para os funcionários públicos. A Emenda 28 regulamenta a transposição dos servidores contratados até 31 de dezembro de 1991 para os quadros da União. A matéria está sendo objeto hoje (4) de reunião na Câmara dos Deputados, aqui em Brasília, com a possível presença de toda a bancada federal, do superintendente do governo do Estado de Rondônia em Brasília (DF), Sandro Bergamim, do secretário-chefe da Casa Civil, Guilherme Erse, de representantes do Ministério do Planejamento e líderes da categoria. A Emenda permite que os servidores contratados na época do ex-território de Rondônia e durante a gestão do primeiro governador eleito passem para o quadro da União. São beneficiados também com a transposição os servidores dos municípios de Porto Velho, Guajará Mirim, Costa Marques, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena admitidos até 1981. De acordo com levantamento prévio, cerca de 23 mil servidores possuem direito a transpor para os quadros da União. O governo Federal ainda não enviou a Rondônia a comissão que iniciará o levantamento de todos os servidores dos poderes executivo, legislativo, judiciário e dos seis municípios. Após esse trabalho que vai definir os cargos e a equiparação salarial os servidores terão 180 dias para optar pela transposição. Guilherme Erse disse que o governador João Cahulla voltou a reafirmar que toda economia que for feita com a transposição dos servidores para o quadro da União será revertida em forma de aumento salarial para os funcionários públicos do estado. O tema deverá motivar nova reunião, em novembro próximo.

Marisa Mantega


ANS definiu reajuste de preços no seguro saúde, anunciou Geraldo Ramos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) definiu, segundo o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, reajustes para três seguradoras para os contratos individuais antigos (anteriores a 1998). SulAmérica, Bradesco e ItaúSeg podem fazer reajustes de no máximo 10,91%. A medida beneficia 585.134 segurados, já que, até então, os planos individuais antigos não eram regulados pela ANS. Ronseg, corretora de seguros.

Cassol busca direitos em Brasília. A Justiça há de prevalecer!

"Só me resta mais uma vez buscar meus direitos em Brasilia", disse Ivo Cassol. Ex-governador afirmou que sua campanha ao Senado segue no mesmo ritmo. No final da tarde desta terça-feira (3), ao ser informado sobre o indeferimento pelo TRE do registro de sua candidatura, Cassol não se abalou com a decisão e tranqüilizou seus eleitores, declarando que sua campanha rumo ao Senado segue no mesmo ritmo, visitando municípios e conversando com a população, e que buscará seu registro em instância superior, o que lhe é previsto na legislação. “Mais uma vez tentam me prejudicar me condenando por um crime que não cometi, eu já fui inocentado no TSE. Impugnaram meu registro alegando mais uma vez que sou culpado de algo que não cometi, e a população sabe disso. Isso me dá ainda mais força para continuar minha caminhada rumo ao Senado para mudar a legislação deste país. Então só me resta mais uma vez buscar meus direitos em Brasília onde a verdadeira Justiça prevalecerá, tenho certeza absoluta e eu estou tranqüilo”, afirmou Cassol.

terça-feira, agosto 03, 2010

Fim da cobrança dupla da TEC no Mercosul

Os presidentes dos quatro países do Mercosul assinarão hoje (3) acordo que elimina a dupla cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC), que incide sobre importações de terceiros países. A primeira fase entra em vigor em janeiro de 2012 e incluirá produtos finais. Com a regra, um carro francês importado por uma empresa brasileira para ser vendida a outra paraguaia, por exemplo, pagará apenas uma vez a TEC, de 35% de seu valor. Hoje, este veículo pagaria o mesmo imposto duas vezes: quando entra no Brasil e quando entra no Paraguai. Em janeiro de 2014, começa a segunda fase do acordo, que eliminará a dupla cobrança da TEC para insumos de produção com tarifas baixas (2% e 4%).

Mercosul elimina dupla tributação

Depois de seis anos de negociações, os países-membros do Mercosul aprovaram ontem (2) um cronograma para eliminar a dupla cobrança da TEC (Tarifa Externa Comum).O acordo é o principal avanço anunciado no primeiro dia da cúpula do bloco, na cidade argentina de San Juan. O encontro termina hoje (3) com o encontro de presidentes.O acordo evitará que os produtos importados de fora do Mercosul paguem duas vezes o mesmo tributo ao circularem no bloco. A medida será implementada em três fases (a partir de 2012).Hoje, os itens que chegam pelo litoral do Brasil e acabam consumidos no Paraguai, por exemplo, têm de pagar a TEC no porto e também na aduana paraguaia.

sábado, julho 31, 2010

Usinas do Madeira: problema para a Bolívia

Incentivada por Abbé Pièrre e Dom Helder Câmara a conhecer as populações pobres do mundo, a psicóloga suíça Marianne Spiller veio para o Brasil em 1972 onde fundou a Associação Brasileira de Amparo à Infância, no Paraná. Em entrevista realizada por telefone, ela fala sobre sua trajetória e, principalmente, sobre suas lutas em prol dos direitos dos mais pobres. Atualmente, ela está voltada à questão da água e, por isso, foi entender a situação do povo que depende do rio São Francisco. “Viajei várias vezes para aquela região e vi como este rio está morrendo. A transposição, ou seja, retirada de mais água deste rio, é um problema muito grande para a população ribeirinha, para as comunidades indígenas e para a natureza. A construção de grandes canais traz destruição para os biomas da catinga, do cerrado e para as comunidades indígenas”, relatou. Segundo ela, a partir dos inúmeros projetos e obras para construção de hidrelétricas no Brasil, o país “está na direção de uma ação destruidora”. Spiller considera isso uma violência contra os rios que criam diversos problemas com os países vizinhos. “As hidrelétricas do Rio Madeira, Jirau e Santo Antonio, por exemplo, criam problemas para a Bolívia, pois os peixes não conseguem fazer a Piracema”. Ao analisar como a questão da água será tratada pelos candidatos à presidência, Marianne afirma: “Um candidato pensa um pouco mais no lado ecológico do que o outro, mas a grande direção não é favorável à preservação da natureza”.

Convite para a entrevista.

On-Line – Quando e porque a senhora veio para o Brasil?

Marianne Spiller – Desde a minha infância na Suíça, me preocupei com as populações pobres. Em 1972, decidi deixar meu país para conhecer melhor essa situação no mundo. Eu tinha professores muito competentes, como o religioso francês Abbé Pièrre e Dom Helder Câmara, arcebispo brasileiro, que divulgou no mundo inteiro que “a pobreza é um escândalo”. Estes dois homens me indicaram o Brasil. On-Line – Como surgiu essa sua relação e interesse por povos na condição de pobreza? Marianne Spiller – São coisas impossíveis de explicar. Eu já nasci com isso. É uma espécie de destino, uma vocação. On-Line – No início seu trabalho era diretamente com crianças e jovens que estavam envolvidos com as drogas. Você pode nos contar um pouco da história da Associação Brasileira de Amparo à Infância? Marianne Spiller – Em 1979, a Associação Brasileira de Amparo à Infância foi fundada no Brasil por um grupo de amigos brasileiros e suíços. A maioria conhecia bem o Brasil e queria contribuir com a redução da pobreza. Com fé e coragem, começamos no ano de 1981, na área rural no sul de Curitiba, com uma creche para crianças de famílias pobres. Hoje você está voltada para a questão da água. Porque começou a se preocupar com esse tema? Marianne Spiller – Descobri que não se pode apoiar a libertação dos pobres sem se preocupar com a situação dos recursos naturais. Os pobres são os primeiros que sofrem, de maneira intensa, com as consequências da destruição e privatização dos recursos naturais pelas grandes empresas transnacionais. Comecei me preocupando com a atuação da Nestlé, que tem origem na Suíça, e entrei neste assunto me tornando uma ativista contra a privatização da água, contra o agronegócio. É eticamente condenável que a água, que deve ser um direito para todos os seres, seja usada como negócio, para a ganância de poucos. On-Line – Você esteve com Dom Cappio, certo? Qual a situação, neste momento, do povo que vive do Rio São Francisco? Marianne Spiller – Viajei várias vezes para aquela região e vi como este rio está morrendo. A transposição, ou seja, retirada de mais água deste rio, é um problema muito grande para a população ribeirinha, para as comunidades indígenas e para a natureza. A construção de grandes canais traz destruição para os biomas da catinga, do cerrado e para as comunidades indígenas. On-Line – O que representa o fato de a ONU ter considerado a água esta semana como um direito do ser humano? Marianne Spiller – Em março do ano passado, participei do 5º Fórum Mundial das Águas, que ocorreu em Istambul, na Turquia. O evento foi organizado pelo Conselho Mundial da Água, criado pelas grandes empresas transnacionais, que trabalham com o hidronegócio, algo que dá muito dinheiro. Inclusive, amigos meus na Alemanha estão trabalhando na conclusão de um filme chamado “A água faz dinheiro”. Vi como as delegações sul-americanas, coordenadas por Bolívia e Uruguai, tentavam pressionar o Fórum para que o acesso à água fosse considerado um direito humano. Mas o Fórum não aceitou isso. A declaração final afirmava que o acesso à água é uma necessidade básica, mas não um direito humano. Houve uma declaração alternativa, assinada por alguns países, como Bolívia Uruguai e Cuba. Entre março de 2009 e o que ocorreu ontem na ONU, foi um grande passo, uma vitória impulsionada por ONGs e forças da sociedade civil de alguns país. O curioso é que o país que mais lutou para isso foi o mais pobre da América Latina: a Bolívia. Parece que são os pobres que estão libertando a natureza da ganância e que têm a força da verdade. Enquanto as transnacionais e todos que destroem a natureza trabalham com a mentira. On-Line – Que avaliação a senhora faz da Conferência Mundial dos Povos sobre as mudanças climáticas e pelos direitos da “Madre Tierra”? Marianne Spiller – Foi simplesmente fantástico. Eram esperadas entre cinco e dez mil pessoas, mas compareceram 35 mil. No dia 22 de abril, Dia da Madre Terra, parecia que Cochabamba era o centro do mundo, tomado pelo entusiasmo. Em todos os lugares podia-se ver cartazes com a frase: “A Terra não pertence ao homem. O homem pertence à Terra.” Isso é um claro paradigma de origem indígena, muito diferente. É o conceito de que o homem não é o dono da natureza, mas uma parte dela. Penso que o antropocentrismo é o mal que está na raiz deste capitalismo destruidor, no qual o homem se sente no direito de destruir a natureza. On-Line – Você afirmou logo após o evento que a conferência foi um momento de descoberta de uma cultura originária que não conhecíamos. Que cultura era essa? Marianne Spiller – Os povos originários da Bolívia e Equador têm um conceito muito diferente da Pátria Mãe, eles têm uma relação de amor à Mãe Terra. O discurso mais radical foi de um chanceler que disse “que, no capitalismo o mais importante é o dinheiro, para o socialismo é o homem. Para nós, povos originários indígenas, o mais importante são as montanhas, as florestas, os rios. O homem vem depois”. Isso é muito interessante e traz uma visão totalmente diferente. O futuro tem de ir para esse lado. Evo Morales disse que “no século passado lutamos muito pelos direitos do homem, dos negros, dos homossexuais, das mulheres, das crianças, e de todos os povos marginalizados.” Este século, entretanto, será da Mãe Terra. Se não aumentarmos o respeito à natureza não haverá um futuro bom. On-Line – A ideia do “viver bem” poderia ser implementada em toda a América Latina? Marianne Spiller – Com certeza, em todo o mundo. Viver bem não quer dizer viver melhor. A mola mestra deste capitalismo destruidor é a concorrência. Você precisa ser melhor que o outro. O viver bem é diferente, é comunitário, é uma construção coletiva da realidade. Há também valores, como os que estão na nova Constituição da Bolívia, como “não mentir”. É algo tão simples, mas de suma importância, pois muita coisa em nossa sociedade se baseia na mentira. Outro valor na Constituição é “não ser preguiçoso”. O mais importante é não cair na ganância de ter mais e mais, mas sim de ser feliz com uma vida simples e com o suficiente. Se todos quiserem tudo, precisaremos ter vários planetas. On-Line – Como a senhora vê a situação dos rios no Brasil a partir das propostas levantadas pelos candidatos à presidência? Marianne Spiller – O Brasil está na direção de uma ação destruidora, isso fica evidente quando observamos Belo Monte e a epidemia de hidrelétricas que começaram a ser pensadas ainda na ditadura. Tudo isso é uma violência para os rios e cria muitos problemas transfronteiriços. As hidrelétricas do Rio Madeira, por exemplo, cria problemas para a Bolívia, pois os peixes não conseguem fazer a Piracema. Um candidato pensa um pouco mais no lado ecológico do que o outro, mas a grande direção não é favorável à preservação da natureza. O Brasil está na contramão da história.On-Line – Está na contramão também em relação à pobreza? Marianne Spiller – Durante estes anos houve mudanças muito grandes na relação do Estado junto à pobreza, que entrou, pela primeira vez, nas preocupações governamentais. Ninguém pode tirar esse mérito do governo do presidente Lula. Esses programas do Governo Federal são um grande avanço. Só o fato de ter registrado a existência de quase todas as famílias pobres do Brasil já é uma grande evolução, mas precisamos de mudanças mais profundas. Precisamos de urgência de reforma agrária uma e redução das propriedades agrícolas. Mas a preocupação social ainda é maior que a ambiental.

Charge

quinta-feira, julho 29, 2010

Segurobrás pode virar agência, entende Geraldo Ramos

Após anunciar a criação, por Medida Provisória, de nova estatal, a Empresa Brasileira de Seguros (EBS), o governo voltou atrás, disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos. Admitiu enviar ao Congresso um projeto de lei - o que iria esticar a tramitação, fazendo com que a nova empresa só pudesse operar já na era Dilma ou Serra. No entanto, fontes empresariais revelam que a situação poderá ser resolvida de modo mais simples, atendendo ao governo e sem agredir o setor privado. Seria criada uma agência de fomento, que bancaria parte do risco, viabilizando o seguro de grandes obras sem ampliar a estatização.O setor privado reagiu com raiva ao anúncio da nova empresa, chamada pejorativamente de Segurobrás. Para A Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), a medida é "inoportuna" e cria conflito de interesses, pondo o governo como segurador de seus próprios riscos. Mas os empresários envolvidos com grandes obras em estaleiros ou na construção de usinas como Belo Monte sabem muito bem como é difícil, ou quase impossível segurar grandes projetos e obras.- O setor privado, que lutou décadas contra o monopólio do resseguro, não quer ver o governo crescer em seguros. Mas há um vácuo no setor, pois nenhuma seguradora ou resseguradora aceita o risco de se construir uma plataforma, por alguns bilhões, em um estaleiro com situação financeira frágil, decorrente de décadas de baixo faturamento e muitas obrigações - disse uma fonte à coluna.Assim, seja através de uma empresa de seguros, ou via-agência de fomento, há forte pressão de grandes grupos privados para criação de um mecanismo que dê rapidez à securitização de mega projetos. Afinal, estima-se que só a Petrobras precise de 80 plataformas para o pré-sal - cada uma por US$ 1,5 bilhão ou até mais - e o mercado pede um sistema ágil para realização dessas obras.Nesse episódio, o ministério da Fazenda está sendo sacrificado. Pela manhã, é cobrado pelas empreiteiras e estaleiros para viabilizar o seguro de grandes projetos e, à tarde, é pressionado pelo setor de seguros - que é ligado aos poderosos bancos - para não afrontar o mercado com novas estatizações. Lula também não entende muito desse tema e já está ligado na campanha eleitoral. Com sua sensibilidade política, Lula não quer uma solução que possa prejudicar Dilma - e isso pode vir com a idéia da agência de fomento. Ronseg, corretora de seguros.

Zardoyas


sexta-feira, julho 23, 2010

Geraldo Ramos promove palestra gratuita para corretores de seguros

O diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos, e sua diretoria, com apoio da Escola Nacional de Seguros, realizam dia 30, em Porto Velho (RO), a partir das 18h30, no hotel Vila Rica, palestra para corretores de seguros. O tema a ser desenvolvido por Bruno Kelly será Canais de distribuiçao - o que tem mudado? Quem sao nossos concorrentes? Oportunidades... Mais informaçoes: 69-3229-7129 com Val Cruz.

quinta-feira, julho 22, 2010

Nova ferramenta para corretor, sublinha Geraldo Ramos

Uma seguradora está colocando à disposição nova ferramenta para corretores e clientes no site da companhia a partir deste mês. Além dos diversos serviços já existentes, segurados e corretores poderão imprimir a 2ª via da apólice, do carnê de pagamento das parcelas do seguro, do cartão de assistência 24 horas e do cartão de visita, cartão de identificação entregue ao motorista terceiro, com a finalidade de passar as informações de identificação do segurado quando o mesmo for o responsável pelo acidente. A inserção destas novas funções neste canal trará ainda mais comodidade ao dia a dia dos corretores e segurados, uma vez que não será mais necessário solicitar a 2ª via pelos canais de atendimento da companhia. A ferramenta está disponível no site (www.sulamerica.com.br), no link "serviços online". Para o corretor de seguros, o acesso é feito pelo portal do corretor, no menu "auto", e logo em seguida "kit segurado"., destacou o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos.

terça-feira, julho 20, 2010

Seguro saúde para corretores de seguros, anuncia Geraldo Ramos

Seguro Saúde Corretores de Seguros associados aos seus respectivos sindicatos regionais tem a nova opção de seguro saúde. A Fenacor, segundo o diretor Geraldo Ramos, acaba de contratar uma nova opção de Plano de Saúde, para todos os corretores de seguros, associados aos seus respectivos Sindicatos Regionais. Trata-se de um seguro de saúde garantido pela AMIL – Assistência Médica Internacional e administrado pela Extramed, Administração e Serviços Médicos. - Administradora de Benefícios, devidamente regulamentado pela ANS e com condições diferenciadas no mercado. A partir de 01 de julho os Corretores de Seguros associados aos seus respectivos Sindicatos Regionais, têm 30 dias para efetuar as adesões SEM CARÊNCIA! Procure o Sincor RO AC e saiba mais detalhes deste importante benefício.

Dia dos pais será lembrado pelo Sincor RO AC

A diretoria do Sincor-RO AC prepara uma comemoração especial para o Dia dos Pais, com algumas surpresas para os profissionais. O evento está marcado para acontecer até o dia 06 de agosto.

domingo, julho 18, 2010

Seguro garantia judicial, novo mercado para o corretor de seguros

As empresas estão cada vez mais recorrendo ao seguro como garantia de caução nos processos judiciais.Prova disso é que, de janeiro a maio, segundo dados da Susep, Fenacor e Sincor RO AC, a receita de prêmios apurada na carteira de seguro garantia judicial cresceu 80,6% em comparação ao mesmo período do ano passado, somando pouco mais de R$ 73 milhões. O seguro garantia judicial é a modalidade de garantia específica para processos judiciais, normalmente utilizada quando a prestação de caução no processo é exigida pelo Juiz ou pela própria natureza da ação.

Coisas da web. Maradona.Autor desconhecido


Charge


sexta-feira, julho 16, 2010

Vendas sobem mais de 20 por cento, afirma Sincor RO AC

Além do plano de vida gerador de benefício livre (VGBL), os seguros populares ligados ao consumo de bens e serviços e à vida das classes menos favorecidas da população estão influindo no crescimento do mercado brasileiro, ao responder por R$ 11,807 bilhões do faturamento das seguradoras ou 56,5% do total. Nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), os produtos de custo relativamente baixo cresceram 20,6%, bem acima da média de 13,7% do setor, que registrou receita total de R$ 20,891 bilhões, excluídos o VGBL e o ramo saúde, este na alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Destinado a quitar saldo devedor de financiamento contraído pelo segurado em caso de invalidez, morte ou perda de emprego, o seguro prestamista cresceu 28,5%, ao faturar R$ 1,306 bilhão até maio. Expansão ainda mais expressiva foi verificada no seguro de garantia estendida, produto atrelado à compra de eletrodomésticos e eletrônicos. O produto registrou incremento nas vendas da ordem de 47,2%, ao captar prêmios de R$ 636,4 milhões. Na área do turismo, particularmente com destino ao exterior, os dados da Susep indicam que o brasileiro está viajando bem mais, com o seguro turístico na bagagem. Até maio, as seguradoras praticamente dobraram as vendas do produto. A alta foi de 90,9%, para R$ 11,4 milhões, pagos para garantir a saúde e a vida, além de obter uma vasta gama de serviços de assistência à viagem.MORADIA. Outro produto que reflete o aumento do consumo e que apontou crescimento expressivo nos cinco primeiros meses do ano foi o de residência, adquirido para protegêla, entre outros riscos, de incêndio, vendaval e enchente, além de serviços de assistência à moradia. O produto faturou R$ 480,4 milhões, registrando elevação de 16,4%. Na ponta da compra do imóvel, os números da Susep mostram que o seguro habitacional (fora do Sistema Financeiro da Habitação SFH) também avançou: 17,2%, para R$ 415,9 milhões. Na mesma linha do aumento do consumo, o seguro de automóvel é mais um produto que apresentou alta expressiva da janeiro a maio. No embalo do crescimento da indústria automobilística brasileira, a carteira de veículos das seguradoras evoluiu 17,4%, ao faturar R$ 7,540 bilhões, valor que inclui a compra da cobertura de responsabilidade civil facultativa. No segmento de pessoas, que reflete, mesmo que parcialmente, a entrada do produto nas classes menos favorecidas, o destaque foi o crescimento de 31,5% dos planos de vida individual, para R$ 429,7 milhões, e dos planos de acidentes pessoais coletivos, com alta de 20,3%, para R$ 987,5 milhões. Os dois seguros totalizaram 30% da carteira de vida e acidentes pessoais do mercado.Fontes : Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

Refis: prazo para corretores de seguros encerra

A Receita Federal prorrogou o prazo para que os contribuintes – incluindo os corretores de seguros, pessoas físicas ou jurídicas - que optaram por aderir ao Programa Refis possam se manifestar sobre o interesse ou não de incluir a totalidade dos débitos tributários no parcelamento do chamado Novo Refis (Refis da Crise). O prazo inicial encerrou dia 30 de junho. Agora, é possível fazer a opção até 30 de julho. Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, julho 14, 2010

Seguro para a terceira idade, segundo o Sincor RO AC

Uma seguradora em parceria com um banco desenvolveu um produto para a terceira idade: proteção melhor idade. Trata-se de um seguro de acidentes pessoais para o público entre 50 e 79 anos. As coberturas ' incluem fraturas e queimaduras, proteção financeira para os beneficiários em caso de morte acidental em transporte coletivo, morte acidental por acidente de transito e cesta básica. "Este produto incorpora demandas da população mais madura com coberturas inexistentes no mercado até o momento. Através de estudos e pesquisas com clientes, o produto foi modelado para atender o público da terceira idade, com foco nos beneficiários do INSS que recebem a aposentadoria através do banco. Inicialmente vendido com três opções de planos,o preço se adapta a qualquer bolso, pois o valor do seguro não varia de acordo com a idade do segurado", afirma a área de produtos vida. Atender as necessidades dos clientes foi o direcionador na elaboração deste produto. Buscou-se incluir diferenciais nos seguros, aproveitando a experiência da seguradora na elaboração de soluções voltadas para nichos de consumo".Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

Charge


Charge


segunda-feira, julho 12, 2010

Segurobrás

A sanha estatista do governo aparentemente não chegou ao fim: está prontinha para ser enviada ao Congresso uma MP que cria a Empresa Brasileira de Seguros (EBS), uma estatal que explorará "operações de seguros em quaisquer modalidades ou formas". O governo venderá a ideia de que a Segurobrás será necessária para que as obras do PAC caminhem. O mercado segurador está de cabelo em pé. Promete tentar resistir, mas acha que o trator do governo vai passar por cima de todos os apelos racionais. Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

Charge


Sudáfrica 2010 se despide!


sábado, julho 10, 2010

A nova cara da corretagem de seguros

O papel do corretor de seguros será cada vez mais central na economia do País .Nada mais justifica sustentar a imagem do corretor como um simples intermediador na comercialização de seguros. E quem se adequar primeiro já sai na frente, ganhando terreno. O mesmo mercado de seguros que trabalha para oferecer excelentes produtos e preços competitivos, ultimamente tem dado sinais claros de que também deseja manter um relacionamento mais sólido com seu canal de corretagem. A corretagem de seguros movimenta R$ 600 milhões de reais por ano, o que representa 3% do PIB do País. O mercado pretende expandir essa participação, até 2012, elevando este percentual para 7%. Por isso, o que está em jogo agora não é apenas a capacidade de negociação com o cliente. O corretor deverá ser o protagonista de um projeto maior, o que o fará ser um gerente de riscos. "Hoje, os clientes já esperam que o corretor tenha este perfil. Desejam um profundo conhecedor da atividade do segurado, estudando, analisando, identificando e sugerindo a proteção adequada às situações de perigo que sejam passíveis de coberturas", analisa. O corretor atua, em grande parte, em regiões urbanas, de alta concentração populacional e igualmente importantes reconomicamente para o País. E é diante desse quadro crônico de falta de tempo, do "deixar para depois" tão presente nas grandes cidades que o profissional de corretagem procura se afirmar como alguém que não oferece algo que irá dar ainda mais trabalho à vida do segurado. A essência do seguro reside justamente na resolução de futuros problemas de quem o contrata, e para que o corretor se encaixe nessa filosofia é necessário que ele tenha cada vez mais capacitação e disciplina. Fontes : Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.

VGBL sustenta crescimento do mercado, diz Geraldo Ramos

O VGBL, produto que tem muitas características de um investimento financeiro, continua sendo o destaque do mercado de seguros, admitiu o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/ AC Geraldo Ramos. Segundo ele, no acumulado de janeiro a maio, de acordo com dados da Susep, esse produto apresentou incremento de 30,8% em relação aos cinco primeiros meses de 2009. A receita apurada na carteira – R$ 13,3 bilhões – correspondeu a 39% do faturamento global do setor acumulado até maio.

quinta-feira, julho 08, 2010

Seguro para auto cresce mais de 15 por cento

Com o crescimento das vendas de veículos - que chegou a 9,29% no primeiro semestre, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave)-,outro setor da economia foi beneficiado: o de seguros para automóveis. O volume pago pelos clientes das seguradoras (prêmios) pelas apólices cresceu 15,91%em abril deste ano em relação ao mesmo mês de 2009, de acordo com o último boletim da Superintendência de Seguros Privados (Susep).Mas o consumidor deve ficar atento na hora de assinar o contrato, pois não é apenas o preço que conta na escolha.As corretoras de seguros comemoram este aquecimento do setor."Registramos um crescimento de 30% no número de novos contratos desde o final do ano passado até agora. Isso significa a venda de 5 a 10 apólices por mês. Mas para quem está contratando ou renovando o seguro do automóvel, há diversos cuidados que devem ser tomados na hora de escolher a seguradora. "Preço não deve ser o primeiro item, mas sim o último a ser avaliado. Há diversos pontos que devem ser observados, como o perfil do condutor, a cobertura e o que ela oferece".Uma pesquisa realizada pela Pro Teste no ano passado mostra que nem todas as cláusulas apresentadas nas apólices são claras quanto às exclusões (situações não cobertas pelo seguro) "No texto aparece que não há cobertura em caso de tumulto, mas o que caracteriza isso para a seguradora? Não está especificado. A questão de convulsão natural também não fica definida, o que atrapalha o consumidor em saber quando ele está em situação de exclusão de cobertura".o seguro exclui a cobertura no caso de agravamento de risco."O carro estar em uma área que alaga por causa da chuva é coberto, O que não tem cobertura é se o motorista colocar o carro na enchente. A questão é que são casos extremos", diz. Ele explica que vandalismo também é outro caso não coberto pelas seguradoras. Este item faz parte da cláusula sobre sinistro em tumultos. A recomendação dos corretores e especialista em defesa do consumidor é que o consumidor busque ler a apólice antes de assinála."E procurar um corretor de confiança, que seja indicado por alguém conhecido. Um erro do corretor pode causar grande prejuízo para o consumidor". Preço não é o único fator a ser considerado na hora de se contratar um seguro de veículo. Caso o consumidor venha ter uma negativa da seguradora para cobertura, a falta de acesso à apólice pode favorecer o consumidor caso o problema siga para a justiça. "Também há muitos termos técnico que podem atrapalhar o entendimento das clásulas".Todas as informações necessárias ao consumidor estão na apólice e são claras. As exclusões previstas em seus contratos de seguro de automóvel estão em sintonia com as práticas de mercado e respeitam a legislação vigente. A Brasilveículos afirma que vem investindo constantemente tanto em treinamento de sua equipe quanto em tecnologia para garantir o melhor atendimento a seus segurados.Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, julho 06, 2010

Receita prorroga prazo Refis para corretor de seguros

A Receita Federal prorrogou o prazo para que os contribuintes – incluindo os corretores de seguros, pessoas físicas ou jurídicas - que optaram por aderir ao programa Refis possam se manifestar sobre o interesse ou não de incluir a totalidade dos débitos tributários no parcelamento do chamado Novo Refis (Refis da Crise). O prazo inicial encerrou dia 30 de junho. Agora, é possível fazer a opção até 30 de julho, disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos.

segunda-feira, julho 05, 2010

Paraguay corazón partido!

No merecieron perder, igual son héroes.

domingo, julho 04, 2010

XIV Conec

Corretores associados ao Sincor RO AC deverao pagar um pouco menos para participarem do XIV CONEC, marcado para o mês de outubro, em São Paulo. Além do valor, esses corretores não precisarão pagar mais nada, pois o Sincor deverá patrocinar algumas despesas (o pacote inclui transporte, hospedagem e traslado entre o hotel e o centro de convenções, além da participação na festa de encerramento). Mas, atenção: esse benefício será assegurado apenas para os primeiros corretores que confirmarem sua inscrição. Então, não deixe para a última hora. A inscrição pode ser feita no Sincor.

terça-feira, junho 29, 2010

Sincor RO/AC: Previdência aberta cresce 34 por cento

O mercado de previdência privada aberta teve captação de R$ 3,6 bilhões em abril, receita 34,61% a mais que a totalizada no mesmo mês do ano anterior, quando o volume de depósitos no sistema foi de R$ 2,7 bilhões. Novamente, o VGBL – produto indicado para quem não declara imposto de renda ou o faz pelo formulário simplificado – liderou o mercado, ao apresentar captação de R$ 2,9 bilhões no mês, uma expansão de 34,36% em comparação aos R$ 2,2 bilhões arrecadados no mesmo período de 2009. O VGBL é um seguro de vida com caráter previdenciário por possuir cobertura por sobrevivência. O PGBL – produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda – por sua vez obteve arrecadação de R$ 430,8 milhões no período, alta de 87,79% na comparação com o mesmo mês de 2009 quando a captação foi de R$ 229,3 milhões. Os chamados Planos Tradicionais — que garantem atualização monetária, taxa de juros mais até 6% ao ano — apresentaram queda de 7,13% no período com captação de R$ 259,4 bilhões. Os demais produtos de previdência (FAPI, PRGP e VGRP) responderam pela arrecadação de R$ 1,1 milhão, queda de 14,49% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quanto foi captado R$ 1,3 milhão. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que reúne 65 seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no País.Os dados da Fenaprevi informam que há 11,4 milhões de contratos de planos previdenciários. Atualmente, cerca de 102 mil pessoas são beneficiadas pelas coberturas de pecúlio, pensão e aposentadoria. Fontes: Fenaprevi; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Leones guaraníes, rugieron fuerte en Pretoria!


Pare de sufrir. Paraguay está en quartos de final!

Paraguay corazón guerrero.

Urubu pode virar tucano! Ziraldo.



segunda-feira, junho 28, 2010

Sincor RO/AC realiza curso em Porto Velho

O Sincor RO/AC realizará, em Porto Velho, a partir do dia 05, segunda-feira, o curso de Habilitação para Corretores de Seguros - Funenseg. Novas informações: 69-3229-7129 e-mail: sincorro@fenacor.com.br. Iniciativa do presidente do Sincor e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, e diretoria.

quinta-feira, junho 24, 2010

Seguradora não pode obrigar cliente a usar apenas oficinas credenciadas

Ao contratar um seguro para o seu automóvel, o consumidor tem acesso a uma lista de oficinas e de profissionais credenciados pela seguradora que podem atendê-lo em caso de problema com o bem protegido. Isso, contudo, não impede que ele opte por um estabelecimento não cadastrado pela empresa, mas de sua confiança, para a realização do serviço sem necessidade de arcar com qualquer custo. Esse direito é garantido pela Circular nº 269/2004 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que em seu artigo 14 determina a previsão contratual da livre escolha de oficinas pelos segurados para recuperação de veículos sinistrados."Muitos consumidores desconhecem esse direito. Apesar da exigência da Susep, essa obrigação não aparece de forma clara nos contratos. No item "Condições Gerais" dos acordos, as seguradoras se comprometem a indenizar o segurado, mas não diz de que forma isso será feito, de maneira que acabam sempre beneficiando o lado mais forte, que é o da própria empresa", diz o corretor de seguros Flávio Ribeiro.A Susep reforça que a seguradora não pode obrigar o cliente a utilizar as oficinas credenciadas, que devem servir apenas como um guia de orientação. O consumidor tem direito a escolher o estabelecimento de sua preferência, desde que o valor do conserto não ultrapasse a importância segurada. No entanto, a superintendência entende que a rede referenciada traz mais segurança ao beneficiário porque a seguradora é responsável pela qualidade do serviço prestado. Quando o segurado prefere levar o carro a uma oficina de sua confiança, assume o risco pela escolha. Antes de retirar o veículo da loja responsável pelo serviço, a Susep orienta o cliente a confirmar as condições do automóvel e se o bem foi devidamente reparado.Mas a legislação vigente ainda é insuficiente para resguardar integralmente os segurados de custos com oficinas, especialmente quando se trata da cobertura de danos materiais a terceiro - daquele que que teve o carro atingido por motorista possuidor de seguro. Embora a maioria dos contratos de seguro tenha a previsão de cobertura por responsabilidade civil, as regulamentações da Susep não trazem qualquer norma que resguarde o terceiro e garanta ao cliente a tranquilidade de que não terá de custear os danos materiais, por exemplo."O entendimento é de que a relação de consumo ocorre somente entre a seguradora e seu cliente. Portanto, os terceiros não podem usufruir dos direitos estabelecidos para os segurados, como por exemplo a livre escolha da oficina ou até mesmo a possibilidade de levar o carro a uma concessionária. No entanto, essa falta de normas mais rígidas para o cumprimento da cobertura por responsabilidade civil acaba por fragilizar o próprio segurado. Afinal, quando o terceiro não é atendido a contento, ele entra com uma ação contra o motorista que provocou o dano, ou seja, o consumidor que contratou seguro com cobertura para terceiros", explica o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec).O analista de sistemas Juarez Romano Júnior, 38 anos, quase teve de recorrer à Justiça. Após ter seu C4 Pallas atingido por uma segurada da Caixa Seguros, tentou dar entrada no pedido de sinistro de terceiros na empresa. "Como meu veículo está dentro do prazo de garantia de fábrica, pedi que o conserto fosse em uma concessionária da marca. Caso contrário, perderia minha garantia. Após análise do meu caso, fui informado de que somente poderia levar meu carro para uma oficina multimarcas porque não havia nenhuma concessionária do referido fabricante na lista de oficinas conveniadas. Alertei sobre o risco de perda da garantia e a atendente se limitou a dizer que infelizmente não poderia fazer nada. Sinto-me lesado porque tenho a consciência do valor para terceiros em uma proposta de seguros, algo em torno de R$ 30 mil e R$ 40 mil, mas também porque corro o risco de perder a garantia do meu veículo porque a Caixa Seguros pretende economizar", desabafa Juarez.Após ser procurada, a Caixa Seguros informou que "o caso estava em análise e que a empresa entrou em contato com o senhor Juarez para autorizá-lo a levar seu veículo para a concessionária de sua escolha". Em caso de não acordo entre terceiro e seguradora, o prejudicado deve acionar o motorista que provocou o acidente. "O motorista, por sua vez, deverá se defender chamando a seguradora no processo e denunciando-a como responsável. Caso o juiz negue o pedido e ele perca a ação, deve entrar com uma ação regressiva contra a companhia seguradora para que ela assuma os prejuízos", explica. A Susep deve penalizar a seguradora que cause dano ao segurado decorrente da má prestação de serviço a um terceiro. Sugere-se um projeto de Lei que obrigue as seguradoras a ofertar aos terceiros a mesma lista referenciada sugerida aos clientes.Este seguro garante reembolso de quantias a que o segurado pode ser responsabilizado civilmente em caso de danos involuntários (sinistro), corporais e/ou materiais, causados a terceiros, desde que os riscos sejam contemplados no contrato e ocorridos durante a vigência da apólice. As quantias máximas cobertas são previstas no contrato do seguro. Fonte: Correio Braziliense.

Todos os tempos

O governo do Estado de Rondônia lançou pacote de obras de mais de 1 bilhão de reais, o maior de todos os tempos. Por outro lado, no âmbito do sistema prisional, após rebeliões e mortes no Urso Branco, em Porto Velho, em 2002 e 2004, a realidade mudou. Investimentos passaram para 210 milhões de reais. Abertas 2,2 mil vagas. Único presídio do Norte que tem equipe de saúde e transparência de ações.

San Juan Ára llega a Asunción (PY) con sus juegos y delicias típicas



Foto Ultimahora.com

quarta-feira, junho 23, 2010

Consumidores recorreram à Susep, adianta Sincor RO/AC

Exatos 10.398 consumidores recorreram à Superintendência de Seguros Privados (Susep) para reclamar ou fazer consultas sobre as diversas modalidades de seguros no primeiro quadrimestre do ano.O movimento foi 6,5% inferior ao contabilizado de janeiro a abril de 2009. Na previdência complementar aberta, houve alta de 4%, com 543 atendimentos. O mesmo foi verificado na área de títulos de capitalização, cuja procura pelos serviços da autarquia subiu 4,7%, para 134 casos. Já sobre as corretoras de seguros, houve queda de 9%, com 454 ocorrências.No segmento de seguros, a preocupação dos consumidores voltou-se mais para a carteira de automóvel, contra a qual as reclamações cresceram 28,3% nos primeiros quatro meses do ano, para 1.888 registros, 18,2% do total. Em 2009, a participação fora de 13,2% de janeiro a abril. Sobre o seguro obrigatório de veículos (Dpvat), sempre o mais visado, a situação foi inversa. Entre os períodos comparados, a pressão diminuiu10,2%, com o número de consumidores passando de 6.532 (58,7% do total) para 5.865 (56,4% do total). No ramo vida, o recuo foi ainda maior, de 14,7%, para 1.066 atendimentos.A Susep mostra números declinantes também nos golpes contra o seguro. A queda foi de 23,6%, de 601 denúncias no primeiro quadrimestre de 2009 para 459 comunicados em igual período deste ano.As áreas em que os golpistas mais agem são a dos seguros de vida e a dos planos de previdência privada, tendo como vítimas preferenciais pessoas idosas.O telefone continua sendo o meio mais utilizado pelo público para reclamar junto à Susep, embora tenha apresentado queda substancial de 19,5%, no primeiro quadrimestre. Foram 3 mil atendimentos a menos, com o universo caindo para 11.505 consumidores.A internet também foi menos usada, com queda de 18,4%. A ida (física) às dependências do órgão caiu igualmente, no patamar de 20%. Já a carta como meio de comunicação foi a que registrou maior queda, de 56,2%. Fontes: Susep; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Geraldo Ramos prestigia Sincor AM/RR

Sincor AM/RR comemorou 21 anos de fundação em três momentos distintos. Em três dias de atividades o Sindicato dos Corretores de Seguros dos Estados do Amazonas e Roraima desenvolveu atividades em prol e com os profissionais do seguro de Manaus e Região Norte. No dia 18/06/2010 dentro do projeto de desenvolvimento cultural e profissional da categoria, em parceria com a Funenseg foi ministrada a palestra “Certificação Digital” pelo vice-presidente da Fenacor, Paulo Thomaz, que contou com uma platéia de cerca de 100 inscritos. No sábado (19) a Presidencia do Sindicato brindou os convidados ilustres durante o dia com um passeio fluvial sobre o Rio Negro, onde puderam observar uma das 7 Maravilhas da Natureza, fenômeno conhecido como “Encontro das Águas” e à noite estiveram presentes no “Camarote do Seguro” para assistirem a apresentação do Boi Bumba Garantido, em preparativos para o internacionalmente conhecido Festival Folclórico de Parintins, realizado todos os anos em plena selva Amazônica. Os festejos culminaram com a monção solene do 21º aniversário do Sindicato seguida de confraternização e acompanhamento do jogo da seleção Brasileira x Costa do Marfim, em ambiente agradável regado a música e almoço/churrasco e comparecimento de 200 pessoas. Destacaram-se as presenças ilustres, não só dos gestores locais das companhias seguradoras e prestadoras de serviços que deram apoio aos eventos: Bradesco Auto/RE, Bradesco Saúde, Bradesco Vida e Previdência, Capemisa, Centauro, HDI, Mapfre, Mongeral, Porto Seguro, SulAmérica e Tokio Marine, como Alpha e Linces Vistoriadoras mais também, dos convidados: Paulo Thomaz (Presidente Sincor PA – vice presidente nacional Fenacor), GERALDO RAMOS e Sônia Maria (presidente Sincor RO/AC – vice presidente Fenacor para Região Norte), Dorival Sousa e Valéria Sousa (presidente Sincor DF – vice presidente Fenacor para Região Centro Oeste), Fábio Lúcio Costa e Andréia Costa (delegado Sincor PA – diretor de eventos Fenacor), Domingos Machado e Maria das Dores Machado (vice presidente Sincor DF). Jadir R. Alves e Mara Coraci Alves (médico e amigo, companheiro do Sincor DF), como João Nobrega I. Junior e Luciene (superintendente executivo regional Norte/Centro Oeste da Bradesco Auto/RE) e Carlos Pastuszka (superintendente Amazônia da SulAmérica Seguros).

terça-feira, junho 22, 2010

Mundial Sudáfrica 2010

Argentina llega a la segunda ronda com puntaje ideal y deja fuera a Grecia. Corea del Sur classifica y Nigeria queda fuera tras empate 2-2.

Sincor RO/AC é o melhor abrigo para o corretor

O Sincor RO/AC é o melhor abrigo para o corretor de vida buscar a defesa dos seus interesses. Nesse contexto, o Sindicato vem se movimentando nas áreas jurídica, política e sindical visando a dar a esses profissionais totais condições para que possam exercer sua atividade com mais tranqüilidade, independência e dignidade. No campo político, estão sendo feitos contatos com diversos parlamentares da base governista e da oposição no intuito de viabilizar a aprovação de mudanças nas regras atuais, que atrelam a atuação do corretor de vida à boa vontade das seguradoras, o que obviamente tolhe totalmente a independência desses profissionais. Além disso, os Sindicatos estudam o formato que, do ponto de vista legal, deve ter o projeto de lei que mudará o cenário atual, favorecendo o corretor de vida. Por fim, na área sindical, os Sindicatos preparam uma série de ações para atrair os corretores de vida. Fonte: Ronseg, corretora de seguros.

Pessoas sem seguro de saúde correm maior risco de morrer mesmo no hospital

Pessoas que não possuem seguro de saúde muitas vezes têm dificuldades em obter cuidados médicos e pagar por remédios. Mas o que acontece uma vez que eles dão entrada num hospital com uma doença com risco de morte? Um novo estudo revela que, mesmo depois de sofrer ataques cardíacos ou derrames e serem admitidos em hospitais, as pessoas que não contam com seguro de saúde têm maior probabilidade de morrer do que as seguradas. Uma lacuna persistiu mesmo depois que os pesquisadores ajustaram disparidades na situação de saúde e sócio-econômica dos pacientes, entre outros fatores. Os pesquisadores analisaram mais de 150 mil altas hospitalares de pessoas em idade laboral, entre 18 e 64 anos, que foram hospitalizados por uma das três principais casas de mortes de pacientes internados: ataques cardíacos, derrame e pneumonia. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Vai ser bonita assim lá na África...



Foto Yahoo

Seguro de veículos: há diferença de preço

Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), no acumulado de janeiro a abril, as vendas de automóveis somaram 1,066 milhão de unidades, resultado 18% superior ao visto no mesmo período de 2009, que chegou a ser afetado pela crise financeira mundial. O volume representa mais um recorde - o melhor quadrimestre era o de 2008, com 909,2 mil veículos. Quanto mais carros novos em circulação, maior a demanda pelos seguros de automóveis. Mas diante de tantas opções que o mercado segurador oferece, qual é a mais indicada, de acordo com o perfil de cada consumidor" Que fatores ou situações podem resultar num bom ou mau negócio" Deve-se levar em consideração que o seguro de automóvel tem as mesmas coberturas e características em quase todas as seguradoras. Não há como fugir: a primeira variável a se estudar é o preço - elevado recentemente em cerca de 10% a 20% pela maioria das companhias, em virtude, entre outros fatores, do aumento das perdas decorrente das chuvas e da alta sinistralidade no início do ano. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Seguros podem custar R$ 2 a R$ 25 por mês

São seguros baratos que podem ser comprados em lojas de varejo ou em bancos. Com preços que variam de R$ 2 a R$ 25 os seguros prestamistas arcam com os financiamentos feitos por consumidores em caso de morte, invalidez ou desemprego e têm sido os principais serviços comercializados pelas corretoras. "O prestamista é o seguro mais procurado porque garante o pagamento de um compromisso". A empresa espera crescer até 30% no mercado de seguros classificados (seguros baratos e voltados ao grande público) neste ano -e o crescimento será puxado pelos prestamistas. "Essa é uma forma de o vendedor ter certeza de que o valor serà pago. O consumidor também não terá a preocupação de deixar dívidas para a família", afirmou o Sindiseg-SP (sindicato das seguradoras). Os prestamistas podem ser usados na compra de qualquer tipo de produto, como uma geladeira. No entanto, a Susep (Superintendência de Seguros privados) informa que os consumidores devem avaliar bem a situação, pois, muitas vezes, o seguro pode se tornar uma despesa a mais sem que haja necessidade. O órgão aconselha o uso do serviço apenas na compra de imóveis e de carros, que são financiamentos mais caros. Em qualquer situação, o seguro não pode ser imposto ao consumidor como condição para a compra. As empresas, nesse caso, devem quitar integralmente as dívidas sem levar em consideração quantas parcelas do seguro foram pagas. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, junho 21, 2010

Seguradoras apostam em setor de baixa renda. Empresas oferecem planos a partir de R$3,30, diz diretor da Fenacor, Geraldo Ramos.

O crescimento da classe C no Brasil fez as seguradoras criarem produtos direcionados para essa faixa de renda. Atualmente, é possível, por exemplo, contratar um seguro de vida pagando R$ 3,50 mensais. "As pessoas mudaram de vida, e uma forma de preservar o que essa classe adquiriu é fazer um seguro de vida", a Vida e Previdência da Porto Seguro. Em 2009, a classe C chegou a 49% da população brasileira, ou 92,85 milhões de pessoas, de acordo com dados da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas. A renda média da classe ficou em R$ 1.276. Com seguros de vida voltados para essa faixa, e também para as classes D e E, a Bradesco Seguros já tem hoje 1,17 milhão de apólices adquiridas em três planos, segundo a Bradesco Vida e Previdência. O mais barato deles, o Primeira Proteção, custa R$ 3,50 mensais. Atualmente, está presente nas principais periferias do país. O valor segurado é de R$ 20 mil e cobre apenas mortes acidentais para pessoas entre 20 e 50 anos. "Com o aumento da expectativa de vida no país, a maioria das pessoas nessa faixa de idade não procura cobertura para morte natural", diz .O plano tem quase 200 mil apólices vendidas e média de contratação diária de 40 unidades por agência do banco. Na Porto Seguro, pessoas de até 35 anos podem contratar por R$ 4 mensais o plano Vida Mais Simples, que paga um capital de R$ 10 mil em caso de morte natural e o dobro disso em acidentes fatais. O contrato prevê também cobertura por invalidez total ou parcial por acidente. O custo sobe conforme a faixa etária do segurado e a opção de capital, que pode chegar a R$ 50 mil, mas não passa dos R$ 10 por mês. O plano ainda inclui assistência funeral individual, com valor de até R$ 3.000, que pode ser estendida para toda a família com custo adicional de R$ 2,73. Há uma preocupação grande entre as pessoas de baixa renda com os gastos com serviços funerários que a família pode ter em caso de morte. A SulAmérica, por sua vez, oferece seguros residenciais a partir de R$ 40 por ano, ou R$ 3,30 ao mês. Para atrair ainda mais os clientes, a maioria desses planos oferece também a participação em sorteios mensais de até R$ 20 mil. Microsseguros. Um projeto de lei que está aguardando votação no Congresso regulamenta a instituição do chamado microsseguro no país, voltado para as classes mais baixas e com custo de até R$ 10 mensais. O texto prevê benefícios fiscais para as empresas que oferecerem os produtos, mas foi travado porque seu relator, um deputado do (PSC-RJ), concluiu que ele é inconstitucional. Agora, para que ele de fato seja votado, é preciso que o relator mude seu parecer ou que este seja derrubado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, onde o projeto tramita atualmente. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Lady Gaga posa com fio-dental



Foto: divulgação

O homem ri do próprio homem!


sexta-feira, junho 18, 2010

Inglaterra y Argelia empatan sin goles y no levantan cabeza



Foto Ultimahora.py

É o visual mais parecido comigo até hoje, diz Leandra Leal



Foto R7

Ministério liberou quase 1 milhão para o Flor

A Secretaria de Incentivo e Fomento a Cultura, órgão ligado ao Ministério da Cultura, liberou R$ 949 mil para a realização da 29ª Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás do Flor-do-Maracujá, arraial que acontece anualmente em Rondônia e é considerado um dos maiores da região Norte. A portaria de aprovação do projeto cultural foi publicado na edição de hoje, 18, do Diário Oficial da União, disse o superintendente do governo de Rondônia no DF, Sandro Bergamim. O Flor-do-Maracujá será realizado este ano no espaço aberto do Cetene (Jorge Teixeira próximo à Fatec, bairro Industrial) a partir da próxima semana.

Fenacor pressiona Câmara para barrar figura do agente, garante Geraldo Ramos, diretor da Fenacor.

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) resolveu manifestar-se contra uma questão específica tratada no projeto de lei que estabelece normas gerais para os contratos de seguros privados: a da figura do agente, profissional (autônomo ou assalariado) que pode atuar na angariação de seguros, em especial do ramo vida. A posição da entidade, que defende a exclusão desse tópico do texto do projeto, foi entregue ao relator da comissão especial que analisa a matéria na Câmara Federal, deputado do (DEM-SP), e ao presidente da Frente Parlamentar Brasil com Seguros, deputado do (PSB-RS). O projeto em referência (3.555, de 2004) é de autoria de um deputado do (PT-SP). A figura do agente não é aceitável no mercado. "A proposição apenas o prevê, sem, contudo, trazer qualquer definição, deixando, dessa forma, aberta a permissibilidade de que qualquer pessoa possa ser um agente e sair vendendo seguros no mercado, cabendo apenas às seguradoras a contratação dessas pessoas", criticou o parlamentar. Seria uma temeridade que isso ocorresse, uma vez que, cada vez mais, o mercado exige pessoas com preparo, conhecimentos técnicos específicos e formação, entre outras atribuições. Da mesma posição compartilham os demais integrantes da Frente Parlamentar Brasil com Seguros, formada por 200 parlamentares. A frente entende, segundo ele, que o corretor de seguros, ao contrário do que ocorre com o agente, é o profissional registrado em órgão governamental que pratica a atividade de intermediação de seguros entre o segurado e a empresa de seguros. Na Câmara dos Deputados, o trabalho da comissão especial que examina o Projeto de Lei 3.555/2004 deve ser prorrogado por mais 30 sessões ordinárias. Requerimento nesse sentido foi apresentado por um deputado do (PMDB-RS).