quarta-feira, janeiro 11, 2012

Seduc diz que chamada escolar é apenas para alunos não matriculados em escolas estaduais


A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que a Chamada Escolar, que está sendo realizada até a próxima sexta-feira (13), das 8 às 17 horas, em Porto Velho e no distrito de Jaci-Paraná, é destinada apenas aos alunos que não estão matriculados em escolas estaduais. Ou seja, para estudantes que vêm de escolas particulares, da rede municipal da Capital e de outros municípios ou estados.Foram cadastradas 11 mil vagas para atender especificamente às matrículas desses novos alunos. “A iniciativa garante que nenhum estudante que procure a rede estadual fique fora da sala de aula por falta de oferta de vagas no ano letivo de 2012”. Os interessados podem se dirigir a qualquer uma das escolas polos (veja abaixo calendário com local, data e horário de atendimento), independentemente da escola estadual onde deseja que seu filho estude. Ao ser atendido, o pai ou responsável pode indicar uma das 86 escolas estaduais de Porto Velho na qual pretende matricular o filho.No momento do atendimento, o funcionário da Seduc consulta o sistema interligado e verifica se há a vaga na escola sugerida. Em caso positivo, o pai ou responsável recebe, de imediato, um encaminhamento de matrícula. Com esse documento, vai à secretaria da escola escolhida entre os dias 16, 17 e 18 de janeiro para efetivar a matrícula.Nos casos em que a vaga inexista na escola selecionada, o sistema fornece o nome de outra escola da rede estadual nas proximidades da primeira opção. “Assim, estamos ofertando a vaga. O pai ou responsável que recusar a fazer a matrícula na escola recomendada, precisará assinar um termo de responsabilidade, em que atesta que o Estado ofereceu-lhe a vaga”. Nesta terça-feira (10), primeiro dia da Chamada Escolar estadual, foram feitos 3.570 encaminhamentos de matrículas, que já são vagas garantidas para os novos alunos que estão entrando na rede estadual de ensino.

Rematrículas
Os alunos que cursaram o ano letivo de 2011 em instituições de ensino da rede estadual e vão continuar os estudos na mesma escola não precisam participar da Chamada Escolar.Para esses, as rematrículas são automáticas e já foram feitas em dezembro do ano passado.

Transferências
Os pedidos de transferências de alunos da rede estadual para outras escolas estaduais de Porto Velho deverão ser requeridos somente nos dias 25, 26 e 27 de janeiro de 2012, na Escola Barão de Solimões, localizada na Rua José Bonifácio, 315, Centro (ao lado da Catedral), das 8h às 17h.


CALENDÁRIO DA REDE ESTADUAL DE ENSINO (Porto Velho e distrito de Jaci Paraná)

DATA E HORÁRIO
LOCAIS
CHAMADA ESCOLAR
10/01/2012 – das 8h às 18h
11 a 13/01/2012 – das 8h às 17h
Nas escolas polos, conforme tabela abaixo
MATRÍCULAS DE NOVOS ALUNOS NA REDE ESTADUAL – AQUELES INSCRITOS NA CHAMADA ESCOLAR
16, 17 e 18 /01/2012 – das 8h às 17h
Nas escolas indicadas no “Encaminhamento de Matrícula” recebido pelo pai ou responsável
TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS JÁ MATRICULADOS NA REDE ESTADUAL
25 a 27 /01/2012 – das 8h às 17h
Escola Estadual Barão do Solimões
End.: Rua José Bonifácio, 351 – Centro
 


ESCOLAS POLOS DE ATENDIMENTO EM PORTO VELHO

ZONA CENTRO
- EEEFM Mal. Castelo Branco
End.: Av. Farquar, 2739 – Arigolândia
- EEEFM Barão do Solimões
End.: Rua José Bonifácio, 351 – Centro
- EEEFM Dr. Osvaldo Piana
End.: Rua Montes Claros, 6614 – Nacional
 - EEEF 21 de Abril
End.: Rua Rafael Vaz e Silva, 2812 – Liberdade
 - EEEFM Rio Branco
End.: Rua Rafael Vaz e Silva, 1250 – Nossa Senhora Das Graças
- EEEFM 04 de Janeiro
End.: Rua Gregório Alegre,  5761 – Aponiã
- EEEF Santa Marcelina
End.: Rua Belo Horizonte, 331 – Embratel


ZONA SUL
- EEEFM Estudo e Trabalho
End.: Rua Alexandre Guimarães,1340 –Areal
 - EEEFM Eduardo Lima e Silva
End.: Rua Daniel Nery, 1089 – Nova Floresta
- EEEFM Pres. Tancredo Neves
End.: Rua Tancredo Neves, 4718 –
- EEEFM Bela Vista
End.: Rua Gov. Valadares, 3601 – Conceição


ZONA LESTE
- EEEFM Juscelino Kubitschek
End.: Rua Raimundo Cantuária, 5129 – Agenor de Carvalho
- EEEFM Flora Calheiros
End.: Rua Assis Chateaubriand, 7643 - Esperança da Comunidade
- EEEFM Orlando Freire
End.: Rua Rio de Janeiro, 4864 – Lagoa
- EEEFM Daniel Nery
End.: Rua Benedito Inocêncio da Silva ,SN JKI
- EEEFM Risoleta Neves
End.: Rua Edite Feitosa, 8158 – Tancredo Neves
- EEEFM Marcos de Barros Freire
End.: Rua Afonso Rivero, QD 15,2701 - Ulisses Guimarães
- EEEFM São Luiz
End.: Rua Turmalina,  10015 – Jd. Santana




ESCOLA POLO DE ATENDIMENTO EM JACI-PARANÁ

DISTRITO DE JACI-PARANÁ
- EEEFM Maria de Nazaré dos Santos
End.: Rua Pedro Osório, 181, BR-364,, Km 88 – Velha Jaci-Paraná

"Bico" de mais de R$16 mil irrita servidor público que trabalha



Com ganhos de R$ 36,4 mil, Líscio Camargo tem vaga reservada para seu Mercedes no anexo do ministério (Daniel Ferreira/CB/D.A Press)
Com ganhos de R$ 36,4 mil, Líscio Camargo tem vaga reservada para seu Mercedes no anexo do ministério

O serviço extra que o subsecretário de Política Fiscal do Tesouro Nacional, Marcus Pereira Aucélio, está fazendo no Banco de Brasília (BRB) é ilegal e acabou gerando mal-estar ainda maior no Ministério da Fazenda, já incomodado pelas reportagens do Correio sobre os megassalários recebidos por ministros e secretários na Esplanada — entre R$ 32,7 mil e R$ 51 mil. Aucélio é, desde fevereiro de 2011, membro do Comitê de Auditoria da instituição financeira do Distrito Federal, do qual embolsa R$ 16.405,78 por mês.Analista de finanças e controle concursado do Tesouro, o subsecretário — conhecido como o responsável por dizer não aos pedidos de liberação de recursos de parlamentares, governadores, prefeitos e até de ministros — participa ainda de dois conselhos de empresas como representante da União: o fiscal da Petrobras e o administrativo da AES Eletropaulo. Como seu salário no Tesouro é de R$ 23,7 mil, ele tem embolsado, no total, R$ 51 mil brutos por mês. O artigo 17 da Lei nº 11.890, de 2008, proíbe os integrantes da carreira de gestão, caso de Aucélio, de “exercerem outra atividade remunerada, pública ou privada, potencialmente causadora de conflito de interesses, ressalvado o exercício do magistério, havendo compatibilidade de horários”. A norma admite apenas colaboração esporádica mediante autorização do ministro da pasta responsável ou a participação em conselhos administrativos e fiscais de empresas em que a União detenha participação no capital social, direta ou indiretamente. Um decreto proíbe os servidores de receberem por mais de dois conselhos.O Ministério da Fazenda tem se recusado a comentar a situação irregular do subsecretário do Tesouro Nacional desde segunda-feira. Ontem, questionado mais uma vez sobre o caso, o órgão respondeu que não vai se manifestar. De acordo com informações obtidas pelo Correio, Aucélio será obrigado a abrir mão do “bico” no BRB.

Disputa
O trabalho extra de Aucélio causou ainda mais indignação entre os servidores do órgão porque a cúpula da Secretaria do Tesouro Nacional editou portaria em junho do ano passado restringindo o direito dos funcionários de darem aulas em colégios e faculdades — que rendia uma remuneração extra a eles — durante o horário regulamentar. Antes, eles podiam exercer o magistério na parte da manhã, por exemplo, e fazer a compensação dos horários trabalhando até mais tarde. A portaria foi elaborada pela área do subsecretário de Assuntos Corporativos do órgão, Líscio Fábio Camargo, que recebe remuneração total de R$ 36,4 mil brutos por mês graças a jetons de dois conselhos: um da Transpetro, subsidiária da Petrobras, de R$ 6,4 mil; e outro da empresa privada Neoenergia, que tem entre os sócios o Banco do Brasil Investimentos e o fundo de pensão Previ, do BB, de R$ 6,3 mil. Cedido ao Tesouro Nacional, Camargo é servidor de carreira do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Pontuação

Em razão do dinheiro extra que rende, e sem muito esforço — em geral, uma reunião por mês —, é grande a disputa na Secretaria do Tesouro Nacional pela participação em conselhos administrativos e fiscais de empresas. Formalmente, há um sistema de pontuação para as dezenas de servidores que se habilitam a integrar algum deles. Mas os pontos não são divulgados e os escolhidos são sempre os mesmos — os da cúpula.

Regalias

Além de abocanharem os conselhos fiscais das estatais e empresas em que a União tem participação — que pagam mais — e embolsarem megassalários acima do teto constitucional do funcionalismo, de R$ 26,7 mil, os subsecretários do Tesouro Nacional Líscio Camargo, Marcus Aucélio e Paulo Valle desfrutam de outras regalias. Eles têm vagas cativas no estacionamento público do prédio anexo ao Ministério da Fazenda, com direito até a uma guarita de segurança, com um vigia pago pelos cofres públicos. Há cones impedindo o acesso de veículos dos demais servidores do órgão.

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terça-feira, janeiro 10, 2012

A Seduc informa...


Srs. Pais, Mães e/ou responsáveis legais: informamos que a chamada escolar que está sendo feita nesta semana, convoca APENAS os alunos não matriculados na rede estadual de ensino.As SOLICITAÇÕES DE TRANSFERÊNCIAS deverão ser requeridas no período de 25 a 27 deste mês, na escola Barão de Solimões, situada na rua José Bonifácio, 315 – Centro, Porto Velho, RO (ao lado da Catedral), no horário comercial.

Servidor do Tesouro tem maior salário do Brasil


Ele realmente é o homem do dinheiro. Segundo na hierarquia do Tesouro Nacional, o subsecretário de Política Fiscal, Marcus Pereira Aucélio, é mais conhecido como a autoridade que de fato diz não aos pedidos de recursos de parlamentares e até de ministros para todo tipo de despesa, incluindo reajustes salariais para servidores públicos. Tão potente quanto o poder da sua canetada é o tamanho do seu contracheque. Engenheiro florestal e analista de controle do Tesouro Nacional de carreira, Aucélio embolsa por mês R$ 51 mil por causa do cargo, quase o dobro do teto do funcionalismo previsto na Constituição, atualmente de R$ 26.723,13. É bem mais que os salários recebidos por ministros, que abocanham remunerações de até R$ 45,7 mil, conforme mostrou a mídia no domingo. O contracheque é inflado por jetons, recebidos pela participação em conselhos de estatais e de empresas privadas com capital da União. O salário do subsecretário do Tesouro é de R$ 23,7 mil, mas ele ganha mais R$ 27,3 mil de dois conselhos — da Petrobras e da AES Eletropaulo — e do Comitê de Auditoria do Banco de Brasília (BRB). Mas seus vencimentos podem chegar a R$ 70 mil num mês. Basta que ele participe de uma reunião mensal do Conselho Fiscal da Vale, do qual é suplente, caso o titular não possa comparecer.

Participações
Decreto presidencial determina que os representantes da União nessas companhias só podem receber por, no máximo, dois conselhos. Procurado, o Ministério da Fazenda se negou a informar quais entidades o subsecretário do Tesouro integra e a base legal para que ele embolse jetons de três delas. Da AES Eletropaulo, em que a União tem uma participação minoritária, o segundo homem do Tesouro ganha R$ 3,8 mil brutos por mês. Pela participação no Conselho Fiscal da petrolífera, embolsa outros R$ 7.090. O que lhe rende mais, no entanto, é o trabalho na auditoria do BRB, R$ 16.405,78 brutos. Embora também receba um megassalário, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ganha um pouco menos que Aucélio, seu subordinado. A participação nos conselhos da BR Distribuidora e da Petrobras elevou os rendimentos de Mantega de R$ 26,7 mil para R$ 40,9 mil. O mesmo ocorreu com sua colega do Planejamento, Miriam Belchior. O advogado-geral da União, Luís Inácio Adams, embolsa, no total, R$ 38,7 mil. Ele engorda o salário de R$ 26,7 mil de ministro em mais R$ 12 mil ao participar da administração das empresas privadas Brasilprev e Brasilcap. Celso Amorim, da Defesa, é agraciado com R$ 45,7 mil, com o conselho da Itaipu. O secretário executivo da Fazenda, Nelson Barbosa, abocanha R$ 41,1 mil brutos mensais.

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Megassalários dividem ministros



Gleisi Hoffmann (E) foi incumbida pela presidente Dilma de negociar o limite com o Legislativo e o Judiciário (Daniel Ferreira/CB/D.A Press - 29/7/11)
Gleisi Hoffmann (E) foi incumbida pela presidente Dilma de negociar o limite com o Legislativo e o Judiciário
O pagamento de megassalários a autoridades, graças à participação em conselhos de administração e fiscais de empresas estatais e privadas, está dividindo o governo. A despeito de tantos ministros e secretários do Executivo estarem embolsando rendimentos superiores a R$ 32 mil por mês, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, é contra, embora até mesmo seu marido, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, seja um dos beneficiados. Gleisi continua favorável à inclusão das verbas recebidas de conselhos, conhecidas como jetons, no cálculo do teto constitucional do funcionalismo, correspondente ao vencimento do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), atualmente de R$ 26.723,13.“Não mudo de opinião”, mandou dizer a ministra, por meio de sua assessoria. Ainda senadora, Gleisi apresentou, em fevereiro de 2011, projeto de lei estabelecendo as remunerações que se submetem à regra do teto, entre elas, os jetons dos conselhos de administração e fiscais. No segundo semestre do ano passado, a ministra foi incumbida pela presidente Dilma Rousseff de negociar com o Judiciário e o Legislativo uma proposta do Executivo com o mesmo objetivo: o de relacionar as verbas que não podem ultrapassar o limite constitucional, incluindo aposentadorias e jetons de conselhos de estatais.


A decisão do Planalto foi tomada após as denúncias de recebimento de supersalários acima do teto por membros do Senado e do Judiciário, publicadas pela imprensa em 2011. A falta de uma lei regulamentando as regras do teto é a justificativa para deixar de fora algumas remunerações. A Câmara e o Senado, por exemplo, entendem que as gratificações por cargos comissionados não entram no teto.Reportagem publicada no domingo (8) mostra que autoridades na Esplanada estão engordando o salário de R$ 26,7 mil com participações em conselhos de estatais, dos quais recebem entre R$ 2,1 mil e R$ 23 mil brutos por mês. Com isso, ministros e secretários da área econômica estão embolsando salários totais entre R$ 32,7 mil e R$ 41,1 mil — não considerados os descontos. O ministro da Defesa, Celso Amorim, ganha ainda mais: R$ 45,7 mil, com um jetom de R$ 19 mil pago pela Hidrelétrica Itaipu.

Dois pesos
Embora a prática do pagamento de supersalários venha de outros governos, os parlamentares da oposição criticam a remuneração acima do teto e defendem a inclusão dos jetons no cálculo do limite dos vencimentos do funcionalismo. “É caso do uso de dois pesos e duas medidas. O governo pede um sacrifício enorme da sociedade ao não dar espaço para aumentos salariais merecidos, mas se comporta como um perdulário, quando o que está em questão é o salário de seus aliados na Esplanada”, afirmou o líder do PSDB na Câmara, deputado paulista Duarte Nogueira. Na visão do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), os ministros não podem buscar subterfúgios para burlar a legislação. “É um exemplo muito ruim, principalmente vindo do governo federal. Isso afronta a dignidade do brasileiro”, diz.Para o deputado Rubens Bueno (PR), líder do PPS na Câmara, não deveria ser permitido a ministros e servidores ganhar acima do teto constitucional. “Não se pode manter a imagem de um país democrático em que a autoridade pública não dá o exemplo. O governo prega a austeridade, não concede aumento salarial ao servidor público, mas permite que seus ministros ganhem acima do teto do funcionalismo”, criticou. “O Planalto não faz nada para moralizar essa questão porque não quer incomodar os aliados que estão instalados confortavelmente nesses cargos”, acusou.

Resistência
O projeto de lei de Gleisi Hoffmann, que já tramita no Senado, e a proposta que está sendo elaborada pelo Palácio do Planalto incluem no cálculo do teto o valor de aposentadorias e pensões, gratificações de cargos comissionados e os jetons recebidos dos conselhos das estatais. Mas a resistência é grande dentro do próprio governo e do Judiciário, que é contra incluir  pensões e aposentadorias no teto. Os sindicatos de servidores públicos consideram um absurdo o acúmulo de salários e benefícios acima do limite constitucional. “Essa situação é uma pouca vergonha. O próprio governo utiliza manobras para elevar seus ganhos em 200% ou 300% desde 2010 e, para o servidor de carreira, a conversa é de contenção de despesas”, resume Josemilton Costa, secretário-geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef).Ramiro López, coordenador da Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário Federal e do Ministério Público da União (Fenajufe), também defende a proposta de incluir os extras no teto constitucional. “O abate-teto deve valer para todos, sem exceção. Essas artimanhas não passam de um ‘jeitinho’”, afirma

Restaurant Week


A capital de Rondônia receberá nos próximos dias a I edição do Restaurant Week. O evento de iniciativa do programa Sabor da Terra, da RBN TV, canal 49, levará o portovelhense as mais variadas casas para saborear pratos da alta gastronomia a preços promocionais no almoço e jantar, com menus preparados por  renomados chefs de Porto Velho. Nomes como Don Giovanni, Igarapé, Peréas, Caravela do Madeira e Skinas deverão participar do inédito acontecimento.

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Chamada escolar nesta terça

sábado, janeiro 07, 2012

Desonra, livro de John Maxwell Coetzee. Eu indico!


Professor universitário de literatura na África do Sul dos anos 90, pós apartheid, sofre processo porque se envolveu com uma aluna de 20 anos que, pressionada pelos pais e pelo namorado, o denuncia por assédio sexual. É criada uma comissão de inquérito na qual fica decidido que, para continuar lecionando lá ele deve fazer um pedido de desculpas oficial. Mas ele se recusa a cumprir o que a comissão manda e diz que seu ato foi movido por paixão e desejo, além do mais, não se arrepende. Essa história faz parte do livro Desonra, do escritor sul africano John Maxwell Coetzee, prêmio Nobel de Literatura em 2003.A negativa do professor sul-africano faz com que ele seja demitido da faculdade. Então ele viaja até a costa leste, onde mora a filha dele, e passa a trabalhar com a terra numa pequena propriedade. Mas aos poucos a realidade da África Negra começa a vir a tona, sobretudo depois que a fazenda da filha é assaltada por três negros que depredam tudo. Saqueiam. Roubam. Ateiam fogo no corpo do pai e estupram a filha do professor.Ainda assim ela não quer sair do local, pois tem uma relação visceral com aquelas terras a ponto de aceitar casar com um ajudante da fazenda, que já é casado e tem duas esposas, para desse modo conseguir reconstruir o local, já que ele possui parte da propriedade.Para a especialista Deisy Ventura, é importante destacar nesse livro que ele não cai em dicotomias fáceis, e é difícil até definir se o romance é ou não pós apartheid. “Não acho que ele seja pessimista, o personagem não consegue superar o lugar no qual a sociedade o colocou, num país onde a língua importa pouco e deixou de ser instrumento de diálogo, pois não dá mais conta de resolver os problemas do local.” Isso é ainda pior se pensarmos se tratar de um professor de literatura.Daisy comenta que o livro faz menção a uma questão anterior ao apartheid. O conflito entre os holandeses e os ingleses em relação ao Cabo da Boa Esperança, descoberto pelos portugueses, ocupado pelos holandeses e posteriormente, pelos ingleses, numa guerra cruel onde supõe-se que tenham sido inventados os campos de concentração.A outra especialista convidada, Rejane Pivetta, observa que o professor se sente fora do lugar por ser holandês e por estar numa situação onde o departamento de línguas clássicas foi desativado. “O romance mostra que essa intenção comunicativa da linguagem falhou, tanto em relação à África, quanto em relação com as mulheres a sua volta”.Segundo Rejane, o livro mostra uma perda gradativa do sentido humano da linguagem, como protocolo formal que não resolve as feridas profundas da sociedade e a dicotomia entre a civilização e a barbárie.Em se tratando de comparar a obra com o Direito, Deisy observa que o professor sofre o processo e não se defende e sua filha é estuprada e tampouco procura a punição dos culpados. “Isso de alguma forma mostra que as leis não dão conta dos problemas da sociedade”. Segundo a professora, nem a lei nem a linguagem conseguem cicatrizar as feridas da África do Sul.Do ponto de vista histórico, Deisy lembra que África do Sul adotou o nosso modelo e tenta fazer acreditar que vai funcionar. No entanto, organizar a sociedade juridicamente é uma situação formal, sem pensar em qual é o lugar do outro, sobretudo num modelo que se aplica a uma sociedade branca, colonizadora, civilizada. “O universo africano opera segundo outra lógica, um trabalho de tradução precisa ser feito”.Outra característica da obra, é que o livro espanca qualquer maniqueísmo, mostrando as mazelas e o politicamente incorreto de cada lado.

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Ensino itinerante nos municípios

A Representação de Ensino de Cacoal desenvolveu nos meses de novembro e dezembro de 2011, o Projeto Ren Itinerante, atendendo assim, à solicitação do governador Confúcio Moura.O projeto consistiu em visitar cada uma das escolas estaduais de Cacoal, Espigão D’Oeste e Ministro Andreazza para reunião entre equipe técnica da Representação de Ensino e equipe escolar. Todas estas reuniões foram conduzidas pela representante de ensino, professora Fátima Gavioli que, com detalhes, explicou sobre as mudanças ocorridas na educação de Rondônia neste primeiro ano de governo Confúcio Moura. Citou a Escola de Cara Nova, a diminuição da carga horária do professor de 30 para 26 aulas semanais, a implantação dos conselhos escolares, a eleição dos diretores, o aumento no valor do (Programa de Apoio Financeiro) de R$ 3,00 para R$ 8,00 por aluno repassado diretamente às escolas trimestralmente, entre outras.Após a conclusão das visitas, a equipe avaliou o projeto como sendo de grande sucesso. Na educação é visível a transformação ocorrida em 2011. “A Ren Itinerante foi essencial para sanar as dúvidas dos servidores das escolas, por exemplo, todos sabiam do cancelamento do Joer-2011, mas quase ninguém sabia do investimento realizado pelo governo com a economia desse dinheiro”. Muitos foram os benefícios recebidos na Educação de Rondônia neste ano, mas muito mais vem por aí”. Para 2012, o Projeto Guaporé traz o Ensino Médio Inovador, que atenderá os alunos em tempo integral, a princípio atendendo 20 escolas, dentre estas, as escolas Carlos Drummond de Andrade, em Cacoal, Celso Ferreira da Cunha, no distrito do Riozinho, em Cacoal e Jean Piaget, em Espigão D’Oeste. Até 2014, a proposta é implantar o projeto em todas as escolas públicas estaduais. “É a educação pública melhorando, ajudando na construção de uma nova Rondônia”.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Chamada escolar 2012

O governo do Estado de Rondônia, através da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) dá início à chamada escolar para assegurar o acesso e a permanência dos estudantes nas escolas da rede pública de ensino. O período para o atendimento dos pais ou responsáveis será entre os dias 10 e 13 deste mês, nas escolas pólo, no horário das 08 horas às 17 horas. Nestas escolas estarão montadas estruturas com recenseadores para atender a todos, prestando esclarecimento sobre todos os procedimentos para garantia da matrícula dos alunos.A meta do Governo é atender da melhor forma possível a todos os pais e estudantes e que não serão medidos esforços por parte da Seduc para que seja dado acesso as vagas na rede estadual de ensino para quem pretender estudar. “A busca de pais e alunos por vagas nas escolas públicas é muito grande. Apesar do grande número de vagas ociosas tanto em escolas estaduais como municipais muitos pais querem ver os filhos estudando em escolas tradicionais, e para isso aguardam em listas de espera pela desistência de algum aluno remanejado. Por isso é importante todos comparecerem a chamada escolar”. Todos  interessados devem dirigir-se as escolas pólos para o atendimento nas datas indicadas, portando a certidão de nascimento do estudante, um comprovante de residência atualizado, a carteira de identidade do pai ou do responsável, procuração no caso de representante legal, o comprovante de escolaridade para aqueles oriundos da rede municipal ou de outros municípios e ainda o histórico escolar ou declaração que informe o ano/série de estudo. “A chamada escolar é muito fundamental, pois é neste momento que os interessados podem apresentar a documentação dos estudantes e será feita a verificação se existe a vaga na série e na escola pretendida, garantindo um controle por parte da Seduc de todos os encaminhamentos e solicitações para que nenhum estudante fique sem vaga na rede de ensino estadual”. Após ser feita a comprovação da existência da vaga na unidade escolar de preferência ou em outra escola, a Seduc expedirá o encaminhamento para matrícula dos estudantes entre os dias 16 e 18 de janeiro nas secretarias das escolas indicadas. No caso de não haver vaga na escola pretendida ou ainda na rejeição pelo pai ou responsável, será expedida uma solicitação de vaga e também um comprovante de comparecimento a chamada escolar e, neste caso, o período de atendimento às solicitações de vagas será entre os dias 25 e 27 de janeiro, na Representação de Ensino de Porto Velho, na Rua Júlio de Castilho, 500, centro. Os pais ou responsáveis legais que não comparecerem nas datas indicadas para efetivar a matrícula perderão o direito a vaga na escola pretendida ou disponível, ficando no aguardo do surgimento de outra possibilidade. “Estes casos serão analisados e acompanhados pela representação de ensino, que manterá informado o Ministério Público e Conselhos Tutelares sobre todo processo de chamada escolar”.

 
CALENDÁRIO DA REDE ESTADUAL DE ENSINO (Porto Velho e distrito de Jaci Paraná )
PERÍODOS
DATA E HORÁRIO
LOCAIS
CHAMADA ESCOLAR
10/01/2012      – 8:00 às 18:00
11 a 13/01/2012  _ 8:00 às 17:00
 
Escolas Pólos conforme tabela abaixo
MATRÍCULAS
16, 17 e 18 /01/2012.
Escolas indicadas no “Encaminhamento de Matrícula”
SOLICITAÇÕES DE VAGA NÃO PREENCHIDAS
(LISTA DE ESPERA)
25 a 27 /01/2012.
Representação de Ensino de Porto Velho
no endereço: Rua JúIio de Castilho, N. 500 – Centro.
 
 
 
POLOS DE ATENDIMENTO

ZONA CENTRO
1 - EEEFM Mal. Castelo Branco
End.: Av. Farquar, 2739 – Arigolandia,
2 - EEEFM Barão do Solimões
End.: Rua José Bonifácio, 351 – Centro
3 - EEEFM Dr. Osvaldo Piana
End.:Rua Montes Claros, 6614 – Nacional,
4 - EEEF 21 de Abril
End.: Rua Rafael Vaz e Silva, 2812 – Liberdade
5 - EEEFM Rio Branco
End.: Rua Rafael Vaz e Silva,1250- Nossa Sra. Das Graças
6 - EEEFM 04 de Janeiro
End.: Rua Gregório Alegre,  5761 – Aponiã
7 - EEEF Santa Marcelina
End.: Rua Belo Horizonte, 331 – Embratel
 

ZONA SUL
1 - EEEFM Estudo e Trabalho
End.: Rua Alexandre Guimarães,1340 –Areal
2 - EEEFM Eduardo Lima e Silva
End.: Rua Daniel Nery, 1089 – Nova Floresta
3 - EEEFM Pres. Tancredo Neves
End.: Rua Tancredo Neves, 4718 –
4 - EEEFM Bela Vista
End.: Rua Gov. Valadares, 3601 – Conceição
5 - EEEFM Juscelino Kubitschek
End.: Rua Raimundo Cantuária, 5129 – Agenor de Carvalho

ZONA LESTE
6 - EEEFM Flora Calheiros
End.: Rua Assis Chateaubriand, 7643 - Esperança da Comunidade
7 - EEEFM Orlando Freire
End.: Rua Rio de Janeiro, 4864 – Lagoa
8 - EEEFM Daniel Nery
End.: Rua Benedito Inocêncio da Silva ,SN JKI
9 - EEEFM Risoleta Neves
End.: Rua Edite Feitosa, 8158 – Tancredo Neves
10 - EEEFM Marcos de Barros Freire
End.: Rua Afonso Rivero, QD 15,2701 - Ulisses Guimarães
11- EEEFM São Luiz
End.: Rua Turmalina,  10015 – Jd. Santana
 
 
 
Distrito de Jaci Paraná
01 - EEEFM Maria de Nazaré dos Santos
End.: Rua Pedro Osório, ,181 – BR364 Km88, Velha Jaci-



quinta-feira, janeiro 05, 2012

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Discurso do secretário de Educação

DISCURSO PROFERIDO PELO SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, JÚLIO OLIVAR, NO PALÁCIO PRESIDENTE VARGAS, SEDE DO GOVERNO DO ESTADO, EM NOME DE TODOS OS SECRETÁRIOS DE ESTADO, EM COMEMORAÇÃO DOS 30 ANOS DE EMANCIPAÇÃO DE RONDÔNIA.

Senhor Governador,
 
Senhores Deputados,
 
Senhor Presidente do Tribunal de Justiça,
 
Senhores Secretários de Estado e demais autoridades civis e militares:
 

O MOMENTO É DE CIVISMO
Rondônia festeja nesse quatro de janeiro 30 anos de emancipação político-administrativa. Mas essa história começa lá atrás, com os desbravadores, com aqueles que deram identidade brasileira a este rincão, que fincaram a nossa bandeira numa fronteira então inóspita, disputadíssima.O Estado cresce continuamente graças ao povo rondoniense, seja de nascimento ou de coração.Rondônia, querido estado amazônico, que abriga seus filhos e os de outras regiões de braços abertos, ofertando o que tem de melhor a fim de garantir uma vida próspera e feliz aos que dessa terra dependem. Rondônia: terra de índios, de caboclos, de figuras míticas... Rondônia Diversa, tradicional e ao mesmo tempo contemporânea, a mercê de tantas descobertas sobre si mesma... De suas riquezas que vão além dos indicadores econômicos, que vão além dos gráficos frios... Rondônia é a terra da gente, do nosso coração!RONDÔNIA: CANAÃ, TERRA PROMETIDA DE TANTOS E TANTOS QUE AQUI APORTAM EM BUSCA DE PÃO, TERRA, TRABALHO, VIDA NOVA... E DA VIDA EM ABUNDÂNCIA ENUNCIADA NAS ESCRITURAS SAGRADAS.Povo guerreiro e trabalhador, buscando apenas ser aceito e respeitado.Rondônia desponta como um dos mais promissores pólos de desenvolvimento da atualidade. A última década registra no Estado um crescimento acima da média nacional, revelando sua imensa potencialidade produtiva, envolvendo setores da indústria, comércio e prestação de serviços.Enfim, Rondônia comemora 30 anos de Emancipação. E a educação não pode faltar neste momento histórico.Em 2012 continuam a ser executadas ações de melhoria que visam ampliar a qualidade do ensino e iniciam-se muitos projetos novos para melhorar a Educação em Rondônia. Permanece a esperança renovada em tempos melhores para o nosso querido (e jovem) Estado.Ações inovadoras serão efetivadas como o novo plano de carreira, cargos e remuneração para os trabalhadores da educação; a climatização de todas as salas de aula, a implantação da educação em tempo integral moldada pelo pensamento de Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro; queremos em 2012 a realização dos maiores jogos escolares da história, mas sem as gastanças aviltantes de outrora; queremos e faremos a implantação do ensino médio renovador com a diretiva do amigo de Rondônia, Mangabeira Unger; queremos a construção de novas escolas, reformas e ampliações das unidades escolares, construções de quadras cobertas e mais qualidade e melhorias nas condições de trabalho de nossos docentes e qualidade no ensino para os nossos alunos. Essas são algumas das ações que o governo do Estado que já inicia o novo ano pensando e executando, sem parar.A meta do Governo Confúcio Moura é motivar os rondonienses a conhecerem sua história social e política, na busca de melhorar o nível de compreensão dos problemas conjunturais que nos cercam e buscar alternativas para dias melhores para todos.Esta data memorável dos 30 anos de Rondônia é um resgate das nossas origens e serve de parâmetro para iniciativas que objetivam o desenvolvimento atual e futuro do nosso imenso, querido e riquíssimo Estado de Rondônia.Creio que Rondônia evoluiu muito nesses anos. Porém, ainda há muito trabalho a ser realizado. Sou otimista. Acredito no futuro e com a força de Deus e de nosso povo, poderemos fazer de Rondônia um estado ainda melhor.Nesta data especial, quero reafirmar meu compromisso com o Governo do Estado de Rondônia e com a Secretaria Estadual de Educação em continuar trabalhando para melhorar a vida de nossa gente, e contribuir para que estas mudanças tão aguardadas por todos nós ocorram de fato e coloquem Rondônia como bom exemplo de práticas na educação.É assim que queremos ver Rondônia nas manchetes: um estado da cooperação em ação. Um estado rico porque tem produção agrícola, fartura mineral, água, usinas hidrelétricas... mas, sobretudo, rico porque tem um povo educado, forjado na honestidade e na busca sincera e honrada por dias melhores; povo que tem orgulho de sua condição de RONDONIENSE, que faz tremular a bandeira do Estado e canta o Hino mais emocionante desta Patria: Céus de Rondônia. Parabéns, senhoras e senhores! Somos co-responsáveis pela história que será deixada para as futuras gerações.Parabéns, Rondônia, e conte sempre com a força da Educação para melhorá-la a cada dia.  Parabéns aos professores, alunos e pais por esse dia cívico que nos emociona e aviva em nós o sentido de ser rondoniense. Parabéns a todos os secretários de Estado e partícipes em geral do Governo Confúcio Moura por acreditarem na sedimentação da nossa identidade rondoniense, promovendo a distribuição de renda, de saber, de paz e de alegria a todos que vivem sob o azul do céu de Rondônia cantando em nosso hino.Júlio Olivar, secretário de Estado da Educação.

Mercado tem mais corretores em plena atividade, diz Geraldo Cavalcante


Dados da Fenacor indicam que o número de corretores de seguros em plena atividade no mercado brasileiro atingiu, esta semana, a marca de 70.269 profissionais e/ou empresas. É a primeira vez desde 2005 que foi superado o patamar de 70 mil corretores em atividade. No final daquele ano, 73.653 profissionais atuavam no País, sendo 53.050 pessoas físicas e 20.603, jurídicas. O diretor da Fenacor, Geraldo Cavalcante informa que, hoje, o consumidor brasileiro pode contar com os serviços de 45.993 corretores pessoas físicas ou de 24.276 empresas.

terça-feira, janeiro 03, 2012

Jornalistas e fontes se encontraram no final do ano em BSB


Para o leitor comum, do dia-a-dia da imprensa, não é fácil imaginar como são as relações entre os jornalistas e as fontes que garantem as informações para a produção das notícias que saem dos tribunais de Brasília e serão assunto do dia ou da semana. Afinal, na rotina dos fatos, jornalista costuma ser espectador e não personagem da cena. Ao menos em tese. Pelo quinto ano consecutivo, contudo, graças ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, repórteres encarregados da cobertura jornalística foco deste site se reúnem no mesmo plano para confraternizar às vésperas da virada do ano, mas, claro, sem esquecer o trabalho (Na foto, o ministro Dias Toffoli interrompe a conversa com os jornalistas para atender telefonema de repórter da Folha).
Lewandowski atende Recondo (Estadão), vigiado por Seligman (Folha) - 02-01-2012 [ConJur]
Ricardo Lewandowski atende Felipe Recondo sob vigilância de Felipe Seligman

O prato de entrada da festa foi o mensalão. Como os jornais do dia vociferavam pragas diante da possibilidade de prescrição no caso, o assunto durou até que se soube da liminar assinada pelo ministro Ricardo Lewandowski, que proibiu o Conselho Nacional de Justiça de quebrar sigilos bancário ou fiscal de juízes. Não demorou e o próprio ministro chegou para explicar sua decisão. Já estavam por ali os ministros do Superior Tribunal de Justiça Luis Felipe Salomão, Marco Aurélio Bellizze e Antônio Carlos Ferreira, que dividiram a mesa com o secretário da Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Marcelo Vieira de Campos, e jornalistas que se revezavam nas cadeiras disponíveis.
Bellizze, Ferreira, Salomão e Lewandowski - 02-01-2012 [ConJur]
Marco Aurélio Bellize, Antônio Carlos Ferreira e Luis Felipe Salomão do STJ ao lado de Ricardo Lewandowski do STF

O decano na cobertura do STF, Luiz Orlando Carneiro, do Jornal do Brasil — um dos poucos jornalistas que o ministro Cezar Peluso recebe despreocupadamente — cercado por repórteres menos escolados que costumam procurá-lo para aproveitar sua experiência, mergulhava num raciocínio em torno do momento em que a AMB ingressou com o pedido contra o CNJ. Baseado na informação que a repórter Débora Zampier (Agência Brasil) acabava de trazer — que a ministra Cármen Lúcia poderia assumir a Presidência do tribunal até 10 de janeiro — Luiz Orlando questionava se os advogados Pedro Gordilho e Alberto Pavie não teriam se aproveitado dos indícios já dados pela ministra contra as ousadias do CNJ.
Filó (TV Globo), Luiz Orlando (JB), Mariângela (Estadão) e Seligman (Folha) - 02-01-2012 [ConJur]
Mariangela Gallucci, Luiz Orlando Carneiro, Filomena Paixão e Felipe Seligman

Claro, a cogitação evaporou quando o repórter Rodrigo Haidar esquentou o jantar, com a notícia da liminar de Lewandowski. Com a naturalidade discreta a que estão habituados, os jornalistas imediatamente sacaram de seus celulares para informar os veículos onde trabalham da novidade que ocuparia as primeiras páginas dos jornais na semana que se seguiu. Com a chegada de Lewandowski, acompanhado de seu escudeiro, Manoel Carlos de Almeida Neto, secretário-geral da Presidência do TSE, a notícia ficou completa.
Marcelo Vieira (MJ), Rodrigo Haidar (ConJur) e Diego Abreu (CBz) - 02-01-2012 [ConJur]
Marcelo Vieira do Ministério da Justiça, Rodrigo Haidar e Diego Abreu

O grupo Globo foi o mais presente no jantar. Compareceram o , Sérgio Fadul, chefe da sucursal do jornal em Brasília; Francisco Leali; Diana Fernandes; Gerson Camarotti e Filomena Paixão, a Filó, da produção do Jornal Nacional. A Folha de S.Paulo esteve lá com Fernando Rodrigues, Valdo Cruz, Felipe Seligman e, por telefone, Mônica Bergamo. Mais Felipe Recondo, Mariangela Gallucci e Vera Rosa (Estadão); Ana Flor, que acaba de trocar a Folha pela Reuters; Eumano Silva, diretor da revista Época em Brasília; Diego Abreu, do Correio Braziliense; Denise Bacoccina, da revista Istoé Dinheiro; do bloco dos assessores: Joyce Russi e Layrce Lima (STF), Renato Parente (TST) Samuel Figueiredo, da F7; Sérgio Amaral, ex-chefe de imprensa do STF, e o diretor da Associação Nacional dos Jornais, Ricardo Pedreira.  Dos jornalistas que cobrem regularmente o STF faltou Juliano Basile, do Valor. 
Camarotti (Globo), Denise Baccocina (Dinheiro) e Toffoli. - 02-01-2012 [ConJur]
Sergio Camarotti e Denise Bacoccina, com o anfitrião, Dias Toffoli

Jefferson Guedes, que esteve na AGU à época em que Dias Toffoli comandou a instituição e hoje é vice-presidente jurídico dos Correios, conferia projeções com o principal analista das atividades do Congresso, Antônio Augusto Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).
Toffoli e Lewandowski conversam com Sérgio Fadul (Globo) e Eumano Silva (Época) - 02-01-2012 [ConJur]
Dias Toffoli e Lewandowski conversam com Sérgio Fadul
Os ministros do STJ, em uma roda da qual participava Lewandowski, ouviram em silêncio a opinião de um jornalista para quem o Mensalão tem muito de circo e pouco de substância. Eles estavam mais interessados na tecnologia de gestão que tornou famoso o gabinete de Lewandowski, pela operacionalidade e eficiência. O ministro marcou com eles uma visita para mostrar como a coisa funciona na prática. E fez uma revelação: quando assumir o comando do CNJ pretende criar um modelo de certificação própria para o Judiciário brasileiro — e explicou como isso é possível.
O anfitrião, Toffoli e Ana Flor, agora na Reuters - 02-01-2012 [ConJur]
O aniftrião Dias Toffoli e a jornalista Ana Flor

Alguém falava com o ministro Marco Aurélio ao telefone e concordava que o CNJ não tem estrutura nem pessoal suficiente para substituir todas as corregedorias do país. E mais: que tirar a responsabilidade das corregedorias seria institucionalizar a atrofia desses órgãos, ou seja: um erro rotundo. O tipo de opinião que um jornalista não escreve. Aliás, os leitores comuns talvez estranhassem a cordialidade e a concordância de um jornalista conversando com sua fonte, em contraste com a agressividade estampada nos textos jornalísticos. Primeiro porque, conforme ensinam os mais velhos, repórter não discute com a fonte nem briga com a notícia. Segundo porque a técnica do jornalismo vigente não comporta nuances nem as complexidades da vida real na hora de escrever a notícia.Exemplo disso é o contraste entre a imagem do ministro Joaquim Barbosa, projetada nas notícias, e a opinião que se colhe dele em ocasiões como essa. Personagem periférico nas conversas, por se ter esquivado da decisão que deixou o colega Lewandowski em saia justa, a visão que se tem de Barbosa é a de alguém num beco sem saída. E a opinião que ele tem dos colegas e destes a respeito dele é cada vez mais parecida — igualmente em relação a jornalistas que cobrem o STF.
Diego Abreu (Correio Braziliense), Felipe Recondo (Estadão) e Bellizze (STJ) - 02-01-2012 [ConJur]
Diego Abreu, Felipe Recondo e ministro Marco Aurélio Bellizze, do STJ

Para o próximo encontro, suscitou-se, como blague, que a festa tivesse troca de presentes, no estilo amigo oculto. Mas em vez de gravatas e livros, as lembranças seriam itens como liminares, preventivas, termos de ajuste de condutas, denúncias ou uma dessas reportagens barulhentas que sacodem a vida de qualquer um.

Charge


Charge


segunda-feira, janeiro 02, 2012

Casas uptodate!

Restaurantes Don Giovanni, Igarapé, Caravela do Madeira, Skinas e Peréas fazem a festa da vasta clientela neste início de 2012. Lotação quase esgotada!

Seduc 2012


 
Em 2012 continuam a ser executadas ações de melhoria que visam ampliar a qualidade do ensino e iniciam-se muitos projetos novos para melhorar a Educação em Rondônia. Permanece a esperança renovada em tempos melhores para o nosso querido e jovem Estado de Rondônia. Ações inovadoras serão efetivadas como o novo plano de carreira, cargos e remuneração para os trabalhadores da educação; a climatização de todas as salas de aula, a implantação da educação em tempo integral; a realização dos maiores jogos escolares da história; a implantação do ensino médio renovador; a construção de novas escolas e mais qualidade e melhorias nas condições de trabalho e estudos de todos. Essas são algumas das ações que o governo do Estado já inicia o novo ano executando. A meta do governo Confúcio Moura é motivar os rondonienses a conhecerem  sua história social e política, na busca de melhorar o nível de compreensão dos problemas conjunturais que nos cercam e buscar alternativas para dias melhores para todos.  Esta data memorável é um resgate das nossas origens e serve de parâmetro para iniciativas válidas que objetivam o desenvolvimento atual e futuro do nosso imenso, querido e riquíssimo Estado.Parabéns Rondônia, conte sempre com a força da Educação para melhorá-la a cada dia.Júlio Olivar, secretário de Estado da Educação.

domingo, janeiro 01, 2012

Os melhores!

Restaurantes Don Giovanni, Caravela do Madeira, Peréas, Skinas e Igarapé - as casas mais procuradas em 2011 em Porto Velho, RO. Bombaram!