sexta-feira, julho 13, 2012

Frases do dia



Tudo
"Os ruralistas, hoje, com o apoio do governo do PT, têm tudo o que querem" - Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente - Folha de S. Paulo, 13-07-2012.
Tratores
"Passada a exposição da Rio+20, as últimas salvaguardas ambientais seriam retiradas pelos tratores. Interrompe-se o processo de construção da governança socioambiental democrática e baseada em princípios, que havia avançado desde a Constituição de 88" - Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente - Folha de S. Paulo, 13-07-2012.
Lula - FHC

"Acho até que ele deu um mau conselho ao pedir, que esquecessem o que ele escreveu, pois a contribuição teórica é um tipo de atividade e a política é outra. Lula foi um grande político e não tem nenhuma contribuição teórica. São campos diferentes. Isso não tira a importância do que ele fez" - Aldo Fornazieri, sociólogo, comentando o Prêmio John Kluge que FHC recebeu em Washington – O Estado de S.Paulo, 13-07-2012.

Contagem regressiva

“Quando, afinal, o mercado vai ficar nervoso por causa da queda da taxa de juros?” – Tutty Vasques, humorista – O Estado de S.Paulo, 13-07-2012.

Só o que faltava

“O Congresso está ameaçando suspender o recesso parlamentar marcado para começar na próxima quarta-feira. Pode? O eleitor precisa descansar, caramba!” – Tutty Vasques, humorista – O Estado de S.Paulo, 13-07-2012.

Firme e fortão

“E o Debóchenes! Diz que vai voltar em 2027. E vai dar de cara com o Sarney. Sentado na mesma cadeira. Firme e fortão!” – José Simão, humorista – Folha de S.Paulo, 13-07-2012

Programa seleciona doutor para pesquisas em Portugal


O programa Cátedra Milton Santos, parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Portugal, vai selecionar um docente pesquisador naquela instituição a partir de março de 2013. O selecionado será beneficiado com uma bolsa com duração de 12 meses, improrrogáveis.

O edital nº 34/2012 foi publicado nesta quinta-feira, 12, e o prazo de inscrição vai até 10 de setembro. A Cátedra Milton Santos tem como objetivo a difusão de informações objetivas sobre a dinâmica da sociedade brasileira em centros universitários de excelência no exterior, com prioridade para ciências sociais (ciência política, sociologia e antropologia), língua e literatura, economia, direito, arquitetura, história, história da arte e geografia.

A seleção do bolsista será feita em três fases: verificação da consistência documental, análise do mérito científico da candidatura e priorização das candidaturas pelo grupo assessor da Diretoria de Relações Internacionais da Capes, para decisão final. O resultado deve ser divulgado em novembro deste ano.

A inscrição pode ser feita na página do programa na internet. Ao formulário de inscrição deverão ser anexados eletronicamente os documentos discriminados no edital.

Benefícios – O bolsista selecionado receberá mensalidade no valor de 3,5 mil euros; seguro-saúde, pago em uma única parcela, no Brasil, no valor de 840 euros; auxílio-instalação, pago em uma única parcela, no Brasil, no valor de 3,5 mil euros, e auxílio na internacionalização do investigador, com o fomento a participações em congressos e cobertura de despesas relativas à investigação e publicações (traduções, revisões etc.), no valor máximo de até 5 mil euros, passagens aéreas e auxílio na interação do bolsista com as autoridades consulares.

quarta-feira, julho 11, 2012

Identidades e diversidade cultural, segundo Nenevé e Amaral

Se o Brasil é um exemplo de nação multicultural, o estado de Rondônia é um laboratório vivo para estudos sobre multiculturalismo. Aqui vemos e vivemos uma variedade de culturas, de origens, de lingagens. É impossível afirmar que ...
Nair Ferreira Gurgel do Amaral I
Miguel Nenevé l
Quando eu te encarei frente a frente e não vi o meu rosto,
chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau
gosto. É que Narciso acha feio o que não é espelho
e à mente apavora o que ainda não é mesmo velho [...] (Caetano Veloso)
Se o Brasil é um exemplo de naçao multicultural, o estado de Rondônia é um laboratório vivo para estudos sobre multiculturalismo. Aqui vemos e vivemos uma variedade de culturas, de origens, de lingagens. É impossível afirmar que há uma cultura única, uma língua pura, um linguajar único, uma única maneira de viver e assim por diante. É neste sentido que consideramos interessante e relevante discutir questões como hibridação, multiculturalismo e a necessidade de tolerância ao que não é “puro” aos nossos olhos em todos os aspectos.Os versos da epígrafe foram extraídos de “Sampa” canção de Caetano Veloso. O texto descortina com maestria o universo do impacto cultural causado pelo despreparo das pessoas em contato com outras culturas que não a sua. Uma xenofobia tênue, às vezes, porém radical e intolerante na maioria dos casos. A escolha, não casual desses versos, deve-se a uma reflexão proposta neste ensaio a respeito da diversidade cultural. Por que o narcisismo, em suas mais diferentes nuances, ainda permanece vivo nas sociedades atuais? Por que, por exemplo, temos dificuldades enormes para aceitar hábitos e costumes que nos são estranhos e, principalmente, por que a tendência é classificar o que é diferente daquilo que vivenciamos no nosso dia a dia como feio, esquisito, errado ou anormal? Na busca por respostas a essas angústias, um “mergulho” reflexivo acerca da diversidade cultural faz-se necessária como tentativa de entender “o avesso do avesso”, sem chamar “de mau gosto o que vi”.Assumir a diversidade e, juntamente com ela, o multiculturalismo, requer entender que vivemos numa sociedade híbrida e que, numa época classificada como pós-moderna, tornam-se inadmissíveis oposições como popular versus culto, moderno versus tradicional, urbano versus rural canônico versus popular. A hibridação precisa ser vista com um olhar transdisciplinar. E mais. É necessário que se dê ao conceito o enfoque das ciências sociais, embora alguns prefiram usar os termos: “sincretismo” para as questões religiosas, “mestiçagem” em história e “antropologia e fusão” em música. Nestor G.Canclini é um dos estudidosos que tem explorado a questão das culturas híbridas. Ele assim esclarece “entendo por hibridação processos socioculturais nos quais estruturas ou práticas discretas, que existiam de forma separada, se combinam para gerar novas estruturas, objetos e práticas”. (CANCLINI, 2006, p. 29). A hibridação tomada como ato político serve para trabalhar democraticamente com as diferenças, evitando a segregação e fortalecendo a interculturalidade. Dessa forma, espera-se mostrar que não existe mundo sem cultura nem falta de identidade. A relação entre os dois termos é distinta e ao mesmo tempo imprescindível: um não sobrevive sem o outro. Os processos que constroem sociedades híbridas e que colocam os diferentes em contato permanente exigem da sociedade contemporânea um convívio com a heterogeneidade. Muitas vezes a cultura é confundida com as noções de desenvolvimento, educação, bons costumes, etiqueta e comportamentos de elite. Para evitar tal confusão, a ampliação do conceito de cultura encontrou em Canclini (2006) uma vertente coerente que ele sugere que oas diferenças podem transformar-se em desigualdades e promover as disparidades entre as pessoas. Assim, ao restringir o uso do termo cultura para a “produção de fenômenos que contribuem, mediante a representação ou reelaboração simbólica das estruturas materiais, para a compreensão, reprodução ou transformação do sistema social”, Canlcini enfatiza que a cultura diz respeito a todas as práticas e instituições dedicadas à administração, renovação e reestruturação do sentido. As reflexões do indiano Homi Bhabha reforçam nossa concepção a respeito do termo “cultura” e chamam a atenção para a expressão “diferença cultural”, alvo de muitos debates na atualidade. Diz o pensador indiano: “A cultura só emerge como um problema, ou uma problemática, no ponto em que há uma perda de significado na contestação e articulação da vida cotidiana entre classes, gêneros, raças, nações”. (BHABHA, 1998, p. 63). O canadense Peter McLaren, uma referência quando se fala em multiculturalismo argumenta que nem todo o “multiculturalismo” é benéfico: há o “multiculturalismo conservador, o multiculturalismo liberal e liberal de esquerda, e o multiculturalismo crítico ou de resistência visa transformar as próprias condições sociais e históricas que naturalizam os sentidos culturais.” Para ele não existe uma humanidade comum, mas apenas identidades definidas pelos contextos de poder, de discurso ou de cultura. (MCLAREN, 2000, p.73). Pensar e praticar o multiculturalismo implica mudanças, transformações históricas e, principalmente, atuações sociais. Aceitar as ideias multiculturalistas não implica necessariamente desconhecer as divergências que envolvem a discussão a respeito do tema. O Multiculturalismo que defendemos é entendido como: uma atitude a ser desenvolvida em relação à pluralidade cultural; uma meta a ser alcançada em um espaço social; uma estratégia política; um corpo teórico de conhecimentos e até como o caráter atual das sociedades ocidentais. A Pluralidade Cultural torna-se, então, um desafio para a sociedade atual. Respeitar as diferentes culturas vai além do simples ato de tolerância, antes disseminado nas escolas e espaços religiosos. Também significa lutar por um mundo em que o respeito às diferenças seja a base de uma visão de mundo cada vez mais rica e transformadora. Por isso, entendemos que uma língua é inseparável da cultura do local onde é falada. E, sendo assim, é ideológica também, como explica M. Bakhtin (1988): “Toda palavra é ideológica e toda utilização da língua está ligada à evolução ideológica.” Esta assertiva coloca em evidência a importância da interação verbal como realidade fundamental da língua. A interação verbal é fundamental nessa relação social, que é, antes de tudo, a linguagem. Os lugares sociais somente podem existir por meio de uma rede de lugares discursivos. O pensador queniano Ngugi Wa Thiongo afirma que a lingua é produtora de uma comunidade pois  ela possibilita a negociaçao que faz a evolução possível. É esta negociação que faz que uma comunidade se conheça como diferente da outra. Linguagem carrega o universo cultural da comunidade, cada comunidade de humanos tem valores e um sistema de ética e de estética. O caráter histórico da linguagem faz dela uma atividade sujeita a regras de construção das expressões e faz depender sua interpretação de sistemas mais ou menos estáveis de representação. Já o caráter social da linguagem a torna dependente do contexto em que se realiza e do modo pelo qual os interlocutores tornam-se agentes desse processo de construção. Sendo a língua é um repertório de possibilidades, colocado à disposição dos falantes que a utilizam conforme suas necessidades de expressão, retomamos a reflexão bakhtiniana de que “todo signo é ideológico; a ideologia é um reflexo das estruturas sociais; assim, toda modificação da ideologia encadeia uma modificação da língua” (BAKHTIN, 1988, p. 15), para complementar com outra reflexão acerca da posição hegemônica em relação ao estudo da linguagem. O mito de Babel, que remonta à criação do mundo, revela a subalternidade, uma vez que tudo que lhes escapa é marginal ou marginalizado. “Babel inaugura num só gesto dois movimentos: o mito da unidade perdida e o da diferença como castigo divino. Conviver com a diferença passa a ser uma condenação, não um enriquecimento das formas de experiência e compreensão do mundo e da vida”. (GERALDI, 2010, p. 71). Sabemos todos que a língua falada por uma pessoa é marca de sua identidade na relação com a comunidade em que vive. Por isso, discriminar um modo de falar é a mesma coisa que não respeitar os valores de outras pessoas que não falam como nós. Esse modo de pensar e agir sempre existiu. É a imposição do poder sobre as diferenças, é a origem do conceito de “erro de fala” e, consequentemente, a incorporação de preconceitos como: “inferior”, “feia”, “pobre”, dados aos modos diferentes de se expressar. Assim, língua e linguagem se misturam, demonstrando que nosso papel social é propiciar o verdadeiro exercício da cidadania aos falantes de uma determinada língua, desconstruindo mitos. O narcisismo desfeito leva à ampliação da visão cultural para além do espelho e Babel, uma metáfora para entender que as diferenças, longe de serem um problema, podem ajudar a compreender este mundo tão “pluri” e tão “multi” no qual convivemos diariamente com as diferenças.
Referências
AMARAL, Nair F. G. do. Pluralidade Cultural, Leitura e Linguagem na Formação Docente. Relatório de Pós-Doutorado. Faculdade de Educação – FE/UNICAMP/SP, 2011.
BAKHTIN, M. Marxismo e filosofia da linguagem. Tradução de Michel Lahud e Yara Frateschi Vieira. São Paulo: Hucitec, 2 ed. 1988.
BHABHA, Homi K. O local da cultura. Belo Horizonte/MG: Editora da UFMG, 1998.
CANCLINI, Néstor Garcia. Culturas Híbridas: Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade. Tradução Heloisa Pezza Cintrão, Ana Regina Lessa. Tradução da Introdução Gênese Andrade. 4 ed. 1. Reimp. – São Paulo/; Editora da Universidade de São Paulo, 2006.
GERALDI, J. W. A Aula como Acontecimento. São Carlos/SP: Pedro e João Editores, 2010.
HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A Ed. 2000.
McLAREN, P. Multiculturalismo Crítico. São Paulo: Cortez, 2000.
Thiongo , Ngugi Wa. Europhonism, “Universities, and the Magic Fountain: The Future of African Literature and Scholarship.” 2005. Disponível em: http://www.assatashakur.org/forum/open-forum/7687-ngugi-wa-thiongo-future-african literature.
VELOSO, Caetano. Sampa. Disco: Muito (Dentro da Estrela Azulada) Lançamento: 1978. Gravadora: LP/CD Philips/Polygram. Disponível em: http://www.caetanoveloso.com.br/sec_busca_obra


[1] Doutora em Linguistica da Universidade Federal de Rondonia – UNIR – email:nairgurgle@uolcom.br
[2] Doutor em Inglês e Literaturas – UNIR. E-mail:neneve@unir.br

Bem mais iguais!

 

O desembargador Hélio Maurício de Amorim, do Tribunal de Justiça de Goiás, foi punido por unanimidade pelo Conselho Nacional de Justiça por assediar uma senhora cujo processo estava julgando. E qual a pena? O meritíssimo foi punido com aposentadoria compulsória: fica sem trabalhar, recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço. Nada de fator previdenciário, essas coisas aplicáveis a cidadãos comuns: todos os cálculos são feitos sobre o salário integral da ativa.
Há certas coisas a que é difícil dar divulgação: por exemplo, o tratamento especial que magistrados recebem quando punidos por suas falhas. No caso, experimente um civil comum assediar uma empregada de seu escritório, ou uma colega de trabalho, para ver se a pena será aposentadoria integral.
Ou mate alguém, como ocorreu com um juiz paulista, condenado por assassinar a esposa e ocultar o cadáver: por muito tempo ainda recebeu o salário integral. Mas os repórteres não podem esquecer quem é que os julga, caso sejam processados: vale a pena criticar alguém cujos colegas determinarão indenizações ou penas de prisão?
Promotores também costumam ser bem tratados pelos colegas. Um deles, considerado culpado por ter pedido licença para um pós-doutoramento na Europa e não ter aparecido em nenhuma aula, foi condenado a um dia de suspensão – exatamente, um dia de suspensão, 24 horas, não mais. Posteriormente, foi absolvido. Mas, no momento em que o consideraram culpado, a pena foi aquela.
Tente um funcionário público comum pedir licença para estudos e ser desmascarado por tirar folga com dinheiro público, para ver se a pena será de 24 horas de suspensão.
É também pouco provável que um cidadão comum, bêbado, em excesso de velocidade, guiando na contramão, batendo em outro carro e matando uma família, tenha tido a pena que foi aplicada a um promotor por seus pares: uma transferência para São Paulo, numa vaga ardorosamente disputada por profissionais de qualidade reconhecida e entregue a ele, cuja carreira atingiu o ponto mais alto depois de sabe-se lá quantas latas de cerveja e garrafas de bom uísque.
Mas promotores, como os magistrados, não são bem tratados apenas por seus pares. A imprensa cuida de todos com grande carinho – o que inclui, seja lá qual for sua idade, seja lá qual for seu temperamento, os adjetivos “jovem e combativo”. Um delegado, de conduta bastante discutível, era chamado de “ínclito”. Mas como combater uma fonte tão preciosa de informações?
É um tema que vale debate nos meios de comunicação. Afinal, como diz a Constituição, somos todos iguais perante a lei? Ou, como diz brilhantemente George Orwell, todos são iguais, mas alguns são mais iguais que os outros?

PUC/RS: Mestrado vai reconstruir história de UB


Reconstruir a história da invasão da Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Terra Indígena Karipuna, no município de Porto Velho, no período de 2000 a 2005. Esse é o tema da pesquisa de Mestrado que será desenvolvida pelo Procurador de Justiça José Carlos Vitachi, aprovado no Programa de Pós-gradução stricto sensu em História, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e Faculdade Católica de Rondônia- FCR.

O projeto de pesquisa tem como título provisório “Núcleo Urbano Bandeirantes, no Entorno da Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Terra Indígena Karipuna, em Porto Velho: surgimento e realidade social no período de 2000 a 2005”.

A pesquisa tem por finalidade reconstruir a história da invasão da Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Terra Indígena Karipuna e responder, dentre outros questionamentos, como, o porquê e em que condições se deram, entre 2000 e 2005, a migração e a ocupação das terras da Resex e Terra Indígena, dando origem ao povoamento do Núcleo Bandeirantes.

A invasão e o povoamento dessas terras, pela ótica do Ministério Público Ambiental Estadual, deram-se com o cometimento de crimes ambientais, esbulho de terras particulares e invasão de terras públicas, com incontidos desflorestamentos em prejuízo irreparável à biodiversidade, corredor ecológico e meio ambiente e sociedade, consoante Ação Civil Pública proposta pelo então Promotor de Justiça Miguel Mônico Neto.

Por outro lado, frente a requerida desintrusão e proibição de instalação de serviços públicos no novo povoamento, com população estimada em mais de quatro mil pessoas, o Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CAO-INF), à época dirigido pelo Procurador de Justiça Rodney Pereira de Paula, em outra Ação Civil Pública, obteve liminar determinando ao Estado de Rondônia a imediata instalação de escola pública, transporte escolar, serviços de segurança pública, serviços de saúde, água, energia elétrica e outros, até então inexistentes. De tudo isso, originou-se um Termo de Ajustamento de Conduta, homologado na Justiça Federal, ainda em vigor. Na época dos acontecimentos, o Procurador de Justiça José Carlos Vitachi era o Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de Rondônia.

Plano FutuRO recebe convite do Chile



A coordenadora do Plano FutuRO, secretária de Assistência Social de Rondônia (Seas), Cláudia Moura, participa nesta semana, na cidade de Vina Del Mar, no Chile, do VI Diálogo Regional: "Financiamento de políticas públicas locais para a coesão social”. O evento internacional é uma ação do Escritório de Coordenação e Orientação (OCO) da Urb-al III, programa de cooperação descentralizada da Comunidade Européia e tem o objetivo de consolidar ou promover, com base em parcerias e troca de experiências, um número limitado de cidades e territórios da América Latina que possam tornar-se modelos de referência para outros governos. O Diálogo contará com a participação de 25 delegações internacionais, sendo apenas duas brasileiras, uma delas Rondônia. 

Isabel Luz recepciona ex-ministro

A secretária de Estado da Educação de Rondônia adjunta (Seduc), Isabel Luz, recepciona na tarde desta quarta-feira, 11,  o ex-ministro Mangabeira Unger e assessores. No encontro de trabalho com o professor da Universidade de Harvard (EUA), Isabel Luz, aprofunda  estudos, recomendações e adota decisões sugeridas pelo governo da cooperação, em reunião técnica realizada segunda e terça-feiras.O governador Confúcio Moura, disse Isabel Luz, determinou que' a Seduc inicie, já a partir do próximo mês de agosto, o processo de implantação de educação integral em mais 20 escolas estaduais, modelo pioneiro e revolucionário já adotado na escola estadual de ensino médio Anísio Teixeira'.

Governo tem pressa na EFA de Pimenta

O governo de Rondônia dá mais um vigoroso passo para acelerar o crescimento da agricultura no Estado e agregar valor à educação na área rural. Com essa finalidade, o governador Confúcio Moura, a secretária de Estado da Educação adjunta (Seduc), Isabel Luz, o secretário adjunto da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri), Antonio Deusemínio, reúnem-se nesta quinta-feira, (12), com dirigentes do Projeto de Colonização Abaitará, e lideranças locais de Pimenta Bueno. No encontro, Confúcio Moura e secretários, debatem com membros da comunidade, questões a partir do referencial pedagógico da alternância para a pronta implantação de uma escola família agrícola (EFA) no município. O ato é uma resposta alternativa do governo da cooperação às demandas do campo. Com essas ações de um projeto político de desenvolvimento sustentável, assim como uma proposta de educação diferenciada, alternativa e conscientizadora diante das políticas educacionais compensatórias, o governador Confúcio Moura , através da Seduc e da Seagri, atende às necessidades dos filhos e filhas dos agricultores e agricultoras da região. O governador e comitiva regressam sexta-feira à Porto Velho.

Secretário Júlio Olivar avalia impacto do piso dos professores



O secretário de Estado da Educação de Rondônia (Seduc), Júlio Olivar, e demais titulares do setor de outras Unidades da Federação, se reúnem na próxima quinta-feira (12), em Palmas (TO), para avaliar o impacto do piso nacional dos professores e de seu reajuste anual sobre as contas dos estados e sobre os planos de carreira. Este será um dos temas da II Reunião Ordinária do Consed (Conselho Nacional dos Secretários de Educação) em 2012, que discutirá também o Plano Nacional de Educação, projeto em tramitação no Congresso Nacional. Segundo o Consed, o pagamento da atualização de 22% do valor do piso nacional dos professores e a ampliação da hora atividade para 33% da jornada de trabalho docente causarão um impacto de R$ 8,3 bilhões nas secretarias estaduais de educação. “O Consed é a favor do piso, como forma de valorizar o profissional e garantir qualidade ao ensino brasileiro. Mas é necessário definir condições necessárias para que a lei possa ser aplicada”, avalia a presidente do Conselho, Nilene Badeca, secretária de Educação do Mato Grosso do Sul.

ENEM – A II Reunião Ordinária do Consed contará, ainda, com uma palestra do presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), Luiz Cláudio Costa, que apresentará as novidades que estão sendo implantadas para garantir a segurança e a credibilidade no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM), que este ano registrou recorde de inscritos. Na sexta-feira, o Consed promoverá em Palmas o Seminário Nacional sobre o Plano Nacional de Livro e Leitura (PNLL), com a participação do presidente da Fundação Biblioteca Nacional, Galeno Amorim. O objetivo é subsidiar estados e municípios na implantação de seus planos locais do livro e leitura. Exemplos de estados e municípios que já iniciaram seus projetos serão apresentados aos secretários.

Educação integral: mais 20 escolas deverão entrar em funcionamento ainda em 2012


Com previsão para iniciar em 1º de agosto o modelo de educação integral em 20 escolas estaduais, o governador Confúcio Moura participou na manhã desta terça-feira (10), de uma reunião técnica realizada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc).
A reunião para debater os ajustes necessários para as unidades entrarem em funcionamento contou com a presença dos secretários da pasta Júlio Olivar e a adjunta Isabel Luz, além dos diretores e professores das escolas que adotarão o novo modelo neste segundo semestre. Em sua fala, o governador Confúcio Moura destacou a importância da dedicação de todos para que esse modelo revolucionário dê certo. “Depende muito de vocês diretores para que a educação integral mude a nossa maneira de educar. Um diretor acomodado não dá, tem que ser uma pessoa revolucionária. Se não tem espaço nas escolas, vamos usar as praças, os parques, os campos de futebol, não temos desculpas para ficarmos parados, temos que inovar”, disse Confúcio.O governador ainda exemplificou esse tipo de iniciativa, lembrando da época em que era prefeito e levou a educação integral para Ariquemes. “Escola integral não é um ‘crechão’, um depósito de menino. Quem quer fazer vai atrás, faz descobertas. Dar uma aula boa hoje em dia é tão fácil, temos acesso a tantas informações. Em Ariquemes utilizamos o parque de exposição, que era usado uma vez ao ano durante a feira, e depois ficava parado. Fizemos hortas com irrigação computadorizada. Uma escola abastecia todas as outras e ainda hospitais com alimentos”.Em Porto Velho, a escola estadual de ensino médio Anísio Teixeira, foi a pioneira no novo modelo de educação adotado pelo governador Confúcio Moura, entrando em funcionamento no início deste ano, mas o governador lembra que o projeto de educação integral, embora seja novo no Estado foi implantado há mais de 80 anos, na Bahia, pelo professor que deu nome a escola pioneira da capital, Anísio Teixeira.

segunda-feira, julho 09, 2012

Empresas de ônibus afirmam que irão cortar o ponto do dia da paralisação






O representante do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros afirma que irá cortar o ponto dos motoristas e cobradores referente à paralisação da última quinta-feira (5/7). A categoria se mobilizou a favor do aumento salarial e deixou 600 mil pessoas sem ônibus durante 24 horas. Com essa posição, aumenta a possibilidade de uma nova paralização em 5/8, como prometido pelo sindicato dos rodoviários em assembleia nesse domingo (8/7).O presidente do sindicato das empresas, Wagner Canhedo, considera que a paralisação foi desnecessária. "As empresas estavam de acordo com o reajuste e quem estava travando as negociações é o governo do Distrito Federal", diz Canhedo.

sábado, julho 07, 2012

O outro Brasil



"Não Somos nem colônia nem periferia do Brasil”, afirmou D. Moacyr Grechi, externando sua indignação por sentir uma política de neocolonização da Amazônia, agora pelo grande capital, promovida pelo governo", informa Egon Heck, CIMI-MS, relatando e comentando o Encontro de Santarém, realizado nesta semana, reunindo dezenas de bispos e agentes de pastoral da Amazônia.E ele descreve: "Chamou atenção quando a comitiva de bispos e agentes de pastoral deixaram o aeroporto de Santarém, o fato de irmos escoltado por policiais em viaturas e motos, com a sirene ligada. Não se tratava de privilégio de autoridades, mas porque na comitiva se encontravam um bispo (Dom Erwin, Ir. Henriqueta... ) que estão sob proteção policial. E assim continua ocorrendo durante todos os deslocamentos do local da hospedagem, até o Seminário Pio X, onde acontecem as atividades. Vamos e voltamos escoltados".
Eis o artigo.

40 anos depois novamente em Santarém se reúnem  os bispos da Amazônia (CNBB Regionais Norte 1, Norte 2 e Noroeste) , para fazer a memória da caminhada, avaliar os erros e acertos e traçar novas estratégias de atuação na região.

“O episcopado do Brasil está esperando muito desse encontro na Amazônia. O documento que será produzido vai ajudar muito a Igreja do Brasil”. Com essas palavras o Secretário Geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich, expressou a expectativa quanto esse encontro. Afirmou ainda que há quarenta anos atrás vivíamos numa ditadura militar e hoje vivemos numa ditadura econômica.

À semelhança do Encontro de Santarém, de 1972, que foi apoiado e prestigiado com a presença do então Secretário Geral da CNBB D. Ivo Lorscheiter, novamente a CNBB deposita grande esperança Nesse momento em que “Cristo aponta para a Amazônia’ (Encontro de Santarém-1972) e nela armou sua tenda (Encontro de Manaus 1997).

Muita água rolou nos milhares de rios e igarapés da Amazônia, nestes 40 anos. Porém existe muita semelhança entre os dois períodos, ambos marcados pelo desenvolvimentismo, dos  acelerados milagres econômicos. Constatou-se, que além dos gigantescos impactos destruidores dos grandes projetos, a Amazônia continua sendo tratada como uma espécie de quintal do grado capital protegido e estimulado pelo governo. “Não Somos nem colônia nem periferia do Brasil”, afirmou D. Moacyr Grecchi, externando sua indignação por sentir uma política de neocolonização da Amazônia, agora pelo grande capital, promovida pelo governo.

Chegada escoltada

O pequeno aeroporto de Santarém estava apinhado de chegantes, no dia 2 de julho à tarde. É que de Belém e de Manaus chegavam dezenas de participantes para o encontro dos Bispos da Amazônia. Chamou atenção quando a comitiva de bispos e agentes de pastoral deixaram o aeroporto, o fato de irmos escoltado por  policiais em viaturas e motos, com a sirene ligada. Não se tratava de privilégio de autoridades, mas porque na comitiva se encontravam um bispo (Dom Erwin, Ir. Henriqueta... ) que estão sob proteção policial. E assim continua ocorrendo durante todos os deslocamentos do local da hospedagem, até o Seminário Pio X, onde acontecem as atividades. Vamos e voltamos escoltados.

Há quarenta anos era um grupo de um pouco mais de vinte pessoas, hoje os participantes chegam a quase uma centena, dentro os quais aproximadamente quarenta bispos. A Amazônia Legal passou de menos de 10 milhões para 25 milhões de habitantes. A população que morava majoritariamente no interior, nas beiras dos rios, é hoje  eminentemente urbana, em torno de 72%. A falta de condições dignas de sobrevivência em meio às florestas e rios, deixou o caminho aberto ao grande capital nacional e internacional, para satisfazer sua voracidade. As mineradoras lotaram o subsolo para a exploração de minérios. As serrarias avançam sobre as florestas com seus afiados dentes de ferro e potentes máquinas. O boi e a soja avançam sobre a última fronteira agrícola,  como é considerada a Amazônia para o expansionismo (neocolonialista) do capital, com o estímulo e proteção do Estado brasileiro.

Santarém a partir dos povos indígenas

Conforme D. Pedro Casaldáliga, o único dos participantes de 1972, que está entre nós, o Documento de Santarém foi a primeira carinhosa acolhida  do Cimi, que recém tinha sido criado. A Pastoral Indigenista foi assumida como uma das quatro prioridades. “Apraz-nos apoiar decididamente esse órgão providencial (o Cimi) que já está trabalhando eficazmente a serviço do índio e das missões indígenas...A nova perspectiva surgida com a criação do Cimi, por mais alvissareira que seja não pode dispensar a nossa co-responsabilidade, pelo contrário, além do nosso trabalho rotineiro , teremos que colaborar com o mesmo Conselho assumindo uma estreita comunhão com seus membros...”

Esse assumir da pastoral indigenista-Cimi pelas Prelazias e Dioceses da Amazônia, representou para os povos da região uma um apoio decisivo na luta por seus direitos. Graças a esse trabalho articulado e incentivado pelo Cimi, através da encarnação e solidariedade com os povos originários da região, vários direitos, especialmente da terra, foram conquistados, consolidando-se um esperançoso processo de articulação e organização  que está permitindo uma significativo avanço na conquista de seus direitos e sua autonomia.

Porém grandes desafios continuam. Os mais de 70 grupos que vivem em situação de isolamento voluntário correm sério risco de serem extintos. Várias comunidades lutam pelo seu reconhecimento e garantia de suas terras.  O atendimento à saúde pela Secretaria Especial de Saúde Indígena-SESAI está caótico, com proporções alarmantes como é o caso do Vale do Javari, onde a grande maioria da população (87%) está afetada pela hepatite, já tendo acarretado várias mortes nos últimos tempos.

D. Erwin tem insistido que não seja esquecida a questão indígena no documento que está sendo elaborado e será assumido pelos Bispos das Prelazias e Dioceses da Amazônia. É uma das dimensões importantes da presença solidária e transformadora da Igreja na Amazonia.

sexta-feira, julho 06, 2012

Seguro pra quem?

As mulheres são as mais confiantes na contratação de seguros, ou seja, que consideram esse tipo de serviço muito importante, revela estudo inédito da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg). Segundo a pesquisa, 63% das entrevistas consideram os seguros muito importantes, enquanto apenas 59% dos homens têm essa avaliação. Os consumidores do ensino médio são os mais reticentes: 7% não veem nenhuma importância.

Eleições 2012


A partir desta sexta-feira, 6, está dada a largada para as campanhas eleitorais municipais. Fica permitido aos candidatos o uso de alto-falantes ou amplificadores de som em vias públicas, a realização de comícios e a veiculação de propaganda eleitoral na Internet, sendo vedada qualquer tipo de propaganda paga. Já o horário eleitoral gratuito em rede nacional de TV e rádio começa no dia 21 de agosto, segundo o calendário divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral.

quinta-feira, julho 05, 2012

Reconhecimento ao trabalho de interesse público de Eva Albuquerque nos 30 anos da Unir

Houve quem sentisse falta, hoje, 5, na abertura das comemorações dos 30 anos da Universidade Federal de Rondônia (Unir), em Porto Velho, de uma homenagem maior à administradora Eva Albuquerque, presidente do Conselho Regional de Administração, ex-reitora em exercício e uma das idealizadoras da IFES e do ensino superior no Estado. Faltou uma referência maior e mais ampla a Eva Albuquerque, até na breve fala de Berenice Tourinho, atual reitora.

Transporte pirata a R$ 20 durante a greve


Carros, vans e ônibus piratas chegam a cobrar até R$20 para transportar passageiros das cidades do Distrito Federal até o Plano Piloto nesta quinta-feira (5/7). E na volta para a casa, a situação não deve ser diferente. Durante todo o dia foram registrados flagrantes da atuação de motoristas do trasnporte ilegal.
 (Ed Alves/ CB/ D.A Press)


Com toda a frota de ônibus do Distrito Federal parada, segundo informações do Sindicato dos Rodoviários, os motoristas cobram até R$ 5 para transportar os passageiros dentro das cidades. Em Ceilândia, por menos de R$15 é difícil chegar ao Plano Piloto usando esse tipo de transporte.



Na Rodoviária do Plano Piloto, os passageiros fizeram fila para aguardar os veículos de transporte ilegal no mesmo local em que os ônibus do Departamento de Transporte Urbano do Distrito Federal (DFTrans) costumam parar.

Câmara concede título





O secretário de estado da Educação, Júlio Olivar, recebeu o título de cidadão honorário porto-velhense na tarde da terça-feira (3) numa sessão concorrida, com o plenário da Câmara Municipal de Porto Velho lotado de convidados. A honraria foi proposta pelo vereador Jaime Gazola e aprovada por unanimidade dos parlamentares. Gazola destacou a importância da condecoração e lembrou que poucas pessoas foram agraciadas com a insígnia. “Em todo o meu mandato esse é o segundo título de cidadão honorário que indico. Está sendo entregue ao secretário Júlio Olivar porque ele é uma pessoa que ama Porto Velho e trabalha diuturnamente pelo desenvolvimento dessa cidade. Em apenas um ano no cargo, fez mais por Porto Velho do que o governo anterior em oito anos de mandato; fez mais do que muita gente que mora aqui há trinta anos.”

O vereador destacou que na gestão de Olivar a Seduc está investindo R$ 70 milhões em escolas da capital, como a construção das escolas Brasília, Murilo Braga e Anísio Teixeira. E finalizou seu pronunciamento elogiando a postura do secretário diante do Sintero (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia). “Nunca um secretário tratou o sindicato da categoria de forma tão respeitosa quanto o Júlio Olivar. Um governo que dialoga com o sindicato demonstra respeito ao servidor.”

O secretário Júlio Olivar, por sua vez, mostrou grande conhecimento acerca da história de Porto Velho, citando vários fatos importantes e nomes de pessoas que contribuíram e ainda contribuem com o crescimento da capital. A “viagem” passou pela saga da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré até a construção das usinas de Jirau e Santo Antônio; a pluralidade cultural da cidade; os artistas, historiadores; o rio Madeira; a miscigenação do povo; os monumentos, como as Três Caixas d’Água; o lago Cuniã; o poeta Vespasiano Ramos, Rita Queiroz e Augusto Branco. Na sua consistente reflexão também descreveu com sabedoria o que representa ser um cidadão porto-velhense. “O povo daqui se encanta com as embarcações indo e vindo pelo cais do porto; aprecia as obras de Júlio Carvalho espalhados pelos quatro cantos da capital; e contempla o mais lindo pôr do sol do mundo a partir do Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, às margens do Madeira. O porto-velhense se sente um cidadão do mundo, sem negar seu sangue caboclo, ribeirinho, indígena.”Em outro momento, Olivar reconheceu que “agora” a sua responsabilidade aumentaria. “Não quero ser apenas um passante em Porto Velho. Estou sendo contemplado com uma insígnia tão relevante sem ainda merecê-la tanto quanto eu gostaria de já ter me doado, participado. O recebimento do título de Cidadão Honorário de Porto Velho é um chamamento para que eu faça mais e melhor pela cidade e pelos porto-velhenses.”

Emocionado, Júlio Olivar agradeceu aos mais de 450 mil habitantes da capital, e aos vereadores, pela “gentileza” em lhe outorgar o título de cidadão de Porto Velho, especialmente ao vereador Jaime Gazola, a quem se referiu como “amigo dileto”. O secretário disse que deve ao governador Confúcio Moura a honra de ele ter lhe confiado a missão de trabalhar pela transformação da Educação de Rondônia para melhor. “Com a oportunidade de estar à frente da Seduc, pude compreender o quanto mais preciso me dedicar para ajudar as crianças e jovens estudantes do nosso estado a terem um futuro próspero.”

O secretário-chefe da Casa Civil, Juscelino Moraes do Amaral, que representou o governador Confúcio Moura na solenidade, disse que Júlio Olivar é um gestor de sucesso. “A Seduc é a maior pasta do Governo e a maior empresa de Rondônia. Tem quase 27 mil servidores, R$ 1 bilhão de orçamento e 270 mil alunos. Gerenciar suas 416 escolas, incluindo aí as indígenas, é tarefa para poucos. O governo de Rondônia tem a grata satisfação de ter em seus quadros alguém do porte do secretário Júlio Olivar.”

Estudantes de Rondônia participam do Programa Parlamento Jovem Brasileiro



jovens parlamentares 2011
 Os participantes em Brasília

Estão em fase de análise conclusiva os Projetos de Lei - PL dos candidatos de Rondônia que concorrem ao Programa Parlamento Jovem Brasileiro. Este programa tem como objetivos: despertar para a reflexão crítica, difundir o processo democrático e propiciar aos jovens brasileiros a oportunidade de conhecer a rotina dos trabalhos legislativos na Câmara dos Deputados. O tema deste ano é: Você já Cresceu. Agora é Hora de Aparecer. Para participar os estudantes precisam ter de 16 a 22 anos de idade, estar devidamente matriculados e frequentando o 2º ou 3º ano do Ensino Médio e elaborar um Projeto de Lei.

Os quatro estudantes finalistas da etapa estadual são: Inêz Lima Moreira, da EEEFM Carlos Drummond de Andrade, do Município de Candeias do Jamari, sobre o ensino de Ética na Tecnologia, nas escolas que ofertam educação básica, Leonardo Siqueira Saurin, da EEEFM Alberto Nepomuceno, do Município de Machadinho do Oeste, sobre a vida do preso dentro da prisão, Marcelo José Marchesini, do Instituto Federal de Rondônia Campus de Cacoal, sobre a produção de alimentos obtidos de forma agroecológica,Thaynara da Silva Alvarenga, da EEEFM Santa Ana, do Município de Alvorada do Oeste, sobre a criação de teste vocacional para alunos do Ensino Médio.

Os referidos Projetos de Lei foram encaminhamos ao Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação – CONSED, onde serão reavaliados e enviados à Câmara dos Deputados para a definição do estudante que representará o Estado de Rondônia na IX Sessão do Parlamento Jovem Brasileiro, de 24 a 28 de setembro, em Brasília. O resultado será divulgado dia 10 de agosto, no site da Câmara dos Deputados (http://www2.camara.gov.br/responsabilidade-social/parlamentojovem).

O projeto se destaca por fomentar um trabalho interdisciplinar e transversal que sob a coordenação da professora Rosenaide Távora, do Município de Alvorada d’Oeste, mobilizou mais de uma escola em uma programação composta por uma Sessão Plenária na Assembléia Legislativa, um city tour cívico pela capital do Estado, palestras com temáticas de cidadania e do Centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.

Projetos dessa natureza proporcionam ao jovem tornar-se um cidadão mais crítico, reflexivo e atuante, além de colaborar para melhoria do IDEB, visto que estimulam a leitura, propiciam a prática da escrita de diversos gêneros textuais, estimulam o valor a sua cultura e nação, ampliando a visão de mundo dos estudantes.

quarta-feira, julho 04, 2012

Dom Moacyr e a cara da Igreja na Amazônia


Esta semana, de 2 a 6 de julho, a cidade de Santarém (PA) recebe os bispos dos regionais Norte 1, 2 e Noroeste da CNBB para o 10º Encontro da Igreja na Amazônia. O evento deve ser uma celebração e avaliação da caminhada da Igreja na região nos últimos 40 anos, inspirada pelo Documento de Santarém (1972).Na avaliação do bispo emérito de Porto Velho (RO), dom Moacyr Grecchi em entrevista ao Boletim da CNBB, 03-09-2012, o balanço que pode ser feito das últimas quatro décadas é positivo, inclusive pelos avanços na formação dos leigos, da pastoral indígena e da formação sociopolítica das comunidades. Entretanto, há antigos e novos desafios a serem enfrentados.

Eis a entrevista.

O senhor poderia explicar a conjuntura que levou ao Encontro dos bispos da Igreja na Amazônia, em 1972?


O Concílio Vaticano II, convocado pelo papa João XXIII e completado por Paulo VI, foi uma sacudida do Espírito Santo em toda a Igreja Católica. Certamente, foi o fato mais notável nos últimos séculos na história da Igreja. Para proporcionar a encarnação dos documentos deste Concílio, o papa convocou a Conferência de Medellín, onde uma das marcas era a questão da libertação, a conjuntura da América Latina, a questão da justiça social. Em Medellin, foi debatida a liberdade cristã no verdadeiro sentido da palavra: espiritual, econômica, política, especialmente por conta das ditaduras militares que se vivia aqui em muitos países. Ali também se definiu o que é uma comunidade eclesial de base: é uma célula, a menor porção institucional do Povo de Deus, que é Igreja. É ali que o cristão, de fato, vive a fraternidade cristã, recebe os sacramentos, promove e partilha a comunhão, inspirado do exemplo das comunidades apostólicas.

Nesse meio tempo, sentia-se no Brasil que a Amazônia era algo muito distante. Talvez nem fosse considerada como parte da Igreja no Brasil. Talvez com exceção de Belém, que é uma sede antiga, São Luís do Maranhão, Manaus... Estes eram locais com alguma estrutura razoável, como paróquias, seminários, enfim. O restante, as prelazias e dioceses de hoje, foram entregues na época, numa intuição muito boa, para grupos de religiosos, para tentar criar a estrutura para a formação de dioceses. Uma coisa muito boa.
Quase em toda a cidade da Amazônia a Igreja chegava, além de sua presença institucional e evangelizadora, com a catequese, pastorais, movimentos, ela também chegava com escolas e hospitais.
Então, considerando o Concílio, as conclusões de Medellín e a situação da Amazônia, podemos delinear assim o contexto que inspirou o encontro dos bispos em Santarém. Eu não estava presente, apesar de já nomeado, mas conheci todos os bispos que lá estiveram. Foi de 24 a 30 de maio de 1972, exatamente quando eu fui nomeado prelado de Rio Branco, no Acre, que na época se chamava de Acre-Purus. Me recordo que o papa Paulo VI, num documento de incentivo a este encontro, disse uma fase que continua nos inspirando: “Cristo aponta para a Amazônia”. E ele continua apontando, e eu creio que nos últimos 20 anos a Igreja no Brasil descobriu a força da Amazônia. E hoje, as coisas já são bastante diferentes.

Quais foram as linhas prioritárias traçadas pelos bispos no Documento de Santarém, e que balanço o senhor faz dos frutos desta iniciativa e de seus frutos?

Antes de mais nada, é preciso dizer que foi a primeira vez que se usou esta expressão “prioridades pastorais”. Além das linhas prioritárias, nós temos duas posições ou faróis que iluminam estas linhas. Primeiro, a encarnação na realidade: nós precisávamos conhecer mais nossa realidade, valorizar mais o nosso povo, sentir de perto a sua cultura. Conheci bispos santos, que se eu fosse papa canonizava todos. Eram anciãos muito acolhedores, que viveram esta realidade da encarnação. O outro era a evangelização libertadora: mostrar que ser cristão não é ser acomodado. Estes dois luzeiros: a encarnação e a evangelização libertadora deviam iluminar as quatro prioridades.

Eu digo que este Documento de Santarém é a carteira de identidade da Igreja da Amazônia. Ele mostra como foi se conformando o nosso rosto, e como a Igreja foi tomando o rosto amazônida. A primeira prioridade: formação de agentes pastorais. Em todos os níveis: desde o coroinha, o catequista, até o bispo; dioceses que não tinham agente algum, em dois anos conseguiu formar quase mil leigos e leigas, dedicados à evangelização.

A segunda prioridade foi a formação das comunidades de base: comunidades menores, base de uma Igreja local, onde se pode viver melhor o espírito das comunidades primitivas e receber os sacramentos. Não houve uma explosão, mas em diversas dioceses houve um crescimento expressivo.

A terceira prioridade era a pastoral indigenista. Logo após a criação do Conselho Indigenista Missionário, os bispos assumiram o apoio à sua ação e a capacitação missionária para o trabalho junto aos povos indígenas.  A quarta prioridade foi o incentivo à participação nas frentes pioneiras, como as estradas.

Quais os principais desafios para a Igreja hoje na região?

Bom, hoje fala-se muito em urbanização na Amazônia. É muito estranho falar em urbanização quando nas cidades vemos pessoas vivendo em condições precárias, às vezes até sem latrina. O nome é outro: devia se chamar de marginalização de povos que tinham via mais sadia na mata, mas que em busca de uma vida melhor acabam indo para cidades como Manaus, onde não tem condições de oferecer vida digna. Agora, temos o desafio das drogas, já que estamos muito perto das fontes aqui. O acesso é muito fácil.

Há em alguns lugares boas iniciativas de realizar as Santas Missões. Continua o desafio da formação do clero: não se improvisam bons formadores. Em Rio Branco e Porto Velho consegui uma parceria com a Universidade de Campinas, que vinham dar aula em nossos seminários aqui. Precisamos de colaboração com a formação dos futuros padres. É algo que melhorou, mas temos muito ainda para avançar. Na formação de leigos, creio que todas as nossas Igrejas tem uma formação de qualidade, segundo as orientações da CNBB Nacional. Há formação até em nível superior. Temos muito a progredir, e precisamos de colaboração, inclusive econômica. O dízimo está implantado em todas as dioceses, e todas conseguem manter o básico. Mas os custos são altos: ainda é preciso buscar dinheiro fora. Vocês não tem ideia de como é caro manter os barcos para o transporte nos rios amazônicos, levando os missionários. A Igreja no Brasil e fora daqui também deve estar disponível para colaborar com esta realidade.

Na programação do 10º Encontro de Santarém, está prevista a coleta de sugestões para uma “Evangelização Encarnada, Missionária e Profética na Amazônia”. Qual a importância desta atitude para os agentes da Igreja na região?
Acho que evangelização encarnada já é um dos luzeiros de nossa ação nesta região. Não quero generalizar, mas especialmente os novos missionários devem estar atentos que aqui já existe uma caminhada feita, e que é preciso caminhar conosco. A pior praga que tem é um missionário que vem pra ensinar. Ele deve vir para aprender também, e assumir a Igreja daqui que tem muita coisa para ensinar. É preciso preparar e formar o missionário, de preferência aqui, para que ele valorize o que temos de bom.

Vereadores reconhecem investimentos na Educação


Os investimentos do governo estadual na educação renderam ao secretário estadual da Educação, Julio Olivar, o título de cidadão honorário de Porto Velho, concedido pela Câmara de Vereadores, numa proposta do vereador Jaime Gazola. O evento aconteceu na tarde de terça-feira (3), na qual o secretário chefe da Casa Civil, Juscelino Amaral, representou o governador Confúcio Moura.
Durante seu discurso, Gazola lembrou que o título que não deve ser entregue a qualquer pessoa, “seja por vaidade ou por amizade. Este título deve ser entregue somente aqueles que, de forma relevante, contribuíram para o desenvolvimento de Porto Velho e que acima de tudo à amam”. Gazola lembrou ainda que o governo do Estado, através da Seduc já investiu mais de R$ 70 milhões na educação em Porto Velho. “São projetos desenvolvidos como a parceria com a Policia Militar para a implementação da Patrulha Escolar que terá um papel fundamental na sociedade, de combate a violência e ao trafico de drogas nas escolas”, lembrou. Para o vereador, Olivar é um secretário que tratou com respeito o sindicato durante as negociações da greve demonstrado que também respeita e entende a categoria o que já é um diferencial. O vereador Bengala falou sobre a construção de um colégio em Jaci Paraná, na qual cerca de 90 homens trabalham na obra em que foram investidos R$ 6,5 Milhões.

Discurso
 
Olivar falou de sua missão à frente da pasta. “Não é fácil a tarefa de exteriorizar todo o sentimento de gratidão”, iniciou ao discorrer sobre o titulo que o levava a refletir sobre o compromisso com o Estado e com a capital. “É um chamamento para que eu faça mais e melhor para este povo e meus sonhos estão comprometidos com o crescimento de Porto Velho”. Juscelino Amaral parabenizou o secretário e citou números para comprovar a boa atuação do gestor. O chefe da Casa Civil falou sobre recursos para investimento na educação das 270 mil crianças da rede escolar do Estado e da responsabilidade de comandar a maior secretaria de Rondônia que possui hoje em sua folha de pagamento 27 mil servidores e que de forma tão brilhante Olivar vem conduzindo. “Eu trabalho em uma escola que por ficar em um bairro distante, na periferia da cidade e possuir uma clientela especifica, é muito complicado, mas todas as vezes que necessitamos fomos atendidos. Acho que essa homenagem é justa principalmente pelo trabalho que ele vem realizando”, afirmou a diretora da escola estadual de ensino fundamental e médio Marcos Freire, Maria José Rodrigues.

Escola Nacional de Seguros e Sincor RO/AC oferecem oportunidades para corretores de seguros


Continua por todo o País o ciclo de palestras “O Mercado de Seguros Brasileiro – Tendências e Oportunidades”. Os encontros são gratuitos e voltados para profissionais do setor e empresários das regiões onde são realizados.O intuito, segundo o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Cavalcante,  é mostrar as oportunidades de negócios geradas pela indústria do seguro, abordando aspectos de áreas como empreendedorismo, vendas e recursos humanos. Para julho, nove eventos estão confirmados, confira abaixo o dia e local:



- Dia 16, Rio Branco (AC)

Dois palestrantes cobrem a intensa agenda. Guilherme Contrucci é professor e consultor em Seguros e Previdência, formado em Comunicação Social e Marketing, com MBA em Administração com Ênfase em Seguros. Atua no mercado de seguros há mais de 20 anos e, atualmente, apresenta o programa WebSeguros da TV Uol. Já Sidney Leone é engenheiro mecânico, sócio-diretor da Integrale Consultoria e Corretagem de Seguros, especialista em Seguros no segmento de Grandes Riscos e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), entre outras instituições.Os interessados devem confirmar presença no www.funenseg.org.br, onde também estão disponíveis contatos locais para outras informações. As vagas são limitadas.

terça-feira, julho 03, 2012

Iata deverá ganhar escola técnica



Ainda durante a visita que realizou ao município de Guajará-Mirim na manhã desta terça-feira (3), o governador Confúcio Moura esteve verificando as instalações do prédio da Universidade Federal de Rondônia (Unir) no distrito do Iata.
Por meio de convênio com a Unir, o governo do Estado pretende transformá-lo em escola técnica de ensino integral e alternância, oferecendo cursos profissionalizantes a jovens e adultos da região Oeste. Por meio da Secretária de Estado da Educação (Seduc) o governo construirá estufas para estudos e pesquisas de hortfruti, tanques para piscicultura, além da construção de uma fábrica da biofarma.O governador espera que as instalações estejam atendendo a população a partir de 5 de fevereiro de 2013.  “Tudo é importante, mas a educação no meu governo é de extremamente fundamental”, disse. Além da implantação desta obra, soma-se ainda a escola bi-nacional, um compromisso da presidente, Dilma Roussef, em parceria com o governo de Rondônia.
Prédio do Iata
O prédio foi construído pela Universidade Federal de Rondônia, com o propósito de atender acadêmicos do curso de Gestão Ambiental, com ênfase em hotelaria, aproveitando os recursos naturais e o potencial ambiental da região. “Neste primeiro momento fiz questão de pessoalmente vir ao Iata mostrar aos meus secretários o que pretendo e determino a eles esse projeto. Quero isso pra logo”, cobrou o governador que após o governador, Jorge Teixeira é o segundo chefe de Estado a visita periodicamente o distrito as margens do Rio Mamoré na fronteira com a Bolívia. Um recém formado professor de português, com licenciatura em linguagem de sinais (Libras) acredita no projeto e diz que está ansioso para vê-lo sair do papel. “É uma obra que não seguiu seu propósito. Que o governo do Estado tome pra si e faça isso acontecer pra nós”, pediu o professor que leciona para crianças na escola de ensino fundamental e médio, Presidente Dutra, atendendo no Iata cerca de 20 estudantes. A expectativa do governador é de definitivamente fazer com que o prédio construído pela Unir no início desta década, no distrito do Iata, em Guajará-Mirim, tome uma finalidade. Desde o início do seu mandato o chefe de Estado vem destacando e determinando a seus secretários para que incluam Guajará-Mirim e região na rota do desenvolvimento do Estado. Nessa viagem de trabalho, a secretária-adjunta de Educação (Seduc) Isabel Luz acompanhou o governador.

DF: seca se intensifica na capital e umidade começa a sofrer quedas













Há alguns dias a seca chegou no Distrito Federal, mas a umidade colaborava para que os brasilienses não sentissem os prejuízos da estação. Agora, a secura deve se intensificar. Sem previsão de chuva para os próximos dias, a umidade começa a ficar mais baixa, chegando a 35% nos horários mais quentes, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).



A previsão para esta terça-feira (3/7) é de tempo claro a parcialmente nublado. A temperatura nessa madrugada chegou a 14°C e durante a tarde os termômetros podem marcar até 26°C. A umidade relativa do ar pode variar entre 75% e 35% nos horários mais quentes.



Geraldo Cavalcante garante que Susep tem regras para autorizar venda de microsseguro




Foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) pela Susep (Superintendência de Seguros Privados), as regras para autorização da venda de microsseguro, apólices de baixo valor voltadas para a população de menor poder aquisitivo, anunciou o presidente do Sincor RO/AC e vice-presidente regional da Fenacor, Geraldo Cavalcante.



De acordo com a publicação, as regras criam a figura do corretor de microsseguro, pessoa da comunidade que será treinada e autorizada pelo órgão regulador como intermediário, desde que esteja habilitado para isso.



As normas permitem, ainda, o uso de correspondentes de microsseguros, como forma de estreitar a relação com o consumidor.



Para ofertar e promover planos de microsseguros, os fornecedores terão de estabelecer contrato ou firmar convênio com as com as sociedades seguradoras. Já as seguradoras deverão registrar o estabelecimento junto à Susep.



Segundo as regras, o prazo mínimo de vigência das coberturas de microsseguro será de um mês. As sociedades seguradoras e entidades abertas de previdência complementar deverão protocolar junto à autarquia os planos de microsseguro, incluindo condições gerais ou seus regulamentos.

Outras normas



A circular também limita o valor das coberturas nas apólices, para que o produto seja caracterizado como microsseguro. Entre os serviços está a perda de bagagem (R$ 1 mil), seguro de vida (R$ 24 mil) e reembolso de despesas com funeral (R$ 4 mil).



A regulamentação ainda permite uso de celular na venda de seguros e a inclusão de sorteios pela capitalização.



Os bilhetes de microsseguro emitidos pelas sociedades seguradoras deverão conter informações como: nome do plano ao qual se vincula o documento; nome e CNPJ da sociedade seguradora; número do processo administrativo de registro junto à Susep; número de controle do bilhete; entre outros.



segunda-feira, julho 02, 2012

Demóstenes diz carregar grilhões do isolamento













Como previsto pelo blog, Demóstenes Torres iniciou nesta segunda (2) a série de discursos diários que pretende fazer diariamente até o julgamento marcado para 11 de julho. No pronunciamento inaugural, o senador apresentou-se como vítima de injustiças e repetiu que não teve negócios com Carlinhos Cachoeira.



Foi a primeira vez que Demóstenes escalou a tribuna desde 6 de março, quando falara pela primeira vez sobre as denúncias que lhe tisnaram a biografia. Naquele dia, sua proximidade proximidade com Cachoeira havia sido apenas insinuada nas manchetes. Soaram nos microfones 44 apartes. Os colegas solidarizaram-se com o acusado, manifestando apreço e confiança na retidão dele.



Desde então, o relacionamento com Cachoeira revelou-se mais íntimo e profundo do que a fama de Demóstenes permitia supor. Neste 2 de julho, o orador pediu “perdão” aos aparteantes de 6 de março. Nominou os 44. Um a um, numa verdadeira cachoeira de escusas.



“Peço perdão pelos constrangimentos que povertura causei, sobretudo aos que tiveram a gentileza de me apartear no discurso de 6 de março. Quem está aqui hoje é o mesmo homem daquele dia: envergonhado, abatido, deprimido, cansado e esgotado, mas que sente a injustiça lhe corroer o peito. E é de peito aberto que volto aqui, pedindo perdão pelos erros e compreensão para impedir que a injustiça se torne irreparável.”



A despeito do pedido de perdão, Demóstenes declarou: “Não me pesa a consciência. Ela continua limpa. O que pesa é carregar, pelo isolamento dos corredores, os grilhões impostos pelos holofotes”. Submetido a um pedido de cassação aprovado por 15 a zero no conselho de Ética, o senador sustentou que nada fez para merecer os ataques à sua honra. Referindo-se a Cachoeira como uma amizade do passado, emendou:



“Apenas admiti, em pronunciamento aqui na tribuna, no dia 6 de março passado, que fui amigo de Carlinhos Cachoeira e conversava frequentemente por telefone, mas nunca tive negócios legais ou ilegais com ele. Eu não tenho nem sociedade nem nada a ver com os delitos investigados pelas operações Vegas e Monte Carlo.”



No texto aprovado por unanimidade no Conselho de Ética, o relator Humberto Costa (PT-PE) pespegou no agora ex-amigo de Cachoeira a pecha de “despachante de luxo” do contraventor. E Demóstenes: “Não coloquei o meu mandato a serviço de Cachoeira, mas tão somente à disposição das forças produtivas do meu Estado e do Brasil.”



Mais adiante, o senador acrescentou que jamais pediu recompensas aos que atendeu no Senado: “Nunca pedi nada de ilegal a nenhum deles nem a ninguém. Simplesmente atuai apenas em nome do desenvolvimento do meu Estado. Eu não percebi nem recebi vantagem indevida nem algo em troca de minhas ações no Senado.”



“Sou inocente”, disse Demóstenes a alturas tantas. Dessa vez, não foram ouvidas manifestações do plenário, que estava esvaziado. O orador teve o cuidado de avisar que não aceitaria apartes. Avisou também que retornará à tribuna nesta terça (2). Isolado, sem partido e sem infantaria, o ex-paladino da ética realiza um derradeiro esforço para tentar salvar o mandato.



Encerrada a sessão plenária, foi aberta há pouco uma reunião da Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Presidente do colegiado, o senador Eunício Oliveira confirmou para esta quarta-feira (4) a votação do pedido de cassação de Demóstenes. Será aprovado. Dali, seguirá para o plenário do Senado.

Olivar recebe título de cidadão honorário de Porto Velho










Solenidade será realizada amanhã, às 15h, na Câmara de Vereadores da capital 







Em sessão especial, o secretário de estado da Educação, Júlio Olivar, recebe amanhã (3/7) o título de Cidadão Honorário Porto-Velhense. A honraria foi proposta pelo vereador Jaime Gazola (PV) e aprovada, por unanimidade dos parlamentares da Capital. A cerimônia será às 15h, na Câmara de Vereadores de Porto Velho.



Em seu pronunciamento, o secretário vai fazer uma reflexão acerca do que representa ser um cidadão porto-velhense “É a maior homenagem oferecida pelo município a uma pessoa. Estou orgulhoso de recebê-la. Mas, ao mesmo tempo, tenho ciência de que a responsabilidade sobre os meus atos aumenta. É um compromisso para que eu me dedique mais pelo bem da sociedade e faça o melhor pela cidade e pelos porto-velhenses”, diz.



Várias ações da Seduc contribuíram para a concessão da comenda a Júlio Olivar. Entre elas estão a implantação do ensino integral e da Gestão Democrática. Nesta, a comunidade elegeu seus diretores e vice-diretores escolares ainda no ano passado. Outros avanços no setor educacional foi a valorização dos servidores, com reajuste salarial, aumento no valor das gratificações e redução da carga horária do professores de 40 para 26 horas semanais em sala de aula.



Ao longo de sua trajetória, Júlio Olivar recebeu outras condecorações e homenagens, a exemplo da Medalha da “Ordem do Mérito Marechal Rondon”, no grau de Grande Oficial, mais alta insígnia concedida pelo Governo de Rondônia, e a Medalha do Mérito do “Forte do Príncipe da Beira”, maior honraria concedida pela Polícia Militar do Estado.



Entre outros certificados, placas e moção de aplauso, na semana passada Olivar recebeu a Medalha Cultural da Escola Tiradentes, de Porto Velho, concedida aos melhores alunos e às autoridades que colaboram para o desenvolvimento das atividades da instituição.



Serviço: Câmara Municipal de Porto Velho (R. Belém, 139, Embratel, Porto Velho - R0, tel.: 3217-8038)

Rondônia terá 10 novas quadras esportivas


Rondônia terá recursos financeiros ainda não definidos para compra de carteiras escolares
O Estado deverá receber uma quantia do governo federal para compra de novos mobiliários para escolas públicas e recursos para a construção de pelo menos 10 quadras esportivas, e reconstrução de mais 03 em estabelecimentos de ensino. Os investimentos fazem parte do PAC Equipamentos, programa lançado nesta quarta-feira (27) pela presidente Dilma Roussef com... o objetivo de estimular a economia.

O programa prevê também aquisição de ônibus para transporte de estudantes, mas ainda não há definição do valor que caberá ao Estado para esse fim.

"Rondônia está inserido no PAC para construção de quadras, transporte escolar e aquisição de mobiliários para as escolas, o que significa mais investimento na educação. Temos que avançar ainda mais no sentido de que governo federal auxilie os estados e municípios no custeio desses equipamentos, ajudando na sua manutenção, o que significa geração de emprego e renda para o estado".

A meta do governo federal é comprar 3 milhões de conjuntos mobiliários escolares, para mais de 7 milhões de alunos da rede pública de ensino em todo o País – o que representará, este ano, investimento de cerca R$ 450 milhões. Até 2014, o governo também pretende construir 6.116 novas quadras escolares cobertas, além de 4 mil coberturas para quadras já existentes.

A meta do governo federal é comprar 3 milhões de conjuntos mobiliários escolares, para mais de 7 milhões de alunos da rede pública de ensino em todo o País – o que representará, este ano, investimento de cerca R$ 450 milhões. Até 2014, o governo também pretende construir 6.116 novas quadras escolares cobertas, além de 4 mil coberturas para quadras já existentes.

O programa prevê ainda a compra de 8.570 novos ônibus escolares, beneficiando alunos da educação no campo e especial, por meio dos programas Caminho da Escola, Educação no Campo (Pronacampo) e Viver sem Limite.

Frases do dia

Tigrada
“É a velha história. Para se vingar do governo que resiste a dar-lhes as verbas, os cargos e a "participação" nas decisões que vivem exigindo, políticos nominalmente aliados da presidente Dilma Rousseff tratam de emplacar projetos nas áreas mais diversas, cujo traço comum é inflar o gasto público. De quebra, fazem bonito para as suas clientelas em potencial - os interesses organizados que se beneficiarão dos gastos” – editorial “As investidas da tigrada” – O Estado de S. Paulo, 02-07-2012.

Gafanhoto

“Na própria cúpula do PT, Maia é criticado por seu "apetite de gafanhoto" – editorial “As investidas da tigrada” – O Estado de S. Paulo, 02-07-2012.

Com companheiros assim...

“O que há de novo na presente temporada de caça ao tesouro, que beira o frenesi por ser este um ano eleitoral, é que na dianteira das sortidas está o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, do mesmo PT de Dilma. Com companheiros assim, ela não precisa de adversários que deem curso a "aventuras fiscais", como disse, ou tenham "a soberba de achar que podemos brincar à beira do precipício" - a crise externa a que também o País é vulnerável” – editorial “As investidas da tigrada” – O Estado de S. Paulo, 02-07-2012.

Olha a cobra!
“Enquanto pula miudinho a fogueira do Palácio, Marco Maia confirmou presença no "Arraiá do Trabalhador", da Força Sindical. O evento substitui no calendário político de Brasília a Festa Junina da Granja Torto, famosa nos governos Lula e abolida por Dilma” – Vera Magalhães, jornalista – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Distribuiu, distribuiu!

"Que o Delúbio distribuiu dinheiro, distribuiu. Mas foi para pagar os gastos de partidos aliados e não para comprar parlamentares. E tudo com pleno conhecimento da cúpula do partido" - Arnaldo Malheiros Filho, advogado de Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, discordando da estratégia de assumir que partiu somente dele a iniciativa de formar o caixa 2 para o financiamento de partidos e parlamentares que se coligaram com os petistas nas eleições de 2002 e 2004 – O Estado de S. Paulo, 02-07-2012.

Pipoca
“Uma ida ao cinema exige hoje o consumo de um saco de pipoca puxada na manteiga, que sustentaria uma família no Sudão por uma semana, e de um copo de 700 ml de Coca-Cola contendo 12 colheres, das de sopa, de açúcar. Somando os biscoitos, balas e pastilhas que eles também devoram durante o filme, o incrível é que metade da plateia não desenvolva diabetes antes do fim da sessão” – Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Praga

“A esquerda é uma praga da qual não nos livramos. Egressa da tradição judaico-cristã messiânica, traz consigo a tara do fanatismo” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Melancólicos

“Há uma forma de esquerda que respeito: os melancólicos de Frankfurt. Para estes, como Adorno e Horkheimer, vivemos o "échec" (impasse, fracasso) da modernidade, devido à mercantilização das relações. Para mim, isso é um fato. E, enfim, a melancolia sempre me encanta. Os melancólicos têm razão” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Classe executiva

“Existe também a esquerda "de classe executiva" que vai a jantares inteligentes. O mais perto que ela chega de qualquer coisa vermelha é do vinho que gosta de discutir, marca de sua falsa "finesse". Nada mais "fake" do que falar de vinhos como modo de elegância afetada” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Che Jesus

“Há também a religiosa, que se divide em duas. A budista "light", aquela que acha que o budismo é uma espiritualidade "progressista". A outra, a católica, pensou que Marx precisava de um Che Jesus e se deu mal. Nem a esquerda a leva a sério, nem a igreja a considera mais” – Luiz Felipe Pondé, professor de Filosofia – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Tite iluminado


“A coragem de Tite não foi a de botar Romarinho em campo. Mas a de tê-lo posto no banco” – Juca Kfouri, jornalista – Folha de S. Paulo, 02-07-2012.

Difícil ser gremista

“Enquanto não inauguramos a Arena tricolor, está muito difícil ser gremista nestes dias” – Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 02-07-2012.

Superado

“Ainda é mais difícil ser gremista quando se viu ontem no Olímpico um time tricolor sem soluções, com Luxemburgo levando mais de 60 minutos para pôr em campo ou Miralles, ou André Lima, o que me faz desconfiar de que o técnico gremista esteja superado” – Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 02-07-2012.

Jesus chama

“E agora o Grêmio pega fora Santos e Cruzeiro, pelo que Jesus passa a nos chamar” – Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 02-07-2012.
Frases do domingo - 01-07-2012
Ponto

“Ponto para a diplomacia brasileira, que acalmou o Planalto, fechou com o uruguaio Mujica, baixou a bola de Cristina Kirchner e impediu que a turma de Chávez incendiasse o Paraguai” – Eliane Cantanhêde, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.
No milho

“(O Paraguai) ajoelhou no milho, mas não foi expulso da sala nem da escola” – Eliane Cantanhêde, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.

Positivo

“A crise paraguaia acabou tendo efeito positivo sobre o Mercosul, uma construção que languidescia e, por isso mesmo, caminhava para a irrelevância, em um mundo que se move velozmente e está em transição em termos de equação de poder” – Clóvis Rossi, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.

Problemático

“A inclusão da Venezuela adicionará problemas ao já problemático funcionamento do Mercosul” – editorial “Más notícias” – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.
De volta

“O eventual retorno do PRI ao poder não deve reeditar o populismo nacionalista que praticou na maior parte do século 20. Uma das bandeiras de Peña Nieto, o jovem e pragmático candidato, é flexibilizar o monopólio estatal do petróleo exercido pela Pemex e dar menos ênfase à guerra contra os cartéis de drogas” – editorial “México ressuscita o PRI” – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.

Delação é traição

“Premiar a delação significa agasalhar criminoso que, traindo seus comparsas, foi útil ao colaborar para as investigações que deveriam ser realizadas eficazmente pelo Estado. É a falência confessada do sistema” – Roberto Soares Garcia, advogado criminal e professor de pós-graduação da Escola de Direito de São Paulo da FGV – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.

Trilha sonora
"Desde que o governo apertou a banca, forçando-a a baixar os juros e, por outros motivos, o real desvalorizou-se, aconteceram coisas estranhas. Apareceu um artigo na revista 'Foreign Affairs' azarando o Brasil. Logo depois, outro na 'Foreign Policy'. Em seguida, lá de Basileia, o BIS advertiu o mundo contra o nível de endividamento dos brasileiros. Agora a agência Moody's rebaixou a cotação de oito bancos do país. O filme que estamos vendo é baseado em fatos reais. O que está esquisito é a trilha sonora, e há casos em que a trilha altera os fatos. Em 2008 Lula resolveu tirar Henrique Meirelles da presidência do Banco Central, substituindo-o pelo professor Luiz Gonzaga Belluzzo. Num espaço de poucas semanas o Brasil e Meirelles ganharam todos os elogios disponíveis da banca internacional, e o país teve a sua cotação de mercado elevada. Meirelles ficou" - um conhecedor das manhas do mercado – coluna de Elio Gaspari – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.

Ministério

“Alguns ministros da doutora Dilma estão preocupados porque acham que o governo não tem voz. Ministros que poderiam falar, calam, por falta do que dizer, ou por medo” – Elio Gaspari, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-07-2012.

Dilma na favela

“Gilberto Carvalho, ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, aceitou convite de Junior, do AfroReggae, para visitar as favelas cariocas de Lucas, Vigário Geral, Vila Cruzeiro, do Alemão e do Cantagalo. Vai fazer uma precursora para uma possível ida de Dilma às mesmas comunidades” – Ancelmo Góis, jornalista – O Globo, 30-06-2012.

Rio+45.381

“A ONU fechou as contas da Rio+20. Foi a maior conferência que já promoveu. Foram emitidas 45.381 credenciais. Mais que o dobro da Rio-92, com suas 17 mil” – Ancelmo Góis, jornalista – O Globo, 30-06-2012.

A malufada de Lula

“De um malufista histórico, numa roda de amigos, sobre a aliança de Maluf com Lula: — O doutor Maluf só quer se divertir... Não tem feito outra coisa com as caras de Lula e do PT” - José Simão, humorista - Folha de S. Paulo, 01-07-2012.
Lulaluf!
"A Mônica Bergamo revelou o álbum de fotos do Maluf. Sensacional. Tem foto do Maluf com o Covas, com o Fernando Henrique, com o Collor, foto do Maluf com o Alckmin, Maluf com a Hebe, Maluf com o papa. Agora Maluf com Lula! O Lulaluf!" - José Simão, humorista - Folha de S. Paulo, 01-07-2012.
"Só falta tirar uma foto com o Neymar. E com a Jennifer Lopez. Maluf com a J. Lo!" - José Simão, humorista - Folha de S. Paulo, 01-07-2012.
"E uma foto com a Madonna. Aí ele fazia um convênio com a Panini. E lançava um álbum de figurinhas! Ia causar um turco-circuito! "Maluf com a Hebe é repetida, não quero!". "Oba! Maluf com Lula é nova. Quero!". Paf. Cola no álbum" - José Simão, humorista - Folha de S. Paulo, 01-07-2012.
"E muitos falam "mas o Lula não precisava tirar foto com o Maluf". Precisava. Era uma exigência do Maluf. Pra completar o álbum" - José Simão, humorista - Folha de S. Paulo, 01-07-2012

Baixa renda terá seguro barato vendido até em banca de jornal, diz Geraldo Cavalcante



O governo regulamentou o microsseguro, um novo tipo de produto destinado à baixa renda. Ele poderá ser encontrado até em bancas de jornal, como os chips e cartões telefônicos.As medidas foram publicadas no "Diário Oficial da União" na semana passada e a expectativa é que as primeiras apólices cheguem ao mercado em três meses.Já existem seguros populares na praça, com preços baixos, mas não há uma regulamentação específica para eles. As novas regras foram baixadas para torná-los mais simples e com formato voltado para o consumidor de baixo poder aquisitivo. De acordo com Geraldo Cavalcante, presidente do Sincor RO AC e vice-presidente regional da Fenacor, as apólices poderão ser vendidas em bilhetes -as convencionais são contratos mais complicados- e devem ter uma cobertura fácil de entender e padronizada para um mesmo tipo de seguro, independentemente da empresa. Assim, será possível comparar os preços. Há mais de vinte categorias de microsseguros, como vida e residência. O valor da indenização dependerá da categoria e poderá chegar a, no máximo, R$ 60 mil. O de vida, por exemplo, pagará até R$ 24 mil. A vigência mínima das coberturas será de um mês. A nova regulamentação também facilita o acesso. Os seguros tradicionais são vendidos por bancos, seguradoras ou por corretores independentes. Os microsseguros serão vendidos em correspondentes bancários, como lotéricas e Correios, e em estabelecimentos comerciais, como supermercados, drogarias e bancas de jornal. A regulamentação cria ainda uma nova profissão, a de corretor de microsseguros. Ele terá uma habilitação após aprovação em um curso."Serão pessoas da comunidade, que têm a confiança dessas pessoas", diz.

domingo, julho 01, 2012

Parte do Palácio exibe rachaduras após obra de R$ 111 milhões

Menos de dois anos após passar por grande reforma, o Palácio do Planalto, em Brasília, deverá ser alvo de novos reparos. Desta vez, o problema aconteceu em um dos espelhos d'água. O concreto do chão e de uma das paredes laterais cedeu, provocando enormes rachaduras. Um dos seguranças do local chegou a alertar a equipe do blog para que não se pisasse no local porque a estrutura estaria cedendo.