sábado, fevereiro 28, 2009

Corretoras de seguros

O Sincor RO/AC se prepara para realizar uma grande homenagem às mulheres corretoras de seguros da Amazônia Ocidental. Quem viver, verá!

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sexta-feira, fevereiro 27, 2009

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Garçon defende mobilização

O deputado Lindomar Garçon (RO) defendeu a mobilização do Estado pela PEC da transposição durante visita do presidente Lula dia 12 à capital.

Deputado faz nova promessa

O coordenador de bancada, deputado Eduardo Valverde (RO) comemorou a assinatura pelo presidente Lula dos decretos de outorga das concessões das linhas de transmissão do complexo hidrelétrico do Rio Madeira. São sete lotes, com cerca de 2.400 quilômetros de extensão, que foram arrematados por uma empresa privada e dois consórcios com participação de empresas estatais.Segundo Valverde, o empreendimento vai gerar mais de 16 mil empregos diretos.Quem viver, verá!

Governo companheiro!


TRT tenta conciliação

Acionada por quatro entidades sindicais, a Justiça do Trabalho fará uma audiência para tentar harmonizar os intereses da Embraer e de seus 4.270 demitidos.O encontro de “conciliação” deve ser marcado para quinta-feira (5) em Campinas (SP).

Senador causa primeiro estrago no PMDB

O efeito das denúncias do senador Jarbas Vasconcelos (PE) contra seu partido, o PMDB, causou ontem a primeira grande derrota dos peemedebistas, impedidos de assumir o controle do Fundo Real Grandeza, de Furnas, e de seu patrimônio de R$ 6,3 bilhões. No dia 18, em entrevista à revista Veja, Jarbas afirmou que "boa parte do PMDB quer mesmo é a corrupção" e acrescentou que "a maioria de seus quadros se move por manipulação de licitações e contratações dirigidas".
Sob a direção do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, ligado ao líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), e ao presidente do Senado, José Sarney (AP), os peemedebistas fizeram de tudo para derrubar Sérgio Fontes da presidência do Real Grandeza. Tinham até o nome de um aliado para substituí-lo: o atual gerente financeiro de Furnas, Eduardo Garcia.

Usinas do Madeira tem outorga

O presidente Lula assinou quinta-feira (26), os decretos de outorgas de concessão das linhas de transmissão do complexo do Madeira. A solenidade ocorreu no Palácio do Planalto e contou com as presenças de ministros, do senador - ficha suja - Valdir Raupp, deputados e representantes de estatais do setor elétrico.

quinta-feira, fevereiro 26, 2009

Senador prepara discurso sobre 'corrupção no PMDB'

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) parece mesmo decidido a tornar-se um personagem incômodo no Congresso. Para evitar que o alarido das baterias amorteça as declarações que sacudiram Brasília na fase pré-carnavalesca, o senador decidiu subir à tribuna do Senado. Prepara um discurso azedo. Pretende detalhar as perversões que desvirtuam a ação dos partidos políticos. Práticas que arranhou em entrevista veiculada há dez dias. Para Jarbas, não se deve permitir que o Carnaval funcione como anestésico contra um debate que considera “urgente e inevitável”. O senador trata a corrupção como “um tumor”, que precisa ser “lancetado”. No discurso, pretende ultrapassar as fronteiras do PMDB. Vai mencionar, por exemplo, um flagelo que infelicita os governos estaduais e também o federal: o assédio dos partidos às arcas do Estado.“Por que determinados partidos procuram governadores e presidentes da República para pedir espaço em diretorias financeiras de estatais?”, pergunta Jarbas.“Qual é a explicação lógica, a justificativa racional para que um partido como PMDB reivindique o comando e diretorias financeiras de uma estatal como Furnas?”A resposta às questões que o senador vai levantar, por óbvia, é conhecida até dos mármores que forram o prédio do Senado. Os políticos acercam-se dos cofres das estatais para desviar verbas públicas. Em português claro: para roubar.

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Os fichas-sujas

O Estado de Rondônia figura nas páginas de IstoÉ. Edição 2050 . Na lista de 'criminosos' do STF: senador Valdir Raupp, e deputados Ernandes Amorim e Natan Donadon. As ilicitudes variam de peculato a formação de qudarilha.

Sincor desenvolve planejamento

O Sincor RO/AC pretende desenvolver seu planejamento estratégico de longo prazo. O trabalho, de acordo com Geraldo Ramos, presidente da entidade, será baseado no estabelecimento e implementação de benefícios e vantagens para toda a comunidade dos corretores de seguros da Amazônia Ocidental e, por consequência, para a sociedade empresarial e a população na área objeto de atuação da entidade. Ele acrescenta que a gestão sindical impõe inúmeros desafios no contexto do associativismo, na representatividade setorial, na defesa dos interesses da categoria, na sustentabilidade financeira, na capacitação de dirigentes e na governança sindical. Para a construção dos cenários e da visão de futuro e as análises dos fatores e variáveis (econômicas, sociais, políticas, demográficas, culturais, legais, tecnológicas e ambientais) será realizadas regionalmente. Serão definidas as áreas prioritárias para a fixação de estratégias, objetivos e metas de longo, médio e curto prazo. Entre elas estarão previamente destacadas as áreas de benefícios, institucional e de mercado, política e social, tributação, capacitação e qualificação e ética. O planejamento estratégico terá caráter participativo, coordenado, integrado e permanente no longo prazo, razão pela qual se espera a participação maciça dos corretores nos seminários a serem programados no Acre e em Rondônia, e nas respostas às pesquisas que será dirigidas a todos os corretores de seguros . Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

Surge na Câmara, grupo anticorrupção

O senador Jarbas Vasconcelos (PE) e dois deputados –Fernando Gabeira (RJ) e Gustavo Fruet (PR)— iniciaram um novo movimento no Congresso.A trinca se reuniu na semana passada, nas pegadas da entrevista em que Jarbas dissera que “boa parte do PMDB quer mesmo é corrupção”.Decidiram organizar, já na primeira semana de março, um encontro suprapartidário. O objetivo é formar uma frente parlamentar anticorrupção.Pelas contas de Gabeira, o grupo pode atrair algo em torno de 30 congressistas de oposição, entre deputados e senadores. A idéia, disse Gabeira, é inaugurar um movimento que, nascido no Congresso, “demonstre capacidade de se articular com a opinião pública”.“Nesse estágio, vamos nos concentrar no combate à corrupção e as práticas políticas nocivas”, declarou Jarbas ao repórter.“Precisamos lutar contra a decadência do Congresso”, ecoou Gabeira. “Além disso, é necessário colocar na agenda da campanha a importância da renovação de quadros”.Para Gabeira, a precipitação da atmosfera de 2010 deve ajudar na formação da nova frente parlamentar. “A campanha eleitoral já começou de um lado”, diz o deputado. “Talvez seja conveniente que a oposição também exponha as suas perspectivas”.Gabeira prossegue: “Nossa idéia é atrair umas 30 pessoas, de diferentes partidos. È perciso reunir forças”.

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domingo, fevereiro 22, 2009

Congresso engaveta moralização

Carnaval. Boa hora para esmiuçar o "Samba do Legislativo Doido". É o hino do bloco dos sujos. Serve de enredo para a “Unidos da Desfaçatez”.Começa com o ruído das ruas. Um batuque algo desconexo. Intima o Congresso ao centro da roda. Põe os parlamentares para rebolar. Súbito, acaba em cinzas.Vão abaixo três passagens acrescentadas recentemente ao velho samba:
1.Compasso do voto aberto: Em 5 de setembro de 2006, a Câmara aprovou, em primeiro turno, emenda constitucional extinguindo o voto secreto no Legislativo.
Coisa urgente e necessária. Sob a sombra do voto secreto, os deputados tinham acabado de absolver o 11º colega mensaleiro.Na bica de um reencontro com as urnas, que se daria dali a um mês, a Câmara produziu uma votação apoteótica: 383 a zero.O voto aberto convertera-se em súbita unanimidade. Faltava apreciar a emenda em segundo turno. Mas a excitação do plenário prenunciava uma barbada. Engano.Já lá se vão dois anos e cinco meses. E nada da segunda votação. Levada à gaveta ainda na presidência de Aldo Rebelo (PCdoB-SP), a emenda do voto aberto nunca mais viu a luz do Sol.Sob Arlindo Chinaglia (PT-SP), permaneceu em cativeiro. Em pleno vigor, o voto secreto, depois de socorrer a turma do mensalão, rendeu duas absolvições a Renan Calheiros.Michel Temer (PMDB-SP), o sucessor de Chinaglia, ainda não fez menção de abrir a gaveta. Natural. As ruas silenciaram.2.Compasso do suplente: Em 9 de abril de 2008, a comissão de Justiça do Senado aprovou um projeto que impõe limites à farra dos suplentes.Relator, Demóstenes Torres (DEM-GO) pegara pesado. Sugerira a extinção pura e simples do suplente. Em casos de vacância, iria à cadeira do Senado o deputado federal mais votado. Mais: senador que aceitasse cargo de ministro teria de renunciar ao mandato.
Não se chegou a tanto. Mas avançou-se. A proposta aprovada na comissão de Justiça manteve os suplentes. Só que converteu-os em “senadores-tampão”. Morrendo o titular, o suplente ocupa a cadeira no Senado apenas até a eleição seguinte. Mesmo que o pleito seja municipal. Proibiu-se, de resto, o suplente-parente.A votação se deu sob pressão das ruas. Três meses antes, Edison Lobão Filho (MA) assumira a cadeira de Edison Lobão (PMDB-MA), o pai, convertido em ministro de Lula.Lobinho chegara como o 174º suplente a ganhar os corredores do Senado sem ter amealhado um mísero voto. E trazia consigo um pegajoso rastro de denúncias.Pois bem, aprovada na comissão, a proposta foi à mesa de Garibaldi Alves, que presidia o Senado. Dali deveria ter seguido para a votação em plenário. Não seguiu.Daqui a um mês e meio, a gaveta da suplência fará aniversário de um ano. Sucessor de Garibaldi, José Sarney parece mais propenso a passar a gaveta na chave do que a abri-la.3. Compasso do ficha suja: Em 8 de julho de 2008, empurrada pelo noticiário, a comissão de Justiça do Senado, de novo ela, aprovou um projeto redentor.O texto, produzido por Demóstenes Torres, de novo ele, resultara da fusão de 21 propostas. Dormitavam nos escaninhos do Senado.Eis a principal novidade: políticos de ficha suja seriam impedidos de disputar eleições depois de condenados na primeira instância do Judiciário.

Acabava o lero-lero de que, para inabilitar um candidato picareta, era necessário aguardar pela manifestação de todas as instâncias judiciais –da primeira à última.

A inovação chegava em boa hora. Avizinhavam-se as eleições municipais de 2008. Só no Congresso, havia 88 candidatos a prefeito –11 eram réus em ações penais.

Aprovou-se na comissão de Justiça um requerimento de urgência, para que o projeto fosse direto para o plenário do Senado. Porém...

Porém, ao passar pela mesa de Garibaldi, a proposta escorregou para a gaveta. E lá permanece há seis meses e 22 dias, agora sob Sarney.


Assim se desenrola, em ritimo de partido baixo, o “Samba do Legislativo Doido”. Quando a rua batuca, cantarola-se Noel: "Agora vou mudar minha conduta..."

Mexe daqui, rebola dali, a coisa caminha bem até o instante em que soa a pergunta: "Mas com que roupa?"

Nesse ponto, o Congresso engata o breque. E opta por permanecer nu.

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Deputado tem licença para fraudar

Qualquer contribuinte precisa guardar documentos comprobatórios de despesas e receitas por cinco anos, período em que o Estado pode chamá-lo a prestar esclarecimentos. Já na Câmara a regra é outra:quem se valeu de notas frias - Eduardo Valverde, Mauro Nazif, Marinha Raupp, Natan Donadon, Ernandes Amorim, Lindomar Garçon, Anselmo de Jesus e Moreira Mendes - para justificar gastos com a verba de R$15 mil mensais que o contribuinte é forçado a dar a cada deputado estará perdoado, e pode continuar a praticar o crime até início de abril, quando as comprovações de despesas passarão a ser divulgadas. Sem retroatividade, fica entendido. Acaba de ser criada a licança a prazo fixo para a fraude.

sábado, fevereiro 21, 2009

Blindando despesas

Os senadores Valdir Raupp, Fátima Cleide e Expedito Jr - todos de Rondônia - pretendem incorporar verba indenizatória aos salários e assim evitar a apresentação de NFs de gastos como aluguel de escritórios políticos e combustíveis. É mais uma manobra para blindar despesas. Quem viver, verá!