sexta-feira, abril 03, 2009

Grupo é destaque em prêmio

O Grupo Bradesco de Seguros e Previdência e suas empresas foram o grande destaque da cerimônia de entrega da 6ª edição do Prêmio Segurador Brasil, realizada nesta terça-feira, em São Paulo. O grupo foi premiado e recebeu os troféus nas categorias “Destaque de Vendas Global em Seguros” e “Melhor Desempenho por Modalidade em Vida em Grupo, Transportes Internacionais, Condomínio e Riscos Vultosos” (empresas com faturamento acima de R$ 1,5 bi). Outros cinco troféus contemplaram as empresas do Grupo. A Bradesco Vida e Previdência recebeu os prêmios “Destaque de Vendas Global em Previdência” e “Destaque de Vendas por Modalidade em Acidentes Pessoais, Vida em Grupo e Vida Individual”. A Bradesco Auto/RE, a Bradesco Capitalização (em comemoração aos seus 25 anos) e a Bradesco Saúde também foram premiadas como “Destaque do Mercado” em seus respectivos ramos.Fundado há 74 anos, o Grupo Bradesco de Seguros e Previdência é hoje o maior conglomerado de seguros da América Latina, com atuação em âmbito nacional nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar aberta. No ano passado, o grupo faturou R$ 23,1 bi nos segmentos de seguro, capitalização e previdência complementar aberta. Atualmente, detém cerca de 24% de participação no mercado, conforme informações divulgadas pela Susep. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Secretários aderem à fundação hospitalar

Os secretários de Saúde decidiram apoiar a proposta do governo de criar a figura jurídica das Fundações Estatais de Direito Privado.O projeto tramita na Câmara. Está pronto para ser levado a voto, no plenário. Interessa de perto a vários ministros.Entre eles José Gomes Temporão (Saúde), que deseja converter hospitais públicos em fundações hospitalares.Do modo como foram concebidas no projeto do governo, as fundações, por estatais, continuariam submetidas, por meio de contratos, ao governo.Mas teriam independência e agilidade administrativa próprias de organizações privadas. Poderiam, por exemplo, contratar pessoal pelo regime da CLT e realizar compras em tomadas de preços mais flexíveis.Na opinião do governo, agora endossada pelos secretários de Saúde que integram o Conass, as fundações dariam agilidade e eficiência à gestão dos hospitais públicos.De cara, os ministros Temporão e Fernando Haddad (Educação) plenejam converter em fundações cerca de 200 hospitais federais –convencionais e universitários.Antes, é preciso que o Congresso aprove o projeto de lei. Dias atrás, o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), recebeu quatro ministros.Além de Temporão e Haddad, foram a Temer: Luiz Barreto (Turismo) e Juca Ferreira (Cultura). Todos têm interesse em criar fundações no âmbito de suas pastas.Temer comprometeu-se com os ministros a levar o tema ao plenário. Antes, tem de tirar do caminho medidas provisórias que travam as votações.As fundações estatais não são uma unanimidade. Longe disso. Procuradores da República acham que a novidade pode facilitar perversões na administração pública.Por quê? Embora custeadas com verbas públicas, as fundações não estariam sujeitas às mesmas leis que regem as estruturas convencionais do Estado.Por exemplo: o gestor de uma fundação pode comprar bens e contratar serviços à margem da lei 8.666, a chamada Lei das Licitações.É uma lei que torna moroso o processo administrativo. Mas submete os administradores a uma série de regras que, em tese, protegem o erário de desvios.O governo argumenta que a novidade, já experimentada em países como Chile, Portugal, França e Inglaterra, não inibirá o controle do Estado.Embora autônomas, as fundações estariam amarradas ao Estado por contratos de desempenho. Haveria metas de desempenho. Quem as atingisse teria a remuneração tonificada. Uma forma de estimular a boa gestão.De resto, alega-se que, a exemplo do que ocorre com qualquer repartição pública, também as fundações estariam sujeitas à fiscalização do TCU e do Ministério Público.Pelas contas do ministério da Saúde, o novo modelo, se aprovado pelo Congresso, poderia se espraiar por pelo menos 2.000 hospitais vinculados ao SUS.Além do projeto que tramita na Câmara, há propostas em andamento também nos Estados. Entre eles Acre, Bahia, Pernambuco, Rio e Sergipe. Todos flertam com a adesão ao modelo híbrido das fundações.

Câmara vota fim de repasse de Dpvat

Os deputados federais devem votar se mantêm ou não a proibição do uso dos recursos do Seguro Dpvat (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) para tratar vítimas de acidentes de trânsito por hospitais vinculados ao SUS (Sistema Único de Saúde). A restrição foi criada em dezembro do ano passado, em medida provisória elaborada pelo Ministério da Fazenda, no mesmo texto que rebaixa a alíquota inicial de Imposto de Renda para 7,5%. O Dpvat é um seguro social para vítimas de acidentes de trânsito, que pode ser pago na forma de indenização (até R$ 13.500) ou usado para custear o atendimento hospitalar (até R$ 2.700). Os recursos provêm de um imposto pago por todos os donos de veículos. Até dezembro, os hospitais filiados ao SUS podiam receber esses recursos da vítima, mas a MP impediu isso. Agora, as vítimas podem usar os recursos apenas para custear o atendimento em hospitais privados ou sacar o dinheiro para auxílio com remédios, próteses ou cadeiras de roda, por exemplo. Armando Vergílio, superintendente da Susep (Superintendência de Seguros Privados), autarquia do Ministério da Fazenda responsável pelo Dpvat, defende que a medida evita fraudes, que oneram os proprietários de veículos. Sem a elaboração da MP, a Susep planejava reajustar em até 23% a cobrança do Dpvat em 2009 e cerca de 40% em 2010. Com a edição da MP, reduziu o reajuste para alíquotas entre zero e 5,9% neste ano. Segundo Vergílio, alguns hospitais recebiam duas vezes pelo atendimento da vítima: pelo seguro e pelo SUS. Um levantamento da Susep aponta que os hospitais receberam no ano passado R$ 120 mi do Dpvat -80% do total de despesas por assistência médica. "Recebemos reclamações de pessoas que não sabiam que não eram obrigadas a transferir o benefício ao hospital. Ninguém precisa de intermediários para receber o seguro", diz. O superintendente defende que o SUS arque com todos os custos do atendimento nos hospitais filiados, já que recebe 45% do total dos recursos do seguro. Em 2008, o SUS recebeu R$ 2,1 bi do Dpvat. Os hospitais têm outra interpretação. A Federação Brasileira de Hospitais, afirma que não havia dupla cobrança pelos atendimentos. Segundo ela, os hospitais usavam os recursos do seguro das vítimas para pagar o atendimento de acidentes. O objetivo era desonerar o SUS e permitir que pessoas com outras enfermidades recebessem os recursos do sistema público. 'O SUS é limitado. Não vai dar para atender todos se a MP passar.' Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quarta-feira, abril 01, 2009

Mercado de seguros ignora crise e cresce

Dados da Susep indicam que o mercado de seguros continuou ignorando a crise internacional e voltou a crescer em janeiro. Segundo apurou a autarquia, sem contar o ramo saúde, o faturamento do mercado somou R$ 6 bi no primeiro mês de 2009, o que representou um incremento da ordem de 5,2%, bem acima da média dos demais setores da economia nacional. Para os corretores de seguros, a boa notícia foi o crescimento das despesas comerciais da seguradoras, que englobam basicamente os valores destinados ao pagamento das comissões. Em janeiro, esses gastos somaram R$ 673,4 mi, cifra 8,2% maior que a registrada no mesmo mês, em 2008. Ainda em janeiro, os sinistros chegaram a R$ 1,8 bi. Esse montante é 16,2% menor que o apurado no primeiro mês do ano passado. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

sábado, março 28, 2009

Advogado assume defesa da Camargo

Bons advogados conhecem as leis.Ótimos advogados conhecem a jurisprudência.Advogados extraordinários conhecem os juízes. Advogados geniais conhecem as leis, a jurisprudência, os juízes e, de quebra, a polícia.É o caso de Márcio Thomaz Bastos, que acaba de abraçar a defesa da Camargo Corrêa.Sua primeira missão é pôr na rua os diretores da empreiteira que a PF pôs em cana.Ministro da Justiça de Lula até março de 2007, Thomaz Bastos ajudou a soerguer a PF.Agora, tentará provar a honestidade de personagens que a PF tacha de bandidaços.Usará, por genial, todos os estrategemas para atingir os subterfúgios de seus clientes.O advogado leva sobre o ex-ministro a vantagem de ser mais bem remunerado.Há, porém, um inconveniente: o sucesso do advogado será o vexame do ex-ministro.O eventual desmonte do inquérito policial irá ao noticiário como um paradoxo.Uma evidência de que a PF estruturada pelo ex-ministro Thomaz Bastos não consegue recolher provas sólidas o bastante para deter a genialidade do advogado Thomaz Bastos.Será no mínimo divertido ler as petições que a defesa levará aos autos.A platéia não vê a hora de saber o que pensa o advogado do trabalho da PF do ex-ministro.

sexta-feira, março 27, 2009

Charge


Prevenção: cardiologista defende mandamentos

O cardiologista Eduardo Coimbra defende os 10 mandamentos do coração saudável que são os seguintes:1. Não fume.2. adote uma alimentação saudável3. exercite-se 30 minutos, diariamente4. controle a sua pressão arterial5. evite a obesidade.6. controle o seu colesterol e glicemia.7. Verifique sua circunferência abdominal (até M=80cm H=90cm).8. evite o estresse.9. não beba álcool.10. siga as orientações do seu cardiologista.

quinta-feira, março 26, 2009

César quer mais energia para interior

O empresário e ex-deputado estadual César Cassol está hoje (26) em Brasília. Na capital federal, reúne-se com membros da bancada de Rondônia no Senado Federal e diretoria colegiada da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). César Cassol veio defender junto ao Legislativo e à Aneel, a viabilização de mais energia para os municípios de Pimenta Bueno, Espigão D'Oeste e Cacoal, além de agilização do programa de incentivo às fontes alternativas para o Estado.

quarta-feira, março 25, 2009

Por enquanto, Senado não exonerou nenhum 'diretor'

Anunciada com estrépito na semana passada, a “exoneração” de 50 dos 181 diretores do Senado é, por enquanto, só gogó.Preto no branco, ninguém foi formalmente afastado nem do título de diretor nem da gratificação que o acompanha. Mais: algumas das exonerações que ainda não foram feitas podem ser desfeitas. Pelo menos cinco dos quase-ex-diretores devem sair da lista dos 50.Verificou-se que eles comandam equipes que variam de duas a cinco dezenas de servidores. Seriam, portanto, diretores de fato.Por ora, a única coisa que mudou no Senado foi a conta dos cargos. No começo, eram 131 diretores. Depois, 136. Num terceiro momento, 181.Nesta terça (25), o primeiro-secretário Heráclito Fortes (DEM-PI) veio à boca do palco para informar que ditores de verdade são só 38.O resto da lista é composta de pessoas que, a despeito do título de diretor, não diregem senão a si mesmos. “Diretores de fantasia”, no dizer de Heráclito.De resto, Heráclito anunciou uma decisão que comunicara aos líderes partidários, numa reunião que tiveram com José Sarney (PMDB-AP).Decidiu-se limpar o organograma do Senado. Depois da assepsia, que deve durar 30 dias, haverá “no máximo” 20 diretores.Pode ser menos: 16. Talvez 14, informou Heráclito. Uma diretoria de tamanho próximo da que existia em 2001. Ainda robusta, contudo.A estatal Petrobras, maior empresa do Brasil; e a ex-estatal Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, tem, cada uma, sete diretores, contando com o presidente.

Senado: os diretores sem diretorias. Onde? No Senado, ora...

Jogada de mestre, essa. Que para o bem não será, apostem.No início da semana passada (ou foi da anterior?), a direção do Senado admitiu que a Casa tinha pouco mais de 190 diretores. No mesmo dia corrigiu a informação: eram 181.Mais tarde, a direção declarou extintas 50 diretorias. No último fim de semana, preparou-se para no início desta acabar com mais 50 - essas ocupadas por funcionários não concursados.Quer dizer: os ocupantes da nova lista de diretorias pulverizadas seriam mandados embora.Deve ter sido brutal a pressão dos candidatos à guilhotina e dos seus padrinhos para que se desse o dito pelo não dito. Ninguém ocupa uma diretoria do Senado sem contar com um padrinho forte.Então a direção do Senado retificou a informação retificada antes: não havia mais de 190 diretorias nem mesmo 181. São 38 diretorias de fato. Somente 38.As outras 143 diretorias não eram diretorias. Eram títulos conferidos a funcionários que exerciam as funções de subsecretários subsecretários, coordenadores e secretários adjuntos. Recebiam salário de diretor, mas não eram diretores.Bacana, não? Um sofisma e tanto. Se um cidadão tem título de diretor, salário de diretor, recebe benefícios de dirtetor e desfruta de privilégios de diretor, ele é diretor, ora. Não importa que dirija só ele mesmo.O absurdo de um número tão grande de diretores tem de ser corrigido logo e sem contemplação. Há que se ficar atento para o que o sofisma esconde.

Presidente visita corretores do Acre

O presidente do Sincor-RO/AC, Geraldo Ramos, e a diretora-secretária Derani Alves, visitaram os corretores de seguros do Acre, nos dias 18 e 20 de março. Segundo Geraldo Ramos, essa visita serviu para selar compromissos com aqueles profissionais, que eram apoiados pelo Sincor-AM e passaram a ser responsabilidade do Sincor-RO.

terça-feira, março 24, 2009

'Soldado' de Renan chefiará orçamento

O ex-quase-senador-cassado Renan Calheiros dará, nesta terça (24), mais um ponto na costura que engendrou para retomar o controle da cena política.Líder do PMDB, Renan (AL) indicou para presidente da comissão de Orçamento, a mais importante do Congresso, o senador peemedebista Almeida Lima (SE).Vem a ser um dos mais destacados soldados da milícia congressual que livrou Renan de dois processos de cassação, em 2007.A eleição dos mandachuvas do Orçamento –presidente, três vice-presidentes e relator— está marcada para as 14h30 desta terça (24). O apadrinhado de Renan vai à reunião sem adversários declarados. Se confirmado, presidirá a confecção do Orçamento da União para 2010, o ano da sucessão presidencial.Ao comentar a indicação de Renan, Almeida Lima disse: “Sinto-me honrado”. Prenhe de humildade, acrescentou: “Mas ainda preciso ter meu nome ratificado pelo conjunto do colegiado”. Enquanto espera......Já esboça os planos. Diz que a crise econômica não será empecilho à confecção do Orçamento.“Não temos por que nos apavorar diante dessa crise, mas buscar as alternativas que permitam ao país superá-la o mais rapidamente possível”.Emplacando Almeida Lima no Orçamento, Renan terá as digitais impressas nos principais pólos de poder do Senado.Foi decisivo na articulação que deu a José Sarney (PMDB-A) o terceiro mandato como presidente da Casa.Plantou na comissão de Infraestrutura, por onde escoam os projetos do PAC, o aliado Fernando Collor (PTB-AL).Empurrou para a vice-presidência da poderosa comissão de Constituição e Justiça o senador suplente Wellington Salgado (PMDB-MG), outro soldado de sua tropa de Renam.Wellington Salgado é, aliás, o autor da frase que resume os métodos utilizados por Renan para voltar à vitrine do Senado. Ele a pronunciou numa reunião da comissão de Infraestrutura.Deu-se no dia em que Collor prevaleceu sobre Ideli Salvatti (PT-SC) na disputa do comando da comissão que cuida do PAC.Com 12 senadores, o PT invocava a praxe da proporcionalidade das bancadas para alegar que a cadeira era sua, não do PTB de Collor (sete senadores).Diante das câmeras, Salgado fez troça. Invocando Tim Maia, disse: “Aqui só não vale dançar homem com homem nem mulher com mulher. O resto vale tudo”.É na base do vale-tudo que Renan se impõe no Senado, reconvertendo-se em interlocutor incontornável do governo Lula.

Judiciário:mais rigor contra mordomias

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promete proibir expressamente que juízes e funcionários de tribunais usem carros oficiais para passear.O veto faz parte de uma resolução que deve ser aprovada até o fim do mês. No entanto, segundo o presidente da OAB do Rio, Wadih Damous, a proibição do CNJ deveria ser mais rigorosa. Segundo ele, somente os cargos de direção dos Tribunais - presidente e corregedor - deveriam ter carro oficial à disposição e, mesmo assim, apenas para uso oficial e não para uso particular. "Se todo trabalhador paga pelo seu transporte porque com os juízes tem que ser diferente?".

Evento no Sincor

Diretoria, funcionários do Sincor-RO e corretores de seguros do Estado se reuniram no último dia 21 (sábado), para através de um Pit Stop, levar para a sociedade informações sobre o seguro Dpvat e a importância do profissional corretor de seguros. Segundo o presidente, Geraldo Cavalcante Ramos, o trabalho foi muito bem realizado e com toda certeza os objetivos foram alcançados.

segunda-feira, março 23, 2009

Vaivém:Senado deverá recriar cargos extintos

O Senado deve anunciar ainda esta semana a extinção de mais diretorias - segundo o Blog do Noblat seriam mais 50, todos funcionários comissionados, admitidos sem concurso -, mas já estuda uma forma de compensar, em parte, a extinção dos 50 cargos anunciada na sexta-feira. A ideia é recriar uma "remuneração de chefia", que existia no passado e foi extinta na gestão de Agaciel Maia, o ex-diretor geral da Casa, para dar lugar a quase duas centenas de secretarias e subsecretarias que abrigaram nos últimos anos as 181 pessoas com status de diretor. De menor valor, essa gratificação seria oferecida aos servidores que tiveram as diretorias extintas, mas que exercem, de fato, funções de chefia, coordenando equipes. " Vamos fazer os cortes em grupos, ainda nesta semana, mas não temos os números "Segundo um diretor do Senado que participa das discussões sobre as mudanças da estrutura, a alternativa está sendo cogitada para garantir o funcionamento de áreas técnicas importantes que ficaram sem comando, e também para aplacar a revolta dos funcionários, que estão inconformados com a forma como foi anunciada a extinção das diretorias. Os servidores destituídos na sexta-feira - todos de carreira, à exceção de um - se sentiram desrespeitados, porque foram pegos de surpresa. Não foram comunicados previamente de que as diretorias seriam extintas, e alguns teriam ficado sabendo que tinha perdido a função de diretor pela imprensa. O senador Heráclito Fortes (DEM-PI), 1º secretário do Senado, confirmou neste domingo que novas diretorias serão extintas esta semana, mas em grupos menores. Ele evitou falar em números, e explicou que o assunto será discutido na reunião da Mesa diretora, marcada para esta segunda. É nesta reunião que a Mesa terá que aprovar a extinção das 50 diretorias já anunciada anteriormente. - Vamos fazer os cortes em grupos, ainda nesta semana, mas não temos os números - disse Heráclito. A nova lista de diretorias extintas deve atingir os cargos em comissão e este é mais um problema político a ser superado, uma vez que muitos dos comissionados foram indicados pelos próprios senadores. A lista das novas demissões deverá ser montada considerando as peculiaridades de cada área, se o diretor de fato coordena uma equipe ou se recebeu o cargo apenas para ter aumentado o seu salário com a gratificação. No esforço para enxugar as diretorias, a cúpula do Senado determinou a algumas áreas técnicas que reduzam esses cargos à metade. Já a remuneração de chefia, que está em estudo, segundo fontes do Senado, deve ser recriada imediatamente e pode ser submetida à Mesa do Senado também na reunião de terça. O que se discute internamente é que é preciso tomar uma decisão sobre o assunto rapidamente e, portanto, não dá para esperar a conclusão do plano de reestruturação encomendado à Fundação Getúlio Vargas (FGV). O próprio Heráclito Fortes confirmou que não vai aguardar os estudos da FGV - contratada sem licitação pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP) - para fazer uma avaliação e reformulação da administração da Casa. No passado, o Senado tinha uma divisão de cargos que previa chefes de seções, chefes de setor e os diretores. Agaciel Maia, que era diretor-geral desde 1995 e foi afastado no início de março, acabou com as chefias de sessão e de setor, criando as 181 secretarias e subsecretarias, com titulares com direito a status de diretor. O clima interno no Senado ficou tenso depois do anúncio da extinção das 50 diretorias, na sexta-feira. Os funcionários consideram que a divulgação da lista foi feita de forma atabalhoada, para responder à pressão política. O esforço no dia de hoje, disse ontem um servidor graduado, será para reaproximar o corpo funcional dos senadores. Várias reuniões estão agendadas com essa finalidade. Os funcionários consideram que as áreas técnicas estão pagando um preço alto pela crise e pelo desgaste político da Casa. O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) disse que é preciso apressar a entrega do estudo da FGV, mas defendeu que, em alguns casos, os cortes podem antecipar o levantamento da fundação. Sobre as demissões de cargos em comissão, Álvaro Dias afirmou não ver inconvenientes: - É mais fácil. Eu imaginava até que os cargos de diretor tivessem de ser preenchidos por concursados. Demóstenes Torres (DEM-GO) defendeu que Heráclito dê uma resposta à sociedade e continue promovendo os cortes nos cargos de diretores da Casa. - À medida que se verificar os excessos, tem de cortar. Tem de agir como um comitê anticrise. A Mesa tem de agir sem esperar os casos (novas denúncias) aparecerem - afirmou Demóstenes.

Bancadas e Cassol esclareceram dúvidas sobre aeroporto

Representantes das bancadas federal e estadual, e o governador Ivo Cassol se reuniram na manhã desta segunda-feira (23) em Porto Velho (RO) para tratar da reforma do aeroporto de Ji-Paraná. No final de semana, a Ocean Air alegou problemas com a pista e resolveu paralisar as operações na cidade. A preocupação dos representantes políticos e entidades de classe é a ampliação do aeródromo para evitar a perda total dos vôos de grande porte. Hoje, apenas a Trip faz vôos diários. A TAM e Ocean Air não fazem mais escalas no município, justificando a ausência de segurança nos pousos e decolagens. Convocada pelo oordenador de bancada, a reunião serviu para esclarecer dúvidas sobre o projeto de reforma, que recebeu no ano passado uma emenda coletiva no valor de R$ 25 mi, mas o recurso acabou sendo contingenciado pelo Palácio do Planalto. O encontro começou tenso porque deputados atribuiram ao Governo à culpa pela perda dos R$ 25 mi em razão de inadimplência do Estado com organismos federais. Na verdade, o próprio Cassol apresentou um documento comprovando que no dia 11 de dezembro Rondônia estava apta a assinar qualquer tipo de convênio. Mas no dia 28 de dezembro, o ministéri da Integração Regional deu o veredicto: a emenda do aeroporto de Ji-Paraná não será liberada.Um deputado reclamou da falta de respeito do Governo Federal com o Estado de Rondônia e seus representantes. “Não acontece nada. Nunca liberam emendas”, disse ele, acrescentando que não tem nenhuma contra partida por ser da base aliada do presidente Lula no Congresso. Um senador também observou que a bancada não conseguiu liberar um único centavo das emendas coletivas. Nada foi liberado desde o ano passado e em 2009 já foi avisado que as verbas foram cortadas. Depois de “lavar a roupa suja”, bancada e o Governo decidiram aguardar quanto a Anac vai liberar de recursos próprios para reforma do aeroporto para então decidir se fecha a pista ou refaz o projeto e constrói uma via paralela para a cidade não perder os únicos vôos da Trip. O representante da Anac não sabe quanto será destinado a Ji-Paraná através do Programa de Auxílio a Aeroportos, mas já avisou que a verba total é de R$ 100 milhões para atender todos os aeroportos do Brasil. Por sua vez, o governador (sem partido) prometeu a contra partida dos recursos para início das obras.Participaram do encontro deputados federal e estadual, Devop, o deputado Lindomar Garçom (PV), e representantes da Associação Comercial de Ji-Paraná e Jicred.

Pit stop do Sincor


Numa feliz iniciativa da presidência, diretoria e funcionários, o Sincor RO/AC promoveu em Porto Velho (RO), pit stop de divulgação de produtos, seguro obrigatório e Dpvat, informando a opinião pública sobre a importância que toda a sociedade tem de fazer seguro só com o corretor de seguros

sábado, março 21, 2009

MP evita reajuste do Dpvat

A Medida Provisória número 451, de dezembro de 2008, trouxe alterações na Lei do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres a Pessoas Transportadas ou Não, o Seguro DPVAT. Sem as mudanças, seria necessário aumentar o valor do DPVAT cobrado dos proprietários de veículos automotores em 23% em 2009 e num percentual ainda maior em 2010. A medida está em pauta para ser votada na Câmara dos Deputados. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Charge


sexta-feira, março 20, 2009