segunda-feira, julho 13, 2009
O ocaso do 'coronel'
As mais recentes denúncias sobre as estripulias do senador José Sarney estão longe de ser as últimas e apontam na mesma direção de todas as anteriores: a privatização de recursos e espaços públicos em benefício próprio. Ou de sua família. E o desprezo às leis do país.Senão vejamos. Distraído, Sarney não reparou que recebia mensalmente R$ 3,8 mil de auxílio-moradia, mesmo tendo mansão em Brasília e tendo à disposição a residência oficial de presidente do Senado.Culpa da burocracia do Senado.Distraidíssimo, Sarney esqueceu de declarar sua mansão de R$ 4 milhões à Justiça Eleitoral.Culpa do contador.Precavido, requisitou seguranças do Senado para proteger sua casa em São Luís – embora seja senador pelo Amapá.Milionário (embora o Maranhão continue paupérrimo), não empregou duas sobrinhas e seu neto em suas inúmeras empresas. Preferiu que se empregassem no Senado.Milionário generoso, não quis deixar a viúva de seu motorista ao relento. Empregou-a para servir cafezinho no Senado, em meio expediente, com salário de R$ 2,3 mil. Ah, e alojou-a em apartamento na quadra dos senadores.Generoso, não impediu que seu outro neto fizesse negócios milionários com crédito consignado no Senado.Ainda generoso, entendeu que um agregado da família deveria ser também empregado como motorista do Senado – salário atual de R$ 12 mil – mas trabalhando como mordomo na casa da madrinha, sua filha e então senadora Roseana Sarney.Aliás, Roseana considerou normal convidar um grupo de amigos fiéis para um fim de semana em Brasília – com passagens pagas pelo Congresso.Seu filho, Fernando Sarney, o administrador das empresas, que sequer é parlamentar, considerou normal ter passagens aéreas de seus empregados pagas com passagens da quota da Câmara dos Deputados.Patriarca maranhense, ocupou as dependências do Convento das Mercês, jóia do patrimônio histórico, e ali instalou seu mausoléu. O Ministério Público já pediu a devolução, mas está complicado.Não é um fofo?Um dos mais recentes escândalos cerca justamente a Fundação José Sarney, que se apoderou das instalações do Convento das Mercês. Consta que R$1.300 mil captados através da Lei Rouanet junto à Petrobrás, para trabalhos culturais na Fundação José Sarney foram... desviados.Não há prestação de contas, há empresas-fantasmas, notas fiscais esquisitas.Enfim, marotice, para dizer o mínimo. Mas Sarney alega que só é presidente de honra da Fundação.Culpa dos administradores.E o escândalo mais recente (na divulgação, não na operação): Sarney seria proprietário de contas bancárias no exterior não declaradas à Receita Federal. Coisa do amigão Edemar Cid Ferreira, amigão também da governadora Roseana Sarney a quem, dizem, costumava emprestar um cartão de crédito internacional. Coisa de gente fina.Em suma, acompanhando as peripécias de José Sarney podemos revelar as entranhas do coronelismo, do fisiologismo, do clientelismo. Do arcaísmo.Tudo isto demora a morrer. Estrebucha, solta fogo pela venta. Mas um dia desaparece.Tal como os dinossauros. (LH). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Mais de 1 mil corretoras no recadastramento
Até o início da manhã desta segunda-feira, sócios de 1.070 corretoras de seguros já haviam solicitado o recadastramento dessas empresas. Alguns pedidos foram apresentados durante o final de semana, quando o sistema da Fenacor permaneceu disponível para receber tais solicitações. Pelo último recadastramento, realizado em 2006, estão aptas a operar no mercado brasileiro 24.733 empresas de corretagem de seguros, previdência complementar aberta e capitalização. Para cumprir as exigências das circulares 370, de 2008, e 383, de 2009, da Susep, a corretora tem que estar com seus sócios corretores recadastrados. Desde o dia 1º de julho, as seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não podem mais operar nem pagar a comissão a corretores de seguros (pessoas naturais) não recadastrados. É o que determina a Circular 383/09 da Susep. O mesmo valerá para empresas corretoras de seguros após o dia 1º de abril de 2010. Além disso, foi estabelecido que, ressalvada a contribuição sindical, o recadastramento não está condicionado ao pagamento de contribuições associativas, confederativas ou preços de serviços dos sindicatos. As carteiras de identidade profissional e os títulos de habilitação profissional serão entregues aos corretores de seguros e às sociedades corretoras pela Fenacor ou pelo Sincor RO/AC.
Para os sem-seguro
Uma empresa de assistência está lançando planos de assistência a partir de R$ 0,49 ao dia, e de até R$ 0,60, para proprietários de veículos com até 15 anos de uso, que contarão com as mesmas facilidades dos serviços de assistência 24 horas oferecidos aos motoristas que contratam um seguro automotivo. Denominados de "Auto Clube", os planos oferecem cobertura em todo o território nacional e assistência 24 horas para guincho em caso de pane ou acidentes, socorro mecânico, meio de transporte alternativo, troca de pneus, envio de combustível e até hospedagem. Fontes: Seguros dia-a-dia, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Votação do fundo de catástrofe
Depois de um ano e meio de estudo, o relatório do Projeto de Lei Complementar que cria o Fundo de Catástrofe está pronto para ser votado no plenário da Câmara. A intenção é usar os recursos do fundo para dar garantias ao produtor e reduzir o risco das seguradoras, em caso de perdas generalizadas. Para fechar o texto, o relator, deputado do (PMDB-PR) ouviu governo, empresas de seguros e resseguros e produtores. O mecanismo pode facilitar o acesso do produtor ao seguro. Em caso de perdas, o agricultor vai ser reembolsado, de acordo com a estimativa de produção. Além disso, as empresas vão ter condições de oferecer cobertura a culturas de maior risco, como trigo. – É um fundo garantidor e, com isso, dá tranquilidade ao homem do campo, porque não está garantindo apenas o financeiro. Ele está garantindo aquilo que é produzido e isso é importante para evitarmos todo esse problema de endividamento da agricultura, dessa instabilidade enorme. Na próxima semana, o relator pretende discutir o texto com o ministério da Agricultura. Depois do recesso parlamentar, a Comissão de Agricultura se reúne para analisar o projeto de lei, que se aprovado seguirá para votação em plenário. O Fundo de Catástrofe deverá contar, inicialmente, com recursos públicos - previstos no orçamento da união - e privados. As próprias empresas de seguro e resseguro vão contribuir. – O mais importante é que o Fundo de Catástrofe é diferenciado de outro fundo, ele tem uma caixa especial, não vai para um fundão, por isso ele tem essa estabilidade. E a partir de 12 ou 15 anos ele tem vida própria. Não será contingenciado e esse é o fato mais importante, o que dá segurança às seguradoras de participar ativamente em nível nacional. Fontes: Câmara dos Deputados, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Anulados atos secretos do Senado
José Sarney, presidente do Senado, mandou anular os 633 atos secretos produzidos pela direção do Senado nos últimos anos. E pediu a devolução de dinheiro dos que se beneficiaram dos atos.Não disse quem deverá devolver, como e quando. (RN).
Procura de agricultores pelo seguro rural aumenta
O governo estima que neste ano 15% da área total da agricultura brasileira seja coberta por seguro. O número ainda é baixo, mas a procura tem aumentado a cada safra.Nos primeiros seis meses deste ano, foram firmados 9,7 mil contratos e apólices de seguro para as lavouras brasileiras. O número é quase três vezes maior do que o registrado no primeiro semestre de 2008. Segundo o Ministério da Agricultura, o motivo desse crescimento é a ajuda oferecida pelo governo para o agricultor pagar o prêmio à seguradora.No caso do seguro para os cultivos de trigo e milho, o governo arca com 70% dos custos do serviço. Por exemplo, se o valor da lavoura é de R$ 100 mil, o governo paga R$ 70 mil e o produtor rural R$ 30 mil. De janeiro a junho de 2009, essa subvenção chegou a R$ 58 milhões, um aumento de 314% em comparação com o mesmo período do ano passado. Milho safrinha e trigo foram as culturas mais asseguradas.Como o governo paga parte do seguro, o interesse do produtor rural aumenta a cada safra.Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Senadores afirmam que Sarney 'mentiu'
"Quero dizer que eu não tenho nenhuma responsabilidade administrativa naquela fundação".A frase acima é de José Sarney. Ele a balbuciou no microfone da presidênca do Senado, diante das lentes da TV. Era lorota.Sarney fora compelido a falar para se defender de um discurso que acabara de ser pronunciado, da tribuna, pelo senador Álvaro Dias (PSDB-PR).Referindo-se à notícia de que a Fundação José Sarney desviara R$ 500 mil de um patrocínio recebido da Petrobras, Dias dissera que o tema iria à CPI da Petrobras. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Mercado de seguros
O volume mundial de prêmios de seguros apresentou ligeira alta em 2008, aumentando para US$ 4,270 trilhões. Entretanto, corrigidos pela inflação, os prêmios apresentaram queda de 2%. Em nível global, os prêmios de seguros de vida recuaram 3,5% em 2008, devido, principalmente, à forte queda na venda de produtos vinculados a títulos e seguros de vida com prêmio único nos países industrializados. Os prêmios de ramos não-vida caíram 0,8%. A crise financeira global afetou particularmente o crescimento dos prêmios de seguros de vida, principalmente no segundo semestre de 2008. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Seguro de carro fica mais caro
Proteger o automóvel de acidentes e da ação de criminosos está de 10% a 15% mais caro do que no ano passado. Isso se deve ao fato de as companhias terem normalmente despesas próximas ou idênticas às receitas. Assim, boa parte do lucro é obtida com operações financeiras. São aplicações usualmente remuneradas pela Selic, que no mês passado chegou 9,25%. Há um ano estava em 12,75%. A diferença tem de ser tirada de algum lugar. E o consumidor paga a conta lamenta o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, que avalia um aumento de 8% a 10%, inferior à alta nacional. Geraldo acrescenta que, em média, as seguradoras desembolsam 65% do que faturam com indenizações de sinistros, além de impostos, comissão dos corretores, serviços de guincho e salários. Com isso, apelam à receita financeira para permanecer no azul. Os seguros movimentam muito dinheiro, mas as margens são apertadas e a concorrência é acirrada. Então, qualquer 0,5% (de queda do juro básico) faz muita diferença diz. Este advogado entende que a diminuição da receita não pode ser vir de justificativa para a elevação dos preços. Isso porque, a aplicação financeira não é a atividade fim das seguradoras. Mesmo assim, o consumidor deve receber por escrito as justificativas para o aumento de preço. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
sexta-feira, julho 10, 2009
Estudo analisa mercado de seguros
O volume mundial de prêmios de seguros apresentou ligeira alta em 2008, aumentando para US$ 4,270 trilhões. Entretanto, corrigidos pela inflação, os prêmios apresentaram queda de 2%. Em nível global, os prêmios de seguros de vida recuaram 3,5% em 2008, devido, principalmente, à forte queda na venda de produtos vinculados a títulos e seguros de vida com prêmio único nos países industrializados. Os prêmios de ramos não-vida caíram 0,8%. A crise financeira global afetou particularmente o crescimento dos prêmios de seguros de vida, principalmente no segundo semestre de 2008. A venda de produtos vinculados a cotas e a mercados acionários foi gravemente afetada pela queda nos mercados de ações, levando a uma retração de 5,3% (US$ 2,219 trilhões) nos prêmios de seguros de vida nos países industrializados. As vendas de produtos não vinculados a poupanças, como anuidades fixas e seguros de vida tradicionais, continuaram a crescer em muitos países, mas não chegaram a compensar a queda observada nos produtos vinculados a títulos. Em contraste com os países industrializados, nos mercados emergentes o crescimento dos prêmios de seguros de vida acelerou para 14,6%. Como no primeiro semestre do ano muitos países de mercados emergentes lucraram com o forte aumento no preço das commodities, suas economias continuaram com bom desempenho, mesmo com o declínio nos países industrializados a partir de setembro". Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Ibama rejeita obra do PAC na Amazônia
Para instituto, o projeto de asfaltamento da BR-319 provoca danos ambientaisDecisão atrasa cronograma da obra, alvo de crise entre os ministros Carlos Minc (Meio Ambiente) e Alfredo Nascimento (Transportes). Uma das mais polêmicas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na Amazônia, o asfaltamento de trecho de mais de 400 quilômetros da BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM), teve a licença ambiental negada por parecer do Ibama (Instituto do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis).O parecer técnico de 177 páginas considera o empreendimento "inviável ambientalmente" e aponta "falhas graves" tanto no diagnóstico dos impactos da rodovia no meio ambiente como nas medidas propostas para compensar esses impactos. A chance do asfaltamento obter licença prévia (anterior à autorização para o início das obras) foi condicionada à revisão dos estudos e a medidas de proteção florestal. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Oposição protocola investigação contra Fundação Sarney
O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), afirmou nesta sexta-feira (10), no plenário da Casa, aqui em Brasília, que apresentou à Procuradoria Geral da República pedido de investigação da denúncia de desvio de dinheiro público pela Fundação José Sarney, que fica em São Luís (MA). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Senador nega elo, mas teria usado cargo
Apesar de afirmar em nota que "não tem responsabilidade" sobre a fundação que leva seu nome no Maranhão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), pediu em 2005 para a advocacia da Casa contestar no STF uma lei estadual que contrariava seus interesses. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Cassol apresenta provas ao MPF
O governador Ivo Cassol (PP) se reuniu ontem à tarde com o procurador-chefe do Ministério Público Federal em Rondônia (MPF/RO), Francisco Marinho, em Porto Velho, para esclarecer fatos em torno de uma denúncia postada no site do MPF, acerca de doações durante a campanha eleitoral de 2006. O procurador federal Reginaldo Trindade afirma que o governador fez depósitos de pouco mais de R$ 200 mil para um senador. O procurador diz ainda, que esse dinheiro “foi usado para comprar os votos dos vigilantes”. Cassol garante que não depositou ou transferiu dinheiro algum para a conta do senador. O que houve, segundo ele, foram repasses do Comitê Financeiro do PPS para pagamento de uma gráfica pelos serviços de confecção de cartazes e santinhos e também para pagamento de serviços de criação, assessoria e coordenação de marketing político dos candidatos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
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