quarta-feira, setembro 30, 2009
Cardiologista Eduardo Garcia alerta para doença vascular
Às vezes confundida com o reumatismo, a falta de circulação arterial nas pernas é o sintoma mais comum da doença vascular periférica. Portadores do problema podem apresentar lesões ulceradas e gangrena nas extremidades, e até acarretar numa mutilação, se não for tratado corretamente. “Cerca de 60% dos pacientes que têm a doença apresentam outras complicações cardiovasculares, tendo risco elevado de sofrer infarto do miocárdio, derrame cerebral ou morte de origem cardiovascular”, alerta o cardiologista Eduardo Garcia , da Sociedade Brasileira de Cardiologia em Porto Velho (RO). A incidência da doença aumenta com a idade. Segundo estatísticas norte-americanas, cerca de 10% da população acima de 50 anos apresentam o problema. “Uma vez eliminados os sintomas, pretende-se interromper a evolução da doença arterial crônica”, explica Eduardo Garcia. (69) 9981-2984.
terça-feira, setembro 29, 2009
Estresse e depressão podem levar à disfunção diz cardiologista Eduardo Garcia
Uma alimentação inadequada ou deficiente de nutrientes, o elevado consumo de álcool, café, cigarro, excesso de gordura nas comidas, alimentos refinados, ausência de frutas, verduras e legumes são algumas das condições causadoras de fadiga e "preguiça constante". A disfunção normalmente está no sistema imunológico, não sendo qualquer cansaço o responsável pelo diagnóstico de fadiga crônica. O estresse crônico e o estado depressivo também são responsáveis por disfunções imunológicas, o que facilita a entrada no corpo de microorganismos oportunistas que levam à fadiga crônica."Muitos pacientes relatam que estavam cansados, tiraram férias e, com uma semana de trabalho, sentem-se de novo cansados. De repente, sentem uma fome muito grande. Comem e continuam com fome. É como se o organismo tivesse fome de algo, mas não conseguem identificar. Até engordam e o pique não é mais o mesmo: nem no trabalho, nem nos esportes. Fizeram exame para ver se era hipoglicemia, mas tudo está normal. Sentem muito desânimo e sonolência. Dormem e acordam cansados. Isso é um indicativo que algo não está funcionando normalmente no organismo", comenta o dr. Eduardo Garcia. (69) 3222-3452.
Vida financeira no Congresso de corretores de seguros
O autor do livro "Casais inteligentes enriquecem juntos", Gustavo Cebrasi, irá ministrar a palestra com o tema de "Como equilibrar sua vida financeira" no segundo dia do XVI Congresso Nacional de Corretores de Seguro, às 9h10.A palestra irá abordar assuntos como, por exemplo, economizar dinheiro em casa, sem cortar gastos ou fazer uma poupança. O palestrante indicará que um bom planejamento financeiro é o suficiente para economizar e ter uma vida padrão com conforto e qualidade crescente. Gastar com qualidade é desperdiçar menos, além de ser uma forma inteligente de se usar o dinheiro. No ponto de vista de Cebrasi é melhor poupar de forma sensata do que eliminar gastos pessoais, para que os sonhos e os objetivos sejam alcançados. Para isso, o autor recomenda que haja uma conversa entre a família para tomar conhecimento sobre todos os gastos da casa e identificar quais são os gastos excessivos e quais são os esforços necessários para conquistar os objetivos traçados. O XVI Congresso Nacional de Corretores de Seguro ocorre durante os dias 09, 10 e 11 de outubro na cidade de Florianópolis - SC, de acordo com o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, que lidera a delegação da Amazônia Ocidental ao Congresso Nacional de Corretores de Seguros. Fontes: Fenacor; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
segunda-feira, setembro 28, 2009
Frente Brasil seguro
Está sendo criada a Frente Parlamentar Brasil com Seguro, que deve reunir até 200 parlamentares comprometidos com a defesa dos interesses dos corretores de seguros no Congresso Nacional.A Frente Parlamentar Brasil será presidida pelo deputado Beto Albuquerque (PSB-RS), que nesta quinta-feira apresentou, na Câmara, projeto de lei complementar que permite a inclusão no Simples de empresas corretoras de seguros. Outros integrantes são os deputados José Carlos Stangarlini (PSDB-SP), Edinho Bez (PMDB-SC) e Jovair Arantes (PTB/GO). Os corretores serão representados pelos presidentes do Comitê Nacional de Ética e do Sincor-MG; e Sincor-DF. Além de defender, no Congresso Nacional, os corretores de seguros, a Frente irá buscar a ampliação do acesso da população ao seguro; e aprimorar a legislação que regula o setor. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Grupo mira classes C e D de seguro
O Grupo Bradesco de Seguros e Previdência admitiu ao Sincor RO/AC quer aproveitar a entrada da classe C à rede bancária para vender seguros para clientes de baixa renda. A expectativa da seguradora é aumentar em 20% a venda de apólices abaixo de R$ 9,00 neste ano, que somaram 2,1 milhões de contratos no ano passado. O banco possui hoje um total de 29 milhões de contratos de seguros.A porta de entrada dos consumidores das classes C e D no mercado de seguros é principalmente as apólices de vida.O segmento de vida responde por 70% do total de itens abaixo de R$ 9,00 comercializados pela seguradora. A carência de bancarização é um dos entraves para vender seguro aos clientes de baixa renda. Uma das estratégias da seguradora para expandir os negócios é trabalhar melhor a carteira de clientes do próprio banco."É mais difícil vender seguro para quem não tem conta em banco. Existe um mundo de oportunidades dentro da carteira do banco ainda não atingida".Outra aposta da seguradora para atingir a classe C é o segmento residencial. Os negócios nessa área cresceram 18% em 2008 e tiveram participação de 10% nos 2,1 milhões de de apólices abaixo de R$ 9,00. Ainda não há uma cultura no Brasil de proteger imóveis, mas catástrofes como as enchentes em Santa Catarina podem mudar essa percepção."O mercado de seguros no Brasil tem muito espaço para crescer. Hoje o país é a décima economia do mundo, mas é o 19º mercado de seguros", disse o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Seguro de auto cresceu diz Sincor RO/AC
O ramo de seguro de automóveis - o mais comercializado do setor - faturou R$ 8,1 bilhões no Brasil no primeiro semestre deste ano. O crescimento foi de 11% em relação aos seis primeiros meses de 2008. O estudo é do Sincor. O segundo maior faturamento do mercado foi o ramo de pessoas (sem considerar o VGBL) que somou R$ 6,7 bilhões, com variação positiva de expressivos 16% em relação ao mesmo período do ano passado. No ramo patrimonial o faturamento das seguradoras somou R$ 3,3 bilhões ? 9% mais que em 2008. Na soma de todos os ramos de seguros, o mercado cresceu 13,8% em relação ao primeiro semestre de 2008. De janeiro a julho deste ano, o faturamento total das seguradoras foi de R$ 27,2 bilhões (desconsiderando o seguro Dpvat). Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
quarta-feira, setembro 23, 2009
Geraldo Ramos prestigiado pela Bradesco, Susep e Fenacor
O diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, foi alvo ontem aqui em Brasília, de recepção de membros da diretoria da Bradesco Seguros e Bradesco Vida e Previdência - João Nóbrega Jr., e José Pires, e diretores do Sincor DF. O encontro de trabalho e congraçamento teve como pauta temas de interesse dos corretores de seguros da Amazônia Ocidental, região liderada por Geraldo Ramos. Registre-se também na reunião, as presenças de Robert Bittar e Armando Vergílio, da Fenacor e Susep, respectivamente.O presidente do Sincor RO/AC retornou hoje a Porto Velho. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Valverde prejudica servidores
O controvertido deputado federal Eduardo Valverde (PT) teve de recuar novamente em mais uma proposta de sua autoria claramente prejudicial ao interesse de milhares de servidores públicos do Estado de Rondônia. Desta vez, o parlamentar petista concordou com a exclusão, na redação final da PEC da Transposição, de emenda de sua autoria que limitava os benefícios da proposta somente aos servidores do quadro estadual no período de 1981 a 1987, ao contrário da emenda do deputado federal Mauro Nazif, que estende esses benefícios até 1991.Valverde chegou a afirmar que sua proposta seguia o exemplo de Roraima e Amapá, ex-territórios federais onde os servidores foram transpostos para os quadros da União. Disse também que a limitação a 1987 (ano da posse do primeiro governador eleito do Estado) havia sido acordada com os sindicatos, que negam terem dado a aval para tal proposta.Na redação final da PEC 483, prevaleceu a emenda que estende esses benefícios da transposição até o ano de 1991, começando em 1981, ou seja, abrangendo um período de 10 anos, conforme prevê a Lei Complementar que criou o Estado de Rondônia.Não se sabe ao certo o que tem levado o deputado Valverde a legislar contra os servidores públicos, de uma maneira geral, e o Estado de Rondônia, em particular.Valverde é funcionário público e pré-candidato ao Governo de Rondônia. No entanto, tem apresentado propostas impopulares, senão altamente prejudiciais aos interesses de milhares de servidores públicos.É dele, por exemplo, a proposta, em tramitação na Câmara dos Deputados, de acabar com a estabilidade funcional dos servidores. Pela proposta de Valverde, uma antiga conquista do funcionalismo seria eliminada. Somente funcionários públicos como ele (fiscal do trabalho), das ditas carreiras de Estado, teriam direito à estabilidade no emprego. Os demais ficariam sujeitos ao arbítrio dos administradores públicos de plantão. Também partiu do deputado o pedido de vista que atrasou a votação do projeto sobre a criação de novos municípios, inclusive em Rondônia.Com esse atraso, os mais prejudicados são os moradores de Extrema, que brigam, literalmente, para que a localidade seja emancipada politicamente. Já houve inclusive um violento confronto com a Polícia Rodoviária Federal, mas nem isso sensibilizou o parlamentar rondoniense.Em mais uma de suas investidas contra o funcionalismo, o deputado Eduardo Valverde por pouco não exclui dos benefícios da PEC da Transposição milhares de servidores que ingressaram nos quadros do Estado após 1987. Ele queria porque queria limitar os benefícios da PEC somente àqueles contratados de 1981 a 1987, deixando de fora os demais. Diante das críticas e da falta de uma explicação plausível para apresentar aos servidores e aos sindicatos. A PEC deve ser votada em segundo turno entre os dias 29 e 30 deste mês, se o deputado Eduardo Valverde não atrapalhar. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
terça-feira, setembro 22, 2009
População e seguros
Pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) anunciou o Sincor RO/AC afirma que, mesmo respondendo por 85% da população do País, somente 20% das pessoas pertencentes às classes C, D ou E possuem algum tipo de seguro. De acordo com o estudo, 15,69% da classe C possui algum seguro. Este percentual cai para 4,19% na classe D e para 1,45% na E. Por outro lado, 46,17% das pessoas da classe AB possuem algum tipo de seguro. Em todas as faixas de renda, o seguro mais difundido é o de saúde. Na classe AB, ele atinge 36,65% das pessoas, na C, 12,07%, na D, 2,64%, e na E, 0,76%. Logo após vem os seguros de veículo e de vida, que respondem por 13,84% e 12,88%, respectivamente, dos seguros da classe AB, 1,15% e 3,74% da C, 0,09% e 1,01% da D, e 0,05% e 0,29% da E. No tocante à Previdência Privada, a penetração deste tipo de seguro é baixa, inclusive entre a população de alta renda, já que as taxas de acesso são de 1,91% nas classes AB, 0,2% na C, 0,13% na D e 0,01% na classe E. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
domingo, setembro 20, 2009
Microsseguro no Sincor RO/AC
A regulamentação do microsseguro está entre os temas que serão discutidos na 16ª edição da Conferência Anual da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS), que acontece de 21 a 24 de outubro no Rio, com a provável presença do diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Outro tópico que será abordado dentro deste contexto é a aferição da solvência, algo pouco discutido em um passado recente, mas importante para o mercado brasileiro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
sábado, setembro 19, 2009
Ministro e réu
Indicado a uma vaga no STF, Antonio Toffoli foi condenado duas vezes a devolver dinheiro aos cofres públicos, mas as sentenças não são definitivas.Cabe a somente onze brasileiros, homens e mulheres que compõem a mais alta corte do país, o Supremo Tribunal Federal, a nobre tarefa de proteger o espírito da Constituição da República – documento que consagra os princípios e os valores da democracia e da Justiça no Brasil.Não é fácil tornar-se um desses defensores. O candidato precisa ser brasileiro nato, ter mais de 35 anos, exibir notável saber jurídico e apresentar reputação ilibada. O presidente da República indica um candidato. Cabe ao Senado confirmar ou rejeitar a escolha presidencial.Esse é um processo que costuma ser rápido, formal e reverente. Ou seja, o Senado nunca rejeita as indicações do Planalto. Essa tradição pode mudar com a mais nova indicação do presidente da República, José Antonio Dias Toffoli, advogado-geral da União, que pleiteia a vaga deixada pelo jurista Carlos Alberto Direito, morto no começo deste mês.Toffoli é brasileiro nato, tem 41 anos, não tem mestrado, foi reprovado duas vezes no concurso para juiz estadual e apresenta escassa produção acadêmica. Sua experiência profissional mais evidente, antes de entrar no governo, foi a de advogar para o PT. O fraco currículo, porém, não é o seu maior obstáculo.Toffoli é duas vezes réu. Ele foi condenado pela Justiça, em dois processos que correm em primeira instância no estado do Amapá. Em termos solenemente pesados, a sentença mais recente manda Toffoli devolver aos cofres públicos a quantia de 700.000 reais – dinheiro recebido "indevidamente e imoralmente" por contratos "absolutamente ilegais", celebrados entre seu escritório e o governo do Amapá.Os negócios que resultaram na dupla condenação do candidato a ministro do STF ocorreram entre 2000 e 2002, na gestão do então governador do Amapá, João Capiberibe. Nesse período, Toffoli acumulou dois trabalhos prestados a Capiberibe. O primeiro foi o de "colaborador eventual" do governo do estado. O segundo, levado a cabo pelo escritório de advocacia de Toffoli, foi o de defender os interesses pessoais de Capiberibe e de seu grupo político junto ao Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília.Até aqui nada de ilegal aos olhos da Justiça ou de pouco ético do ponto de vista de quem precisa ter "reputação ilibada" para se candidatar a uma vaga no STF. A coincidência de data dos dois trabalhos prestados por Toffoli e seu escritório a Capiberibe, no entanto, chama atenção. Enquanto recebia dinheiro para assessorar o governo do Amapá, Toffoli defendia também interesses pessoais de Capiberibe em três processos no TSE.No dia 14 de julho de 2000, o governo do Amapá contratou Toffoli como "colaborador eventual", sem precisar honorários ou função específica. Dez dias depois, Toffoli ingressou com uma ação no TSE em favor de Capiberibe. A sentença condenatória contra Toffoli sugere que se está aqui diante não de uma coincidência, mas de uma manobra para pagar com dinheiro público um advogado e seu escritório por prestarem serviços particulares ao governador.A recente indicação do sentenciado para ocupar uma vaga no STF transforma uma questão cível corriqueira em um embaraço do tamanho do Pico da Neblina. Apenas para se ter uma ideia da confusão, o que ocorreria se Toffoli for confirmado pelo Senado para o STF e, mais tarde, seu processo for subindo de instância e chegar ao próprio STF?Não é incomum que juízes se tornem réus de ações cíveis e até criminais. O que pode haver de extraordinariamente novo aqui é um réu se tornar não apenas juiz – mas ministro da corte constitucional brasileira. Os processos contra o futuro ministro tramitam no Tribunal de Justiça do Amapá. Ambos resultam de ações populares, um instrumento jurídico que, segundo a Constituição que Toffoli talvez venha a defender, pode ser utilizado por qualquer cidadão que pretenda anular um "ato lesivo ao patrimônio público ou à moralidade".O ato lesivo resultou da contratação do escritório do atual advogado-geral da União pelo governo do Amapá. O objeto do contrato era "prestar serviços técnicos profissionais na esfera judicial e/ou administrativa". Toffoli e seu sócio receberam 420 000 reais no decorrer de um ano. Nas palavras de Mário Cézar Kaskelis, um dos juízes do caso, trata-se da "exorbitante quantia" de 35 000 reais mensais (60 000 reais, em valores atualizados), para deixar à disposição do governo do estado dois advogados.Complica ainda mais o caso o fato de os advogados terem sido contratados ao cabo de um mecanismo que pareceu ao juiz Kaskelis uma "suposta licitação... eivada de nulidade". Escreveu o juiz: "Houve simplesmente uma espécie de terceirização dos serviços que a administração pública já dispunha, através do seu quadro de procuradores. O contrato é absolutamente ilegal, estando viciado por afronta ao conjunto de regras da administração pública e da moral jurídica".Em outro processo, que corre na 4ª Vara Cível de Macapá, o juiz Luiz Carlos Kopes Brandão condenou Toffoli, em 2006, a devolver 20 000 reais recebidos diretamente do governo do Amapá, como "colaborador eventual". Diz o juiz Brandão: "Não é preciso esforço algum para perceber a ilegalidade e a lesividade do contrato. Houve afronta aos princípios da impessoalidade e da moralidade".Toffoli não quis conversar com os repórteres de VEJA sobre os processos, mas orientou sua advogada, Daniela Teixeira, a dizer à revista que já apelara da condenação e que a sentença "está suspensa". Esse é o ponto de vista do réu. A Justiça do Amapá informa que ainda não se pronunciou sobre os argumentos de Toffoli para anular a sentença.Até que o juiz se manifeste, a sentença permanece válida. A favor do candidato de Lula para a vaga do ministro Direito no STF, é preciso reconhecer que as evidências mais fortes de ilegalidade apontam mesmo para o comportamento do governador do Amapá e de seus auxiliares. Qual seria a responsabilidade do escritório de Toffoli caso os honorários tenham sido pagos ilegalmente, mas essa circunstância lhe tenha sido sonegada?Os juízes de primeira instância debruçaram-se sobre essa questão e, na visão deles, Toffoli e seu escritório, cientes ou não da ilegalidade do contrato, devem arcar com o prejuízo. Os juízes se baseiam na lei que regula a ação popular, o instrumento utilizado nos dois processos. O juiz Kaskelis é especialmente contundente nesse particular:"Eles (os advogados) estavam conscientes de que lesavam o Erário e, após receberem pelos contratos ilegais/imorais, não podem agora ter chancelados tais procedimentos pelo Judiciário". O juiz observa ainda um elemento agravante no caso: "Não se pode vislumbrar a existência de boa-fé da sociedade de advogados e seus membros que, pela própria natureza dos serviços que prestam em conluio com agentes administrativos, desempenharam conduta sabidamente contrária à lei".Mesmo sob o choque de palavras tão duras como as da sentença acima, Toffoli pode estar certo. Seu escritório pode não ter nenhuma responsabilidade nos contratos com o governo do Amapá. Os contratos podem não ser ilegais. Os serviços podem ter sido prestados. Sua atuação como advogado no TSE em favor do grupo político com o qual assinou esse contrato pode não ter relação com a licitação estadual.Poder, pode. Mas um aspirante a ministro do STF com um currículo pouco convincente deveria ao menos chegar às portas da indicação sem estar na condição de réu. Procurado, o ex-governador João Capiberibe, também condenado no caso, forneceu a seguinte negativa: "Estou achando tudo isso muito estranho. Tenho convicção de que o Toffoli nunca advogou para mim. Não tenho a menor lembrança de ter passado alguma procuração para ele. Eu nunca assinaria esses contratos de advocacia porque sei que seriam ilegais". Mas assinou – e Toffoli comprovadamente trabalhou para Capiberibe como advogado em pelo menos outros oito processos envolvendo aliados do governador.A indicação de Toffoli é a oitava de Lula para o Supremo. Até agora, o presidente – que foi informado da condenação – havia conseguido modular sabiamente suas escolhas, equilibrando-se entre o dever republicano de optar por juristas de indiscutível capacidade intelectual e a inevitável tentação de apadrinhar simpatizantes do projeto político petista.Carlos Ayres Britto, ministro indicado por Lula e próximo ao PT, apresenta um inconteste domínio das leis, das teorias jurídicas e do bom senso. Joaquim Barbosa é de esquerda, mas sua visão ideológica não impediu que desferisse um golpe contra a quadrilha de mesma ideologia que produziu o mensalão. A indicação de Toffoli é de outra natureza.Um dos empecilhos mais incontornáveis para ele é sua visceral ligação com o PT, especialmente com o ex-ministro José Dirceu, o chefe da quadrilha do mensalão. De todos os ministros indicados por Lula para o Supremo, Toffoli é o que tem mais proximidade política e ideológica com o presidente e o partido. Sua carreira confunde-se com a trajetória de militante petista – essa simbiose é, ao fundo e ao cabo, a única justificativa para encaminhá-lo ao Supremo.Formado pela USP, ele jamais fez pós-graduação, mestrado ou doutorado. Em 1994 e 1995, foi reprovado em concursos para juiz estadual em São Paulo. Depois disso, abriu um escritório e começou a atuar em movimentos populares. Nessa militância, aproximou-se do deputado federal Arlindo Chinaglia e deu o grande salto na carreira ao unir-se ao PT.Em Brasília, aproximou-se de Lula e de José Dirceu, que o escolheram para ser o advogado das campanhas de 1998, 2002 e 2006. Com a vitória de Lula em 2002, foi nomeado subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, então comandada por Dirceu.Com a queda do chefe, pediu demissão e voltou à banca privada. Longe do governo, trabalhou na campanha à reeleição de Lula, serviço que lhe rendeu 1 milhão de reais apenas em honorários. No segundo mandato, voltou ao governo como chefe da Advocacia-Geral da União. Toffoli pode vir a ser o terceiro ministro mais jovem da história do STF. Dependendo do que os senadores considerem como reputação ilibada, pode, também, ser o primeiro a viver o constrangimento de ter sua indicação rejeitada.
Planos de previdência segundo o Sincor RO/AC
Os planos de previdência privada captaram R$ 3 bilhões em julho, 21% mais do que no mesmo mês do ano passado. A maior parte do volume captado é referente aos planos individuais -R$ 2,4 bilhões em julho. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
sexta-feira, setembro 18, 2009
Geraldo Ramos no Congresso de Rastreamento
Com a presença do diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, a Escola Nacional de Seguros e o Sindicato dos Corretores de Seguros nos Estados do Amazonas e Roraima realizaram o I Congresso de Gerenciamento de Riscos e Rastreamento na Amazônia nos dias 15 e 16 de Setembro de 2009 em Manaus-AM.O Sincor e a Funenseg participaram como expositores e instalação de stands, bem como a Escola Nacional de Seguros, proporcionou duas palestras de temas relevantes dentro da programação:* Introdução ao Gerenciamento de Riscos, e sua importância num mercado aberto- (Gustavo Mello - Funenseg)* . O Seguro de transporte e a influência do rastreamento na fixação das taxas de seguro- (Fábio Carbonari - Funenseg). O evento teve como finalidade reunir gestores, acadêmicos, especialistas de empresas na área de rastreamento, navegação, logística, transportes, gerenciamento de riscos, segurança, seguros e tecnologias em comunicações, dentro de um ambiente ideal para troca de experiências e prospecção de novos negócios e parcerias. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Baixa renda pode ter acesso a seguros
Na tentativa de atingir a população de baixa renda, uma empresa de consultoria de Seguros acaba de lançar um produto, batizado de Viver mais Seguro, voltado às classes C, D e E, que dá direito a vários serviços e seguros. Com custo aproximado de R$ 240 ao ano por família, por meio de um cartão multidisciplinar, o segurado tem acesso à orientação médica por telefone, a desconto de até 27% na compra de medicamentos, acesso à rede médico-hospitalar, pagando o valor máximo de R$ 42 por consulta, assistência funeral, seguro de acidente pessoal no valor de R$ 5 mil, título de capitalização no valor de R$ 20 mil e cartão de crédito. "É um caminho para tentar chegar ao microsseguro, que pode funcionar muito bem para quem não tem nenhum tipo de cobertura", disse o diretor-sócio da empresa.Depois de propostas similares se tornarem sucesso na Índia e em outros países em desenvolvimento, o seguro popular, também conhecido como microsseguro, tem como objetivo promover a inserção social e atenuar a pobreza. Especialistas estimam que o microsseguro faça o segmento duplicar de tamanho até 2012, sendo que no Brasil o produto tem mercado potencial de 100 milhões de pessoas e poderá movimentar até US$ 170 bilhões nos próximos anos. Mesmo respondendo por 85% da população do País, somente 20% das pessoas pertencentes às classes C, D ou E possuem algum tipo de seguro, segundo pesquisa realizada pela FGV (Fundação Getulio Vargas). De acordo com o estudo, 15,69% da classe C possui algum seguro, percentual que cai para 4,19% na classe D e 1,45% na E. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
quinta-feira, setembro 17, 2009
Seguro de crédito fica mais restrito admite Sincor RO/AC
Empresas e corretoras afirmam que não há seguro de crédito disponível. As seguradoras e resseguradoras dizem estar abertas a negociações, mas não negam que houve redução de limites e aumentos de preços de 30% a 50%. A principal causa seria a alta da inadimplência. "Devemos retomar as vendas com mais força em 2010. A ordem agora é realmente o conservadorismo". No primeiro semestre, o total de prêmios de seguro de crédito interno e à exportação foi de R$ 93 milhões, admite o Sincor RO/AC. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Mercado de seguros de acordo com Geraldo Ramos
Os bancos ficam obrigados a oferecer três apólices de seguro ao cliente. As seguradoras já contam com a regulamentação das mudanças no seguro habitacional para o programa "Minha Casa, Minha Vida" na reunião do dia 24 do Conselho Monetário Nacional (CMN) e traçam estratégias para aproveitar o aumento da concorrência no setor. Os bancos ficam obrigados a oferecer três apólices de seguro ao cliente: uma da seguradora do próprio banco, outra de seguradora independente e a terceira trazida pelo próprio cliente, de uma seguradora de seu relacionamento.Esse mercado é dominado pelas seguradoras dos bancos, disse o presidente do Sincor RO/AC e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Vitória da PEC. Cassol comemora com servidores
Com 379 votos a favor, 3 votos contrários e 2 abstenções, foi aprovada em primeira votação na Câmara dos Deputados a Proposta de Emenda Constitucional 483, que transfere para a União os servidores do antigo Território de Rondônia. Governador Cassol fechou acordo com deputado Henrique Fontana, líder do Governo na Câmara. Cassol acompanhou pessoalmente no plenário da Câmara dos Deputados, ontem em Brasília, a aprovação da PEC, conversando com os deputados e explicando a importância para os servidores e para o estado. Às 18h10 o presidente da Casa, deputado Michel Temer, abriu oficialmente a votação nominal no plenário, após a instrução de aprovação por parte de todos os líderes de partidos que fizeram uso da palavra. E às 18:25 encerrou a votação da matéria, com o placar apontando a vitória e muita festa nas galerias e entre os parlamentares rondonienses.“A aprovação da PEC representa justiça para o estado e para os servidores. Vamos economizar mais de R$ 300 milhões por ano que serão investidos em estradas, escolas, segurança e saúde para a população”, comemorou Cassol, lembrando que “é importante que o trabalho dos sindicalistas e da bancada continue, pois ainda teremos a segunda votação em breve”.Com um grande número de deputados presentes, não houve qualquer manifestação contrária à aprovação da PEC nos microfones, nem mesmo do deputado Henrique Fontana (PT-RS), líder do Governo naquela Casa de Leis com quem Cassol conversou para explicar a importância para Rondônia a aprovação da Proposta. Além do governador Ivo Cassol, que desde quarta-feira estava em Brasília conversando pessoalmente com deputados, estavam presentes nas galerias mais de 600 servidores do estado, que saíram de Porto Velho no domingo e viajaram dois dias de ônibus à capital federal para acompanhar a votação, e no plenário os 3 senadores, o superintendente do governo, Sandro Bergamim, o diretor Cláudio Correa, assessores,todos os 8 deputados federais e 23 dos 24 deputados estaduais – o único ausente foi o deputado Neri Firigolo (PT – Cacoal).Com a aprovação em plenário agora a PEC retorna a Comissão de Redação da Casa para ser apresentada em segunda votação daqui a 5 sessões. Caso seja aprovada em segundo turno terá instrução normativa, não dependendo de sanção presidencial. A aprovação da PEC permitirá a incorporação de servidores do antigo território de Rondônia ao quadro de pessoal da União, no caso dos que já trabalhavam quando ele foi transformado em estado, em 1981. Também poderão optar pela transferência ao quadro da União os admitidos regularmente até a data da posse do primeiro governador eleito, em 15 de março de 1987. Além de melhores salários atualmente e vantagens na aposentadoria, a transferência destes servidores para o quadro da União representará um grande alívio aos cofres do estado. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
Assinar:
Postagens (Atom)