sábado, julho 31, 2010

Charge

quinta-feira, julho 29, 2010

Segurobrás pode virar agência, entende Geraldo Ramos

Após anunciar a criação, por Medida Provisória, de nova estatal, a Empresa Brasileira de Seguros (EBS), o governo voltou atrás, disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos. Admitiu enviar ao Congresso um projeto de lei - o que iria esticar a tramitação, fazendo com que a nova empresa só pudesse operar já na era Dilma ou Serra. No entanto, fontes empresariais revelam que a situação poderá ser resolvida de modo mais simples, atendendo ao governo e sem agredir o setor privado. Seria criada uma agência de fomento, que bancaria parte do risco, viabilizando o seguro de grandes obras sem ampliar a estatização.O setor privado reagiu com raiva ao anúncio da nova empresa, chamada pejorativamente de Segurobrás. Para A Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNSeg), a medida é "inoportuna" e cria conflito de interesses, pondo o governo como segurador de seus próprios riscos. Mas os empresários envolvidos com grandes obras em estaleiros ou na construção de usinas como Belo Monte sabem muito bem como é difícil, ou quase impossível segurar grandes projetos e obras.- O setor privado, que lutou décadas contra o monopólio do resseguro, não quer ver o governo crescer em seguros. Mas há um vácuo no setor, pois nenhuma seguradora ou resseguradora aceita o risco de se construir uma plataforma, por alguns bilhões, em um estaleiro com situação financeira frágil, decorrente de décadas de baixo faturamento e muitas obrigações - disse uma fonte à coluna.Assim, seja através de uma empresa de seguros, ou via-agência de fomento, há forte pressão de grandes grupos privados para criação de um mecanismo que dê rapidez à securitização de mega projetos. Afinal, estima-se que só a Petrobras precise de 80 plataformas para o pré-sal - cada uma por US$ 1,5 bilhão ou até mais - e o mercado pede um sistema ágil para realização dessas obras.Nesse episódio, o ministério da Fazenda está sendo sacrificado. Pela manhã, é cobrado pelas empreiteiras e estaleiros para viabilizar o seguro de grandes projetos e, à tarde, é pressionado pelo setor de seguros - que é ligado aos poderosos bancos - para não afrontar o mercado com novas estatizações. Lula também não entende muito desse tema e já está ligado na campanha eleitoral. Com sua sensibilidade política, Lula não quer uma solução que possa prejudicar Dilma - e isso pode vir com a idéia da agência de fomento. Ronseg, corretora de seguros.

Zardoyas


sexta-feira, julho 23, 2010

Geraldo Ramos promove palestra gratuita para corretores de seguros

O diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos, e sua diretoria, com apoio da Escola Nacional de Seguros, realizam dia 30, em Porto Velho (RO), a partir das 18h30, no hotel Vila Rica, palestra para corretores de seguros. O tema a ser desenvolvido por Bruno Kelly será Canais de distribuiçao - o que tem mudado? Quem sao nossos concorrentes? Oportunidades... Mais informaçoes: 69-3229-7129 com Val Cruz.

quinta-feira, julho 22, 2010

Nova ferramenta para corretor, sublinha Geraldo Ramos

Uma seguradora está colocando à disposição nova ferramenta para corretores e clientes no site da companhia a partir deste mês. Além dos diversos serviços já existentes, segurados e corretores poderão imprimir a 2ª via da apólice, do carnê de pagamento das parcelas do seguro, do cartão de assistência 24 horas e do cartão de visita, cartão de identificação entregue ao motorista terceiro, com a finalidade de passar as informações de identificação do segurado quando o mesmo for o responsável pelo acidente. A inserção destas novas funções neste canal trará ainda mais comodidade ao dia a dia dos corretores e segurados, uma vez que não será mais necessário solicitar a 2ª via pelos canais de atendimento da companhia. A ferramenta está disponível no site (www.sulamerica.com.br), no link "serviços online". Para o corretor de seguros, o acesso é feito pelo portal do corretor, no menu "auto", e logo em seguida "kit segurado"., destacou o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO AC, Geraldo Ramos.

terça-feira, julho 20, 2010

Seguro saúde para corretores de seguros, anuncia Geraldo Ramos

Seguro Saúde Corretores de Seguros associados aos seus respectivos sindicatos regionais tem a nova opção de seguro saúde. A Fenacor, segundo o diretor Geraldo Ramos, acaba de contratar uma nova opção de Plano de Saúde, para todos os corretores de seguros, associados aos seus respectivos Sindicatos Regionais. Trata-se de um seguro de saúde garantido pela AMIL – Assistência Médica Internacional e administrado pela Extramed, Administração e Serviços Médicos. - Administradora de Benefícios, devidamente regulamentado pela ANS e com condições diferenciadas no mercado. A partir de 01 de julho os Corretores de Seguros associados aos seus respectivos Sindicatos Regionais, têm 30 dias para efetuar as adesões SEM CARÊNCIA! Procure o Sincor RO AC e saiba mais detalhes deste importante benefício.

Dia dos pais será lembrado pelo Sincor RO AC

A diretoria do Sincor-RO AC prepara uma comemoração especial para o Dia dos Pais, com algumas surpresas para os profissionais. O evento está marcado para acontecer até o dia 06 de agosto.

domingo, julho 18, 2010

Seguro garantia judicial, novo mercado para o corretor de seguros

As empresas estão cada vez mais recorrendo ao seguro como garantia de caução nos processos judiciais.Prova disso é que, de janeiro a maio, segundo dados da Susep, Fenacor e Sincor RO AC, a receita de prêmios apurada na carteira de seguro garantia judicial cresceu 80,6% em comparação ao mesmo período do ano passado, somando pouco mais de R$ 73 milhões. O seguro garantia judicial é a modalidade de garantia específica para processos judiciais, normalmente utilizada quando a prestação de caução no processo é exigida pelo Juiz ou pela própria natureza da ação.

Coisas da web. Maradona.Autor desconhecido


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sexta-feira, julho 16, 2010

Vendas sobem mais de 20 por cento, afirma Sincor RO AC

Além do plano de vida gerador de benefício livre (VGBL), os seguros populares ligados ao consumo de bens e serviços e à vida das classes menos favorecidas da população estão influindo no crescimento do mercado brasileiro, ao responder por R$ 11,807 bilhões do faturamento das seguradoras ou 56,5% do total. Nos cinco primeiros meses do ano, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), os produtos de custo relativamente baixo cresceram 20,6%, bem acima da média de 13,7% do setor, que registrou receita total de R$ 20,891 bilhões, excluídos o VGBL e o ramo saúde, este na alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Destinado a quitar saldo devedor de financiamento contraído pelo segurado em caso de invalidez, morte ou perda de emprego, o seguro prestamista cresceu 28,5%, ao faturar R$ 1,306 bilhão até maio. Expansão ainda mais expressiva foi verificada no seguro de garantia estendida, produto atrelado à compra de eletrodomésticos e eletrônicos. O produto registrou incremento nas vendas da ordem de 47,2%, ao captar prêmios de R$ 636,4 milhões. Na área do turismo, particularmente com destino ao exterior, os dados da Susep indicam que o brasileiro está viajando bem mais, com o seguro turístico na bagagem. Até maio, as seguradoras praticamente dobraram as vendas do produto. A alta foi de 90,9%, para R$ 11,4 milhões, pagos para garantir a saúde e a vida, além de obter uma vasta gama de serviços de assistência à viagem.MORADIA. Outro produto que reflete o aumento do consumo e que apontou crescimento expressivo nos cinco primeiros meses do ano foi o de residência, adquirido para protegêla, entre outros riscos, de incêndio, vendaval e enchente, além de serviços de assistência à moradia. O produto faturou R$ 480,4 milhões, registrando elevação de 16,4%. Na ponta da compra do imóvel, os números da Susep mostram que o seguro habitacional (fora do Sistema Financeiro da Habitação SFH) também avançou: 17,2%, para R$ 415,9 milhões. Na mesma linha do aumento do consumo, o seguro de automóvel é mais um produto que apresentou alta expressiva da janeiro a maio. No embalo do crescimento da indústria automobilística brasileira, a carteira de veículos das seguradoras evoluiu 17,4%, ao faturar R$ 7,540 bilhões, valor que inclui a compra da cobertura de responsabilidade civil facultativa. No segmento de pessoas, que reflete, mesmo que parcialmente, a entrada do produto nas classes menos favorecidas, o destaque foi o crescimento de 31,5% dos planos de vida individual, para R$ 429,7 milhões, e dos planos de acidentes pessoais coletivos, com alta de 20,3%, para R$ 987,5 milhões. Os dois seguros totalizaram 30% da carteira de vida e acidentes pessoais do mercado.Fontes : Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

Refis: prazo para corretores de seguros encerra

A Receita Federal prorrogou o prazo para que os contribuintes – incluindo os corretores de seguros, pessoas físicas ou jurídicas - que optaram por aderir ao Programa Refis possam se manifestar sobre o interesse ou não de incluir a totalidade dos débitos tributários no parcelamento do chamado Novo Refis (Refis da Crise). O prazo inicial encerrou dia 30 de junho. Agora, é possível fazer a opção até 30 de julho. Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, julho 14, 2010

Seguro para a terceira idade, segundo o Sincor RO AC

Uma seguradora em parceria com um banco desenvolveu um produto para a terceira idade: proteção melhor idade. Trata-se de um seguro de acidentes pessoais para o público entre 50 e 79 anos. As coberturas ' incluem fraturas e queimaduras, proteção financeira para os beneficiários em caso de morte acidental em transporte coletivo, morte acidental por acidente de transito e cesta básica. "Este produto incorpora demandas da população mais madura com coberturas inexistentes no mercado até o momento. Através de estudos e pesquisas com clientes, o produto foi modelado para atender o público da terceira idade, com foco nos beneficiários do INSS que recebem a aposentadoria através do banco. Inicialmente vendido com três opções de planos,o preço se adapta a qualquer bolso, pois o valor do seguro não varia de acordo com a idade do segurado", afirma a área de produtos vida. Atender as necessidades dos clientes foi o direcionador na elaboração deste produto. Buscou-se incluir diferenciais nos seguros, aproveitando a experiência da seguradora na elaboração de soluções voltadas para nichos de consumo".Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

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segunda-feira, julho 12, 2010

Segurobrás

A sanha estatista do governo aparentemente não chegou ao fim: está prontinha para ser enviada ao Congresso uma MP que cria a Empresa Brasileira de Seguros (EBS), uma estatal que explorará "operações de seguros em quaisquer modalidades ou formas". O governo venderá a ideia de que a Segurobrás será necessária para que as obras do PAC caminhem. O mercado segurador está de cabelo em pé. Promete tentar resistir, mas acha que o trator do governo vai passar por cima de todos os apelos racionais. Fontes: Sincor RO AC e Ronseg, corretora de seguros.

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Sudáfrica 2010 se despide!


sábado, julho 10, 2010

A nova cara da corretagem de seguros

O papel do corretor de seguros será cada vez mais central na economia do País .Nada mais justifica sustentar a imagem do corretor como um simples intermediador na comercialização de seguros. E quem se adequar primeiro já sai na frente, ganhando terreno. O mesmo mercado de seguros que trabalha para oferecer excelentes produtos e preços competitivos, ultimamente tem dado sinais claros de que também deseja manter um relacionamento mais sólido com seu canal de corretagem. A corretagem de seguros movimenta R$ 600 milhões de reais por ano, o que representa 3% do PIB do País. O mercado pretende expandir essa participação, até 2012, elevando este percentual para 7%. Por isso, o que está em jogo agora não é apenas a capacidade de negociação com o cliente. O corretor deverá ser o protagonista de um projeto maior, o que o fará ser um gerente de riscos. "Hoje, os clientes já esperam que o corretor tenha este perfil. Desejam um profundo conhecedor da atividade do segurado, estudando, analisando, identificando e sugerindo a proteção adequada às situações de perigo que sejam passíveis de coberturas", analisa. O corretor atua, em grande parte, em regiões urbanas, de alta concentração populacional e igualmente importantes reconomicamente para o País. E é diante desse quadro crônico de falta de tempo, do "deixar para depois" tão presente nas grandes cidades que o profissional de corretagem procura se afirmar como alguém que não oferece algo que irá dar ainda mais trabalho à vida do segurado. A essência do seguro reside justamente na resolução de futuros problemas de quem o contrata, e para que o corretor se encaixe nessa filosofia é necessário que ele tenha cada vez mais capacitação e disciplina. Fontes : Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.

VGBL sustenta crescimento do mercado, diz Geraldo Ramos

O VGBL, produto que tem muitas características de um investimento financeiro, continua sendo o destaque do mercado de seguros, admitiu o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/ AC Geraldo Ramos. Segundo ele, no acumulado de janeiro a maio, de acordo com dados da Susep, esse produto apresentou incremento de 30,8% em relação aos cinco primeiros meses de 2009. A receita apurada na carteira – R$ 13,3 bilhões – correspondeu a 39% do faturamento global do setor acumulado até maio.