segunda-feira, novembro 29, 2010

Seguro residencial cresce 24 por cento, destaca Geraldo Ramos

O segmento do seguro residencial comemora alta de 24% neste ano e confia num desempenho futuro ainda melhor, em função, principalmente, das vendas combinadas com seguros de autos, e da inclusão dos serviços de assistência residencial nas apólices. Com expansão de 63 % na comparação com o ano passado, a Bradesco Auto\/RE, um dos principais segmentos do grupo Bradesco Seguros, lidera esse movimento. No ano passado eram 800 mil casas seguradas, que este ano saltaram para 1,4 milhão. A  receita, de acordo com Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC e diretor da Fenacor é investir  na capacitação dos corretores e facilitar a contratação, com vendas combinadas que dão direito a desconto para quem faz um seguro do carro e da casa", revela. "O mercado residencial tem um potencial imenso e praticamente inexplorado. É a principal aposta do mercado, atualmente", comemora. A falta de interesse por esse tipo de seguro (apenas 12% num universo de mais de 50 milhões de imóveis) é uma questão cultural, que só mudará no longo prazo. "Na Europa e nos Estados Unidos a preocupação maior é com a proteção da família. Gastam mais com seguro de vida e residência. Aqui, a pessoa não sai da concessionária sem fazer um seguro para o carro, mas o filho sai da maternidade sem seguro de vida ou previdência", compara. O gasto anual para garantir uma indenização de até R$ 200 mil em caso de incêndios ou raios para uma casa avaliada em cerca de R$ 300 mil fica em torno de R$ 300. "As pessoas imaginam que o gasto com o seguro residencial é proporcional ao do carro e acham que não terão condições de arcar com esse gasto", justifica Geraldo Ramos.






quarta-feira, novembro 24, 2010

Seguro cobre acidentes em viagens

A Ace Seguradora está lançando um produto de acidentes pessoais específico para passageiros de transporte aéreo. O novo seguro oferece, além de importâncias seguradas significativas, recursos ainda inéditos como a capacidade de ser facilmente adquirido por via eletrônica e a possibilidade de contratação mensal ou anual. O novo produto, denominado Viagem Classe A, oferece coberturas para morte acidental e invalidez permanente decorrentes de acidentes aéreos, com valores de indenização nas opções de R$ 500 mil e R$ 1 milhão. Ele é destinado a viajantes frequentes. Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, novembro 23, 2010

Segurança de estudantes

Para oferecer mais segurança e tranquilidade a estudantes, uma seguradora lançou o seguro Acidentes Pessoais Coletivos Escolar, voltado às instituições de ensino. "Entre as obrigações de uma instituição de ensino, estão o cuidado e a segurança de seus estudantes em ocorrências como acidentes", explica a Vida e Previdência da Porto Seguro. Fontes: Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC. 

sábado, novembro 20, 2010

sexta-feira, novembro 19, 2010

Renda de toda vida

A escolha de um plano de previdência deve ser feita com cuidado e planejamento para que as contribuições a serem pagas sejam suficientes para atingir as metas da aposentadoria. Quem poupa, tem. Ter um plano de previdência privada está deixando de ser um luxo. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros. 



quinta-feira, novembro 18, 2010

Projeto de seguro será votado, diz Geraldo Ramos

O projeto que cria o seguro obrigatório por danos materiais causados a terceiros em acidentes no trânsito já está pronto para ser votado em Plenário da Câmara, disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Elaborado por um deputado do (PT-PR), a proposta estipula ainda um limite de R$ 10 mil para a cobertura de acidentes. A medida servirá como um complemento do Dpvat (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre). Ronseg, corretora de seguros.

sexta-feira, outubro 22, 2010

domingo, setembro 26, 2010

Lula e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos

                                                                         Brasília - DF

sexta-feira, agosto 27, 2010

sexta-feira, agosto 13, 2010

segunda-feira, agosto 09, 2010

Lula diz que cúpula do Mercosul foi a mais produtiva em 8 anos

Rio, 9 ago (EFE).- O presidente Lula classificou hoje a cúpula do Mercosul realizada na semana passada na Argentina como a mais produtiva em oito anos e destacou os avanços conquistados nas reuniões com os presidentes da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, e Venezuela, Hugo Chávez. Lula aproveitou a edição de hoje de seu programa semanal de rádio "Café com o Presidente" para fazer um balanço da agenda internacional da última semana, que incluiu a cúpula do Mercosul na segunda-feira na cidade argentina de San Juan, um encontro com Cristina nesse mesmo dia, uma visita a Caracas na sexta-feira e a posse do novo presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos. "Posso dizer que foi, possivelmente, uma das melhores cúpulas das quais já participei em toda a história do Mercosul", afirmou o líder brasileiro ao referir-se à reunião dos governantes do bloco na segunda-feira passada. "Como foi a reunião mais produtiva nos oito anos em que participo das cúpulas do Mercosul me dá a impressão de que, pela primeira vez, todos tivemos a consciência da real importância de fortalecer o Mercosul", acrescentou. Após seis anos de negociações, Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, os membros plenos do bloco, alcançaram nesta cúpula um acordo definitivo sobre pontos chaves do código aduaneiro comum, além de concordar com o livre comércio com o Egito. As nações resolveram antigas disputas sobre a distribuição da renda aduaneira, assim como a dupla cobrança da Tarifa Externa Comum (TEC) "O fim desta tarifa abre espaço para que consolidemos a união aduaneira, prevista desde 1994", afirmou Lula. "O outro passo para que possamos implementar finalmente a união aduaneira foi a aprovação do código aduaneiro do Mercosul. Estas duas medidas vão ser muito importantes para melhorar o comércio regional", acrescentou. O governante destacou a aprovação durante a cúpula de créditos por US$ 795 milhões para nove projetos de desenvolvimento regional que beneficiarão Paraguai e Uruguai. Sobre a reunião com a presidente argentina, Lula destacou os esforços para pôr em prática conjuntamente projetos e propostas de cooperação para "o uso pacífico da energia nuclear". Acrescentou que um desses esforços é o desenvolvimento conjunto de um reator nuclear multiuso para pesquisas, "que vai ajudar no tratamento de muitas doenças, para atender pacientes no Brasil, Argentina e, possivelmente, em outros países".

Lula: Brasil tem obrigação de financiar obra no Paraguai

O presidente Lula afirmou na tarde desta segunda-feira (9), em São Paulo, que o País tem obrigação de financiar uma linha de transmissão entre a usina hidrelétrica de Itaipu e a capital do Paraguai, Assunção. Segundo o presidente, esta seria uma forma de convencer o povo paraguaio de que o acordo que possibilitou a construção da usina, na década de 1970, é justo."Como é que você vai convencer o povo (paraguaio) de que o acordo de Itaipu é justo? Conheço empresários (brasileiros) que dizem que assim que houver energia, vão montar uma fábrica no Paraguai."Para uma plateia de empresários brasileiros, o presidente defendeu que o País invista nos países vizinhos e disse que quanto mais os sul-americanos crescerem, mais o próprio Brasil crescerá."Tem que haver um equilíbrio. Quanto maior é o país, maior sua responsabilidade", disse.

Geraldo Ramos é contrário à EBS

O diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, se manifestou contrariamente à criação da Empresa Brasileira de Seguros. Geraldo Ramos entende que o mercado de seguros tem capacidade suficiente para garantir os riscos em investimentos no Brasil, sejam através de obras públicas ou privadas e que não há razão econômica ou técnica que justifiquem a criação de uma empresa seguradora estatal para garantia de riscos. Não há espaços vazios por incapacidade ou desinteresse do setor privado. Enfatizou, ainda, que o Governo Federal não pode se transformar em segurador de seus próprios contratos, assumindo os riscos de seus próprios empreendimentos, por evidente conflito de interesses.Finalizando, registrou que a Fenacor e Sincor RO/AC por esforço do próprio governo Lula, recentemente quebrou o monopólio do resseguro em nosso País, atitude que deve ser louvada, pois, a partir de então, o mercado de seguros passou a ter acesso direto à capacidade global de recursos a serem garantidos. Fontes: Fenacor, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Menina afegã (Steve Mccurry)


sábado, agosto 07, 2010

Desigualdades e assimetrias: novo obstáculo à integração do Mercosul

SAN JUAN, ARGENTINA - As assimetrias entre as economias de Argentina e Brasil, as duas maiores da América do Sul, e as menores, Paraguai e Uruguai, ressurgiram como obstáculo para o aprofundamento da integração do bloco regional na cúpula do Mercosul em San Juan, oeste da Argentina. O Conselho do Mercado Comum, integrado por chanceleres e ministros da economia do bloco, apresentou nesta segunda-feira nove projetos que somam 794 milhões de dólares que beneficiam Uruguai e Paraguai, e serão submetidos à aprovação na cúpula presidencial de terça-feira. Os projetos, financiados pelo Fundo de Convergência Econômica (Focem), serão destinados principalmente a obras de infraestrutura para interconexão energética entre Paraguai e Uruguai.Esses projetos "são uma demonstração de que nosso compromisso com o processo de integração do Mercosul é real e estamos permitindo que Uruguai e Paraguai avancem em áreas importantes", disse o chanceler brasileiro, Celso Amorim. "Ainda restam decisões a serem tomadas para o aprofundamento da livre circulação de bens e serviços. Não será fácil sem uma abordagem sincera e ampla das assimetrias entre os sócios. A integração, para funcionar, tem que ser mais profunda", afirmou pouco antes o chanceler da Argentina, Héctor Timerman. No entanto, o Brasil citou a necessidade de avançar na elaboração "de um cronograma para a instrumentação plena da união alfandegária", o que implica deixar paulatinamente de lado as medidas de exceção que protegem as menores economias do bloco. "As assimetrias têm de ser respeitadas", afirmou Amorim, apesar de insistir que uma "união alfandegária plena beneficiará sobretudo países menores, que no médio e longo prazo serão os mais beneficiados". "O cronograma pode ser suave - para Uruguai e Paraguai -, mas temos que considerar que essa é uma deficiência de nosso trabalho", disse a seus colegas do bloco. Em balanço sobre a atuação no último semestre no qual a Argentina esteve a cargo da presidência pro tempore do bloco, o secretário de Relações Econômicas da chancelaria, Alfredo Chiaradía, considerou "um passo crucial" a eliminação da multiplicidade da cobrança de tarifa externa comum, outro dos pontos que essa cúpula espera discutir. "O avanço nesse tema é fundamental para melhorar o trânsito de mercadorias e resolver conflitos de longa data", disse. Também se espera conseguir neste encontro a aprovação do Código Alfandegário Comum para regular o comércio com países fora da região, do qual restam apenas fechar dois artigos sobre um total de 200 itens, o que permitirá encerrar diversos anos de discussões. Em sua relação com o mundo, o Mercosul avançou nos últimos meses nas negociações com Jordânia e com a Índia para a assinatura de convênios preferenciais de comércio. Também fechou um acordo com a Autoridade Palestina para iniciar negociações no próximo semestre com o objetivo de conseguir um acordo comercial. Por sua parte, o chanceler argentino Héctor Timerman anunciou a assinatura de um acordo de livre comércio com o Egito. (AFP).

Mercosul aprovou fim da TEC

O fim da cobrança dupla da Tarifa Externa Comum (TEC) no Mercosul foi classificado pelo ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) como grande avanço e uma das decisões mais importantes já tomadas pela entidade. A partir de janeiro de 2012, o comércio de produtos acabados – aqueles que não receberam qualquer outro componente – será tributado apenas na origem. Hoje, ele é tarifado no momento da exportação e no momento da venda no país de destino. É o que acontece no caso da exportação e venda de veículos, por exemplo.¨Esta é uma das decisões mais importantes. Era uma das propostas defendidas pelo Brasil¨, disse o ministro brasileiro ao Blog do Planalto. Segundo Amorim, a eliminação da bi-tributação será gradativa até 2019. O mais importante, disse, é que nenhum país do bloco econômico será prejudicado.
Foi aprovada também a destinação de US$ 794 milhões para nove projetos regionais, entre obras de infraestrutura, saneamento, e geração e transmissão de energia elétrica.Celso Amorim afirmou ainda que os chanceleres dos países do Mercosul, reunidos em San Juan, na Argentina, aprovaram acordo econômico com o Egito, para onde o Brasil hoje vende US$ 1,5 bilhão por ano e compra apenas US$ 30 milhões. O governo brasileiro quer assegurar maior equilíbrio nesse comércio bilateral. Os chanceleres também reconheceram, durante a reunião, a importância dos recursos hídricos na fronteira de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. O presidente Lula viajou na tarde desta segunda-feira (2/8) para o país vizinho, onde participará da XXXIX Cúmbre do Mercosul juntamente com Cristina Kirchner (Argentina), José Mujica (Uruguai), Fernando Lugo (Paraguai), Sebastian Piñera (Chile), Evo Morales (Bolívia) e Hugo Chávez (Venezuela). Após reunião do Mercosul, Lula e Cristina Kirchner se encontram numa reunião bilateral na Casa de Governo de San Juan. O ministro Amorim informou que um dos temas do encontro é o projeto de construção de dois reatores nucleares. Segundo o ministro, ¨o desenho¨ dessas usinas seria feito em comum acordo por Brasil e Argentina.

Mercosul quer acordo, compreensão e equilíbrio

San Juan (Argentina), 3 ago (EFE).- Os presidentes dos países do Mercosul disseram nesta terça-feira que buscam um acordo "compreensivo e equilibrado" com a União Europeia (UE) e apostaram em fortalecer as negociações externas do bloco."Os chefes de Estado lembraram que o objetivo do Mercosul é obter um acordo compreensivo e equilibrado que proporcione às duas regiões benefícios em termos de comércio, crescimento e emprego", diz um comunicado conjunto emitido ao final da cúpula dos presidentes do Mercosul na província argentina de San Juan.Técnicos dos blocos sul-americano e europeu retomaram as complexas negociações para um acordo de associação política e comercial no final de junho em Buenos Aires, depois de definir sua retomada em maio, em Madri, após seis anos. Os presidentes decidiram também que o Paraguai terá "tratamento diferenciado" em negociações entre o bloco e terceiros países ou grupo de nações por causa de sua "condição geográfica de país sem litoral marítimo e por seu menor grau de desenvolvimento econômico". Os governantes também pediram a continuação da implantação de "medidas concretas de apoio à Bolívia - país associado ao bloco - em vista das dificuldades econômicas e sociais, que significam a perda de mercados pela suspensão unilateral das preferências tarifárias extrarregionais". Neste sentido, os presidentes de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, estabeleceram a continuação das medidas adotadas para que esses países absorvam em 2011 até US$ 30 milhões em exportações bolivianas.Quanto à incorporação da Venezuela, defenderam "uma rápida conclusão do processo de adesão", que ainda não aconteceu devido à rejeição do Parlamento do Paraguai, de maioria opositora, à entrada do país.Os presidentes destacaram a "forte recuperação" dos países da região frente aos efeitos da crise internacional e os acordos conseguidos dentro do bloco, como a eliminação da dupla cobrança da Tarifa Externa Comum e a distribuição da renda aduaneira, assim como a aprovação do Código Alfandegário.

Brasil presidirá Mercosul

Brasília, 1 ago (Prensa Latina) O mandatário do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, viajará manhã a San Juan, Argentina, onde na terça-feira receberá a presidência interina do Mercado Comum do Sul (MERCOSUL), a qual exercerá até dezembro próximo. Na coletiva de imprensa sobre a viagem de Lula à Cúpula do MERCOSUL (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai), o porta voz da presidência brasileira, Marcelo Baumbach, afirmou que o mandatário expressará em San Juan o firme compromisso com a integração regional e o otimismo sobre as perspectivas do bloco.Recordou que os países do MERCOSUL superaram a fase aguda da crise financeira internacional e o regresso ao crescimento econômico levou a reverter medidas protecionistas e retaliações, enquanto no plano político, recentes índices apontam igualmente a uma melhoria do cenário em relação com 2009.Baumbach indicou que com o fim da presidência interina da Argentina se fecha um ciclo no bloco regional marcado pela busca da superação, mediante avanços nas áreas essenciais, da situação de impasse que prevaleceu durante o ano passado.Nesse contexto, referiu, merece destacar o trabalho para eliminar a dupla cobrança da Tarifa Externa Comum, projeto que se espera aprovar na reunião de San Juan, o qual conferirá viabilidade ao esquema e constituirá um sinal político de superação do impasse sobre o assunto."Ao apoiar a proposta, Brasil busca contribuir à obtenção de um resultado significativo na presidência argentina e assegurar plenas condições para uma agenda propositiva e renovadora na presidência interina brasileira", destacou.O Fundo de Convergência Estrutural do MERCOSUL é outra esfera na que se registram avanços importantes, os quais serão concretados na provável aprovação, pelo Conselho do Mercado Comum, de sete projetos a se executar em Paraguai e Uruguai, apontou o porta voz presidencial.Acrescentou que na presidência interina da Argentina há outros dois temas que merecem ser mencionados, o MERCOSUL Social, com a primeira reunião da Comissão de Coordenação de Ministros de Assuntos Sociais e o processo primeiramente em funcionamento do Instituto Social do MERCOSUL.Essa entidade, precisou Baumbach, deve desempenhar um importante trabalho de investigação e análise das políticas públicas destinadas a questões como o combate à pobreza e o desenvolvimento social nos estados partes.O porta voz sustentou que a presidência interina brasileira se inicia sob o signo da celebração dos 20 anos do bloco regional e portanto o tema central do período será MERCOSUL: Os próximos vinte anos.Destacou que Lula deseja colocar a capacidade propositiva da presidência brasileira a serviço de uma agenda positiva para o MERCOSUL, com fortes elementos de inovação.A respeito, adiantou que as iniciativas principais nos próximos seis meses devem incluir, entre outras, um balanço sobre o patrimônio e os rumos futuros da integração, e o esforço por aumentar a visibilidade do MERCOSUL.Também, relatou, o fortalecimento institucional do bloco, o apoio à participação social, e o fortalecimento da agenda social do MERCOSUL.

Relação mais efetiva no Mercosul

SAN JUAN — O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, ressaltou nesta segunda-feira (2) o compromisso do Brasil com o Mercosul com a integração regional, em busca do avanço nas áreas de cooperação por uma relação mais efetiva.Amorim, que chegou pouco depois do início da 39ª Reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC) do Mercosul, órgão de decisão política do bloco, ainda chamou atenção à necessidade de se ter um "cronograma" para a implementação plena da união aduaneira e a consolidação da Tarifa Externa Comum (TEC) para a importação a partir de terceiros países.O ministro acrescentou que espera ter neste segundo semestre do ano, quando o Brasil desempenhará a presidência temporária do bloco, uma definição do Código Aduaneiro do Mercosul.O chanceler defendeu ainda outro cronograma sobre um mecanismo de contratações públicas dentro do Mercosul e o avanço em protocolos relacionados ao tratamento nacional de investimentos entre países-membros do grupo. Amorim reiterou ainda que "as exclusões devem ser a exceção".Outra postura defendida pelo brasileiro é o aumento do uso das moedas locais no comércio regional, onde atualmente apenas 4% são realizados com esta modalidade.Sobre a retomada das negociações com a União Europeia (UE), por um acordo de livre comércio, o diplomata mencionou que o Mercosul fez uma "excelente" oferta e agora espera-se uma resposta.Por outro lado, destacou que as negociações externas sejam projetadas sobre outras nações em desenvolvimento, que crescem mais que as desenvolvidas.Outro ponto destacado pelo ministro foi a Copa do Mundo de 2010, cujas seleções das nações integrantes do bloco chegaram às quartas de final, como uma "torcida" comum, atitude solidária que se pode projetar "sobre todo o processo de integração regional".A 39ª Reunião do Conselho do Mercado Comum (CMC) do Mercosul, iniciada às 10h30 locais (mesmo horário de Brasília), antecede a Cúpula de presidentes dos países-membros do Mercosul e Estados Associados. Na sessão ampliada do CMC estarão presentes, além dos chanceleres, os ministros da Justiça e do Interior.Integram o bloco como membros plenos Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, além de Venezuela em processo de incorporação. Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru participam como nações associadas.Ao final da cúpula desta terça-feira, também em San Juan, a Argentina transmitirá a presidência de turno do Mercosul para o Brasil, que a ocupará até dezembro de 2010.