blog do carlos coqueiro

Política e Economia. Direto de Brasília (DF).

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Simples: Comissão aprova inclusão do corretor de seguros

Uma notícia para os corretores de seguros. A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara aprovou a inclusão da categoria no Simples, em um pacote que inclui empresas de arquitetura, agronomia, programas de computador, consultórios médicos e odontológicos, laboratórios de análises e de patologia clínica e representantes comerciais.O texto aprovado é o substitutivo do relator de um deputado do (PMDB-AP) ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 399/08, de um deputado do (PMDB-MG), que prevê a inclusão apenas das empresas prestadoras de serviços de arquitetura e de agronomia entre as beneficiárias do Supersimples. O texto amplia a abrangência do sistema. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro de vida ou seguro em vida?

Embora um número crescente de pessoas estejam descobrindo o produto e seus benefícios, o seguro de doenças graves ainda permanece um mistério para muitos. O conceito de seguro de doenças graves surgiu na África do Sul sob os auspícios do Dr. Marius Barnard. Sua experiência revelou que os sobreviventes de transplantes de coração e outros procedimentos bastante invasivos passavam por dificuldades financeiras depois de vencerem suas doenças. Os pacientes ficavam sobrecarregados de dívidas mas já não ganhavam o suficiente para quitar esses compromissos ou manter seu padrão de vida anterior. Em alguns casos, as dificuldades eram tão sérias que os anos a mais de vida levavam os pacientes à falência. O Dr. Barnard acreditava que era necessário criar um novo produto para proteger aqueles que sobreviviam a doenças graves. Desde a criação do conceito de seguro de doenças graves, o produto migrou pelo mundo e, ao mesmo tempo, sofreu modificações. O crescimento do seguro de doenças graves é atribuído a três fatores principais: (1) avanços da medicina moderna que estão aumentando o tempo de vida das pessoas e as chances de sobreviver a uma doença grave,(2) a crescente observação de incidência de doenças graves em diversas faixas etárias, e (3) o crescente reconhecimento da pressão financeira pessoal enfrentada em face ao diagnóstico de uma doença grave.O seguro de doenças graves aparentemente tem algumas propriedades em comum com outros produtos de seguro, mas seu benefício propicia uma contribuição diferenciada se comparado a outros tipos de cobertura.A antecipação por doença terminal, por exemplo, antecipa o benefício de uma apólice de seguro de vida apenas quando a doença é terminal. O plano de invalidez funcional por doença será pago se o seu cliente se incluir na definição da seguradora (com a nova regulamentação cada companhia poderá ter a sua definição de invalidez por doença funcional).A recuperação (voltar a trabalhar) pode ser uma má notícia para cobertura de Diária de Incapacidade Temporária (DIT). Normalmente os pagamentos são interrompidos quando você retorna ao trabalho. Os planos de doenças graves pagam o benefício, quer você esteja trabalhando ou não.Além disso, a cobertura de doenças graves trata dos custos indiretos da doença, custos esses não cobertos pelos principais planos de saúde tradicionais (custos de tratamentos novos ou experimentais, perda de renda enquanto a pessoa está em tratamento, despesas médicas não cobertas ou fora da rede do plano de saúde, despesas de viagem para centros de tratamento especializados e tratamentos de saúde recebidos em casa).Estes custos indiretos podem exercer forte pressão sobre a renda e poupança de uma família. Na realidade, em muitos casos em que um membro da família sofre de uma doença grave, a pressão adicional colocada sobre os membros “saudáveis” da família freqüentemente representa um peso maior do que as pessoas podem suportar.Um plano de doenças graves pode ajudar muito a aliviar esse stress financeiro. E quando há um alívio da pressão financeira, uma grande parte do stress mental também desaparece.O seguro de doenças graves foi criado com base na premissa de que a maioria dos brasileiros não possui os recursos financeiros para sobreviver sem renda durante meses (ou anos) após o aparecimento da doença (muitas famílias esgotam tudo ou grande parte do que pouparam por causa de uma doença grave).Ao mesmo tempo, a probabilidade de sobreviver a uma doença grave está aumentando. Já é fato que o número de pessoas que sobrevivem a uma doença grave é maior do que as que morrem imediatamente por causa da doença. No início do século XX, as taxas de incidência e de mortalidade relacionadas a problemas de saúde sérios eram bastante parecidas. Por exemplo, se alguém tivesse câncer, provavelmente morreria dessa enfermidade.Entretanto, no século XXI, devido ao aumento dos exames periódicos e melhores tratamentos, a taxa de incidência (ocorrência) de diversos tipos de câncer está aumentando porque a doença é descoberta num estágio inicial, mas a mortalidade tem caído pois os tratamentos mais avançados prolongam a vida.Bem, agora que você está convencido da necessidade do seguro, como convencer seus clientes e clientes potenciais? É simples. Deixe que eles convençam a si próprios. Faça uma pergunta! A forma mais fácil de fazer seu cliente concordar com a necessidade do produto é perguntar se ele conhece alguém que já teve enfarte, câncer ou derrame e sobreviveu. Todo mundo conhece alguém que passou por isso. Pergunte em seguida como ficou a vida dessa pessoa nos primeiros dois anos depois de “sobreviver”.É provável que você escute coisas como: “... A coisa ficou tão séria que tiveram que emprestar dinheiro para pagar as dívidas ou teriam que vender a casa! ...”Câncer é a principal causa dos sinistros reclamados, sendo o infarto agudo do miocárdio e o derrame as outras causas mais importantes.A mudança no mercado de trabalho também poderá causar um impacto negativo sobre a saúde das mulheres. O número crescente de mulheres que trabalham está criando novos problemas para elas, tais como aumento do stress.Os analistas do setor prevêem que as taxas de incidência de câncer se tornarão equivalentes para ambos os sexos.As doenças cardíacas também aumentaram entre as mulheres.O seguro de doenças graves é adequado para um grande número de mercados. Pesquisas indicam que o seguro de doenças graves interessa a jovens, casados ou solteiros (todas as pessoas que ainda não desenvolveram uma doença grave). Na verdade, pode-se encontrar um argumento para vender Doenças Graves para todas as faixas de renda, profissões e para cobrir diversas relações comerciais.Em resumo, os produtos de doenças graves estão em constante evolução, com coberturas mais abrangentes, mais tipos de planos, variações de taxa e outras opções. Hoje, o consumidor pode escolher uma apólice de doenças graves básica, que cobre as principais doenças graves previstas, ou uma apólice mais sofisticada voltada para atender necessidades e desejos específicos.O consumidor será o patrocinador desta nova revolução de Doenças Graves e o corretor terá acesso a novas fontes de renda. Ainda é preciso educar bastante os consumidores. Finalmente, assim como ocorre com os outros produtos de seguro de vida ou em vida, o seguro de doenças graves será vendido, não comprado. (Samy Hazan).

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Liberdade de escolha

Após a demissão da diretora-executiva da Fundação Geap, plano de saúde de funcionários federais, vem outra novidade: o Ministério do Planejamento decidiu liberar o servidor para escolher o plano de saúde que quiser. A Geap acabará assistindo apenas clientes mais idosos.

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Seguro vendido por celular

Disposta a solucionar alguns problemas identificados pelos seguradores para iniciar a venda de microsseguros, como custos operacionais elevados e risco de descontinuidade no pagamento de prêmios, uma empresa especializada no fornecimento de soluções de tecnologia às seguradoras, desenvolveu uma solução para captação e cobrança nessa modalidade. Ou seja, a partir do celular em nome do segurado, toda a operação de compra do microsseguro poderá ser realizada, por meio do envio de um simples torpedo (SMS). Ronseg,corretora de seguros (69) 3222-0742.

Domingo, Novembro 22, 2009

O que o PT deveria aprender

"Vou ser sincero: como presidente, às vezes gostaria que as informações não circulassem tão livremente, porque assim não teria de ouvir pessoas me criticando o tempo todo. Mas, como nos Estados Unidos há liberdade de informação, e eu tenho muitos críticos que falam tudo o que querem contra mim, acredito que isso faz a nossa democracia ficar mais forte e faz de mim um líder melhor, porque me obriga a ouvir opiniões que preferiria ignorar".(Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, em palestra para estudantes chineses, em Xangai.)

Dpvat inicia campanha, informa Sincor RO/AC

Com o objetivo de alertar a população sobre o benefício do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores Via Terrestre, está na televisão, rádio, internet, revistas, jornais e mídia em ônibus a nova campanha do Dpvat. O objetivo é esclarecer que a taxa obrigatória, que muitas vezes é confundida com imposto, é na verdade um seguro que em muitos casos não é usado por desconhecimento. A indenização, no caso de despesas médicas, é de até R$ 2.700 e no caso de invalidez permanente ou morte, pode chegar a R$ 13.500 por vítima. No primeiro caso, quem recebe é a própria pessoa e em situações que ocasionem óbitos, 50% do valor são destinados ao cônjuge e os outros 50% aos herdeiros da vítima. Para receber a indenização, o interessado deve procurar uma seguradora conveniada, com seus documentos. No Sincor RO/AC está a lista de documentos bem como a de seguradoras. A solicitação deve ser feita até três anos a contar da data do acidente. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Quinta-feira, Novembro 19, 2009

Mudanças no Dpvat, anuncia Sincor RO/AC

A partir de 1º de janeiro do próximo ano, as regras para o Dpvat estarão mudadas.Isso porque em outubro foi publicada, no Diário Oficial da União, a Circular 393, que altera as normas de uso do seguro, além de fixar um limite para as indenizações, anuncia o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.Uma das mudanças refere-se ao reembolso dos gastos da vítima com atendimento médico. Para obter o pagamento, a pessoa deverá apresentar prova das despesas médicas e de que elas decorrem de acidente envolvendo veículo automotor, além de registro policial da ocorrência.A circular também limita as indenizações dadas às vítimas de acidentes. No caso de morte, a família receberá R$ 13.500. Já em casos de invalidez permanente o valor máximo também é de R$ 13.500 e, para o reembolso de despesas médicas, o limite é de R$ 2.700.Esses valores já são adotados atualmente, mas, em alguns casos, ações na Justiça conseguiam aumentar esses valores. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Quarta-feira, Novembro 18, 2009

Plano de saúde não é extinto

A aposentadoria por invalidez não extingue o contrato de trabalho e, por tabela, o plano de saúde. Assim, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu recursos contra uma decisão da 5ª Turma e assegurou a continuidade do plano de saúde a um aposentado por invalidez da Aço Minas Gerais, que moveu ação trabalhista para obter o reconhecimento de acordo tácito. A alegação foi a de que sempre usufruiu do benefício, inclusive quando recebia o auxílio-doença. O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais, porém, não aceitou seu pedido de manutenção do plano assistencial, por considerar que a aposentadoria por invalidez suspenderia o contrato de trabalho. O trabalhador apelou ao TST, mas sem sucesso na 5ª Turma, que rejeitou o recurso, por entender que, durante a suspensão do contrato de trabalho, cessam as obrigações principais e acessórias do empregador, inclusive o benefício do plano de saúde. O aposentado, entretanto, interpôs embargos, alegando que o plano de saúde não poderia ter sido suprimido, mesmo estando o contrato suspenso pela aposentadoria por invalidez.

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Seguro de imóvel

O governo vai dar um prazo de 90 dias para os bancos públicos e privados que operam com crédito imobiliário comecem a oferecer às pessoas que tomam financiamento para a casa própria duas propostas diferentes de seguro. O prazo vai começar a valer depois que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar a regulamentação de um artigo da lei que criou o programa Minha Casa, Minha Vida. O CMN deve aprovar essa regulamentação até o fim deste mês. A medida visa aumentar a concorrência e reduzir os preços dos seguros. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Corretor de seguros pode ser ressarcido, segundo Sincor RO/AC

Corretor pode ser ressarcido por eletroeletrônico danificado no "apagão". De acordo com resolução da Aneel, concessionária de energia elétrica fica responsável pelo conserto de equipamentos queimados.O apagão que afetou boa parte da distribuição de energia do País na noite da terça-feira (10/11) e início da madrugada de quarta, pode ter provocado danos a produtos eletrônicos. Caso o corretor de seguros tenha tido um problema desse tipo, saiba que a responsável pelo ressarcimento é a concessionária de energia elétrica. É o que determina uma resolução publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no ínicio do ano, anunciou o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.O usuário deve informar sobre o seu problema em até 90 dias após a data da ocorrência pelos canais de atendimento oferecidos pela concessionária da região em que mora. A empresa precisará do nome do titular da fatura da conta de energia e dados sobre o dia e horário da ocorrência. Além disso, o consumidor terá que informar o modelo, marca do equipamento, número de série e ano de fabricação. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Terça-feira, Novembro 17, 2009

Procura-se!


Fenacor e Sincor RO/AC alertam para o fim do recadastramento

No próximo dia 31 de dezembro termina o prazo do recadastramento para as Corretoras de Seguros, ou seja, estamos a exatos 45 dias do final do recadastramento e somente um terço das empresas Corretoras de Seguros deu entrada em seus pedidos. Considerando que se trata de uma obrigação legal, não deixe para a última hora. A Circular Susep 383/09, segundo o Sincor RO/AC, diz que profissionais ou empresas corretoras de seguros não recadastrados estão impedidos de operar com seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada nem receberão a comissão a partir de 1º de julho de 2009 (pessoas físicas) e 1º de abril de 2010 (pessoas jurídicas). De acordo com esta mesma Circular, os corretores de seguros e as empresas corretoras de seguros deverão se recadastrar na Superintendência de Seguros Privados, através da Fenacor ou dos Sindicatos Regionais. O recadastramento pode ser feito diretamente no site www.fenacor.com.br ou nos sites de um dos Sindicatos regionais. As solicitações de recadastramento podem ser efetuadas 24 horas por dias, todos os dias da semana. Fonte: Fenacor; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Brasileiro gasta 20 por cento da renda com saúde

Apesar de o Brasil ter um Sistema Único de Saúde que pressupõe acesso universal, integral e equânime ao atendimento, 7% dos domicílios brasileiros, onde vivem cerca de 11 milhões de pessoas, já comprometem 20% ou mais do seu poder de compra com saúde. O dado é de um estudo inédito da USP que reuniu pesquisadores da Faculdade de Economia e Administração (FEA), da Faculdade de Economia de Ribeirão Preto e do câmpus da USP leste, entre outros. Medicamentos e planos e seguros saúde são, tradicionalmente, as principais despesas de saúde das famílias brasileiras. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Segunda-feira, Novembro 16, 2009

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Dpvat atrai sociedade, diz Sincor RO/AC

A sociedade está cada vez mais atenta ao Dpvat. Prova disso é que, até setembro, 13,8 mil pessoas procuraram a Susep e o Sincor para obter informações ou apresentar denúncias relacionadas a esse tipo de seguro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Sincor RO/AC alerta sobre cuidados ao contratar um seguro

O consumidor deve ler atentamente as condições gerais antes de contratar um seguro. Seja de vida, para proteção da casa, do automóvel ou qualquer outro bem, disse o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos . Isto porque as limitações e as condições para utilizá-lo não costumam ser informadas previamente - o que desrespeita o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Geralmente, as propostas contêm apenas o valor máximo de indenização, prêmio e a vigência do seguro. Porém, ao ter acesso ao contrato, antes de assiná-lo, o consumidor deve lê-lo atentamente, conferindo se todas as promessas, sejam elas de peças publicitárias ou aquelas que o corretor fez verbalmente na hora da venda, constam, de fato, claramente no documento a ser assinado. Ocorrido o sinistro, ou seja, o prejuízo ou dano causado por um incêndio, acidente, naufrágio etc, em algum bem sobre o qual se fez seguro, e esse estiver coberto pela apólice, o consumidor deve receber a indenização ou ter seu veículo reparado (caso seja seguro de automóvel) no prazo de 30 dias após a entrega de todos os documentos solicitados para tal. Portanto, cabe ao segurado entregar o mais rápido possível a documentação, pois o prazo começa a ser contado a partir do recebimento de todos os documentos pela seguradora. Caso a empresa solicite outros dados, a contagem é suspensa e só é reiniciada a partir do dia útil posterior à entrega dos faltantes. Ao ter dificuldades para receber a indenização, a saída é procurar a Justiça, como o Juizado Especial Cível.

Sábado, Novembro 14, 2009

Brasil versus Dinamarca

O grupo Editorial Ecoturismo, constituído de jornal, rádio, televisão, portal e revista, braço das ONG’s Fórum Permanente de Sustentabilidade da Amazônia e do Litoral Norte de São Paulo, está formando uma joint venture com o grupo Brazbiz, de Dorthe Serles - que também é pesquisadora da Universidade de Aalborg, na Dinamarca - visando implementar ações comerciais, turísticas, culturais, esportivas e ambientais juntando o Brasil e a Dinamarca, considerando que este país é o anfitrião da mais importante Conferência do Clima das últimas décadas patrocinada pela ONU e juntando mais de 190 chefes de Estado de todo o mundo.
 
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