quinta-feira, janeiro 31, 2008

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Dpvat poderá custear propaganda educativa

Um deputado do (PR-RJ) apresentou projeto de lei que destina para campanhas educativas sobre os direitos do cidadão no trânsito 50% dos valores não reclamados do Dpvat, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre. O projeto tramita apensado a outra proposta, de autoria de um ex-deputado e de um atual senador do (PT-RS), que extingue o Dpvat e que está pronto para análise no Plenário da Câmara. Na prática, a proposta do deputado altera o Código de Trânsito Brasileiro. Atualmente, os recursos do Dpvat têm uma série de destinações, sendo que as duas principais, que correspondem à metade da arrecadação, se dirigem ao Fundo Nacional de Saúde (FNS), que financia ações do Sistema Único de Saúde (SUS), e ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), para custear programas de prevenção de acidentes. O Dpvat é pago anualmente por todos os proprietários de veículos (incluindo motos), desde passeio até coletivos. Ele é usado para indenizar vítimas de acidentes em casos de morte e invalidez permanente, e no reembolso de despesas médicas. O prêmio só é pago se a vítima, seu dependente ou representante legal reclamá-lo junto a uma seguradora autorizada a trabalhar com o Dpvat.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Desmatamento de acordo com o Noblat

É cedo para culpar quem quer que seja, diz Lula
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que ainda não se pode culpar os produtores de soja, os criadores de gado e os assentamentos da reforma agrária pelo aumento do desmatamento da Amazônia. Antes de estabelecer as causas, afirmou o petista, é preciso investigar. (Comentário do Ricardo Noblat: Demos asas à imaginação. Se não foram produtores de soja, criadores de gado e assentamentos de reforma agrária os culpados pela aceleração da derrubada de árvores na Amazônia quem pode ter sido então? As árvores caíram sozinhas? É uma hipótese, implausível, mas é. Os poucos índios que ainda vivem naquelas bandas se rebelaram contra a floresta e saíram a dizimá-la? Descarte-se. Faltam-lhe meios para proceder com eficiência nesse caso. Choveu de mais e parte da floresta apodreceu? Não choveu além da conta. Somente um dilúvio provocaria a devastação registrada. Foi o contrário: uma seca nunca antes vista na história deste país desertificou parte da Amazônia, certo?. Não houve seca. Última hipótese: os números estão errados. O desmatamento não aumentou - pelo contrário. Esse Lula é uma graça.

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Presidente do Sincor preocupado com IOF

O aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) teve impacto sobre os negócios das corretoras de seguros, segundo avaliação do diretor da Fenacor e presidente do Sincor-RO, Geraldo Ramos. Os segurados foram os principais prejudicados com a mudança da alíquota do imposto, instituída pelo governo Lula como medida compensatória após a extinção da CPMF. A alteração estabeleceu o acréscimo de 0,38% nas tarifas dos contratos dos seguros. Contudo, Geraldo Ramos entende que os empresários estão apreensivos quanto à outra possível ampliação da taxa do IOF: não houve grande impacto no mercado com o a elevação de 0,38%, mas há uma insegurança de que o presidente determine um novo aumento deste imposto, comenta o presidente. Segundo ele, as taxas de todas as apólices sofreram aumento. A tarifa do seguro de vida e congêneres retroagiu com os anos até chegar a zero. Mas, com o aumento do IOF deixou de ser isenta e passou a ser cobrada por 0,38% mensalmente. Nas operações de seguros privados de assistência à saúde, a percentagem pulou de 2% para 2,38%. No segmento de automóveis e bens, hoje a alíquota cobrada é de 7,38% com o devido ajuste. Apesar do ônus da alteração ter recaído sobre os segurados, o executivo disse que não tem recebido muitas reclamações. Um ou outro cliente comentou sobre o acréscimo, no entanto como é uma imposição do governo federal não há muito que fazer, diz Geraldo Ramos que lamentou a elevação da carga tributária no setor, que segundo ele, já é um pesado fardo para todos os brasileiros.

terça-feira, janeiro 29, 2008

Turismo amazônico

Embora o fluxo de turistas no estado do Pará tenha crescido 6,7%, a Paratur considera que é preciso ter consciência de que ainda há muito o que fazer para para que o setor cresça ainda mais. Segundo ela, para que isso aconteça é preciso haver maior integração entre todos os setores envolvidos. A declaração foi feita ontem, durante a oficina “Consolidação do produto turístico paraense e competitividade dos mercados nacionais e internacionais”, realizada na sede da Federação da Agricultura e da Pecuária do Pará (Faepa), em Belém. Segundo a Paratur, a maior demanda de turistas no Pará é do próprio estado, mas houve um aumento de 13.34% no fluxo de turistas estrangeiros em busca do turismo de lazer, sendo que a maior concentração dessa categoria de turistas foi registrada nas regiões do Marajó, Tapajós, Belém e costa atlântica. Estudo revela que a grande demanda de turistas estrangeiros foi da França, Estados Unidos, Itália e Alemanha. A Paratur pretende traçar políticas públicas voltadas para o turismo regional, contando com a participação das entidades do Fomentur para superar desafios que até hoje precisam ser superados.

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Governador lamenta deslize do Inpe

Tranqüilidade, esta foi a reação do governador de Rondônia, Ivo Cassol, (sem partido) quanto à notícia divulgada pelo jornal “Estado de São Paulo” sobre o erro do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE) em relação ao índice de desmatamento no estado. O governador havia alertando na mídia que os números “oficiais” estavam diferentes do relatório da Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). “Pelo menos uma vez temos o reconhecimento de que houve erro. O estado deixa de ser cobaia do Governo Federal”, disse Cassol, pouco antes de entrar numa reunião da Organização dos Seringueiras de Rondônia (OSR). “Dados da Sedam comprovam que reduzimos em mais de 70% o desmatamento desde agosto de 2006”, revelou o governador. Para ele, o Inpe duplicou números em seus relatórios e, ainda, colocou áreas de cerrado como Pimenta Bueno e Machadinho do Oeste. “Acabaram vendendo uma notícia falsa para a ministra e ela na ânsia de mostrar serviço colocou Rondônia como cobaia. E toda vez que colocarem meu estado, nosso povo como cobaia vou comprar essa briga”, afirmou. Para o governador, é necessário cobrar da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, e dos setores responsáveis fiscalização nas áreas de proteção ambiental e um programa de regularização fundiária na zona rural de Porto Velho. “Há muito descontrole e derrubadas em reservas protegidas”, garantiu Cassol. “Nos meses de novembro e dezembro, a Polícia Federal, Exército, Ibama e a Polícia Florestal fizeram uma grande operação para combater o desmatamento em locais de reserva, mas é necessário fiscalização constante”, argumentou.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

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Projeto proíbe uso do CEP para preço do seguro

Está na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara projeto de lei elaborado por um deputado do (PSC-ES) que proíbe as seguradoras de utilizarem o endereço residencial do consumidor como fator de risco para efeito de cálculo e estipulação do valor do prêmio do seguro. O projeto também veda a possibilidade de as companhias de segurados se absterem da comercialização de apólice de seguro em razão do endereço residencial do consumidor. O deputado alega que a Constituição do Brasil dispõe que todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade. Na avaliação dele, esse mandamento constitucional não vem sendo observado pelas empresas seguradoras quando da comercialização de apólice de seguro de veículos: atualmente, o consumidor que manifesta a vontade de contratar os serviços de uma seguradora é obrigado a se submeter ao que ficou convencionado como o perfil do segurado, que em última análise define a base de cálculo do valor da apólice. Por sua vez o perfil do segurado é composto de informações, como por exemplo, idade, estado civil, sexo, endereço, imóvel próprio ou não, etc..., todas de natureza pessoal. Ora, se todos são iguais perante a lei, não se justifica que as seguradoras tratem os segurados de forma desigual, argumenta o parlamentar. Ele diz ainda que é inadmissível que o proprietário de um automóvel, seja penalizado, por exemplo, em razão de residir em bairro que, de acordo com as estatísticas das seguradoras, há grande incidência de roubo e furto de veículos: aliás, o segurado é punido duas vezes, visto que já é vítima da incapacidade do poder público em garantir a inviolabilidade do seu direito à segurança, este consagrado na Constituição. Ele cita ainda análise feita por advogados, segundo os quais é ilegal cobrar seguro de acordo com o perfil do cliente. O autor da proposta assinala que, embora configurada a inconstitucionalidade do perfil do segurado, o projeto propõe que apenas o endereço do consumidor não conste do seu perfil, logo não seja utilizado para efeito de cálculo do prêmio.

Triunfo vai ganhar asfalto diz Garçon

A rodovia estadual, 458, conhecida como 631, que liga a BR-364 ao distrito de Triunfo em Candeias do Jamari, será finalmente asfaltada. O processo para licitação da obra já foi enviado pelo governo na última terça feira dia 22.A informação foi repassada aos moradores do distrito pelo deputado Lindomar Garçon (PV-RO), um dos maiores incentivadores da obra. “Nunca desistir de lutar pelo asfaltamento desta rodovia”, afirma o deputado.Garçon lembra sua luta , bem como a do assessor legislativo Dinho e de demais lideranças do distrito na coleta de assinaturas para um abaixo assinado onde solicitaram ao governador Ivo Cassol, o asfaltamento da rodovia. Muitos não acreditavam que isso seria possível, mas nós não desistimos e continuamos cobrando o asfalto que agora está chegando”, comemora Dinho. Garçon cita que no momento da entrega do abaixo assinado, o governador garantiu ao deputado que em 2008 a rodovia seria asfaltada, o que se concretiza agora.

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Geraldo Ramos defende corretor de seguros com especialização

O corretor de seguros começa 2008 com novos desafios. Entre os principais estão a conquista de novos clientes, a redução de custos e a especialização. Essa reformulação se tornou necessária para compensar a redução do faturamento e também o aumento de custos causados pela reorganização das seguradoras em busca da manutenção da rentabilidade, mesmo com as taxas de juros declinantes. "Depois da reestruturação do setor nos últimos anos, os corretores que ficaram buscam a especialização ou a regionalização para garantir a rentabilidade", explica Geraldo Ramos, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros de Rondônia (Sincor-RO). Segundo Geraldo, o setor de corretores passou no último ano por uma profunda mudança, a reboque do que aconteceu com o mercado de seguros. O setor saltou da participação de 1% do Produto Interno Bruto em 1994 para os atuais 3% e as seguradoras precisaram se ajustar a um novo cenário. "O corretor de seguros não pode mais ficar em casa esperando a carteira de automóvel se renovar. Isso fez com que ele reinventasse o negócio, seja por ele mesmo ou pela sucessão dos filhos", afirma Geraldo. O consumidor virou rei; a rentabilidade passou a ter de ser conquistada e não mais uma conseqüência das altas taxas de juros; ter preços e produtos adequados ao bolso do consumidor é uma prioridade; e a competição se acirrou ainda mais. O investimento em tecnologia se tornou essencial para a redução de custos para as seguradoras. Até 2006, era comum encontrar os corretores com a calculadora na mão fazendo cálculos do contrato ou escutar o som da dura batida da máquina de escrever no preenchimento da proposta. Em 2007, ambos foram aposentados e substituídos pelo laptop. "O corretor recebe tudo eletronicamente, mas o cliente ainda faz questão de receber a apólice impressa, pessoalmente. E isso tem um custo elevado para o corretor, tanto de tempo como financeiro", diz Geraldo. Por outro lado, encontrar o cliente é uma oportunidade de criar vínculos, vital para a profissão, e ofertar outros produtos que surgiram com a evolução do mercado. O lançamento de serviços, como assistência 24 horas para a residência, carro extra, orçamentos gratuitos, descontos em lojas, entre outros, criaram uma nova demanda para o corretor, que passou a ter de administrar não só o roubo ou conserto do carro, mas todos os itens acessórios. Apesar da vantagem de ter mais apelos de venda, essa mudança trouxe um trabalho extra para o corretor e a remuneração não aumentou na mesma proporção, alega Geraldo. Essa nova realidade tirou corretores do mercado nos últimos dez anos, conta Geraldo. "Muitos tiveram que fechar suas portas e outros se associaram", diz ele. Tal queda não é verificada nos números em razão do ingresso de muitos profissionais nesse período, principalmente na área de vida e previdência, segmentos onde a presença do corretor é infinitamente menor do que na venda de seguros de automóvel. O Brasil conta com 66 mil corretores, sendo 43 mil individuais e o restante constituído como empresas. Em 2007, até setembro, receberam cerca de R$ 5,1 bilhões em comissões, segundo a Susep, para vendas de seguros de R$ 42 bilhões, em prêmios diretos. Enquanto as vendas cresceram 17% comparadas ao período anterior, as comissões cresceram 15%. As oportunidades também vieram para os profissionais de vendas. Algumas seguradoras passaram a treiná-los para vender outros produtos financeiros, como consórcios, financiamentos e até mesmo fundos de investimentos, admitiu Geraldo Ramos.

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Cassol anuncia novos investimentos

Cerca de R$ 140 milhões deverão ser investidos pelo governo Ivo Cassol , este ano, em oito novas obras de pavimentação asfáltica. A estimativa é do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), explicando que neste valor não está incluso o recurso que a administração estadual investirá em outras seis obras de asfaltamento que devem ser finalizadas neste ano. Dois projetos de asfaltamento estão prontos desde o final de 2007: da RO-205, da BR-364 ao município de Cujubim; e da RO-472, interligando as cidades de São Felipe e Parecis. Na rodovia 205 o investimento nos 76 quilômetros gira em torno de R$ 40 milhões, enquanto na RO-472 serão gastos outros R$ 25 milhões na pavimentação de 42 quilômetros. Conforme o DER, Cassol deve assinar as ordens de serviço para estas duas rodovias no final do mês de março.

domingo, janeiro 27, 2008

Geraldo Ramos destaca papel do corretor de seguros

A abertura no resseguro traz novas perspectivas para os corretores de seguros. A avaliação também é do diretor da Fenacor e presidente do Sincor-RO, Geraldo Ramos. Segundo ele, o mercado aberto enfatiza o papel desempenhado pela categoria, que está mais próxima do segurado, conhece suas necessidades e as nuances do risco: ter em mãos as informações corretas é fundamental para um bom contrato e para que o preço não fique alto, acentua. Geraldo Ramos frisa ainda que outro ponto importante é a necessidade de mudança da cultura do mercado brasileiro, especialmente no processo de renovação da apólice: não será mais possível tratar da renovação apenas na véspera do final da vigência do contrato. Os resseguradores apresentam muitas exigências, que demandam um tempo mais longo no processo de renovação. Além disso, é preciso lembrar que não há cobertura provisória no resseguro, observa. Para ele, é fundamental haver uma parceria entre corretores de seguros e de resseguros (brokers), com cada parte colaborando com o seu expertise: ninguém conhece melhor o segurado que o corretor. Já o broker tem a capacidade de manter canais abertos com as principais resseguradoras de diferentes regiões do mundo, além de longa experiência na formulação de um contrato de resseguro. Assim como no contrato de seguro, a intermediação do corretor não é obrigatório no resseguro. Mas, é sempre mais adequado contar com a experiência desse profissional, acrescenta o diretor/presidente.

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Turismo

A infra-estrutura turística do Pará, um dos calcanhares-de-aquiles para o desenvolvimento do setor, poderá receber injeção de algo em torno dos R$ 40 milhões, por meio de um empréstimo junto ao BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. Mas os recursos não deverão ficar nisto. A Companhia Paraense de Turismo (Paratur), trabalha com a hipótese de o turismo paraense contar com cerca de R$ 60 milhões.Nesta segunda-feira, durante uma oficina do Fórum Estadual de Turismo (Fomentur), que será realizada na sede da Federação da Agricultura do Pará, a Paratur vai anunciar que em 2007 houve um incremento 7% de viajantes fazendo exclusivamente turismo no Pará. Desse total, 13% foram estrangeiros. Os dados constam de uma pesquisa realizada pela Paratur com base em fichas hoteleiras. A mesma Paratur inicia em abril levantamento da infra-estrutura de recepção turística nos municípios de Altamira, Brasil Novo, Vitória do Xingu, São João do Araguaia e Colares. O inventário de oferta turística deverá estar concluído em junho.

sexta-feira, janeiro 25, 2008

CSLL não afetará corretoras de seguros

Muitos têm sido os questionamentos dos corretores de seguros e de seus contadores sobre as alterações da Contribuição sobre o Lucro Líquido – CSLL. O blog esclarece as dúvidas: a Contribuição sobre o Lucro Líquido - CSLL - foi majorada pelo Governo Federal por meio da MP 413 de, 03 de janeiro de 2008, e a referida elevação da CSLL, de 9% para 15%, afetará somente os bancos e entidades do setor financeiro, não as sociedades corretoras de seguros. Tal afirmativa tem como base o fato de que as entidades financeiras e bancos são obrigados à declaração pelo Lucro Real, enquanto as sociedades corretoras de seguros podem optar entre Lucro Presumido e Lucro Real.

Poderá acabar tributação das corretoras de seguros

A Câmara dos Deputados está analisando o Projeto de Lei 1698/07, de um deputado do PR, que permite às seguradoras deduzir as comissões de corretagem da base de cálculo do PIS e da Cofins. Segundo o parlamentar, esses valores transitam apenas temporariamente pelo caixa das seguradoras, mas terminam por compor a base de cálculo das contribuições dessas empresas. Além disso, segundo ele, as corretoras também contabilizam os valores das comissões como receitas próprias e, com isso, pagam novamente PIS e Cofins sobre eles, o que caracterizaria bitributação.

Segurado poderá escolher oficina

Já está na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara o projeto de lei elaborado por um deputado do RS, que faculta ao segurado, nos contratos de seguros de automóveis, o direito de escolha da oficina mecânica que prestará os serviços de reparos, em caso de sinistro, desde que o valor do serviço não ultrapasse o orçamento de oficina credenciada pela seguradora.O parlamentar lembra que a proposta foi originalmente apresentada por uma ex-deputada também do RS: “nos contratos de seguros de automóveis, um dos pontos de conflito entre seguradora e segurado é a escolha da oficina mecânica para a realização dos reparos no veículo sinistrado, A prática atual do mercado, ante o silêncio da legislação e da regulamentação do seguro sobre a matéria, tem sido o credenciamento de oficinas pelas seguradoras e a imposição ao segurado de uma das credenciadas para efetuar os consertos requeridos”, argumenta.Para o deputado, a sistemática atual tem dois inconvenientes: do ponto de vista das oficinas mecânicas, privilegia um pequeno número de empresas – as credenciadas -, que passam a ter a exclusividade da demanda das seguradoras, em detrimento das demais. Para o segurado, a inconveniência de ter que enviar seu veículo para uma oficina em cuja qualidade dos serviços não confia plenamente, que pode ainda ser agravada, no caso dos serviços não serem satisfatórios, com o retorno do veículo à oficina para refazê-los.Ele entende que o projeto trará efeitos positivos para o mercado de seguros: “para o usuário, a satisfação de remeter seu automóvel para uma oficina de sua confiança; para as companhias seguradoras, com a garantia de que o serviço oferecido pela oficina de escolha do cliente não tenha valor superior aos orçamentos das oficinas credenciadas, uma forma de simplificar o processo e garantir maior satisfação a sua clientela; por fim, para as oficinas locais, uma vez que qualquer delas, independentemente de credenciamento prévio, poderá ser escolhida pelo segurado para a efetivação dos reparos”, acentua o deputado.

Apólice segura e barata

Chega ao mercado o Portal Contratos Digitais, que traz técnicas modernas na área de certificação digital, com o objetivo de reduzir drasticamente a burocracia em assinatura de contratos, diminuir o trâmite de documentos, aumentar a segurança das informações com índice zero de extravio, promover o desenvolvimento sustentável e diminuir sensivelmente o consumo de recursos naturais. Uma possibilidade é o uso de apólice de seguro com certificação digital. A apólice eletrônica substitui os kits que são enviados anualmente para segurados e corretores para cada contrato fechado. A certificação digital preserva árvores ao reduzir o uso de papel nas apólices emitidas. A iniciativa também traz benefícios de segurança para todo o processo. O envio da apólice para o corretor, em formato PDF com assinatura digital, evita problemas com falsificações e extravios. Além disso, o documento eletrônico dispensa o corretor de armazenar o papel das apólices em arquivos por períodos que variam de cinco a 20 anos. Os contratos digitais ficam armazenados no data center da seguradora e podem ser baixados na hora em que for preciso.

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Novas perspectivas para o corretor de seguros

A abertura no resseguro traz novas perspectivas para os corretores de seguros. A avaliação é do diretor da Escola Nacional de Seguros Funenseg e vice-presidente da Fenacor, João Leopoldo. Segundo ele, o mercado aberto enfatiza o papel desempenhado pela categoria, que está mais próxima do segurado, conhece suas necessidades e as nuances do risco: ter em mãos as informações corretas é fundamental para um bom contrato e para que o preço não fique alto, acentua. João Leopoldo frisa ainda que outro ponto importante é a necessidade de mudança da cultura do mercado brasileiro, especialmente no processo de renovação da apólice: não será mais possível tratar da renovação apenas na véspera do final da vigência do contrato. Os resseguradores apresentam muitas exigências, que demandam um tempo mais longo no processo de renovação. Além disso, é preciso lembrar que não há cobertura provisória no resseguro, observa. Para ele, é fundamental haver uma parceria entre corretores de seguros e de resseguros (brokers), com cada parte colaborando com o seu expertise: ninguém conhece melhor o segurado que o corretor. Já o broker tem a capacidade de manter canais abertos com as principais resseguradoras de diferentes regiões do mundo, além de longa experiência na formulação de um contrato de resseguro. Assim como no contrato de seguro, a intermediação do corretor não é obrigatório no resseguro. Mas, é sempre mais adequado contar com a experiência desse profissional, concorda Geraldo Ramos, presidente do Sincor-RO e diretor da Fenacor.

Seguros: corretor tem descontos

A Vida oferece condições especiais para os corretores de seguros na contratação de seu seguro de vida. A partir de fevereiro, o "Vida Multiflex Individual" será comercializado com taxas em média 5,9% menores do que as praticadas para o público em geral.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

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Edinaldo em BSB

O secretário de Educação de Rondônia, Edinaldo Lustoza, participa hoje, aqui em Brasília (DF), de reunião do Plano de Ações Articuladas (PAR) do Ministério da Educação.

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Advogados especializados

Advocacia de defesa dos direitos dos segurados. Consulte: (61) 8186-7240/9689-0342/9501-4392.

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Microsseguro:Susep cria grupo de estudo diz Geraldo Ramos

O Brasil começa a dar os primeiros passos para regulamentar o microsseguros, disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor-RO, Geraldo Ramos. Armando Vergílio, titular da Susep, levará a proposta de criação de um grupo multilateral de estudo na reunião do CNSP, em fevereiro."Acredito que o estudo de viabilidade deverá estar concluído neste primeiro semestre, para que possamos usar o outro período do ano para implementarmos as ações e as mudanças necessárias para tornar o microsseguro uma realidade no Brasil", diz. Vergílio viajou para a China, com uma comitiva formada por lideranças do mercado brasileiro, incluindo diretores da Fenac. Lá, a comitiva participou de workshop do Banco Mundial sobre Microsseguros, realizado entre os dias 14 e 16 de janeiro. Armando Vergílio também presidiu a reunião da (Associação Internacional de Supervisores de Seguros) sobre o tema. A Susep busca agora os nomes que irão compor o grupo de trabalho multilateral, que será composto por técnicos do governo, como Susep, Banco Central e Receita Federal, e por executivos da iniciativa privada, como representantes das seguradoras, dos corretores e da Funenseg no apoio à pesquisa.

Cassol retornou do recesso


O governador de Rondônia, Ivo Cassol recebeu José Bonifácio Pinto, diretor da Odebrecht, que fez apresentação do cronograma de obras das hidrelétricas de Jirau e Santo Antonio 2008/9

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Seguros: preço caiu 15 por cento diz Geraldo Ramos

O preço do seguro dos carros despencou. Em algumas cidades, o roubo de veículos caiu 4% e ajudou a baratear as apólices. Além disso, a disputa por novos clientes está beneficiando o consumidor. Em entrevista ao blog, um empresário disse, por exemplo, que sempre confiou em alarmes e na sorte. Em 25 anos ao volante, nunca fez seguro de automóvel. Mas agora com o carro seminovo de R$ 40 mil, o pequeno empresário decidiu que chegou a hora de se proteger. Posso dormir sossegado, viajar sossegado, explicou. Outro fator fundamento são os preços mais baixos. Na média, o custo dos seguros caiu quase 15% ao longo de 2007, mas não foi o risco de dirigir nossas cidades e estradas que diminuiu. Segundo os analistas do mercado, foi a competição que aumentou e a concorrência entre as seguradoras derruba os preços. Para o Sincor-RO, o aumento das vendas de veículos zero quilômetro trouxe para o mercado um novo grupo de consumidores de seguros: proprietários preocupados em proteger o novo patrimônio. Além disso, quem tem carro novo cuidar melhor e diminui os riscos de roubo. Os clientes recém-chegados acirraram a disputa entre as seguradoras. Esta briga entre as empresas beneficiou o consumidor e a tendência é permanecer neste ano, acredita uma fonte do setor. Um representante de seguradora diz que as companhias podem cobrar menos porque o número de indenizações pagas diminuiu. A tecnologia dos rastreadores tem o seu papel nisso. O rastreador não elimina o roubo e o furto de carro. Ele permite que você localize muito mais rapidamente o veículo e pedindo, inclusive, que seja feita indenização, entende o diretor da Fenacor e presidente do Sincor-RO, Geraldo Ramos.

Garçon nas bases

O deputado Lindomar Garçon (PV-RO) visitou no fim-de-semana correligionários e lideranças do Baixo Madeira - Terra Caída, Cuniã, Brasileira e São Carlos. Nas comunidades, ouviu reivindicações e encaminhou soluções.

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domingo, janeiro 20, 2008

Jazz & blues

O festival Jazz & Blues reúne, em cada edição, um expressivo número de visitantes na cidade de Guaramiranga . Durante o Carnaval, a cidade do Maciço de Baturité (CE) tem os sons do batuque da folia momina substituídos por acordes mais suaves. É o Festival de Guaramiranga, que este ano chega à nona edição.

Carnaval

Eleito o “hotel do ano” e com uma das vistas mais privilegiadas da cidade, o Sofitel Rio preparou um pacote especial para o Carnaval. Com serviços de alta qualidade aliados à gastronomia do chef Roland Villard , o pacote especial para o carnaval no Sofitel Rio inclui quatro noites – 01 a 05 de fevereiro - de hospedagem com café da manhã servido no restaurante Atlantis, feijoada Sofitel no almoço de sábado – dia 02 de fevereiro -, além de brindes e ofertas surpresas.

Ronseg

Caminhões, carros e motos. Qualquer seguro. O seguro que cabe no seu bolso. Ronseg, corretora de seguros. Tel.: (69) 3222-0742.

sábado, janeiro 19, 2008

Advogados contra seguradoras

Advocacia especializada na defesa dos direitos dos segurados. Consulte: (61) 8186-7240/9689-0342/9501-4392.

Geraldo Ramos apóia Susep, Fenaseg e Fenacor

A Susep está agindo em sintonia com a Fenaseg e a Fenacor visando a coibir a prática ilegal do exercício da atividade seguradora por associações de classe e cooperativas, que estão vendendo seguros de forma irregular. As medidas têm como objetivo proteger o mercado, e, principalmente, o consumidor, pois a venda de seguros só pode ser feita, segundo o Decreto-Lei nº 73/66, por empresa com autorização legal, e fiscalizada pela Susep. A Susep já denunciou ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal 11 entidades por práticas irregulares na comercialização de seguros. Além disso, o órgão regulador estuda a possibilidade de promover denúncias contra outras 15 entidades do gênero. Somente a Fenaseg já enviou 16 denúncias e a Fenacor e os Sindicatos formularam outras 23. Após uma minuciosa análise, em processo administrativo, a autarquia caracterizou a irregularidade e optou, além da aplicação de penalidades, pela denúncia destas entidades aos órgãos competentes. Paralelamente, a Fenaseg e a Fenacor contrataram advogados especializados na área criminal, para examinar o assunto e listar as medidas cabíveis, incluindo, se for o caso, denúncia ao Ministério Público Federal com pedido de abertura de inquérito contra os gestores destas entidades, admitiu o presidente do Sincor-RO e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos.

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quinta-feira, janeiro 17, 2008

Turismo

O governo federal e setor privado fazem projeções otimistas para o Turismo no Brasil este ano considerando o cenário positivo da economia em nosso País. A ascensão depende diretamente de mais investimentos na infra-estrutura das malhas aérea e viária brasileiras, segundo os representantes de 11 entidades e empresas do setor. A Gol investtiu R$ 7 bilhões com a compra da Varig.A TAM programou a aquisição de novos aviões. "Isto significa acreditar no Brasil e no nosso negócio". Os hotéis não vêm conseguindo desfrutar da desvalorização do dólar. A Abav nacional, anunciou crescimento de 18% do Turismo no Brasil em 2007 e espera que "os anos de 2008 e 2009 cresçam ainda mais que o que vimos desde 2005".

terça-feira, janeiro 15, 2008

Cassol adia filiação

O governador de Rondônia, Ivo Cassol, decidiu adiar sua filiação ao PTB. Afastado do PPS desde o fim de 2006 quando apoiou a reeleição do presidente Lula, ele se desfiliou do partido em agosto e não corre o risco de perder o mandato por infidelidade.Cassol negocia sua ida para o PTB com o presidente da legenda, o deputado cassado Roberto Jefferson, há alguns meses. Eles estiveram juntos nesse fim de semana, no município de Cacoal, no casamento do ex-deputado Nilton Capixaba, e Cassol admitiu que deixará a filiação para depois das eleições municipais.

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Dívida do Beron: Cassol no STF


O governador de Rondônia, Ivo Cassol, ajuizou ação cautelar inominada questionando o desconto da dívida do extinto Beron. Foto:Cláudio Correa

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Renovação e Ação


O atual presidente da Câmara de Turismo do Rio Grande do Sul, jornalista Wilson Muller, é candidato à reeleição da entidade para o biênio 2008/9. A eleição do operoso profissional de Imprensa, acontecerá em Porto Alegre, no próximo dia 29

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Estado ingressa com ação no STF


O governador Ivo Cassol protocola amanhã (15) em Brasília, no Supremo Tribunal Federal, ação cautelar inominada contra o desconto da dívida do extinto Beron

domingo, janeiro 13, 2008

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Seguros

Gol e Sul América firmaram parceria. Seguro de viagem embutido no preço da passagem.

Passagens grátis

Em comemoração ao aniversário de Macapá (AP), a Gol Transportes Aéreos vai oferecer passagens grátis para alguns trechos de viagens que tenham a cidade como destino. A promoção “Você Faz a Festa” celebra os 250 anos da capital do estado, que acontece no dia 04 de fevereiro, com tarifas promocionais para vôos realizados nesta data e no dia anterior (3 de fevereiro). As localidades que participarão da promoção são: Belém (PA), Marabá (PA), Rio (RJ), Brasília (DF), Fortaleza (CE) e São Luiz (MA). As passagens com preços promocionais estarão disponíveis até o dia 22, nas compras realizadas pelo site (www.voegol.com.br). A tarifa é válida apenas para viagens de ida e volta com permanência mínima de duas noites e máxima de dez e deve ser combinada com uma tarifa, que não seja zero.

sábado, janeiro 12, 2008