quarta-feira, junho 30, 2010

El festejo en Paraguay!


Charge


Lugo festeja vitória paraguaia. Foto Reuters.


terça-feira, junho 29, 2010

Sincor RO/AC: Previdência aberta cresce 34 por cento

O mercado de previdência privada aberta teve captação de R$ 3,6 bilhões em abril, receita 34,61% a mais que a totalizada no mesmo mês do ano anterior, quando o volume de depósitos no sistema foi de R$ 2,7 bilhões. Novamente, o VGBL – produto indicado para quem não declara imposto de renda ou o faz pelo formulário simplificado – liderou o mercado, ao apresentar captação de R$ 2,9 bilhões no mês, uma expansão de 34,36% em comparação aos R$ 2,2 bilhões arrecadados no mesmo período de 2009. O VGBL é um seguro de vida com caráter previdenciário por possuir cobertura por sobrevivência. O PGBL – produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda – por sua vez obteve arrecadação de R$ 430,8 milhões no período, alta de 87,79% na comparação com o mesmo mês de 2009 quando a captação foi de R$ 229,3 milhões. Os chamados Planos Tradicionais — que garantem atualização monetária, taxa de juros mais até 6% ao ano — apresentaram queda de 7,13% no período com captação de R$ 259,4 bilhões. Os demais produtos de previdência (FAPI, PRGP e VGRP) responderam pela arrecadação de R$ 1,1 milhão, queda de 14,49% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quanto foi captado R$ 1,3 milhão. Os dados são da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que reúne 65 seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no País.Os dados da Fenaprevi informam que há 11,4 milhões de contratos de planos previdenciários. Atualmente, cerca de 102 mil pessoas são beneficiadas pelas coberturas de pecúlio, pensão e aposentadoria. Fontes: Fenaprevi; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Leones guaraníes, rugieron fuerte en Pretoria!


Pare de sufrir. Paraguay está en quartos de final!

Paraguay corazón guerrero.

Urubu pode virar tucano! Ziraldo.



segunda-feira, junho 28, 2010

Sincor RO/AC realiza curso em Porto Velho

O Sincor RO/AC realizará, em Porto Velho, a partir do dia 05, segunda-feira, o curso de Habilitação para Corretores de Seguros - Funenseg. Novas informações: 69-3229-7129 e-mail: sincorro@fenacor.com.br. Iniciativa do presidente do Sincor e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, e diretoria.

quinta-feira, junho 24, 2010

Seguradora não pode obrigar cliente a usar apenas oficinas credenciadas

Ao contratar um seguro para o seu automóvel, o consumidor tem acesso a uma lista de oficinas e de profissionais credenciados pela seguradora que podem atendê-lo em caso de problema com o bem protegido. Isso, contudo, não impede que ele opte por um estabelecimento não cadastrado pela empresa, mas de sua confiança, para a realização do serviço sem necessidade de arcar com qualquer custo. Esse direito é garantido pela Circular nº 269/2004 da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que em seu artigo 14 determina a previsão contratual da livre escolha de oficinas pelos segurados para recuperação de veículos sinistrados."Muitos consumidores desconhecem esse direito. Apesar da exigência da Susep, essa obrigação não aparece de forma clara nos contratos. No item "Condições Gerais" dos acordos, as seguradoras se comprometem a indenizar o segurado, mas não diz de que forma isso será feito, de maneira que acabam sempre beneficiando o lado mais forte, que é o da própria empresa", diz o corretor de seguros Flávio Ribeiro.A Susep reforça que a seguradora não pode obrigar o cliente a utilizar as oficinas credenciadas, que devem servir apenas como um guia de orientação. O consumidor tem direito a escolher o estabelecimento de sua preferência, desde que o valor do conserto não ultrapasse a importância segurada. No entanto, a superintendência entende que a rede referenciada traz mais segurança ao beneficiário porque a seguradora é responsável pela qualidade do serviço prestado. Quando o segurado prefere levar o carro a uma oficina de sua confiança, assume o risco pela escolha. Antes de retirar o veículo da loja responsável pelo serviço, a Susep orienta o cliente a confirmar as condições do automóvel e se o bem foi devidamente reparado.Mas a legislação vigente ainda é insuficiente para resguardar integralmente os segurados de custos com oficinas, especialmente quando se trata da cobertura de danos materiais a terceiro - daquele que que teve o carro atingido por motorista possuidor de seguro. Embora a maioria dos contratos de seguro tenha a previsão de cobertura por responsabilidade civil, as regulamentações da Susep não trazem qualquer norma que resguarde o terceiro e garanta ao cliente a tranquilidade de que não terá de custear os danos materiais, por exemplo."O entendimento é de que a relação de consumo ocorre somente entre a seguradora e seu cliente. Portanto, os terceiros não podem usufruir dos direitos estabelecidos para os segurados, como por exemplo a livre escolha da oficina ou até mesmo a possibilidade de levar o carro a uma concessionária. No entanto, essa falta de normas mais rígidas para o cumprimento da cobertura por responsabilidade civil acaba por fragilizar o próprio segurado. Afinal, quando o terceiro não é atendido a contento, ele entra com uma ação contra o motorista que provocou o dano, ou seja, o consumidor que contratou seguro com cobertura para terceiros", explica o Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo (Ibedec).O analista de sistemas Juarez Romano Júnior, 38 anos, quase teve de recorrer à Justiça. Após ter seu C4 Pallas atingido por uma segurada da Caixa Seguros, tentou dar entrada no pedido de sinistro de terceiros na empresa. "Como meu veículo está dentro do prazo de garantia de fábrica, pedi que o conserto fosse em uma concessionária da marca. Caso contrário, perderia minha garantia. Após análise do meu caso, fui informado de que somente poderia levar meu carro para uma oficina multimarcas porque não havia nenhuma concessionária do referido fabricante na lista de oficinas conveniadas. Alertei sobre o risco de perda da garantia e a atendente se limitou a dizer que infelizmente não poderia fazer nada. Sinto-me lesado porque tenho a consciência do valor para terceiros em uma proposta de seguros, algo em torno de R$ 30 mil e R$ 40 mil, mas também porque corro o risco de perder a garantia do meu veículo porque a Caixa Seguros pretende economizar", desabafa Juarez.Após ser procurada, a Caixa Seguros informou que "o caso estava em análise e que a empresa entrou em contato com o senhor Juarez para autorizá-lo a levar seu veículo para a concessionária de sua escolha". Em caso de não acordo entre terceiro e seguradora, o prejudicado deve acionar o motorista que provocou o acidente. "O motorista, por sua vez, deverá se defender chamando a seguradora no processo e denunciando-a como responsável. Caso o juiz negue o pedido e ele perca a ação, deve entrar com uma ação regressiva contra a companhia seguradora para que ela assuma os prejuízos", explica. A Susep deve penalizar a seguradora que cause dano ao segurado decorrente da má prestação de serviço a um terceiro. Sugere-se um projeto de Lei que obrigue as seguradoras a ofertar aos terceiros a mesma lista referenciada sugerida aos clientes.Este seguro garante reembolso de quantias a que o segurado pode ser responsabilizado civilmente em caso de danos involuntários (sinistro), corporais e/ou materiais, causados a terceiros, desde que os riscos sejam contemplados no contrato e ocorridos durante a vigência da apólice. As quantias máximas cobertas são previstas no contrato do seguro. Fonte: Correio Braziliense.

Todos os tempos

O governo do Estado de Rondônia lançou pacote de obras de mais de 1 bilhão de reais, o maior de todos os tempos. Por outro lado, no âmbito do sistema prisional, após rebeliões e mortes no Urso Branco, em Porto Velho, em 2002 e 2004, a realidade mudou. Investimentos passaram para 210 milhões de reais. Abertas 2,2 mil vagas. Único presídio do Norte que tem equipe de saúde e transparência de ações.

San Juan Ára llega a Asunción (PY) con sus juegos y delicias típicas



Foto Ultimahora.com

quarta-feira, junho 23, 2010

Consumidores recorreram à Susep, adianta Sincor RO/AC

Exatos 10.398 consumidores recorreram à Superintendência de Seguros Privados (Susep) para reclamar ou fazer consultas sobre as diversas modalidades de seguros no primeiro quadrimestre do ano.O movimento foi 6,5% inferior ao contabilizado de janeiro a abril de 2009. Na previdência complementar aberta, houve alta de 4%, com 543 atendimentos. O mesmo foi verificado na área de títulos de capitalização, cuja procura pelos serviços da autarquia subiu 4,7%, para 134 casos. Já sobre as corretoras de seguros, houve queda de 9%, com 454 ocorrências.No segmento de seguros, a preocupação dos consumidores voltou-se mais para a carteira de automóvel, contra a qual as reclamações cresceram 28,3% nos primeiros quatro meses do ano, para 1.888 registros, 18,2% do total. Em 2009, a participação fora de 13,2% de janeiro a abril. Sobre o seguro obrigatório de veículos (Dpvat), sempre o mais visado, a situação foi inversa. Entre os períodos comparados, a pressão diminuiu10,2%, com o número de consumidores passando de 6.532 (58,7% do total) para 5.865 (56,4% do total). No ramo vida, o recuo foi ainda maior, de 14,7%, para 1.066 atendimentos.A Susep mostra números declinantes também nos golpes contra o seguro. A queda foi de 23,6%, de 601 denúncias no primeiro quadrimestre de 2009 para 459 comunicados em igual período deste ano.As áreas em que os golpistas mais agem são a dos seguros de vida e a dos planos de previdência privada, tendo como vítimas preferenciais pessoas idosas.O telefone continua sendo o meio mais utilizado pelo público para reclamar junto à Susep, embora tenha apresentado queda substancial de 19,5%, no primeiro quadrimestre. Foram 3 mil atendimentos a menos, com o universo caindo para 11.505 consumidores.A internet também foi menos usada, com queda de 18,4%. A ida (física) às dependências do órgão caiu igualmente, no patamar de 20%. Já a carta como meio de comunicação foi a que registrou maior queda, de 56,2%. Fontes: Susep; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Geraldo Ramos prestigia Sincor AM/RR

Sincor AM/RR comemorou 21 anos de fundação em três momentos distintos. Em três dias de atividades o Sindicato dos Corretores de Seguros dos Estados do Amazonas e Roraima desenvolveu atividades em prol e com os profissionais do seguro de Manaus e Região Norte. No dia 18/06/2010 dentro do projeto de desenvolvimento cultural e profissional da categoria, em parceria com a Funenseg foi ministrada a palestra “Certificação Digital” pelo vice-presidente da Fenacor, Paulo Thomaz, que contou com uma platéia de cerca de 100 inscritos. No sábado (19) a Presidencia do Sindicato brindou os convidados ilustres durante o dia com um passeio fluvial sobre o Rio Negro, onde puderam observar uma das 7 Maravilhas da Natureza, fenômeno conhecido como “Encontro das Águas” e à noite estiveram presentes no “Camarote do Seguro” para assistirem a apresentação do Boi Bumba Garantido, em preparativos para o internacionalmente conhecido Festival Folclórico de Parintins, realizado todos os anos em plena selva Amazônica. Os festejos culminaram com a monção solene do 21º aniversário do Sindicato seguida de confraternização e acompanhamento do jogo da seleção Brasileira x Costa do Marfim, em ambiente agradável regado a música e almoço/churrasco e comparecimento de 200 pessoas. Destacaram-se as presenças ilustres, não só dos gestores locais das companhias seguradoras e prestadoras de serviços que deram apoio aos eventos: Bradesco Auto/RE, Bradesco Saúde, Bradesco Vida e Previdência, Capemisa, Centauro, HDI, Mapfre, Mongeral, Porto Seguro, SulAmérica e Tokio Marine, como Alpha e Linces Vistoriadoras mais também, dos convidados: Paulo Thomaz (Presidente Sincor PA – vice presidente nacional Fenacor), GERALDO RAMOS e Sônia Maria (presidente Sincor RO/AC – vice presidente Fenacor para Região Norte), Dorival Sousa e Valéria Sousa (presidente Sincor DF – vice presidente Fenacor para Região Centro Oeste), Fábio Lúcio Costa e Andréia Costa (delegado Sincor PA – diretor de eventos Fenacor), Domingos Machado e Maria das Dores Machado (vice presidente Sincor DF). Jadir R. Alves e Mara Coraci Alves (médico e amigo, companheiro do Sincor DF), como João Nobrega I. Junior e Luciene (superintendente executivo regional Norte/Centro Oeste da Bradesco Auto/RE) e Carlos Pastuszka (superintendente Amazônia da SulAmérica Seguros).

terça-feira, junho 22, 2010

Mundial Sudáfrica 2010

Argentina llega a la segunda ronda com puntaje ideal y deja fuera a Grecia. Corea del Sur classifica y Nigeria queda fuera tras empate 2-2.

Sincor RO/AC é o melhor abrigo para o corretor

O Sincor RO/AC é o melhor abrigo para o corretor de vida buscar a defesa dos seus interesses. Nesse contexto, o Sindicato vem se movimentando nas áreas jurídica, política e sindical visando a dar a esses profissionais totais condições para que possam exercer sua atividade com mais tranqüilidade, independência e dignidade. No campo político, estão sendo feitos contatos com diversos parlamentares da base governista e da oposição no intuito de viabilizar a aprovação de mudanças nas regras atuais, que atrelam a atuação do corretor de vida à boa vontade das seguradoras, o que obviamente tolhe totalmente a independência desses profissionais. Além disso, os Sindicatos estudam o formato que, do ponto de vista legal, deve ter o projeto de lei que mudará o cenário atual, favorecendo o corretor de vida. Por fim, na área sindical, os Sindicatos preparam uma série de ações para atrair os corretores de vida. Fonte: Ronseg, corretora de seguros.

Pessoas sem seguro de saúde correm maior risco de morrer mesmo no hospital

Pessoas que não possuem seguro de saúde muitas vezes têm dificuldades em obter cuidados médicos e pagar por remédios. Mas o que acontece uma vez que eles dão entrada num hospital com uma doença com risco de morte? Um novo estudo revela que, mesmo depois de sofrer ataques cardíacos ou derrames e serem admitidos em hospitais, as pessoas que não contam com seguro de saúde têm maior probabilidade de morrer do que as seguradas. Uma lacuna persistiu mesmo depois que os pesquisadores ajustaram disparidades na situação de saúde e sócio-econômica dos pacientes, entre outros fatores. Os pesquisadores analisaram mais de 150 mil altas hospitalares de pessoas em idade laboral, entre 18 e 64 anos, que foram hospitalizados por uma das três principais casas de mortes de pacientes internados: ataques cardíacos, derrame e pneumonia. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Vai ser bonita assim lá na África...



Foto Yahoo

Seguro de veículos: há diferença de preço

Segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos), no acumulado de janeiro a abril, as vendas de automóveis somaram 1,066 milhão de unidades, resultado 18% superior ao visto no mesmo período de 2009, que chegou a ser afetado pela crise financeira mundial. O volume representa mais um recorde - o melhor quadrimestre era o de 2008, com 909,2 mil veículos. Quanto mais carros novos em circulação, maior a demanda pelos seguros de automóveis. Mas diante de tantas opções que o mercado segurador oferece, qual é a mais indicada, de acordo com o perfil de cada consumidor" Que fatores ou situações podem resultar num bom ou mau negócio" Deve-se levar em consideração que o seguro de automóvel tem as mesmas coberturas e características em quase todas as seguradoras. Não há como fugir: a primeira variável a se estudar é o preço - elevado recentemente em cerca de 10% a 20% pela maioria das companhias, em virtude, entre outros fatores, do aumento das perdas decorrente das chuvas e da alta sinistralidade no início do ano. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Seguros podem custar R$ 2 a R$ 25 por mês

São seguros baratos que podem ser comprados em lojas de varejo ou em bancos. Com preços que variam de R$ 2 a R$ 25 os seguros prestamistas arcam com os financiamentos feitos por consumidores em caso de morte, invalidez ou desemprego e têm sido os principais serviços comercializados pelas corretoras. "O prestamista é o seguro mais procurado porque garante o pagamento de um compromisso". A empresa espera crescer até 30% no mercado de seguros classificados (seguros baratos e voltados ao grande público) neste ano -e o crescimento será puxado pelos prestamistas. "Essa é uma forma de o vendedor ter certeza de que o valor serà pago. O consumidor também não terá a preocupação de deixar dívidas para a família", afirmou o Sindiseg-SP (sindicato das seguradoras). Os prestamistas podem ser usados na compra de qualquer tipo de produto, como uma geladeira. No entanto, a Susep (Superintendência de Seguros privados) informa que os consumidores devem avaliar bem a situação, pois, muitas vezes, o seguro pode se tornar uma despesa a mais sem que haja necessidade. O órgão aconselha o uso do serviço apenas na compra de imóveis e de carros, que são financiamentos mais caros. Em qualquer situação, o seguro não pode ser imposto ao consumidor como condição para a compra. As empresas, nesse caso, devem quitar integralmente as dívidas sem levar em consideração quantas parcelas do seguro foram pagas. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, junho 21, 2010

Seguradoras apostam em setor de baixa renda. Empresas oferecem planos a partir de R$3,30, diz diretor da Fenacor, Geraldo Ramos.

O crescimento da classe C no Brasil fez as seguradoras criarem produtos direcionados para essa faixa de renda. Atualmente, é possível, por exemplo, contratar um seguro de vida pagando R$ 3,50 mensais. "As pessoas mudaram de vida, e uma forma de preservar o que essa classe adquiriu é fazer um seguro de vida", a Vida e Previdência da Porto Seguro. Em 2009, a classe C chegou a 49% da população brasileira, ou 92,85 milhões de pessoas, de acordo com dados da Cetelem, financeira do grupo francês BNP Paribas. A renda média da classe ficou em R$ 1.276. Com seguros de vida voltados para essa faixa, e também para as classes D e E, a Bradesco Seguros já tem hoje 1,17 milhão de apólices adquiridas em três planos, segundo a Bradesco Vida e Previdência. O mais barato deles, o Primeira Proteção, custa R$ 3,50 mensais. Atualmente, está presente nas principais periferias do país. O valor segurado é de R$ 20 mil e cobre apenas mortes acidentais para pessoas entre 20 e 50 anos. "Com o aumento da expectativa de vida no país, a maioria das pessoas nessa faixa de idade não procura cobertura para morte natural", diz .O plano tem quase 200 mil apólices vendidas e média de contratação diária de 40 unidades por agência do banco. Na Porto Seguro, pessoas de até 35 anos podem contratar por R$ 4 mensais o plano Vida Mais Simples, que paga um capital de R$ 10 mil em caso de morte natural e o dobro disso em acidentes fatais. O contrato prevê também cobertura por invalidez total ou parcial por acidente. O custo sobe conforme a faixa etária do segurado e a opção de capital, que pode chegar a R$ 50 mil, mas não passa dos R$ 10 por mês. O plano ainda inclui assistência funeral individual, com valor de até R$ 3.000, que pode ser estendida para toda a família com custo adicional de R$ 2,73. Há uma preocupação grande entre as pessoas de baixa renda com os gastos com serviços funerários que a família pode ter em caso de morte. A SulAmérica, por sua vez, oferece seguros residenciais a partir de R$ 40 por ano, ou R$ 3,30 ao mês. Para atrair ainda mais os clientes, a maioria desses planos oferece também a participação em sorteios mensais de até R$ 20 mil. Microsseguros. Um projeto de lei que está aguardando votação no Congresso regulamenta a instituição do chamado microsseguro no país, voltado para as classes mais baixas e com custo de até R$ 10 mensais. O texto prevê benefícios fiscais para as empresas que oferecerem os produtos, mas foi travado porque seu relator, um deputado do (PSC-RJ), concluiu que ele é inconstitucional. Agora, para que ele de fato seja votado, é preciso que o relator mude seu parecer ou que este seja derrubado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, onde o projeto tramita atualmente. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Lady Gaga posa com fio-dental



Foto: divulgação

O homem ri do próprio homem!


sexta-feira, junho 18, 2010

Inglaterra y Argelia empatan sin goles y no levantan cabeza



Foto Ultimahora.py

É o visual mais parecido comigo até hoje, diz Leandra Leal



Foto R7

Ministério liberou quase 1 milhão para o Flor

A Secretaria de Incentivo e Fomento a Cultura, órgão ligado ao Ministério da Cultura, liberou R$ 949 mil para a realização da 29ª Mostra de Quadrilhas e Bois-Bumbás do Flor-do-Maracujá, arraial que acontece anualmente em Rondônia e é considerado um dos maiores da região Norte. A portaria de aprovação do projeto cultural foi publicado na edição de hoje, 18, do Diário Oficial da União, disse o superintendente do governo de Rondônia no DF, Sandro Bergamim. O Flor-do-Maracujá será realizado este ano no espaço aberto do Cetene (Jorge Teixeira próximo à Fatec, bairro Industrial) a partir da próxima semana.

Fenacor pressiona Câmara para barrar figura do agente, garante Geraldo Ramos, diretor da Fenacor.

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) resolveu manifestar-se contra uma questão específica tratada no projeto de lei que estabelece normas gerais para os contratos de seguros privados: a da figura do agente, profissional (autônomo ou assalariado) que pode atuar na angariação de seguros, em especial do ramo vida. A posição da entidade, que defende a exclusão desse tópico do texto do projeto, foi entregue ao relator da comissão especial que analisa a matéria na Câmara Federal, deputado do (DEM-SP), e ao presidente da Frente Parlamentar Brasil com Seguros, deputado do (PSB-RS). O projeto em referência (3.555, de 2004) é de autoria de um deputado do (PT-SP). A figura do agente não é aceitável no mercado. "A proposição apenas o prevê, sem, contudo, trazer qualquer definição, deixando, dessa forma, aberta a permissibilidade de que qualquer pessoa possa ser um agente e sair vendendo seguros no mercado, cabendo apenas às seguradoras a contratação dessas pessoas", criticou o parlamentar. Seria uma temeridade que isso ocorresse, uma vez que, cada vez mais, o mercado exige pessoas com preparo, conhecimentos técnicos específicos e formação, entre outras atribuições. Da mesma posição compartilham os demais integrantes da Frente Parlamentar Brasil com Seguros, formada por 200 parlamentares. A frente entende, segundo ele, que o corretor de seguros, ao contrário do que ocorre com o agente, é o profissional registrado em órgão governamental que pratica a atividade de intermediação de seguros entre o segurado e a empresa de seguros. Na Câmara dos Deputados, o trabalho da comissão especial que examina o Projeto de Lei 3.555/2004 deve ser prorrogado por mais 30 sessões ordinárias. Requerimento nesse sentido foi apresentado por um deputado do (PMDB-RS).

Sérvia mostra raça e derruba muro alemão



Foto Yahoo

quinta-feira, junho 17, 2010

Sara Carbonero, a linda distração do goleiro espanhol, o frangueiro, Casillas


África do Sul 2010

México supera à Francia en 2x0 y se acerca a los octavos de final.

Universia 2010

El segundo encuentro de Rectores Universia – Guadalajara 2010 “Por un espacio iberoamericano del conocimiento socialmente responsable”, llevado a cabo entre los días lunes 31 de mayo y martes 1 de junio de 2010, en la ciudad de Guadalajara – México, contó con la participación de 1.200 rectores. La Ms. Kitty Gaona Franco, rectora, participó del encuentro con representantes de universidades de Paraguay. En ella se realizaron debates sobre temas de interés educativo, social y económico. Universia: es la red de colaboración universitaria más grande de Iberoamérica. Presente en 23 países de habla hispana y portuguesa, trabaja para favorecer el desarrollo de las naciones a través del apoyo a la educación superior. Mesas de debate en la que se ha participado.Internacionalización y Cooperación universitaria. La movilidad universitaria. La Actividad Docente: nuevas formas y nuevo alcance. Formación de profesores e investigadores. Además se participó en la entrega de premios de la Asociación Universitaria Iberoamericana de Postgrado (AUIP)”. Es de destacar que la rectora fue invitada junto con otros 14 Rectores (de entre los 1200 Rectores que participaron) por el Secretario de Educación del Estado de Jalisco Lic. Antonio Gloria Morales para una Cena de trabajo. En la que se expusieron distintos temas en debate: La educación superior y el conocimiento como factores de inclusión y cohesión social, Redes y asociaciones colaborativas entre países, la investigación en común, y otros temas relevantes en el ámbito de la educación superior.




Cuidado com o seguro vendido pela web, orienta o Sincor RO/AC

O seguro contratado através da Internet pode ser uma decepção e uma tremenda dor de cabeça na hora da indenização. Na hora de contratar o seguro do automóvel, em muita das vezes, a grande preocupação do proprietário é conseguir o menor preço, pesquisando através da Internet ofertas de várias companhias e caprichando no preenchimento da declaração do próprio perfil. Mas quem foge da realidade e não tem uma consultoria e assessoria por parte de um profissional corretor de seguros pode pagar caro ou ter uma tremenda dor de cabeça quando tiver que acionar o seguro. A orientação que nós, corretores de seguros, prestamos a este tipo de consumidor é para analisarem com bastante cuidado as propostas em todos os aspectos, para não se arrependerem depois. Muitos consumidores não entendem o significado do termo franquia , APP, RCF (DM) e (DC), e nem a sua aplicabilidade quando da ocorrência de um possível sinistro e poucos se importam com os seus valores, por exemplo. Outros fatores, tais como, condutor principal, condutores eventuais, se o veículo será conduzido por filhos de 18 a 24 anos, não são observados e nem respondidos com precisão por parte do futuro segurado. Aqui fica um alerta aos consumidores de seguro, o contrato de seguro correto não é o de valor mais barato, mas sim o que oferece a melhor relação entre a franquia, informações precisas no tal perfil e o custo final do seguro. Também é preciso ser sincero ao dizer que o carro não será dirigido por filhos entre 18 e 24 anos e outras perguntas, só para conseguir um bom desconto. Caso aconteça um sinistro com o veículo segurado e o seu condutor estiver nesta faixa etária, a seguradora não irá cobrir o prejuízo.Um dos principais questionamentos por parte do consumidor é qual a razão do valor do prêmio das apólices de seguros variam tanto de um dia para outro, e também, de uma seguradora para outra seguradora. Aqui vale um destaque, as seguradoras trabalham mais com os próprios índices de sinistralidade do que pela média de preço praticada pelo mercado segurador. A lógica atribuída pelas companhias seguradoras é dividir o prejuízo de um determinado modelo por todos os proprietários desse modelo que são seus clientes. Por isso, um carro pode ter um índice menor em uma companhia e maior em outra. Na média, os carros de seguro mais caro, em qualquer companhia, são os mais visados por ladrões. A orientação é a seguinte: Seguro só com Corretor de Seguros. Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC Sindicato dos Corretores de Seguros, Empresas Corretoras de Seguros, Capitalização e Previdência Privada em Rondônia. Fontes: Sincor-RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, junho 16, 2010

Uruguai golea a Sudáfrica y pone un pie en octavos


Seguros de vida ficam mais populares, segundo Sincor RO/AC

Consumidores devem ficar atentos às coberturas oferecidas nas apólices. Num mercado em expansão, em que detém 22% da fatia total, e só perde de carros - que para o seguro de carros - que responde por 35% de todas as apólices feitas no País -, a procura por seguros de vida tem aumentado nos últimos anos, principalmente por conta da popularização do serviço e da conscientização de sua importância. E bem verdade que ninguém pensa em morrer ou ficar inválido, mas se preocupar com estas questões pode garantir um período de tranquilidade para aqueles que necessitam de sua renda. Até porque, essa é a função básica do seguro de vida: dar suporte às pessoas que possam ficar desamparadas pela morte do contratante. Um bom seguro permite a seus familiares usar o valor da indenização para quitar suas dívidas (se houver) ou ter uma garantia caso você não possa mais trabalhar em caso de invalidez. Segundo a Fenaprevi, no segmento de vida, a indústria de seguros movimentou cerca de R$13,7 bilhões ern prêmios em 2009. As estatísticas da Superintendência de Seguros Privados (Susep) revelam que entre 2005 e 2009 houve aumento de 53% no valor dos prêmios arrecadados. Ou seja, o brasileiro está dando mais valor ao assunto. Estudo realizado pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) feito com as principais seguradoras do ramo aponta ao consumidor as melhores opções do mercado, que é repleto de alternativas e muda constantemente. Analisar qual a cobertura ideal é fundamental para fazer o investimento certo. As empresas Mapfre, Allianz, Caixa e Marítica oferecem, segundo a associação, as melhores opções. "Hoje somente 10 milhões de brasileiros possuem seguro de vida e, o potencial é de 40 milhões. E um produto barato, que eleva a autoestima do cidadão", explica Rossi, acrescentando que o valor da apólice é determinado pelo cliente. Deve-se levar em consideração vários aspectos ao adquirir uma apólice. Ele alerta que existem duas formas de contratar esse tipo de seguro: através de uma apólice no banco ou negociando com um corretor. "A vantagem do corretor é que ele pode fornecer várias cotações e dessa forma o cliente pode comparar vários tipos de cobertura e preços", explica. A Mapfre Seguradora explica que qualquer pessoa, basicamente, pode ter um seguro de vida. Há casos raros em que a apólice é negada. "O contrato é negado quando a pessoa possui doença em fase terminal. Mas, no geral, qualquer pessoa acima de 18 anos pode contratar uma apólice", explica acrescentando que embora mais da metade das apólices contratadas sejam feitas por homens, as mulheres ocupam uma expressiva fatia do mercado. Segundo a pesquisa, muitas seguradoras exigem de seus clientes o preenchimento de uma declaração pessoal de saúde(DPS) sobre o histórico de vida. Com base nesse documento, a empresa leva até 15 dias para analisar o risco e dizer se aceita ou não o seguro. Caso ela não aceite, deve fundamentar a recusa. Brasil lembra que o segurado pode contratar quantas apólices quiser, assim como beneficiar qualquer pessoa e o mais comum é que os cônjugues e filhos sejam os beneficiários. "É importante manter a apólice atualizada. Com a renovação é praticamente automática, é necessária atualizá-la quando nascem filhos, há divorcio ou morte de algum beneficiário", alerta. Mulheres são principais focos das seguradoras Existem dois tipos de coberturas: a básica (que geralmente cobre morte natural, morte acidental e invalide permanente por acidente) e coberturas complementares (que além do básico oferecem, por exemplo, serviço funerário). As coberturas básicas são consideradas pela Proteste como as mais importantes e devem sempre ser contratadas. A cobertura de morte do cônjuge garante o pagamento do capital segurado no próprio cliente (durante a vigência do seguro) caso seu cônjuge faleça. As coberturas de auxílio funeral (que reembolsa os gastos referentes ao funeral) ou assistência funeral (serviço complementar ao contrato de seguro) também são desejáveis. Secretária executiva aposentada, Neide de Lima, de 62 anos, possui um seguro de vida há mais de 30 anos. A apólice é encarada pela aposentada como um investimento para a filha. "O meu seguro de vida é particular, foi apenas oferecido pela empresa em que trabalhava, mas a opção era de cada funcionário. Optei por contratar a apólice como uma forma de deixar minha filha segura quando en morrer. O valor é pequeno em vista da segurança financeira que por algum tempo ela vai ter. Pago um pouco mais de R$ 00pormes",declara. Já o químico Cristiano Barreto possui um seguro de vida oferecido pela empresa em que trabalha. Funcionário da Petrobras, ele trabalha embarcado em plataformas de petróleo na Bacia de Santos e explica que o seguro é obrigatório. "Quem trabalha como eu, embarcado, tem um seguro obrigatório feito pela empresa que cobre morte natural, acidental e até mesmo invalidez. É uma segurança para minha esposa e meu filho. Meu trabalho é um pouco arriscado", explica. Com expectativa de vida mais alta e perfil super protetor da prole fazem das mulheres o principal foco das seguradoras, quando o assunto é seguro de vida. Uma pesquisa do Ibope mostra que 42% das carteiras de seguro de vida no Pais já estão nas mãos do público feminino. O mercado de seguros já se deu conta disso e contempla as necessidades delas. "O número cada vez maior de mulheres responsáveis pelo sustento da família e a preocupação em proteger financeiramente seus dependentes, fazem delas grandes consumidoras do produto", diz a Fenaprevi. Fontes: O Fluminense Economia . Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.

Esto también es Mundial SudAfrica 2010!


Sincor RO/AC: grande oportunidade ainda em 2010 em Porto Velho!

Curso de Habilitação para Corretores de Seguros - Funenseg. Em 2010 - 1ª e 2ª fase - Habilitação em Capitalização, Vida e Previdência. Em 2011 - 3ª fase - Habilita em TODOS os Ramos do seguros (pré-requisito para esta fase, ter sido aprovados nas 1ª e 2ª fase ou ter a Susepinha). Início em: 05 de julho de 2010. O curso COMPLETO é composto de sete módulos. Porém, este ano, é possível acontecer apenas três módulos em Porto Velho, devido a carga horária do curso ser extensa. Este curso é NACIONAL, ele começa e termina no mesmo dia em todo o Brasil. A maioria das AVALIAÇÕES também são nacionais (mesmo dia e hora). As provas são encaminhadas por transportadora e fiscais da Funenseg aplicam essa prova. O curso vai ser realizado de segunda a sexta-feira das 19:00 às 22:00h, o local está sendo definido. Documentação exigida: cópia da identidade e CPF e conclusão de 2º grau "autenticada". Pré-requisito para o curso: maior de 18 anos e 2º grau (ensino médio) completo.Local: Conselho Regional de Administração – Rua Tenreiro Aranha, nº 2978 – Bairro Olaria - Porto Velho-RO. Período do curso em 2010: 05/07/2010 a 01/12/2010. Período dos módulos: Fase I = Módulo 1: 05/07 A 05/08 – Prova: 10/08 – Prova Final: 19/08. Fase II = Módulo 2 :23/08 a 16/09 – Prova: 22/09. Fase II = Módulo 3: 27/09 a 01/11 – Prova: 8/11. Prova Final Módulo 2: 29/11. Prova Final Módulo 3: 01/12. Valor do Investimento do aluno: Fase I = Módulo 1: R$ 550,00 à vista. Fase II = Módulos 2 e 3 : 2 x R$ 520,00. Obs.: O pagamento é feito “sempre um dia útil, antes do início de cada módulo”. Inscrições e informações: SINCOR-RO, Rua Hebert de Azevedo, 1313 - Olaria - Porto Velho - Rondônia - RO Telefones: (69) 3229-7129 /Fax: (69) 3221-2233 e-mail: sincorro@fenacor.com.br ou na Unidade Goiás - Escola Nacional de Seguros- 62-3945-1210– e-mail: unidadego@funenseg.org.br .

Livraria El Ateneo, em Buenos Aires


terça-feira, junho 15, 2010

Sincor RO-AC vai habilitar novos profissionais de seguros

O diretor da Fenacor e presidente do Sincor, Geraldo Ramos, com o apoio da diretoria e Funenseg, farão realizar em Porto Velho, a partir de 05 de julho, o tão esperado Curso de Habilitação para Corretores de Seguros, Habilitação em Capitalização, Vida e Previdência, e Habilitação em todos os ramos de seguros. Novas informações 69-3229-7129 e-mail: sincorro@fenacor.com.br

Kapeh, cosmético brasileiro à base de café ganha mercado


África do Sul 2010



Coisa mais linda essa torcida! Foto Yahoo

Copa - como sempre, a Itália começou mal!

Foto EFE

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segunda-feira, junho 14, 2010

Fuerza Paraguai!

Paraguai debuta con empate ante el campeón.

Viví el mundial: Paraguai 1-1 Itália


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Geraldo Ramos e diretoria do Sincor RO/AC realizam palestra

Numa iniciativa e realização do vice-presidente da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, e diretoria, os corretores de seguros dos dois Estados da Amazônia, serão contemplados dia 25 de junho, sexta-feira, às 18h30, no hotel Vila Rica, em Porto Velho, com a palestra de Bruno Kelly. Tema: "Canais de distribuição: o que tem mudado? Quem são nossos concorrentes? Oportunidades.

Depois da Copa, Lula entra em campo nos palanques


quinta-feira, junho 10, 2010

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Eleições 2010



PV oficializa Marina

Seguros: compras na web crescem

A compra de seguros por meio da internet vem apresentando crescimento no Brasil, segundo revela pesquisa realizada pela Accenture, empresa especializada em consultoria de gestão, serviços de tecnologia e outsourcing. Este ano, de acordo com a pesquisa, cerca de 19% dos entrevistados no País disseram que pretendem comprar ou renovar uma apólice de seguro por meio da internet nos próximos 12 meses. Em anos anteriores, este número era,aproximadamente, de 13%. Mesmo com a alta, no Brasil, a internet ainda é pouco utilizada para contratar seguros, já que, em outros países, este canal apresenta índices significativos na preferência dos consumidores, atingindo, por exemplo, 46% da preferência na Alemanha e 70% no Reino Unido. “É importante destacar que a internet é um canal em franca expansão e deve crescer de forma exponencial no futuro”, afirma o líder da área de seguros da Accenture no Brasil, Raphael de Carvalho. Bancos e Corretores No Brasil, a compra por meio de corretores de seguros e bancos ainda é a preferida do consumidor, com 57% e 54% das indicações, respectivamente. No Reino Unido, a mesma operação com os corretores só é feita por 17% dos clientes, e, nos bancos, por 14%. A Accenture ouviu mais de 3,5 mil consumidores do reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha e Brasil para verificar as expectativas, serviços e os principais canais utilizados para contratar seguros. Fonte: InfoMoney Gladys Ferraz Magalhães; Ronseg, corretora de seguros.

Líder amazônico Geraldo Ramos ajuda Fenacor na sua principal missão

A Fenacor conta com a indispensável colaboração dos seus cinco vice-presidentes regionais para cumprir a sua missão principal, qual seja a de defender os interesses da categoria, a partir do levantamento das diferentes necessidades dos profissionais de cada parte do país.Na terça-feira passada (dia 1º) junto com a diretoria da Federação, foram empossados também os novos vice-presidentes regionais. Todos eles são líderes nas suas respectivas regiões.Os vices regionais são: Dorival Alves de Sousa (Centro-Oeste); Carlos Alberto Valle (Nordeste); Leoncio de Arruda (Sudeste); Odair Roders (Sul); e GERALDO Cavalcante RAMOS (Norte).A solenidade, realizada na sede da Fenacor, no Rio, contou com as presenças dos presidentes dos sindicatos da categoria e do superintendente da Susep, Paulo dos Santos. Fonte: CQCS Jorge Clapp; Ronseg, corretora de seguros.

Festival de turismo em Iguaçu

Foz do Iguaçu, sedia, no dia 18 de junho, a Mostra de Turismo Sustentável. O evento acontece paralelamente ao 5º Festival de Turismo das Cataratas e vai discutir como é possível incluir a pessoa com deficiência no mercado turístico. Para ministrar uma palestra sobre o tema, foi convidado o consultor de turismo Ricardo Shimosakai. Para ele, o mercado para atender as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida ainda é pouco explorado no Brasil, o que pode trazer muitas oportunidades de negócios.“O fluxo de turistas com deficiência no Brasil ainda é pequeno pela falta de adequação dos produtos e serviços turísticos”, destaca. Ele lembra que o conhecimento sobre acessibilidade e inclusão da maioria das pessoas ainda é limitado. “Existem diferentes tipos de deficiência e o turismo deve ser um direito de todos, independentemente de suas necessidades. É importante que a acessibilidade não seja vista como um gasto, e sim como um investimento. E não se deve pensar em caridade, mas sim em inclusão”, ressalta. Sobre sua participação no Festival, Shimosakai diz que espera passar uma visão mais ampla do que é o turismo adaptado. “Mostrarei formas práticas e eficientes de como se trabalhar com esse segmento, através de exemplos de casos reais”, diz. E salienta: “Mais do que passar conhecimento, gostaria de agregar pessoas para trabalhar em parceria nesse segmento”. Ricardo Shimosakai é bacharel em Turismo pela Universidade Anhembi Morumbi. As inscrições para participação estão abertas. Apoia o evento: Itaipu Binacional.

segunda-feira, junho 07, 2010

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Eleição 2010


E a Copa nem começou!



Foto AP

Frases do dia

7/6/2010
Pós-Lula
“Quem vai de fato mandar no PT pós-Lula? Ninguém sabe. Não há um petista com poder comparável ao exercido pelo hoje presidente mais popular da história recente do Brasil. Um imenso vácuo está em processo de formação” – Fernando Rodrigues, jornalista – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Filme de terror
“Aldo Rebelo quer mudar a lei para que cada Estado determine o direito de o pequeno proprietário explorar beiras de rios, mudar cursos d'água e desmatar encostas. Mas, quando se pensa nos interesses que regulam certos Estados brasileiros, a perspectiva é a de um filme de terror - com o Brasil morrendo no fim” – Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Extinção
"Nem toda a soja do mundo vale a extinção de uma só espécie" – bióloga, citada por Ruy Castro, escritor – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Prazo
"O prazo vence hoje. Se o PT de Minas errar, quem vai pagar a conta é a Dilma" - Wellington Salgado, ex-senador - PMDB-MG, cobrando o cumprimento do acordo, com o PT nacional, segundo o qual o candidato ao governo de Minas seria Hélio Costa (PMDB), e não Fernando Pimentel (PT) - Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Hóstias...
“Hóstias, cânticos, defumações: o candidato, ou candidata, abaixa a cabeça e se deixa abençoar pelo padre, pelo pastor, pelo babalaô - e segue, em odor de santidade, para seu próximo compromisso de campanha” - editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
“Quanto a José Serra e Dilma Rousseff, a religião não fala, mas impõe-lhes o silêncio, em troca de votos. Descaracterizam-se, desconversam, dizem amém -e oferecem, a quem quiser acreditar, o espetáculo regressivo e a bem dizer ridículo da cordura e da compunção” – editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
“A candidata do PV, Marina Silva, ao menos tem sido clara em suas atitudes. É evangélica. Perde ou ganha votos com isso” – editorial “Romaria” – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Simpatizantes...
"Cheguei na menina, e ela disse que gosta de homem" - Marisol Dionísio, 22 anos, atendente de bar, creditando a falta de plumas e paetês na Parada Gay, em São Paulo, ao excesso de "simpatizantes" – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
"Não quero mudar o mundo..."
"Não, não quero mudar o mundo, nem mudar o homem, muito menos a mulher, a mulher, então, está perfeita como é, se mudar, atrapalha, gosto dela assim, carente, instável, infernal, de batom vermelho e de saia justa" - Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
"Participo do debate público pra atrapalhar a vida de quem quer mudar o mundo ou de quem tem ideais" – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Pregação evangélia e marxista
“Reconhece-se uma pregação evangélica quando se ouve frases como: "Aleluia, irmão!". Reconhece-se uma pregação marxista quando se ouve frases como: "É necessário destruir o mundo do capital e criar uma sociedade mais justa onde o verdadeiro homem surgirá" – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Jesus e o cartão Visa
“Pergunto, confesso, com sono: "E quem vai criar essa sociedade mais justa?". Provavelmente o pregador em questão pensa que ele próprio e os seus amigos devem criar essa nova sociedade. Mentirosos, deveriam ser tratados como pastores que vendem Jesus e aceitam cartão Visa” – Luiz Felipe Pondé, professor da PUC-SP – Folha de S. Paulo, 07-06-2010.
Ateu místico
“A esquerda socialista comunista praticamente acabou, só sobrou eu. Mas sou comunista de acreditar em Marx, não em Lenin, Stalin ou Fidel Castro. É como religião, seja qual for a sua não pode desrespeitar a dos outros. Eu sou ateu convicto, como dizia o Tom, sou ateu meio místico. Minha posição é mais ou menos assim: politicamente eu sou proletário, economicamente eu sou burguês, mas esteticamente eu sou aristocrático” – Carlos Lyra, compositor – Zero Hora, 07-06-2010.
Bossa Nova
“A Bossa (Nova) é uma música de classe média, feita pela e para a classe média. Por isso faz sucesso no Exterior, onde as classes médias são mais poderosas, e baixa a bola no Brasil, onde a classe média é comprimida. Nem o presidente aqui gosta de classe média” – Carlos Lyra, compositor – Zero Hora, 07-06-2010.
Ruindade
“O Grêmio é hoje um time com um grande treinador e com alguns péssimos jogadores de futebol, amontoados com zelo e cuidado incompetente dos seus dirigentes, que escolheram a dedo laterais medíocres e reservas do ataque de ruidosa e ostensiva ruindade” – Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 07-06-2010.
Pernas de pau
“Silas é um grande treinador, que conseguiu levar a reboque o Grêmio para o título de campeão gaúcho, apesar de a direção do clube ter-lhe dado um plantel de muitos medíocres e pernas de pau, claro que o Gauchão foi conseguido com calças na mão, perdendo o último Gre-Nal e sendo campeão no regulamento, contra um Internacional que tinha perdido para o São José por 3 a 0” - Paulo Sant’Ana, jornalista – Zero Hora, 07-06-2010.

Aloprados - o retorno!


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sexta-feira, junho 04, 2010

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Previdência e Seguros oferece espaço para corretor de seguros

A tradicional revista Previdência & Seguros, editada no Rio, dedica, a partir de agora, um espaço exclusivo para o corretor de seguros, que poderá enviar sugestões, comentários e reclamações referentes a assuntos pertinentes a sua atividade profissional. Nesse espaço também será possível apontar problemas enfrentados no dia-a-dia do profissional e que podem ser solucionados com o apoio do Sindicato. É mais uma iniciativa da diretoria do Sincor visando a contribuir com o corretor e buscar soluções e melhorias para a categoria. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Uma ave-maria por Serra

Ontem, padre Marcelo pediu uma Ave-Maria por José Serra que não moveu um músculo da fisionomia tensa e calcificada que manteve durante todo o culto celebrado pelo religioso cantante. Circula na internet aquela que talvez seja a origem da reza solicitada e do crispado no rosto do candidato do conservadorismo brasileiro. O site Conversaafiada, de Paulo Henrique Amorim [http://www.conversaafiada.com.br/] publica o prefácio de um livro de 14 capítulos, escrito pelo jornalista Amaury Ribeiro Jr, que dedicou um ano de investigações dentro e fora do Brasil para rastrear e comprovar --com documentos oficiais, obtidos na Justiça-- as interligações entre privatizações, campanhas eleitorais, empresas de fachada em paraísos ficais e movimentações milionárias de dólares feitas por parentes, amigos e homens de confiança de José Serra. Entende-se agora porque o tucano se antecipou --com a ajuda do Globo e da Veja e o silêncio da Folha-- e tentou desqualificar o dilúvio reduzindo-o a um cuspe do PT. Uma Ave Maria talvez não baste para José Serra. A ver. (Carta Maior; 04-06).

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Seguro do carro, o barato pode sair caro, explica Geraldo Ramos

Na hora de contratar um seguro de automóvel, o preço não deve ser o fator decisivo de compra para o consumidor. Segundo o Sincor RO/AC, ao analisar somente o custo, o mais barato pode sair caro."É um grande erro analisar somente o custo, pois pode faltar algum serviço que, caso ocorra um problema, se pago separadamente, pode sair mais caro do que se constar da apólice", explica o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. A FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) concorda e acrescenta: "Cada vez mais, as seguradoras têm colocado serviços para que a pessoa não utilize o seguro somente quando ocorre o sinistro. Assim, estes serviços agregados também devem ser avaliados pelo consumidor", alerta. O que é essencial? Antes de analisar preços, na hora de contratar um seguro de automóvel, o consumidor deve analisar se as coberturas oferecidas atendem as suas necessidades, se os valores de indenização são compatíveis com os eventuais prejuízos que possam ocorrer e se há uma garantia de prazo de indenização. Além disso, dizem, é necessário verificar o valor da franquia e se a seguradora oferece carro reserva e serviços adicionais."É necessário que o consumidor entenda que o preço é importante, mas não deve ser item decisório na hora de contratar um seguro", finaliza. Fontes: InfoMoney; Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.

CCJ deve vetar microsseguro

A tão aguardada regulamentação do microsseguro, que contém medidas de incentivo fiscal para o contribuinte e tributário para as seguradoras que vierem a operar no segmento, sofreu sério revés na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal: o relator Hugo Leal (PSC-RJ) concluiu o relatório pela inconstitucionalidade da matéria (Projeto de Lei 3.266, de 2008). O parecer ainda não foi à votação.Se a interpretação do deputado Hugo Leal não mudar ou se o parecer não for derrubado na comissão, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) terá que partir novamente do zero para implantar o marco regulatório do microsseguro no País, legislação que esperava ver aprovada neste semestre.Ao comentar o assunto, o novo titular do órgão, Paulo dos Santos, assinala que "o Congresso é soberano e não cabe à direção da Susep opinar sobre a tramitação de matérias".De qualquer forma, ele adianta que continuará discutindo internamente as regras que podem ser estabelecidas para o microsseguro no mercado brasileiro. "A regulamentação será aprovada no momento oportuno", sustenta. "Com a reprovação do projeto, será possível aproveitar agora a experiência acumulada pelo mercado, pelos executivos que têm viajado muito nestes dois últimos anos, para aprimorar a proposta original, apresentada em 2008", comenta.De qualquer forma, ele diz que a Bradesco, por exemplo, vai continuar investindo firme nos produtos populares, como a recém-lançada Primeira Proteção, que já vendeu 120 mil apólices. Segundo ele, a companhia acompanha duas famílias em favelas do Rio e de SP para apurar as reais necessidades de coberturas das pessoas mais carentes. "O microsseguro é a última fronteira de inclusão social no Brasil. A Bradesco atingiu essa fronteira e quer ultrapassá-la da melhor maneira possível", ressalta o executivo.O Projeto de Lei 3.266, de 2008, foi formulado pelo deputado Adilson Soares (PR-RJ), proposição que ganhou um substitutivo do relator Aelton Freitas (PR-MG) na Comissão de Finanças e Tributação (CFT), na qual foi aprovado por unanimidade, em outubro do ano passado.O questionamento levantado por Hugo Leal, ao decidir pela inconstitucionalidade, foi sobre o tipo de norma legal que matéria de seguros deve ser tratada. Pelo artigo 192 da Constituição, segundo relata o deputado em seu parecer, matérias de seguros devem ser objeto de lei complementar. "O Projeto de Lei 3.266, de 2008, não exibe, portanto, esse requisito de forma inafastável, que é a modalidade de norma jurídica exigida na matéria, a lei complementar", sentencia o parlamentar, ao propor voto pela inconstitucionalidade. REGRAS. Na forma de substitutivo, o projeto está sujeito à apreciação conclusiva pelas comissões e, embora não proponha a regulamentação do auxílio funeral, como defendia a Susep, traça importantes regras, a maioria sugerida pela Comissão Consultiva de Microsseguro do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP). O projeto propõe a criação da figura da seguradora e do corretor de microsseguros especializado e estabelece, sobretudo, incentivos tributários. O Imposto sobre Operações Financeira (IOF) cairia para 1%. Fonte: Jornal do Commercio RJ;Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Sincor RO/AC dá prazo para corretores

Os corretores de seguros têm até o dia 10 de junho para participar da pesquisa, formulada pela empresa CVA Solutions, que será a base para o Prêmio Melhores do Seguro, da Revista Apólice.Os interessados devem responder ao questionário site:http://www.apolice.boponline.com.br/. De acordo com o Sincor RO/AC, a adesão dos corretores é importantíssima para a realização do Melhores do Seguro. "Tivemos respondentes de todos os estados brasileiros. A participação dos corretores, que é muito importante para nós, está sendo satisfatória", afirma ele. Segundo o Sincor RO/AC, embora a pesquisa termine no dia 10 de junho, as votações on line continuam.A outra etapa da premiação será através da inscrição de cases, que deve ser efetuada no site: http://www.premiomelhoresdoseguro.com.br/. Poderão se inscrever nesta 1ª edição do Prêmio Melhores do Seguro profissionais e empresas ligados direta ou indiretamente aos setores de seguros, resseguros, previdência privada, capitalização, saúde e prestação de serviços a estas áreas, conforme as categorias de premiação descritas no regulamento, que também está disponível no hot site.A entrega do Prêmio, criado em comemoração aos 15 anos da Apólice, será realizada no mês de agosto, em local e data a serem confirmados. Fonte: Apólice; Ronseg, corretora de seguros e Sincor RO/AC.

quarta-feira, junho 02, 2010

Comissão de 20 por cento vai amenizar custos, diz Sincor RO/AC

Começa a valer desde (01/06) o acordo firmado entre a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores) e a Fenseg (Federação Nacional de Seguros Gerais), estipulando o repasse de 20% do custo de emissão das apólices para os corretores de seguros, além da respectiva comissão sobre o prêmio líquido. Todas as seguradoras devem seguir a nova regra, que atende antiga reivindicação da categoria. Com o início da vigência do acordo, os corretores vão amenizar significativas despesas operacionais. Segundo a Fenacor, as mudanças tecnológicas trouxeram mais responsabilidades e tarefas aos corretores. Hoje, além da intermediação e da venda, os profissionais de corretagem praticamente se incumbem do processo de cotação, transmissão de proposta, impressão e entrega da apólice - serviços que, anteriormente, eram executadas pelas seguradoras. "Isso exige mais mão-de-obra e estrutura operacional, onerando de forma significativa a atividade. Este acordo é inédito e uma importantíssima conquista para todos os corretores", afirma . Nas tentativas de negociação, sempre que a classe reivindicava os 20%, o mercado argumentava que o valor do custo de apólice estava defasado e insuficiente para cobrir todos os custos envolvidos na subscrição, como vistoria, inspeções, entre outros. Isso inviabilizava qualquer pretensão de repasse de parte do seu valor aos corretores de seguros.Mas, como já era de conhecimento do mercado, a Susep havia autorizado, através da Circular 401/10, a possibilidade das seguradoras cobrarem até R$ 100,00 (valor máximo, podendo ser cobrado ou não, a critério de cada companhia) referente ao custo de emissão. Esse aumento tornou viável o acordo entre a Fenacor e Fenseg para o repasse dos 20% sobre o custo da apólice aos mais de 65.489 corretores de seguros registrados no país. Fonte: CQCS Pedro Duarte; Sincor RO/AC.