domingo, janeiro 31, 2010

Nova obra


O governador de Rondônia, Ivo Cassol, em inspeção em Rolim de Moura, garantiu nova obra no município

Geraldo Ramos alerta sobre seguro garantia

O corretor de seguros que ainda não atua no ramo garantia deve prestar mais atenção no potencial dessa carteira, que está entre as que mais crescem no mercado brasileiro, disse o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Não por acaso, segundo ele, a participação do Brasil no mercado da América Latina nessa modalidade de seguro saltou de 10%, há menos de cinco anos, para 22% em meados de 2009. No mesmo período, a fatia correspondente ao ainda líder México (que tem uma tradição de mais de 100 anos no seguro garantia) caiu de 30% para 27%. É por essa razão que o Brasil vai tomar a liderança do México, no máximo, até 2012.Fontes: Sincor RO/AC;Jorge Clapp e Ronseg, corretora de seguros.

quinta-feira, janeiro 28, 2010

Seguro para baixa renda sai em 2010

O governo vai lançar em 2010 um seguro voltado à população de baixa renda. A ideia é que um trabalhador que ganha até três salários mínimos possa comprar serviços como seguro de vida, de acidentes pessoais ou mesmo de crédito a preços baixos e sem burocracia, mas protegido pela legislação. É o que mostra matéria de Martha Beck, publicada no Globo. Segundo o presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio, o chamado microsseguro terá prestação máxima de R$ 10.- No Brasil, o seguro é voltado às classes A, B e o topo da C. Mas há um público potencial de cem milhões de pessoas que podem ser beneficiadas pelo microsseguro - disse o presidente da Susep, lembrando que esse tipo de serviço representaria um acréscimo de R$ 50 bilhões no mercado total de seguros no Brasil, hoje de R$ 100 bilhões. De olho no novo mercado, as seguradoras estão ansiosas pela regulamentação. O projeto que cria o microsseguro já está tramitando no Congresso Nacional, e a expectativa da Susep é que o novo serviço comece a funcionar no segundo semestre. Depois de aprovado o projeto, a regulamentação será feita pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Conselho Nacional de Seguros Privados (CNPS). As classes C e D compram hoje principalmente seguros de vida, de acidentes pessoais e serviços funerários. Fontes: O Globo; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Projeto sanciona seguradora

Já está na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara, projeto de lei de autoria de um deputado do (PR/MG) que impõe sanções às seguradoras que praticarem condutas lesivas aos segurados ou terceiros. Se a proposta for aprovada, as seguradoras não poderão impor aos segurados a relação das oficinas reparadoras credenciadas como condição para o conserto, no caso de reparação de veículos sinistrados. Além disso, as centrais de atendimento das seguradoras deverão informar aos segurados quando do atendimento do sinistro, o direito de livre escolha da oficina, sem que isso implique por si só na negativa da indenização ou reparação.Fontes: Sincor RO/AC; Ronseg, corretora de seguros e Jorge Clapp.

quarta-feira, janeiro 27, 2010

Alvoroço no mercado de seguro

Deverá causar grande alvoroço no mercado o projeto de lei de autoria de um deputado do (PR-MG), que prevê a suspensão do registro de seguradoras e das oficinas de veículos na Receita Federal, por até cinco anos, caso utilizem peças não originais ou usadas sem o consentimento dos segurados, nos carros acidentados. O projeto estabelece também que as seguradoras não poderão impor aos segurados, e a terceiros, a relação de oficinas reparadoras, em caso de sinistro. “As seguradoras impõem a utilização das oficinas reparadoras credenciadas, pois através delas, na maioria dos casos, há o emprego de peças não originais e usadas e a cobrança é feita como se a peça reposta fosse nova e original”, acusa o deputado, segundo o qual o projeto visa a “proteger os direitos dos segurados”.O projeto proíbe também que as seguradoras imponham prazos diferentes para vistoria preliminar ou removam o veículo para oficina credenciada sem autorização expressa do segurado. Também veda ao segurado a responsabilidade de arcar com a diferença de preço entre a oficina credenciada e a escolhida por ele.Outro ponto importante é que veda o pagamento de gratificação a empresas ou profissionais de investigação de acidentes contratados para autorizar o pagamento do seguro.(Jorge Clapp);Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Flamengo contrata seguro

O Flamengo contratou um seguro de R$ 20 milhões para o jogador Vagner Love, que acaba de chegar ao clube. A apólice cobre eventuais lesões no artilheiro.(Jorge Clapp).

Seguradora disponibiliza serviços para o corretor de seguros

A Bradesco Seguros disponibiliza para os seus parceiros comerciais o ShopFácil Corretor, através do qual é possível fazer compras com comodidade, rapidez e segurança. E mais: a preços especiais para corretores de seguros cadastrados no grupo Bradesco Seguros e Previdência. O pagamento pode ser feito via cartão de crédito ou débito Bradesco, financiamento eletrônico, transferência entre contas e boleto bancário.São diversas opções de produtos tais como eletrodomésticos, pacote de viagens, eletrônico, ingresso de espetáculos, parques e muito mais, além de uma oferta nova a cada semana. O ShopFácil Corretor integra o Clube de Benefícios e pode ser acessado no site www.bradescoseguros.com.br

terça-feira, janeiro 26, 2010

Geraldo Ramos anuncia novo mercado

O corretor deve ficar atento ao que pode vir a ser um excelente nicho de mercado em muito pouco tempo. Isso porque na quinta-feira depois do Carnaval (18 de fevereiro) começa a vigorar a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), que estipula novas regras para a contratação do seguro habitacional. Entre outras novidades, a norma permite ao consumidor escolher em qual instituição contratará o seguro. Vale lembrar que a contratação desse tipo de seguro é obrigatória nos contratos do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), exatamente por prever situações de morte ou invalidez permanente do mutuário, além dos riscos de danos físicos ao imóvel. Atualmente, o mutuário é obrigado a adquirir o seguro do banco onde contrata o financiamento. Mas, pelas novas regras, a instituição financeira terá que apresentar necessariamente duas propostas coletivas do seguro obrigatório. A primeira do próprio banco e uma segunda de outra seguradora independente. O consumidor ainda poderá optar por realizar uma pesquisa de preços e escolher proposta individual de uma terceira empresa. E é aí que o corretor pode e deve entrar, oferecendo uma consultoria de qualidade para proteger o segurado.Os bancos serão obrigados a aceitar a proposta, entretanto, terão um prazo de 15 dias para análise do contrato, podendo cobrar no máximo R$ 100 pelo serviço, antecipa Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC.Fontes: Ronseg, corretora de seguros e Jorge Clapp.

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Geraldo Ramos, pres.do Sincor RO/AC reuniu categoria


O presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, (c), recepcionou em Porto Velho o presidente do Sincor/GO, Joaquim Mendanha, em palestra proferida em Porto Velho para os corretores de seguros da Amazônia Ocidental

domingo, janeiro 24, 2010

Legislação e Jurisprudência - o cenário

O ano de 2009 no Congresso e nos tribunais foi marcado por supostas agressões aos direitos do povo, segundo Henrique Júdice.A atuação dos órgãos dos chamados “três poderes” do velho Estado – executivo, legislativo, judiciário – teria sido marcada, durante o ano passado, pelo pronto atendimento aos interesses dos monopólios transnacionais, da burguesia burocrática, do latifúndio e, especialmente, da oligarquia financeira internacional.
Fazendo os banqueiros felizes
Por meio de vários decretos não-numerados, o governo autorizou a compra das corretoras Liquidez (Decreto de 14.05) e Finabank (06.08) por instituições financeiras estrangeiras. Além disso, autorizou o banco inglês Standard Chartered (11.11) e o Accion Gateway (mesma data) a operar no Brasil. A Scania também foi autorizada a abrir um banco em território nacional (20.07). Permitiu-se também (04.09) a venda de 25% do capital da Luizacred – financeira ligada à rede varejista de móveis e eletrodomésticos Magazine Luíza – a estrangeiros. Mas a pior notícia do ano nessa área teria sido, indubitavelmente, o decreto de abertura de 20% do Banco do Brasil à participação estrangeira (16.09). Este decreto foi acompanhado de outro, promulgado no mesmo dia, autorizando o BB a negociar papéis em bolsas ianques – tal como foi feito com a Petrobras na administração FHC.
Amazônia para os grileiros
Apesar dos fortes protestos dos movimentos camponeses e de estudiosos e defensores da Amazônia e de seu povo, a MP 458, promulgada pelo Executivo em 10.02, foi aprovada pelo Congresso, que transformou-a na Lei 11.952, publicada em 26.06. Essa lei permite a entrega de 175 milhões de hectares de terras públicas na Amazônia à grilagem praticada em larga escala tanto pelo latifúndio tradicional quanto pelos monopólios agroindustriais. Ela legaliza a usurpação, por esses setores, de terras pertencentes ao Estado, ampliando de 1.500 para 2.500 o número de hectares cuja posse irregular pode ser legalizada. Além de entregar patrimônio estatal em condições ruinosas, Executivo e Legislativo atentam contra os direitos dos camponeses pobres – a quem a Constituição manda que sejam distribuídas, com prioridade, as terras do Estado.
Órfãos inválidos no desamparo
Também em agosto, o Executivo, mediante o Decreto 6.939, do dia 18 modificou o regulamento da Previdência Social , determinando que somente terão direito a pensão do INSS, em caso de morte de seus pais, os inválidos que tenham adquirido essa condição antes de adultos. O efeito disso é deixar totalmente desamparadas milhares de pessoas que não têm condições físicas de trabalhar e sustentar-se e dependem de suas famílias para não morrer de fome.
Sem justiça 2
O tratamento dado pelo Judiciário aos direitos do povo não terai sido melhor que aquele dispensado pelos outros dois poderes: em 01.07, o Supremo Tribunal Federal (STF) editou duas súmulas vinculantes (isto é, de observância obrigatória por todos os juízes e órgãos públicos) altamente lesivas aos trabalhadores mais humildes do setor público. A de nº 16 determina que o salário-base desses trabalhadores pode ser menor que o mínimo, desde que o total (soma entre salário-base, adicionais e gratificações atinja seu valor). E a 15 estabelece que essas gratificações e adicionais devem ser calculadas não sobre o salário mínimo, mas sobre o salário-base do funcionário.Uma outra súmula vinculante, a 17, foi publicada em 10.11. Ela isenta o Estado de pagar juros pela demora no pagamento de suas dívidas decorrentes de condenações judiciais no período que vai do fim do processo até o efetivo pagamento (o que pode levar até dois anos).
Sem justiça 3
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) não ficou atrás do STF. Sua Súmula 371, de 03.03, favorece as telefônicas ao adotar o balancete (figura legalmente inexistente) como critério para apuração do valor devido por elas a quem comprou ações junto com as linhas e aparelhos – o que era obrigatório até a década de 80. O STJ teria contemplado com três súmulas de presente aos bancos e financeiras. A de número 380 (05.05) permite-lhes cobrar dívidas que estão sendo discutidas no próprio judiciário. A 381 (mesma data) proíbe os juízes de declararem a nulidade das cláusulas abusivas em contratos bancários por iniciativa própria, sem que haja pedido expresso da outra parte (algo comum em todas as demais modalidades de relação de consumo). E a 382 (08.06) declara legítima a cobrança de juros superiores a 1% ao mês ou 12% ao ano.
A Serasa – e, por extensão, os monopólios que dela se servem, inclusive bancos e telefônicas – também não foi teria sido esquecida pelo tribunal. Ganhou duas súmulas. A 385 (08.06) diz que não a inserção indevida do nome de alguém no cadastro de inadimplentes não dá direito a indenização por dano moral caso exista alguma outra inscrição do nome da pessoa. E a 404 (24.11) dispensa a empresa de provar, via aviso de recebimento, que notificou o consumidor por carta antes de inscrever seu nome no cadastro em questão.
Despejos facilitados
Para fechar o ano com chave de ouro, a Lei 12.112, de 09.12, alterou a de número 8.245, de 1991 (lei dos aluguéis) retirando garantias dos inquilinos, favorecendo os senhorios e facilitando os despejos. Aprovada por duas comissões da Câmara e uma do Senado sem passar pelo plenário de nenhuma das casas, a nova lei permite ao proprietário, desde que abra mão das garantias contratuais, expulsar do imóvel o inquilino que atrasar por uma única vez e em um único dia o pagamento do aluguel ou de algum de seus acessórios (condomínio, IPTU, etc). Nos contratos com garantia, o número de vezes em que o inquilino pode atrasar o aluguel sem ser despejado passa de duas por ano para uma a cada dois anos. O prazo para saída do inquilino do imóvel, nas locações comerciais, foi reduzido de 180 dias contados do fim do processo judicial para 15 ou 30 dias (conforme o caso), contados da decisão – mesmo não definitiva – que ordenar o despejo.

Triste ilusão!

Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei.No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista. Como não sou comunista, não me incomodei.No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico. Como não sou católico, não me incomodei.No quarto dia, vieram e me levaram; já não havia mais ninguém para reclamar. Martin Niemolier, 1933

sábado, janeiro 23, 2010

Seguro para o corretor de seguros

Dois parlamentares ligados às causas dos corretores participam diretamente do processo de tramitação do projeto que torna obrigatória a contratação de seguro de vida para empregados das empresas brasileiras, inclusive das firmas individuais. O autor da proposta é de um deputado do (PP-SP), que tem histórico de ações em defesa da categoria. Ele propôs que a contratação do seguro de vida seja obrigatoriamente feita mediante a intermediação de corretor de seguros.O projeto está na Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara e o relator é um deputado do (PSB-SP), também ligado às causas dos corretores. O parecer sai até março.Fontes:Jorge Clapp;Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Geraldo Ramos promove encontro

Com o peso da iniciativa e prestígio do presidente Geraldo Ramos, o Sincor Rondônia/Acre realiza, hoje, no hotel Vila Rica, em Porto Velho, a primeira palestra de 2010. Tema: o crescimento do mercado de seguros e oportunidade de negócios. Expositor: Joaquim Mendanha, do Sincor Goiás. Objetivo: debater com os corretores de seguros resultados do setor no ano passado; PIB; diversidade de produtos em carteira e metas de faturamento.

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Corretores de seguros. Aumenta interesse segundo Sincor

O presidente do Sincor Rondonia Acre, Geraldo Ramos, observa com entusiasmo o crescimento da procura por cursos de habilitacao para corretores de seguros na Amazonia Ocidental.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Sincor RO/AC

I Conferência de Proteção ao Consumidor de Seguros, no dia 10 de março de 2010, marca a estreia de uma série de eventos programados pela CNSeg para comemorar os 20 anos do Código de Defesa do Consumidor, disse o presidente do Sincor dos estados de Rondonia/Acre, Geraldo Ramos. A realização é do Comitê de Relacionamento de Consumo e ocorrerá cinco antes do Dia do Consumidor. Depois da conferência, o comitê planeja elaborar diversos eventos entre março e setembro. O objetivo é promover a cultura de relacionamento harmônico com o consumidor, considerando-o como eixo fundamental do mercado de seguro. Também neste ano estará em curso um plano de ação voltado para a proteção do consumidor de seguros, como iniciativas de cunho educativo e criação de um centro de informação ao consumidor. E ainda: programas de conscientização dos consumidores quanto a riscos, à necessidade de seguro e seus benefícios; realização de pesquisas quantitativas para mensurar a expectativa do segurado em relação às coberturas contratadas; ou elaboração de um modelo de informações necessárias para cada tipo de produto de pessoas e de danos, ancorado no resultado obtido na tabulação das pesquisas. Viver Seguro, Sincor RO/AC.

terça-feira, janeiro 19, 2010

Cassol investe em obras

Em 2010 o Estado de Rondônia ganhará mais de 300 quilômetros de rodovias pavimentadas – entre obras em andamento (iniciadas no último ano) e as que serão lançadas pelo governador Ivo Cassol no início do verão amazônico. É o que mostra o cronograma de obras para este ano. O Estado investirá recursos próprios na ordem de R$ 260 milhões para asfaltar 316 quilômetros de rodovias.

domingo, janeiro 17, 2010

Cassol determina prioridade no comabte ä dengue

"Por determinação do governador Ivo Cassol, a dengue deve ser tratada em Rondônia com ações ininterruptas, durante o ano todo". Foi o que informou a Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), durante reunião com o Ministério Público, e depois em entrevista coletiva a imprensa, em Porto Velho.

Charge


BB e efeitos

Relatório elaborado pelas Secretarias de Acompanhamento e de Direito Econômico (Seae e SDE), ambas do Ministério da Fazenda, no qual são analisadas as recentes aquisições feitas pelo Banco do Brasil, garante que a compra da Votorantim Corretora de Seguros, ligada ao grupo do mesmo nome, pelo BB, negócio sacramentado em janeiro do ano passado, “não gera efeitos anticompetitivos". Segundo o parecer, não há motivos para impor condições ao negócio, pois "a atividade de corretagem de seguro no Brasil é pulverizada". Jorge Clapp.

Tarde demais

O colapso do Haiti, que já era o país mais miserável da região, é considerado pelas diplomacias dos EUA e do Brasil como o evento da década nas Américas. À primeira impressão, o Haiti acabou. Mas, como não pode simplesmente acabar, virou fator de confluência internacional. A união não é mais em torno de guerras, mas da solidariedade. Para os EUA, uma chance única de aproximar sua imagem à de Obama, amenizando o ranço de potência que invade, domina e mata e assumindo a ação que agrega e salva. Para o Brasil, mais um degrau na busca de uma liderança regional. Os EUA comandam o Haiti e foi por delegação deles que o Brasil assumiu a chefia da Minustah, a missão de paz da ONU. Com o caos, os dois tentam acertar níveis de convivência e de comando, o que não é fácil num momento assim. Há de ciumeira a cotovelada até para definir o controle do aeroporto. Mas é dessa estreia no Haiti que depende uma parceria estratégia EUA-Brasil para a América Latina e para além dela -na África, por exemplo, onde já têm programas comuns contra a Aids, um dos principais flagelos no continente. Mais fundamental do que definir o horizonte diplomático, porém, é agir. Milhares de pessoas morreram, 70% dos prédios desabaram, os corpos estão jogados ao tempo. E não há perspectiva. Nem governo, projeto, infraestrutura, hospitais, médicos. Aliás, nem remédios, comida e água. Saques e epidemias são inevitáveis. Os EUA doam US$ 100 milhões, o Brasil, US$ 15 milhões, nossa Gisele Bundchen, US$ 1,5 milhão. Somados governos, empresas e astros, isso vai à casa dos bilhões. Mas para quem gerir? E para o quê? Enterrar os mortos, salvar os vivos e construir o país? Como? Foi preciso a desgraça total para o mundo olhar e acordar para o Haiti. A dúvida é se não foi tarde demais, e o desafio dos EUA e do Brasil é mostrar que não. Se puderem.Eliane Cantanhede, Folha de SP.

Cai Dpvat segundo Sincor RO-AC

Em 2009, segundo a Fenacor e Sincor Rondônia Acre, o Dpvat (Seguro Obrigatório) pagou 256.472 indenizações por morte, invalidez permanente e para sanar despesas médicas de motoristas que sofreram acidentes nas estradas do País. O número é 5,7% menor que o registrado em 2008, quando 272.003 indenizações foram pagas.Apesar do número de indenizações ser menor entre 2008 e 2009, o valor pago no ano passado chega a ser 28,8% maior que o desembolsado no ano anterior, sublinhou o presidente dos corretores de seguros na Amazônia Ocidental, Geraldo Ramos.

Charge


Projeto poderá transferir recursos admite Geraldo Ramos

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, disse ao blog que já há um projeto que poderá transferir recursos do Dpvat para estados e municípios. O projeto que avança no Senado, poderá destinar a estados e municípios parte dos recursos gerados pelo seguro Dpvat, que hoje tem 50% de sua arrecadação destinada exclusivamente ao Fundo Nacional de Saúde.Fonte: Fenacor e Sincor dos estados de Rondônia e Acre.

quinta-feira, janeiro 14, 2010

GERALDO RAMOS, PRESIDENTE DO SINCOR, RECEBEU A BRADESCO

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, recebeu nesta quarta-feira (14) a visita do dirigente da Bradesco Auto-RE, Luiz Cláudio, e da Bradesco-Saúde, Fábio Dahar. No encontro, discussão de temas ligados a metas 2010 e conquistas do setor de seguros.