terça-feira, setembro 30, 2008

Cassol vistoria obras

Dando seqüência a mais um giro pelo interior do estado, o governador Ivo Cassol esteve nos municípios de Ariquemes e Buritis nesta segunda-feira, quando aproveitou para vistoriar as obras da RO-421, que liga o município à BR-364, galerias, pontes, bueiros celulares e o presídio que está sendo construído pela administração estadual.Há muito tempo que Buritis precisa desta rodovia, e o presídio também é uma solicitação antiga que em breve será realidade”, disse Cassol durante as vistorias. As obras de pavimentação agora estão dentro do cronograma previsto. No ano passado uma das empresas contratadas para construir um dos trechos desistiu da obra, o que acabou comprometendo a inauguração da rodovia. “As obras estão a todo vapor e em breve Buritis estará ligada por asfalto ao resto do país”, disse o governador de Rondônia.Na área urbana de Buritis, Cassol visitou as obras do presídio local que está em construção, graças à emenda parlamentar do deputado Tiziu Jidalias. As obras do presídio também estão aceleradas, e se encontram na fase de montagem dos alicerces e pilares, que devem ser reforçados para evitar fugas.Nesta terça-feira, Cassol estará Machadinho D'Oeste, onde assina convênios e entrega licenças ambientais e 5 trilhadeiras para Associações Rurais do município. A solenidade acontece na Escola Estadual Alberto Nepomuceno a partir das 14h.

segunda-feira, setembro 29, 2008

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Carlos Magno em BSB

O secretário estadual da Agricultura, Carlos Magno, está em Brasília. Amanhã e quarta-feira, o membro do staff da administração do Estado de Rondônia, cumpre agenda nos Ministérios do Meio Ambiente e Desenvolvimento Agrário. Liberação de calcário, regularização fundiária e agricultura familiar são temas dos encontros de Carlos Magno com os representantes do governo federal. Magno retorna dia 2 para Porto Velho.

Seguros: mulher é mais sensível admite Geraldo Ramos

A expansão do segmento de planos para jovens e crianças vem surpreendendo até os executivos do setor. Com um peso ao redor 6% do total de captações do mercado de previdência privada, há um grande potencial para crescimento dessa modalidade. Com isso, a concorrência tem ficado mais acirrada. Por enquanto, o segmento ainda é um dos mais concentrados entre os nichos deste mercado. Entre janeiro e maio deste ano, a Bradesco Vida e Previdência respondeu por 46,7% do total da receita acumulada para o segmento. Em seguida, ficou a Brasilprev Vida e Previdência , com 29,5%. Juntas, as duas empresas representaram 76,2% do total. No ranking do segmento, a terceira e a quarta posições ficaram, respectivamente, com a Itaú Vida e Previdência, com 12,3%, e Caixa Vida e Previdência, com 4,8%. Para os especialistas, o setor, embora ainda esteja longe dos patamares alcançados em alguns países, já atingiu um grau de maturidade suficiente para partir para a segmentação. Mas as pessoas têm procurado os planos de previdência para outros objetivos, destinados, por exemplo, ao custeio de gastos com saúde e educação. E as empresas têm criado produtos que atendem a essas demandas", afirma. A sofisticação e segmentação, aliás, é uma das explicações para o bom desempenho do setor de previdência, pois uma estratégia importante das companhias tem sido a de flexibilizar e aperfeiçoar os planos oferecidos para alcançar clientes com os mais diferentes perfis. Além da procura por planos para menores, outro movimento importante é a crescente procura por produtos por jovens de 21 e 35 anos. Segundo levantamento realizado pela SulAmérica em 2008, a média de idade de quem investe em previdência já está em 33 anos. Em 2000, a faixa etária girava em torno de 42 anos. O mesmo levantamento da SulAmérica apurou que elas já respondem por 50% da carteira de clientes individuais da empresa, atualmente composta por cerca de 100 mil pessoas. Em 1994, elas eram 29%. Cada vez mais arrojadas, um terço delas já aplicam em planos de previdência com renda variável na composição. A mulher tem também peso decisivo na hora da aquisição do plano de previdência para a família e, segundo os executivos do setor, são as maiores responsáveis pela aumento da venda de planos para crianças. Para o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, a mulher se mostra mais interessada em adquirir planos para os filhos. "A mulher é mais sensível para estes produtos e, atualmente, é a consumidora que compra na idade mais tenra, ao redor dos 30 anos, enquanto que entre os homens, a procura começa aos 34 anos". Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

domingo, setembro 28, 2008

Mercado pronto para seguir a Lei, diz Geraldo Ramos

O mercado de seguros encarou com tranqüilidade o início de vigência da lei pela qual os contratos de serviços passam a ter letras com tamanho 12, no mínimo, além de termos claros e com caracteres ostensivos e legíveis. Segundo o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, o setor, na Amazônia Ocidental, já estava preparado para esse tipo de exigência: “isso sempre gerou reclamações no passado, mas a grande maioria das seguradoras já está adaptada ao que determina essa lei”, afirmou. Segundo ele, outra preocupação é tornar mais fácil o entendimento das condições contratuais, com a utilização de termos usuais e explicação clara de cada termo técnico usado. A Lei 11.785 foi publicada nesta terça-feira no ‘Diário Oficial da União’. A legislação prevê multa entre R$ 212 e R$ 3,1 milhões para contratos com letras pequenas, ilegíveis ou redigidos sem clareza. A lei não é retroativa e é válida para vários tipos de contratos, escritos em papel ou apenas em versão eletrônica. Clientes que enfrentarem problemas podem denunciar as empresas em órgãos de defesa do consumidor.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Verdade dos fatos

Em virtude da divulgação de uma falsa notícia sobre a detenção do governador Ivo Cassol no aeroporto de Vilhena, na manhã desta sexta-feira (26), veiculada em alguns sites do estado, o Departamento de Comunicação Social do Governo do Estado de Rondônia vem a público esclarecer a verdade dos fatos:1 – Devido a uma denúncia anônima declarando que a aeronave utilizada pelo governador estaria transportando material de campanha política, a Polícia Federal enviou agentes ao aeroporto Brigadeiro Camarão, em Vilhena, para investigar os fatos.2 – Os agentes conversavam com o piloto da aeronave sobre a origem e o destino do vôo, bem como o que estaria sendo transportado (apenas roupas e objetos pessoais dos passageiros), quando o governador Ivo Cassol, acompanhado do deputado estadual Ezequiel Neiva e seguranças, chegou ao aeroporto para embarcar rumo às cidades de Colorado D’Oeste e Ariquemes, onde cumpriria agenda de trabalho.3 – Ao contrário do que foi irresponsavelmente divulgado pelos sites, o governador Ivo Cassol não ficou detido: em momento algum, limitando-se a prestar todos os esclarecimentos solicitados, entendendo que todas as denúncias devem ser investigadas e que a Polícia Federal estava cumprindo seu papel, fotografando a aeronave e verificando o plano de vôo para confirmar que nada havia de irregular.4 – Em face do momento político que atravessa o país, Ivo Cassol acredita que esta foi mais uma infeliz manobra dos seus adversários para tentar desestabilizar o Governo, oferecendo mais uma denúncia infundada e sem o menor cabimento, como foi constatado pela própria Polícia Federal.5 – Segundo apurou a Secretaria de Estado de Segurança, Defesa e Cidadania – Sesdec, a Superintendência da Polícia Federal, localizada em Porto Velho, desconhecia a operação em Vilhena, tida como rotineira devido ao grande número de denúncias anônimas neste período eleitoral. Coincidentemente o governador Ivo Cassol chegou ao aeroporto no momento que os agentes conversavam com o piloto da aeronave, que igualmente .6 – O governador Ivo Cassol, como representante legítimo da população de Rondônia, sempre agiu na forma da Lei, e estará à disposição das autoridades constituídas para esclarecer quaisquer dúvidas que eventualmente surgirem, sobre qualquer situação.

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Seguradoras protegem mulheres

Não estranhe se o número de mulheres ao volante, que já é considerável, aumentar ainda mais. Isso porque, atualmente, além de uma ampla gama de opções de segurança, elas também podem contar com alguns serviços exclusivos. Diversas companhias seguradoras, acompanhando o aumento constante da presença das mulheres no trânsito, lançam no mercado produtos especializados, para atender às necessidades específicas do público feminino. Antes mesmo de citar os benefícios de suas apólices, a Porto Seguro lembra que o valor do seguro de carro para mulheres é, em média, 5% menor que o empregado para homens. Mulheres são consideradas mais cautelosas ao dirigir, além do fato de que, ao estacionar, elas preferem os estacionamentos a parar na rua. Esse comportamento garante maior segurança na utilização do carro e faz com que elas possam pagar menos no valor total do seguro. Quanto às vantagens, a companhia amplia a proteção oferecida aos veículos das seguradas, colocando à disposição também serviços de manutenção residencial em sua apólice. Dentre os benefícios, destacam-se a mão-de-obra gratuita para consertos emergenciais no imóvel da cliente, como chaveiro, reparos elétricos e hidráulicos, desentupimento e até substituição de telhas. Para as que contratam a assistência completa, a Porto Seguro oferece ainda conserto de eletrodomésticos, bem como serviços de cuidados com animais de estimação. Os serviços são prestados 24 horas, inclusive nos feriados e finais de semana. Para as mais alheias ao funcionamento de seu automóvel, a Porto Seguros desenvolveu e disponibiliza a suas seguradas o curso "Mecânica Para Mulheres - Conheça mais sobre seu carro". O objetivo é dar dicas e orientações sobre manutenção preventiva e conservação dos automóveis, além de fornecer informações básicas para que as motoristas possam acompanhar trabalhos e manutenções em oficinas. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

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Carlos Magno realiza seminário

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária – Seagri - tem promovido seminários com associações, cooperativas, sindicatos e setores da indústria para discutir políticas públicas para o setor em várias regiões do estado de Rondônia. Dando seqüência à realização dos seminários, que contam com a participação de entidades sociais para a construção da gestão compartilhada das ações de políticas para a agricultura, agropecuária e regularização fundiária, contribuindo para o processo de desenvolvimento ainda maior do meio rural no estado, acontecem nesta sexta-feira, 26, em Ariquemes, e 27 (sábado) em Machadinho D ’Oeste, mais duas rodadas. Participam dos seminários representantes das organizações dos agricultores, sindicatos rurais, cooperativas e associações rurais, entidades de pesquisa e extensão rural, tais como Emater, Ceplac, Embrapa, instituições de ensino, agentes financeiros, prefeituras e órgãos estaduais parceiros, como Sedam, Idaron, Conab e Incra. Já foram realizados seminários nos dias 12 e 13, em Vilhena, Cerejeiras e Cacoal respectivamente, e em outubro acontecem os seminários da região de Guajará-Mirim (dia 10), Porto Velho (dia 11) e Baixo Madeira (dia 12), abrangendo os distritos às margens do rio Madeira. Segundo o secretário Carlos Magno, a meta é discutir com os agentes envolvidos nestes seguimentos ações que vão contribuir para o desenvolvimento agropecuário do estado. A entrada é livre e todas as pessoas ligadas à cadeia do agronegócio são convidadas a participar dos seminários. Em todos os locais os seminários começam às 9:00 horas e encerram-se com almoço às 13h. O governador Ivo Cassol confirmou presença no evento.

TV:Garçon ganha apoio de Cassol

Os cabos eleitorais e correligionários do candidato Lindomar Garçon estavam achando muito estranho que o governador Ivo Cassol (RO) não tivesse aparecido na “telinha”, no horário eleitoral, para pedir votos ao candidato do PV, no caso, o próprio Garçon.Agora estão mais tranqüilos. Cassol está fazendo “aparições” no horário eleitoral pedindo votos para Garçon, o que deita por terra os supostos rumores de que o candidato do Partido Verde teria perdido o seu apoio. As chances de Garçon, portanto, aumentaram rumo à prefeitura de Porto Velho. Quem viver, verá! (WM).

STJ decide sobre seguradora

Recurso que discute se seguradora de vida e previdência pode ou não recusar a renovação de contrato de seguro de vida nos termos como fora contratado será discutido pela Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os ministros da Terceira Turma do Tribunal, seguindo a sugestão da relatora, ministra Nancy Andrighi, resolveram remeter o processo à apreciação do colegiado devido à importância da matéria. O caso trata de ação para cumprimento de obrigação de fazer proposta pelo segurado contra a seguradora. O segurado alega que vinha contratando, há mais de 30 anos, continuamente, o seguro de vida individual oferecido pela seguradora, mediante renovação automática da apólice. Em 1999, houve por bem manter seu vínculo com ela, aderindo, porém, a uma apólice coletiva vigente a partir de 2000. Essa apólice, da mesma forma, vinha sendo automaticamente renovada ano a ano. Segundo a defesa do segurado, no final de 2006, a seguradora enviou correspondência a ele informando sua intenção de não mais renovar o seguro nos termos em que fora contratado. Ofereceu-lhe, em substituição, três alternativas que o segurado considerou excessivamente desvantajosas. Daí propôs a ação argumentando que a seguradora estaria impedida de rescindir o contrato ou de alterar suas condições unilateralmente, principalmente porque pagou regularmente o prêmio do seguro. Além disso, afirmou que circular da Susep que autoriza a não-renovação de apólices de seguro desde que haja notificação prévia lesa o ato jurídico perfeito. Dessa forma, pediu a aplicação do Código de Defesa do Consumidor à questão e, entre outros pedidos, requereu que fosse estendida a validade da apólice à qual vinha aderindo, com a respectiva emissão de boletos para pagamento e tolerando-se seu reajuste segundo o INPC/IBGE. A primeira instância julgou improcedente a ação, entendendo que "o consumidor não tem direito adquirido à renovação automática e perpétua da avença, podendo a seguradora, com amparo no princípio da liberdade contratual, alterar os termos dos contratos ofertados no mercado, visando à manutenção do equilíbrio contratual". Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

quinta-feira, setembro 25, 2008

Investir em seguro é a alternativa

Os brasileiros descobriram na previdência privada uma importante alternativa de investimento para garantir um futuro mais tranqüilo. São, hoje, perto de 9 milhões de participantes e, somente em 2007, 1 milhão de investidores fizeram novos planos. No primeiro semestre de 2008, os fundos de previdência privada tiveram captação recorde de R$ 15,3 bilhões, um aumento de 23,3% em relação ao primeiro semestre de 2007, de acordos com dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que reúne 89 empresas do setor. "O mercado está em franca expansão", comemora a Caixa Vida e Previdência, uma das principais operadoras do mercado, que acusou um crescimento das contribuições de 20% neste ano. Nas outras administradoras, o otimismo também impera, com taxas de expansão iguais ou maiores do que as da Caixa. No Bradesco, houve um aumento de 20% na captação em 2008. No Unibanco, o crescimento, apenas no segmento pessoa física, foi de 50%. No HSBC, o percentual foi de 111%. Na Brasilprev, do Banco do Brasil (com participação acionária do Principal Financial Group e do Sebrae), o crescimento das contribuições foi de 31,3% e os ativos sob gestão atingiram R$ 18,3 bilhões no final do primeiro semestre, um valor 30,4% superior ao de igual período do ano passado. "Em apenas 76 dias, a Brasilprev ampliou o volume de ativos sob sua gestão em R$ 1 bilhão", comemora a empresa. O crescimento econômico tem favorecido enormemente a previdência privada. Com a expansão do emprego e da renda, tem sobrado mais dinheiro para o brasileiro investir. Além disso, a estabilidade econômica proporciona uma visão de longo prazo. As pessoas começam a olhar para o futuro - e percebem que viverão mais e a aposentadoria do INSS não será suficiente. Os fundos de previdência privada surgem como alternativa primordial nesse cenário, principalmente por conta das vantagens fiscais, na redução de impostos imediata ou futura. "Esses benefícios fiscais ficam cada vez mais claros para o investidor", afirma. Com isso, os planos de previdência têm se mostrado razoavelmente resistentes a turbulências. Enquanto os fundos de investimento, como um todo, tiveram saques líquidos de R$ 20,3 bilhões em julho (e R$ 10,7 bilhões no acumulado do ano), a captação líquida dos fundos de previdência ficou positiva em R$ 396,8 milhões no mesmo mês (e R$ 10,7 bilhões no ano). "Esse é um fato fenomenal. O investidor amadureceu e consegue entender que a volatilidade momentânea não o afetará no longo prazo", diz a Fenaprevi. Os administradores de fundos de previdência têm percebido que os investidores deixam cada vez mais tempo o seu dinheiro no investimento. Na Unibanco AIG, por exemplo, há uma permanência de 98% do saldo, se considerados os últimos 12 meses, nos produtos considerados de aposentadoria. Os resgates são maiores naqueles fundos criados para quem apenas quer diversificar a carteira e fazer contribuições esporádicas - como o caso de quem recebe um bônus ou aplica num plano de previdência com objetivos de médio prazo. Há muitos estímulos para o investidor deixar o seu dinheiro nos fundos de previdência por mais tempo. Em primeiro lugar, muitos fundos têm liquidez mais restrita - só podem ser resgatados a cada 60 dias. Em segundo lugar, há um limite de 49% para aplicação em ações, o que acaba por restringir a volatilidade dessas aplicações. Em terceiro, nos planos empresariais, em que o funcionário e empresa entram com aportes, quase não há saques. Em quarto lugar, cada vez mais os investidores aderem à tabela regressiva, em que a alíquota do Imposto de Renda diminui com o tempo de permanência no plano. Se o dinheiro for resgatado antes de o plano completar dois anos, a alíquota é de 35%. Mas esse percentual vai caindo ao longo do tempo até chegar a 10% nos resgates acima de dez anos. No Bradesco, a proporção de investidores que aderem hoje à tabela regressiva é de 30%, o dobro em relação a 2004, quando a opção por esse regime tributário foi criada. No entanto, não dá para dizer que os fundos de previdência são totalmente imunes à crise. Na HSBC Seguros, por exemplo, houve uma queda de 8% nas vendas novas no mês de agosto - além de uma taxa de 5% de resgate e uma redução em 10% na arrecadação dos planos já existentes. "Não foi um percentual significativo. Mas algumas pessoas ainda verificam a variação na bolsa e confundem. No longo prazo, a bolsa sempre ganha", avalia a HSBC Seguros. Uma boa maneira de resolver essa questão é mudar a forma de divulgação dos fundos de previdência. "Se é um investimento de longo prazo, por que se preocupar com as cotas diárias e comparar com a rentabilidade do CDI?", questiona. Outro efeito da crise foi um aumento de conservadorismo. Na maior parte dos administradores de fundos de previdência privada, pode se sentir uma mudança no perfil médio das aplicações, com maior concentração na renda fixa. Na Bradesco e Vida Previdência, hoje o percentual dos novos planos em renda variável não passa dos 10%. Há dois anos, chegava a 30%."Para quem já tem PGBL e VGBL, a mudança é bem pequena, mas, nas novas aplicações, as pessoas têm procurado a renda fixa", afirma a Bradesco Vida e Previdência. Mas há exceções. Na Unibanco AIG Seguros e Previdência, a procura por fundos com perfil moderado/agressivo cresceu 50%. Na Brasilprev, a participação dos fundos compostos (que contêm ações) passou de 7% em janeiro de 2007 para 39% em julho de 2008. A mudança de perfil e comportamento dos clientes indica uma consistência cada vez maior. As pessoas estão ingressando mais cedo nos planos de previdência e fazendo aplicações mais polpudas. Há cinco anos, diz a média etária era de 40 anos na Bradesco Vida e Previdência. Atualmente, está na faixa dos 35 anos. O valor médio das contribuições mensais é hoje de R$ 280, um crescimento de 30% em relação a quatro anos atrás. "Os brasileiros estão percebendo que, se quiserem uma proteção no seu futuro, têm que optar pela previdência privada", afirma.Cada vez mais sofisticados, os administradores de fundos PGBL e VGBL lançam produtos para grandes investidores e, ao mesmo tempo, planos populares, para atingir a emergente classe C. "É lógico que as pessoas de alta renda têm maior capacidade de poupança, mas a previdência também vem interessando à baixa renda. Nosso desafio é continuarmos aproveitando a oportunidade de crescimento na Classe C", diz a Bradesco. Na Brasilprev, há planos a partir de R$ 25. A empresa calcula que 5 milhões dentre 26 milhões de clientes do Banco do Brasil são propensos a fazer um plano de previdência. Mas, hoje, apenas 2 milhões são clientes da administradora. "Demora um pouco para esses planos atingirem a baixa renda, mas acredito que o mercado vai continuar crescendo à taxa de dois dígitos", afirma a Brasilprev. A HSBC Seguros pensa em criar planos de previdência popular e microprevidência. Enquanto o primeiro seria mais voltado às classes B e C, o segundo atingiria às classes D e E. A idéia é não só trabalhar com parcelas mensais baixas como facilitar o acesso ao produto, por meio de diversos canais, como o celular. Entre as novidades bem-sucedidas criadas recentemente, vale destacar os planos para menores e os planos de ciclo de vida. Os planos para menores têm os maiores índices de crescimento do mercado. De acordo com dados da Fenaprevi, eles tiveram uma expansão de 39,77% no primeiro semestre, em relação à igual período do ano passado, com captação de R$ 959,6 milhões. Os planos batizados de "ciclo de vida" também têm agradado. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, setembro 24, 2008

Garçon expressa realidade, segundo Juíza

A decisão foi julgada na Representação nº 057, em que a coligação Trabalho de Novo Com a Força do Povo pediu direito de resposta e liminar para a imediata retirada das inserções do horário eleitoral gratuito em que o candidato Lindomar Garçon faz duras críticas a administração do atual prefeito e candidato a reeleição, Roberto Sobrinho e ainda põe em cheque sua competência.O prefeito considerou ofensa pessoal a sua administração as inserções em que a coligação de Garçon questiona a regularidade de todas as escrituras entregues pela Prefeitura de Porto Velho (RO), ou quando usa frases como: “Esta incompetência tem que parar”; “Quatro anos é tempo suficiente para um prefeito mostrar competência”, exibidas nos dias 17 e 18 de setembro.Porém ao analisar o material da propaganda enviada pela coligação de Sobrinho, a juíza da 20ª Zona Eleitoral, Rosemeire dos Santos Pereira, não vislumbrou ofensa a Sobrinho, o que viu foram inserções que falavam do valor das tarifas de ônibus, dificuldade de fichas médicas, caos no trânsito e obras inacabadas.“(...) verifico uma manifestação de crítica ante a uma situação fática em que se acredita encontrar a cidade(...), cita a magistrada no mérito da decisão. Quanto a regularização fundiária, a coligação de Sobrinho não anexou aos autos cópias dos vídeos relacionados a este tema.A juíza também entendeu que impedir a manifestação da crítica, seria ferir o direito a liberdade de expressão. Mesmo assim salientou que o candidato Garçon poderia utilizar o tempo também para apresentar soluções aos problemas, não somente criticá-los, pois utilizando o tempo somente para críticas, o candidato desvirtua o tempo concedido para a propaganda eleitoral.A decisão da juíza foi promulgada no domingo(21), no átrio da 20ª ZE

Grupo é condenado por fraude

Mais um escândalo do grupo Eucatur foi divulgado nesta quarta-feira com a condenação da Eucatur Táxi Aéreo em ação civil pública julgada procedente pelo juiz da 2ª Vara da Fazenda Pública, Alexandre Miguel, obrigando o pai do candidato a senador derrotado (Acir Gurgacz), Assis Gurgacz, e seus sócios, Walter Lemes Soares, Carlos Roberto Vieira de Vasconcelos, José Augusto Cavalcante e José Gomes da Rocha, a ressarcir o Estado de Rondônia. A decisão consta do dia 19 de setembro passado. A denúncia é do Ministério Público de Rondônia que constatou, através de laudos periciais, que a Eucatur Táxi Aéreo fraudou o número de horas-vôo das aeronaves alugadas para o Governo, recebendo recursos públicos indevidos. É mais uma condenação no universo de 200 processos que o grupo Eucatur, dirigido por Assis, Acir e Nair Venturini, recebe do Poder Judiciário. Segundo apurou o MP, as operações de vôo contidas em alguns relatórios não correspondem aos dados oficiais do controle aeroportuário, acarretando em pagamento por vôos não realizados no ano de 1994. O dolo dos sócios da Eucatur Táxi Aéreo é comprovado nas declarações do perito ao explicar que “o fretante usava muito pouca informação para a comprovação efetiva de suas solicitações”, mas que emitia Notas Fiscais como se tivesse esses dados no diário de bordo.Um incêndio misterioso no hangar da Eucatur Táxi Aéreo acabou prejudicando a prova conclusiva da perícia no contrato 1001/120/93. O helicóptero foi consumido pelas chamas e até hoje ninguém foi responsabilizado. “O perito declara que isso de deveu a incêndio em hangar, que também consumiu a aeronave a os documentos que estavam em seu interior, para arrematar que “este perito pode afirmar que houve imprudência por parte da empresa em manter a bordo os documentos técnicos, pois a regulamentação aeronáutica não obriga ter a bordo tais documentos, pelo contrário, sempre orientamos os operadores a manter a documentação disponível na Seção de CTM (Controle Técnico de Manutenção) da empresa, até mesmo para que no caso da ocorrência de um acidente com a aeronave, estes documentos não venham a se perder, possibilitando assim uma pesquisa de ordem técnica para auxiliar na investigação do acidente”.Confira na íntegra a condenação de cada um dos réus nesse processo:a) condenar Eucatur Táxi Aéreo Ltda., Assis Gurgcaz, Walter Lemes Soares, Carlos Roberto Vieira de Vasconcelos e José Gomes da Rocha, solidariamente, a ressarcir o erário na quantia de R$ 44.400,00 (quarenta e quatro mil reais), atualizados monetariamente a partir dos respectivos pagamentos e com juros moratórios de 1% a partir da citação, referente a cobrança por vôos não realizados, referente a parte do Contrato n. 1001/120/93-CM (planilha de fl. 8); b) condenar Eucatur Táxi Aéreo Ltda., Assis Gurgcaz, Walter Lemes Soares, José Augusto Cavalcante e José Gomes da Rocha, solidariamente, a ressarcir o erário na quantia de R$ 35.100,00 (trinta e cinco mil e cem reais), atualizados monetariamente a partir dos respectivos pagamentos e com juros moratórios de 1% a partir da citação, referente a cobrança por vôos não realizados, referente a parte do Contrato n. 1001/120/93-CM (planilha de fl. 8); c) condenar Eucatur Táxi Aéreo Ltda., Assis Gurgcaz, Walter Lemes Soares e José Augusto Cavalcante, solidariamente, a ressarcir o erário na quantia de R$ 110.006,96 (cento e dez mil, seis reais e noventa e seis centavos), atualizados monetariamente a partir dos respectivos pagamentos e com juros moratórios de 1% a partir da citação, referente a cobrança por vôos não realizados, referente ao Contrato n. 1001/078/94-CM . Fonte: rondoniagora.com.br

Seguro fiança de seguradora cresceu 74 por cento

O Porto Seguro Aluguel, seguro fiança que garante o pagamento do aluguel e encargos em caso de inadimplência do inquilino e substitui o fiador, registrou um crescimento expressivo de 74% no volume de prêmios emitidos no primeiro semestre de 2008, em comparação com o mesmo período do ano passado. Líder no seu segmento, o produto oferecido pela Porto Seguro apresentou crescimento médio de 50% nos últimos três anos, e já conta com mais de 130 mil apólices comercializadas. A crescente preferência pelo Porto Seguro Aluguel se deve principalmente à maturidade atingida pelo produto. "Com o passar dos anos, foi possível também focar em públicos específicos, como universitários e imigrantes". "Para esses locatários, por exemplo, o Porto Seguro Aluguel é quase sempre a única opção de garantia". Segundo dados recentes do Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo, a locação de imóveis na cidade cresceu 9,75% em julho, puxada pelos apartamentos, que foram maioria dos novos contratos, com 51,70%. Os negócios nos quais o fiador não esteve presente já representam 54,43% dos novos contratos na capital - 25,37% realizados com seguro fiança - e o índice de inadimplência ficou em 4,87%, inferior à média do primeiro semestre, que foi de 5%. O Porto Seguro Aluguel é um seguro formatado para garantir o pagamento do aluguel em caso de inadimplência do inquilino. Além disso, o produto oferece diversas coberturas e benefícios diferenciados que facilitam o dia-a-dia de locadores e locatários. De maneira geral a fiança locatícia é uma solução mais completa para a locação. Com o serviço, a seguradora efetua os pagamentos dos aluguéis durante todo o período em caso de ação de despejo, assim o proprietário recebe os alugueis sem a necessidade de esperar o final das demandas judiciais. Além de garantir o pagamento de aluguéis e encargos, o cliente Porto Seguro Aluguel pode usufruir de benefícios, como serviços emergenciais 24h à residência e descontos para mudança. Existem ainda coberturas que podem ser contratadas garantindo pintura intera e externa da residência alugada e multa contratual. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Cassol diz que senadora presta mais um desserviço à população

Ao contrário do que afirmou ontem na tribuna do Senado a senadora Fátima Cleide (PT), em matéria publicada nas páginas de um jornal da capital, o governador Ivo Cassol não faz “terrorismo em municípios do interior” e muito menos “constrange funcionários da Emater e da Seagri a serem agentes do terrorismo, alardeando que o governo Lula vai confiscar propriedades de produtores rurais que não averbarem reserva legal”.Com a mesma irresponsabilidade, ignorância sobre leis, falta de respeito para com o cidadão rondoniense e desprezo pelas instituições públicas estaduais que são emblemas de sua (des)atuação desde 2002, quando foi catapultada pela “onda Lula” de um obscuro posto na diretoria do Sintero para uma vaga no Senado, a senadora lamentavelmente presta agora mais um desserviço à nossa população. Em vez de admitir que o Governo do Estado tomou-lhe a dianteira na obrigação de informar os pequenos produtores sobre o que acontece em Brasília, como é o caso do rigor para com a averbação obrigatória de reserva legal que está inscrito no Decreto 6.514 – artigo 55 (ver matéria abaixo, publicada pelo Departamento de Comunicação Social – Decom há mais de 40 dias, precisamente em 14 de agosto passado), a senadora prefere “fazer média”, em plena campanha eleitoral, a partir de sua privilegiada tribuna do Senado. Qual foi a contribuição da senadora para ajudar nos trabalhos do Ministério do Meio Ambiente, na comissão revisora do decreto, que o próprio Governo Federal admitiu ter excessos, os quais são por ela qualificados como meras “imperfeições”? Qual foi a sugestão encaminhada para tentar melhorar as condições dos produtores rurais em relação a este tema pelos supostos engenheiros florestais, agrônomos ou extensionistas que supostamente compõem a equipe técnica da senadora, cuja gabinete custa mais de R$ 1 milhão e 500 mil por ano aos cofres públicos do país? Ao que se depreende da matéria veiculada ontem, segundo suas próprias declarações, nem uma coisa nem outra, absolutamente nada! Para fechar com chave de ouro o espetáculo da demagogia, a senadora diz que "a recomposição de 50% da reserva pode ser feita em até 30 anos, com crédito disponível do Basa”. Ora, isso é praticamente impossível, uma vez que a grande maioria dos assentados não possui o CCIR – Certificado de Cadastro de Imóvel Rural, pois o Incra – órgão federal, como todos sabemos – não faz a titularização das propriedades rurais no estado no ritmo desejado, impedindo os pequenos produtores de obterem crédito junto às instituições bancárias. Por que a senadora não cobra mais agilidade do órgão, que é administrado por um “companheiro”, ao invés de acusar quem realmente trabalha? Como faz seis anos que, sustentada pelo contribuinte, a senador gasta muito mais tempo na ponte aérea Brasília - Porto Velho do que palmilhando o chão de Rondônia, de Porto Velho a Pimenteiras, de Guajará-Mirim (onde estará hoje) a Machadinho do Oeste (como faz toda semana, religiosamente, o governador Ivo Cassol), e, portanto, desconhece a realidade do nosso homem do campo. Mais uma vez a ex-professora perdeu outra grande chance de ficar calada. O Basa, orientado pelo Ministério da Fazenda e pelo Banco Central, ambos administrados pelo mesmo PT ao qual sempre pertenceu, vem sistematicamente diminuindo o número e o valor das operações destinadas ao segmento produtivo de Rondônia, e há muito tempo não abre uma nova unidade em nosso estado.Caso tivesse alguma influência nesta que já foi uma agência de fomento de muito respeito em nossa região, a senadora Fátima Cleide teria outros assuntos para tratar e números para mostrar. Como não os tem, esconde-se na agressão à pessoa do governador, que, por força de ser gratuita e descabida, atinge a inteligência e a integridade de todos os rondonienses. Mais lamentável, certamente, só mesmo sua aguardada próxima intervenção na cena política de nosso Estado.Ivo Cassol vem, sim, alertando os produtores rurais para o Decreto n° 6.514 para quem deixar de averbar sua propriedade, sob pena do agricultor ter confiscada a sua terra, dando prazo de 180 dias para regularização. Isso é impossível! Segundo levantamento da Secretaria de Estado da Agricultura existem mais de 88.000 propriedades pendentes de regularização no estado para obter a tão sonhada titularidade, e assim conseguir financiamentos. Talvez por estar mal informada, ou por absoluto desconhecimento da realidade do estado, a senadora ainda não sabe que foram firmados diversos termos de cooperação entre os órgãos estaduais – Seagri, Sedam, Emater eProcuradoria com o Incra, o Ministério de Meio Ambiente e o Ibama, para trabalhar em conjunto e solucionar o mais rápido possível, sem onerar o produtor rural, essa questão da regularização fundiária. Em recente reunião em Brasília entre os governadores da Amazônia Legal, os ministros do Meio-Ambiente, Agricultura, Desenvolvimento e o presidente da República, foi apontado que Rondônia saiu na frente dos outros estados ao criar a secretaria de Agricultura e Regularização Fundiária, justamente para ajudar a resolver de vez esta que é uma das principais questões para o homem do campo. Tanto que o próprio Governo Federal está estudando uma fórmula de resolver o problema, reconhecendo que mais uma vez “errou a mão”. Cassol não faz o “terrorismo” que a senadora apregoou, muito pelo contrário. O governador vai continuar sim alertando a população que o elegeu – e reelegeu – como seu representante para solucionar os problemas de Rondônia. Mesmo que alguns poucos tentem atrapalhar, ou semear a discórdia e a mentira pelo caminho, justamente por não terem capacidade para fazer outra coisa.

Cardiologista defende vida saudável

O cardiologista Eduardo Garcia condenou hoje em Porto Velho (RO), o fumo,colesterol elevado,e a vida sedentária - dentre outros fatores - como inimigos da saúde das pessoas. Segundo o médico, alimentação saudável e exercícios físicos são essenciais para a qualidade de vida.

Seguro em moeda estrangeira

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) decidiu colocar em audiência pública minuta de circular da autarquia que trata dos procedimentos operacionais para a contratação de seguros em moeda estrangeira e de seguros no exterior. Os interessados poderão encaminhar, até o dia 22 de outubro de 2008, sugestões e comentários, por meio de mensagem eletrônica dirigida ao endereço coleg@susep.gov.br, devendo ser utilizado quadro padronizado específico disponível na página da Susep na Internet (www.susep.gov.br). A Susep informa que a minuta de circular está disponível na página da autarquia, bem como o respectivo quadro padronizado para apresentação dos comentários e sugestões. Após o encerramento da audiência pública, será realizada reunião pública para permitir a todos melhor compreensão do resultado da análise, por parte da Susep, das manifestações recebidas.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, setembro 23, 2008

Seguro de vida está em alta, diz Geraldo Ramos

O mercado brasileiro de seguros deverá crescer 18% em 2008 e atingir R$ 88 bi em prêmios, enquanto a receita das maiores seguradoras e corretoras pode fechar o ano na casa dos R$ 108 bi. As projeções são do economista Alexis Cavichini, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para o diretor da Fenacor e presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, os números são puxados pelo segmento Pessoas, que engloba os produtos vida em grupo, vida individual, acidentes pessoais, prestamista, educacional, funeral e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Nesse cenário, o VGBL será um dos carros-chefe do setor, pois oferece benefício fiscal aos contribuintes brasileiros, como a dedução parcial do Imposto de Renda em relação ao montante investido no plano. Pelos cálculos de Cavichini, o produto em 2008 terá um desempenho 33,66% superior ao de 2007. "Os prêmios do VGBL saltarão tranqüilamente de R$ 20,2 bilhões para até R$ 27 bi, com a aproximação da entrega da declaração do IR muitas pessoas decidem colocar seu dinheiro no VGBL em busca de um desconto na carga tributária", explica Cavichini. No primeiro semestre, a captação do VGBL gerou R$ 11,4 bi. "Para uma família que recebe entre R$ 1,5 mil e R$ 2 mil o VGBL pode não compensar muito, porque a alíquota do IR é mais baixa. A dedução é mais alta para aqueles com rendimento acima de R$ 3 mil, R$ 4 mil, quando a alíquota chega em 27,5%", explica Cavichini. Campanha de final de ano O especialista diz ainda que as aplicações no VGBL chegam a subir até 50% nos meses de dezembro e dezembro com o pagamento do 13º salário. "As aplicações podem crescer acima dos 33% previstos se os bancos conseguirem o mesmo sucesso do ano passado em suas campanhas publicitárias, afinal as pessoas também precisam ser lembradas e estimuladas a dar um passo a mais e receber uma boa orientação na aplicação de seus recursos".Ao longo de todo o ano passado, a média mensal das aplicações em VGBL girou em torno de R$ 1,5 bi. A partir de setembro, a trajetória dos investimentos ascendeu acima do valor médio, fechando dezembro com um montante de R$ 2,604 bi, uma expansão de 73%. Os produtos do segmento vida já registram participação de 51% do resultado consolidado do mercado de seguros do País. Previdência privada De acordo com dados divulgados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), o setor captou R$ 15,3 bi no primeiro semestre de 2008, o que significa uma expansão de 23,3% sobre o mesmo período do ano passado. As provisões do sistema atingiram R$ 132,5 bi no semestre, com alta de 24,11% em relação à mesma posição registrada em 2007 - R$ 106,8 bi. Há cerca de 7,6 mi de participantes do sistema de previdência privada no País. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, setembro 22, 2008

Capemisa

A Capemisa propõe uma evolução no mercado de Vida e Previdência, vislumbrando o amanhã, trazendo produtos novos e completos focados na sua segurança e proteção. Conheça os produtos Capemisa e contrate o que seja mais adequado às suas necessidades: Vip Mais;Bilhete Premiável Capemisa; Vip Resgatável e Vip Previdente. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Cartão

Chegou Porto Seguro Visa. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Seguro de pessoas impulsiona mercado

O mercado de seguros deve fechar o ano com um crescimento entre 16% e 18%, atingindo R$ 88 bi em prêmios. Já a receita das seguradoras deve bater a casa dos R$ 108 bi. Esses números estão sendo puxados pelo Seguro de Pessoas, que engloba os ramos de Vida em Grupo, Vida Individual (morte e invalidez), Acidentes Pessoais, Acidentes Pessoais Individual, Acidentes Pessoais Coletivo, Renda de Eventos Aleatórios, Prestamistas, Educacional, VGBL e Funeral. De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o seguro de pessoas foi o que mais cresceu no primeiro semestre de 2008. Os prêmios diretos do segmento representaram R$ 17,1 bi até junho, um crescimento de 24,8% em relação ao mesmo período de 2007, quando representou R$ 13,7 bi. O ramo representa ainda a maior fatia do mercado brasileiro com 51% dos prêmios.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Cardiologista em Curitiba

O requisitado e renomado cardiologista Eduardo Garcia acaba de regressar de Curitiba. Foi um dos poucos especialistas de Porto Velho (RO), a se fazer presente ao Congresso Brasileiro de Cardiologia, encerrado quarta-feira (10).Eduardo Garcia prestigiou também a inauguração do "Museu do Coração', evento também realizado na capital dos pinhais. Segundo o cardiologista, reduzir as 300 mil mortes que o Brasil registra a cada ano por causa de doenças cardiovasculares, continua sendo um compromisso seu e de todos os cardiologistas. O coração, explicou Eduardo Garcia, continua sendo o maior responsável pelos óbitos no país. Marcação de consultas: (69) 3222-3452.

domingo, setembro 21, 2008

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Cofins e os corretores de seguros

Os corretores de seguros que sonhavam que seriam isentos do recolhimento da Cofins - Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, foram surpreendidos nesta quarta-feira, dia 17, com a decisão do STF - Supremo Tribunal Federal segundo a qual os “profissionais liberais” terão que prestar contas com o fisco. Em várias ações declaratórias de inexistência de relação jurídico-tributária, com pedido de tutela antecipada, na forma assegurada pelo inciso II, do artigo 6º da Lei Complementar Nº. 70/91, quando as mesmas eram distribuídas na Justiça Federal contra a União, e após a sua conclusão, a maioria dos Juizes através de despachos ou decisões interlocutórias, em homenagem ao entendimento sumulado pelo STJ através da Súmula 276, concediam liminares autorizando aos corretores de seguros a suspensão do pagamento da Cofins. Mas, a partir deste momento, a Fazenda Nacional através de seus Procuradores, buscavam mostrar para os Juizes, Desembargadores e Ministros a ilegalidade do pleito, utilizando algumas das ferramentas conhecidas como contestações, embargos, apelações, recursos e recursos extraordinários. Através de vários artigos de minha autoria busquei alertar a todos os colegas corretores de seguros dos principais riscos que estavam sujeitos diante das constantes barreiras enfrentadas pelos advogados e escritórios de contabilidades que também, pleiteavam na Justiça Federal a tão propalada Isenção do Pagamento da Cofins. O Supremo Tribunal Federal rejeitou os Recursos Extraordinários 377457 e 381964, que sustentavam que era ilegítima a revogação de uma Lei Complementar (LC 70/91) que isentava a cobrança por uma Lei Ordinária (9.430/96), determinado a cobrança da Cofins às sociedades civis, restando comprovado, a inclusão dos corretores de seguros. Os ministros Marco Aurélio Mello e Eros Grau foram vencidos pelo restante da Corte na votação (8 a 2). A maioria dos ministros defendeu que a Lei Ordinária não está subordinada à Lei Complementar, porque não há hierarquia de leis no ordenamento jurídico brasileiro, apenas competências relativas a cada espécie. Como a Cofins é uma contribuição já prevista na Constituição, ela pode ser regulamentada por Lei Ordinária. Já os ministros Marco Aurélio e Eros Grau entenderam que a Lei Complementar, por ter uma tramitação mais complexa do que a Lei Ordinária no Congresso Nacional, não poderia ser revogada por essa (a Lei Complementar tem mais turnos de votação e requer aprovação da maioria absoluta da Câmara dos Deputados e do Senado Federal). A decisão do STF - Supremo Tribunal Federal segue na direção oposta ao entendimento do STJ - Superior Tribunal de Justiça, que exige lei da mesma espécie para revogar outra. Por causa disso, o Plenário do STF debateu a possibilidade de modular os efeitos da decisão - mas a votação, nesse ponto, ficou empatada em cinco votos a cinco. Como seriam necessários pelo menos dois terços da Corte (oito ministros), não houve modulação dos efeitos. Sendo assim, a decisão do STF é retroativa à edição da Lei 9.430/96. Ocorre que, a Súmula 276, do STJ - Superior Tribunal de Justiça, foi editada há cinco anos. Por sua vez, desde esse longo período em que a Súmula 276 foi editada, consolidou justas expectativas no meio dos corretores de seguros na confiança da plena regularidade da sua conduta, que se pautou segundo os cânones estabelecidos no enunciado da referida Súmula 276. O ministro Ayres Britto defendeu que a confiança do contribuinte não chegou a ser abalada pela decisão, porque apenas confirmou-se que não há o princípio da hierarquia das leis. “A Constituição não estabelece hierarquias, e o regime jurídico de cada ato de ordem legislativa começa e termina na Constituição”, disse, refutando o pedido de modulação. Por fim, adotando sugestão do ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, o Plenário reconheceu a repercussão geral da matéria debatida, a fim de que os Tribunais Regionais Federais possam aplicar esta decisão a todos os demais recursos extraordinários que estavam aguardando o julgamento. Gostaria de sugerir a todos os colegas corretores de seguros que procurem o mais rápido possível o seu contador e o seu advogado para buscarem alternativas menos desastrosas objetivando regularizarem as suas possíveis pendências junto a Secretaria da Receita Federal, evitando desta forma, o encaminhamento do débito para inscrição na Dívida Ativa e, automaticamente, a sua Execução Fiscal. Em resumo, fiquem atentos, pois qualquer deslize poderá trazer conseqüências irreparáveis, desastrosas e de grandes proporções.

sexta-feira, setembro 19, 2008

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Seguradora amplia assistência 24h

A SulAmérica resolveu dobrar a freqüência com que o segurado pode acionar o motorista amigo, de duas para quatro vezes durante a vigência do seguro de automóvel. A decisão deveu-se à procura pelo benefício, que cresceu sete vezes depois da implantação da Lei Seca, em junho último. O serviço auxilia o motorista que se sente impossibilitado de dirigir, quando bebe, por exemplo. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

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Corretores de seguros: categoria cada vez mais forte

Em meio a entusiasmo geral, os corretores de seguros do Estado de Rondônia, debateram e aprovaram, por unanimidade, o seu novo código de ética. A euforia comum se justifica, também, pela adesão dos corretores e empresas corretoras de seguros do Estado do Acre, que, se desagregaram do Amazonas e, a partir de agora, vinculam-se, definitivamente, ao Sincor Rondônia, sob a liderança do diretor da Fenacor, Geraldo Ramos. Surge,portanto, o Sincor/RO/AC, entidade nova, forte e pujante.

Rumo ao topo

A cada dia, a Porto Seguros ganha status de seguradora top. Márcio Melo e Izaias Nunes lançam em Porto Velho, em edição exclusiva, o cartão de crédito versão Gold e versão Platinum. Novas e inéditas vantagens para a clientela.

Visita ao Sincor

A cúpula do Sindicato dos Corretores de Seguros de Rondônia, presidida por Geraldo Ramos, recebeu a visita de Antonio Henrique. O diretor, veio do Sudeste do país. Trouxe na bagagem produtos Capemisa Vida e Previdência, e vontade de ampliar os laços comerciais com a categoria.

Seduc inova com gabinete itinerante

A secretária estadual de Educação, Marli Cahulla, está atendendo ao público nesta quinta e sexta-feira (18 e 19), no gabinete itinerante instalado na escola estadual Major Guapindaia, em Porto Velho (RO), durante a reunião de trabalho com todas as gerências educacionais, representantes e coordenadores pedagógicos das representações de ensino da Seduc na capital e municípios. O evento foi aberto na manhã de quinta-feira com a presença do governador Ivo Cassol que destacou a necessidade da integração dos trabalhos com vistas ao fortalecimento das ações para a continuidade do processo de melhoria da qualidade do ensino.

Zerramos


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quinta-feira, setembro 18, 2008

Golpes no seguro: Susep alerta

A Susep adverte que estelionatários vêm causando prejuízos a cidadãos. Entre os golpes mais aplicados está a oferta do resgate de seguros e planos de previdência adquiridos no passado, mediante o pagamento prévio de valores a título de custas para liberação do resgate. Na maioria dos casos, quando do contato feito pelos estelionatários, as empresas onde os seguros foram contratados já encerraram suas atividades, encontrando-se sob regime de liquidação extrajudicial. Contudo, os liquidantes, designados pela Susep para vender os ativos das empresas em liquidação com o objetivo de pagar os credores (incluindo os segurados e beneficiários), em nenhuma hipótese solicitam pagamento prévio de qualquer valor para liberação de benefícios, e quando é feito contato com qualquer pessoa para recebimento de valores, este é feito de maneira formal, normalmente por carta ou edital. Portanto, qualquer ligação telefônica, e-mail, ou contato feito por pessoa se identificando como servidor da Susep, onde seja solicitado qualquer tipo de pagamento para resgatar direitos referentes a planos contratados no passado, trata-se de tentativa de golpe, e deve ser denunciado imediatamente. A Susep disponibilizou, inclusive, um espaço exclusivo para denúncias e esclarecimento de eventuais dúvidas dos consumidores, através do link: http://www.susep.gov.br/faleconosco/faleconosco.asp Nesse endereço, o denunciante pode indicar o assunto, entre as opções Informações sobre Legislação e Normas relativas aos mercados de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta; Atendimento ao público; Questionamentos sobre Seguros, Capitalização, Previdência Complementar Aberta, Corretores ou Empresas de Corretagem; Informações sobre estatísticas dos mercados controlados, boletins, envio de dados estatísticos (Circular 197/02), sistemas Autoseg e de Crítica de Dados; Solicitação de Audiência ou Reuniões com agentes públicos em exercício na Susep, formulada por particulares de entidades supervisionadas ou não; Sugestões e problemas técnicos relativos ao website. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Garçon visitou bairro

Em meio as suas visitas aos bairros de Porto Velho (RO), o candidato a prefeito Lindomar Garçon se deparou com uma ponte em estado de total abandono no bairro Nova Floresta, próximo a rua Três e Meio setor sul de Porto Velho.Conforme os moradores que se encontram revoltados com a situação, a ponte existe no local desde a administração do ex-prefeito Carlinhos Camurça e até hoje nem as tábuas foram trocadas, muitas delas estão em estado de apodrecimento. “Corremos risco de tentar atravessar a ponte e pisar em alguma tábua podre” disseram os moradores.O transtorno maior para a população é que no local transitam muitas crianças e pessoas idosas que têm maior dificuldade para fazer a travessia sem cair no igarapé que passa em baixo da ponte. O líder comunitário reclama que a comunidade já está cansada de esperar por providências. “Sempre fazem promessas dizendo que vão tomar uma atitude, mas nada é feito, estamos cansados de tanto sofrimento” desabafa. Ele conta ainda que a ponte está prestes a desabar e que na manhã de hoje uma criança ao tentar atravessar caiu e sofreu lesões nas penas. “Naquela localidade residem muitas famílias. Temos que ter consciência disso. E por se tratar de um trabalho tão simples, a prefeitura já deveria ter melhorado essa situação. A população não precisa passar por tantas humilhações”, enfatiza Garçon.

quarta-feira, setembro 17, 2008

Começa quinta campanha da Fenacor

Começa nesta quinta-feira a campanha encomendada pela Fenacor para divulgar o Código de Ética do Corretor de Seguros. Essa primeira peça, que será veiculada na Rede TV, às 8h35min, é um programete, que tem o ator Tarcísio Meira como âncora e depoimentos sobre o Código apresentados pelos presidentes da Fenacor, Roberto Barbosa; da Fenaseg, João Elísio; e da Escola Nacional de Seguros Funenseg, Robert Bittar; além do superintendente da Susep, Armando Vergilio. A partir da próxima segunda-feira e até quinta-feira uma nova peça será divulgada nos intervalos do jornal nacional. Neste caso, o ator Tarcísio Meira aparecerá de pé, diante de um fundo branco coberto por palavras tais como ética e responsabilidade, falando sobre a importância do código e incentivando o consumidor a contratar seus seguros apenas como o corretor que tiver aderido.

Governador recebeu MCT

O governador Ivo Cassol recebeu na tarde desta terça-feira (16), em seu gabinete na residência oficial, o engenheiro Luiz Fernando Schettino, que atualmente é subsecretário de Coordenação das Unidades de Pesquisas do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT, acompanhado de outros técnicos do órgão. A visita de Luiz Fernando teve como objetivo estreitar os vínculos institucionais entre o Ministério de Ciência e Tecnologia e o governo do Estado, visando o fortalecimento do núcleo regional do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA, em Rondônia, e estabelecimento de cooperações com os Institutos de Pesquisas do estado. Esse trabalho faz parte do plano de ação do ministro Sérgio Rezende de descentralização das pesquisas científicas e tecnológicas do MCT com ênfase na Amazônia. Cassol ressaltou que Rondônia tem o maior interesse nessa parceria, pois toda a pesquisa que for trazer desenvolvimento e benefícios para a população deve receber todo o apoio das instituições públicas.

Projeto cria profissão de corretor de seguro rural

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 3822/08, de um deputado do (PMDB-SC), que cria a profissão de corretor de seguro rural. Entre outras atribuições, esse profissional deverá orientar os agricultores a respeito de detalhes da apólice que, quando não observados, prejudicam os pedidos de indenização.Os corretores de seguro rural deverão ter diploma de técnico agrícola emitido por instituição de ensino médio oficialmente reconhecida, com no mínimo dois anos de exercício efetivo da atividade, ou diploma de nível superior em curso de Ciências Agrárias emitido por instituição oficialmente reconhecida.Segundo o projeto, a categoria respeitará as normas da Lei 4.594/64, que regula a profissão de corretor de seguro, e do capítulo sobre corretores de seguro do Decreto-Lei 73/66, que trata do Sistema Nacional de Seguros Privados e regula as operações de seguros e resseguros. A proposta estabelece atribuições específicas para a categoria. Entre elas, estão:- orientar o segurado a respeito de técnicas de produção, de cuidados na colheita, de prevenção de pragas e doenças e sobre épocas de plantio e métodos de manejo, para garantir que as formas de produzir estejam em conformidade com as especificações da apólice de seguro;- recomendar ao segurado providências que minimizem o risco de ocorrência de sinistros e, caso venham a ocorrer, indicar ao agricultor formas de minimizar as perdas, mesmo quando as medidas indicadas não forem exigidas pela seguradora; e- orientar o segurado na preservação de evidências que, se perdidas, poderão dificultar a avaliação da extensão dos danos ou a identificação das causas do sinistro.Estarão sujeitos a punição os corretores que encaminharem ao segurador proposta sobre a qual haja suspeita de fraude ou quando ficar patente que o proponente se recusa, sem justificação, a seguir recomendações técnicas, ocultando o fato ao segurador. Pelo Decreto-Lei 73/66, as penalidades previstas são multa, suspensão temporária do exercício da profissão e cancelamento do registro.Ressalte-se que há dificuldades para que o seguro rural seja difundido entre os agricultores brasileiros. Entre as razões para isso, ele cita os elevados custos que a seguradora tem com o "risco moral", relacionado à ocultação de informações por parte do segurado com o objetivo de pagar um prêmio menor ou conseguir que o risco seja aceito pela seguradora. O deputado também destaca a assimetria de informações e de poder econômico entre segurador e segurado.A intermediação do corretor vai facilitar as relações entre os agricultores e as seguradoras, contribuindo para a redução do custo de administração do seguro e também do risco de sinistros. "É crucial a presença de uma terceira pessoa, bem informada sobre os pormenores do contrato de seguro e sobre o sistema de produção, que possa auxiliar o agricultor, dialogar com o segurador e atuar como árbitro da confiança de ambos.O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

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terça-feira, setembro 16, 2008

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Seguro residencial tem alta

Dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados) apontam que no primeiro quadrimestre de 2008, os seguros residenciais tiveram aumento de 12% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse número é reflexo da expansão do setor de construção civil, e também do trabalho realizado pelas companhias do segmento de seguros para incentivar e conscientizar o brasileiro da importância de proteger o patrimônio residencial. Existem coberturas residenciais fáceis de contratar e a preços acessíveis, que variam de R$ 2,90 a R$ 5,50. Os serviços podem ser adquiridos por meio de faturas de energia e telefonia em empresas parceiras.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, setembro 15, 2008

Mercado de seguros

Especialistas vêem com naturalidade o fato de a BB Seguro Saúde, braço de saúde suplementar do Banco do Brasil, ter alcançado a meta estabelecida para todo o ano já no início deste semestre, quando ultrapassou a marca de 107 mil vidas seguradas em sua carteira de negócios. Para os analistas, a formação de parcerias com corretores de seguros independentes é o principal motivo para esse desempenho acima do esperado: “esse resultado apenas confirma a tese há tempos difundida no mercado e que começa a ser abraçada agora também pelo Banco do Brasil de que trabalhar com o corretor de seguros é um excelente negócio. Isso se repetirá nas demais carteiras.”, afirma um membro da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) na Confederação Nacional do Comércio (CNC) e que coordena o Comitê de Relacionamento dos Corretores de Seguros com o Banco do Brasil. Para ele, o Banco do Brasil tem a chance de buscar até a liderança do mercado de seguros, atuando em parceria com o corretor. Desde que sejam adotadas algumas medidas, tais como a adoção de critérios idênticos para a comercialização de seguros via corretor ou nas agências: “o mais importante é que as condições sejam iguais. Não deve haver preços diferentes. O Banco do Brasil tem a chance de buscar até a liderança do mercado. Então, não pode arriscar a oferece um tratamento desigual a esse importante parceiro. Para o corretor, isso é muito bom, pois em condições idênticas de comercialização, ele não teme nenhum concorrente”, argumenta. O corretor também terá vantagens ao trabalhar com o Banco do Brasil, por ser um grande player que estava “fora do mercado”. Ele comenta ainda a decisão do BB de adotar um modelo próprio de atuação com os corretores, a exemplo do que fizeram outros conglomerados financeiros: “o Bradesco tem o seu modelo, que é diferente do adotado pelo Unibanco, que não tem nada a ver com o do Itaú. Então, o BB precisa desenvolver o seu modelo”, frisa. Quanto aos critérios utilizados para a escolha das quatro cidades por onde começará a parceria do BB com os corretores, ele observou que a sede da empresa fica em Brasília e que Goiânia está muito próxima, além de ser capital de um estado com forte tradição no ramo agrícola, onde o Banco do Brasil tem atuação destacada. Já Curitiba é a cidade onde normalmente são instalados projetos pilotos e São Paulo foi incluída por ser a maior metrópole do país. Ele ressalva que não há qualquer acordo formal entre a Fenacor e o Banco do Brasil para que o corretor de seguros passe a vender os produtos de seguros da estatal: “Nenhuma seguradora tem que pedir permissão à Fenacor ou a qualquer sindicato para negociar seus produtos com os corretores. Não há, nem haverá acordo com o Banco do Brasil”, destaca. Ele acentuou que existe apenas um diálogo “cordial, diplomático, natural entre instituições”, assim como a federação mantém com todos os outros conglomerados financeiros. Esse diálogo é mais acentuado com o Banco do Brasil, neste momento, porque esse banco entendeu apenas agora que o corretor é “o único caminho para que a instituição possa tentar atingir a liderança do mercado”. Ele frisou ainda que tudo ocorre naturalmente e ao seu tempo: “na verdade, o banco está acordando para as vantagens que pode obter ao utilizar o canal corretor.”, assinala. Muitos corretores de seguros já vivem a expectativa de poder atuar com o Banco do Brasil. “Se forem oferecidas condições idênticas, o corretor levará vantagem. Com o mesmo preço, eu tenho plenas condições de vencer a disputa com a agência”, afirmou confiante. O mais importante é oferecer mais uma opção ao cliente: “sempre busco o melhor para os meus clientes. E atuar com grandes seguradoras sempre é uma boa alternativa, desde que a empresa trabalhe com seriedade e lealdade aos corretores de seguros”, acentuou. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

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Cresce seguro-fiança diz Geraldo Ramos

Embora a Lei do Inquilinato, de 1991, tenha determinado a possibilidade de uso de caução, seguro-fiança ou fiador como garantias de aluguel, a prática não tem se mostrado tão flexível com o mercado aquecido. Imobiliárias em regiões muito procuradas, têm barrado a caução e dado preferência à utilização do seguro-fiança. Uma administradora imobiliária, por exemplo, já não aceita caução em seus contratos e fechou 69% dos acordos com o seguro em 2008 disse o diretor da Fenacor e presidente do Sincor Rondônia, Geraldo Ramos. Os locadores queixam-se de que a caução no valor de três aluguéis --estipulada por lei- não é suficiente para cobrir as perdas em caso de não-pagamento. "Uma ação de despejo demora pelo menos oito meses para ser concluída", conta um advogado. Do outro lado da mesa, o locatário protesta contra o valor do seguro-fiança. Uma locatária não queria pagar os custos de uma seguradora e teve problemas em encontrar locadores que aceitassem fiador com imóvel fora de sua cidade. Solução para as dificuldades impostas ao locatário e símbolo de independência, o seguro-fiança aumenta sua adesão, confirma Geraldo Ramos. Conforme dados oficiais (imobiliárias), a parcela do seguro em 2005 era de 12%, enquanto, em julho deste ano, alcançou os 17,5%. O custo gira em torno de um aluguel por ano, variando conforme a análise de crédito feita. No caso de um médico, o valor do seguro foi equivalente a dois aluguéis, por ter sido considerado de risco. "Tenho 40% da renda comprometida em financiamentos. Nunca fui inadimplente, mas isso não foi suficiente", lamenta. Entretanto, decidiu-se pela opção por não ter como fiar a locação de outra maneira. O mercado tem ainda poucas opções de seguradora, mas a concorrência deve levar à redução de preços. Para um diretor do Porto Seguro Consórcio, a lei que permite o protesto de devedores de aluguel e condomínio pode também contribuir para essa tendência de baixa.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Cassol fez balanço da viagem a BSB

O governador de Rondônia, Ivo Cassol, despachou hoje (12) com o secretário de Finanças, José Genaro, em seu gabinete, na residência oficial. Além de discutirem assuntos inerentes à pasta, o governador fez um balanço da visita à capital federal e informou ao secretário os pontos mais relevantes das audiências no Palácio da Alvorada, que refletirão diretamente na arrecadação do estado, pasta sob o comando de Genaro.Cassol destacou a audiência positiva com o presidente Lula, onde discutiram, juntamente com outros governadores da Amazônia Legal, o ICMS Verde, que está em pauta de votação no Congresso e beneficiará todos os estados inseridos na floresta tropical. Cassol, aproveitando a audiência com o presidente, propôs que as florestas, tanto estaduais quanto federais que vão a leilão para concessão de uso para manejo, tenham em seus editais critérios que exijam a industrialização da madeira extraída dentro do próprio estado, o que, segundo Cassol, agrega valor e gera riqueza na região. “Não queremos ficar apenas exportando matéria-prima, para outros lucrarem, podemos industrializar aqui mesmo e gerar muito mais riqueza e empregos para nossa população”, justificou. A proposta depende de aprovação no Congresso, onde o governo tem a maioria dos votos, para posterior sanção do Presidente da República.

Fenacor lança campanha, garante Geraldo Ramos

A Fenacor, segundo o diretor Geraldo Ramos, inicia na próxima semana campanha nacional de divulgação do Código de Ética Profissional dos Corretores de Seguros: a sociedade está exigindo dos corretores de seguros uma postura mais profissional da categoria e o Código que foi aprovado no início do ano é a prova de que estamos atendendo este anseio. A primeira veiculação será feita na Rede TV, dia 18, pela manhã. Depois, serão veiculados mais quatro anúncios nos intervalos do Jornal Nacional, da TV Globo, na semana seguinte. A campanha tem como estrela o ator Tarcísio Meira.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Cassol dialoga com Lula

Uma vitória para Rondônia e para os agricultores assentados nos estados da Amazônia. Assim pode ser resumida a reunião do governador de Rondônia, Ivo Cassol, com o presidente Lula, na tarde de ontem (11) no Palácio da Alvorada, aqui em Brasília. Após a reunião pela manhã, na secretaria de Assuntos Estratégicos, com a presença de 6 ministros de estado e os governadores da Amazônia Legal, aconteceu uma segunda reunião no período da tarde, onde os governadores foram levar ao presidente da República as conclusões e sugestões para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Reconhecido e apontado como um dos principais problemas da região, a regularização fundiária foi o centro das discussões. Ficou acertado que será preparado um contrato de gestão com uma agenda de ações a serem executadas para viabilizar o mais rápido possível a regularização das propriedades agrícolas na Amazônia. Para tanto, a União viabilizará os projetos, pessoal, equipamentos e documentos, com a contrapartida dos estados. Segundo Cassol, “como Rondônia já detectou o problema e possui uma secretaria específica para este fim, ficará bem mais fácil e rápido trabalhar com o Incra para regularizar as propriedades rurais, para que os assentados tenham acesso ao crédito agrícola”, explicou. Outro ponto abordado na reunião pelo governador foi a criação da CPMF Verde, que incidiria em favor dos estados da Amazônia. O projeto de Lei está na Câmara dos Deputados para aprovação. Pelo projeto, os estados da região gozariam de incentivos fiscais para implantar indústrias que beneficiem a matéria prima da região, gerando empregos e renda aqui mesmo. “Precisamos criar alternativas para o estado para quando passar a onda das usinas do Madeira”, disse Cassol.
As licenças ambientais também foram alvo da conversa entre Cassol e o presidente. Como Rondônia possui uma secretaria capaz de elaborar e fiscalizar as ações ambientais, a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental – Sedam continuará fazendo este trabalho, e o Governo Federal irá preparar um projeto ao Conselho Monetário Nacional para que os agricultores não sejam prejudicados e nem percam a época do plantio por causa do Pronaf, simplificando o documento de aptidão do produtor – DAP e facilitando e emissão de licenças ambientais, reduzindo a burocracia para quem produz. “Tudo o que pregamos nos últimos anos agora está sendo admitido pelo Governo Federal e será executado no nosso estado. A regularização fundiária na Amazônia, os incentivos para que não levem embora a nossa matéria prima e seja beneficiada aqui mesmo, as licenças ambientais com a preservação do meio-ambiente. Desta vez parece que vamos caminhar na mesma direção”, disse Cassol após a reunião presidencial.

quinta-feira, setembro 11, 2008

Garçon entusiasma a Jatuarana

O candidato do PV à prefeitura de Porto Velho (RO) foi recebido com alegria e festa pelos seus eleitores. Garçon foi cumprimentado por vendedores e empresários que sustentam o forte comércio da avenida Jatuarana, no bairro Eldorado.Numa campanha eleitoral carente de grandes eventos e que se sustenta praticamente só com a propaganda eleitoral na TV, o candidato do Partido Verde, Lindomar Garçon, participou na tarde do sábado (06) de uma nova caminhada no Bairro Eldorado, na importante avenida Jatuarana, reforçando a idéia de que já está com um pé no segundo turno.Aproximadamente duas mil pessoas fizeram a caminhada por um percurso de dois quilômetros daquela via levantando bandeiras de Garçon, distribuindo santinhos de vereadores e outros materiais de campanha, enquanto na avenida dançavam ao som de jingles políticos num imenso cordão puxado por um animador, praticamente desconhecido nas disputas eleitorais.Quem acompanhou o evento e viu a movimentação de Lindomar Garçon visitando as lojas, pode constatar mais uma vez a empatia popular do candidato do PV. As pessoas praticamente disputavam o espaço para abraçar e cumprimentar o candidato, fazendo declaração de voto ou apresentando reivindicações dos bairros da região, para serem atendidas no caso de Garçon chegar à prefeitura da capital rondoniense.Garçon, como sempre, procurou ouvir a todos com a sua peculiar humildade, repetindo o mantra de que “política é gente, e o que estamos assistindo aqui, nessa importante artéria de Porto Velho, é a demonstração de que vamos para o segundo turno”.E, falando com a imprensa, Garçon ditava convictamente o que pensa de um novo turno nessa disputa. “Segundo turno é uma outra eleição, que será feita de forma mais equilibrada com o adversário. É quando a lógica democrática da maioria do povo que defende a mudança para uma gestão mais humanizada, que anseia por ver na prefeitura um administrador interessado em cuidar de gente, pondo fim aos caos instalado em praticamente todos os segmentos, como saúde, educação, segurança, limpeza pública, transporte e trânsito. E nesse momento que vamos ganhar essa eleição, cumprindo a vontade popular”.Na caminhada do sábado, Garçon fez todo o percurso sozinho, sem o vice, que teve sua candidatura impugnada pelo Tribunal Regional Eleitoral. O vice não estava, como se descobriu, regularmente filiado ao PTB. Nem por isso os aliados de Garçon deixavam de afirmar que a caminhada tinha “cheiro de vitória”, como garantia Rossini, candidato a vereador na coligação do líder do PV.Garçon contava para a imprensa que “o nome para substituir o vice” em sua chapa “pode ser definido nesta semana”. Entre os vários nomes examinados, “está o de uma mulher”, dizia o candidato a prefeito.Naquele momento Garçon estava mais empolgado com o número de candidatos a vereadores presentes na caminhada: “Estou feliz de perceber o engajamento de nossos vereadores e do povo nesse evento. Isso é um alerta ao adversário que vem usando da mentira sem limite, pensando que seria fácil enganar o povo daqui até o dia da eleição. Vamos continuar andando pelas ruas de Porto Velho, fazendo visitas e expondo nossas idéias para administrar melhor nossa capital. Sabemos que não existe eleição fácil e essa vitória será conseguida como muito esforço, como estamos fazendo nessa caminhada”, concluiu o candidato do PV.No término da caminha da Jatuarana, num espaço próximo ao Colégio Joaquim Vicente Rondon, o candidato do PV fez um rápido discurso numa caminhonete que serviu de palanque improvisado. Ele reconheceu seu método sereno de fazer política, sem agressão aos adversários.Mesmo assim Garçon voltou a desmascarar o atual prefeito, que concorre à reeleição, no caso da regularização fundiária, “porque a gente não pode permitir que a mentira prospere”. Lindomar disse que está mais do que comprovada “a enganação das Escrituras Públicas, pois tudo não passou de uma armação eleitoreira para conquistar votos das camadas mais humildes”.“Agora o povo está sabendo que foi enganado. O papel que receberam da prefeitura não tem valor de escritura definitiva. Não serve nem para garantir financiamento bancário para aqueles que pretendiam fazer reformar ou melhorar suas residências. Esse povo, em sua maioria, está frustrado com essa manobra do candidato oficial”, concluiu.E esbanjando esperanças de que estará no segundo turno, Garçon terminou afirmando estar pronto para enfrentar e vencer aqueles que fazem uso indevido “e despudorado da máquina do governo, das mentiras maquiadas numa publicidade enganosa que durante esses anos consumiram muitos milhões que poderiam ter sido aplicados nas soluções de graves problemas de Porto Velho”.(GT).

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Cassol dará OS para duas novas rodovias

Desgastadas pelo tempo e alto fluxo de veículos, duas rodovias no interior do Estado de Rondônia ganharão uma nova camada de asfalto usinado. Trata-se da RO-010, de Pimenta Bueno a Rolim de Moura, e da RO-383, passando pelos municípios de Alta Floresta, Santa Luzia e Rolim de Moura, as quais terão ordem de serviço para a restauração e recapeamento asfáltico assinadas pelo governador Ivo Cassol. As autorizações para o início das obras serão assinadas no próximo sábado (13) e na próxima segunda-feira (15). Nas duas obras, o governo irá investir mais de R$ 30 mi oriundos de recurso próprios, o que representará 113 quilômetros de rodovias restauradas. De acordo com o projeto, as restaurações serão executadas com concreto usinado betuminoso a quente (CBUQ), mais conhecido como asfalto usinado. Na RO-010 serão restaurados 70 quilômetros de rodovia, enquanto na RO-383 serão consertados outros 43 quilômetros. No primeiro trecho será investido R$ 18mi. No segundo ponto serão injetados mais R$ 11mi. - Além dessas duas restaurações que serão iniciadas, o DER está finalizando mais um projeto de restauração e recapeamento asfáltico: da RO-399, da BR-364 passando por Colorado até o município de Cerejeiras, totalizando mais 107 quilômetros de rodovia que serão restaurados. Serão investidos cerca de R$ 25 mi, tudo com recursos da administração Ivo Cassol.

Petrojuros




O pior é que vamos ter que aguentá-lo até a Copa!


País pode alcançar liderança no consumo de seguros

O Brasil já é hoje o segundo país em consumo de seguros per capita, isto é, por habitante, na América Latina. Mas poderá, no prazo de um a dois anos, suplantar o primeiro colocado, o Chile, se o crescimento do setor de seguros brasileiro mantiver o nível atual, de 16% a 18%, previsto para 2008. O crescimento da classe média brasileira e a redução do número de pobres podem levar ao aumento do consumo de seguros por habitante no país, indicou o economista. Uma das razões que reforçam essa tese é a ascensão significativa das pessoas mais carentes, que começam a ter uma renda e a fazer um seguro. Hoje o seguro está tendo uma função social para as famílias mais humildes. As pesquisas mostram que a coisa que mais marca uma família humilde é quando ela não tem condições de dar um enterro digno ao principal provedor. Um enterro como indigente marca a pessoa para a vida toda. Enquanto o consumo de seguros per capita no Brasil deve alcançar este ano entre US$ 300 a US$ 320, dependendo da taxa de câmbio, no Chile está em torno de US$ 360. Esse valor considera somente o seguro vendido pelo mercado, que engloba as áreas de seguro, capitalização e Previdência aberta. No conceito mais amplo, que abrange também a Previdência fechada e a Previdência Social, o consumo per capita se eleva a mais de US$ 1 mil. Vai a 10% do PIB per capita no país. O consumo per capita do seguro não inclui um outro componente muito importante, que é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo o economista da UFRJ, o Fundo é também um seguro, onde quem o recebe tem uma perda imensa. Considerando os últimos cinco anos, o trabalhador que recebeu R$ 1 mil vai ter hoje em termos reais cerca de R$ 800. Se a pessoa tivesse capitalizado esse montante a 6% ao ano no período de dez anos, teria quase o dobro. Como isso é um prejuízo muito grande para os trabalhadores, acredita-se que mais cedo ou mais tarde os próprios trabalhadores vão pedir uma mudança, estimou. Considerando que cerca de 55% da produção de seguros está concentrada no segundo semestre. Projeta-se que o setor terá, só em prêmios, de R$ 86 bi a R$ 88 bi este ano, sem considerar as receitas das seguradoras com as aplicações de reserva. Incluindo essas receitas, o faturamento do setor de seguros pode se elevar a até R$ 108 bilhões em 2008, estimou o economista. Com isso, o país poderá passar da 19ª posição no ranking mundial de seguros para a 14ª ou 15ª colocações. Por uma combinação de crescimento do mercado real e também em função da valorização do real." Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Mangabeira se reuniu com Cassol


O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, se reuniu na manhã de hoje, aqui em Brasília, com o governador de Rondônia, Ivo Cassol, (segundo à direita) e 8 outros governadores que fazem parte da Amazônia Legal. Em pauta, a criação de um órgão responsável pela regularização fundiária da região. Participaram do encontro os ministros do Meio Ambiente, Carlos Minc; da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes; Comércio Exterior, Miguel Jorge; e do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel. Foto Elba Fiúza/ABr

quarta-feira, setembro 10, 2008

Cassol vem a BSB e se encontra com Lula

Depois de participar em agosto último, em Cuiabá, do II Encontro de Governadores da Amazônia, o governador Ivo Cassol estará em Brasília nesta quinta-feira (11) para reunião da Comissão Gestora do PAS (Plano da Amazônia Sustentável), às 11h da manhã no gabinete do Ministro de Assuntos Extraordinários, Mangabeira Unger. A reunião servirá para que sejam apresentadas aos governadores as medidas que a Secretaria de Assuntos Extraordinários, ligada ao Gabinete da Presidência, irá tomar em relação ao desenvolvimento sustentável da Amazônia, depois de ouvir os chefes de executivo da região. Em julho o ministro Mangabeira Unger visitou o estado, quando pode ouvir do governador e líderes empresariais e políticos as principais reivindicações do estado para o desenvolvimento da região. Assim como Rondônia, Mangabeira visitou os demais estados da Amazônia para fazer um apanhado do que cada um deles precisa, em comum acordo com os planos do Governo Federal. Na reunião de Cuiabá o governador Ivo Cassol criticou abertamente a Operação Arco de Fogo, do Ministério do Meio-Ambiente e Ibama, sendo incisivo na questão ambiental, afirmando que a realidade de Rondônia é completamente diferente do estado do Mato Grosso, do Amazonas e do Acre, por exemplo, e que uma medida que serve para um estado certamente não servirá para outro, no que foi concordado com os demais governadores e o próprio ministro Mangabeira Unger. “Nós explicamos ao ministro Mangabeira que temos todo interesse em preservar o meio-ambiente, mas precisamos ser remunerados por isso. Além da preservação, precisamos de financiamentos federais para máquinas e equipamentos, uma política de incentivos fiscais à região, o imposto verde, e do o gás de Urucu”, disse Cassol à reportagem. Após a reunião com o ministro e governadores, Cassol tem audiência marcada com o presidente Lula, às 15h, no Palácio do Planalto, quando irá conversar, entre outros assuntos, do financiamento do Governo Federal aos programas de desenvolvimento do Governo do Estado. Cassol retorna ao estado na noite desta quinta-feira, e na sexta inaugura o escritório do Idaron de Ariquemes e assina convênios com entidades.

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Governador e vice vistoriam obras do CPA

Antes de viajar para Rolim de Moura (RO), onde tem compromissos políticos, o governador Ivo Cassol esteve na tarde desta terça-feira (9), juntamente com o vice-governador João Cahulla, vistoriando o andamento das obras do novo Centro Político Administrativo – CPA em Porto Velho. A obra que está sendo construída numa área de mais de 40 mil metros quadrados, no espaço da Esplanada das Secretarias e vai custar R$ 85 mi, recursos garantidos com a assinatura de contrato com o Banco do Brasil. Para garantir que a obra seja construída dentro do prazo estabelecido que é de 18 meses, o governador Ivo Cassol determinou que a licitação da obra fosse dividida em cinco lotes, para que cada um fique sob a responsabilidade de empresas diferentes. Para garantir que o andamento da obra esta dentro do cronograma o governador Ivo Cassol vistoria a construção do CPA em média duas vezes por semana.

Parlamentares rejeitam FGTS na Previdência Privada

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público rejeitou o Projeto de Lei 2695/07, de um deputado do (PDT-PR), que permite o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para o pagamento de planos de previdência privada. O relator, deputado do (PT-PA), afirmou que a intenção da proposta é boa – aumentar o rendimento do FGTS, hoje aquém de todos os investimentos. Mas, segundo ele, o fundo tem outras funções, e tornou-se a única fonte de financiamento dos estados e municípios para investimentos em infra-estrutura, saneamento básico e moradia popular. O PL ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, setembro 09, 2008

Mesa do Senado ignora TSE e mantém Expedito

Não adiantou o persistente lobby do empresário Acir Gurgacz (PDT), com várias condenações na Justiça rondoniense por desvios de recursos públicos. Por unanimidade, a Mesa Diretora do Senado decidiu pela permanência do senador Expedito Junior (PR-RO) no cargo até o trânsito em julgado da representação eleitoral de perda do mandato. O pedido para posse imediata de Acir Gurgacz, segundo colocado nas eleições passadas, partiu do senador Tião Viana (PT-AC). Mas o próprio Viana acabou votando pela permanência de Expedito. Agora, enquanto couber recurso à decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), que decretou a perda do mandato do parlamentar, Expedito continua como senador. Votaram favorável ao representante rondoniense os senadores Garibaldi Alves (PMDB-RN), Tião Viana (PT-AC), Cesar Borges (PR-BA), Magno Malta (DEM-ES), Alvaro Dias (PSDB-PR), Efraim Moraes (DEM-PB) e Gerson Camata (PMDB-ES). Portanto, Acir Gurgacz, que estava em Brasília desde a semana passada, pode retomar suas atividades no Grupo União Cascavel, que controla a empresa de ônibus Eucatur e o sistema de rádio e televisão em Rondônia, inclusive o jornal Diário da Amazônia, contumaz em atacar o senador Expedito Junior, o governador Ivo Cassol (sem partido) e veículos de comunicação que não comungam com seus ideais políticos.

Seguradora apura maior lucro

A Mapfre Seguros obteve, de janeiro a junho, o maior resultado de sua história para um semestre: um lucro de R$ 102,2 mi (com participação do minoritário). Essa soma é 82,8% maior que a apurada no mesmo período, em 2007, e consolida a forte tendência de crescimento apresentada pela companhia nos últimos anos. Segundo o presidente da seguradora, Antonio Cássio, “a atuação segmentada e baseada em multiprodutos, os investimentos feitos para o fortalecimento do relacionamento com o cliente e a incorporação de novos serviços e produtos, além do crescimento da rede de atendimento e a ampliação do número de corretores parceiros são algumas das estratégias adotadas pela companhia que proporcionaram o resultado significativamente positivo”, comenta. O lucro antes dos impostos e participações atingiu a cifra de R$ 129,6 mi, um incremento de 40,7% se comparado com idêntico período do ano passado. O resultado, reflexo da estratégia da Mapfre em se tornar um “operador multiprodutos” no ramo de seguros, indica crescimento de praticamente todos os segmentos em que a empresa atua, com aumento de market share em todas as carteiras. O faturamento em prêmios emitidos com a comercialização de seguros também deu um salto expressivo – de 15,2% - totalizando R$ 1,667 bilhão, no semestre. As provisões técnicas acompanharam o ritmo de crescimento da companhia e se expandiram em 28,7% e as receitas totais atingiram a marca de R$ 1,709 bi, valor 14,6% maior quando comparado ao mesmo período do ano anterior. As despesas administrativas da companhia mantiveram-se no mesmo patamar de 2007, representando 10,5% dos prêmios retidos e o índice de sinistralidade foi de 54,9%. Nesse semestre, a Mapfre atingiu a marca de 99,9% de índice combinado, mantendo-se abaixo dos 100%. O patrimônio líquido da empresa aumentou 10%, atingindo a marca de R$ 1,388 bi, o que colaborou para a expansão de 22% dos ativos totais consolidados da seguradora, que registraram a cifra de R$ 4,929 bi. Com 53 anos de atuação no Brasil, a Mapfre é uma das mais importantes seguradoras do País. Subsidiária do Sistema Mapfre, grupo líder na Espanha e um dos principais investidores na Europa e América Latina, a companhia atua em todo o território nacional, oferecendo aos clientes mais de 80 soluções personalizadas em seguros, assistência, atividades financeiras e serviços. Para atender a seus mais de 15 mi de segurados, a companhia conta com 122 sucursais próprias e 18 diretorias territoriais.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, setembro 08, 2008

MBA de Gestão de Seguros em Brasília

Em parceria com a Fundação Universa e com a Universidade Católica de Brasília, a Escola abriu inscrições para o primeiro MBA de Gestão em Seguros na capital federal. O curso é voltado a profissionais com nível superior que exercem ou pretendem exercer funções de execução, planejamento ou controle de gestão de atividades relacionadas ao mercado de seguros, previdência ou capitalização. Segundo o diretor de Ensino e Produtos da Escola, Nelson Le Cocq, o setor tem passado por mudanças que acabam gerando grandes oportunidades profissionais, como a abertura do mercado de resseguro e as novas regras de solvência das seguradoras, mas que exigem, ao mesmo tempo, um nível de qualificação cada vez mais elevado. “Nosso intuito é apresentar aos participantes novas perspectivas para atuação em instituições financeiras e empresas que operem na organização, gestão, intermediação, distribuição e aquisição de seguros e previdência, e nas entidades responsáveis pela regulação, fiscalização e controle destes mercados”, explica Le Cocq. O curso está previsto para começar no dia 3 de outubro, com aulas às terças e quintas-feiras. Também estão programadas aulas às sextas-feiras e sábados com professores do Rio de Janeiro. Informações completas estão disponíveis no www.funenseg.org.br, pelo telefone (61) 3323-7032 ou através do e-mail unidadedf@funenseg.org.br.

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Crescem vendas de seguros, segundo Geraldo Ramos

De acordo com dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), e do diretor da Fenacor e presidente do Sincor Rondônia, Geraldo Ramos, de janeiro a julho deste ano, as vendas de seguros no país cresceram 18,4%, atingindo a marca dos R$ 38,558 bi, contra R$ 32,572 bi no mesmo período do ano passado. Esse resultado não contempla o ramo saúde, submetido à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No caso do Seguro Rural, o aumento da subvenção, iniciada em 2003 pelo governo federal, tem contribuído para a expansão da carteira. Nos primeiros sete meses do ano, o segmento cresceu 33%, totalizando R$ 229 mi em prêmios, contra R$ 172 mi de janeiro a julho de 2007. Já a carteira de automóveis captou 11,9% a mais esse ano do que em 2007, chegando ao patamar dos R$ 11,847 bi, considerando a cobertura de responsabilidade civil facultativa de veículos. Já no segmento de transportes de mercadorias, houve expansão de 8,4% no faturamento das seguradoras, que chegou à casa dos R$ 989,9 mi. Em relação aos produtos destinados à proteção patrimonial (pessoal e empresarial) houve um aumento de 9,3%, atingindo a receita de R$ 3,638 bi até julho. Na modalidade de riscos diversos, com receita de R$ 592,5 mi, a alta nas vendas foi de 5,5%, enquanto a cobertura direcionada para construção cresceu 10,8%, chegando aos R$ 187,9 mi.Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Seguros: autos consolidam semestre

Boa notícia para o mercado de seguros. Segundo dados em poder do diretor da Fenacor e presidente do Sincor Rondônia, Geraldo Ramos, o desempenho da carteira de automóveis no primeiro semestre consolidou a tendência de recuperação desse ramo, que andou de lado em 2007. A receita registrada de janeiro a junho somou pouco mais de R$ 5,6 bilhões, o que representou um incremento de 11,2% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O detalhe curioso foi que, segundo a Susep, a taxa média de sinistralidade nessa carteira permaneceu em 66% entre os dois períodos comparados. As despesas comerciais que englobam basicamente as comissões pagas aos corretores tiveram um crescimento mais discreto. Até junho, somaram pouco mais de R$ 1,1 bilhão, cifra 10,3% maior que a registrada nos seis primeiros meses do ano passado. O mercado de seguros gerou, de janeiro a junho, um volume de prêmios da ordem de R$ 32,7 bilhões. Essa soma é 19,2% maior que a registrada no primeiro semestre do ano passado. Ainda de acordo com a Susep, junho foi, até agora, o melhor mês do ano para as seguradoras, com uma receita de prêmios da ordem de R$ 6 bilhões, cifra 29% maior que a apurada no mesmo mês, em 2007. Em relação a maio, esse valor é 10% superior. Outro ponto importante é que, este ano, apenas em fevereiro a receita mensal ficou abaixo dos R$ 5 bilhões (R$ 4,8 bilhões). Já em 2007, em nenhum mês foi apurado um volume de prêmios acima desse patamar. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.

Cassol é homenageado por Federação

Na noite de quinta-feira (4), na Associação dos Magistrados de Rondônia, o governador Ivo Cassol, foi homenageado pela Federação das Indústrias do Estado de Rondônia – Fiero, com o prêmio Mérito Industrial, oferecido pela entidade às pessoas que se destacaram pelos relevantes serviços prestados ao setor industrial do estado. Cassol, acompanhado da primeira-dama, Ivone Cassol, agradeceu à Fiero pela homenagem, destacando, em seu discurso, que os incentivos fiscais oferecidos pelo governo do Estado fizeram com que dezenas de empresas aqui se instalassem, gerando emprego e renda aos rondonienses, e fazendo do estado um pólo de desenvolvimento regional e referência nacional em índices de crescimento, uma vez que é, há 5 anos consecutivos, um dos que mais cresce no país, e o primeiro em crescimento de exportações. Após a solenidade aconteceu um jantar de confraternização. Estavam presentes, a presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Zelite Carneiro, o presidente do Tribunal de Contas, José Gomes de Melo, o sub-procurador do Ministério Público, Ivo Benitez, secretários de estado, presidentes e diretores de entidades sindicais de Rondônia e outros estados.

quinta-feira, setembro 04, 2008

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Mercado de seguros cresceu, diz Geraldo Ramos

Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) admitiu o diretor da Fenacor e presidente do Sincor Rondônia, Geraldo Ramos, indicam que o mercado de seguros gerou, de janeiro a junho, um volume de prêmios da ordem de R$ 32,7 bilhões. Essa soma é 19,2% maior que a registrada no primeiro semestre do ano passado. Esse levantamento não inclui apenas o seguro saúde, que está sob a jurisdição da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Os sinistros somaram R$ 9,2 bilhões até junho, o que representou um incremento de 10,9% em comparação ao mesmo período do ano passado. A taxa média de sinistralidade do mercado caiu de 55% para 53%. As despesas comerciais que englobam, basicamente, as comissões pagas aos corretores de seguros atingiram R$ 3,9 bilhões nos seis primeiros meses do ano, com crescimento de 17,6% em relação ao primeiro semestre de 2007. Consulte o seu corretor de seguros (69) 3222-0742 Ronseg, corretora de seguros.