segunda-feira, novembro 30, 2009

Dr Eduardo Garcia no Cardioesporte 2009

O cardiologista Eduardo Garcia deverá se fazer presente ao VIII Curso de Extensão Universitária em Cardiologia do Esporte e do Exercício - II Simpósio de Medicina do Esporte Cursos de Suporte Básico de Vida (BLS e ACLS), que acontecerá nos dias 11 e 12 de dezembro de 2009 no HCor - Hospital do Coração, em São Paulo. A organização científica do Cardioesporte é do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e Sport Check-Up HCor. (69) 3222-3452 Cardiodiagnóstico Cardiovascular.

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Crescimento do mercado

Dados oficiais da Susep indicam que o mercado de seguros, sem o ramo saúde, faturou R$ 61,7 bilhões até outubro, o que representou um incremento da ordem de 11,4% em comparação aos dez primeiros meses de 2008. A sinistralidade média caiu de 53% para 52%. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Sincor RO/AC: Seguro uma despesa mais que necessária

Ao comprar um veículo, o proprietário deve pensar imediatamente num seguro para o automóvel. Assim, poderá circular tranquilamente, sem receio de ter que arcar com maiores prejuízos caso aconteça algum acidente no trânsito. De acordo com o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, com décadas de experiência no mercado, a cobertura básica recomendada é a chamada cobertura compreensiva, que abrange colisão, incêndio, roubo\/furto para o veículo segurado e cobertura de danos materiais e corporais para terceiros. "A depender do veículo e do perfil do condutor, o preço do seguro varia de 5% a 10% do valor do veículo", informa. Já uma cobertura mais completa contempla ainda a assistência 24 horas para veículos e passageiros, cobertura para vidros, faróis, lanternas e retrovisores, carro reserva e a cobertura para acidentes pessoais para passageiros. O valor do seguro de veículo se baseia em diversos aspectos. Os principais são: modelo, preço do veículo, valor da reposição de peças, a região onde o veículo vai trafegar e o índice de roubo, características de uso do veículo, perfil dos condutores e preço de revenda. Vale ressaltar que a região na qual o carro vai circular é muito importante, pois conforme o risco apresentado para roubos e sinistros em geral, mais caro é o valor do seguro. Segundo o Sincor RO/AC, alguns carros têm maior "índice de roubo" que outros e isto altera o valor do seguro. A pesquisa é feita com base nos dados enviados semestralmente pelas seguradoras. Também se destaca, nessa composição de preço, o perfil do condutor do veículo. Para as seguradoras, o perfil que dá menos trabalho é o da mulher casada, que tem por volta dos 40 anos e possui garagem em casa e no trabalho e um dos perfis mais relacionados a sinistros envolvem homens solteiros, por volta de 18 anos, que não possui garagem onde guardar o veículo. Seguros para carros importados geralmente custam mais, levando em consideração o preço das peças já que a seguradora poderá, futuramente, que ter que arcar com essa reposição. Atualmente, os bancos oferecem aos clientes uma linha bem vasta de produtos, que inclui seguro de automóvel. Entretanto, é bom que o cliente analise bem antes de fechar o negócio com o banco. O melhor mesmo é fechar o negócio com o corretor de seguros, que é o profissional habilitado a intermediar a contratação de seguros. Geraldo Ramos orienta os interessados nesse tipo de serviço a procurar um corretor de seguros com experiência e conhecimento em relação ao mercado segurador, pois o profissional qualificado certamente terá condições de oferecer a seguradora que apresenta melhor relação custo\/benefício para o cliente. Entre os itens a serem observados na hora de optar por uma empresa segurado ra estão a qualidade e rapidez no atendimento aliado a credibilidade. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quinta-feira, novembro 26, 2009

Falta pouco, explica o Sincor RO/AC

Faltam apenas 36 dias para o final do prazo estabelecido pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) para o recadastramento das corretoras de seguros. Os sócios dessas empresas não devem deixar para cumprir essa exigência legal na última hora, pois podem surgir imprevistos. Vale lembrar que quem descumprir esse prazo pagará multa. Além disso, as corretoras de seguros não recadastradas estarão impedidas de operar com seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada a partir de 1 de abril de 2010. O recadastramento pode ser feito diretamente no site www.fenacor.com.br ou nos sites de um dos sindicatos regionais. As solicitações podem ser efetuadas 24h por dias, todos os dias, inclusive nos finais de semana, para quem tem pouco tempo nos dias úteis, segundo o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Fontes: MM, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

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Corretor de seguros precisará da certificação para cumprir norma da RF, informa Sincor RO/AC

Até junho de 2010, as 1,4 milhões de empresas que operam sobre o sistema de lucro presumido, incluindo corretoras de seguros, precisarão obter um Certificado Digital para que possam cumprir as exigências estabelecidas pela Instrução Normativa 969/09, da Receita Federal, editada em outubro. Essa norma estende a obrigatoriedade do uso da certificação digital para transmissão de arquivos para a Receita, para empresas de lucro presumido. “Essa regra entra em vigor no dia 1º de janeiro de 2010. Então, os sócios de corretoras precisam ficar atentos”, alerta o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.

Cardiologista Eduardo Garcia alerta sobre colesterol

O colesterol é uma substância importante para a saúde, disse o renomado cardiologista Eduardo Garcia, por que é utilizado para a formação da membrana das células e de alguns hormônios, além de servir como uma capa protetora para os nervos. Ele é produzido pelo nosso organismo e obtido a partir dos alimentos, alertou. Centro Diagnóstico Cardiovascular (69) 3222-3452.

Janela de oportunidade para o corretor de seguros

O corretor de seguros deve enxergar como uma "janela de oportunidade" a recente decisão do CMN (Conselho Monetário Nacional), que permite ao mutuário escolher a seguradora que achar mais interessante na hora de financiar a compra do imóvel pelo SFH (Sistema Financeiro da Habitação). Isso porque, pelas novas regra, os bancos terão de contratar duas seguradoras, sendo uma de fora do grupo econômico, e ainda aceitar qualquer seguradora sugerida pelo mutuário, desde que esteja em situação regular. Assim, o corretor deve ficar atento para poder aconselhar o seu cliente, sempre que necessário, para a contratação da melhor cobertura para a sua necessidade. Segundo o secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, a expectativa do Governo é a de que haja uma redução significativa no custo das prestações, já que os seguros chegam a representar mais de 30% do valor da prestação. Contudo, mais do que isso, é uma oportunidade para o corretor defender os interesses dos seus segurados. Atualmente, os bancos mantêm acordo com apenas uma seguradora, geralmente do mesmo grupo, para a qual transfere todos os clientes. Essa prática restringe a concorrência entre as seguradoras e resulta em preços mais altos. Em caso de morte e invalidez permanente do mutuário, o seguro quita o financiamento. Em situações de danos físicos ao imóvel, o seguro cobre as avarias enquanto o mutuário estiver pagando prestações. As instituições financeiras têm 90 dias para se adaptarem ao novo modelo. Fontes: Sincor-RO e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

terça-feira, novembro 24, 2009

Simples: Comissão aprova inclusão do corretor de seguros

Uma notícia para os corretores de seguros. A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara aprovou a inclusão da categoria no Simples, em um pacote que inclui empresas de arquitetura, agronomia, programas de computador, consultórios médicos e odontológicos, laboratórios de análises e de patologia clínica e representantes comerciais.O texto aprovado é o substitutivo do relator de um deputado do (PMDB-AP) ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 399/08, de um deputado do (PMDB-MG), que prevê a inclusão apenas das empresas prestadoras de serviços de arquitetura e de agronomia entre as beneficiárias do Supersimples. O texto amplia a abrangência do sistema. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro de vida ou seguro em vida?

Embora um número crescente de pessoas estejam descobrindo o produto e seus benefícios, o seguro de doenças graves ainda permanece um mistério para muitos. O conceito de seguro de doenças graves surgiu na África do Sul sob os auspícios do Dr. Marius Barnard. Sua experiência revelou que os sobreviventes de transplantes de coração e outros procedimentos bastante invasivos passavam por dificuldades financeiras depois de vencerem suas doenças. Os pacientes ficavam sobrecarregados de dívidas mas já não ganhavam o suficiente para quitar esses compromissos ou manter seu padrão de vida anterior. Em alguns casos, as dificuldades eram tão sérias que os anos a mais de vida levavam os pacientes à falência. O Dr. Barnard acreditava que era necessário criar um novo produto para proteger aqueles que sobreviviam a doenças graves. Desde a criação do conceito de seguro de doenças graves, o produto migrou pelo mundo e, ao mesmo tempo, sofreu modificações. O crescimento do seguro de doenças graves é atribuído a três fatores principais: (1) avanços da medicina moderna que estão aumentando o tempo de vida das pessoas e as chances de sobreviver a uma doença grave,(2) a crescente observação de incidência de doenças graves em diversas faixas etárias, e (3) o crescente reconhecimento da pressão financeira pessoal enfrentada em face ao diagnóstico de uma doença grave.O seguro de doenças graves aparentemente tem algumas propriedades em comum com outros produtos de seguro, mas seu benefício propicia uma contribuição diferenciada se comparado a outros tipos de cobertura.A antecipação por doença terminal, por exemplo, antecipa o benefício de uma apólice de seguro de vida apenas quando a doença é terminal. O plano de invalidez funcional por doença será pago se o seu cliente se incluir na definição da seguradora (com a nova regulamentação cada companhia poderá ter a sua definição de invalidez por doença funcional).A recuperação (voltar a trabalhar) pode ser uma má notícia para cobertura de Diária de Incapacidade Temporária (DIT). Normalmente os pagamentos são interrompidos quando você retorna ao trabalho. Os planos de doenças graves pagam o benefício, quer você esteja trabalhando ou não.Além disso, a cobertura de doenças graves trata dos custos indiretos da doença, custos esses não cobertos pelos principais planos de saúde tradicionais (custos de tratamentos novos ou experimentais, perda de renda enquanto a pessoa está em tratamento, despesas médicas não cobertas ou fora da rede do plano de saúde, despesas de viagem para centros de tratamento especializados e tratamentos de saúde recebidos em casa).Estes custos indiretos podem exercer forte pressão sobre a renda e poupança de uma família. Na realidade, em muitos casos em que um membro da família sofre de uma doença grave, a pressão adicional colocada sobre os membros “saudáveis” da família freqüentemente representa um peso maior do que as pessoas podem suportar.Um plano de doenças graves pode ajudar muito a aliviar esse stress financeiro. E quando há um alívio da pressão financeira, uma grande parte do stress mental também desaparece.O seguro de doenças graves foi criado com base na premissa de que a maioria dos brasileiros não possui os recursos financeiros para sobreviver sem renda durante meses (ou anos) após o aparecimento da doença (muitas famílias esgotam tudo ou grande parte do que pouparam por causa de uma doença grave).Ao mesmo tempo, a probabilidade de sobreviver a uma doença grave está aumentando. Já é fato que o número de pessoas que sobrevivem a uma doença grave é maior do que as que morrem imediatamente por causa da doença. No início do século XX, as taxas de incidência e de mortalidade relacionadas a problemas de saúde sérios eram bastante parecidas. Por exemplo, se alguém tivesse câncer, provavelmente morreria dessa enfermidade.Entretanto, no século XXI, devido ao aumento dos exames periódicos e melhores tratamentos, a taxa de incidência (ocorrência) de diversos tipos de câncer está aumentando porque a doença é descoberta num estágio inicial, mas a mortalidade tem caído pois os tratamentos mais avançados prolongam a vida.Bem, agora que você está convencido da necessidade do seguro, como convencer seus clientes e clientes potenciais? É simples. Deixe que eles convençam a si próprios. Faça uma pergunta! A forma mais fácil de fazer seu cliente concordar com a necessidade do produto é perguntar se ele conhece alguém que já teve enfarte, câncer ou derrame e sobreviveu. Todo mundo conhece alguém que passou por isso. Pergunte em seguida como ficou a vida dessa pessoa nos primeiros dois anos depois de “sobreviver”.É provável que você escute coisas como: “... A coisa ficou tão séria que tiveram que emprestar dinheiro para pagar as dívidas ou teriam que vender a casa! ...”Câncer é a principal causa dos sinistros reclamados, sendo o infarto agudo do miocárdio e o derrame as outras causas mais importantes.A mudança no mercado de trabalho também poderá causar um impacto negativo sobre a saúde das mulheres. O número crescente de mulheres que trabalham está criando novos problemas para elas, tais como aumento do stress.Os analistas do setor prevêem que as taxas de incidência de câncer se tornarão equivalentes para ambos os sexos.As doenças cardíacas também aumentaram entre as mulheres.O seguro de doenças graves é adequado para um grande número de mercados. Pesquisas indicam que o seguro de doenças graves interessa a jovens, casados ou solteiros (todas as pessoas que ainda não desenvolveram uma doença grave). Na verdade, pode-se encontrar um argumento para vender Doenças Graves para todas as faixas de renda, profissões e para cobrir diversas relações comerciais.Em resumo, os produtos de doenças graves estão em constante evolução, com coberturas mais abrangentes, mais tipos de planos, variações de taxa e outras opções. Hoje, o consumidor pode escolher uma apólice de doenças graves básica, que cobre as principais doenças graves previstas, ou uma apólice mais sofisticada voltada para atender necessidades e desejos específicos.O consumidor será o patrocinador desta nova revolução de Doenças Graves e o corretor terá acesso a novas fontes de renda. Ainda é preciso educar bastante os consumidores. Finalmente, assim como ocorre com os outros produtos de seguro de vida ou em vida, o seguro de doenças graves será vendido, não comprado. (Samy Hazan).

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Liberdade de escolha

Após a demissão da diretora-executiva da Fundação Geap, plano de saúde de funcionários federais, vem outra novidade: o Ministério do Planejamento decidiu liberar o servidor para escolher o plano de saúde que quiser. A Geap acabará assistindo apenas clientes mais idosos.

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Seguro vendido por celular

Disposta a solucionar alguns problemas identificados pelos seguradores para iniciar a venda de microsseguros, como custos operacionais elevados e risco de descontinuidade no pagamento de prêmios, uma empresa especializada no fornecimento de soluções de tecnologia às seguradoras, desenvolveu uma solução para captação e cobrança nessa modalidade. Ou seja, a partir do celular em nome do segurado, toda a operação de compra do microsseguro poderá ser realizada, por meio do envio de um simples torpedo (SMS). Ronseg,corretora de seguros (69) 3222-0742.

domingo, novembro 22, 2009

O que o PT deveria aprender

"Vou ser sincero: como presidente, às vezes gostaria que as informações não circulassem tão livremente, porque assim não teria de ouvir pessoas me criticando o tempo todo. Mas, como nos Estados Unidos há liberdade de informação, e eu tenho muitos críticos que falam tudo o que querem contra mim, acredito que isso faz a nossa democracia ficar mais forte e faz de mim um líder melhor, porque me obriga a ouvir opiniões que preferiria ignorar".(Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, em palestra para estudantes chineses, em Xangai.)

Dpvat inicia campanha, informa Sincor RO/AC

Com o objetivo de alertar a população sobre o benefício do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores Via Terrestre, está na televisão, rádio, internet, revistas, jornais e mídia em ônibus a nova campanha do Dpvat. O objetivo é esclarecer que a taxa obrigatória, que muitas vezes é confundida com imposto, é na verdade um seguro que em muitos casos não é usado por desconhecimento. A indenização, no caso de despesas médicas, é de até R$ 2.700 e no caso de invalidez permanente ou morte, pode chegar a R$ 13.500 por vítima. No primeiro caso, quem recebe é a própria pessoa e em situações que ocasionem óbitos, 50% do valor são destinados ao cônjuge e os outros 50% aos herdeiros da vítima. Para receber a indenização, o interessado deve procurar uma seguradora conveniada, com seus documentos. No Sincor RO/AC está a lista de documentos bem como a de seguradoras. A solicitação deve ser feita até três anos a contar da data do acidente. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quinta-feira, novembro 19, 2009

Mudanças no Dpvat, anuncia Sincor RO/AC

A partir de 1º de janeiro do próximo ano, as regras para o Dpvat estarão mudadas.Isso porque em outubro foi publicada, no Diário Oficial da União, a Circular 393, que altera as normas de uso do seguro, além de fixar um limite para as indenizações, anuncia o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.Uma das mudanças refere-se ao reembolso dos gastos da vítima com atendimento médico. Para obter o pagamento, a pessoa deverá apresentar prova das despesas médicas e de que elas decorrem de acidente envolvendo veículo automotor, além de registro policial da ocorrência.A circular também limita as indenizações dadas às vítimas de acidentes. No caso de morte, a família receberá R$ 13.500. Já em casos de invalidez permanente o valor máximo também é de R$ 13.500 e, para o reembolso de despesas médicas, o limite é de R$ 2.700.Esses valores já são adotados atualmente, mas, em alguns casos, ações na Justiça conseguiam aumentar esses valores. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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quarta-feira, novembro 18, 2009

Plano de saúde não é extinto

A aposentadoria por invalidez não extingue o contrato de trabalho e, por tabela, o plano de saúde. Assim, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu recursos contra uma decisão da 5ª Turma e assegurou a continuidade do plano de saúde a um aposentado por invalidez da Aço Minas Gerais, que moveu ação trabalhista para obter o reconhecimento de acordo tácito. A alegação foi a de que sempre usufruiu do benefício, inclusive quando recebia o auxílio-doença. O Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais, porém, não aceitou seu pedido de manutenção do plano assistencial, por considerar que a aposentadoria por invalidez suspenderia o contrato de trabalho. O trabalhador apelou ao TST, mas sem sucesso na 5ª Turma, que rejeitou o recurso, por entender que, durante a suspensão do contrato de trabalho, cessam as obrigações principais e acessórias do empregador, inclusive o benefício do plano de saúde. O aposentado, entretanto, interpôs embargos, alegando que o plano de saúde não poderia ter sido suprimido, mesmo estando o contrato suspenso pela aposentadoria por invalidez.

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Seguro de imóvel

O governo vai dar um prazo de 90 dias para os bancos públicos e privados que operam com crédito imobiliário comecem a oferecer às pessoas que tomam financiamento para a casa própria duas propostas diferentes de seguro. O prazo vai começar a valer depois que o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar a regulamentação de um artigo da lei que criou o programa Minha Casa, Minha Vida. O CMN deve aprovar essa regulamentação até o fim deste mês. A medida visa aumentar a concorrência e reduzir os preços dos seguros. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Corretor de seguros pode ser ressarcido, segundo Sincor RO/AC

Corretor pode ser ressarcido por eletroeletrônico danificado no "apagão". De acordo com resolução da Aneel, concessionária de energia elétrica fica responsável pelo conserto de equipamentos queimados.O apagão que afetou boa parte da distribuição de energia do País na noite da terça-feira (10/11) e início da madrugada de quarta, pode ter provocado danos a produtos eletrônicos. Caso o corretor de seguros tenha tido um problema desse tipo, saiba que a responsável pelo ressarcimento é a concessionária de energia elétrica. É o que determina uma resolução publicada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), no ínicio do ano, anunciou o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.O usuário deve informar sobre o seu problema em até 90 dias após a data da ocorrência pelos canais de atendimento oferecidos pela concessionária da região em que mora. A empresa precisará do nome do titular da fatura da conta de energia e dados sobre o dia e horário da ocorrência. Além disso, o consumidor terá que informar o modelo, marca do equipamento, número de série e ano de fabricação. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

terça-feira, novembro 17, 2009

Procura-se!


Fenacor e Sincor RO/AC alertam para o fim do recadastramento

No próximo dia 31 de dezembro termina o prazo do recadastramento para as Corretoras de Seguros, ou seja, estamos a exatos 45 dias do final do recadastramento e somente um terço das empresas Corretoras de Seguros deu entrada em seus pedidos. Considerando que se trata de uma obrigação legal, não deixe para a última hora. A Circular Susep 383/09, segundo o Sincor RO/AC, diz que profissionais ou empresas corretoras de seguros não recadastrados estão impedidos de operar com seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada nem receberão a comissão a partir de 1º de julho de 2009 (pessoas físicas) e 1º de abril de 2010 (pessoas jurídicas). De acordo com esta mesma Circular, os corretores de seguros e as empresas corretoras de seguros deverão se recadastrar na Superintendência de Seguros Privados, através da Fenacor ou dos Sindicatos Regionais. O recadastramento pode ser feito diretamente no site www.fenacor.com.br ou nos sites de um dos Sindicatos regionais. As solicitações de recadastramento podem ser efetuadas 24 horas por dias, todos os dias da semana. Fonte: Fenacor; Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Brasileiro gasta 20 por cento da renda com saúde

Apesar de o Brasil ter um Sistema Único de Saúde que pressupõe acesso universal, integral e equânime ao atendimento, 7% dos domicílios brasileiros, onde vivem cerca de 11 milhões de pessoas, já comprometem 20% ou mais do seu poder de compra com saúde. O dado é de um estudo inédito da USP que reuniu pesquisadores da Faculdade de Economia e Administração (FEA), da Faculdade de Economia de Ribeirão Preto e do câmpus da USP leste, entre outros. Medicamentos e planos e seguros saúde são, tradicionalmente, as principais despesas de saúde das famílias brasileiras. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

segunda-feira, novembro 16, 2009

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Dpvat atrai sociedade, diz Sincor RO/AC

A sociedade está cada vez mais atenta ao Dpvat. Prova disso é que, até setembro, 13,8 mil pessoas procuraram a Susep e o Sincor para obter informações ou apresentar denúncias relacionadas a esse tipo de seguro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Sincor RO/AC alerta sobre cuidados ao contratar um seguro

O consumidor deve ler atentamente as condições gerais antes de contratar um seguro. Seja de vida, para proteção da casa, do automóvel ou qualquer outro bem, disse o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos . Isto porque as limitações e as condições para utilizá-lo não costumam ser informadas previamente - o que desrespeita o artigo 6º do Código de Defesa do Consumidor (CDC). Geralmente, as propostas contêm apenas o valor máximo de indenização, prêmio e a vigência do seguro. Porém, ao ter acesso ao contrato, antes de assiná-lo, o consumidor deve lê-lo atentamente, conferindo se todas as promessas, sejam elas de peças publicitárias ou aquelas que o corretor fez verbalmente na hora da venda, constam, de fato, claramente no documento a ser assinado. Ocorrido o sinistro, ou seja, o prejuízo ou dano causado por um incêndio, acidente, naufrágio etc, em algum bem sobre o qual se fez seguro, e esse estiver coberto pela apólice, o consumidor deve receber a indenização ou ter seu veículo reparado (caso seja seguro de automóvel) no prazo de 30 dias após a entrega de todos os documentos solicitados para tal. Portanto, cabe ao segurado entregar o mais rápido possível a documentação, pois o prazo começa a ser contado a partir do recebimento de todos os documentos pela seguradora. Caso a empresa solicite outros dados, a contagem é suspensa e só é reiniciada a partir do dia útil posterior à entrega dos faltantes. Ao ter dificuldades para receber a indenização, a saída é procurar a Justiça, como o Juizado Especial Cível.

sábado, novembro 14, 2009

Brasil versus Dinamarca

O grupo Editorial Ecoturismo, constituído de jornal, rádio, televisão, portal e revista, braço das ONG’s Fórum Permanente de Sustentabilidade da Amazônia e do Litoral Norte de São Paulo, está formando uma joint venture com o grupo Brazbiz, de Dorthe Serles - que também é pesquisadora da Universidade de Aalborg, na Dinamarca - visando implementar ações comerciais, turísticas, culturais, esportivas e ambientais juntando o Brasil e a Dinamarca, considerando que este país é o anfitrião da mais importante Conferência do Clima das últimas décadas patrocinada pela ONU e juntando mais de 190 chefes de Estado de todo o mundo.

sexta-feira, novembro 13, 2009

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Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC, alerta comprador de imóvel

Os seguros da área da construção civil são essenciais para quem pretende adquirir imóvel na planta, segundo alerta do presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Um dos mais importantes dele, explica, é o GOC (Garantia de Obrigações Contratuais), que assegura que a pessoa irá receber o imóvel, mesmo que ocorram problemas durante a execução do empreendimento. Garantias Além do GOC, Geraldo aconselha o novo proprietário a sempre checar se o empreendimento possui o seguro de Responsabilidade Civil do Construtor. Este seguro é obrigatório e protege em casos de ocorrência de problemas crônicos, tais como infiltrações ou vazamentos (posteriores à entrega do imóvel), por exemplo. A apólice ainda cobre o imóvel contra desabamento e quaisquer problemas posteriores ocasionados por falha de projeto ou erro de execução. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Período paleolulítico!


Dpvat indeniza vítimas diz Sincor RO/AC

Levantamento feito por uma Seguradora indica, de acordo com o Sincor RO/AC, que do total de 140.475 pessoas que receberam indenizações do seguro obrigatório de veículos automotores (Dpvat), no primeiro semestre do ano, 32,9% tinham de 21 a 30 anos. A pesquisa mostra que duas faixas etárias - 31 a 40 anos e de 41 a 60 anos - apresentaram o mesmo percentual de participação: 20%. Juntas, as três faixas etárias englobam 73% das vítimas indenizadas. A seguradora apurou ainda que apenas 7,7% das vítimas que receberam indenizações eram da terceira idade, com mais de 61 anos, e só 5,1% tinham menos de 15 anos. Até junho, os acidentes de trânsito levaram o seguro Dpvat a desembolsar R$ 977,5 milhões em com o pagamento de indenizações por morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares. O montante representou crescimento de 4,4% frente a igual período de 2008. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quinta-feira, novembro 12, 2009

Sincor RO/AC fala da obrigatoriedade de contratação

Projeto de lei apresentado por um federal obriga todas as empresas inscritas no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) do Ministério da Fazenda a contratarem seguro de vida para seus funcionários, anunciou o Sincor RO/AC. Pela proposta, a apólice de vida deverá garantir um capital superior a 40 salários mínimos, limitado ao valor máximo de 250 mínimos. Se aprovada, as empresas já inscritas no CNPJ terão um ano para se adequar e as despesas poderão ser abatidas do imposto de renda anual. O deputado propõe ainda que as empresas figurem como estipulantes na apólices. Estipulante é toda pessoa física ou jurídica que contrata seguro por conta de, podendo eventualmente assumir a condição de beneficiário, se equiparar ao segurado, nos seguros obrigatórios, ou de mandatário do(s) segurado(s), nos seguros facultativos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

A Amazônia é promissora para seguros diz Geraldo Ramos

A estabilidade econômica abre as portas para o mercado de seguros, que no país cresce em média 8 por cento ao ano, explica o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Com o controle dos índices de inflação, o consumidor ganha a oportunidade de planejar o orçamento, incluido nos gastos investimentos de longo prazo, como é o caso dos seguros de vida. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quarta-feira, novembro 11, 2009

Seguros em alta anuncia Sincor RO/AC

Segundo dados da Susep (Superintendência de Seguros Privados) e do Sincor RO/AC, o mercado de seguros apresentou evolução entre janeiro e setembro de 2009.Isso porque, sem levar em conta o ramo de saúde, o faturamento do setor somou R$ 55,2 bilhões no período, o que representa uma alta de 11% em relação aos nove primeiros meses do ano passado. No período analisado as despesas somaram R$ 6,4 bilhões, cifra 6,6% superior à apurada entre janeiro e setembro de 2008. O aumento nos gastos se deve ao acréscimo nos custos comerciais, que englobam basicamente as comissões pagas aos corretores de seguros.A taxa média de sinistralidade do setor ficou em 53%, entre os nove primeiros meses deste ano e o mesmo período do ano anterior.Os resultados mostram que setor passou pela crise financeira internacional sem maiores danos. Até 2011, os microsseguros, destinados ao público de baixa renda, devem entrar no mercado brasileiro. De acordo com a Comissão Consultiva de Microsseguro, esse setor deve movimentar cerca de R$ 1,5 bilhão nos dois primeiros anos.Os primeiros produtos que devem surgir nessa categoria são os seguros do tipo prestamista, de vida em grupo conjugado com acidentes pessoais e assistência funeral. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Novo nicho para o corretor de seguros

Um novo e promissor nicho de mercado surge para o corretor de seguros independente a reboque do Decreto 6.999/09, assinado pelo presidente Lula, e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, que permite a atuação de seguradoras autorizadas a operar no ramo vida a comercializarem também seguros habitacionais.Isso porque, a partir de agora, os mutuários poderão buscar no mercado, com o apoio do seu corretor, uma solução mais adequada às suas necessidades no seguro habitacional, que, pelo modelo vigente - baseado na venda casada - chega a representar um custo adiacional de até 35% do valor da prestação do imóvel.A Susep, de acordo com o Sincor RO/AC, irá editar novas regras, com cobertura básicas para o novo seguro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

terça-feira, novembro 10, 2009

Governo estimula competição em seguros entende o Sincor RO/AC

As empresas de planos de seguro de vida poderão oferecer também seguros imobiliários e de acidentes pessoais, o que era proibido pela legislação brasileira. Decreto do governo foi publicado ontem no Diário Oficial da União com a autorização, conforme antecipou o Estado no início de setembro. O objetivo da medida é aumentar a competição no setor e reduzir o preço dos seguros. Essa é primeira etapa da regulamentação do artigo 79 da Lei nº 11.977, que criou o programa Minha Casa, Minha Vida. Nos próximos dias, o Ministério da Fazenda pretende completar a regulamentação. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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Seguro terá mais alternativas adianta Geraldo Ramos

A partir de agora, seguradoras de vida já estão autorizadas a fazer seguro habitacional disse o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Segundo ele, foi publicado no Diário Oficial da União de ontem decreto presidencial que acaba com a reserva de mercado que obrigava os mutuários da casa própria a contratarem o serviço das seguradoras (de bens) dos próprios bancos onde tomavam o financiamento imobiliário. A tendência, com isso, é que o seguro fique mais barato, explicou Geraldo Ramos. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

segunda-feira, novembro 09, 2009

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Baixa renda é alvo destaca Geraldo Ramos

Lei do Microsseguro, que ainda será votada no Congresso, deve atender um mercado de 100 milhões de pessoas. As seguradoras começam a se preparar para atender a população brasileira de baixo poder aquisitivo. A Lei do Microsseguro, como tem sido chamada, ainda tem de ser votada pelo Congresso e só deve sair do papel em 2010. Mas o setor faz as contas. A lei pode abranger cerca de 100 milhões de brasileiros que hoje têm pouco ou nenhum acesso a esse tipo de proteção, destaca Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Seguro tem mais um benefício entende Sincor RO/AC

O Bolsa Família deverá ganhar em 2010 mais um benefício: seguro funeral que garantirá cobertura dos gastos com o enterro de beneficiados do programa. O governo, segundo o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, quer anunciar o auxílio no início de dezembro, no lançamento do marco regulatório que permitirá o funcionamento no Brasil do microsseguro. Voltado para pessoas das classes C e D, com renda de até três salários mínimos, este é a aposta do governo para ampliar o acesso dessa camada da população também ao mercado de seguros, como ocorreu com bens duráveis. A (Susep) antecipou que a ideia do governo é garantir inicialmente o auxílio funeral e depois a cobertura de acidentes pessoais. Numa terceira etapa, seria criado o seguro vida para os beneficiários do Bolsa Família. A inclusão do auxílio funeral no programa - que atende hoje a 11,9 milhões de famílias -, deve ajudar a deslanchar o microsseguro. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

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sábado, novembro 07, 2009

Mercado cresceu 11 por cento segundo Sincor RO/AC

Dados da Susep transmitidos ao Sincor RO/AC indicam que o mercado de seguros faturou cerca de R$ 55,2 bilhões de janeiro a setembro deste ano, sem contar o seguro saúde. Esse valor é 11% maior que o apurado nos nove primeiros meses do ano passado, destacou o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos.O setor conclui, dessa forma, a travessia sem maiores danos pela crise financeira que atingiu o mundo a partir de setembro do ano passado.Para o corretor de seguros a notícia não muito boa foi que as despesas comerciais das seguradoras – que sinalizam os valores das comissões de corretagem – tiveram uma variação bem inferior ao do faturamento do mercado no período analisado.O levantamento indica ainda um incremento de 6,6% desses gastos comerciais, que somaram R$ 6,4 bilhões de janeiro a setembro.A taxa média de sinistralidade do setor permaneceu em 53% entre os dois períodos comparados.Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

sexta-feira, novembro 06, 2009

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Seguro para classes C e D será lançado em 2010 acredita Sincor RO/AC

Seguro para classes C e D será lançado no próximo ano. O produto deverá ter custo máximo de R$ 10 por mês e será para pessoas com renda de até 3 salários mínimos. A (Susep), informou que o governo vai lançar no início de dezembro o marco regulatório para a implantação no Brasil do microsseguro. Voltado para pessoas das classes "C" e "D" com renda de até três salários mínimos por mês, o microsseguro deverá ter custo máximo fixado em R$ 10 por mês. A ideia é que as operações de microsseguros já possam ser feitas a partir do próximo ano. O governo deve enviar uma (MP) ou um PL com pedido de urgência ao Congresso Nacional. A Susep prevê que, em um prazo de cinco a seis anos, as operações de microsseguros possam atingir R$ 40 bilhões por ano. O mercado de seguro no Brasil movimenta hoje cerca de R$ 100 bilhões por ano. No marco regulatório, o governo deve desonerar as operações de microsseguros do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS). A alíquota do IOF incidente nas operações de seguro é de 7,38%. A distribuição terá papel fundamental para que o mercado de microsseguro possa deslanchar no Brasil. O marco regulatório vai criar a figura do corretor e do agente de microsseguros. A expectativa é de que vendedores residenciais de produtos de beleza, possam integrar a rede de distribuição. Além do preço mais baixo, o microsseguro tem como característica a redução dos custos operacionais. Hoje, no seguro tradicional, são pagos R$ 40 para emissão de uma apólice e cerca de R$ 1,50 para cada boleto de cobrança. Uma das ideias do governo é incluir no programa Bolsa Família o plano de seguro funeral. A proposta está incluída na discussão do marco regulatório para a criação do microsseguro no Brasil. Pelos cálculos da Susep, o custo para o governo será em torno de R$ 1 por cada um dos beneficiários do programa. Hoje, segundo a Susep, cerca de 25 milhões de brasileiros pagam mensalmente planos de auxílio funeral, a maioria de empresas não regulamentadas. Para operar nesse mercado, as empresas terão que se regularizar e obter o registro na Susep. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quinta-feira, novembro 05, 2009

Seguro barato para quem ganha menos explica o Sincor RO/AC

O governo, segundo o Sincor RO/AC, deve lançar até dezembro um conjunto de medidas que visa instituir no Brasil o mercado de microsseguros. A ideia, entende o presidente Geraldo Ramos, é atender parcela da população de classe mais baixa, que ganha até três salários mínimos (R$ 1.395) per capita. Pelo projeto ainda em estudo, essas pessoas teriam acesso a serviços de seguro de vida, de acidentes de trabalho e incapacidade física, auxílio-funeral, entre outros. O custo mensal do serviço contratado é estimado em até R$ 10 por mês. Ainda não há uma data para que o microseguro possa ser comercializado, mas o governo espera que já a partir de 2010 esse mercado já esteja regularizado no país. Basicamente, as diferenças entre os seguros convencionais e os microsseguros são o público alvo de classe mais baixa e o menor custo operacional para as seguradoras. O custo de emissão de uma apólice, por exemplo, é de R$ 40. O custo de cobrança (dessa apólice), que tem de ser feito inexoravelmente via bancária, sai em média por R$ 1,80. São fatores que encarecem o seguro , ressaltou também o presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Armando Vergílio. Ele relatou que o governo poderá desonerar as apólices de microsseguros a fim de que o mercado se torne mais atrativo. Vergílio disse que a instituição do mercado de microsseguros no país deverá abrir postos de trabalho nas classes baixas. Segundo explicou, a ideia é que a corretagem desse tipo de produto seja feita por mulheres que trabalham hoje com a venda de comésticos de porta em porta. Também disse que o agente do microseguro deverá ser o líder da comunidade em que o produto será vendido. É a pessoa que conhece o lugar, o líder comunitário da favela. Ele é quem vai fazer a interface (contato) com a empresa seguradora. O governo estima que 100 milhões de pessoas em todo o Brasil poderão contratar alguma apólice de microseguro assim que o novo mercado for instituído. A renda média dessas pessoas, segundo cálculos da Susep, é estimada em US$ 200 bilhões por ano. Vergílio comparou o valor à renda conjunta de países como a Índia, que tem sete vezes mais pessoas que se encaixam como público-alvo do microseguro que o Brasil. Aqui o cenário é muito mais propício, é muito mais favorável para o estabelecimento do microseguro. E é isso o que estamos buscando, mas tem que ter um marco regulatório , contou. Somente em 2009, o mercado brasileiro de seguros deverá faturar algo como R$ 100 bilhões, sem contar os números auferidos no setor de saúde, que são contabilizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Em cinco ou seis anos, prazo que a Susesp entende como necessário para maturação do novo mercado, os microsseguros deverão contribuir com faturamento anual entre R$ 40 bilhões e R$ 50 bilhões. A partir de 2010, os beneficiários do programa Bolsa Família deverão receber do governo ajuda financeira para custear as despesas com a morte de um ente. A ideia, segundo contou o presidente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), é que o governo pague um auxílio funeral às famílias assistidas pelo programa, cujo custo mensal é estimado em R$ 1 por pessoa. Se são 33 milhões de pessoas (assistidas), serão R$ 33 milhões (de gastos) por mês , disse. Segundo números do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), o número de beneficiados pelo Bolsa Família, em outubro, foi de 12,4 milhões de famílias, o que dá uma média de 50,8 milhões de pessoas assistidas (4,1 por família). Nas contas de Vergílio, em torno de 25 milhões de pessoas, sobretudo de baixa renda, têm hoje contrato de seguro fúnebre. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Dia do Corretor de Seguros. Avança projeto

Avança rapidamente na Câmara o projeto de lei, de autoria de um deputado do (PSDB/SP), que institui o Dia do Corretor de Seguros, a ser comemorado anualmente em 12 de outubro.A matéria já está na Comissão de Educação e Cultura, onde foi designado relator um outro deputado do(PSDB-SP). Em meados de outubro, foi estabelecido um prazo equivalente a cinco sessões ordinárias para a apresentação de emendas, informou o Sincor RO/AC. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

quarta-feira, novembro 04, 2009

Mensalidade não pode ser reajustada por idade orienta Sincor RO/AC

O plano de saúde Unimed não pode reajustar o valor de suas mensalidades por mudança de faixa etária sem que haja previsão expressa no contrato dos percentuais a serem aplicados. A medida beneficia principalmente idosos, que só poderão ter um reajuste anual autorizado pela Agência Nacional de Saúde (ANS). A determinação é da 12ª Vara Cível do Ceará, mas cabe recurso. A Ação Civil Pública foi proposta pelo Programa Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-CE). Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Jornalismo Ecoturismo

Neste ano de 2009, todas as ações dos Fóruns Permanente de Sustentabilidade da Amazônia e do Litoral Norte Paulista e a Rede Ecoturismo de Comunicação, estão literalmente voltadas para a luta do planeta em torno das Mudanças e Justiça Climática, que tem em Gisele Bündchen a Embaixadora nomeada pela ONU. Inúmeras ações sinergéticas estão sendo conduzidas numa rede de atos que começaram em maio no Seminário de Sustentabilidade e Pré-Sal no Litoral Norte Paulista, referendado pelo VII Seminário Internacional de Sustentabilidade e VIII Prêmio Ecoturismo & Justiça Climática, recém encerrado na cidade de Porto Velho nesta última semana de outubro, e alavancados pela Eco Expedição Brasil Copenhagen de Justiça Climática, que sairá do porto de Santos, de navio da Grimaldi Lines, com carros de jornalistas e cinegrafistas, até a África e depois via rodoviária até Copenhagen na Dinamarca, onde no dia 7 de dezembro se encontrarão com comitivas de todas as partes do mundo, em torno da COP-15, a Mega Convenção da ONU de Mudanças Climáticas. O grupo ambiental brasileiro levará milhares de DVD´s e livros "Do Pré-sal ao Aquecimento Global", contendo a Carta de Porto Velho e ações amazônicas e rondonienses de combate e diminuição de desmatamento e queimadas das autoridades e do povo rondoniense, com testemunho da TV Ecoturismo pela web, que registrará todas as ações em consonância com as campanhas contra o aquecimento Global TicTacTicTac e 350 graus e juntando-se as vozes de milhares de ambientalistas em todo o Brasil, no mesmo foco.Rondônia está encabeçando paralelamente um grupo de empresários do comércio e indústria que participarão com amazonenses e acreanos de feiras ambientais e negociais, que estarão sendo levadas a efeito pelas mãos da consultora ambiental dinamarquesa Dorte Serles que esteve nesta semana organizando com setores de comando empresariais rondonienses esta comitiva. As discussões ambientais e climáticas deste VII Seminário de Sustentabilidade, que ocorreu dias 26 e 27 de outubro na Uniron no Shopping, demonstram o amadurecimento de Rondônia nas questões culturais, turísticas e ambientais que reforçam o tema central do mega evento recém acabado "Porto Velho é a capital da Cultura, da Sustentabilidade e da Justiça Climática" e está dando o exemplo para estas e outras gerações e certamente, ao lado dos outros 51 municípios, prometem fazer uma ação modelo na Conferência chamada COP-15 de Mudanças Climáticas, que mudará os termos do atual Protocolo de Kyoto, que regulará entre outros fatos o mercado de crédito de carbono e no chamado mercado de Negócios Verdes. O evento ambiental rondoniense que lutou pela redução de gases de efeito estufa teve o patrocínio da Eletrobrás, Eletronorte, Caixa Econômica Federal, Governo de Rondônia, Consórcio Cowan Triunfo, Bs Construtora, Rede Gurgacs de Comunicação e apoio da Fundação Iaripuna e Prefeitura de Porto Velho e de Hércules Góes, presidente da Câmara Venezuela Brasileira de Comércio e Indústria e Diretor de Turismo Sustentável da Confederação Nacional de Turismo – CNTur.


Justiça Desportiva não é pré-requisito para ação

A Justiça Desportiva não é pré-requisito para nenhuma ação trabalhista. Com esseentendimento, a 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou recurso do Coritiba Futebol Clube contra decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR). O caso é de um atleta que, após cinco anos de contrato, foi dispensado pelo Coritiba. Por esse motivo, ele entrou com ação para reivindicar seus direitos trabalhistas. O juiz da 1ª Vara do Trabalho de Curitiba concedeu parte das verbas rescisórias e negou a preliminar de incompetência da Justiça do Trabalho, alegada pelo Coritiba Futebol Clube. A agremiação sustentou a inviabilidade da ação pelo fato de a demanda não ter se submetido previamente à Justiça Desportiva. Diante da rejeição do recurso, o clube apelou ao TST. O relator do recurso, ministro Guilherme Caputo Bastos, não acatou os argumentos de que houve violação ao artigo 29 da Lei 6.354/76, conforme alegado pelo Clube. Segundo esse dispositivo, somente são admitidas reclamações à Justiça do Trabalho depois de esgotadas as instâncias da Justiça Desportiva, que dará decisão final no prazo máximo de 60 dias, a contar da instauração do processo. No entanto, ressaltou o ministro, a CF de 1988, ao regulamentar a matéria, estabeleceu no artigo 217, que somente as ações relativas à disciplina e às competições desportivas necessitam de prévio esgotamento das instâncias da Justiça desportiva. Assim, conclui o relator, a lei em questão não foi recepcionada pela Constituição e, portanto, não se pode falar em violação legal. O ministro juntou outras decisões do TST no mesmo sentido. Ele foi acompanhado, por unanimidade, pelos colegas da 7ª Turma para negar o recurso do Coritiba Futebol Clube. AIRR-6250/2006-001-09-40.9 Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

terça-feira, novembro 03, 2009

Recurso de Expedito vai à CCJ

A Mesa do Senado, reunida na tarde desta terça-feira (3), decidiu enviar à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) o recurso impetrado pela defesa do senador Expedito Júnior (PSDB-RO) contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de cassar o mandato do parlamentar por abuso de poder econômico e compra de votos na campanha de 2006.Lido em Plenário na última quinta-feira (29), o Ofício 1426 do STF determinou à Mesa do Senado Federal "que cumpra imediatamente a decisão da Justiça Eleitoral, dando posse ao impetrante Acir Gurgacz, na vaga do senador Expedito Júnior (PSDB-RO), cujo registro foi cassado pela Justiça Eleitoral".De acordo com o presidente José Sarney, contrário à decisão da Mesa, os membros do colegiado alegaram a necessidade de cumprimento de todo o rito processual. Ele explicou que, pelo Regimento Interno do Senado, para que a Mesa possa dar posse ao segundo colocado, Acir Gurgacz (PDT-RO), o recurso da defesa de Expedito precisa antes ser apreciado pela CCJ.A posse de Gurgacz estava agendada para as 17h desta terça-feira. De acordo com o senador Cristovam Buarque (PDT-DF), os advogados do partido estudam a elaboração de uma petição para pedir a prisão dos membros da Mesa, que, a seu ver, estaria atropelando uma decisão da Corte máxima do país.

Seguro para empregados

Um deputado federal do (PP/SP ) apresentou projeto de lei que obriga todas as empresas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda (CNPJ) a contratarem de seguro de vida para seus empregados. O texto também estabelece que “a concessão do seguro de vida ao funcionário dar-se-á obrigatoriamente mediante a intermediação de corretor de seguros devidamente habilitado”.O parlamentar propõe ainda que as empresas figurem nas apólices como estipulantes.Pelo projeto, o seguro de vida deverá garantir um capital segurado não inferior a 40 salários mínimos, limitado ao valor equivalente a 250 salários mínimos vigentes.As empresas já inscritas no CNPJ terão o prazo de um ano para se adequarem a essa lei, caso seja aprovada.As despesas com a contratação do seguro de vida poderão ser abatidas no imposto de renda anual. “O seguro de vida é, sem dúvida, uma das grandes formas de valorização da dignidade da pessoa humana, amplamente protegida no texto constitucional pátrio. Vivemos em um país com uma crescente taxa de mortalidade que, na maioria das vezes, se transforma em situação de alto risco, quando a família do falecido fica à beira da miséria e sem condições de restruturação. O projeto visa a assegurar o seguro de vida a todos os trabalhadores que exercem suas diversas atividades em pessoas jurídicas, nas diversas modalidades”, explica o deputado.Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Sem-voto

Com a cassação do senador Expedito Júnior (PSDB-RO) e a possível posse de Acir Gurgacz (PDT-RO) prevista para hoje, o Senado terá 20 suplentes no exercício do mandato. Ou seja, 24% da Casa não receberam nenhum voto e ganharam um mandato de presente. Em números absolutos, a maior bancada de suplentes está no PMDB, com seis no exercício do mandato. Em segundo, DEM e PDT, com três cada um. Em terceiro, PSDB, PTB e PT, com dois cada um. O PSOL e o PRB têm um, segundo Ilimar Franco, de O Globo. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

Sincor RO/AC defende mais imóveis para alugar com nova Lei

Os fiadores dos contratos de aluguel, que muitas vezes ficam com uma "batata quente" nas mãos ao aceitar o pedido de parentes e amigos, vão ter mais segurança com as mudanças na Lei do Inquilinato. As alterações, previstas no Projeto de Lei Complementar 140/09 e aprovadas semana passada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, ainda dependem de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As mudanças vão agilizar as ações de despejo do inquilino e dão ao fiador o direito de desistir das suas obrigações durante o contrato. Segundo o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, as novas regras trazem mais segurança também para os proprietários de imóveis. O reflexo disso é que a oferta de unidades para locação será maior e o custo do aluguel e do seguro fiança tende a cair. Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.

domingo, novembro 01, 2009

Dpvat tem mais R$ 977 mi em indenizações

Levantamento feito sobre o Dpvat, no primeiro semestre deste ano, aponta que um total de 140.475 pessoas que receberam indenizações do seguro obrigatório de veículos. Entre elas, 32,9% tinham de 21 a 30 anos, as faixas etárias de 31 a 40 anos e de 41 a 60 apresentaram o mesmo percentual de participação: 20%. Já idosos e crianças somam 12,8%, sendo 7,7% das vítimas com mais de 61 anos; e 5,1% com menos de 15 anos. Até junho, o seguro Dpvat pagou R$ 977,5 milhões em indenizações por mortes, invalidez permanente ou reembolso de despesas médicas e hospitalares de vítimas de acidentes de trânsito, representando um crescimento de 4,4% em comparação ao mesmo período de 2008. Sincor RO/AC; Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.