quinta-feira, abril 29, 2010

STF arquiva anistia

Por maioria dos votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou há pouco o processo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que pedia revisão da Lei da Anistia.

Time: Lula, o cara, um dos mais influentes do mundo


Seguradora antecipa corretor

Seguradora antecipa participação do corretor no custo de apólice. Algumas seguradoras pretendem antecipar o repasse ao corretor de até 20% do custo de emissão de apólice, previsto inicialmente para junho de 2010. É o caso da J. Malucelli, empresa cuja atuação está direcionada para o ramo garantia, que antecipará para o início de maio a data em que passará a fazer o repasse para os profissionais com os quais opera. Essa é, de fato, "uma significativa conquista para todos os corretores". Fontes: Sincor RO-AC, Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, abril 28, 2010

Frases do dia


28/4/2010

Anistia

“A Anistia, tal como foi concebida, é irreversível. Todos os delitos que foram anistiados, por força da lei, são apagados. É um princípio universal. Não é que se perdoe. Se apaga. É como se nunca tivessem existido” – Paulo Brossard, jurista – Zero Hora, 28-04-2010.

“Não podemos esquecer a História. O Brasil e os brasileiros têm direito de saber a verdade, de saber como as coisas realmente aconteceram naquele período. Têm o direito de julgar aqueles crimes, que são crimes contra a humanidade, imprescritíveis, conforme tratados internacionais assinados pelo Brasil. Têm o direito de esclarecer e analisar tudo o que aconteceu, de lavar as feridas” – Pedro Simon, senador – PMDB-RS, defendendo a revisão da Anistia – Zero Hora, 28-04-2010.

“Os culpados devem vir a público, reconhecer seus crimes e pedir desculpas por eles. Depois, podem até ser perdoados, porque não se trata de uma questão de revanchismo, de vingança ou só botar alguém na cadeia. Se trata do direito e da obrigação moral e ética de um país de conhecer o seu passado” – Pedro Simon, senador – PMDB-RS, defendendo a revisão da Anistia – Zero Hora, 28-04-2010.

Ame!

“Quando fizemos a campanha com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil contra a pressão alta, a CNBB sugeriu que colocássemos "ame e seja amado" como décimo mandamento para controlar e prevenir a doença. A pessoa que ama e é amada está de bem com a vida. E o sexo entra nisso. As pessoas levam uma vida estressante com a violência, trânsito, compromissos, cobranças. A relação sexual faz parte de uma vida saudável” – Carlos Alberto Machado, cardiologista e coordenador de ações sociais da Sociedade Brasileira de Cardiologia – O Estado de S. Paulo, 28-04-2010.

Redução

“Estima-se que mais de 30% dos trabalhadores formais no País já trabalham com jornada de 40 horas” - Sérgio Amad Costa, professor de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas da FGV – SP – O Estado de S. Paulo, 28-04-2010.

Esnobando

“O MST está arrancando os cabelos. O presidente do Incra, Rolf Hackbart, não se reuniu com o MST no dia (19/4) da invasão do prédio do instituto. Rolf optou por recorrer à Justiça e depois (descobriu agora o MST) foi “malhar” numa academia” – Ilimar Franco, jornalista – O Globo, 28-04-2010.

terça-feira, abril 27, 2010

Mercado de seguros em alta

Receita cresce 21,6% em dois meses e ultrapassa R$ 12 bi. Depois de crescer 22,7% em janeiro, o mercado de seguros brasileiro atravessou fevereiro com as vendas ainda aquecidas: subiram 20,5%. A base comparativa é o idêntico mês de 2009, pelos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que não incluem o ramo saúde. Fontes: Jornal do Commercio, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Representante recepciona Fórum

O superintendente de Rondônia em Brasília (DF), Sandro Bergamim, recepcionou hoje (27), representantes do Fonare - Fórum Nacional dos Representantes Estaduais. No encontro realizado no escritório da representação do governo, as presenças de Waldemar Cursino (presidente), Henrique Hargreaves e Marco Antonio Toccolini - membros - da instituição. Sandro Bergamim, ocupa, atualmente, o cargo de diretor para a Região Norte. Na agenda dos debates: liberação de recursos por parte do governo Federal, Siafi, Cadin e legislação pertinente. O presidente do Fórum, Waldemar Curcino, sublinhou que a Representação do governo de Rondônia é uma das mais atuantes e participativas na capital Federal, se fazendo presente à todas as reuniões e eventos organizados pelo Fonare. Encerrando os trabalhos, Sandro Bergamim, apresentou à comitiva a estrutura da Representação de Rondônia na cidade de todos os brasileiros, bem como o show-room de produtos vindos do Estado ali expostos; móveis, peças de artesanato e publicações. Sandro Bergamim presenteou Waldemar Cursino, Henrique Hargreaves e Marco Antonio Toccolini, com um livro que narra a saga da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

quinta-feira, abril 22, 2010

Sincor RO/AC orienta segurado

Como orientar o segurado no caso do seguro viagem. Os problemas enfrentados por passageiros e empresas de aviação diante da erupção vulcânica na Islândia trazem à tona a necessidade de o corretor alertar seus clientes sobre as diferentes formas de coberturas para imprevistos com essas características. Não existem condições padronizadas para esse tipo de produto e a contratação não é obrigatória. Apenas as seguradoras autorizadas a operar no ramo de pessoas podem comercializar o seguro viagem, pois a cobertura básica é a de acidentes pessoais. Então, o ideal é que o corretor aconselhe os segurados a contratarem coberturas acessórias, tais como por perda de bagagem, assistência médica no exterior e o ressarcimento do valor da passagem no caso de cancelamento do vôo ou mudança de horário, disse o presidente Geraldo Ramos. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, abril 20, 2010

Obama de saia

“Marina Silva se reuniu domingo com a ONG Educafro, de Frei David, o franciscano que lidera a campanha pelo sistema de cotas para negros. Fez questão, três vezes, de assumir, com orgulho, que é candidata negra à Presidência” – Ancelmo Gois, jornalista – O Globo, 20-04-2010.

domingo, abril 18, 2010

Microsseguro é a bola da vez, afirma Sincor RO/AC

"Pago uns R$ 3 por mês, e minha família tem direito a R$ 20 mil se eu morrer", afirma Paulo Silva, 46, que há três meses contratou uma apólice de seguro de vida. Paulo faz parte de um projeto de inclusão financeira que deverá levar um pouco mais de qualidade de vida às classes de menor poder aquisitivo. Trata-se da aprovação da Lei do Microsseguro, ou seja, a regulamentação de uma proteção específica para alguns tipos de riscos cujo pagamento mensal é previsto para caber no bolso da população de baixa renda. Esse processo não tem apenas cunho social. A nova legislação é bastante esperada pelos agentes financeiros. A previsão é de crescimento no volume de negócios, impulsionado também pelos seguros massificados, já em franca expansão e considerados precursores do modelo de microsseguros no país. As expectativas dos menos otimistas apontam um crescimento total da participação do setor privado de seguros de saúde, previdência e capitalização de cerca de 30% no médio e longo prazos. O setor arrecadou perto de R$ 112 bilhões no ano passado. As áreas de seguros, previdência e capitalização ficaram com R$ 94,85 bilhões desse total, alta de11% ante 2008.O potencial de mercado dos microsseguros é de cerca de 100 milhões de pessoas, o número de brasileiros que fazem parte da camada de baixa renda, segundo estimativas da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No final da base da pirâmide, são 30 milhões. Os produtos serão semelhantes aos já existentes, mas terão menor custo. Enquanto aguardam aprovação da nova lei, empresas vão adequando linguagem, preço e distribuição aos novos produtos."A ideia é preço acessível, apólices simplificadas e com linguagem simples, ter uma cadeia eficiente de distribuição, para que os produtos alcancem essa população, e processos ágeis de indenização", diz o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Os maiores bancos e as principais seguradoras do Brasil afirmam estar preparados para disputar o mercado. É caso do Bradesco. A instituição optou por não esperar a legislação para explorar o segmento e oferece seguros para as classes mais populares desde 2004. No ano passado, registrou 2,5 milhões de apólices para esse público. Hoje, do número de apólices de seguro de vida do Bradesco, 70% custam menos de R$ 10 por mês. "A regulamentação só vai potencializar uma experiência já vitoriosa". Ronseg, corretora de seguros.

Dilma cresce no Sul

O mais recente Datafolha, no qual Serra aparece dez pontos à frente de Dilma, indica recuperação da petista no Sul do país: ela subiu cinco pontos nesse segmento, e ele caiu três. Enquanto o PT já tem candidaturas na rua em dois dos três Estados da região, o PSDB sofre com a dificuldade de Yeda Crusius em atingir dois dígitos no Rio Grande do Sul e vive um dos piores impasses para montar palanque em Santa Catarina. (Renata Lo Prete). Ronseg, corretora de seguros.

sábado, abril 17, 2010

Sincor RO/AC também prevê futuro promissor para seguros

Em entrevista ao jornal Brasil Econômico, o novo superintendente da Susep, Paulo Santos, falou sobre as perspectivas do setor de seguros no Brasil. Leia a entrevista abaixo:O que se espera para o setor em 2010?É um momento extremamente rico para o setor, como vem sendo nos últimos anos, com um crescimento acima da média do PIB. Isso indica uma expansão sustentada, que deve se manter não só neste ano como nos próximos. Os mercados acompanhados pela Susep registraram aumento na receita de 50% entre 2007 e 2009. No ano passado chegamos perto de R$ 100 bilhões em faturamento, e para este ano esperamos um crescimento acima de 10% sobre esse valor, em uma estimativa conservadora.O novo PAC, a Copa do Mundo e a Olimpíada requerem grandes investimentos das seguradoras. Hoje o setor representa entre3%e4%do Produto Interno Bruto. A tendência é que em 10 anos cheguemos a entre 10% e 12%.A ascensão da população de baixa renda será um fator essencial nesse processo?É um dos mecanismos que permitirão essa expansão. Pessoas que nunca tiveram condições financeiras de buscar garantias de reposição de bem ou estabilidade da sua família estão começando a descobrir o que é seguro. Outra frente é a criação do microsseguro, um produto simplificado, com menos regras e também com menos exigências tributárias. Isso torna o produto mais barato e atinge um mercado maior de baixa renda. Como atrair esse consumidor de menor poder aquisitivo?Através da criação de um produto de microsseguros, que já existe em alguns países.Como está a tramitação da Lei do Microsseguro?Existe o risco de não ser aprovada neste ano? Estamos brigando pela aprovação rápida.Nosso principal canal é o Ministério da Fazenda.Na sexta estivemos lá, pedindo urgência na tramitação. Ao governo também interessa a aprovação rápida, mas temos que considerar que é um ano eleitoral, e algumas atividades do Congresso Nacional tendem a perder velocidade. A expectativa é que seja aprovada neste ano, mas sempre existe o risco de ficar para o ano que vem. Independentemente disso, as seguradoras já estão vendendo produtos dirigidos à baixa renda. Com o microsseguro, o crescimento do setor vai ser exponencial.Existem 100 milhões de pessoas de mercado potencial, principalmente nas classes C e D, mas tem algum potencial também na classe E. As regras para as aplicações da previdência aberta serão modernizadas? No caso da fechada já se pode aplicar até 70% do patrimônio e mações.A Susep é extremamente conservadora na elaboração de normas, e o setor atravessou sem grandes problemas a famosa crise internacional de 2008, que atingiu com força as seguradoras de muitos outros países, em parte por conta disso. A ideia das regras estabelecidas pela superintendência é dar segurança e estabilidade ao mercado.Por enquanto não estamos estudando nenhuma alteração nessas regras. E se houver alguma mudança não será nada expressiva, não a ponto de equacionar a previdência aberta com o mercado da previdência fechada. A Susep aprovou a primeira tábua atuarial genuinamente brasileira, já que anteriormente as informações usadas para mensurar riscos para seguros e previdência eram do mercado americano.Essa tábua mostrou uma taxa de mortalidade menor no Brasil que nos EUA.Como garantir que os preços cobrados sejam reduzidos para o consumidor? Ou os preços serão reduzidos ou alguma outra condição deverá mudar para beneficiar o segurado. Esse benefício pode vir na forma de preços menores ou produtos mais longevos e justos, mais adequados ao perfil do brasileiro. Esperamos que o mercado se adeque naturalmente. É importante salientar que a Susep não tem poder de polícia, apenas supervisionamos instituições.Mas nosso mercado é extremamente competitivo. Se uma seguradora oferece um preço menor de determinado produto, todo o mercado em pouco tempo também reduz os seus preços.Qual a posição da Susep em relação à possibilidade de criação de uma seguradora estatal, para absorver os grandes riscos do pré-sal e de eventos esportivos como Copa do Mundo e Olimpíada?A superintendência ainda não foi comunicada sobre essa possibilidade. O governo teria que definir o modelo de uma seguradora estatal antes de contatar a instituição. Quando o governo tomar uma decisão sobre esse tema, poderemos formalizar uma opinião a respeito.Mas o setor privado tem capacidade para dar conta de tudo?Quando são detectadas dificuldades nesse sentido sempre há mecanismos que podem ser criados. Em 2009, por exemplo, foi criado um fundo para catástrofes nas áreas rurais do país, já que considerou-se que o setor não tinha capacidade de garantir esses riscos no mercado. Fontes: Sincor RO/AC, Brasil Econômico e Ronseg, corretora de seguros.

quinta-feira, abril 15, 2010

Nicho novo para o corretor de seguros

Extensão de garantia cresce, mas corretor continua longe desse nicho. Segundo dados da Susep, a carteira de extensão de garantia gerou receita de prêmios da ordem de R$ 233,6 milhões no primeiro bimestre deste ano. Esse valor é 50,98% maior que o apurado nos dois primeiros meses de 2009. Esse é um tipo de produto que é comercializado quase que exclusivamente por canais alternativos, principalmente por vendedores de lojas de redes. É, portanto, mais um nicho que o corretor profissional deixa de aproveitar. Fontes: Sincor RO-AC e Ronseg, corretora de seguros.

Corretor de seguros pode terceirizar

A gestão de uma carteira de Seguro Saúde é extremamente complexa, bem mais do que qualquer outro ramo. A avaliação é de uma consultoria de gestão de saúde, para quem, ao contrário das grandes corretoras, especialmente as multinacionais, que têm as condições necessárias para montar essa estrutura além de trazerem experiência adquirida em outros países, o pequeno e médio corretor ainda tem dificuldade em se estruturar do ponto de vista técnico para dar um suporte adequado aos seus clientes. Por essa razão, ele entende que é “absolutamente viável” para esse corretor terceirizar a gestão da sua carteira. “Essa estrutura deve ser montada de acordo com as necessidades de cada corretor”, aconselha.Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, abril 14, 2010

Paulo Santos na Susep

Agora é oficial. A edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União publica decreto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeando Paulo Santos para exercer o cargo de superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Paulo Santos, que ocupava o cargo de diretor da Susep, assumiu interinamente o comando da Autarquia após a saída do ex-superintendente, Armando Vergilio .Economista e responsável pela área de Administração da Autarquia desde abril de 2008, Paulo Santos é funcionário de carreira do Banco Central há 32 anos. Fontes: Susep, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Modelo Joana Machado, ex-noiva do atacante Adriano


Brasileiro começa a despertar para o seguro

Aderir a seguros ainda não é prática difundida entre os brasileiros. Agentes do mercado e especialistas em finanças, porém, dizem que a situaçãodá sinais de reversão. A estabilização da economia e o acesso mais fácil aocrédito? o que aumenta o consumo de bens de alto valor agregado ? são os dois principais fatores apontados para aexpectativa de virada desse jogo.Para se ter uma ideia do potencial de crescimento dos seguros, no Brasil, aparticipação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) foi de 3% em 2009. Nos Estados Unidos, o volume representou quase 9% do PIB. Na África do Sul, o setor foi responsável por 15% do PIB no ano passado."Não temos a cultura do seguro. O mais comum entre os brasileiros é o de automóveis". Do total de seguros oferecidos pelo mercado nacional, 35% dos vendidos são para carros; 22% de vida; 20% de saúde; e os outros 23% são pulverizados entre as dezenas de modalidades oferecidas. É importante se criar a cultura do seguro no Brasil. A ideia só será disseminada quando houver a consciência da necessidade de proteçãodos bens."É preciso entender que você paga um pouco pelo seguro para garantir que aquilo será seu por muitos anos e com boa qualidade". No Brasil, não há a noção de risco. "A não ser para carro, porque roubos são frequentes e porque o brasileiro ama carro". "Incêndio ou roubo em casa, por exemplo, ninguém pensa".O desconhecimento dos produtos também afasta o brasileiro da aquisição. Os seguros de educação, por exemplo, ocupam os últimos lugares do ranking dos mais vendidos. "E é um produto muito útil".Com pagamentos mensais (há alguns que custam R$ 10 ao mês), os pais garantem os estudos dos filhos caso ocorra algum problema como invalidez ou morte,dependendo do tipo do seguro.Há ainda o seguro para profissional autônomo, que pode custar cerca de R$ 20 ao mês, e garante a renda do cidadão por determinado período no caso de invalidez ou internação hospitalar.De 2004 para cá, o mercado de seguros no Brasil demonstrou crescimento de cerca de 12% ao ano, segundo dados da Susep. Para este ano, a superintendência estima crescimento de cerca de 20% para o setor. As redes de varejo, como supermercados, serão as principais formas de disseminação de seguros daqui para diante. As chamadas garantias estendidas, por exemplo, já são tipos de seguros comumente vendidos em redes de varejo."Você oferece o seguro na hora da compra do produto"."Além disso, nos supermercados é fácil atingir as diversas classe sociais, já que todos frequentam esses locais."Agência Estado. Sincor RO/AC, Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, abril 13, 2010

Geraldo Ramos no JP II

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, membros de sua diretoria e assessores, visitaram nesta quarta-feira (14), em Porto Velho (RO), o hospital João Paulo II. Na oportunidade, com auditório lotado, Geraldo Ramos fez palestra sobre DPVAT, Seguro, Direito e Educação no Trânsito. O encontro se destinou a todos os interessados. Apoio: Val Machado, Sandra Giselly e Centauro Vida e Previdência. Ronseg, corretora de seguros.

Sincor RO-AC anuncia acordo

A Fenacor, admitiu o Sincor RO-AC, anunciou acordo com a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) pelo qual, a partir de 1º de junho do corrente ano, os corretores de seguros passarão a receber, além da comissão de intermediação, a importância equivalente a 20% do custo de apólice.A FenSeg passa a atender “uma antiga reivindicação da categoria econômica, no que tange ao comissionamento incidente sobre o custo de apólice, como forma de compensar os custos operacionais que, ao longo do tempo, foram sendo transferidos e absorvidos pelos corretores de seguros”, revelou Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO-AC.

Entre a vergonha e Comparato

O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar nos próximos dias ação do eminente jurista e professor emérito da Faculdade de Direito da USP, Fábio Comparato, sobre a revisão da Lei da Anistia.Comparato espera que o Brasil não se envergonhe mais de proteger os torturadores. Paulo Henrique Amorim.

Pesquisa: Dilma e Serra, deu empate técnico

O Instituto Sensus, na pesquisa fechada no último dia 9, véspera do lançamento de José Serra a presidente da República, quis saber dos 2 mil entrevistados qual o limite de votos de cada candidato à vaga de Lula.
Resultado:
Único em que votaria
Dilma - 23%
Serra: 22,8%
Ciro - 9,3%
Marina - 7,9%
Poderia votar
Dilma - 37,7%
Serra - 40%
Ciro - 48,7%
Marina - 40,1%
Não votaria
Dilma - 26,3%
Serra - 28,1%
Ciro - 27,9%
Marina - 30,7%
Não conhece
Dilma - 8,3%
Serra - 4%
Ciro - 8,7%
Marina - 15,9%
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 7594/2010 no último dia em 5. Ricardo Noblat.

Planalto investiga Perillo

O governo brasileiro abriu investigação oficial para apurar supostas movimentações bancárias do senador tucano Marconi Perillo (GO) no exterior. OESP.

Geraldo Ramos alerta corretor de seguros

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, alerta que o corretor não deve perder a oportunidade de assegurar seu espaço no nicho de mercado formado por seguros massificados, de afinidade ou até nos microsseguros: “o pequeno corretor perdeu, no passado, a oportunidade de ter seu espaço assegurado na previdência aberta e no seguro saúde. Agora, não pode deixar escapar essa nova chance. O microsseguro, por exemplo, é o produto que tem a cara do pequeno corretor. São 60 milhões de pessoas que nunca contrataram uma apólice. É um mercado completamente virgem”, afirmou Geraldo. Ronseg, corretora de seguros.

sábado, abril 10, 2010

Seguradora inclui corretor em apólice garante Sincor

Em evento realizado quinta-feira, em São Paulo o presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad, informou que, a partir de junho, os corretores que trabalham com a seguradora passarão a receber parte do custo de apólice.O anúncio foi feito durante encontro realizado pela Bradesco Auto/RE, em parceria com o Sincor, que reuniu mais de 400 pessoas. Ao responder pergunta da plateia, sobre a posição da Bradesco Seguros acerca da participação do corretor no custo de apólice, Ricardo Saad foi direto: "os nossos corretores começam a receber a partir de junho", confirmou o Sincor RO/AC.

quinta-feira, abril 08, 2010

Nota da Fenacor

Diante das matérias que vem sendo veiculadas na mídia a Fenacor vem a público esclarecer: 1. A IN 969 da RFB estabeleceu que a partir de 01 de janeiro de 2010, as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido, real e arbitrado estão obrigadas a transmitir demonstrativos e declarações, assinados digitalmente. 2. A IN 974 da RFB estabeleceu que a partir de 01 de janeiro de 2010, as pessoas jurídicas de direito privado em geral, estão obrigadas a transmitir a DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, assinada digitalmente. 3. Para atendimento das obrigações estabelecidas pela RFB é necessário que o responsável pela Sociedade Corretora tenha certificado digital válido, ou ainda, que emita uma procuração eletrônica delegando poderes a terceiros, que também possuam certificado digital válido. É possível ainda a emissão de procuração em papel, para Receita Federal do Brasil onde o emissor não possua certificado digital. 4. A Fenacor como autoridade certificadora está apta a emitir certificados digitais.

Vergílio na Fenacor

Armando Vergilio reassumiu, nesta quarta-feira (7), o cargo de presidente da Fenacor, do qual estava licenciado desde agosto de 2007,quando foi nomeado para o posto de superintendente da Susep. Ele será candidato a reeleição, em pleito que deve ocorrer em maio. Apenas uma chapa está inscrita na eleição, encabeçada por Armando Vergilio e tendo Robert Bittar como primeiro vice-presidente. Fonte: Sincor RO/AC.

Seguro obrigatório para motociclista pode sair diz Sincor RO/AC

Avança no Congresso o projeto de lei de autoria do deputado Celso Russomano (PP-SP) que cria seguro obrigatório para motoboys. A proposta, anunciou o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, estabelece que o empregador que utiliza os serviços dessa categoria deverão contratar seguros de vida e de invalidez permanente por acidentes para os seus profissionais.O projeto foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados.Agora, a medida, que tramita em caráter conclusivo, deve ser analisada pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania da Casa.De acordo com estudo da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), um acidente envolvendo motociclistas gera um custo de cerca de R$ 4,5 mil, incluindo despesas materiais, previdenciárias e de assistência médica, e as decorrentes de óbito.Para o relator do projeto na comissão, deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), a proposta protege a família do profissional, uma vez que o texto inclui os herdeiros como beneficiários do seguro.Almeida acatou uma emenda na proposta segundo a qual a concessão do seguro ocorrerá no caso de acidente de trabalho.No ano passado, as motos foram responsáveis por 48% do total de R$ 1,9 bilhão em indenizações pagas pelo Dpvat, de acordo com a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro Dpvat, que administra o seguro obrigatório.Em 2009, considerando todas as vítimas de acidentes veiculares do País, 256 mil foram indenizadas pelo seguro. E, embora o número de motos que circulam nas vias do País represente apenas 25,5% do total da frota, estes veículos responderam pelo maior número de vítimas indenizadas, 57% desse total. Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, abril 07, 2010

Parlamentares do Brasil pedem regras claras para revalidação de diplomas de pós-graduação do Mercosul


Ficha limpa - adiamento criticado

Entidades do movimento de combate à corrupção criticaram nesta quarta-feira a decisão dos líderes partidários da Câmara dos Deputados de adiar para maio a votação, em plenário, do projeto que estabelece a ficha limpa para os candidatos às eleições.Para a OAB e CNBB, a resistência ao texto mostra que os parlamentares agem em interesse próprio sem levar em consideração a vontade popular. (Márcio Falcão, Folha Online).

Alagações e enchentes: corretor deve orientar segurado

O corretor de seguros, de acordo com o Sincor RO/AC, deve orientar o segurado sobre a importância de se contratar uma cobertura especial, que garanta a indenização no caso de veículos danificados pelas enchentes e alagações. A sugestão é do Sincor, segundo o qual nem todas as apólices vigentes contam com esse tipo de cobertura. "É preciso avaliar com cuidado as exclusões para o segurado não ficar desassistido,"destaca. Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, abril 06, 2010

Seguradora tem novo presidente

O blog foi um dos primeiros veículos do país a informar o nome do novo presidente da SulAmérica, na quarta-feira passada (dia 31 de março). A escolha do administrador de empresas Thomaz Cabral de Menezes, ex-CEO da Marsh Corretora de Seguros na América Latina e região do Caribe, também foi elogiada, na ocasião, pelo presidente do Sincor-RO/AC, Geraldo Ramos, para quem há um claro sinal de que a SulAmérica pretende manter seu foco direcionado para a parceria com os corretores de seguros. “É a primeira vez que um executivo de uma corretora de seguros assume, no Brasil, o comando de uma grande seguradora. Ronseg, corretora de seguros.

Borges Kafka


Rondônia: eleições 2010


O governador João Cahulla poderá ter como vice, o atual presidente da Assembléia Legislativa, Neodi Carlos (d). Quem viver, verá!

Presidente do Sincor RO/AC diz que Federação pleiteia nova comissão para corretor

A Fenacor, segundo o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, vem mantendo frequentes contatos com as lideranças do mercado, no sentido de viabilizar o comissionamento para os corretores de seguros também sobre o valor do custo de emissão de apólice. “Temos percebido no diálogo com os seguradores que, desta vez, será possível construir um acordo, pois, realmente, o corretor acaba absorvendo significativa parcela dos custos operacionais, internando em suas estruturas mais tarefas burocráticas antes cumpridas pelas seguradoras”. comentou. Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, abril 05, 2010

Corretora não recadastrada ganha tempo anuncia Geraldo Ramos

Sócios das corretoras de seguros não recadastradas ganharam um pouco mais de tempo para regularizarem sua situação. A Susep, segundo Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC, adiou para 1º de julho o prazo limite a partir da qual as seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não poderão mais operar nem pagar comissão a corretoras não recadastradas. O prazo inicialmente estabelecido expiraria na quinta-feira passada, dia 1º de abril.O recadastramento poderia ter sido feito sem pagamento de multa até o dia 31 de dezembro. Agora, os sócios das corretoras não recadastradas terão que pagar multas para cumprir a exigência legal. Além disso, o recadastramento da corretora somente será feito se todos os sócios já tenham se recadastrado, explicou Geraldo Ramos.

quinta-feira, abril 01, 2010

Charge de Renato Machado


Ivo Cassol renunciou e João Cahulla assumiu o governo do Estado de Rondônia


Foto: reprodução

Charge


CEF e TAM financiarão passagens em 24 meses

A Caixa Econômica Federal e a TAM fecharam convênio para o financiamento de passagens aéreas, em até 24 meses. A iniciativa tem como objetivo estimular o turismo para as classes C e D. A instituição financeira faz ajustes finais na parceria, principalmente em relação aos juros, para o lançamento da modalidade, previsto para 7 de abril. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da companhia aérea, Líbano Barroso, durante teleconferência com analistas.Ele ressaltou que a Caixa tem 14 milhões de clientes e uma base de mais de 50 milhões de CPFs registrados. A nova linha de crédito beneficia correntistas e não correntistas do banco. Atualmente, a TAM tem acordos com Itaú e Banco do Brasil para financiamentos das passagens em até 48 vezes.No ano passado, o BB ampliou de 36 para 48 meses o prazo da linha que permite somente aos correntistas do banco com limite de crédito disponível adquirir passagens aéreas no site da companhia (www.tam.com.br). Nesse caso, a taxa de juros é a partir de 1,99% ao mês. Para a TAM, a parceria com o BB é um facilitador no caso de quem viaja de ônibus por longas distâncias, porque mostra que as passagens aéreas cabem no orçamento dos passageiros. A empresa espera um aumento de pelo menos 5% nos preços de passagens do mercado doméstico este ano. A companhia, que encerrou o quarto trimestre com lucro de R$ 144 milhões, prevê crescimento do tráfego aéreo interno de 14% a 18% em 2010, após uma expansão de 17,7% em 2009 e de 36% no primeiro bimestre deste ano.

Charge


Rondônia tem novo governador


João Cahulla é o novo governador do Estado de Rondônia

Cahulla promete continuidade de trabalho

Em sua primeira entrevista após assumir o comando de Rondônia, o governador João Cahulla assegurou a continuidade e o reforço nos programas estaduais, falou sobre questões administrativas e respondeu à indagações dos ouvintes de um programa numa FM de Porto Velho.