segunda-feira, maio 17, 2010

Acordo

Presidentes do Brasil e Irã, celebram acordo

Unanimidade, aprovadas! Aprovadas contas da diretoria Geraldo Ramos.

Acabam de ser aprovadas, por unamimidade, as contas do exercício 2009 do Sincor RO/AC. O fato simboliza competência e honestidade com que a atual diretoria do órgão de classe dos corretores de seguros dirige os destinos da entidade.

sexta-feira, maio 14, 2010

Cáritas Negromonte


Foto: Márcio Scavone

Galeria Trip

Fotos: Marcio Scavone

Procuradora aposentada Vera Gomes em cana


Foto: OGlobo

Crimes tributários

Em 27 de dezembro de 1990, entrou em vigor a Lei nº 8.137, que, em seus artigos. 1º , 2º e 3º, tipificou o conjunto de delitos conhecido como crimes contra a ordem tributária. Desses, o que mais interessa ao cotidiano do empresariado nacional é aquele previsto no artigo 1º, seja em razão da maior possibilidade de sua ocorrência no dia a dia das empresas, seja em razão da pena a ele cominada - reclusão, de dois a cinco anos.Desde então, instaurou-se a discussão se seria possível haver acionamento na esfera penal enquanto estivesse pendente de julgamento os recursos administrativas referentes à autuação tributária. Parte dessa discussão ganhou alguma solução com o julgamento da medida liminar na Adin nº 1.571 (ano de 1997), pela qual o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o término do procedimento administrativo fiscal não configurava condição de procedibilidade para que o Ministério Público movesse eventual ação penal contra cidadão investigado pela prática de crime tributário. Seriam esferas distintas e independentes.Nessa sistemática, muitos cidadãos viam-se corriqueira e ilegalmente submetidos ao constrangimento de responder a um procedimento penal ainda que pendente julgamento de recurso no âmbito fiscal. Para estas pessoas, se não quisessem correr os riscos do processo penal, restava a possibilidade de pagar o débito tributário antes do recebimento da denúncia, para obter a extinção da punibilidade, nos termos do art.igo 34 da Lei nº 9.249, de 1995. A iniquidade desta situação residia no fato de que, muitas vezes, os valores constantes do auto de infração eram abusivos e não havia tempo hábil, até o recebimento da denúncia criminal, para o julgamento dos recursos administrativos cabíveis.Muitos foram os anos de luta da advocacia para que esse entendimento fosse modificado.Em 2001, o assunto ganhou novos ares quando o Supremo, ao julgar o habeas corpus nº 77.002-8-RJ, passou a entender que deveria haver efetiva demonstração de dano ao Erário para se configurar o crime do artigo 1º da Lei nº 8.137, de 1990, já que suprimir e reduzir tributos eram duas de suas circunstâncias elementares, o que só ocorreria com o lançamento definitivo do débito em dívida ativa.Compatibilizavam-se, assim, as esferas administrativa e penal. A partir de 2003 (HC nº 81.611/DF, STF), muitos julgados passaram a decidir pela falta de justa causa para a instauração de ação penal antes de findo o procedimento administrativo de lançamento do crédito. Condicionava-se, desta forma, o entendimento de que o término do procedimento administrativo é fator condicionante para o início de eventual ação penal.Também com vistas a solucionar a questão, no mesmo ano de 2003, foi promulgada a Lei nº 10.684, que, no parágrafo 2º do seu artigo 9º, prevê a extinção da punibilidade pelo pagamento do crédito tributário sem estabelecer qualquer limite temporal para tanto. Esta diretriz político-criminal foi confirmada no ano de 2009, pela edição da Lei nº 11.941 e seus artigos 68 e 69.Diante das reiteradas decisões condicionando a instauração de ação penal por crime tributário ao término do procedimento administrativo fiscal, o Supremo, em dezembro de 2009, aprovou a Súmula Vinculante nº 24, com o seguinte teor: "não se tipifica crime material contra a ordem tributária, previsto no art. 1º, inciso I, da Lei nº 8.137, de 1990, antes do lançamento definitivo do tributo".Não obstante referida súmula marque de vez a vitória de longa batalha travada pela advocacia - porque impede, em definitivo, que se inicie ação penal por crime tributário antes de findo procedimento administrativo fiscal - é certo que cria outro flanco de acalorada discussão, consistente na demarcação do termo inicial para contagem da prescrição destes delitos.Isso porque o entendimento majoritário do Supremo é o de que o prazo prescricional só começa a correr após o término do procedimento administrativo fiscal, uma vez que o crime tributário somente se configura com a constituição definitiva do débito (HC nº 90.957/RJ, HC nº 86.032/RS e HC nº 85.207/RS).A nova batalha a ser travada pela advocacia consiste em demonstrar a correção jurídica do entendimento de que a ação típica descrita no artigo 1º da Lei nº 8.137, de 1990, ocorre com a supressão do tributo devido, que ocorre no momento da expiração do prazo para o seu recolhimento, e não no momento da inscrição do débito na dívida ativa, como faz crer a Súmula nº 24.Não há dúvida em relação a isso, já que o artigo 4º do Código Penal estabelece que o crime se consuma no momento da ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado. Assim, deve ser aplicada, também a esses casos, a regra do artigo 111, inciso I, do Código Penal, o qual determina que "a prescrição, antes de transitar em julgado a sentença final, começa a correr (...) do dia em que o crime se consumou (...)".Dessa forma, resta claro que, sendo o momento da ação do delito previsto no artigo 1º e seus incisos I a V da Lei nº 8.137, de 1990 aquele em que ocorre a supressão ou redução do tributo, a prescrição deve começar a correr desde então. Não há como sustentar o início do prazo prescricional como sendo aquele em que é feito o lançamento definitivo do crédito tributário, porque a decisão definitiva na esfera administrativa não se confunde com o momento consumativo do crime aqui abordado, mas tão-somente atesta a sua materialidade.Melhor ilustrando, pede-se vênia para fazer uma analogia com o crime de tráfico de entorpecentes. Imagine-se que determinada substância apreendida com agente seja submetida a exame químico-toxicológico somente um mês após a data de sua apreensão. Tal fato, em nada altera o momento em que teria ocorrido o crime, que é aquele em que o sujeito comercializava a droga, e não no dia do exame, ocasião em que apenas foi constatada sua materialidade.No crime tributário, a decisão definitiva no âmbito administrativo funciona da mesma forma que a perícia no delito de tráfico de entorpecentes, ou seja, apenas confirma a existência do tributo e o seu quantum, o que em nada altera o momento da consumação do delito. O fim do procedimento administrativo, para o crime do artigo 1º da Lei nº 8.137, de 1990, funciona como uma espécie de exame de corpo de delito, mas não pode, em hipótese alguma ser confundido com o momento da ocorrência do crime, de maneira que não pode ser considerado termo inicial para contagem do prazo prescricional.

Charge


Marrocos: primeiro sítio web gay do mundo árabe


Charge


Golfo do México


salpicos de óleo negro

quarta-feira, maio 12, 2010

Karen Junqueira


Lula falou...


Charge


Frases do dia

12/5/2010
Serra e Dilma
“As diferenças entre as concepções de Serra, Dilma e Marina, em matéria de economia, parecem mais de grau do que de rumo” – editorial “Partido da Economia” – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Recesso branco
“Não haverá recesso branco durante a Copa, para não ferir os sentimentos do eleitor, mas nada de relevante será aprovado enquanto a bola rolar na África do Sul” – Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 12-05-2010.
Inglês
“É fato conhecido que, no Brasil, o mais importante para a aceitação de uma "teoria" é que ela seja exposta em inglês. Sua conformação com nossa realidade e nossa história é, em geral, um acidente de menor importância. Que tais construções são mais "modismo" do que "ciência" nunca foi tão visível como no comportamento recente dos economistas do FMI. Estes costumavam impor sua ideologia como "ciência" a todos os países que lhe pediam ajuda. A geografia, a história e a organização política de cada um deles não lhes interessavam” – Antonio Delfim Netto, economista – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
“Imagine se todo trabalhador que acorda às 5h e encara o metrô para ir trabalhar tivesse um surto de mau humor. As empresas do país quebrariam” – Henrique Eduardo Alves, líder do PMDB na Câmara, sobre o fato de José Serra ter atribuído à falta de sono sua irritação em determinados momentos da entrevista à rádio CBN, realizada às 8h. O deputado peemedebista quase foi vice do tucano na eleição de 2002 – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Ah! bom!
“Sempre fui socialista. O socialismo prega igualdade de condição e já batalhei pelos meus companheiros. Cheguei a brigar com dirigentes para que meus amigos recebessem salário em dia” – Romário, jogador de futebol, candidato a deputado federal pelo PSB – O Estado de S. Paulo, 12-05-2010.
“Segundo, sou predestinado. Foi assim no futebol e será assim na política” – Romário, jogador de futebol, candidato a deputado federal pelo PSB – O Estado de S. Paulo, 12-05-2010.
Sem Provisão
“O projeto de aumento salarial do Poder Judiciário é inconstitucional. Não foi feita provisão orçamentária. Onde vamos arrumar R$ 7,7 bilhões?” — Paulo Bernardo, ministro do Planejamento – O Globo, 12-05-2010.
Dunga
“Foi um voo de galinha sobre o altiplano das ciências psicossociais” – Paulo Sant’Ana, jornalista, criticando a entrevista de Dunga ao convocar a seleção brasileira – Zero Hora, 12-05-2010.
“Mas não se exige de um treinador da Seleção Brasileira que ele não seja analfabeto nem que seja um intelectual. O que se exige como mínimo requisito de um treinador da Seleção Brasileira é que ele entenda de futebol” – Paulo Sant’Ana, jornalista, criticando a entrevista de Dunga ao convocar a seleção brasileira – Zero Hora, 12-05-2010.
Estilo BC
"O Dunga deu uma de Meirelles. Preferiu a retranca" - comentário ouvido no governo logo após o anúncio da escalação da seleção brasileira que irá à Copa – Folha de S. Paulo, 12-05-2010.
Frustrado
“Fiquei frustrado, muito chateado e desapontado” – Vitor, goleiro do Grêmio, que não foi convocado por Dunga – Zero Hora, 12-05-2010.
Exultante e raivoso
“Se o Brasil for campeão do mundo, quase certamente veremos um Dunga exultante e raivoso, considerando-se um herói nacional, se vingando dos seus críticos com gestos e palavreados que estão sendo contidos a duras penas” – Merval Pereira, jornalisa – O Globo, 12-05-2010.
Quá-quá-quá
“É... Entre o Ganso e o Pato, Dunga preferiu o... Marreco” - comentário ontem num boteco da Praça Mauá, no Rio, quando saiu a lista de Dunga. Marreco era apelido do lateral Gilberto quando jogava futsal – O Globo, 12-05-2010.
Calma, gente
“Nem Pato, nem Ganso... Deu é burro!” - de um sujeito enfezado, ontem, ao ver a lista de Dunga na TV de um bar em Copacabana – O Globo, 12-05-2010.
Dunga tomou Activia
"Misturei Activia com o Dunga e fiz a maior cagada na seleção! O Dunga tomou Activia!" – José Simão, humorista, citando o Twitter da Nair Bello – Folha de S. Paulo, 12095-2010.

Charge do Amarildo


Iate Lamborghini. O preço?


"Consumo dos pobres ajudou Brasil a enfrentar crise dos ricos"


Lula

Estudo de mulher, pintura de Duque Estrada (1884)


Henry: todos querem ver a final Espanha-Brasil na copa do mundo 2010 na África do Sul


segunda-feira, maio 10, 2010

Trip em alemão


Roma: hotel de Russie


África do Sul já respira futebol


Mercosul repudia Serra

La nota aprobada por los empresarios reunidos en España defiende el Mercosur como el “más importante acuerdo económico y cultural de América Latina”. Además, advierte sobre los riesgos de que, en el actual cuadro de crisis internacional y com una debilitación de la integración, las grandes corporaciones amplíen su poder en detrimento de las empresas latinoamericanas.La Cúpula Eurolatinoamericana de Microempresas y economía social, realizada de 3 a 6 de mayo en Cáceres, España, aprobó una moción de repudio a las declaraciones del candidato del PSDB a la presidencia de Brasil, José Serra, quien caracterizó al Mercosur como una “farsa” y defendió su “flexibilización”. La nota aprobada por los empresarios reunidos en España defiende el Mercosur como el “más importante acuerdo económico y cultural de América Latina”. Además, advierte sobre los riesgos de que, en el actual cuadro de crisis internacional y com una debilitación de la integración, las grandes corporaciones amplíen su poder en detrimento de las empresas latinoamericanas.El encuentro de Cáceres aprobó, también, la creación de Euro-Latin – Asociación Eurolatinoamericana de Micros, Pequeñas y Medianas Empresas, que tendrá como objetivo buscar una mayor integración social y económica entre los pueblos de Europa y América Latina. La nota completa aprobada en la reunión de cumbre es la siguiente:Nota de RepudioLos empresarios latinoamericanos reunidos en Cáceres, España, entre los días 03 y 06 de Mayo para la “CUMBRE EUROLATINOAMERICANA DE MICROEMPRESAS Y ECONOMIA SOCIAL” que resultó en la Fundación de la EURO-LATIN 98% – Asociación Eurolatinoamericana de Micros, Pequeñas y Medianas Empresas, que tiene como objetivo principal buscar una integración social y económica entre los pueblos, sobre la base de los principios da sustentabilidad, repudian con vehemencia las manifestaciones del candidato a la presidencia de la República de Brasil, Sr. José Serra, que propone sustituir el Mercosur y las demás alianzas regionales por tratados de libre comercio.Considerandos:• El Mercosur es el más importante acuerdo económico y cultural de America Latina.• En el actual momento de crisis, la salida de Brasil del Mercosur sería abrir abrir espacio para que las grandes corporaciones internacionales amplíen sus intereses en detrimento de las empresas latinoamericanas.Esperamos que el candidato se presente al público y aclare su posición, que sólo interesa a aquellos que siempre produjeron pobreza y desigualdades en nuestro continente.Firman esta nota:ALAMPYME – Asociación Latinoamericana de MIPYMEs ALAMPYME – Capítulo MéxicoAMPYME – Asamblea de Pequeñas y Medianas Empresas de Argentina.ANMYPE – Asociación Nacional De Micro Y Pequeñas Empresas de UruguayCÁMARA DE LA PEQUEÑA INDUSTRIA DEL GUAYAS de Ecuador.CONFAGAN — Confederación Nacional de Agricultores y Ganaderos de Venezuela.CONUPIA – Confederación Nacional Unida de La Pequeña y Micro Empresas de ChileFEBOPI – Federación Boliviana de La Pequeña IndustriaFEPAMI – Federación Paraguaya de MicroempresariosUPTA — Unión de Profesionales Trabajadores Autónomos de EspañaFundación para La Internacionalización del Software Libre de España.

Itália

hotel splendido.com

A hora de Dilma!


Foto: OESP

sábado, maio 08, 2010

Charge

Geraldo Ramos faz homenagem às mães corretoras de seguros

Parabéns às mães. Com carinho, Geraldo Ramos, diretoria e empregados do Sincor RO/AC ofereceram , sábado, (8), no hotel Vila Rica, em Porto Velho (RO), um farto café da manhã a todas as mães corretoras de seguros. A iniciativa do Sincor RO/AC contou com o prestigioso apoio da Top Security, HDI Seguros, Tokio Marine e Bradesco Auto RE.

quinta-feira, maio 06, 2010

Julia Roberts


Foto: Reuters

BH: painel com pré-candidatos à presidência da República em MG ganha contornos de debate


Foto:AE

Arquitetura - coluna de Alexandre (1834)


praça do palácio são petersburgo, Rússia

Mercosul reitera vontade política de negociar com UE

El Mercosur reiteró su voluntad de avanzar en las negociaciones con la Unión Europea (UE) para alcanzar un acuerdo de libre comercio "comprensivo y equilibrado", informó el Gobierno de Argentina en calidad de presidente temporal del bloque que también integran Brasil, Uruguay y Paraguay. "Un acuerdo de asociación no solo permitirá fortalecer las corrientes comerciales, sino también abrir nuevas oportunidades para los sectores productivos del Mercosur en el importante mercado comunitario", indicó un comunicado distribuido por la cancillería argentina. La declaración del bloque se divulgó después de que la Comisión Europea (CE) reconociera en un documento interno al que accedió Efe que un acuerdo de asociación entre la UE y Mercosur podría acarrear "grandes pérdidas" para la agricultura comunitaria. Las negociaciones entre ambos bloques, iniciadas hace una década, están estancadas desde 2004, sobre todo por discrepancias en la agricultura, y la CE propuso reactivarlas el pasado martes. España, que preside la presidencia de turno de la UE (primer semestre de 2010), pretende que en la cumbre de la UE-América Latina y Caribe, que se celebrará en Madrid los días 17 y 18, se impulse un compromiso para concluir un tratado en un futuro próximo con el bloque latinoamericano."El futuro acuerdo de asociación deberá abordar las demandas de acceso de los productos de interés del Mercosur, en especial los bienes agrícolas y procesados, así como preservar suficientemente los espacios de política" del bloque en otros ámbitos, afirmó en la nota oficial el foro suramericano, al que también se quiere sumar Venezuela, actualmente en proceso de incorporación. El Mercosur se mostró con "gran énfasis" a favor de un acuerdo de asociación "ambicioso y equilibrado, que aborde apropiadamente las asimetrías de desarrollo entre las dos regiones" y que sea compatible con el esfuerzo suramericano para lograr "una mayor diversificación de su estructura productiva y el crecimiento del empleo".Si bien consideró que las negociaciones con la UE servirán para potenciar "el proceso de perfeccionamiento" de la unión aduanera del bloque, admitió que "queda un largo camino por recorrer" en los intercambios para "asegurar que ambas partes obtengan claros beneficios económicos"."El Mercosur parte de la base que el comercio internacional debe jugar un papel en la promoción del desarrollo y el alivio de la pobreza", añadió el comunicado.Las exportaciones del bloque suramericano a la UE alcanzaron un promedio de 55.000 millones de dólares de 2006 a 2008, lo que implica un 20 por ciento de los envíos totales al mundo, indicó. Según la CE, los países de Mercosur suministraron el 82 por ciento de la carne importada por la UE en 2009 y el 64 por ciento de las adquisiciones de carne de ave. Los países de Mercosur figuran entre los "productores agrícolas más competitivos del mundo" y cualquier apertura de mercado a sus envíos "agravaría el desequilibrio" que ya hay con las exportaciones de la UE en ese ámbito, según los cálculos de los servicios agrícolas de la CE. El documento no oficial cifra entre 3.000 y 13.500 millones de euros las pérdidas para la agricultura y ganadería de la UE que supondrían las concesiones a Mercosur, que también dependerán de las negociaciones comerciales de Doha para liberalización de los mercados mundiales.La principal organización agraria de Francia, la Federación Nacional de Sindicatos de Explotadores Agrícolas (FNSEA), pidió este miércoles al presidente francés, Nicolas Sarkozy, que presione a la CE para tumbar su iniciativa de relanzar las negociaciones para lograr un acuerdo con Mercosur, que supondría un costo "demasiado grande" para la agricultura europea. EFE.

Raoni, condena a construção de Belo Monte (PA)


Foto: Reuters

Frases do dia

6/5/2010
Dom Dadeus
"A gente não compartilha essa ideia de acusar ninguém, mas é claro que ela (Igreja) sofre da realidade do mundo, da própria sociedade de hoje" - D. Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro - O Globo, 06-05-2010.
"As opiniões de cada bispo são livres. Cada um pode se manifestar segundo sua compreensão e sua ideia. Aquilo que é opinião da CNBB sai nos seus comunicados oficiais" - D. Orani Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro - O Globo, 06-05-2010.
"Não vou fazer coletiva sobre pedofilia. Sei que todos os criminosos têm que ser punidos na forma da lei, sejam eles da Igreja ou fora dela" - dom Erwin Kräutler, bispo do Xingu (PA) - O Globo, 06-05-2010.
Segunda ponte
“Não é um compromisso, é um anúncio: vou fazer a segunda ponte do Guaíba” – José Serra, candidato à presidência da República – Zero Hora, 06-05-2010.
“Ao assumir o compromisso com a construção da segunda ponte do Guaíba, o tucano (José Serra) não deixou claro se a obra deve ser realizada com recursos públicos ou por acordo com a Concepa, mediante ampliação do prazo da concessão” – Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 06-05-2010.
Serra e as privatizações
“Embora tenha defendido as parcerias público-privadas, Serra demonstrou desconforto com uma pergunta sobre as privatizações do governo Fernando Henrique, que o tucano Geraldo Alckmin não defendeu na campanha de 2006” – Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 06-05-2010.
Atropela
“A visita ao Rio Grande do Sul mostrou que a tática de Serra, diante de uma pergunta incômoda, será tentar intimidar quem o questiona, atropelando o interlocutor” - Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 06-05-2010.
!
“A frieza do candidato José Serra com a governadora Yeda Crusius não combina com a avaliação feita por ela de que a conversa privada dos dois na Federasul foi “muito boa” – Rosane de Oliveira, jornalista – Zero Hora, 06-05-2010.
Aposentados
"Em ano eleitoral, aumenta o apreço [pelos aposentados] de forma extraordinária" – Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – Folha de S. Paulo, 06-05-2010.
Sem loucura
"Não vejo nenhuma necessidade para, neste momento excepcional que o Brasil está vivendo, a gente fazer qualquer espécie de loucura em qualquer área para que a gente atrapalhe um novo ciclo de desenvolvimento do país" - Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – Folha de S. Paulo, 06-05-2010.
Tuma segundo Lula
"Eu vi informações hoje (ontem) sobre o delegado Romeu Tuma. Primeiro tem de esperar a investigação. Todo mundo sabe que é um delegado muito experimentado na polícia brasileira. É um homem que tem uma folha de serviços prestados ao País" – Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da República – O Estado de S. Paulo,06-05-2010.
Grécia
"É impossível impor a calma nos mercados neste momento. Quando a Grécia não tinha um plano de ajuste, era castigada; quando o aprovou, era muito pequeno; e agora, que o endureceu, os investidores dizem que não acreditam nele" - Juan Luis García Alejo, do Inversis Banco - El País, 05-05-2010.
Autonomia
“Eis o problema que torna educar quase impossível, em nossa cultura: a autonomia, para nós, é um valor tão importante que ela precisa ser confirmada pela desobediência. Com isso, qualquer pai prefere, no fundo, lidar com um filho revoltado a imaginar que o filho possa ter uma vida servil e, portanto, medíocre” – Contardo Calligaris, psicanalista – Folha de S. Paulo, 06-05-2010.
Grandes pecadores santos
“Os santos mais respeitados são os que foram grandes pecadores e descrentes (Agostinho, Francisco, o próprio Paulo etc.). No imaginário cristão, aliás, uma conversão tem mais valor do que a fé de quem sempre acreditou. A parábola do pastor que deixa o rebanho para procurar a ovelha perdida sugere que, assim como a gente, talvez Deus prefira os rebeldes” – Contardo Calligaris, psicanalista – Folha de S. Paulo, 06-05-2010.
Arruda errado
“Veja como é dura a vida de político do bem. Plínio de Arruda Sampaio, boa gente, candidato do PSOL à Presidência, conta que, outro dia, numa pesquisa qualitativa em São Paulo, uma jovem, ao ler o nome dele entre os presidenciáveis, reagiu, depois de pensar: — Ah, agora me lembro! É aquele envolvido em falcatruas?!” – Ancelmo Gois, jornalista – O Globo, 06-05-2010.
Homem cordial...
“Com o tempo a “cordialidade” apontada pelo historiador (Sérgio Buarque de Holanda) ganhou significados novos e menos nobres. Hoje é sinônimo do deixa-pra-lá-ismo que domina a moral nacional, e que não deixa de ser uma forma de generosidade com o próximo. Não somos tanto cordiais como desleixadamente coniventes” – Luís Fernando Verissimo, escritor – Zero Hora, 06-05-2010.
e a anistia...
“Invocar a velha tese da cordialidade para justificar o perdão foi estranho. Poucas vezes na nossa História a cordialidade brasileira foi tão dolorosamente desmentida como nos porões da última ditadura, onde a tortura, expressamente ou implicitamente autorizada pelo braço armado do Estado, foi prática sistemática” - Luís Fernando Verissimo, escritor – Zero Hora, 06-05-2010.
deturpadas.
“Grau e os outros que votaram contra a revisão da anistia votaram não pela cordialidade, mas pela sua deturpação. Votaram para deixar pra lá, e pela conivência” - Luís Fernando Verissimo, escritor – Zero Hora, 06-05-2010.

HDI confraterniza com Sincor RO/AC

O presidente do Sincor RO/AC e vice-presidente da região Norte da Fenacor, Geraldo Ramos, e o primeiro vice-presidente do Sincor RO/AC, Ronaldo Ferreira, participaram em Porto Velho (RO) de reunião/almoço de trabalho com diretores da HDI Seguros. No encontro: Antonio Carlos Melo Costa, Margareth Souza, Adailson Silva, Maria José Bernardino, diretores e associados do órgão de classe dos corretores de seguros dos Estados de Rondônia e Acre.

quarta-feira, maio 05, 2010

Unasur se reúne na Argentina


Bolívia, Venezuela, Brasil e Argentina respaldam Paraguai na luta contra guerrilha e narcotráfico


Picasso vive!


Eleição de Geraldo Ramos confirma liderança e união dos corretores de seguros da Amazônia Ocidental

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, acaba de ser eleito vice-presidente da região Norte da Fenacor quadriênio 2010-2014. O ato teve lugar ontem (4) no Rio. Armando Vergílio continua na presidência da entidade nacional. Geraldo Ramos defende na Fenacor os direitos dos corretores de seguros da região.

segunda-feira, maio 03, 2010

Brasil confirma desejo de mudar fonte de financiamento para linha de Itaipú


Brasil e Paraguai se unem para combater crime organizado transnacional


Presidentes Lugo e Lula celebram acordo

Carta aberta digital

No último dia 30 de março de 2010, o Ministério das Comunicações publicou a Portaria no 290, instituindo o Sistema Brasileiro de Rádio Digital (SBRD), estabelecendo os objetivos do mesmo. Embora o texto da Portaria não avance muito além do que já constava no texto do Chamamento Público do ano passado, entendemos que estamos entrando em mais uma etapa do processo de definição do padrão de rádio digital a ser adotado no Brasil. Por se tratar de um tema de grande interesse público, as entidades abaixo assinadas lançam esta carta aberta como um alerta às autoridades e um chamado à sociedade brasileira.Entendemos que a digitalização da transmissão é fator essencial para a sustentabilidade do rádio no ambiente de convergência midiática. A mudança representará uma melhoria da qualidade de som, especialmente em relação ao AM, novos usos e funcionalidades para o aparelho receptor, incluindo a oferta de dados e serviços complementares de valor agregado, além de dispositivos tecnológicos que permitam abertura para a convergência com outros meios dentro da mesma linguagem digital. Embora o rádio já esteja presente na Internet e celular, acreditamos que a digitalização da transmissão poderá integrá-lo à convergência midiática. Entretanto, para que isto ocorra de modo consistente, é indispensável que a definição tecnológica seja precedida pela definição dos modelos de serviços e de negócio, uma vez que os atuais impasses do rádio localizam-se no esgotamento dos referidos modelos.Temos clara a importância social do rádio pela sua presença marcante no cotidiano da maioria da população brasileira. É o meio de informação e entretenimento por excelência, especialmente para os que estão em trânsito nas grandes cidades e para os que vivem no interior, nas pequenas cidades, na zona rural e, em particular, em macrorregiões como a Amazônia. Integra o sistema de comunicação do país de forma expressiva. São mais de oito mil emissoras em funcionamento entre comerciais, educativas e comunitárias. As comerciais oferecem mais de 300 mil empregos diretos e indiretos, e faturam por ano R$1.673 milhões (pesquisa FGV e IBRE de 2007). Temos, também, consciência do lento processo de migração para o sistema de transmissão digital registrado em boa parte do mundo. A dificuldade está relacionada a características tecnológicas dos sistemas disponíveis que dificultam sua adaptação ao modelo de radiodifusão, ao marco regulatório e as regras de mercado em cada país. Em alguns países europeus, o sinal digital do sistema DAB (Digital Audio Broadcasting), por exemplo, não tem boa recepção dentro de edifícios, especialmente os situados em ruas com grande densidade de prédios e tráfego intenso. Sabemos que o sistema americano HD Rádio (IBOC) apresenta problemas semelhantes: o sinal é mais baixo em relação a estação de sinal analógico. Além disso, os aparelhos receptores em HD Radio são incompatíveis com DAB e DRM.Reconhecemos que o Ministério das Comunicações tem promovido testes em busca de um padrão que possa ser adequado ao sistema de radiodifusão brasileiro. Foram testadas apenas duas normas de rádio digital: o HD Radio (também conhecido como IBOC), padrão proprietário dos Estados Unidos, cujo resultado dos testes parecem não terem sido os esperados, e que merecem ainda uma maior divulgação e publicização, e o DRM (Digital Radio Mondiale), de origem europeia, cujos testes estão sendo realizados em escala muito inferior ao IBOC e sequer foram concluídos. Defendemos que esse processo de testes deve se ampliar e aprofundar, e deve ganhar contornos mais transparentes e públicos.Reconhecemos, também, que a Portaria nº 290/2010 de 31 de março de 2010 do Ministério das Comunicações que institui o Sistema Brasileiro de Rádio Digital – SBRD é positiva, porque sinaliza com valores fundamentais que devem balizar a escolha de soluções tecnológicas, dos quais destacamos: a) proporcionar a utilização eficiente do espectro de radiofrequencia; b) possibilitar a participação de instituições brasileiras de ensino e pesquisa no ajuste e melhoria do sistema de acordo com a necessidade do País; c) viabilizar soluções para transmissões em baixa potência, com custos reduzidos; d) propiciar a criação de rede de educação à distância; e) incentivar a indústria regional e local na produção de instrumentos e serviços digitais; f) propiciar a transferência de tecnologia para a indústria brasileira de transmissores e receptores, garantida, onde couber, a isenção de royalties.Embora essas e outras diretrizes sejam essenciais, entendemos que a portaria não encerrou o debate sobre o modelo a ser adotado, nem sequer o definiu e, portanto, indica a necessidade de abertura e tempo para a sociedade apropriar-se mais das questões relativas à digitalização do rádio. É necessário garantir, ao longo dessa próxima etapa, maior transparência e controle público neste processo.Lutamos recentemente pela realização da I Conferência Nacional de Comunicação, e nela defendemos a abertura urgente de profundo e consistente debate que envolva a sociedade em um amplo processo de consultas e audiências públicas, os setores da radiodifusão (público, privado e comunitário), a indústria de equipamentos, e técnicos do Ministério das Comunicações, de Universidades brasileiras e de centros de pesquisas. Nesse sentido, as instituições e entidades abaixo assinadas reivindicam do Ministério das Comunicações a constituição de um Grupo de Trabalho (GT) que tenha como objetivo traçar uma estratégia comum sobre a política de implantação do rádio digital no Brasil, bem como possibilitar o monitoramento pelas entidades sobre os próximos passos dos agentes públicos na consolidação dessa política. Num primeiro momento o grupo debateria as diretrizes políticas (diversidade, pluralidade, universalidade e gratuidade) e diretrizes técnicas (royalties, cobertura, uso do espectro, serviços agregados, entre outros) apresentadas na Portaria nº 290/2010 à luz dos resultados dos testes já realizados com HD Radio e DRM.Além disso, defendemos estudo comparativo de experiências internacionais com outros sistemas, tais como o DAB e sua família (DAB +), DMB, DRM, FMeXtra e o ISDB-TSB. Defendemos, portanto, uma avaliação criteriosa e comparativa desses modelos relacionando-os com os testes de eficiência já realizados.Defendemos que o SBRD seja transformado em lei própria, a ser aprovada pelo Congresso Nacional. Mas antes disso será necessário o seu aperfeiçoamento a partir das discussões a serem realizadas pelo GT aqui proposto pelas entidades. Lembramos que uma decisão precoce, sem a devida avaliação do seu impacto em nosso sistema de radiodifusão, poderá acarretar em baixa penetração do serviço, prejuízo para o setor de radiodifusão, reduzido interesse da população, não ampliação de postos de trabalho e ausência de políticas públicas no sentido de maximizar a inclusão digital e os serviços públicos. Temos consciência que a adoção de qualquer sistema sem debate e reflexão rigorosos, ou de forma automática e sem aprimoramentos tecnológicos poderá trazer sérios problemas e não atender à realidade brasileira. Por isso, não podemos descartar a possibilidade futura de o Brasil vir a optar por um SBRD com tecnologia genuinamente nacional, com a garantia do devido incentivo financeiro e estrutural para a sua realização. Sabemos que, independente do modelo a ser adotado, as adaptações poderão se fazer necessárias. E para isso torna-se estratégico saber quais são as nossas demandas para aprimoramento e como podemos envolver todos os setores capazes de contribuir para a melhoria e adaptação do sistema. O referido debate, insistimos, deve ser antecedido pelo debate sobre os modelos de serviços e de negócio, uma vez que sem modelos democráticos e acessíveis a continuidade do rádio brasileiro não está assegurada. Sobre possíveis adaptações, lembramos o que aconteceu com a TV Digital, em que o ISDB japonês sofreu uma evolução, passando a utilizar a codificação MPEG-4 e a interatividade Ginga, desenvolvida no Brasil, pelas universidades PUC-Rio e UFPB. Como em qualquer transição será necessário compreender que o processo de construção de políticas públicas para o rádio digital precisa estar alicerçado em alguns critérios, tais como: a) garantia da manutenção da gratuidade do acesso ao rádio, por parte do ouvinte; b) a transmissão de áudio com qualidade em qualquer situação de recepção; c) adaptabilidade do padrão ao parque técnico instalado; d) coevolução e coexistência com o padrão analógico; e) aparelhos receptores de baixo custo; f) adoção de uma tecnologia não proprietária e com potencial para interconectividade com outras mídias; g) interatividade real time; h) multiprogramação; i) democratização do uso do espectro, com a ampliação do número de outorgas disponíveis e maior presença de rádios públicas e comunitárias; j) garantia de igualdades de condições para o processo de transição de padrão, incluindo aí as rádios comunitárias.São critérios que preservam, de alguma forma, a experiência social, histórica e cultural do meio. Integrado a um modo de vida, o rádio se vincula às identidades culturais do lugar, aos saberes cotidianos, ao partilhamento de patrimônios comuns como a língua, a música, o trabalho, os esportes, as festas, entre outros. É um espaço de reconhecimento do público como pertencente a uma dinâmica cultural local. Portanto, para ter sentido e ser útil, as intervenções das políticas públicas nas estruturas se guiam e se justificam por objetivos relacionados ao conteúdo. Significa por em relevo não somente as relações entre economia e política, mas também a dimensão do consumo. O que implica em considerar a cultura como um componente inerente à formulação de políticas públicas de transição para o rádio digital. A migração do rádio brasileiro do padrão analógico para o padrão digital e sua integração na convergência tecnológica é uma política pública de interesse do conjunto da sociedade brasileira, interessa a empresários, profissionais da comunicação, ouvintes, gestores públicos, técnicos e cidadãos em geral. Portanto, esta política pública deve ser construída de forma amplamente democrática, ouvindo o conjunto da sociedade e garantindo ferramentas de participação popular e controle público.Brasília, 23 de abril de 2010 Assinam esta carta aberta as seguintes entidades:ABRACO – Associação Brasileira de Radiodifusão ComunitáriaANEATE – Associação Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de DiversãoAMARC – Associação Mundial das Rádios ComunitáriasARPUB – Associação das Rádios Públicas do BrasilCUT – Central Única dos TrabalhadoresCFP – Conselho Federal de PsicologiaFENAJ – Federação Nacional dos JornalistasFITERT – Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e TelevisãoFNDC – Fórum Nacional pela Democratização da ComunicaçãoINTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da ComunicaçãoINTERVOZES – Coletivo Brasil de Comunicação Social.

Área de seguros se volta para baixa renda, explica Geraldo Ramos

Assim como o banco, existe seguradora que vem centrando suas apostas nas emergentes classes C e D para seguir na liderança de mercado. A estratégia, pelo que pode ser conferido no balanço do primeiro trimestre de 2010, apresentado pela empresa, tem funcionado, explica o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. O faturamento alcançou R$ 7,196 bilhões nos segmentos de seguros, capitalização e previdência complementar. O lucro de R$ 703,4 milhões representou uma evolução de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado - e contribuiu para o resultado do grupo em 33%. "Em termos de volume, os prêmios de seguro para essa camada da população não são ainda tão significativos, porque os valores são baixos", explica a seguradora. "O mais importante é que estamos preparando novos consumidores." A representatividade dessas operações mais populares, no entanto, é considerável - e é justamente essa massa que tende a compensar o tíquete baixo. Dos 33 milhões de clientes atendidos pela seguradora, 20 milhões compram produtos abaixo de R$ 20. "Criamos produtos para um segmento que antes não era atingido". Agora, é aguardar para que essa iniciação se transforme em "cultura" (para usar um jargão comum do mercado). Um exemplo é o "primeira proteção", seguro de acidentes pessoais que exige pagamentos mensais de apenas R$ 3,50. A linha de seguros residenciais é outro produto cuja colocação no mercado vem sendo intensificada.A expansão das operações de seguro e previdência passa também pelo melhor aproveitamento da base de clientes. Hoje, cerca de 40% dos correntistas têm algum tipo de seguro. "Não é difícil imaginar que temos uma outra seguradora dentro do banco", afirma, se referindo ao universo de clientes do banco que ainda pode ser explorado. "Precisamos ocupar melhor esse espaço."Enquanto as estratégias para ocupação desse espaço são postas em prática, a seguradora mantém os esforços de redução do número de sinistros. De um ano para cá, o índice caiu de 73,7% para 73,3%. Fonte: Valor Econômico , Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

quinta-feira, abril 29, 2010

STF arquiva anistia

Por maioria dos votos, o Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou há pouco o processo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que pedia revisão da Lei da Anistia.

Time: Lula, o cara, um dos mais influentes do mundo


Seguradora antecipa corretor

Seguradora antecipa participação do corretor no custo de apólice. Algumas seguradoras pretendem antecipar o repasse ao corretor de até 20% do custo de emissão de apólice, previsto inicialmente para junho de 2010. É o caso da J. Malucelli, empresa cuja atuação está direcionada para o ramo garantia, que antecipará para o início de maio a data em que passará a fazer o repasse para os profissionais com os quais opera. Essa é, de fato, "uma significativa conquista para todos os corretores". Fontes: Sincor RO-AC, Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, abril 28, 2010

Frases do dia


28/4/2010

Anistia

“A Anistia, tal como foi concebida, é irreversível. Todos os delitos que foram anistiados, por força da lei, são apagados. É um princípio universal. Não é que se perdoe. Se apaga. É como se nunca tivessem existido” – Paulo Brossard, jurista – Zero Hora, 28-04-2010.

“Não podemos esquecer a História. O Brasil e os brasileiros têm direito de saber a verdade, de saber como as coisas realmente aconteceram naquele período. Têm o direito de julgar aqueles crimes, que são crimes contra a humanidade, imprescritíveis, conforme tratados internacionais assinados pelo Brasil. Têm o direito de esclarecer e analisar tudo o que aconteceu, de lavar as feridas” – Pedro Simon, senador – PMDB-RS, defendendo a revisão da Anistia – Zero Hora, 28-04-2010.

“Os culpados devem vir a público, reconhecer seus crimes e pedir desculpas por eles. Depois, podem até ser perdoados, porque não se trata de uma questão de revanchismo, de vingança ou só botar alguém na cadeia. Se trata do direito e da obrigação moral e ética de um país de conhecer o seu passado” – Pedro Simon, senador – PMDB-RS, defendendo a revisão da Anistia – Zero Hora, 28-04-2010.

Ame!

“Quando fizemos a campanha com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil contra a pressão alta, a CNBB sugeriu que colocássemos "ame e seja amado" como décimo mandamento para controlar e prevenir a doença. A pessoa que ama e é amada está de bem com a vida. E o sexo entra nisso. As pessoas levam uma vida estressante com a violência, trânsito, compromissos, cobranças. A relação sexual faz parte de uma vida saudável” – Carlos Alberto Machado, cardiologista e coordenador de ações sociais da Sociedade Brasileira de Cardiologia – O Estado de S. Paulo, 28-04-2010.

Redução

“Estima-se que mais de 30% dos trabalhadores formais no País já trabalham com jornada de 40 horas” - Sérgio Amad Costa, professor de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas da FGV – SP – O Estado de S. Paulo, 28-04-2010.

Esnobando

“O MST está arrancando os cabelos. O presidente do Incra, Rolf Hackbart, não se reuniu com o MST no dia (19/4) da invasão do prédio do instituto. Rolf optou por recorrer à Justiça e depois (descobriu agora o MST) foi “malhar” numa academia” – Ilimar Franco, jornalista – O Globo, 28-04-2010.

terça-feira, abril 27, 2010

Mercado de seguros em alta

Receita cresce 21,6% em dois meses e ultrapassa R$ 12 bi. Depois de crescer 22,7% em janeiro, o mercado de seguros brasileiro atravessou fevereiro com as vendas ainda aquecidas: subiram 20,5%. A base comparativa é o idêntico mês de 2009, pelos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep), que não incluem o ramo saúde. Fontes: Jornal do Commercio, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Representante recepciona Fórum

O superintendente de Rondônia em Brasília (DF), Sandro Bergamim, recepcionou hoje (27), representantes do Fonare - Fórum Nacional dos Representantes Estaduais. No encontro realizado no escritório da representação do governo, as presenças de Waldemar Cursino (presidente), Henrique Hargreaves e Marco Antonio Toccolini - membros - da instituição. Sandro Bergamim, ocupa, atualmente, o cargo de diretor para a Região Norte. Na agenda dos debates: liberação de recursos por parte do governo Federal, Siafi, Cadin e legislação pertinente. O presidente do Fórum, Waldemar Curcino, sublinhou que a Representação do governo de Rondônia é uma das mais atuantes e participativas na capital Federal, se fazendo presente à todas as reuniões e eventos organizados pelo Fonare. Encerrando os trabalhos, Sandro Bergamim, apresentou à comitiva a estrutura da Representação de Rondônia na cidade de todos os brasileiros, bem como o show-room de produtos vindos do Estado ali expostos; móveis, peças de artesanato e publicações. Sandro Bergamim presenteou Waldemar Cursino, Henrique Hargreaves e Marco Antonio Toccolini, com um livro que narra a saga da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.

sábado, abril 24, 2010

quinta-feira, abril 22, 2010

Sincor RO/AC orienta segurado

Como orientar o segurado no caso do seguro viagem. Os problemas enfrentados por passageiros e empresas de aviação diante da erupção vulcânica na Islândia trazem à tona a necessidade de o corretor alertar seus clientes sobre as diferentes formas de coberturas para imprevistos com essas características. Não existem condições padronizadas para esse tipo de produto e a contratação não é obrigatória. Apenas as seguradoras autorizadas a operar no ramo de pessoas podem comercializar o seguro viagem, pois a cobertura básica é a de acidentes pessoais. Então, o ideal é que o corretor aconselhe os segurados a contratarem coberturas acessórias, tais como por perda de bagagem, assistência médica no exterior e o ressarcimento do valor da passagem no caso de cancelamento do vôo ou mudança de horário, disse o presidente Geraldo Ramos. Fontes: Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, abril 20, 2010

Obama de saia

“Marina Silva se reuniu domingo com a ONG Educafro, de Frei David, o franciscano que lidera a campanha pelo sistema de cotas para negros. Fez questão, três vezes, de assumir, com orgulho, que é candidata negra à Presidência” – Ancelmo Gois, jornalista – O Globo, 20-04-2010.

domingo, abril 18, 2010

Microsseguro é a bola da vez, afirma Sincor RO/AC

"Pago uns R$ 3 por mês, e minha família tem direito a R$ 20 mil se eu morrer", afirma Paulo Silva, 46, que há três meses contratou uma apólice de seguro de vida. Paulo faz parte de um projeto de inclusão financeira que deverá levar um pouco mais de qualidade de vida às classes de menor poder aquisitivo. Trata-se da aprovação da Lei do Microsseguro, ou seja, a regulamentação de uma proteção específica para alguns tipos de riscos cujo pagamento mensal é previsto para caber no bolso da população de baixa renda. Esse processo não tem apenas cunho social. A nova legislação é bastante esperada pelos agentes financeiros. A previsão é de crescimento no volume de negócios, impulsionado também pelos seguros massificados, já em franca expansão e considerados precursores do modelo de microsseguros no país. As expectativas dos menos otimistas apontam um crescimento total da participação do setor privado de seguros de saúde, previdência e capitalização de cerca de 30% no médio e longo prazos. O setor arrecadou perto de R$ 112 bilhões no ano passado. As áreas de seguros, previdência e capitalização ficaram com R$ 94,85 bilhões desse total, alta de11% ante 2008.O potencial de mercado dos microsseguros é de cerca de 100 milhões de pessoas, o número de brasileiros que fazem parte da camada de baixa renda, segundo estimativas da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No final da base da pirâmide, são 30 milhões. Os produtos serão semelhantes aos já existentes, mas terão menor custo. Enquanto aguardam aprovação da nova lei, empresas vão adequando linguagem, preço e distribuição aos novos produtos."A ideia é preço acessível, apólices simplificadas e com linguagem simples, ter uma cadeia eficiente de distribuição, para que os produtos alcancem essa população, e processos ágeis de indenização", diz o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos. Os maiores bancos e as principais seguradoras do Brasil afirmam estar preparados para disputar o mercado. É caso do Bradesco. A instituição optou por não esperar a legislação para explorar o segmento e oferece seguros para as classes mais populares desde 2004. No ano passado, registrou 2,5 milhões de apólices para esse público. Hoje, do número de apólices de seguro de vida do Bradesco, 70% custam menos de R$ 10 por mês. "A regulamentação só vai potencializar uma experiência já vitoriosa". Ronseg, corretora de seguros.

Dilma cresce no Sul

O mais recente Datafolha, no qual Serra aparece dez pontos à frente de Dilma, indica recuperação da petista no Sul do país: ela subiu cinco pontos nesse segmento, e ele caiu três. Enquanto o PT já tem candidaturas na rua em dois dos três Estados da região, o PSDB sofre com a dificuldade de Yeda Crusius em atingir dois dígitos no Rio Grande do Sul e vive um dos piores impasses para montar palanque em Santa Catarina. (Renata Lo Prete). Ronseg, corretora de seguros.

sábado, abril 17, 2010

Sincor RO/AC também prevê futuro promissor para seguros

Em entrevista ao jornal Brasil Econômico, o novo superintendente da Susep, Paulo Santos, falou sobre as perspectivas do setor de seguros no Brasil. Leia a entrevista abaixo:O que se espera para o setor em 2010?É um momento extremamente rico para o setor, como vem sendo nos últimos anos, com um crescimento acima da média do PIB. Isso indica uma expansão sustentada, que deve se manter não só neste ano como nos próximos. Os mercados acompanhados pela Susep registraram aumento na receita de 50% entre 2007 e 2009. No ano passado chegamos perto de R$ 100 bilhões em faturamento, e para este ano esperamos um crescimento acima de 10% sobre esse valor, em uma estimativa conservadora.O novo PAC, a Copa do Mundo e a Olimpíada requerem grandes investimentos das seguradoras. Hoje o setor representa entre3%e4%do Produto Interno Bruto. A tendência é que em 10 anos cheguemos a entre 10% e 12%.A ascensão da população de baixa renda será um fator essencial nesse processo?É um dos mecanismos que permitirão essa expansão. Pessoas que nunca tiveram condições financeiras de buscar garantias de reposição de bem ou estabilidade da sua família estão começando a descobrir o que é seguro. Outra frente é a criação do microsseguro, um produto simplificado, com menos regras e também com menos exigências tributárias. Isso torna o produto mais barato e atinge um mercado maior de baixa renda. Como atrair esse consumidor de menor poder aquisitivo?Através da criação de um produto de microsseguros, que já existe em alguns países.Como está a tramitação da Lei do Microsseguro?Existe o risco de não ser aprovada neste ano? Estamos brigando pela aprovação rápida.Nosso principal canal é o Ministério da Fazenda.Na sexta estivemos lá, pedindo urgência na tramitação. Ao governo também interessa a aprovação rápida, mas temos que considerar que é um ano eleitoral, e algumas atividades do Congresso Nacional tendem a perder velocidade. A expectativa é que seja aprovada neste ano, mas sempre existe o risco de ficar para o ano que vem. Independentemente disso, as seguradoras já estão vendendo produtos dirigidos à baixa renda. Com o microsseguro, o crescimento do setor vai ser exponencial.Existem 100 milhões de pessoas de mercado potencial, principalmente nas classes C e D, mas tem algum potencial também na classe E. As regras para as aplicações da previdência aberta serão modernizadas? No caso da fechada já se pode aplicar até 70% do patrimônio e mações.A Susep é extremamente conservadora na elaboração de normas, e o setor atravessou sem grandes problemas a famosa crise internacional de 2008, que atingiu com força as seguradoras de muitos outros países, em parte por conta disso. A ideia das regras estabelecidas pela superintendência é dar segurança e estabilidade ao mercado.Por enquanto não estamos estudando nenhuma alteração nessas regras. E se houver alguma mudança não será nada expressiva, não a ponto de equacionar a previdência aberta com o mercado da previdência fechada. A Susep aprovou a primeira tábua atuarial genuinamente brasileira, já que anteriormente as informações usadas para mensurar riscos para seguros e previdência eram do mercado americano.Essa tábua mostrou uma taxa de mortalidade menor no Brasil que nos EUA.Como garantir que os preços cobrados sejam reduzidos para o consumidor? Ou os preços serão reduzidos ou alguma outra condição deverá mudar para beneficiar o segurado. Esse benefício pode vir na forma de preços menores ou produtos mais longevos e justos, mais adequados ao perfil do brasileiro. Esperamos que o mercado se adeque naturalmente. É importante salientar que a Susep não tem poder de polícia, apenas supervisionamos instituições.Mas nosso mercado é extremamente competitivo. Se uma seguradora oferece um preço menor de determinado produto, todo o mercado em pouco tempo também reduz os seus preços.Qual a posição da Susep em relação à possibilidade de criação de uma seguradora estatal, para absorver os grandes riscos do pré-sal e de eventos esportivos como Copa do Mundo e Olimpíada?A superintendência ainda não foi comunicada sobre essa possibilidade. O governo teria que definir o modelo de uma seguradora estatal antes de contatar a instituição. Quando o governo tomar uma decisão sobre esse tema, poderemos formalizar uma opinião a respeito.Mas o setor privado tem capacidade para dar conta de tudo?Quando são detectadas dificuldades nesse sentido sempre há mecanismos que podem ser criados. Em 2009, por exemplo, foi criado um fundo para catástrofes nas áreas rurais do país, já que considerou-se que o setor não tinha capacidade de garantir esses riscos no mercado. Fontes: Sincor RO/AC, Brasil Econômico e Ronseg, corretora de seguros.

quinta-feira, abril 15, 2010

Nicho novo para o corretor de seguros

Extensão de garantia cresce, mas corretor continua longe desse nicho. Segundo dados da Susep, a carteira de extensão de garantia gerou receita de prêmios da ordem de R$ 233,6 milhões no primeiro bimestre deste ano. Esse valor é 50,98% maior que o apurado nos dois primeiros meses de 2009. Esse é um tipo de produto que é comercializado quase que exclusivamente por canais alternativos, principalmente por vendedores de lojas de redes. É, portanto, mais um nicho que o corretor profissional deixa de aproveitar. Fontes: Sincor RO-AC e Ronseg, corretora de seguros.

Corretor de seguros pode terceirizar

A gestão de uma carteira de Seguro Saúde é extremamente complexa, bem mais do que qualquer outro ramo. A avaliação é de uma consultoria de gestão de saúde, para quem, ao contrário das grandes corretoras, especialmente as multinacionais, que têm as condições necessárias para montar essa estrutura além de trazerem experiência adquirida em outros países, o pequeno e médio corretor ainda tem dificuldade em se estruturar do ponto de vista técnico para dar um suporte adequado aos seus clientes. Por essa razão, ele entende que é “absolutamente viável” para esse corretor terceirizar a gestão da sua carteira. “Essa estrutura deve ser montada de acordo com as necessidades de cada corretor”, aconselha.Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, abril 14, 2010

Paulo Santos na Susep

Agora é oficial. A edição desta segunda-feira do Diário Oficial da União publica decreto do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, nomeando Paulo Santos para exercer o cargo de superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep). Paulo Santos, que ocupava o cargo de diretor da Susep, assumiu interinamente o comando da Autarquia após a saída do ex-superintendente, Armando Vergilio .Economista e responsável pela área de Administração da Autarquia desde abril de 2008, Paulo Santos é funcionário de carreira do Banco Central há 32 anos. Fontes: Susep, Sincor RO/AC e Ronseg, corretora de seguros.

Modelo Joana Machado, ex-noiva do atacante Adriano


Brasileiro começa a despertar para o seguro

Aderir a seguros ainda não é prática difundida entre os brasileiros. Agentes do mercado e especialistas em finanças, porém, dizem que a situaçãodá sinais de reversão. A estabilização da economia e o acesso mais fácil aocrédito? o que aumenta o consumo de bens de alto valor agregado ? são os dois principais fatores apontados para aexpectativa de virada desse jogo.Para se ter uma ideia do potencial de crescimento dos seguros, no Brasil, aparticipação do setor no Produto Interno Bruto (PIB) foi de 3% em 2009. Nos Estados Unidos, o volume representou quase 9% do PIB. Na África do Sul, o setor foi responsável por 15% do PIB no ano passado."Não temos a cultura do seguro. O mais comum entre os brasileiros é o de automóveis". Do total de seguros oferecidos pelo mercado nacional, 35% dos vendidos são para carros; 22% de vida; 20% de saúde; e os outros 23% são pulverizados entre as dezenas de modalidades oferecidas. É importante se criar a cultura do seguro no Brasil. A ideia só será disseminada quando houver a consciência da necessidade de proteçãodos bens."É preciso entender que você paga um pouco pelo seguro para garantir que aquilo será seu por muitos anos e com boa qualidade". No Brasil, não há a noção de risco. "A não ser para carro, porque roubos são frequentes e porque o brasileiro ama carro". "Incêndio ou roubo em casa, por exemplo, ninguém pensa".O desconhecimento dos produtos também afasta o brasileiro da aquisição. Os seguros de educação, por exemplo, ocupam os últimos lugares do ranking dos mais vendidos. "E é um produto muito útil".Com pagamentos mensais (há alguns que custam R$ 10 ao mês), os pais garantem os estudos dos filhos caso ocorra algum problema como invalidez ou morte,dependendo do tipo do seguro.Há ainda o seguro para profissional autônomo, que pode custar cerca de R$ 20 ao mês, e garante a renda do cidadão por determinado período no caso de invalidez ou internação hospitalar.De 2004 para cá, o mercado de seguros no Brasil demonstrou crescimento de cerca de 12% ao ano, segundo dados da Susep. Para este ano, a superintendência estima crescimento de cerca de 20% para o setor. As redes de varejo, como supermercados, serão as principais formas de disseminação de seguros daqui para diante. As chamadas garantias estendidas, por exemplo, já são tipos de seguros comumente vendidos em redes de varejo."Você oferece o seguro na hora da compra do produto"."Além disso, nos supermercados é fácil atingir as diversas classe sociais, já que todos frequentam esses locais."Agência Estado. Sincor RO/AC, Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, abril 13, 2010

Geraldo Ramos no JP II

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, membros de sua diretoria e assessores, visitaram nesta quarta-feira (14), em Porto Velho (RO), o hospital João Paulo II. Na oportunidade, com auditório lotado, Geraldo Ramos fez palestra sobre DPVAT, Seguro, Direito e Educação no Trânsito. O encontro se destinou a todos os interessados. Apoio: Val Machado, Sandra Giselly e Centauro Vida e Previdência. Ronseg, corretora de seguros.

Sincor RO-AC anuncia acordo

A Fenacor, admitiu o Sincor RO-AC, anunciou acordo com a FenSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais) pelo qual, a partir de 1º de junho do corrente ano, os corretores de seguros passarão a receber, além da comissão de intermediação, a importância equivalente a 20% do custo de apólice.A FenSeg passa a atender “uma antiga reivindicação da categoria econômica, no que tange ao comissionamento incidente sobre o custo de apólice, como forma de compensar os custos operacionais que, ao longo do tempo, foram sendo transferidos e absorvidos pelos corretores de seguros”, revelou Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO-AC.

Entre a vergonha e Comparato

O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar nos próximos dias ação do eminente jurista e professor emérito da Faculdade de Direito da USP, Fábio Comparato, sobre a revisão da Lei da Anistia.Comparato espera que o Brasil não se envergonhe mais de proteger os torturadores. Paulo Henrique Amorim.

Pesquisa: Dilma e Serra, deu empate técnico

O Instituto Sensus, na pesquisa fechada no último dia 9, véspera do lançamento de José Serra a presidente da República, quis saber dos 2 mil entrevistados qual o limite de votos de cada candidato à vaga de Lula.
Resultado:
Único em que votaria
Dilma - 23%
Serra: 22,8%
Ciro - 9,3%
Marina - 7,9%
Poderia votar
Dilma - 37,7%
Serra - 40%
Ciro - 48,7%
Marina - 40,1%
Não votaria
Dilma - 26,3%
Serra - 28,1%
Ciro - 27,9%
Marina - 30,7%
Não conhece
Dilma - 8,3%
Serra - 4%
Ciro - 8,7%
Marina - 15,9%
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número 7594/2010 no último dia em 5. Ricardo Noblat.

Planalto investiga Perillo

O governo brasileiro abriu investigação oficial para apurar supostas movimentações bancárias do senador tucano Marconi Perillo (GO) no exterior. OESP.

Geraldo Ramos alerta corretor de seguros

O presidente do Sincor RO-AC, Geraldo Ramos, alerta que o corretor não deve perder a oportunidade de assegurar seu espaço no nicho de mercado formado por seguros massificados, de afinidade ou até nos microsseguros: “o pequeno corretor perdeu, no passado, a oportunidade de ter seu espaço assegurado na previdência aberta e no seguro saúde. Agora, não pode deixar escapar essa nova chance. O microsseguro, por exemplo, é o produto que tem a cara do pequeno corretor. São 60 milhões de pessoas que nunca contrataram uma apólice. É um mercado completamente virgem”, afirmou Geraldo. Ronseg, corretora de seguros.

sábado, abril 10, 2010

Seguradora inclui corretor em apólice garante Sincor

Em evento realizado quinta-feira, em São Paulo o presidente da Bradesco Auto/RE, Ricardo Saad, informou que, a partir de junho, os corretores que trabalham com a seguradora passarão a receber parte do custo de apólice.O anúncio foi feito durante encontro realizado pela Bradesco Auto/RE, em parceria com o Sincor, que reuniu mais de 400 pessoas. Ao responder pergunta da plateia, sobre a posição da Bradesco Seguros acerca da participação do corretor no custo de apólice, Ricardo Saad foi direto: "os nossos corretores começam a receber a partir de junho", confirmou o Sincor RO/AC.

quinta-feira, abril 08, 2010

Nota da Fenacor

Diante das matérias que vem sendo veiculadas na mídia a Fenacor vem a público esclarecer: 1. A IN 969 da RFB estabeleceu que a partir de 01 de janeiro de 2010, as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido, real e arbitrado estão obrigadas a transmitir demonstrativos e declarações, assinados digitalmente. 2. A IN 974 da RFB estabeleceu que a partir de 01 de janeiro de 2010, as pessoas jurídicas de direito privado em geral, estão obrigadas a transmitir a DCTF – Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, assinada digitalmente. 3. Para atendimento das obrigações estabelecidas pela RFB é necessário que o responsável pela Sociedade Corretora tenha certificado digital válido, ou ainda, que emita uma procuração eletrônica delegando poderes a terceiros, que também possuam certificado digital válido. É possível ainda a emissão de procuração em papel, para Receita Federal do Brasil onde o emissor não possua certificado digital. 4. A Fenacor como autoridade certificadora está apta a emitir certificados digitais.

Vergílio na Fenacor

Armando Vergilio reassumiu, nesta quarta-feira (7), o cargo de presidente da Fenacor, do qual estava licenciado desde agosto de 2007,quando foi nomeado para o posto de superintendente da Susep. Ele será candidato a reeleição, em pleito que deve ocorrer em maio. Apenas uma chapa está inscrita na eleição, encabeçada por Armando Vergilio e tendo Robert Bittar como primeiro vice-presidente. Fonte: Sincor RO/AC.

Seguro obrigatório para motociclista pode sair diz Sincor RO/AC

Avança no Congresso o projeto de lei de autoria do deputado Celso Russomano (PP-SP) que cria seguro obrigatório para motoboys. A proposta, anunciou o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, estabelece que o empregador que utiliza os serviços dessa categoria deverão contratar seguros de vida e de invalidez permanente por acidentes para os seus profissionais.O projeto foi aprovado pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, da Câmara dos Deputados.Agora, a medida, que tramita em caráter conclusivo, deve ser analisada pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania da Casa.De acordo com estudo da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego), um acidente envolvendo motociclistas gera um custo de cerca de R$ 4,5 mil, incluindo despesas materiais, previdenciárias e de assistência médica, e as decorrentes de óbito.Para o relator do projeto na comissão, deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), a proposta protege a família do profissional, uma vez que o texto inclui os herdeiros como beneficiários do seguro.Almeida acatou uma emenda na proposta segundo a qual a concessão do seguro ocorrerá no caso de acidente de trabalho.No ano passado, as motos foram responsáveis por 48% do total de R$ 1,9 bilhão em indenizações pagas pelo Dpvat, de acordo com a Seguradora Líder dos Consórcios do Seguro Dpvat, que administra o seguro obrigatório.Em 2009, considerando todas as vítimas de acidentes veiculares do País, 256 mil foram indenizadas pelo seguro. E, embora o número de motos que circulam nas vias do País represente apenas 25,5% do total da frota, estes veículos responderam pelo maior número de vítimas indenizadas, 57% desse total. Ronseg, corretora de seguros.

quarta-feira, abril 07, 2010

Parlamentares do Brasil pedem regras claras para revalidação de diplomas de pós-graduação do Mercosul


Ficha limpa - adiamento criticado

Entidades do movimento de combate à corrupção criticaram nesta quarta-feira a decisão dos líderes partidários da Câmara dos Deputados de adiar para maio a votação, em plenário, do projeto que estabelece a ficha limpa para os candidatos às eleições.Para a OAB e CNBB, a resistência ao texto mostra que os parlamentares agem em interesse próprio sem levar em consideração a vontade popular. (Márcio Falcão, Folha Online).

Alagações e enchentes: corretor deve orientar segurado

O corretor de seguros, de acordo com o Sincor RO/AC, deve orientar o segurado sobre a importância de se contratar uma cobertura especial, que garanta a indenização no caso de veículos danificados pelas enchentes e alagações. A sugestão é do Sincor, segundo o qual nem todas as apólices vigentes contam com esse tipo de cobertura. "É preciso avaliar com cuidado as exclusões para o segurado não ficar desassistido,"destaca. Ronseg, corretora de seguros.

terça-feira, abril 06, 2010

Seguradora tem novo presidente

O blog foi um dos primeiros veículos do país a informar o nome do novo presidente da SulAmérica, na quarta-feira passada (dia 31 de março). A escolha do administrador de empresas Thomaz Cabral de Menezes, ex-CEO da Marsh Corretora de Seguros na América Latina e região do Caribe, também foi elogiada, na ocasião, pelo presidente do Sincor-RO/AC, Geraldo Ramos, para quem há um claro sinal de que a SulAmérica pretende manter seu foco direcionado para a parceria com os corretores de seguros. “É a primeira vez que um executivo de uma corretora de seguros assume, no Brasil, o comando de uma grande seguradora. Ronseg, corretora de seguros.

Borges Kafka


Rondônia: eleições 2010


O governador João Cahulla poderá ter como vice, o atual presidente da Assembléia Legislativa, Neodi Carlos (d). Quem viver, verá!

Presidente do Sincor RO/AC diz que Federação pleiteia nova comissão para corretor

A Fenacor, segundo o presidente do Sincor RO/AC, Geraldo Ramos, vem mantendo frequentes contatos com as lideranças do mercado, no sentido de viabilizar o comissionamento para os corretores de seguros também sobre o valor do custo de emissão de apólice. “Temos percebido no diálogo com os seguradores que, desta vez, será possível construir um acordo, pois, realmente, o corretor acaba absorvendo significativa parcela dos custos operacionais, internando em suas estruturas mais tarefas burocráticas antes cumpridas pelas seguradoras”. comentou. Ronseg, corretora de seguros.

segunda-feira, abril 05, 2010

Corretora não recadastrada ganha tempo anuncia Geraldo Ramos

Sócios das corretoras de seguros não recadastradas ganharam um pouco mais de tempo para regularizarem sua situação. A Susep, segundo Geraldo Ramos, presidente do Sincor RO/AC, adiou para 1º de julho o prazo limite a partir da qual as seguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência privada não poderão mais operar nem pagar comissão a corretoras não recadastradas. O prazo inicialmente estabelecido expiraria na quinta-feira passada, dia 1º de abril.O recadastramento poderia ter sido feito sem pagamento de multa até o dia 31 de dezembro. Agora, os sócios das corretoras não recadastradas terão que pagar multas para cumprir a exigência legal. Além disso, o recadastramento da corretora somente será feito se todos os sócios já tenham se recadastrado, explicou Geraldo Ramos.

quinta-feira, abril 01, 2010

Charge de Renato Machado


Ivo Cassol renunciou e João Cahulla assumiu o governo do Estado de Rondônia


Foto: reprodução

Charge


CEF e TAM financiarão passagens em 24 meses

A Caixa Econômica Federal e a TAM fecharam convênio para o financiamento de passagens aéreas, em até 24 meses. A iniciativa tem como objetivo estimular o turismo para as classes C e D. A instituição financeira faz ajustes finais na parceria, principalmente em relação aos juros, para o lançamento da modalidade, previsto para 7 de abril. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da companhia aérea, Líbano Barroso, durante teleconferência com analistas.Ele ressaltou que a Caixa tem 14 milhões de clientes e uma base de mais de 50 milhões de CPFs registrados. A nova linha de crédito beneficia correntistas e não correntistas do banco. Atualmente, a TAM tem acordos com Itaú e Banco do Brasil para financiamentos das passagens em até 48 vezes.No ano passado, o BB ampliou de 36 para 48 meses o prazo da linha que permite somente aos correntistas do banco com limite de crédito disponível adquirir passagens aéreas no site da companhia (www.tam.com.br). Nesse caso, a taxa de juros é a partir de 1,99% ao mês. Para a TAM, a parceria com o BB é um facilitador no caso de quem viaja de ônibus por longas distâncias, porque mostra que as passagens aéreas cabem no orçamento dos passageiros. A empresa espera um aumento de pelo menos 5% nos preços de passagens do mercado doméstico este ano. A companhia, que encerrou o quarto trimestre com lucro de R$ 144 milhões, prevê crescimento do tráfego aéreo interno de 14% a 18% em 2010, após uma expansão de 17,7% em 2009 e de 36% no primeiro bimestre deste ano.

Charge


Rondônia tem novo governador


João Cahulla é o novo governador do Estado de Rondônia

Cahulla promete continuidade de trabalho

Em sua primeira entrevista após assumir o comando de Rondônia, o governador João Cahulla assegurou a continuidade e o reforço nos programas estaduais, falou sobre questões administrativas e respondeu à indagações dos ouvintes de um programa numa FM de Porto Velho.