O governador de Rondônia, Ivo Cassol, está em Brasília em busca de uma solução definitiva para os casos do extinto Beron e a transposição dos servidores federais para o quadro da União. Somente com a dívida do banco o estado deixa de receber do governo federal cerca de 15 milhões de reais por mês, que ficam retidos no repasse do Fundo de Participação dos estados – FPE. Outros 32 milhões são custeados pelos cofres estaduais para pagar os salários e encargos dos ex-funcionários do extinto território, cuja responsabilidade ficou para o Tesouro Estadual, o que não está previsto em lei.“Este dinheiro todo poderia estar sendo investido em estradas, mais escolas e tantos benefícios que nosso estado precisa, essa dívida não é nossa e vamos lutar para acabar com ela”, disse Cassol ao blog.Na capital federal, Cassol está acompanhado do senador Expedito Jr., em reunião com o senador Romero Jucá, relator do caso Beron, para uma definição em votação no plenário do Senado. Caso os senadores votem pelo fim da dívida, Rondônia deixa imediatamente de ter o montante retido no FPE.No caso da transposição dos servidores, o governador está reunido com a bancada federal, pois trata-se de uma Emenda Constitucional que precisa ser aprovada pelo plenário da Câmara. Ambas as reuniões acontecem hoje além de um pedido de audiência que aguarda confirmação com a Ministra Helen Gracie, do Supremo Tribunal Federal. Na semana passada o Ministro da Fazenda, Guido Mântega, conversou em Porto Velho com o governador sobre ambos os casos, e ficou de levantar os valores reais para uma nova audiência com o Ministro das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia, e o presidente Lula, em data ainda a ser marcada.
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