A Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) informou que há falta de etanol anidro, misturado à gasolina, e hidratado, usado nos veículos a álcool e "flex fuel" (mistura dos dois combustíveis) em seis Estados brasileiros e no Distrito Federal. Para a entidade há desabastecimento em Minas Gerais, Paraná, Amazonas, Pará, Goiás, interior de São Paulo e no DF, o que obrigou alguns estabelecimentos a ficarem fora de serviço ontem por falta de combustíveis.
terça-feira, maio 13, 2008
Odacir na Casa Civil
O ex-senador Odacir Soares, assume hoje, às 13h30, em Porto Velho (RO), o Instituto de Colonização de Terras. A solenidade ocorre no auditório da Emater. O Icoteron foi criado pelo governo para resolver um dos graves problemas de Rondônia, que é a regularização das terras rurais. A nomeação de Odacir ocorreu na última sexta-feira, e foi publicada no “Diário Oficial” do Estado. Juntamente com o Incra, o Icoteron terá a responsabilidade de organizar a situação fundiária. Estabelecimentos de crédito tem dificuldades para financiar no estado em razão da não regularização das terras. O Banco da Amazônia-Basa, anualmente, não consegue operar com a disponibilidade de crédito agrícola. Com a experiência de Odacir, que já teve dois mandatos de senador, ocupou a primeira secretaria do Congresso, e sempre despontou como político atuante, o Estado terá condições de regularizar o sistema fundiário. Odacir Soares deverá acumular o cargo de chefe da Casa Civil. Odacir Soares detém a concessão da maior rede de rádio da Amazônia Ocidental.
segunda-feira, maio 12, 2008
PF vê propina da Alstom em lista com nome de Raupp
É a contabilidade da partilha da propina. Foi assim que a Polícia Federal classificou os papéis em que os nomes do senador Valdir Raupp (PMDB-RO) e de Adhemar Palocci, diretor da Eletronorte e irmão do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), aparecem, entre outros, ao lado de uma cifra -cerca de R$ 2 milhões. No verso de uma das páginas, são citados os nomes da Alstom e da CNO (Construtora Norberto Odebrechet, segundo a polícia).O documento foi apreendido pela PF em 2006 na casa do então chefe-de-gabinete do senador Raupp, José Roberto Paquier, no curso da Operação Castores. Escutas telefônicas feitas pela polícia confirmaram as suspeitas do delegado Fernando Francischini, que chefiou as investigações. Paquier negociava, por meio de intermediários, com um diretor da Alstom o pagamento de cerca de R$ 300 milhões que a Eletronorte devia à empresa. Num telefonema, os investigados discutem formas de receber as parcelas de R$ 46 milhões que o consórcio esperava receber. O diretor da Alstom, Osvaldo Panzarini, e o assessor do senador foram presos pela PF e depois liberados. O assessor foi demitido; Panzarini foi promovido na Alstom -passou a ocupar a diretoria de operações. A empresa está sob investigação na França e na Suíça sob suspeita de pagar propina em países como o Brasil, Cingapura e Venezuela. Os promotores daqueles países citam que um dos casos suspeitos envolve o Metrô paulistano -a empresa teria pago US$ 6,8 milhões a políticos para ganhar uma licitação de US$ 45 milhões. (Mário César Carvalho, da Folha de São Paulo).
Seguradora premia passageiros
A SulAmérica já premiou seis passageiros da Gol Transportes após pouco mais de um mês do lançamento do “Assistência Viagem Premiada”, produto que pode ser adquirido durante a compra do bilhete aéreo pelo site da companhia aérea. Os ganhadores, que receberam R$ 5 mil cada, foram sorteados pela Loteria Federal e poderão optar pelo valor do prêmio em dinheiro ou em créditos, para trocar por passagens aéreas para qualquer um dos destinos que a companhia opera.O “Assistência Viagem Premiada” é um produto inovador que prevê a prestação de serviços de assistência, tais como a cobertura de despesas com remoção inter-hospitalar nos casos de acidente ou doença súbita do passageiro, bem como o transporte, a hospedagem e o retorno de acompanhantes em caso de hospitalização do passageiro em decorrência de acidente ou doença súbita. Além destes serviços, o produto conta ainda com um seguro de acidentes pessoais e garante o pagamento de indenização aos beneficiários do passageiro, no valor de R$ 50 mil, nos casos de morte acidental ou invalidez por acidente durante o período de cobertura.A contratação é simples e de baixo custo (R$ 3,00 válidos para os dois primeiros dias de viagem e R$ 1,50 para cada dia extra) e a opção pela aquisição do seguro pode ser feita durante a compra da passagem aérea pelo site da companhia www.voegol.com.br. Juntamente com o e-mail de confirmação da viagem, o cliente recebe as informações inerentes ao produto.Além dos benefícios mencionados, o Assistência Viagem Premiada dá ao passageiro o direito de concorrer a um sorteio mensal de R$ 5 mil pela Loteria Federal, que poderá ser convertido em passagens da Gol. Para obter informações sobre os serviços de assistência, as coberturas e sorteios acesse o site www.sulamerica.com.br/voegol ou ligue para a Central de Atendimento da SulAmérica, nos telefones: 4004-4642 (São Paulo) ou 0800 725 4642 (demais regiões).Sobre a Gol Transportes AéreosPrimeira companhia aérea brasileira regular a operar no conceito baixo custo, baixa tarifa, a Gol começou a voar em janeiro de 2001. Com uma estrutura de custos enxuta, baseada em alta tecnologia, padronização da frota e motivação da equipe, a Gol oferece passagens a preços acessíveis.Mais de 80 milhões de passageiros já voaram com a Companhia, sendo que 10% deles viajavam de avião pela primeira vez. Hoje, 81 aviões Boeing 737 fazem mais de 640 vôos diários para 57 destinos, sendo oito no exterior (América do Sul). Para mais informações, acesse o site www.voegol.com.br ou ligue para: 0300 115 2121.Sobre a SulAméricaA SulAmérica Seguros e Previdência é um dos maiores conglomerados empresariais brasileiros, com 112 anos de história, atuando nos segmentos de seguros, previdência e investimentos. Sua forte presença em todo território nacional vem sendo consolidada pelo crescimento da companhia, que registrou o maior lucro líquido de sua história: R$ 321 milhões nos doze meses de 2007. Com mais de seis milhões de clientes, a SulAmérica está dividida em cinco unidades de negócios: Saúde, Automóvel e Massificados, Riscos Industriais e Comerciais, Pessoas (Vida e Acidentes Pessoais) e Previdência Privada e Gestão de Ativos.Novas informações na Ronseg, corretora de seguros (69) 3222-0742.
sábado, maio 10, 2008
Escassez de mão-de-obra
O forte crescimento do setor aéreo no Brasil nos últimos anos não trouxe problemas relacionados apenas à infra-estrutura para as empresas do setor. A escassez de mão-de-obra especializada em manutenção de aeronaves é outro efeito negativo criado pela expansão do setor. O presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores de Aviação Civil (Fentac), Celso Klafke, afirma que, em razão da falta de trabalhadores, os mecânicos têm trabalhado além do horário limite estabelecido para o setor, colocando em risco a segurança das aeronaves. Estimativa da Fentac mostra que seriam necessários pelo menos 20% mais profissionais que a oferta atual para atender à demanda das companhias aéreas. Klafke afirma que o número de trabalhadores da área de manutenção não cresceu no mesmo ritmo do mercado de aviação civil nos últimos anos. A falta de profissionais habilitados e capacitados para trabalhar no setor tem levado a uma disputa por trabalhadores entre as companhias aéreas e de manutenção. As empresas têm feito verdadeiros leilões pelos profissionais, diz. As regiões com maior carência de mão-de-obra são o Norte e Nordeste. Uma conseqüência do déficit de profissionais de manutenção é a sobrecarga de trabalho com horas excedentes na jornada diária, que é de seis horas para mecânicos de pista e de oito horas para mecânicos de hangar. O tempo é esse, mas muitas empresas ultrapassam o limite pela falta de funcionários, diz Klafke. Segundo o presidente da Fentac, o tempo de trabalho é regulamentado justamente porque há um alto nível de estresse na profissão. Ele avalia que um profissional sobrecarregado tende a elevar o número de falhas nos procedimentos. Apesar de não saber quantificar, Klafke afirma que há denúncias de sobrecarga de trabalho e não-cumprimento de folgas em delegacias de trabalho de todo o País. Esse é o maior problema da categoria atualmente, afirma.
Seguradora não pode
Seguradora não pode rescindir contrato sem notificar previamente o cliente, mesmo que haja cláusula de cancelamento automático. Com esse entendimento, a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso negou seguimento ao recurso do Bradesco Auto Companhia de Seguros e manteve decisão que condenou a empresa a pagar R$ 9 mil a Serra do Roncador Hotelaria. De acordo com o processo, o hotel contratou um seguro no valor de R$ 1.029,89, pago em prestação única. A queda de um raio ocasionou a queima de diversos equipamentos segurados, como televisores e microcomputador. O reparo de todos os bens custaria R$ 10.330,11. A vistoria técnica foi feita e os documentos foram remetidos à seguradora para o ressarcimento dos danos, mas a seguradora se negou a fazê-lo sob o argumento de que o hotel não havia pago a segunda parcela do seguro.“Inobstante tenha ocorrido o pagamento único noticiado, a Cia. Seguradora alegou, mas não comprovou adequadamente, que ainda faltava uma parcela do seguro a ser quitada, portanto, não cobriria os prejuízos verificados (...). A rescisão do contrato de seguro deve ser necessariamente precedida, pelo menos, de notificação pessoal do segurado, vez que o simples retardo no pagamento de parcela do prêmio, que não é o caso em comento, não é causa hábil à extinção da relação de seguro, ainda que, prevista contratualmente essa hipótese”, afirmou o relator do recurso, desembargador Sebastião de Moraes Filho. O valor da indenização deverá ser corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e juros moratórios nos percentuais do artigo 406 do Código Civil, considerando como termo inicial a data de 14 de novembro de 2006. A seguradora também deverá custear despesas processuais e honorários advocatícios, no patamar de 20% sobre o valor atualizado da condenação. A decisão foi unânime. Cabe recurso.
sexta-feira, maio 09, 2008
Odacir assume cargo
O ex-senador Odacir Soares vai presidir o recém-criado Instituto de Colonização e Terras de Rondônia, de acordo com ato publicado hoje no Diário Oficial. O novo órgão, criado pelo Executivo, será responsável pela regularização de terras e registros de imóveis e bens públicos.O Instituto, em parceria com o Incra, vai desenvolver a política de reforma agrária em todo o estado e regularizar terras da União.
Mais uma tentativa de salvar a Amazônia
O governo Federal lançou ontem pacote que destina R$ 1 bi para projetos de financiamentos e permite o uso das florestas nativas como garantia dos empréstimos.No evento, a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, assinou ainda um protocolo de Intenções com o governador do estado de Rondônia, Ivo Cassol; para elaboração e implementação do Plano Estadual de Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas.
Dia das Mães: homenagem do Sincor
O Sincor-Rondônia promoverá sábado (10/5) na sede da entidade de classe em Porto Velho, a partir das 11h, almoço comemorativo do "dia das mães". O encontro tem como patrocinador o Sindicato. O evento contará com a participação do presidente Geraldo Ramos e diretoria. O objetivo é estreitar o relacionamento com as mães corretoras e mães de corretores de seguros.
terça-feira, maio 06, 2008
Cresce uso do Dpvat
O serviço de atendimento gratuito do Dpvat do Sincor-RO em Porto Velho encaminhou, nos quatro primeiros meses do ano, dezenas de processos ao convênio, que analisa e autoriza as indenizações, mais de 10% a mais que em 2007: o Dpvat é um seguro de cunho social que atende toda vítima de acidente independente de culpa, diz Geraldo Ramos, presidente do Sindicato e coordenador do Dpvat da entidade de classe. O Sincor-RO tem divulgado o seguro obrigatório de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 13h30, fone (69) 3221-2233 ou 32229-7129 enfatizando que não é necessário nenhum intermediário para fazer o pedido, pois não há dificuldade de se obter os documentos necessários para formar o processo de indenização. Além dos processos encaminhados, foram realizados dezenas de atendimentos telefônicos e outros atendimentos pessoais na sede do Sindicato. O aumento também foi superior a 10% sobre o mesmo período do ano passado.
segunda-feira, maio 05, 2008
Projeto de Lei: oficinas não podem ser impostas a segurados
Projeto de lei de autoria de um deputado federal do (PSDB) impõe sanções, como multa pecuniária e cassação da inscrição estadual, às seguradoras de veículos que praticarem condutas lesivas aos segurados ou terceiros. O objetivo principal do projeto é proteger os direitos consumidor, entre os quais estão o de livre escolha de oficinas reparadoras. O parlamentar aponta que as seguradoras impõem a utilização das oficinas reparadoras credenciadas/referenciadas, porque nelas, na maioria das vezes, há utilização de peças não-originais e usadas. Nesse caso, a cobrança é feita como se a peça reposta fosse nova e original. Conforme está previsto no Código de Defesa do Consumidor, é direito do consumidor a aplicação de peças novas e originais ou que detenham a especificação do fabricante.
domingo, maio 04, 2008
sábado, maio 03, 2008
Governador lança casas populares
O governador Ivo Cassol (sem partido) cumpriu agenda política em Ouro Preto do Oeste (RO). No parque de exposição Agrishow Norte, Cassol assinou convênio de repasse de R$ 400 mil, em contrapartida à parceria de construção das primeiras 200 moradias do conjunto habitacional Dom Bosco I.
Além fronteiras
Os vinhos finos brasileiros - da serra gaúcha - começam a cair no gosto dos consumidores europeus e americanos - e as exportações explodem.
sexta-feira, maio 02, 2008
Só falta o leite
Com atraso em relação a outros ramos do agronegócio, o setor começa a se modernizar. A próxima etapa é disputar o mercado internacional .
quinta-feira, maio 01, 2008
Governo aponta "vista grossa" de fiscais
A Procuradoria Geral de Rondônia entregou aqui em Brasília documentos e um vídeo que indicam, segundo o governo estadual, que órgãos de fiscalização "fariam vista grossa" em relação à extração ilegal de madeira nas terras 7 de Setembro enquanto os índios suruí não recebessem investimentos. As gravações, diz o governo, foram feitas em 19 de agosto e 1º de setembro de 2005 em reuniões da comunidade suruí com a Procuradoria da República em Rondônia, o Ibama e a Funai."Queremos que a União apure se houve conivência dos órgãos federais com a extração de madeira", afirma o procurador-geral do Estado, que esteve em Brasília para entregar o material a órgãos. A procuradoria da República confirmou presença na reunião e negou que tenha sido conivente. O vídeo apresenta o líder Almir Suruí defendendo a paralisação da extração, mas, segundo as gravações, ele foi derrotado pela maioria. Almir não foi localizado. A Funai diz ter tomado providências para conter a extração. O Ibama não falou.
O governo promete, diz Geraldo Ramos
As operadoras de planos de saúde não podem reajustar o preço de convênios médicos depois que o cliente completar 60 anos, segundo determinação do Estatuto do Idoso, em vigor desde 2004. A orientação foi utilizada na sentença proferida pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça), que condenou a Amil a cancelar o aumento de 185% na mensalidade do plano de saúde de uma aposentada. O aumento ocorreu após seu aniversário de 60 anos e persistiu até a decisão atual, quando ela já tem 64. A empresa também foi obrigada a ressarcir em dobro, com juros, o valor adicional pago em função do reajuste. A decisão é valida para todos os usuários da terceira idade, independentemente de ter atingindo a idade de 60 anos antes da vigência do Estatuto do Idoso, que entraram ou entrarão na Justiça contra aumentos abusivos. Atualmente, 4 milhões de idosos possuem planos de saúde no Brasil. Em nota, a Amil afirmou que não comentaria a decisão. Os bancos americanos registraram alta de 0,5% no faturamento com seguros. A pesquisa revela que 637 bancos obtiveram algum tipo de receita com a venda de seguro. No Brasil, o índice gira em torno de 14% e o que é pior, com a conivência das autoridades. A Fenaseg aposta no crescimento mais vigoroso dos prêmios na carteira de automóveis este ano.Esse incremento, na avaliação dele, viria, em parte, compensar a forte redução dos preços ocorrida em 2007, em conseqüência da melhora operacional apresentada pelas seguradoras no exercício imediatamente anterior.No ano passado, foi apurada queda média de 15% dos prêmios na carteira de automóveis. Com isso, as seguradoras que operam no ramo não foram favorecidas pelo excelente desempenho da indústria automobilística, que apresentou, em 2007, seguidos recordes de produção e de vendas. O governo, admite o presidente do Sincor-Rondônia e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, deverá enviar ao Congresso proposta de criação de um fundo de proteção ao consumidor de seguros. O modelo proposto terá características semelhantes ao que é adotado no sistema financeiro, que garante depósitos feitos por correntistas até determinado limite. O fundo também terá a função de evitar um problema que, ao longo dos anos, se transformou em um gargalo nas relações de mercado, qual seja o da dificuldade enfrentada por segurados de empresas sob regime de liquidação em receber o que lhes é devido.
PGE denuncia
Denúncias sobre eventuais crimes ambientais em reservas indígenas de Rondônia, com possível anuência e omissão de autoridades federais, que deveriam fiscalizar e evitar que essas ilegalidades ocorressem, foram apresentadas pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) de Rondônia aos órgãos competentes, em Brasília.
quarta-feira, abril 30, 2008
Corretor de seguros deve ser polivalente
A tendência do mercado de seguros para os próximos anos é a de regionalização e polivalência, sem muitos espaços para especialistas. A previsão é de um consultor, para quem o corretor de seguros, por exemplo, precisa, mais do que nunca, conhecer todos os ramos de seguro e oferecer aos seus clientes as melhores coberturas: é preciso também adequar alguns mitos à nova realidade. Por exemplo, dizem que o seguro de vida é para idosos. Ao contrário, até porque o seguro de vida para o jovem é bem mais barato, afirmou o consultor, em palestra realizada no Clube Vida em Grupo do Rio (CVG-RJ). Ele lembra que, no passado não muito distante, muitos especialistas alertavam para as dificuldades na venda de planos de previdência complementar. Hoje, é um mercado próspero: são dois exemplos do mercado gigante a ser explorado entre os jovens. Para o corretor de seguros, o seguro de vida, inclusive, oferece uma vantagem, garantindo uma renda fixa mensal, acrescentou. Na avaliação dele, outra tendência é a centralização das operações em bairros, ruas ou até condomínios e prédios comerciais. Assim, acentuou, o corretor vai se firmar como o profissional de determinada região, encontrando com o cliente no seu dia-a-dia e tendo, assim, mais facilidade para definir as coberturas mais adequadas às suas necessidades. Para o consultor, o preço não é mais tão decisivo no momento da contratação de um seguro: quando a venda é bem feita, o corretor consegue provar que nem sempre um produto mais barato é o mais adequado para o seu cliente, explicou. Ele acentuou ainda que, em um mercado em crescimento constante, os agentes precisam ser altamente especializados e que a melhor forma de encontrar motivação é no sucesso. Ele citou a corrida de São Silvestre, onde cerca de 1.200 atletas entram na disputa, mas somente dez deles têm chance de chegar nos primeiros lugares: os vencedores são os atletas de ponta, porque a vida oferece oportunidades e quem estiver mais preparado, vence. Isso se aplica a todas as atividades, frisou.
terça-feira, abril 29, 2008
Políticos discutem "arco de fogo"
Com as presenças de senadores, deputados estaduais e do deputado Lindomar Garçon (PV-RO), moradores de Machadinho do Oeste participaram com o governador Ivo Cassol (sem partido) de audiência pública na manhã de ontem na Escola Alberto Nepomuceno para debater as conseqüências da "operação arco de fogo" nos estados de Rondônia, Pará e Mato Grosso, que praticamente parou a economia de Machadinho do Oeste e Cujubim, municípios que possuem dependência do setor madeireiro, atualmente lacradas pelo Ibama e pela Polícia Federal.
Gasolina: aumento inevitável
O presidente Lula está convencido de que o aumento do preço da gasolina é inevitável. A decisão sobre quanto e quando isso ocorrerá, no entanto, ainda não estava tomada até o início da noite de ontem. Mas o presidente, em conversas com auxiliares, já reconheceu que, depois de 31 meses sem alterações no preço, é razoável que haja reajuste dos combustíveis.
segunda-feira, abril 28, 2008
Seguros: corretores formam cooperativas
Profissionais de várias partes do país já se movimentam para formar cooperativas de corretores de seguros. A Susep já está apta a receber os pedidos de registros e a tramitação dos processos deve ser rápida: o prazo provavelmente será pouco maior que o necessário para o registro de uma corretora de seguros, devido à necessidade de cadastro na OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras).
Lucro líquido
O maior banco privado do país, o Bradesco, registrou lucro líquido consolidado de R$ 2,102 bilhões no primeiro trimestre deste ano, crescimento de 23,3% sobre o mesmo período de 2007.Com o resultado, a instituição alcança a maior cifra já registrada em sua história para um primeiro trimestre.
domingo, abril 27, 2008
Alimentos em alta
A supersafra de 140,7 milhões de toneladas de grãos que o País colhe neste ano garante a comida no prato do brasileiro, mas a pressão de preços dos alimentos no bolso do consumidor deve se agravar nos próximos meses. Previsões indicam reajustes de até 8% no custo dos alimentos em 2008, o que mantém a comida no pódio dos aumentos de preços.
sexta-feira, abril 25, 2008
Visita ao Sincor e Ronseg, corretora de seguros
Ministro renuncia
Martín Lousteau, o mais jovem ministro da Economia da história da Argentina, renunciou no fim da noite de ontem, após um telefonema da presidente Cristina Kirchner no qual lhe pedia que deixasse o cargo.
quinta-feira, abril 24, 2008
Tam: demanda do setor no país crescerá
O presidente da companhia aérea Tam, David Barioni, informou hoje que a estimativa da empresa é de que a demanda do setor alcance um crescimento de 9% ao ano nos próximos 20 anos.
Cassol em Brasília
O governador Ivo Cassol (sem partido) solicitou ontem em Brasília ao ministro da Justiça, Tarso Genro, a inclusão de Rondônia no Programa de Segurança Pública e Cidadania (Pronasci), programa do governo federal voltado para atender demandas de segurança. Junto ao deputado Lindomar Garçon (PV-RO), Cassol reiterou providências para a liberação de emendas do orçamento 2008 para a construção de quadras poliesportivas cobertas nas escolas Paulo Leal e D.Pedro I, ambas em Porto Velho, no valor global da ordem de R$ 700 mil. Foi solicitado ainda reforma e ampliação da escola Santa Marcelina, construção da muralha cidade cenográfica Jerusalém da Amazônia e construção de poços profundos na capital, no valor global de R$ 500 mil. Cassol reuniu-se ainda com representantes da bancada federal e com o ministro José Múcio, da secretaria de Relações Institucionais. No encontro, Cassol priorizou junto ao ministério da Agricultura, com mediação de José Múcio e bancada federal, a liberação de recursos financeiros para aquisição de equipamentos agrícolas a serem investidos nos municípios do estado de Rondônia, e emendas parlamentares do orçamento de 2008, no valor de R$ 3 mi.
quarta-feira, abril 23, 2008
"Arco de fogo" une Cassol e parlamentares
Os senadores que integram a subcomissão temporária criada para acompanhar a crise ambiental na Amazônia (ligada à Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle - CMA) e a Comissão Temporária Externa do Risco Ambiental visitam na manhã desta quinta-feira (24), os municípios de Cujubim e Machadinho D’Oeste, no interior de Rondônia, e também a capital. Os cinco senadores integrantes da comissão estarão no estado. Ivo Cassol acompanhará a visita dos parlamentares, que sobrevoarão as áreas de reservas dos municípios e se reunirão com representantes do setor madeireiro.
HDI no Sincor

O Sincor-Rondônia, através do presidente Geraldo Ramos, e do diretor Wilson Dias, recebeu a visita do diretor da HDI Seguros (uma das melhores seguradoras do país), Angelo Garcia, do gerente regional, Adailson Cordovil, da gerente Porto Velho, Maria José (foto esquerda p/direita). No encontro de negócios, que precedeu café da manhã, os dirigentes do setor debateram temas ligados a expansão de mercado e custos.
terça-feira, abril 22, 2008
segunda-feira, abril 21, 2008
Encontro no Sincor
Mensalmente, o Sincor-Rondônia, sob a presidência de Geraldo Ramos, vem realizando com sua diretoria, reuniões produtivas com corretores de seguros e representantes de seguradoras que atuam no mercado local. A reunião, sempre conduzida pelo presidente do Sincor/RO, Geraldo Ramos, tem tido como foco a discussão e busca de solução consensual para os problemas do dia-a-dia do setor, através da apresentação de questões listadas pela categoria. Entre os mais citados problemas constam as vistorias (vistoriadores/prestadores de serviços), credenciamento de oficinas, atendimento/visitas aos corretores de seguros, emissão de nota fiscal pelas empresas corretoras de seguros e apresentação do comprovante de recolhimento do ISS por parte das seguradoras. Geraldo Ramos e diretoria, têm sublinhado, na ocasião, a importância de um trabalho em conjunto com as entidades e empresas do setor na busca pelo crescimento do mercado com regularidade, respeito ao cliente e ética profissional.
sexta-feira, abril 18, 2008
Fenacor tem modelo para corretores
A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) adiantou o diretor Geraldo Ramos, planeja disponibilizar, em breve, em seu sítio, assim como no Portal dos Corretores de Seguros (www.corretoresdeseguros.com.br), uma minuta de estatuto como forma de auxiliar a categoria a criar cooperativas. A proposta, formulada por uma comissão especial criada no âmbito da entidade, tem o propósito de servir de modelo, estimulando os corretores de seguros a atuarem em parceria, via cooperativa. A Fenacor criará ainda em seu site um link esclarecendo as principais dúvidas sobre o assunto, padronizado em perguntas e respostas. No mesmo link também estará respondendo as indagações da categoria, seção que ajudará a alimentar o tira-dúvidas padrão. A Superintendência de Seguros Privados (Susep), por sua vez, estará divulgando, também em breve, as normas complementares à Resolução 175, baixada em dezembro do ano passado, regulamentando a implantação de cooperativas de corretores de seguros no País. A resolução proíbe o registro de cooperativa que tenha entre seus associados pessoas naturais ou jurídicas sem registro profissional de corretor de seguros, além disso exige que as cooperativas atendam aos princípios da adesão e recesso voluntários dos sócios, sendo vedado o voto múltiplo. A norma determina ainda que o corretor de seguros cujo registro foi suspenso ou cancelado seja imediatamente excluído da cooperativa pelo Conselho de Administração ou pela diretoria, devendo o ato ser referendado pela Assembléia Geral.
País poderá ter microsseguros, admite diretor da Fenacor
O Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) - órgão que regula a atividade de seguros no Brasil, vinculado ao Ministério da Fazenda - já aprovou uma comissão consultiva de microsseguros (seguros mais baratos, para apólices menores), que será constituída por seis membros do governo e seis da iniciativa privada, admitiu o diretor da Fenacor, Geraldo Ramos. O objetivo será apresentar até o fim do ano um relatório, com conjunto de propostas de seguros que poderão ser criados com o advento do mercado de resseguro. Hoje, o mercado de seguros não tem resseguros ("seguro de seguro") correspondente para dividir seus riscos. Segundo Armando Vergilio, da Superintendência de Seguros Privados (Susep), este mercado tem um potencial de atingir 100 milhões de pessoas e é uma "poderosa ferramenta de inclusão social e de aculturar as pessoas para o seguro". Um exemplo de microsseguro possível, segundo ele, seria para microempreendimentos, como uma van ou uma carrocinha para vender cachorro-quente. - Se a pessoa perde o carrinho em algum acidente sem seguro, continua devendo as prestações dele e ainda perde o negócio, e vai direto para baixo da linha da pobreza - disse Armando Vergilio, lembrando que o microsseguro poderia cobrir as prestações e a própria perda do bem. Além disso, o Conselho está estudando, disse Vergilio, a criação de seguros populares para automóveis com mais de seis anos de idade, com possibilidade de aproveitamento de peças de outros sinistros. O órgão também aprovou ó Código de Ética das Empresas de Previdência, Capitalização, Seguros e Resseguros, hoje com quase 24 mil empresas e 40 mil pessoas no país.
quinta-feira, abril 17, 2008
Diretor da Fenacor prevê crescimento no ramo de veículos
O diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, também aposta no crescimento mais vigoroso dos prêmios na carteira de automóveis este ano. Esse incremento, na avaliação dele, viria, em parte, compensar a forte redução dos preços ocorrida em 2007.
Vergonha nacional: deputados aumentam verba para afilhados
O presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), reagiu hoje às críticas ao aumento na verba de gabinete dos 513 deputados, que subiu dos atuais R$ 50,8 mil para R$ 60 mil. Na opinião de Chinaglia, aqueles que criticam o reajuste buscam a "platéia fácil" e devem defender publicamente a "demissão em massa" dos servidores.
CNSP aprovou CE dos corretores, garante Geraldo Ramos
O CNSP, Conselho Nacional de Seguros Privados, segundo do diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, acaba de aprovar a adoção de um Código de Ética por corretores de seguros, pessoas físicas e jurídicas. Por ou tro lado, o superintendente da Susep, Armando Vergílio, disse que a medida é um passo importante em direção à auto-regulação: ¿a medida visa a um melhor disciplinamento ético e profissional das 24 mil empresas corretoras de seguros e dos mais de 40 mil profissionais autônomos que atuam no mercado brasileiro, assinalou. Atualmente, alguns Sindicatos estaduais da categoria já contam com códigos de ética próprios. A intenção, no entanto, é adotar um modelo único em todo o país, proposta que foi aprovada na última Assembléia Extraordinária da Fenacor, no Rio, há quinze dias. Já há um consenso de que a adesão do profissional ou da empresa corretora de seguros será voluntária. Contudo, quem subscrever o regulamento receberá um selo de qualidade, que servirá para reforçar o bom conceito que o corretor já ostenta junto ao consumidor brasileiro. A Fenacor criou uma comissão especial para estudar o assunto. Os sindicatos da categoria poderão ainda participar com sugestões apuradas junto aos corretores das suas respectivas regiões. Cada estado terá um comitê de ética, que fará o julgamento em primeira instancia das denúncias de irregularidades praticadas pelo corretor de sua jurisdição. Em segunda instância, o julgamento caberá ao comitê de ética da Fenacor, que ainda será criado. Depois desse segundo julgamento, se for o caso, a federação irá encaminhar o resultado à Susep, que tem as condições legais para aplicar penalidades previstas na legislação.
terça-feira, abril 15, 2008
Conec: corretores já podem se inscrever, de acordo com o Sincor
Estão abertas as inscrições para o 13º Conec - Congresso dos Corretores de Seguros, que acontecerá em SP . A tabela de preços, segundo o presidente do Sincor-Rondônia, Geraldo Ramos, é progressiva, portanto,quanto antes se inscrever, mais barato o corretor de seguros irá pagar. Vale lembrar que, no caso de o cônjuge do congressista também ser corretor de seguros, deve fazer inscrição individualizada para poder aproveitar plenamente do Congresso, como o sorteio dos 13 automóveis.
Susep anuncia decisão sobre resseguro, diz Geraldo Ramos
A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciará amanhã se será ou não adiado o início da vigência das normas que remodelaram as operações de resseguro no Brasil, marcado para o dia 17 (quinta-feira). O superintendente da Susep, Armando Vergílio, de acordo com o diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, concederá entrevista coletiva às 15h30min na sede da autarquia para divulgar a decisão. O adiamento foi aventado diante do risco de desabastecimento na oferta de resseguro no mercado interno. As empresas estrangeiras formalizaram a sua intenção de atuar no país apenas nos últimos dias, o que provocou um afunilamento na análise desses pedidos, problema agravado pelo fato de a Susep ter um corpo técnico bastante reduzido.
STJ mantém Inss sobre corretores de seguros
O fisco federal conseguiu manter na Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a cobrança da contribuição previdenciária incidente sobre as comissões pagas por uma seguradora a seus corretores. A posição foi fixada no julgamento de um caso da Sul America Seguros, que contestava o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) quanto ao enquadramento de seus corretores como trabalhadores autônomos - e portanto contribuintes da Previdência. Com isto, a empresa fica obrigada a pagar 20% de contribuição sobre as comissões pagas a eles. A primeira turma do tribunal já havia proferido decisões neste sentido contra duas seguradoras, mas não havia posicionamento da segunda turma, que decidiu enviar o caso da Sul América para a seção. Segundo a Fazenda, a disputa foi iniciada há alguns anos por várias seguradoras que tentaram emplacar a tese da não-incidência da contribuição, mas fazendo em geral depósitos em juízo para se prevenir em caso de derrota. Em uma das disputas, havia depósitos de R$ 13 milhões relativamente a apenas dois anos de recolhimento. As seguradoras alegavam que os corretores não são seus trabalhadores, mas sim comerciantes, uma vez que não recebem salário fixo e vivem de comissão. A alegação é a de que é impossível o corretor ser empregado com a companhia seguradora. Mas, segundo os ministros do STJ, estas características não desfiguram a natureza de prestação de serviços da corretagem, e daí a necessidade de pagamento de contribuição ao INSS. Na primeira seção, por seis votos a três, os ministros afastaram a tese das seguradoras. José Delgado, um dos que votou em favor das seguradoras, alegou que tanto o Código Civil de 1916 como o de 2002 deixam claro que os corretores são comerciantes. "Tanto os corretores como os leiloeiros são comerciantes de uma categoria especial", disse. Segundo ele, a lei proíbe o exercício geral do comércio nestas duas atividades. Segundo o ministro Teori Zavaski, um dos que votou em favor do fisco, "não há como negar que o corretor é um trabalhador autônomo que recebe da seguradora". Do contrário, diz Teori, a corretagem seria o único segmento do trabalho que ficaria de fora da contribuição. "O princípio da universalidade e da solidariedade deve inspirar esta interpretação", afirmou. Castro Meira ainda comentou que hoje em dia a intermediação é realizada em benefício da empresa, pois há grandes corretoras, e não mais o trabalho realizado por pessoas físicas.
segunda-feira, abril 14, 2008
domingo, abril 13, 2008
Turismo
Considerado um dos principais eventos do turismo do país, a 14ª BNT Mercosul (Bolsa de Negócios Turísticos) que será realizada de 30 a 31 de maio, em Balneário Camboriú (SC), e no Beto Carreiro World, em Penha (SC) promete ser a melhor edição de todos os anos. Trará novidades em primeira mão, um espaço que apresentará objetos, fotos e documentos do "cowboy brasileiro", mostrando a sua importante trajetória e contribuição ao turismo. A Feira de Negócios no Castelo das Nações já está confirmada com a presença de 420 empresas expositoras divididas em 160 estandes, entre eles destinos turísticos, companhias aéreas, serviços de apoio, receptivos, locadoras de veículos, associações. O principal objetivo do evento é divulgar e promover produtos e serviços, princialmente os nacionais para agentes de viagem e operadoras de turismo do Brasil e demais países do Mercosul, contribuindo para o desenvolvimento de um dos setores da economia que mais cresce no País. Em Balneário Camboriú serão realizadas rodadas de negócios, atividades sociais e hospedagem dos participantes. No Beto Carrero World, haverá a Feira de Negócios e a festa de encerramento.
Planos
A Varig está prorrogando planos de parcelamentos em 10 vezes sem juros. Parcela mínima de R$ 50. Validade até 30 de junho.
Mercado de computadores
O País é a grande aposta da gigante dos processadores. Motivo: em 2010 será o terceiro maior mercado de computadores do mundo."A tendência da Intel é investir cada vez mais no Brasil".A Intel tropeçou .E se levantou. Depois de amargar uma forte queda nos resultados, sofrer com a desvalorização de suas ações e perder alguns pontos de participação de mercado, a maior fabricante de processadores do mundo comemora a volta aos bons tempos. O balanço de 2007 registra um lucro operacional de US$ 8,2 bilhões, com alta de 45% em relação ao ano anterior. A receita atingiu US$ 38,3 bilhões, 8% a mais que em 2006. Os números pouco têm a ver com a crise enfrentada em 2006. Na época, a Intel foi afetada pelo esfriamento do mercado de processadores e pelo crescimento de sua maior concorrente, a AMD. O lucro anual da companhia caiu 42% em relação a 2005, totalizando US$ 5 bilhões. A receita em 2006 foi de US$ 35,4 bilhões (9% a menos que em 2005) e o lucro por ação foi de US$ 0,86 por ação, uma queda de 39%. "Acreditamos que a Intel atualmente oferece uma linha de produtos superior à da AMD. Para nós, a Intel concretizou sua recuperação e continuará ganhando participação de mercado em processadores para servidores, desktops e notebooks", comenta um analista. Legal, mas e o Brasil com isso? A resposta: O principal empurrão dessa recuperação veio do desempenho dos países emergentes, sobretudo da China, que acaba de receber um novo fundo de investimentos da Intel Capital de US$ 500 milhões. O Brasil também teve papel importante, mas, no QG da corporação, o País é mesmo visto como a grande aposta para o futuro. A posição de destaque do Brasil fica clara com o envolvimento pessoal do lendário Craig Barrett, atual chairman, em um projeto de inclusão digital da Intel no País. Laboratório da Intel: hoje, metade da receita vem dos países emergentes. Há dez anos, era apenas 15%.
O real preço do seu carro
Vai financiar o zero-quilômetro? Cuidado com as taxas embutidas. Saiba quais são e como se proteger."Todo homem quer casar com mulher bonita e ter carro bonito. E toda mulher quer casar com homem bonito e ter carro bonito. À medida que facilita a vida da gente e dá para colocar a prestação no contracheque, todo mundo vai poder ter um carro." A frase é do presidente Lula, em discurso na fábrica da Ford, na Bahia, no final do ano passado. Nos primeiros três meses de 2008, mais de 617 mil brasileiros seguiram o conselho do presidente, ou pelo menos um deles: compraram um carro. Apenas em janeiro, os financiamentos de veículos chegaram a R$ 114 bilhões. Se você embarcou nessa onda, responda rápido: sabe exatamente quanto custou o seu carro?R$ 114 BILHÕES foi o volume de financiamentos de veículos em janeiro deste ano. Além dos juros bancários, outras taxas estão embutidas no financiamento: IOF, TAC e retorno dos lojistas. Todas se resumem na nova CET, denominação criada em março. Tantas siglas significam cifras a menos no seu bolso. A CET representa o custo efetivo total. Foi a maneira encontrada pelo Banco Central para colocar em uma mesma cesta todas as taxas pagas pelo consumidor no financiamento. A soma inclui a taxa de juros cobrada pela instituição financeira, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a Taxa de Abertura de Crédito (TAC) e as despesas com terceiros (leia quadro). É nesse item que está incluída a comissão da revendedora pelo financiamento do seu carro. Se a loja vende um CDC ou leasing para você financiar o carro dos sonhos, quem paga a comissão dessa venda - pasme! - é você. Os lojistas a chamam de "retorno". O retorno varia de 1,2% a 21,6% do preço do automóvel, conforme o Estado (leia quadro abaixo). Diluído no valor da parcela, o consumidor nem percebe. "O cliente não quer saber quanto de juros será cobrado. Ele compra se a parcela couber no bolso", explica Regina Maestrello, gerente da revendedora Viamar. Apesar do detalhamento obrigatório do CET, o comportamento dos consumidores pouco mudou. "Eles não perceberam e nem perguntam o que é o CET."Como não existe lei determinando a comissão dos lojistas, cada um aplica a taxa que quiser. O retorno mínimo (chamado de R1) é de 1,2% do valor total do veículo. A escala vai até R18. Na prática, juros de financiamento muito baixos são acrescidos de uma alta taxa de retorno. E o consumidor só vai se dar conta se fizer pesquisa de preço. "Muitas vezes, uma taxa de juros mais baixa significa um retorno maior para o lojista", alerta a Associação Nacional dos Executivos de Finanças. Segundo o Procon, a cobrança da comissão dos lojistas feita diretamente aos consumidores é ilegal, pois contraria o Código de Defesa do Consumidor. Se o comprador se sentir lesado, pode recorrer à Justiça. "Se não conseguirmos resolver o problema amigavelmente, o consumidor pode ir direto ao Poder Judiciário contra os bancos", diz o Procon.
Começo do fim da Gol
Tempo fechado para os Constantino. As ações das empresas da família desabam e os lucros caem sem parar. Até órgãos de defesa do consumidor reclamam deles. Afinal, por que a maré anda tão ruim para o clã?Constantino Jr., o homem que comanda a Gol: o mercado olha com desconfiança a empresa que já foi a estrela da bolsa. A família tornou-se fenômeno empresarial da história recente do capitalismo nacional. Numa velocidade impressionante, saiu do quase anonimato da década de 90, quando (sem fazer alarde) construiu um pequeno império no mercado de transportes rodoviários no País, para se transformar num conglomerado de negócios colossais, que somaram R$ 8,6 bilhões de receita bruta em 2007. Os Constantino foram parar no ranking dos bilionários da revista Forbes. Os quatro filhos do patriarca, o “seu” Nenê Constantino, tinham em seu caixa particular (cada um, é claro) US$ 1,1 bilhão em em 2006. As mais de 30 empresas de ônibus, a compra da Companhia Providência, a participação na BR Vias e, principalmente, o controle da Gol Linhas Aéreas catapultaram a família para a esfera dos muito ricos e muito poderosos. Bem, quem foi rei raramente perde a majestade e o prestígio. Mas pode ficar menos rico. É exatamente o caso dos Constantino. O ano de 2007 foi um dos piores para as empresas da família e 2008 começa sem sinais de que as coisas possam mudar significativamente. O valor de mercado das empresas Gol e Providência diminuiu 36,7% em apenas quatro meses, caindo de R$ 9,8 bilhões para R$ 6,2 bilhões desde dezembro. Somados, os lucros das duas despencaram 65% no ano passado. No segmento de transportes, os projetos também não caminham da forma planejada. Criada em 2006, com 34% do capital nas mãos dos Constantino, a empresa BR Vias ainda patina. Sua meta era ser “uma das líderes do setor de concessões rodoviárias”, como afirmava Antonio Beldi, do grupo Splice, dono de 50% de seu capital. Até hoje, ela não conseguiu encostar no grupo CCR e na espanhola OHL, atuais líder e vicelíder do mercado.
sábado, abril 12, 2008
Ronseg, corretora de seguros
Proteja seu notebook com seguro. Faça orçamento na maior corretora de seguros da Amazônia Ocidental. Entre em contato. (69) 3222-0742.
Diretor da Fenacor aposta no varejo
O diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, continua acreditando que as seguradoras tendem a intensificar o varejo. Para Geraldo Ramos, a previsão dos corretores de seguros é que as seguradoras continuem projetando novidades e melhoria contínua dos produtos neste ano.
sexta-feira, abril 11, 2008
Fenacor divulgará Estatuto, diz Geraldo Ramos
A Fenacor divulgará minuta de estatuto para cooperativa de corretores. Ela vai disponibilizar, nos próximos dias, uma minuta de estatuto de criação das cooperativas de corretores de seguros. A proposta, segundo do diretor Geraldo Ramos, formulada por comissão especial criada pela federação, visa a auxiliar os profissionais que desejam atuar em parceria com outros colegas, através de cooperativas. Além disso, será criado no site da Fenacor um link com respostas para as principais dúvidas dos corretores de seguros relacionadas à abertura de cooperativas. A Fenacor convidou um consultor, que vem realizando uma série de palestras sobre o assunto, para responder às perguntas que serão incluídas nesse “FAC”. Ainda nos próximos dias, a Susep deverá divulgar norma complementar à Resolução 175/07, do CNSP, que regulamenta as cooperativas dos corretores de seguros. Essa resolução, editada no final do ano passado, estabelece que as cooperativas atendam aos princípios da adesão e recesso voluntários dos sócios, sendo vedado o voto múltiplo. Além disso, a norma proíbe o registro de cooperativa que tenha entre seus associados pessoas naturais ou jurídicas sem registro profissional de corretor de seguros. Outro ponto importante é o que determina que corretor de seguros integrante de cooperativa cujo registro foi suspenso ou cancelado deverá ser imediatamente excluído da cooperativa pelo Conselho de Administração ou pela Diretoria, devendo o ato ser referendado pela Assembléia Geral.
quinta-feira, abril 10, 2008
Negócios
Os gringos foram embora. Saída das bandeiras Sofitel, Marriott e Renaissance coloca em dúvida o futuro do Costa do Sauípe e levanta uma questão: o resort está à venda.O resort Costa do Sauípe foi concebido para ser uma espécie de paraíso. Encravado no litoral baiano, o complexo composto de 1,4 mil apartamentos reúne ampla estrutura de lazer, que inclui quadras de tênis, piscinas e um campo de golfe envolto por coqueiros. Só que, do ponto de vista financeiro, o Sauípe mais parece o “inferno”. Seu dono, o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil (Previ), jamais conseguiu recuperar os R$ 330 milhões investidos. Para tentar virar o jogo, a Previ colocou em marcha mais um processo de reestruturação. O primeiro ponto foi negociar a saída amistosa de dois dos quatro operadores do complexo, com os quais o fundo teria assinado contratos pouco vantajosos. A francesa Sofitel recolheu as duas bandeiras em junho de 2007. As americanas Marriott e Renaissance farão o mesmo daqui a dois meses. A gestão dos quatro prédios será feita por meio das marcas próprias Sauípe Suítes e Sauípe Conventions. Uma opção vista com desconfiança pelo mercado. “A perda de grifes globais gera incertezas na cabeça dos turistas e dificulta a promoção do resort no exterior”, avalia um consultor, sócio da Hotel Financial Specialists. A estratégia da Previ também suscitou uma questão: O resort será colocado à venda? Alexandre Zubaran, presidente do Costa do Sauípe, nega. “Não consideramos essa hipótese”, disse. Ressalta, contudo, que não faltam interessados. “No último ano recebi inúmeras propostas de associação e compra do empreendimento. Todas foram recusadas.”O executivo destaca que as medidas tomadas nos últimos 15 meses têm por objetivo estancar os prejuízos e colocar o resort no azul. Os primeiros resultados foram colhidos no período janeiro- março. “O ganho financeiro dos dois hotéis herdados da Accor cresceu 244% em relação ao primeiro trimestre de 2007”, cita. A meta é manter a taxa de ocupação em 62% e brigar para melhorar o desempenho financeiro. “São números expressivos, mas insuficientes para rentabilizar um complexo desse porte”, pondera um consultor que pediu para não ser identificado. Não é exagero dizer que, em boa medida, o Costa do Sauípe pagou o preço do pioneirismo. Inaugurado no final de 2000, o complexo sofreu o primeiro revés com os atentados de 11 de setembro de 2001, que inibiram as viagens internacionais. Depois, vieram o apagão aéreo e a valorização do real diante do dólar, que levou muitos brasileiros a trocar o Nordeste por Cancún (México), Buenos Aires (Argentina) ou Nova York (EUA). Sem contar a explosão dos cruzeiros marítimos que singram pela costa brasileira. Apesar dos problemas, Zubaran confia no futuro. Com quatro dos seis hotéis em suas mãos, ele espera ter um controle maior dos custos. A idéia é montar uma central de compras e de manutenção, para usufluir dos ganhos de escala na aquisição de produtos e serviços. Pode não ser o bastante. É que, além dos fatores conjunturais, o executivo terá de lidar com uma competição mais ferrenha. Estudo do Ministério do Turismo indica que 38 resorts serão abertos no Brasil até o final de 2009. Investimento de R$ 3,6 bilhões que adicionará mais 6.278 quartos apenas à rede hoteleira do Nordeste. E oferta maior rima com preços menores, uma combinação quase mortal para quem busca engordar as margens de ganho. Sob essa ótica, a saída de grandes redes deixa o Costa do Sauípe mais leve do ponto de vista contratual. Pronto para ser passado adiante. Quem viver, verá!
Miss abre mão
Miss Rondônia abriu mão de namorado para concorrer ao Miss Brasil.Maíra Mallmann tem 19 anos e estuda publicidade e propaganda. Além de malhar, investe no controle da emotividade para a final. É modelo há 12 anos e teve que abrir mão do namorado com quem estava há dois anos.
Deputado cobra ministros
“A Amazônia não pode ficar a mercê de pressões internacionais". A cobrança foi feita pelo deputado Ernandes Amorim (PTB-RO) aos ministros Marina Silva (Meio Ambiente) e Reinhold Stephanes (Agricultura).
Seguros
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Geraldo Ramos condena: poder econômico quer atropelar corretores de seguros
Nos últimos dias, duas notícias somaram um pouco mais de decepção aos corretores de seguros da Amazônia. Uma foi a venda de apólices numa rede de postos de gasolina e outra um banco vendendo seguro residencial com prêmio de R$ 3,40 ao mês. Diante desse quadro, o presidente do Sincor-RO, Geraldo Ramos reclama: parece que acabou de vez a vergonha na venda de seguros no Brasil. O poder econômico passa por cima dos corretores de seguros. Infelizmente, depois que inventaram os pacotes, o seguro atende mais aos interesses dos seguradores, e não se preocupa com as necessidades dos clientes. Geraldo diz que tem algumas dúvidas: no caso de um sinistro, a quem o segurado vai recorrer? Ao frentista do posto de gasolina da esquina ou ao caixa do banco? E será que esse pessoal fará o curso obrigatório de certificação técnica, assim como faz com funcionários das corretoras de seguros?, pondera o atuante líder dos corretores de seguros.
quarta-feira, abril 09, 2008
Seguro popular: nova aposta do Sincor
O crescimento do crédito no mercado brasileiro tem impulsionado outros setores da economia. O segmento de seguros é um bom exemplo disto, já que as seguradoras estão apostando cada vez mais em canais populares para ampliar sua abrangência no Brasil. Uma corretora acaba de dar início à comercialização de um seguro massificado para cobrir despesas com educação, em parceria com uma empresa do Rio. O produto, batizado de Meu Futuro, é destinado às classes C e D e tem como principal diferencial seu preço mensal: R$ 8,50. Os riscos são subscritos por uma seguradora. O titular que adquirir o produto terá cobertura, em caso de sua morte ou invalidez total permanente, de até R$ 15 mil, em quatro anos, para mensalidades escolares do dependente. A indenização é paga de uma só vez e seu valor é calculado com base numa estimativa média de mensalidades escolares de R$ 312,50. Já outra seguradora, passou a comercializar um seguro residencial destinado ao público de baixa renda, ao custo mensal de R$ 3,40. Este é o segundo produto voltado a esse segmento. O primeiro foi o seguro de vida, cujo preço anual varia entre R$ 20 e R$ 150. O seguro residencial conta com coberturas de incêndio, queda de raio, explosão, dano elétrico, enchente, perda por pagamento de aluguel e recomposição de documentos, entre outras. O produto oferece ainda outros benefícios, como assistência domiciliar e a aparelhos domésticos, descontos em medicamentos e o direito a concorrer a R$ 7 mil em um sorteio mensal realizado pela Loteria Federal. Além disso, o cliente tem uma central de atendimento disponível 24 horas por dia e conta com o Defensor do Segurado, para cuidar de direitos e da relação com a seguradora. O seguro pode ser feito por qualquer pessoa física, acima de 18 anos, que possua casa própria, disse o presidente do Sincor-Rondônia, Geraldo Ramos.
Ronseg, seguros
Segure o seu notebook. A Ronseg tem a solução pra você que leva seus negócios a sério. Consulte a sua corretora de seguros. (69) 3222-0742.
Parlamentar faz alerta
O deputado Ernandes Amorim (PTB) alertou o governo federal dos riscos de novos conflitos agrários em Rondônia e aumento da exclusão social.
terça-feira, abril 08, 2008
Fora corrupto!
A vida, às vezes, é injusta: o reitor da UnB, que custa tão caro ao contribuinte, é quem deveria ser enxotado, e não os estudantes.
Porto Seguro lucra
A seguradora Porto Seguro anunciou ao mercado ter registrado lucro líquido de R$ 31,9 milhões em fevereiro de 2008, o equivalente a R$ 0,41 por ação.
STF quer prisões vazias
O Supremo Tribunal Federal tomará uma decisão, amanhã, que poderá alterar profundamente a Lei de Execuções: julgará a possibilidade de réus em processo criminal, mesmo condenados, recorrerem em liberdade. A decisão reformará o entendimento do STJ e pode libertar milhares de presos. Liminares foram dadas por relatores, mas só agora o Plenário enfrentará a questão. O relator é o surpreendente ministro Eros Grau.
segunda-feira, abril 07, 2008
Na Fenacor, Geraldo Ramos falou de ações do Sindicato
O presidente do Sincor-Rondônia e diretor da Fenacor, Geraldo Ramos, e demais presidentes dos Sincor’s de todo Brasil e da Fenacor estiveram reunidos em Angra dos Reis (RJ) para a periódica Assembléia Geral da Federação.Além da pauta da Fenacor, que incluiu temas como as atividades anuais da Federação, as contas e balanço dos sindicatos no exercício de 2007 e assuntos gerais. O presidente do Sincor, Geraldo Ramos, abordou ações de sua equipe, como as de combate à venda casada – inclusive com a adesão de outros Sincor’s da Amazônia.
Bolsa família exportação
O mais novo artigo na pauta de exportações brasileira atrai a cobiça global – e não se trata de aviões da Embraer nem de sandálias Havaianas. Dos Estados Unidos à República de Gana, há dezenas de países interessados num produto que exibe bons índices de eficiência, rende dividendos políticos e tem no Banco Mundial um garotopropaganda. É o Bolsa Família. O programa despertou a atenção mundial pela capacidade de elevar o IDH, reduzir a evasão escolar e criar uma nova massa de consumo. A procura é tão grande, que o ministro de Desenvolvimento Social, Patrus Ananias, tem ido a vários países. Da mais recente viagem, ao Vietnã, Patrus voltou com o compromisso de firmar uma cooperação com o governo local, após ouvir da ministra do Trabalho, Nguyen Thi, que ela precisa reduzir a extrema pobreza de 15% para 11% até o final deste ano. Nos últimos meses, o ministro já esteve no Equador, Chile, China, Paraguai, Argentina e Egito. Em breve, Patrus embarca para a Áustria e busca um espaço na agenda para ir à Argélia. “O Bolsa Família tem se expandido porque dá resultados e é reconhecido pelo Banco Mundial”, disse o ministro. Foram esses argumentos que a senadora Hillary Clinton, pré-candidata à presidência dos Estados Unidos, usou para justificar a importação do Bolsa Família para o seu plano de governo. “Vamos investir em programas sociais que dão poder às famílias de construírem seus próprios futuros, como o Bolsa Família, do Brasil”, garante a candidata, que ainda está atrás de Barack Obama. Mas a idéia não é pioneira nos Estados Unidos. Desde o final do ano passado, está em fase de experiência o projeto Opportunity NYC. Irmão do Bolsa Família, ele foi levado para a capital financeira americana pelo prefeito, Michael Bloomberg, após uma apresentação de Patrus Ananias em Nova York. No momento, o Opportunity NYC atende cinco mil famílias nas regiões pobres da cidade, como Harlem e Bronx. A diferença é que os benefícios são pagos com a fortuna de Bloomberg e com recursos da Fundação Rockefeller. “A política social do Lula deu certo e desperta a atenção do mundo porque também rende votos”, diz o professor de Ciências Políticas da Universidade de Brasília, David Fleischer.O Egito é o próximo país da fila. Na próxima semana, dá início ao projeto-piloto do Bolsa Família, que atenderá 600 famílias, no bairro de Ain El Sira, no Cairo, um dos mais pobres da cidade. E foi o Banco Mundial que incentivou o país árabe a adotar o programa brasileiro. “Ele cumpre um objetivo social relevante”, explica o diretor do Bird no Brasil, Vinod Thomas. Antes do Egito, a comissão brasileira esteve na África do Sul e no Quênia. Mas é na República de Gana, país com 20 milhões de habitantes, que estão concentrados os esforços para expandir os programas sociais de Lula. No momento, há um grupo de técnicos repassando conhecimentos sobre sistemas de avaliação e monitoramento do Bolsa Família. O Programa que será implementado já tem nome – Livelihood Empowerment Against Poverty – e está sendo supervisionado pelo Departamento do Reino Unido para o Desenvolvimento Internacional (DFID), órgão do governo britânico responsável pelo desenvolvimento sustentável e pela redução da pobreza nos países africanos. “A partir dessa experiência, pretendemos montar um pacote de assistência técnica para programas sociais e de transferência de renda com países africanos”, explica a analista do Departamento do Cadastro Único do MDS, Kátia Cristina da Silva. Nesse negócio, as divisas chegam em forma de prestígio e podem ser trocadas por uma moeda valiosa chamada voto.
Chocolate amargo: o santo remédio
Recentes estudos comprovam que o cacau, principal ingrediente do chocolate, melhora a circulação e ajuda a reduzir o colesterol. Atenção, produtores de cacau e chocólatras de plantão: vem aí uma notícia que pode mudar suas vidas para sempre. Antes considerado junk food ou apenas comida de gordo, o chocolate agora está mudando seu status. Não, não se trata de nenhuma campanha publicitária, é apenas o resultado de uma série de estudos realizados pela renomada Universidade de Harvard, que comprova os benefícios do cacau para a saúde humana. Após mais de 20 anos de estudos, os pesquisadores descobriram que o fruto contém um poderoso antioxidante, conhecido como flavonóide, capaz de combater diversos males que assombram os humanos há tempos. A verdade é que o cacau possui uma substância que melhora a circulação sangüínea, evitando uma série de problemas de saúde. Resumindo, o chocolate pode ajudar a controlar o colesterol, além de combater a depressão e até mesmo prevenir, no caso dos homens, a impotência sexual. Mais incrível ainda, ajudando na perda de peso. Animado? Então corra para pegar uma barra de chocolate. Mas atenção: não pode ser qualquer barra. Como os antioxidantes são propriedades do cacau, quanto mais forte o chocolate, melhor. Os amargos, que contêm mais de 50% de cacau em suas fórmulas, são os mais indicados. Os chocolates com cerca de 45% de cacau, considerados meio amargos, também são uma boa pedida. Já os tradicionais (e saborosos) chocolates ao leite, com menos de 40% de cacau em suas fórmulas, não são os mais indicados para prevenir problemas cardíacos.
Mergulho no incentivo
As competições esportivas ultrapassaram as quadras, raias e pistas. Às vésperas da Olimpíada de Pequim, há uma discreta disputa pelo título de principal patrocinador dos talentos dos esportes. Pinheiros, um dos mais tradicionais clubes da capital paulista, e a BM&F brigam por essa hegemonia. Juntos, investem R$ 24 milhões anualmente na formação de atletas. Para se ter uma idéia, 93% de toda a delegação brasileira de 659 competidores no Pan-Americano do Rio de Janeiro, no ano passado, tinham a bandeira de um clube embaixo do uniforme brasileiro.Desse total, 17,3% eram treinados pela BM&F (44) e pelo Pinheiros (70). Recentemente, um candidato à medalha em Pequim mudou de cores. O salto triplista Jadel Gregório deixou a BM&F para fazer parte do Pinheiros. Haveria uma guerra “branca” pela conquista de talentos? Pinheiros e BM&F garantem que não. “Existe uma competição entre os clubes que não chega a ser muito importante porque raramente se manifesta”, pondera José Cocco, da J. Cocco Sports Marketing. Embora a guerra não seja declarada, a BM&F deixará de contar com um atleta de alto nível que a ajudaria a divulgar sua marca no mercado internacional. A chance de a BM&F dar o troco é remota. “Somos um clube formador e vamos em busca dos jovens talentos”, afirma o diretor José David Martins Júnior. Já o Pinheiros tem um ousado planejamento para a Olimpíada. O clube quer dobrar a participação de 19 atletas nos últimos Jogos, na Grécia. Além de Gregório, foram contratadas as ginastas Daiane dos Santos e Laís de Souza e os triatletas Mariana Ohata e Reinaldo Colucci. Esses cinco nomes seriam o exemplo para as 800 crianças de 14 a 19 anos que o Pinheiros espera patrocinar, após captar R$ 11,7 milhões com a lei de incentivo ao esporte. É preciso também pensar no retorno aos patrocinadores, como Bradesco, Blausiegel, Speedo, Ambev e Unip, que já investem no clube. E nada melhor do que uma medalha olímpica. “A Olimpíada é uma exposição importante e um chamariz para trazer mais patrocinadores para o clube”, diz o presidente, Antonio Moreno Neto.
Precatórios judiciais: venda com deságio
Tradicionalmente, os governos no Brasil tomavam dinheiro e não pagavam. Em muitos casos, nem mesmo indenizações referentes a processos de desapropriação eram honradas. Isso deu origem a uma montanha de dívidas, que se transformaram em precatórios judiciais. Para muitos, eram títulos podres. Essa história, no entanto, começa a mudar. Papéis desse tipo, de créditos contra os governos federal e estaduais, têm atraído até fundos de investimento estrangeiros, porque garantem rentabilidade próxima a 12% ao ano. Mas o ponto mais importante é o deságio. Como esses créditos têm fila de vários anos para serem pagos, muitas vezes o investidor compra precatórios com desconto de até 75%. Um título de R$ 1 bilhão, por exemplo, pode ser adquirido por R$ 250 milhões. Junte os juros, e o que se tem é um lucro considerável.
domingo, abril 06, 2008
Finanças
O BB dribla a Caixa e entra na disputa do crédito imobiliário, a nova fronteira de lucros dos bancos.O terreno mais precioso da Caixa Econômica Federal será invadido pelo maior banco brasileiro. O Banco do Brasil, prestes a completar 200 anos, acaba de receber permissão do governo para atuar no crédito imobiliário popular. Irá financiar imóveis de até R$ 350 mil dentro do Sistema Financeiro da Habitação, com recursos da tradicional caderneta de poupança.
Negócios
Silvio Santos, sinônimo de TV, pretende reinar em outros canais, só que bem longe da telinha. Junto com Luiz Sebastião Sandoval, presidente do grupo que leva o seu nome, o dono do SBT quer invadir os canais de varejo para enfrentar a hegemonia da Casas Bahia no setor de móveis e eletrodomésticos, desbancar concorrentes de peso como Natura e Avon no universo dos cosméticos, erguer prédios residenciais na grande São Paulo, ampliar seus negócios no setor hoteleiro e oferecer serviços financeiros do seu banco, o Panamericano, para uma camada da população que ainda não tem acesso ao crédito. Senor Abravanel, vai vender de tudo. “Ele é um homem de negócios, um empreendedor”. “Seremos a nova Casas Bahia”, diz Sandoval.
Hotelaria
Jordelino Costa (Rondon Palace Hotel, de Rondônia) e demais presidentes das seccionais da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) debateram em Fortaleza vários temas de interesse dos hoteleiros, como a reclassificação de hotéis por estrelas pelo Ministério do Turismo, e a reformulação do estatuto da entidade nacional. Álvaro Bezera de Melo, presidente da ABIH Nacional, comandou a reunião com a participação da diretoria.
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